Casa dos Contos Eróticos

CDL - Perdi minha aliança no cu do filho do amigo

Categoria: Homossexual
Data: 12/08/2017 21:00:40
Última revisão: 14/08/2017 23:00:30
Nota 7.40
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CLUBE DE LOLITOS II

Eu sou o Roberto, um quase cinquentão e típico pai de família. Casado desde os 23 com a mesma mulher, Mariana, com quem tenho três filhos já jovens e crescidos, mas que ainda moram comigo por conta da boa vida que temos. Não tinha do que reclamar, exceto quando um dos moleques inventava de pegar o carro e fazer merda por aí, aí arrumava dor de cabeça. Mas disso tudo já contei na última vez que apareci aqui. Narrei toda a saga que me levou de um simples coroa casado à um tarado em cuzinho juvenil. Até perdi minha aliança no cu do filho da vizinha, por culpa do próprio Flávio, mas não parou por aí. Agora, vou contar como eu e mais um grupo de amigos com algumas coisas em comum acabamos por juntar a fome com a vontade de comer e criamos o nosso Clube de Lolitos pessoal. E como tudo isso me levou a quase perder, outra vez, o mesmíssimo anel de casado, só que no cu do filho do amigo.

Pra começar, era um daqueles típicos churrascos que fazíamos vez ou outra no meu sítio, pra falar merda da vida, encher a cara, lembrar das putarias de quando éramos mais novos e acabar revelando um segredo ou outro. O primeiro a jogar na roda foi o Carlos.

- A culpa é de vocês, que se foda!

- O que houve? - perguntei.

- O Carlão tá comendo um viadinho de 18!

- MENTIRA!?

- Verdade, tem até foto!

A gente juntou ao redor do cara como se fosse um bando de molecote vendo "revista de mulher pelada" pela primeira vez, só que no caso era um monte de marmanjo doido pra comer um viado. O Carlos parecia possessivo, ao mesmo tempo em que tinha o ego massageado por todos nós, diante da tal descoberta.

- Se eu me arrependo? Penso nisso toda vez que entro naquele cu, meus amigos! Quem diria que o melhor amigo do meu filho sentaria na minha vara nessa idade?

- Ah, para de graça que tu nem chegou nos 40! - falei.

E todo mundo riu.

- Até bate peso na consciência, mas aí sinto o cuzinho apertando meu caralho, esqueço logo. E o viado não reclama, só pede piru, vou me arrepender do quê? Eu tenho é que agradecer!

- Tem foto dele aí?

- Claro! É meu mascote, às vezes quero bater uma punheta longe de casa e tenho que ter alguma coisa pra salvar, né?

- E tu tem idade pra tá batendo punheta, Carlão?

Risos gerais.

- Um homem barbudo desse e quer ficar esporrando na cueca?

- Eu sei, eu sei! Mas é isso que quero explicar. Eu não tocava mais, nem sentia tesão direito, mas isso foi até conhecer esse lombo aqui, ó.

E exibiu a foto de um rabão preto, com o cuzinho arrebitado, como se fosse fotografado durante a piscada. Parecia hipnose, todos nós chegando pra frente, cada um alisando o próprio pau sob as bermudas e calças e pedindo pra ver o celular. Essa foi a primeira vez que testemunhei a raba do Juninho, lolitinho do meu amigo Carlos. E desde então, o cacete nunca mais abaixou, só pensando na expansão que seu anelzinho de pele faria pra ceder à estocada do meu corpo de macho casado e faminto de viado.

- Qual foi, tu tem vídeo dele aí, Carlão? - perguntei.

- Tão achando que vou dividir meu viado com vocês, é? HAAHHA

Falei brincando, mas não desistiria tão fácil do que vi, ainda mais sabendo que o dono daquele corpo gostoso curtia levar rola no cu. Com o passar do tempo e as outras reuniões antes da fundação do Clube, continuei insistindo numa convocação geral entre nós e os viados. Como tinha reaflorado o hábito de me masturbar, já havia até perdido as contas de quanto leite fora jogado fora em homenagem ao lombo do mulato corpudo. Afinal de contas, logo depois disso me envolvi com o Flavinho e também trouxe o tema pra roda de conversa, sempre no sítio.

- Não vou dividir meu viado contigo, pode desistir.

Carlos era sempre ciumento, até mesmo com a mulher.

- Eu sei, eu sei. Tava pensando, não é só tu que anda comendo um viadinho novo.

- Como assim!?

Peguei o celular e mostrei um vídeo do Flávio, no qual o ninfeto estava de joelhos e mamando meu cacete. Inegavelmente era minha vara, uma vez que sou conhecido por ser o bem dotado do grupo.

- Caralho, quem diria, ein Betão!

- Isso aí, Betão! Botô pra foder!

Marcos e Júlio, outros amigos nossos que compartilhavam da mesma situação, não ficavam pra trás na safadeza. Ambos com suas mulheres, mas pulando cerca de viado.

- Isso é sério? Todo mundo andou cedendo à carne, então?

- Basicamente sim.

- E é por isso que a gente podia mudar a cara dessas reuniões, né não?

Sugeri.

- Qual é a sua ideia, Betão?

- Por que a gente começou a se encontrar? Por quais motivos?

- Bom, todo mundo é amigo há anos, nós praticamente vivemos todos juntos.

- Sim, e mais o que?

- E temos umas esposas chatas que entraram na menopausa.

Todo mundo riu com o comentário bobo de um deles.

- Mas é isso! É esse o ponto! E agora todos nós temos o que?

Pausa geral, todo mundo se olhou.

- Cada um tem um lolito pra chamar de seu. - respondi.

Um calor em comum atiçou o ambiente nesse momento, a gente sabia bem onde isso ia chegar.

Levou um certo tempo até a próxima reunião, que foi a primeira oficial do nosso Clube de Lolitos, mas ela finalmente aconteceu. Nesse dia, fui cedo pro sítio receber o pessoal e, pessoalmente, encontrei o Juninho pela primeira vez, o tal lolito do Carlos, o mesmo negro rabudo das fotos.

- Olha que surpresa agradável! Vocês foram os primeiros!

- E olha que mal tive tempo depois de sair do trampo, Betão.

- Trouxe roupa?

- Claro! E ainda trouxe meu amigo..

Passou o braço pela cintura do viado gostoso que estava ao seu lado. Só de bermudinha curta do tipo cintura alta, ainda dava pra ver o piercing no umbigo, igualzinho ao do Flávio, meu lolito. Era incrível como só outro homem sabia se produzir e se vestir no sentido de satisfazer sexualmente um macho como eu, como o Carlos, ou qualquer outro casado safado. Era quase como se o putinho tivesse nascido pra isso, e olhem que apenas nos conhecíamos, nada a mais.

- Você deve ser o famoso Juninho.

Ele me olhou de baixo à cima com um risinho safado no canto da boca. Como eu tava só de sunga de praia, dei aquela pegada marota na vara, mas como quem não quer nada, sem parecer proposital, ajeitando o elástico enquanto nos cumprimentávamos. Só que o ninfetinho sequer deu atenção.

- É Júnior. - respondeu.

E só então olhou na minha cara, com aquele jeito petulante e cínico. Um viado abusado que só, fazendo a linha dura, sendo que estava no meu sítio, prestes a ser introduzido ao nosso Clube de Lolitos. "Questão de tempo até eu comer", pensava. Eu ri em resposta e o completei.

- O Carlão não te falou? Aqui dentro você é o Juninho.

Dei-lhe um tapinha no ombro e o alisei de leve, só pra deixar claro como as coisas funcionariam dali pra frente, mas fiz tudo isso rindo, causando uma impressão não tão pesada. O Carlos percebeu meu movimento, mas não fez nada. Pelo visto, o cara era ciumento com o ninfeto da mesma maneira que era com a esposa, que no fim das contas acabou o traindo dentro da própria casa. Um pouco depois deles, apareceram Marcos e seu acompanhante, um garoto de uns 17, 18 anos, sério, de boné na cabeça e poucas palavras.

