O ESCRITÓRIO

Um conto erótico de DIRETOR
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2765 palavras
Data: 09/02/2012 09:16:26
Assuntos: Sadomasoquismo, Sexo

Após ficar seis meses desempregado finalmente eu tinha arrumado um emprego como gerente de vendas de uma importante empresa de cereais. No primeiro dia de serviço conheci Linda, uma dos três outros gerentes da empresa. Muito simpática convidou-me para um happy hour após o expediente.

Fomos para um barzinho simpático e após alguns muitos drinques falamos de nossas vidas. Foi aí que cometi meu maior erro. Disse que já estava ficando desesperado por estar desempregado e que faria qualquer coisa para conservar este emprego.

-Qualquer coisa mesmo? Perguntou-me sorrindo

-Até beijar a bunda do Diretor respondi .

A equipe de Linda sempre fora a campeã de vendas, e ela a queridinha da Diretoria. Mas em dois meses minha equipe venceu em todos os quesitos causando um impacto na Diretoria e fazendo com que a amizade de Linda se transformasse em rancor. Era freqüente discussão entre nós dois nas reuniões de venda, sempre com ela criticando minhas idéias e ações e eu derrotando-a com meus argumentos e resultados.

Quando abriu uma vaga na Diretoria eu sabia que não seria escolhido por ter pouco tempo de firma. Mas não esperava que Linda fosse escolhida como nova Diretora de vendas. Nos primeiros dias de sua gestão suas ordens foram tão desencontradas que resolvi ignora-las. Em uma reunião mostrei o absurdo de uma de suas decisões que afetaria minha equipe de vendas. Linda de certo modo foi humilhada perante todo o pessoal de vendas. Foi a gota d´água.

Quando cheguei ao escritório naquela manhã de segunda-feira recebi um aviso que deveria ir falar com a Diretora antes de qualquer coisa. Dirigi-me a sua sala preparando-me para outra irritante discussão. Havia comprado um carro novo e me mudado de apartamento para um melhor e apenas isso me alegrava naqueles tempos de competição.

Neusa, a secretária disse-me que ela estava me esperando e que eu podia entrar.

-Com licença, pedi.

-Entre Leopoldo. Deixou-me em pé sem me convidar para sentar.

-O que eu tenho para lhe dizer é curto e não vai demorar. Você está despedido. A partir de amanhã não precisa vir mais.

O que? Respondi atônito

Em uma fração de tempo passou-me pela cabeça as dívidas assumidas com o novo carro, o apartamento novo e sua decoração, e a dispensa registrada em minha carteira de trabalho após menos de três meses de firma. Entrei em parafuso

-Espere um pouco Linda, comecei a balbuciar.

-Dona Linda, corrigiu-me.

-Dona Linda, sei que tivemos divergências, mas não posso perder este emprego. Prometo aceitar daqui por diante todas as suas ordens e...

_Você não acatou minhas ordens, não me respeitou, e não o quero mais. Bom dia, e começou a mexer em papeis de sua mesa.

Entrei em pânico. Faria qualquer coisa para manter-me no emprego. qualquer coisa...

Chorando ajoelhei-me a seus pés

-Não posso perder este emprego Lin, Dona Linda.Lhe obedecerei em tudo, mas me dê mais uma chance.

Linda olhou-me confiante e com superioridade. Era uma mulher jovem. 28 anos, morena de cabelos longos, vestindo-se sempre com classe, uma mulher vitoriosa.

-Você quer uma oportunidade?Como vou saber que você não mais me criará problemas e me obedecerá?

-Obedecerei suas ordens totalmente, como um cão, comecei a falar

-Não, como um cão não. Como um escravo eu poderei talvez reconsiderar minha decisão.

-Aceito , falei sem refletir, como um escravo.

-Não aceite sem saber o que lhe espera. Sou vingativa, exigente, e tenho todos os motivos para tornar sua vida um inferno.

