Casa dos Contos Eróticos

Feed

Jogos Eróticos (Pt 2) – Dei o troco no Daniel

Autor: Edu Villella
Categoria: Homossexual
Data: 10/01/2017 17:58:39
Última revisão: 10/01/2017 21:44:32
Nota 10.00
Ler comentários (2) | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

E ae cambada?! Depois de mais de um ano olha eu aqui de novo para a continuação.

Se você não leu ou não lembra da primeira parte, vale a pena uma releitura na primeira parte do conto.

http://www.casadoscontos.com.br/texto/

Passaram-se apenas alguns dias desde que Daniel tinha feito aquela brincadeira idiota comigo, eu ainda não havia esquecido. Eu esperava pacientemente a próxima vez que ele viesse novamente com aquelas gracinhas. Apesar da minha pseudo raiva do Daniel pela brincadeira, eu não estava bravo com ele, nossa amizade continuava a mesma, conversávamos normalmente.

Era uma terça-feira estávamos no intervalo das aulas conversando.

- Vou catar a Letícia hoje, marquei já com ela. - Ele me falava em um tom baixo como se fosse um segredo. Na realidade aquilo era realmente um segredo, pois a Letícia era a irmã mais nova do Henrique e ele morria de ciúmes dela.

- O Henrique sabe? - Eu perguntei na maior inocência do mundo.

- Claro que sabe! Até foi ele que fez a minha fita com ela... Obvio que ele não sabe neh cabação. – Disse ele me dando um tapa na cabeça.

De certa forma aquela era uma informação que eu não desejava ter tido. Primeiro porque me comprometia diretamente com o Henrique e segundo porque ela me instigou em muitos aspectos. Naquela noite, antes de banho deitei na minha cama e comecei a imaginar o Daniel e a Letícia juntos. Não demorou para que eu ficasse todo melado, imaginando ele a beijando e tentando passar dos limites com ela. Ela por sua vez toda recatada e tímida o impediria e no fim da noite ele acabaria socando uma pensando nela.

No dia seguinte no início da aula, estávamos sentados nas ultimas carteiras, como de costume, perto da parede. Como o professor ainda não tinha começado a aula eu não contive minha curiosidade e perguntei ao Daniel como tinha sido na noite anterior.

- Ela beija bem pra caralho e deixou até eu pegar um pouco nos peitinhos dela. – Disse ele com um certo ar de vitória.

- Mas ficou só nisso? - Eu perguntei na esperança que ele me desse maiores detalhes.

- Eu até tentei pegar a mão dela... – Nisso ele segurou a minha mão, me fazendo gelar. - E tentei colocar no meu pau. – Então ele puxou minha mão para entre as suas pernas. Por um milésimo de segundos minha mente me imaginou no lugar da Letícia recebendo os beijos do Daniel e segurando sua rola obedecendo aos seus comandos. Entretanto antes que ele pudesse chegar com a minha mão no seu pau eu despertei e toda a raiva que eu senti dele quando ele fez aquela brincadeira deste tipo comigo retornou.

Então em movimento involuntário, levado pela lembrança da última brincadeira que ele fez comigo e pela zuação dele eu puxei minha mão, me livrando do contato com a mão dele e dei um soco entre as pernas dele. Somente quando eu vi o corpo do Daniel se encolher e ouvir o urro que ele soltou e que percebi o que eu havia feito. O Edgar e o Henrique que estavam conversando nas carteiras próximos a nos começaram a rir do Daniel.

- Que porrada! – Falou gargalhando o Edgar.

- Vocês dois aí no fundo, querem dar uma voltinha lá na coordenação? - Falou o professor em tom autoritário.

Depois do soco o Daniel ficou puto comigo, passou o resto do dia sem olhar na mina cara, mas no dia seguinte já estávamos conversando e brincando numa boa novamente.

Passaram-se algumas semanas e o Daniel continuava o mesmo de sempre, com suas brincadeiras de cunho sexual com várias pessoas na sala, menos comigo. Desde o soco que eu lhe dei, ele nunca mais havia feito ou tentado nenhuma daquelas brincadeiras comigo. Durante essas semanas o Daniel continuou se encontrando com a Letícia.

Um dia estávamos na aula de matemática, o Daniel estava atacado, enchendo o saco de todo mundo o tempo todo. Era uma aula sobre inequações e no final da aula ninguém havia entendido nada, então fomos até a mesa da professora tirar algumas dúvidas, lembro que juntamos ao redor da mesa, o Edgar, o Henrique, o Victor, o Daniel, eu e mais algumas meninas.

Como eu estava terminando de copiar o exemplo que estava no quadro acabei indo até a mesa por último. Cheguei perto entre o Daniel e o Edgar para tentar ver e ouvir o que a professora explicava. Quando encostei no Daniel ele percebeu minha presença e falou em tom de brincadeira baixinho:

- Sai! Chegou tarde, tem lugar não! – Disse isso e virou as costas para meu lado, impedindo minha visão. Tentei levantar um pouco os pés para olhar de cima, pois ele era da minha altura. Logo que percebeu o Daniel moveu seu corpo para trás, praticamente debruçando sobre a mesa e empurrando meu corpo mais para trás com a bunda. Sai dali e fui para o outro lado, entre ele e o Henrique, mais uma vez ele virou o corpo, virando a bunda para o meu lado me impedindo e chegar perto da mesa. Tentei me aproximar mais uma vez chegando meu corpo para frente e pressionando o dele.