- Olha ele aí!

- E aí, Betão? Agora sim!

- Sejam bem vindos!

Assim que o moleque levantou a cabeça e eu o encarei, a mente viajou, mas não por questões sexuais. Ele tinha leves olheiras sob os olhos escuros, um olhar apático e completamente desinteressado. Esse sim era um viado que eu muito provavelmente não conseguiria comer, mesmo que admitir isso pro meu ego fosse chato. Sempre gostei de me sentir livre e seguro pra fazer o que quisesse com o que fosse meu. Nada mais, nada menos do que a vontade de um homem coroa e casado, com a vida ganha, mas tamanha fome de putaria em cu de outro cara.

- Prazer, Roberto! - me apresentei.

- Vinícius.

Respondeu seco. Eles se apresentaram aos outros dois e fomos caminhando até a varanda. Nesse instante, um carro começou a entrar pelos portões do sítio e logo reconheci o veículo do Júlio. Aqueles eram nossos últimos convidados da noite antes da festa começar, então fui recebê-los.

- Porra, até que enfim!!

- E aí, Roberto?

Enquanto interagia com o coroa, a visão periférica apreciava com vontade o corpo do viado que ele escolheu trazer consigo. Moreno claro, um pouco mais baixo que eu, cabelos curtos e magrinho, mas um rabão enorme, maior que o do Flavinho, que era o lolito que eu fodia até então. Bermudinha curta, blusa regata e um par enorme de coxas que culminavam no rabão. Ou deveria dizer "cu minavam", de tão avantajado? Rapaz, eu fiquei louco! E pra completar, o putinho tava me manjando, eu quase ficando de pau duro sem poder, porque tava de sunga e tudo ia transparecer. Abri um sorrisão e tomei coragem pra cumprimentá-lo, colocando nas mãos todo o tesão que sentia, somado à vontade de comê-lo ali mesmo.

- Você deve ser o Pedrinho, né?

- Sim, sou o Pedro. Prazer.

E estendi a mão, esperando um beijo. Completamente intrigado, o safado deu um sorriso, encarou meus dedos e encostou os lábios. Eu sabia que Júlio nos observava, então transformei tudo numa simples brincadeira de iniciação.

- Esse aqui tu já treinou bem, ein Júlio? - falei sem tirar os olhos da minha futura presa. - Já sabe até o que fazer.

E retribui, beijando-lhe também as mãos e alisando seus lábios.

- Aqui você é Pedrinho, ouviu?

Acariciei seu rosto e senti o corpo do viado estremecer. Fomos andando pra varanda e todo o grupo se juntou. Descobrimos, então, que Pedro e Marcos já se conheciam antes dali, inclusive já tinham trepado algumas vezes. Isso deixou o Júlio visivelmente incomodado. Ele não era tão ciumento quanto o Carlos, mas era competitivo e eu tinha que saber mesmo disso, porque tava doido pra currar os viadinhos de ambos, mesmo já comendo o Flávio. Eu era o patrono daquele grupo e na minha mesa não podia faltar viado: queria o Pedrinho e o Juninho bem assados no meu pau. Fomos pra sala, onde estavam a bebidas, e demos início aos procedimentos.

- Fiquem à vontade, meus amigos. A casa é de vocês!

Dali a alguns minutos, pigarreei e chamei a atenção, começando o discurso, mas sendo interrompido pelo Flavinho, que me trouxe uma caneca enorme de cerveja. A bundinha redonda na bermudinha curta, sentou-se na minha perna e falou manhoso, do jeito que eu gostava de ouvir. Mas de rabo de olho, podia ver claramente Pedrinho nos observando, nos desejando. Ele queria estar perto de mim, não era só minha mente de casado piranho que dizia isso.

- Trouxe pra você!

- Porra, assim que eu gosto!

Botei o puto encaixadinho no volume da minha sunga e tornei a falar, alisando-lhe pelos ombros.

- Então, meus amigos..

Marcos e Vinícius vieram pra sala pra também escutar.

- Eu convidei todos vocês aqui hoje por um motivo simples e anal. Digo, banal.

Algumas risadinhas, mas nada que desvirtuasse o foco.

- Acho que devo começar por mim, né? - sugeri.

- Sim.

- É melhor.

Todos concordaram.

- Então tá. Eu sou o Roberto, tenho 40 e tantos anos e sou casado há mais de 20 com a mesma mulher. Sou pai de três moleques já grandes, tenho a vida estabilizada, mas tem uma coisa que sempre me deu muitas saudades.

Todo mundo bem sério, sem saber o que viria a seguir.

- Não consigo me livrar da tara em cu!!

A galera começou a rir, com exceção do Pedro, que não esperava escutar aquilo. Sua acuada me deixou ainda mais excitado, pra não falar do Flavinho disfarçando e rebolando no meu colo. Tentei prosseguir.

- Sendo amigo de vocês há tanto tempo, percebi que não era algo que acontecia só comigo. O Carlão, por exemplo..

E apontei pro Carlos, que já foi aproveitando a deixa pra completar o que eu ia dizer, bem na hora onde minha voz quase falhou e virou um gemido pelo simples fato de ter um cuzinho quente pressionando meu saco.

- Eu me chamo Carlos, também casei cedo e com uma mulher mais velha. Fiquei um tempo pensando que o sexo tinha morrido, até voltar do futebol e pegar a safada na cama com outro. Quase perdi a cabeça e adivinhem só?

Deu uma risadinha e eu soube que lá vinha putaria.

- Comecei a comer o amiguinho do filho dela só pra me vingar, mas acabei gostando. Né, Juninho?

Dizendo isso, abraçou o negro rabudo pela cintura e o putinho pulou pro seu colo, dando uma risadinha maliciosa e o olhando com um olhar bem devasso. Seu rosto e traços finos contrastavam perfeitamente com aquela petulância e ousadia na fala, fechando a tríade de excitação que me dominava dentro daquele momento: Pedrinho surpreso pelo Clube de Lolitos, um grupo fundado por maduros famintos em novinhos, abrir portas diante de seus olhos; Flavinho rebolando no meu colo e Juninho com sua sexualidade atrevida sendo exposta contra a vontade de seu coroa ciumento. Senti o clima da putaria aflorar, mas ainda esperei terminarem.

- Eu sou o Júnior, melhor amigo do filho do Seu Carlos. Né, Seu Carlão?

E deu dois tapinhas no rosto dele. O coroa ficou vermelho e ainda tentou morder seus dedos, me deixando completamente encaralhado. Por sorte, com o Flávio no meu colo, ninguém além dele sabia do que se passava. Não que tivesse problema ainda. Em sua vez, Pedro falou bem quietinho, do jeitinho que eu mais gostava. Empinadinho, até levantou o dedo.

- Bom.. Eu sou o Pedrinho, fui ex-funcionário do Júlio e também já trabalhei pro Marcos. Eu não sabia se ele curtia ou não, até mandar uma foto do cuzinho pro safado no meio da madrugada e ele ficar galudo.

Aquela atitude de vagabundinho tomou meu corpo e fiquei quente. Vê-lo dizendo o que havia feito havia sido demais. Mandou uma fotinha do próprio cuzinho quente no meio da noite pra um cara comprometido e mais ou menos evangélico. E detalhe, tara que só, o puto provavelmente respondeu à altura e ainda faturou a curra. Por sorte, Marcos aproveitou a deixa e se apresentou. Depois dele, foi a vez do seu acompanhante, o mesmo menino triste que conheci minutos atrás, de boné na cabeça.

- Meu nome é Vinícius. Fora conhecer o Marcos, eu não tenho nada a ver com vocês.