-Aceito, aceito qualquer castigo .

-Vamos ver. Beije meus pés. E fique embaixo de minha mesa lambendo-os até eu mandar parar.

Obedeci sem mesmo raciocinar.Era uma mesa ampla fechada na frente. Ninguém que entrasse poderia me ver lá embaixo naquela humilhante posição. Enquanto lambia não pude deixar de admirar como eram lindos os seus pés. Linda calçava sapatos de salto bem alto e que deixavam grande parte deles a mostra. Olhou-me embaixo da mesa

- Você vai ficar ai em baixo lambendo meus pés a manhã toda, por isso faça direito. Ponha a língua para fora.

Mais um tempo

-Tire meus sapatos e chupe cada um de meus dedos

E depois

- Deite-se e lamba a sola de meus pés.

Enquanto isso ela falava ao telefone dando ordens, rindo com os amigos sobre generalidades, e recebendo funcionários em sua sala. Eu gelava cada vez que isso acontecia. Era perto de meio dia quando ela ordenou

-Saia daí de baixo. Abaixe as calças e ajoelhe-se naquela cadeira perto da parede. Mãos levantadas apoiando na parede. Assim.

Linda veio até mim e abaixou minha cueca. Foi até um armário e tirou uma vara de mais ou menos um metro . Agitou-a no ar fazendo um ruído amedrontador

-ziiiip

O telefone tocou e ela foi atender. Conversou tranquilamente sobre amenidades com alguém enquanto eu permaneci de joelhos, mãos na parede, nádegas expostas , humilhado por aquela moça linda e cruel. Quase meia hora depois Linda desligou o telefone e veio em minha direção.

- Vamos começar seu castigo por ter me desobedecido. Creio que trinta varadas será suficiente pela manhã. A noite recomeçaremos.

E o espancamento começou. Depois de dez batidas ela veio e apalpou minha bunda examinando seu trabalho.

-Por favor Dona Linda, não me bata mais. Supliquei

-Isso, implore, chore, aprenda a reconhecer quem manda. E continuou.

Enfim o tormento terminou. Linda veio até mim e tirou meus sapatos e meias. Sem falar nada colocou uma tampinha de cerveja em cada um dos meus calcanhares e prendeu com fita adesiva. Fez um desenho na fita, par que ela não pudesse ser retirada e substituída sem que soubesse.

--Pronto,agora pode calçar seus sapatos. E cuidado ao andar para não enterrar as tampinhas no seu pé. É só andar na ponta de seus pés. Agora é só vestir-se, beijar meus pés e ir trabalhar. Reunião aqui em meu gabinete as 18 horas. Só nós dois.

Sem dizer nada vesti-me, beijei-lhe os pés ,e saí andando o melhor que pude, com a bunda ardendo e dolorida e meu ego estraçalhado.

Trabalhei normalmente tentando não andar muito e sentindo minhas nádegas doloridas. Para o pessoal de minha equipe disse que ela quis revisar nosso plano de trabalho e que eu iria seguir suas ordens de hoje em diante e não mais brigar. Aceitaram minha explicação sem problemas.

Andar na ponta dos pés para que as tampinhas não enterrassem nos calcanhares era um suplicio inacreditável. Qualquer descuido vinha uma dor lancinante e cada vez maior devido a carne ferida.

Pensei se tudo aquilo valia a pena. Imaginei que outras torturas e humilhações ainda teria de passar. Mas percebi que não tinha outra saída. Minhas dívidas me faziam refém de Linda. E para surpresa minha percebi que tinha me excitado ao lamber aqueles lindos pés, tinha ficado de pau duro ajoelhado naquela cadeira vendo Linda curtir a situação. E se ela tivesse percebido meu excitamento? Não, ela teria comentado.

A reunião geral no começo da tarde foi um tormento para mim.Linda apresentou seu plano de vendas em um quadro branco onde alguns gráficos já estavam pintados. Ela chamou-me a frente e deu-me uma bandeja com pinceis coloridos.