- Você é viado por acaso pra ficar encoxando os outros? – Disse ele em tom baixo. Eu já estava perdendo a paciência então voltei para o lado do Edgar e mais uma vez ele virou o corpo debruçado sobre a mesa, empurrando a bunda para o meu lado e impedindo que eu chegasse perto da mesa.

- Olha o viadão! Boiola! - Disse ele para o Edgar, olhando para trás e com um sorriso entre o rosto. Não pensei duas vezes, meti a mão na bunda, pressionando o dedo em busca do cuzinho dele e fiquei acariciando aquela bunda durinha. Meu pau endureceu na hora. O Daniel deu um pulo, olhou pra trás assustado e chegou com o corpo para frente, abrindo espaço para que eu pudesse chegar perto da mesa. Me aproximei da mesa, ficando com a cabeça entre o Edgar e o Daniel, porem com o corpo atrás deles que estavam encostados na mesa, ao me aproximar ele virou o rosto para mim e falou em um tom extremamente agressivo.

- Boila, gay, bicha, viadão! Você é viado! - Dei um sorriso de canto de boca para ele encostei novamente minha mão na bunda dele apertando com força e falei em tom mais alto para a professora escutar.

- Fica quieto e presta atenção na explicação. – Nesse momento a professora nos olhou com cara feia, pois estávamos atrapalhando a explicação. O Daniel sem muita alternativa teve que ficar quieto e eu permaneci ali, apertando a bunda dele, procurando o cu dele com o meu dedo, porem como ele estava de calça jeans, o tecido grosso dificultava. O Daniel apensar de incomodado tinha que permanecer quieto, para não levar uma bronca da professora. Fiquei ali, passando a mão na bunda dura dele, tentando procurar com o dedo onde estaria o cuzinho dele.

Sentindo que talvez eu nunca mais tivesse uma chance como aquela, resolvi aproveitar, larguei a bunda dele, inclinei meu corpo para o lado de modo que minha cintura encaixa-se na bunda do Daniel e cheguei para frente, dessa vez realmente encoxando ele.

A reação dele foi instantânea, ele chegou o corpo para frente empurrando a mesa da professora e falando: - Sai viado! Disse ele apoiando as duas mãos na mesa da professora movendo o corpo para trás se afastando um pouco da mesa. A professora parou a explicação e nos olhou, dando a entender que iria interromper a explicação e iria embora. Ficamos os dois estáticos até ela voltasse a explicar e todos os outros voltassem sua atenção a ela. Assim que isto aconteceu, voltei a encoxar ele, mais dessa vez segurei ele pelo quadril e pressionei meu pau novamente conta a bunda dele. Vendo que ele não teve nenhuma reação e que o Vitor havia feito uma pergunta que faria a professora perder mais algum tempo com a explicação comecei a sarrar ele com vontade, com movimentos para baixo e para cima, pressionando meu pau no rego dele.

Eu estava fora de controle, pois qualquer um ao nosso lado, até mesmo a professora poderia perceber e eu estaria ferrado, mas o tesão e o sentimento de vingança não me deixava importar com as possíveis consequências. Dentro da minha cueca meu pau estava completamente melado, e eu pressionava ele contra a bunda do Daniel. Eu precisava de alguma forma aproveitar um pouco mais aquele momento. Na hora que ele empurrou a mesa da professora, criou-se um vão entre a barriga dele a sua camisa. Como ele apoio as mãos sobre a mesa e afastou o seu corpo, sua camisa foi para frente, então eu enfiei minha mão por dentro da camisa dele, passando a mão na barriga dele, acariciando-a.

Eu estava acariciando a barriga do Daniel e sarrando a bunda dele com meu pau duro feito ferro, quando comecei a puxar levemente o corpo dele para trás. Foi quando a professora terminou a explicação e eu o larguei e me afastei dele. Quando a professora saiu da sala, o Daniel permaneceu calado e parado na mesa. Eu olhei para ele, mas ele não me olhou, nem mudou sua posição, parecia estar concentrado em algo no seu caderno que estava sobre a mesa da professora. Fui até o Henrique e pedi para ele me explicar depois pois não tinha entendido a matéria.

- Vocês avacalharam a explicação e agora quer que eu te explique, foda neh?! – Disse o Henrique me repreendendo.

- Foi o Daniel, que fica com as brincadeiras de viadagem dele, eu só queria ver o que ela tava explicando. – Eu falei justificando e colocando a culpa no Daniel.

- O cara não sabe a hora de brincar! – Disse o Edgar sério e emendou em tom de brincadeira: - Ficou esfregando a bunda no Edu. - Nessa hora o Daniel virou-se para nos com um olhar de fúria e disse aos gritos:

- Fiquei esfregando o caralho! Vocês são tudo uns viados, vai tomar no cu!. –. Então virou-se para mim e disse: - Vai ter troca Edu! – Ele falou apontando o dedo para mim e saiu da sala, indo em direção ao pátio.

Durante o restante do intervalo fiquei conversando com o Edgar e o Henrique e não vi o Daniel.

Comentários

11/01/2017 15:22:22
EXCELENTE. MAS FICO PENSANDO NO TROCO QUE O DANIEL VAI QUERER DAR EM VC.
11/01/2017 00:41:43
conta mais

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.