Num curto espaço de tempo, lembrei-me de onde já tinha visto aquele semblante antes e de como ele denotava revolta. Soube de cara que ele era alguém em sofrimento, então decidi naquele mesmo instante que, por maior que fossem as safadezas internas, de mim o moleque só teria motivos pra estar bem, pelo menos enquanto estivesse ali no meu sítio.

- Ah, eu duvido que não tenhamos nada em comum. Você tem cara de que fuma um! - mandei na lata.

Se ele era sincero, eu não teria problemas em também ser. Não queria pressioná-lo, pelo contrário, só precisava da menor abertura que fosse.

- Fumo sim.

E deu um sorriso sem graça. O moleque tinha rido pela primeira vez.

- Ah, eu sabia! Cê podia conseguir uns pra gente, né? - pedi.

- Sem problemas.

Abriu a mochila e tirou vários baseados já enrolados.

- Mas..

Tornou a falar.

- Não vai passar disso, velhote.

Silêncio. Mas o "velhote" aqui sempre levava na esportiva.

- HAHAHAHAHAHA! Tudo bem, garoto!

Não aguentava mais de tesão com as remexidas do Flávio inquieto no meu colo. Precisava finalizar aquela apresentação.

- Sendo assim, meus amigos. Eu e meu querido Flavinho abrimos as portas do nosso Clube de Lolitos!

A partir daquele momento, eu nunca mais seria o mesmo coroa de antes. Nesse mesmo dia, interagimos bastante afim de nos conhecermos melhor e, aos poucos, cada um foi se soltando e ficando mais à vontade. Debatemos algumas regras essenciais pra não deixar as informações vazarem e selamos o pacto. Estava criado o Clube de Lolitos, com direito a grupo no whatsapp e tudo. Até então, eu tava doido pra currar o Pedro e o Júnior, mas esse segundo, por sua vez, fazia a linha difícil e tava sempre me evitando. Além disso, precisava de tomar cuidado com os ciúmes excessivos que o Carlos tinha do garoto, pra não falar do Júlio e seu desafiador espírito de competitividade. O coroa não podia se sentir pressionado a disputar nada. Parei de ligar um pouco quando o Vinícius acendeu o baseado e começamos a fumar.

- Aí sim, moleque!

- De nada, "Alberto". - como sempre, de poucas palavras.

- É Roberto! Alberto é um dos meus moleques. - corrigi.

E aí o Juninho decidiu falar, qualquer que fosse a piadinha dele.

- Ah, é teu filho, é?

Como aquele viado ousava comentar do meu moleque? Era muita audácia mesmo, só podia tá querendo levar uma surra no meio da rabeta. Mas não dei tanta bola, a fumaça do baseado já tinha subido ao cérebro e agido. Em questão de minutos, não sabia mais como lidar com o Flavinho rebolando no meu colo. Na nossa frente, Pedrinho observava atento, enquanto Júlio desfrutava da piscina e Carlos e Júnior conversavam numa poltrona próxima. Ao verem que a putaria tava pra rolar, Marcos e Vinícius se retiraram a um quarto de hóspedes, onde permaneceram a maior parte do tempo, sem incomodar ou serem incomodados. Aproveitei que ficamos só nós e comecei a mandar ver no que fazia. Com as mãos, agarrei os mamilos do Flavinho e os massageei, atraindo ainda mais a atenção do Pedro.

- É assim que tu gosta, né?

Ele se contorceu e agarrou minha nuca com os braços pra trás, dando-me maior espaço pra brincar em seu corpo. As nádegas mastigando minha vara por entre a roupa, o viado só de biquininho à essa altura.

- Hmmmmmm! Que delícia, seu sem vergonha!

E passava o rosto fino pela marca cinzenta da minha barba. Era o meu ninfetinho pra uso pessoal. Cada vez menos controlado, comecei a chupar-lhe a pele e mordiscar o corpo, como se quisesse literalmente comê-lo, tudo isso sem tirar os olhos do Pedro, que parecia hipnotizado. Foi aí que o Júlio retornou da piscina e não perdeu tempo. A mala pesada na sunga e o corpo todo molhado, parou na frente do moleque e levou sua mão à caralha, iniciando uma punheta que foi parar numa mamada daquelas. Mas o garoto não era mole, chupou a vara do marmanjo olhando no fundo dos meus olhos, como se cobrasse de mim alguma atitude para consigo.

- "Eu vou currar esse moleque!!"

Pensava. Não aguentei mais. Levantei e coloquei o Flávio deitadinho na quina da poltrona, com a cabeça de fora, virada pra cima. Se ainda não comeria o Pedro, então ao menos ele ia pagar por todo aquele teso fodido que tirava minha paz. Abri sua boquinha e fui atolando a vara, impaciente, mas querendo dar uma boa visão ao outro. Foi nesse instante que escutei o gemido.

- Hmmmmmmm!

Olhei pro lado e vi Carlão deitado numa outra poltrona, tomando cuzada do negro gostoso que era o amigo do filho dele. Juninho era o tipo passivo agressivo, que gostava de currar piru, em vez de ser currado. Eu tava mesmo feito!

- MMmmmmmm!

Enquanto isso, não conseguia parar de afogar o varal na garganta do Flávio, que aguentava sem reclamar, mesmo eu sendo dotado. Também, mais acostumado com minha pica do que ele, nem minha esposa. Júlio começou a cunetar o Pedro e cada vez mais eu entendia o que acontecia. O safado já tava competindo comigo, sendo que nem se tratava disso. Preparou bem a raba do garoto e não perdeu tempo, me olhando como se esperasse algo melhor que aquilo.

- Abre essa raba pra mim e empina!

Deu-lhe tapas no lombo e teve o desejo atendido. O caralho nem hesitou, só atravessou o cuzão e o molecote ainda remexeu, pra mostrar do que gostava, olhando na minha cara.

- SSSSSSSSSS!!

Aflito e com o cacete estourando ao presenciar isso tudo, empinei Flavinho e também não perdi tempo.

- Prepara o cuzinho, moleque!

- Já tá preparado!

- Ah, tá?

Encravei tudo e ele arqueou as costas feito um felino, me dando aquela sensação gostosa de dominação física, mas sem resistir muito. Logo pus as mãos em seus ombros e o puxei pra trás, fodendo feito boneco, ao meu bel prazer, sentindo o anel elástico e anal rabiolando em torno da caceta. Tornei a olhar pro Pedrinho e investindo pesado o quadril, batendo com os pelos no corpo do Flávio. Nossos olhares pareciam sintonizar, de tanto tesão indo e vindo. O Júlio sabia disso e o puxou pra si, impedindo que nos olhássemos.

- Olha pra mim quando eu tiver te comendo, safado!

Aceleraram o ritmo e o barulho do choque entre corpos aumentou, até mesmo entre Carlos e Juninho, com o rabão pro alto, tomando pica madura. Eu, por minha vez, fodia feito bicho, enquanto Flavinho gemia alto.

- SSSSSSSSS!! Hmmmmm!! Fode, isso!!

Senti o gozo vindo e olhei pro lado, só pra ver o Carlão enchendo a bunda do Júnior de leite. O piranho ainda fez questão de rebolar com cuidado, pra não deixar a porra vazar, dando total carinho e atenção ao seu homem. No finalzinho, ainda me olhou e sorriu, como sempre debochado, sem ninguém perceber. À minha frente, Julhão também finalizou o Pedro. As pernas bambearam e meu caralho explodiu no cu do putinho, fazendo a cucetinha vibrar contra minha presença.

- SSSSSSSSSSS!

O Flávio ficou até meio bambo com as últimas estocadas, tanto é que o leite escorreu pelas pernas e eu colei nossos corpos, deixando a última gota cair bem lá dentro. O vagabundinho rebolou sem eu pedir, que nem o Júnior, e só aí tirei de dentro a bengala já meia bomba, enorme, cansada pelo esforço. Precisava de uma ducha. Levantei, fui pra piscina em direção ao Pedro e, ao passar por ele, dei a piscadinha com o olho. Ele deu meio sorriso e aposto que sentiu o cheirinho do meu caralho quando passei. Ainda ia currar aquele moleque.