-Segure a bandeja e dê-me os pinceis a medida que eu precisar.

Corei de vergonha. E não conhecia o seu planejamento. Como adivinhar qual cor e em que momento ela iria alterar o gráfico e precisar daquele determinado pincel?

Linda aproveitou toda a falha para me admoestar. Ao terminar a palestra virou-se e foi conversar com outros diretores sem mesmo me olhar.

-Junte os pinceis e quarde a mala no almoxarifado, falou com as costas voltadas para mim..

E lá fiquei eu recolhendo os pinceis que ela fizera questão de espalhar, enquanto os presentes comentavam a reunião.

As 18 horas em ponto apresentei-me ao seu escritório. Ela mandou-me entrar,ir ao seu banheiro privativo, tirar toda a minha roupa, ajoelhar-me e esperar. Passaram hora e meia até que ela abriu a porta do banheiro. Estava seria e eu tremi de preocupação.

Trouxe-me até a sua sala puxando-me pelos cabelos. Olhou-me nu, apalpou-me e friccionou meus mamilos por um bom tempo.Quando eles estavam bem salientes colocou-me dois prendedores.

-Você vai usar estes prendedores em seus mamilos todos os dias na primeira meia hora de cada hora do dia. Descançará na outra meia hora. Farei incertas para ver se você está usando os prendedores entre 9 e 9emeia, dez e dez e meia, e assim por diante. E é melhor que você esteja usando. A partir de amanhã vou ensiná-lo a ficar nas posições que eu o quero, ensina-lo a me satisfazer, e estar sempre pronto para eu usa-lo da maneira que eu quiser. Agora posição na cadeira. Vamos continuar seu castigo. Vou usar outros instrumentos .

Raquetes tipo de ping-pong, palmatórias, chicote, foram usados nas minhas nádegas e nos meus pés feridos. Enfim meu tormento chegou ao fim.

-Lave-se em casa. Vista-se e só retire os grampos em casa. Amanhã continuaremos. 9horas em ponto. E saiu enquanto sua secretária veio acompanhar eu cumprir suas ordens

Em casa, debaixo do chuveiro, todo o corpo doendo e ardendo, eu só me lembrava de seus pés, de suas mãos apalpando minhas nádegas doloridas, de seu perfume, da proximidade de seu corpo, de seus sussurros ameaçadores em meus ouvidos. E desejava que chegasse logo o dia seguinte. Mas logo depois vinha um momento de lucidez e percebia que estava em suas mãos e sua sede de vingança parecia não ter limites. Tinha de achar uma saída.

Nos dias que se seguiram apenas fui chamado para lamber seus pés e fazer massagens. Alguns poucos castigos e naturalmente os grampos nos mamilos a cada meia hora.

Certo dia, em que notei que Lucia estava inquieta, um pouco irritada, ela mandou que eu subisse ao seu escritório um pouco antes das seis.

- Escravo, hoje vamos para minha casa. Vou ensinar-lhe as posições que quero que você assuma a cada ordem minha. Espere-me no meu carro e avise que seu carro vai ficar na garagem da firma.

Lucia morava em um apartamento na área nobre de S. Paulo. Era amplo, com uma sala de mais de 80 metros, duas suítes, um escritório de dar inveja, sala de almoço e cozinha planejada.

Ficamos na sala. Linda serviu-se de uma dose de whisky e para surpresa minha serviu-me uma dose caprichada. Sentamos, ela no sofá e eu a seus pés, no tapete. Bebemos em silêncio saboreando aquele divino Royal Salute de 21 anos de envelhecimento. Não pude deixar de pensar que eu, um escravo estava bebendo um whisky de mais de trezentos reais a garrafa. Linda serviu-se de outra generosa dose e ordenou-me

-Tire toda a sua roupa. Deite-se de bruços e fique inerte.