Um pouco depois do primeiro encontro, o estrago já estava feito. Na mente, não conseguia mais tirar Pedro e Júnior da cabeça. De um lado, a raba enorme do branquinho, sendo mascada inteira pelo Júlio, meu amigo de longa data. Do outro, o cuzão negro do mais empinado deles, deflorado por outro amigo de muito tempo, o Carlos. Quem diria que teria tanta sorte assim, e olha que tinha o Flávio ao meu lado há poucos meses. Era um coroa casado, quase cinquentão, mas que não tinha a assistência da mulher. Eu tinha certeza que era tudo por conta da idade, afinal de contas, meus três moleques tavam sempre metidos com essas minas do colégio, mostrando que o meu fogo havia sido passado pra próxima geração. Mas ainda assim não tinha do que reclamar, estava com a mesa cheia de viado, podendo escolher a dedo. Por sinal, eles tinham a mesma faixa etária dos meus próprios moleques, ou seja, ainda podíamos desfrutar do fetiche entre novinho e coroa, querendo sentir o prazer de toda aquela pele jovial sendo amassada pelo peso da minha vara madura, picão de macho casado. Era perdido nesses pensamentos que a mente ia longe, chegando onde não deveria. Lembrava de cada um daqueles marmanjos e de seus novinhos e me perguntava como o mundo da putaria era sem limites, nem a idade salvava.

- "Eles têm a idade dos meus filhos" - pensava alto.

Qualquer um deles, até o Vinícius, com quem não tinha malícias ou segundas intenções. E, por coincidência, eu era o único no grupo que tinha filhos. Pra não dizer que não era, jurava que em algum momento da amizade o Carlos também comentou sobre a mulher ter um filho que vivia com eles, mas nunca mais tinha ouvido falar do moleque, deve ter ido morar com o pai. Ou seja, eu era o mais coroa, mais tarado e com maior família. Ao meu redor, vários viadinhos querendo liberar o cuzinho de graça! Oh, sorte!

A interação com o Pedro veio até que rápida e sem muito esforço, mas o que me deixou mesmo surpreso foi o fato de ter sido viabilizada pelo próprio Júlio, que era quem o comia. Quase duas e pouca da manhã, a mensagem chega no privado.

- Qual foi, Beto!?

- Fala aí! - respondi.

- Preciso te pedir um favorzão, cara!

- Pode pedir, meu amigo!

Ele quase não era de pedir, então só podia ser coisa grande.

- O pai do Pedro botou ele pra fora, mas não tenho como esconder ele aqui. Tu não queria alguém pra ficar no sítio?

- Mas ele tá bem? - perguntei.

- Tá sim, acabou de sair daqui e vai pra casa de um amigo. Mas amanhã não sei mais.

- Não tem problema. Avisa a ele que pode aparecer, ou se quiser eu posso falar.

- Fala com ele aí, não tô podendo falar essas coisas aqui. Tô de casa.

- Tranquilo, Júlio. Abraço.

- Abração e obrigado!

A permissão tava mais do que dada. Por causa do horário, esperei até o dia seguinte, quando a Mariana saiu pra casa das irmãs, e mandei mensagem pela manhã, mas deixei avisado das minhas condições.

- Posso te hospedar no sítio, se quiser. Só depende de você.

- De mim? - perguntou.

- Sim. De você. Existe uma regra pra quem fica no meu sítio.

- E qual é?

- Tem que me servir. Em todos os sentidos.

Mandei na lata.

- Eu toparia mesmo que não fosse pra ficar no seu sítio!

O caralho já tava com o tesão de mijo acumulado, com aquela resposta então, trincou bonito. Não demorei muito, marquei com ele próximo à uma praça no Centro e ainda aproveitei pra passar no escritório do Carlos e deixar com ele uma das cópias da chave do sítio, assim como fiz com o resto do grupo. Sendo assim, encontrei com o Pedro e o safado veio todo pomposo entrando no carrão. Ainda abri um pouco do vidro e o putinho me olhou feliz, com o mesmo semblante de bobo do primeiro dia. Tava prestes a encher a boca dele de leite e o coitado nem sabia. Entrou com aquele jeito desconfiado, porém afim, arrancando de mim um risinho. Jeans socado no cu, rabão redondo e arqueado, quase que um bonequinho de porcelana, cuja pele mal podia esperar pra arregaçar.

- Que foi?

Perguntou e sorriu.

- Eu sabia que um dia tu ia entrar pela porta desse carro.

- Sabia, é? Eu também.

- É? Sabia o que?

- Que um dia eu estaria do teu lado nesse carro, passando a marcha com a boca.

- Mas eu ainda nem liguei o motor.

Alisei o cacetão já duro e pro lado e girei a chave na ignição do carro, saindo dali. Enquanto isso, ele já foi abaixando e engolindo a vara de um jeito espetacular, bem diferente de como o Flávio fazia. A língua parecia vestir por completo meu pau, dando uma sensação gostosa de atrito que me arrepiava os pelos das pernas. O Flavinho chupava bem e era apertadinho, mas minha marca já estava presente nele, de tão acostumado com a minha vara, por isso a diferença era bem clara pra mim. Depois desse primeiro impacto, o danado tirou a caralha da boca e ficou brincando de analisar o peso e tamanho, deixando-a cair no meu colo.

- Gostou, né? - perguntei.

- Tô até perdido!

Rimos. No próximo segundo, a cabeça foi direto na garganta. Mesmo meia bomba, não passava da metade, algo que não era problema pro Flávio, talvez pelo costume mesmo. O viado até tentou, mas ficou tossindo e eu o acalmei bem tranquilo.

- Vai com calma, viado! Tu só tem uma boca, se estragar quem vai me mamar? Pode ir com calma que eu não vou fugir, sou todo seu!

Bem cuidadoso, o deixei à vontade pra prosseguir. Devagar, ele continuou a tentar, mas de nada adiantava.

- Isso, sem gula! Vai mamando!

Enquanto isso, seguíamos ainda pelo Centro da cidade. Em poucos minutos, chegamos ao destino e ele cessou o boquete um pouco.

- Não vou demorar, é rápido.

- Sem problemas.

Deixei que ficasse no carro e fui pro prédio, ainda com a mala meia bomba, doido pra voltar e finalizar a sacanagem que começamos. Quando cheguei no setor do Carlos, não o encontrei. Uma das secretárias me chamou e falamos rapidamente.

- Posso ajudar o senhor?

- Claro! O Carlos trabalha aqui, né?

- Sim, naquela mesa ali, mas acho que tá no horário do almoço.

- Ah, tudo bem, eu aguardo então.

Disperso pelo tesão recente, caminhei devagar em direção à mesa que ela indicou e procurei algo que me indicasse que era realmente ali onde ele ficava. Só então lembrei de mandar mensagem no celular avisando que cheguei e logo ele respondeu.

- Já tô chegando, me espera na portaria!!

Na hora de virar pra sair, observei, de relance, um porta-retratos sobre sua mesa. Na imagem, uma coroa charmosa e da pele negra, um moleque também mulato e uma outra pessoa, que era quem tirava a fotografia, mas não dava pra reconhecer por conta do flash intrusivo cobrindo parte da foto. Assustado por ter sentado no lugar errado, achei realmente melhor voltar e esperar, que foi o que eu fiz. Na portaria, nos encontramos.

- Opa, Carlão! Eu esqueci de avisar que tinha saído, vim só deixar a chave.

- Nada, tem problema não. Brigadão, Beto! Me fez um favorzão!

- Que nada, tamo junto, braço!

Nos despedimos e fiz que ia embora, mas a curiosidade era maior. Esperei um pouco e voltei à porta da seção, acompanhando com os olhos onde o Carlos sentaria. Ele andou para um lado, andou para o outro e foi exatamente à mesa onde estava o retrato, de onde eu saíra há minutos. Começou a mexer no computador e aí concluí que tudo aquilo era realmente seu. Minha mente endoidou.

- "E não é que o coroa tem filho mesmo? Mas porra, por que até hoje ele nunca mais falou nada?"

Comecei a voltar pro carro, mas sabia que estava perto de descobrir algo importante. Lembrava de momentos do passado nos quais ele comentava do tal enteado abertamente, sem problemas. Era o tal filho da mulher dele.

- "Mês passado fomos eu, ela e Paulinho pra casa de campo. Mó frio, tomamos muita sopa!"

Eu devia estar imaginando coisas, mas Paulinho e Juninho não eram o mesmo nome. Ainda assim, me sentia muito eufórico, mas não tinha o que fazer por enquanto. Por causa dessa pressão mental, fiquei tão aéreo que nem lembrei de continuar a putaria com o Pedro no carro.

- O que foi? - perguntou.

- Como assim?

Tentei disfarçar.

- Parece que viu um fantasma!

- É o calor! Acho que minha pressão desceu!

Fomos calados até o sítio, eu ainda perdido em pensamentos e tentando entender como deixei tanta informação passar batida, talvez pela envolvência sexual que o Clube de Lolitos nos proporcionava. A questão era que, além de lembrar que meu amigo tinha um enteado, algo naquela fotografia não me era estranho.

Chegamos ao final da tarde e desfizemos as malas. Lembrei do porquê de estar ali e o tesão aflorou como se fosse adolescente, pelo simples fato de estar no meu sítio com um lolitinho de 18 anos ou algo do tipo. Apareci de surpresa por trás do Pedrinho no quarto de hóspedes e já o dominei ali mesmo, de pé, enquanto o puto desfazia as malas. O jeans socado no cu do jeito que tanto gostava, podia até sentir o cheirinho.

- Hmmm, já sinto o gostinho!

- Pode ir entrando, safado!

- Tem certeza?

- Ou eu não sou viado!

Entrei naquele cu com todo o cuidado, mas não parei mais. A cabeça passou e o anel vibrou safadamente ao redor dela, como se as preguinhas conversassem com seu novo dono e desbravador. Só de lembrar que Júlio esteve ali antes e que agora deixaria minha própria marca impressa em suas entranhas.. A vara seca, atolada entre as nádegas, indo e vindo. Pra esculachar ainda mais, segurei na cintura e mandei.

- Prepara o quadril, Pedrinho!

Nos levei pra cima da cama, fiquei de joelhos atrás dele e aumentei o ritmo.

- SSSSSS! Soca, Betão!

E aí perdi a linha.

- Pensou que eu não ia caçar esse cuzinho, né? Até parece!!

- Eu sabia que ia, agora soca! Pode socar!

A rabeta dele parecia um pouco mais apertadinha que a do Flávio, mas era só questão de tempo.

- Tu sabe que vou querer contar tudo isso pro Júlio, né?

- Quer gravar um vídeo pra ele?

Só podia ser um sonho.

- Caralho, só se for agora!!

Comecei a filmar com o celular, sem desengatar um só momento, em cima do viado. Ele chegava a empinar a bunda, querendo fazer bonito pra encher o macho dele de ciúmes. Era o prato feito pro nível de competição que o Julhão tinha.

- Ahhnnnnnn! Hmmmmm!!

- Tá gostando, tá? Viadinho do Julhão! Geme no meu caralho, vai!

- Aiiinnnnn!

Ele era muito manhoso, se entregando sem hesitação. Eu o puxava, apertava, dava tapa, usava do jeito que queria, atiçando ainda mais o lado piranha do putinho. O via fazer caras e bocas e até fechar os olhos, enquanto tomava uma dose de minha pica.

- Esse cu gosta de vara, né?

Filmei o rabão piscando no meu cacete.

- Mesmo o caralho sendo grosso, ele pede, a lá..

E realmente não tinha medo de perder a rabiola.

- Ainnnnn!! SSSSSSS-

- Tá se perdendo todo nessa caceta, né viado? Fala pra mim!

- Perdendo? Vale à pena perder o cu nessa vara!

O cacete engrossou e eu explodi de tesão.

- OHHr! HMMMffffff!

Lá dentro, as pregas contraindo e relaxando incessantemente por causa do esforço que provoquei e exigi delas. Estavam de parabéns. Elasticidade, nota dez. Jovialidade, nota mil.

- Ó que putinha, ó..

Botei o que ficou do leite de fora pra dentro com os dedos e ele ainda sorriu. Não esperei muito e fui no grupo do whatapp.

- Duvido alguém acertar de quem é esse viadinho aqui!?

Júlio foi o primeiríssimo a ver e responder.

- Esse cu aí fui eu quem estreei! Nele eu já brinquei à beça, seu corno!!

E várias risadas.

- Mas não deixou largo que nem eu, afinal sou bem mais dotado!!

Mais risadas, mas Julhão se calou.

Depois desse dia, a foda entre mim e Pedro passou a ser constante, não atrapalhando nos momentos com o Flávio. Pra se vingar, ainda rolou do Júlio comer meu putinho na minha frente, enquanto eu deflorava o dele, cara a cara. Como sempre, ele via disputa em tudo, mas eu só queria mesmo gozar e ser feliz, sem muitos pudores. No Clube, por sua vez, Marcos e Vinícius ainda demoraram um pouco mais pra voltar a aparecer, mas quando o fizeram, continuaram na deles, com exceção de quando fumávamos um baseado pra rir a toa e falar merda. Numa vez dessas, não lembro qual, peguei Pedrinho, Juninho e Flavinho cochichando alguma coisa, como se tramassem. Ao me ver, os três pararam de falar e ainda disfarçaram, mas continuei na minha. Quando o Júnior foi em direção à cozinha, apertei o passo e o segui. Ia aproveitar a oportunidade que tínhamos do Carlos não estar agarrado nele e resolver de uma vez por todas a dúvida que martelava minha cabeça.

- Tava de cochicho, é?

Abri uma cerva e parei encostado na pia, observando cada movimento do mulato rabudo, cuja raba alimentava-se do jeans enfiado e suspenso na cinturinha fina.

- Tá ficando esclerosado já, coroa?

Não esperava patada menor daquele abusado. Ri alto e ele me olhou.

- Me tira uma dúvida, moleque..

E parou de olhar, abrindo a geladeira.

- Como é o nome do teu pai? - perguntei.

O que me confirmou que tinha algo de errado foi a completa ausência de reação por parte dele. Diante da porta aberta, nem a seriedade e nem o riso tomaram conta. Era um disfarce inabalável, e mais uma vez eu não esperava menos.

- Pra que tu quer saber?

Fechou a geladeira e virou na minha direção. Certamente, o coroa aqui precisaria de mais que uma simples pergunta de duplo sentido para desarmá-lo e fazer confessar que minha teoria estava mais do que correta.

- Curiosidade!

E dei uma risada. Se ele não respondesse, ao menos eu teria um motivo óbvio pra ficar desconfiado, alegando que isso só reforçava meus pensamentos pecaminosos. Mas a resposta saiu.

- É Paulo.

Na mosca! Meu caralho endureceu com aquela certeza e o garoto manjou, assustado, engolindo a seco. "Paulinho" era como o Carlos chamava o enteado. E aquele na minha frente era o Juninho, mas por uma simples razão de apelido e nome paterno.

- Então tu é o Paulo Júnior, né? - mandei.

Ele travou, como se soubesse que qualquer resposta pudesse comprometer tudo. Um pisão em falso e tudo iria por água a baixo. Sabia bem que ele sequer precisaria de me dar satisfação, mas não ia desistir agora. Quando suspeitei que o safado ia sair dali, não resisti ser ignorado e enchi a mão na raba dele. Foda-se meus argumentos!

- Ei! Que ousadia é essa!? Tá pensando que sou teus amiguinhos?

Onipotente, o encarei e respondi na fuça.

- Não, mas na minha lista de viadinhos prediletos você estaria..

Enchi o peito com a palavra, mas não aumentei o tom de voz.

- ..incesto.. lugar!!

Só aí o Júnior arregalou os olhos. A gota de suor desceu pela testa e o sorriso de abuso tornou a aparecer, na mesma medida em que meu caralho cresceu, cheiro de sangue sendo bombeado, só com a mente permeada pelas ideias pecaminosas do enteado servindo o padrasto sob o teto da mãe. Não era mais surpresa, era certeza. A imagem que vi na mesa do trabalho era verdadeira, ou seja, o lolito do Carlão era seu próprio parente, filho de sua mulher, seu enteado. O cara era tão piranho que tava comendo o cuzinho do próprio filho de criação. Isso mesmo! Sem perceber, lá ia por água a baixo uma das regras que criamos, de não envolver família no Clube.

- Eu sabia, eu mandei ele ter atenção..

- O Carlos? Ah, tu vive com ele há anos e não sabe como ele perde a cabeça quando tá com ciúmes?

- Eu mereço..

Não dei tempo dele interromper.

- Mas achei que ele fosse assim só com a tua mãe, seu viado! Quem diria, né? Currando o próprio enteado que ele chama de filho, fazendo ele de mascote de estimação e o domesticando. Esse tempo todo tu anda pra cima e pra baixo debaixo do teto dele e tua mãe nem deve desconfiar, né? Agora tá explicado porque o coroa tem tanto ciúme de você. Afinal de contas, é o filhinho dele!!

Ao mesmo tempo, ouvimos a voz do próprio Carlão procurando seu viadinho.

- O que você quer, Roberto?

- O que eu quero?

- Fala logo, coroa!

O Júnior tava puto pela ousadia, mas não tinha o que fazer, só restava aceitar.

- Faz ele usar a cabeça que todo mundo sai ganhando. - falei. - Entendeu?

Ele fez que sim.

- Agora, só disfarça e me ajuda.

Peguei um isopor cheio de bebidas e, com a ajuda dele, fomos de volta à sala.

- Opa, tava me procurando? - disfarcei.

Carlos nos olhou com aquela cara óbvia de ciúmes, mas não permaneci ali pra ver no que dava.

Além dos encontros pelo sítio, uma das situações que mais marcou a existência do nosso Clube de Lolitos foi a festa à fantasia organizada pelos meus moleques. Esse dia foi, sem dúvidas, o divisor de águas. Primeiro porque Mariana foi passar uns dias com as irmãs, ou seja, estávamos praticamente todos soltos pra aprontar. Segundo que eu nem sabia que os moleques conheciam nossos lolitos, que apareceram de surpresa e nos deram um susto. E terceiro que a putaria rolou, mesmo que disfarçada e mesmo que na apreensão de ninguém poder saber ou ver. Como estávamos sempre zoando o Carlos pelos ciúmes, ele fez questão de ir e ainda encontrou com o Júnior. Até fantasiado, o viado era rabudo e abusado, com as unhas pintadas e maquiagem feita, peruca, vestidinho curtinho, bem menina. Júlio e Pedro também apareceram. Marcos e Vinícius incrivelmente foram, mas como sempre, ficaram na deles, sem interagir muito, mas marcando presença. Numa das várias vezes em que fui ao banheiro do segundo andar da minha casa, já tava meio trôpego quando esbarrei com o Júnior. Vestidinho curto, meião nas coxas, maquiagem e peruca loira. Um espetáculo de pele negra.

- Olha que surpresa!! Tava fazendo o que aqui dentro? Tem mais alguém aqui contigo?

Bisbilhotei ao redor, mas não tinha ninguém, o garoto tava sozinho. A carinha de inocente não me enganava, alguma coisa ele tinha aprontado.

- Tô sozinho, "tio Beto".

A mesma petulância de sempre, mas não ia funcionar comigo. Segurei seu rosto entre as mãos e ele as apertou. Era incrível o quão lindo aquele viado era, ainda mais feminizado.

- Você só toca em mim se eu deixar, coroa!

- O que?

E antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, o piranho arriou minha bermuda, bem na porta do meu quarto, e foi caindo de boca na minha vara.

- Tá maluco, seu viado? E se alguém vem aqui?

- Ué, tu é um homem ou é um rato? Coroa medroso da porra!

Parou de falar e foi engasgando. De cara na minha virilha, com minhas mãos presas nas suas, não tinha muito que eu pudesse fazer. Até tinha, mexer a cintura pra entrar ainda mais com a caralha dentro dele. O saco chegava a borrar a parte de baixo do batom, ficando marcado de viadinho. Delícia!

- SSSSSSSSS!

O boquete era bem mais empenhado e técnico do que o do Pedro ou o do Flávio. Mas não durou muito, escutamos um barulho na porta e paramos tudo. Ele rapidamente se escondeu por baixo da cama e eu respondi à batida.

- Quem é!?

E então o Alberto, meu filho do meio, respondeu.

- Abre aqui.

Abri e ele entrou.

- Fala, moleque! Já vou descer, vim mijar.

- Esse banheiro aí tá ocupado?

E fez uma cara de quem procurava algo ou alguém ali dentro.

- Vai ficar agora.

- Ah, sem problemas.

Saiu e fiquei mais aliviado. Nem precisei mandar o Júnior voltar, ele mesmo já foi saindo e voltando a me mamar com maestria, sem hesitar em gargantilhar na minha glande, coisa que nem Flávio ou Pedro faziam. Olhava pra baixo e ficava até assustado com a capacidade dele de ir até o talo, considerando que eu era o mais pirocudo dos amigos, até mais que o Carlos. E não somente isso: a cabeça da piroca toda suja de batom, a cara dele borrada de baba e pederastia da braba. Que vida deliciosa a minha!

- Chupa, vai! Chupa com vontade pra eu gozar logo, se não vou te enrabar aqui mesmo, seu piranho! Safado do caralho! Vou deixar teu pai ver tudo que tu tá fazendo!

Dei-lhe dois tapas na bunda e o puto pulou pra cima do meu colo, segurando meu rosto entre os peitinhos. Esfregou-se em mim e comecei a mordiscar seus mamilos, que ficaram todos babados e durinhos. Os cabelos da peruca sobre meu corpo.

- Hmmmm!

Ele ainda rebolava no meu colo, doido pela curra. Não me deixava fazer nada. Passivo agressivo. Tomei um tapa na cara e desisti de reagir.

- Tu quer me controlar, né?

- Eu não quero, "tio Beto". Eu vou.

Posicionou a rabiola na ponta do meu caralho e desceu devagarzinho. Senti o anel macio alargando bem quentinho e a cabeça entrando devagar, tudo sem precisar das mãos, mas aí outra batida na porta.

- Quem é?

- Pedro!

Abri e ele entrou com cara de assustado. Tive a impressão de ver um vulto conhecido no corredor, mas não soube identificar se era Dudu, meu filho mais novo, ou Iago, o mais velho. De qualquer forma, agora tinha dois viadinhos no quarto onde dormia com minha esposa, estava pronto pra brincar. Mas aí o som parou lá embaixo e ouvi vozes altas. Se fosse alguma briga, ia precisar descer de qualquer jeito. Assim, contra minha vontade e de pau durão, doido pra currar um viadinho daqueles que fosse, eu saí pra ver do que se tratava.

Nesse meio tempo, passei pelo Júlio e não reparei que o safado se mandou pro quarto. Pra não dar muito na telha que tava rolando reuniãozinha, ainda dei uma perambulada, peguei algumas bebidas e tratei de voltar assim que percebi que não era nada demais, só falha no aparelho do DJ. Quando retornei, peguei Julhão e Pedrinho fodendo loucamente já, mas nem sinal do Júnior. Pra não falar do forte cheiro de maconha que empesteou o quarto, apesar de nenhum dos dois fumarem, até onde eu sabia.

- Vocês fumaram aqui?

- Claro que não, Beto! Entra e fecha a porta, porra!

Na minha frente, Pedro cavalgando na vara branca do meu amigo casado há anos com a mulher, na pele, sem medo ou pudor, sendo alargado por piru de maduro.

- Que putaria!

- Vem, Betão! Cabe mais um aqui!

O safado me chamou, totalmente tomado pela sodomia. Era incrível ver um macho daqueles perdendo seu controle diante dos desejos carnais, mas eu também não podia falar muito. De qualquer forma, saí dali desolado e de pau duro. Tava doido pra foder, mas tinha que ser o Júnior. Andei devagar e, no quarto ao lado, peguei ele e Carlos na maior curtição. Fiquei um tempo espiando, mas não achei que devesse entrar. A caceta estourando na mão, a festa ainda rolando, eu podendo ser pego a qualquer momento, mas tudo acontecendo ao mesmo tempo.

Naquele instante, percebi que quebrávamos outra das regras feitas por nós mesmos, a de não sair com o Clube de Lolitos do sítio, que era nosso quartel general. E ali estávamos, em plena festa dos meus filhos, botando viado pra mamar no quarto deles e currando em suas camas. Eu era o pior, além de pai e dono da casa, permitia que toda aquela sacanagem acontecesse até mesmo na minha cama, nos meus lençóis, onde a mulher com quem casei dentro da igreja, diante do padre, dormia diariamente. Mas agora ela estava longe, então que se foda, vamos comer! Pensei na ideia perfeita.

- Carlão!

Eles se assustaram, mas viram que era eu.

- É que esse é o quarto do Dudu, ele pode entrar a qualquer momento. Vem aqui pro meu, que dá pra trancar.

Devagar, eles foram se recompondo e vieram. Ainda procurei pelo Flavinho, mas não o encontrei em lugar algum, talvez tivesse até ido embora. Cinco homens num quarto, chave na porta e tesão no ar, misturado num cheiro de maconha que não sei de onde surgiu. Mais uma reunião oficial do Clube. Num lado do quarto, Juninho com o rabão aberto e forçado, com Carlão montado em seu lombo, me causando inveja. Na frente, Pedrinho cavalgando intensamente no Julhão, que chupava seus peitos e me convidava safadamente pra me juntar a ele.

- Vem que dá, rapá! Isso aqui é viado de qualidade!!

E ele confirmava.

- Vem, safado! Vamo tentar!

O pedido era uma ordem. Posicionei a cabeça na portinha e lambuzei de cuspe. O Júlio tirou o pau dele e deixou eu entrar, por ser mais grosso e ter mais facilidade em alargar o espaço que ocuparíamos juntos. Assim, tirei um pouquinho e ele agarrou nossa varas e empurrou pra dentro e contra a força elástica da pele do Pedro.

- SSSSSSSSSSS!

Olhei pra trás e vi o Carlos acabando com o cu do Júnior. Ele tava numa posição da rã que deixava as pernas mega flexionadas, de tão rígidas. Aquele devia ser mesmo um cu gostosinho de meter, mas eu ainda não teria o gostinho, só a visão.

- ISSO, CARLOS! FODE, VAI! ME RASGA, CARALHO!

Ele segurava no coroa pelo pescoço e o cara só faltava enfartar, de tão vermelho e suado que tava. Enquanto isso, a rabeta do Pedro era esfolada por dois caralhos gulosos, com fomes de curra.

- Relaxa, vai! Rebola pra gente.

Com dificuldade, ele mexia a cintura e ia abrigando nós dois, devagarzinho. A pressão era tão imensa que parecia que o cordãozinho da rabiola arrebentaria a qualquer momento, então só meu parceiro se mexeu, eu fiquei parado.

- Hmmmmmmm! Que delícia de cuzinho, né Betão?

- Tu sabe escolher bem um lolito, ein!

- Quem falou que eu sou dele?

- Ué, e não é não? Tu é de quem, então?

Deu dois tapas na cara dele, mas ainda assim o viado era petulante. Talvez tivesse aprendendo muito com o Júnior, que por sua vez quicava de cima a baixo em seu macho.

- Eu sou de quem eu quiser.

- E por que tu tá quicando no meu caralho então, sua viadinho?

Julhão perguntava e socava ainda mais fundo no cuzão largo dele, junto comigo. Não acreditei quando o gozo ameaçou vir, mas a verdade era que não tinha resistência à dupla penetrações. Podia ser bem dotado, mas o cacete dividia um espaço que já parecia inexpandível com uma outra vara menor, mas não menos grossa e bojuda. O atrito era muito acirrado, mesmo com toda a baba e cuspe. Nenhum cu na minha vida pareceu com aquele, de tão lotado que estava. Não tinha jeito, o orgasmo ia bater como um tsunami.

- Só tô matando saudades!

- Tá nada, tu é uma piranha!! Gosta de tomar leite e veio socar duas pica no cu!!

Largou a cintura pra cima e deu a última estocada sem avisar, engrossando e explodindo e leitada dentro dele. A sensação de quentura e o deslizar proporcionado por sua porra me permitiram mexer um pouco, mas nem precisou muito. Era muito raro participar de duplas, por conta do tamanho da ferramenta, ainda mais em cuzinho. Aí era especial.

- SSSSSSSSS!

Ele mal tinha acabado de gozar e eu comecei. Aí não teve mais espaço, foi tanto leite se misturando com piru dentro de um mesmo rabo de viado, que tudo começou a vazar. Piscando intenso, a rabeta expulsou os dois caralhos à força e ficou piscando de nervosa, arreganhada, ardente.

- Caralho, seus coroas safados! Olha o que vocês fizeram!

- Eu disse que tu só tinha um cu, viado. Quem mandou ficar brincando?

Suados de pós sexo e com cheiro de putaria no corpo, voltamos à festa separadamente pra não dar na telha. Por mais que tivesse fodido, tava louco pelo Júnior, mas não tivemos mais oportunidades nesse dia.

A vez em que consegui saciar meu desejo aconteceu quando o lolito matou aula e nós tivemos que ir e voltar pro sítio no mesmo dia, pra não dar na telha, apenas por algumas horas. Eu o busquei próximo do colégio e o levei de volta, isso me deixou ainda mais faminto. Afinal de contas, o viado tava matando aula pra dar o cuzinho pra mim, tudo escondido do Carlão, além de fazer tudo isso com aquele uniforme vermelho. A parte de baixo realçando as curvas deliciosas e a blusinha curta, que ele fazia questão de enrolar só pra poder mostrar o piercing no umbiguinho. Confesso que cheguei no sítio doido pra comer ele junto com o Pedrinho, que nem quase rolou no dia da festa, mas pra minha completa surpesa, o viado não tava lá.

- Ué, como pode? Pra onde ele foi?

O Júnior riu como se soubesse, mas eu duvidava muito.

- Tá rindo do que, moleque? Tá me confundindo com teu pai?

Dei-lhe um tabefe na coxa e escorreguei pra bunda, mas ele não fez nada, pela primeira vez. Deu um sorriso e continuou me olhando, então entrei a mão pela bermudinha cintura alta e alcancei o anelzinho que tanto desejava, desde a primeira vez que o vi pela tela do celular do meu amigo. O pau despertou violento e, pra completar, o dedo ainda recebeu uma piscadela tímida, mas bem safada.

- Sssssss! Delícia de cuzinho, nem parece que quica em vara, ein?

- Tu acha, coroa?

- Eu acho.

- Mas eu quico. Eu sento e ainda rebolo. Eu faço um mexido com esses seus ovos, se deixar.

- Será que faz?

- Melhor do que a tua mulher, pode apostar.

- Tu faz isso com teu pai também, né? Vocês viados não têm limites! - brinquei.

- Vou te mostrar o que eu faço com meu pai, "tio Beto".

Numa só mão, o safado tirou meu braço e me empurrou na poltrona da sala. Eu tinha quarenta e tanto e pela primeira vez passava na mão de um passivo como aquele. Seria uma experiência única, sem dúvidas.

- Me chupa, vai!

Mas não rolou. O filho da puta cuspiu na minha rola, massageou ela com a mão e foi sentando, praticamente num seco, se não fosse pela pouca baba. A passagem pelo anel foi descomplicada, mas a trancada que o cuzinho deu depois que entrei foi extrema. Tão apertadinho quanto o Pedro, mas com um rabo que não era tão preso, no quesito elasticidade do anel. Foi tão rápido e mágico que fiquei encaralhado, chega arrepiei.

- SSSSSSSSSS! QUE FILHO DA PUTINHA, VOCÊ!!

- É isso que eu faço com meu pai, tio Beto!!

Eu sequer parecia bem dotado, tomando tamanha surra de cu. O talo do caralho sumia no cuzão preto do Júnior, que gemia baixinho no meu ouvido, conforme sentava e levantava do meu colo, me segurando pelos braços. Meu corpo arrepiou todo antes de começar a suar de nervoso e de despreparo pra penetração repentina que se seguiu. Talvez só agora a ereção realmente acontecesse, de tão espontâneo. Tentava me soltar, mas ele não dava chance, eu era o dominado na situação.

- Piranho do caralho! Me solta pra tu ver se eu não rasgo esse cu de vez!!

- Tu não sabe como eu gosto, "tio Beto". Não faz nem cócegas.

- O QUE!?

Era muito abuso. Mas antes de eu poder falar, o cuzão saiu do meu cacete, que caiu duro pro lado, e veio direto na minha cara, enchendo na minha boca. O anel abriu todinho na palma da minha língua, ainda com o gosto do meu próprio pau, quentinho e molhado, eu tava no paraíso. Arrastou de cima a baixo e ela entrou toda.

- SSSSSSSS!!

O puto rebolou na minha cara por um tempo e só aí soltou meus braços. Com o controle, fui MORTO DE FOME com tudo naquele cu, sem perdão. Taquei dois dedos de uma vez, com língua, baba, boca e tudo. Dedei tão lá no fundo que quase entrei com a mão inteira, de tão encaralhado que tava. Enquanto isso, a piroca não parava de pulsar, pedindo arrego e uma rabiola pra se agasalhar, a ponto do saco doer. Mas foi só começar a me animar que o piranho desceu, num pulinho só, caindo certeiro na vara e descendo todo. A quicada nos ovos foi tão forte que dei um pulo de tesão, me arrepiando dos pés à cabeça.

- SSSSS! Caralho, Paulinho!

E aí ele pirou.

- Do que tu me chamou?

- É assim que ele te chama, Paulinho?

Tomei outro tapa na cara e a quicada agora foi maior, dando outra mexida gostosa nos culhões.

- Hmmmmmmm!! Safado do caralho!!

Era uma sentada e uma rebolada, sempre no ritmo. Meu pau não parava de engrossar, eu não ia durar muito tempo de tão latejante tava.

- Juninho, eu..!

- Shhhhhh!

Ele se agarrou no meu corpo e sentou tão firme que fiquei com a impressão de que até os sacos entraram. O orgasmo veio leve, mas jatado e imponente.

- Arhhhhhhh! Mmmmmm..

Outra rebolada extensa, acompanhando o gozo, e a remexida no final. Muita porra sendo passada dos meus ovos até seu interior.

- Falei que nem faria cócegas, "tio Beto"?

Mesmo não sendo o ativo dominador que costumava, estava exausto pelas investidas do corpo negro daquele moleque. Não quis falar, só relaxar. Tentei tapar sua boca com a mão e foi aí que percebi a maior ironia de todas.

- O que foi?

Ele percebeu minha cara de susto.

- Meu anel de casamento! Não acredito nisso!

- Perdeu? E agora?

Só podia estar em um lugar. Pela segunda vez na vida, perdi o mesmo objeto da mesma maneira e na mesma situação, só que em outra pessoa.

- Deixa eu procurar aqui?

Agarrei sua bunda e ele riu.

- Tu tá esclerosado mesmo, né?

- É sério. Tu vai ver!

Abri o cuzão cheio de leite e o cutuquei, mas nada.

- Para de graça, coroa. Tu não aguenta outra.

Me senti subestimado e não ia prestar. Mesmo meia bomba, botei a cabeça do pau na porta e empurrei, ainda meio cansado. Só o contato já fez o saco tremer, se preparando pra outra galada em sequência. Enterrei e deixei que tomasse vida, sentindo um objeto metálico lá na ponta da cabeça, frio em meio à sensação calorosa do leite e do apertado que o cuzinho proporcionava. Em questão de minutos, estava ereto outra vez, bem como na época de adolescente, pronto pra outra.

- Só pode ser brincadeira!

- Tu não falou que aguentava? Então vamo testar a elasticidade desse cu!

Travei suas mãos e usei o peso do corpo pra imobilizá-lo. Já tava dentro, era só empurrar. Com a cintura, fui dando início ao tira-bota, mas já em ritmo acelerado. Homem mais velho depois que goza a primeira vez com vontade, tem que meter firme pra gozar bastante na segunda, e a velocidade ajuda nisso, o orgasmo não parece tanto um desafio.

- SSSS! Que coroa disposto, esse!

Mas eu nem respondia, só metia. A porra da primeira gozada já tava empapada, mas era o lubrificante ideal praquela putaria. Chegava a fazer barulho, de tão arregaçado que tava. Foi aí que parei de segurá-lo e me agarrei somente ao seu lombo, buscando a sustentação que me faltava pra engatar na última marcha e abrir a maior meteção que já havia feito. O coração chegava a bater forte de tão aflito, parecia que eu ia morrer se não gozasse de novo.

-Hmmmmmmmmm!

Eu brincava no quadril do ninfeto como se não fosse nada, só indo e vindo. À cada investida, uma apertada sedenta da rabiola preta. Pela última vez, a jeba engrossou feroz e puxou lá de dentro o que restou da última esporrada.

- SSSSSSSSSS! Caralho de cuzinho guloso da porra!!

A rabetinha apertou e afrouxou na vara, já folgada pelo segundo uso em pouco tempo, sorvendo o resquício final de leite de macho que sobrara.

- É assim que teu pai te come, moleque?

- Meu pai fode gostoso, não precisa de duas dessa!

Comecei a rir e ele também. O cu afrouxou de vez e a porra escorreu, junto com meu pau. Pra nossa surpresa, ainda caiu o meu anel de casado.

- Ah lá! Num falei? Sabia!

- Como pode?

Longa história. E pra mim não era novidade. Aconteceu uma vez com o filho da vizinha, agora não mudou muita coisa. Eu só perdi minha aliança no cu do filho do amigo, nada demais.

Além dessa vez, um pouco antes, ainda soube por alto que rolou uma putaria no hotel, da qual não participei. Mas nem duvido, já que começamos no sítio e agora havíamos parado até dentro da minha própria casa, durante uma das festas dos meus filhos, que poderiam nos flagrar a qualquer momento. O Clube de Lolitos mal nasceu e já tomava proporções enormes. Sem querer, CRESCEU!

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Comentários

19/08/2017 03:16:30
Muito bom o texto
16/08/2017 19:28:39
Muito shoow adoro.....
16/08/2017 01:14:51
Uaaaaau! Muito bom!
13/08/2017 09:18:58
Eu sempre me surpreendo com a qualidade dos teus contos. As histórias interligadas, a forma como você descreve o ato sexual... Enfim, sou apaixonado por você! Conto maravilhoso!

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