Subiu nas minhas costas, colocou um pé no meu rosto, andou até as nádegas.

-Esta é sua posição de tapete. Sempre que eu disser tapete você ficará nesta posição sem se mexer. Desceu de minhas costas

-Vire-se de costas e dobre os joelhos

Sentou-se em minha barriga apoiando-se nas minhas coxas e colocando seus pés no meu rosto. Pegou uma revista ao lado

- Esta é a posição de cadeira. Quando eu quiser ler um livro vou sentar-me nesta cadeira. Fique de quatro. Procure manter nuca, costas e nádegas em linha reta porque agora você é minha mesa. Abaixe sua cabeça até o chão. Isso, deixe exposto sua bundinha. Esta é a posição de castigo e também de oferenda. A oferta de sua bundinha para mim. Agora vamos treinar

E passamos várias horas , ela gritando e eu obedecendo

_Mesa,tapete,oferenda, cadeira, mesa, castigo...

Dias depois tive de voltar a sua casa

- Vou oferecer uma noite de comida japonesa a uma amiga e não quero falhas. Você irá nos servir canapés de entrada e drinques. Depois você será nossa mesa enquanto comemos sushis e sashimis. Finalmente você virá ficar a meus pés para que ela conheça todo o meu poder. Vamos começar: mesa!

-Castigo! Você não consegue ficar dez minutos sem se mexer! Vou castigá-lo e depois vamos começar nosso treinamento de inércia.

Fiquei na posição e esperei pelas trinta pancadas com a conhecida vara. Doeram.

-Deite-se de costas, mãos ao lado do corpo.

Linda pegou um copo de vinho e colocou-o sobre meu peito. Encheu até quase a borda com vinho tinto.

-Você vai ficar nesta posição por uma hora. Se derrubar uma gota sequer vai levar dez chibatadas e começar do zero de novo.

O tormento foi terrível mas depois de tanto apanhar consegui ficar imóvel. O treinamento continuou por toda a semana. Finalmente fiquei pronto na véspera da tal reunião. Seria capaz de ficar imóvel por mais de uma hora, não só por medo de novos castigos mas também, surpreendi-me , para não desapontar minha Dona.

Tudo ensaiado, corpo treinado, chegou finalmente o grande dia da reunião. Cheguei como me fora ordenado às 18 horas. Dona Lucia mandou-me tirar a roupa e colocar uma roupinha preta , blusa e saiote, e um avental branco. Cada vez que eu me inclinava aparecia minhas nádegas e na frente seria facilmente visto o volume de meu membro caso ele ficasse duro.

A campainha tocou e fui atender a porta, envergonhado. A convidada era uma linda mulher de uns quarenta anos nissei com certeza. Olhou-me com um sorriso simpático e entrou no apartamento sem denotar qualquer surpresa .Lucia veio alegremente cumprimenta-la. Conversaram como se eu não existisse. Sentaram no sofá e com um olhar Lucia indicou-me seus pés. Ajoelhei-me e fiquei massageando-os enquanto permanecia ignorado.

- Sirva-nos um whisky Nerd ( e entendi que meu nome seria nerd de agora em diante).

_Duas pedras para mim, falou nossa convidada Mitsuko.

Servi as doses e Mitsuko levantou meu saiote para examinar meu membro. Sorriu e fez um sinal de aprovação a sua anfitriã. Pouco depois ouvi a voz de Dona Lucia falar Mesa. Fiquei na posição imediatamente.

-Sabe Mitsuko, nosso criado terá de nos servir de mesa e não poderá nos atender. Mas será uma noite diferente creio.

Dona Lucia levantou-se e começou a colocar os pratos de sushis, sashimis, e temperos nas minhas costas. Bebendo sake gelado e saboreando a deliciosa comida oriental fingiam me ignorar apesar dos vários toques de Mitsuko em meu pênis. Após mais de uma hora naquela posição tudo em meu corpo doía.

Finalmente levantaram do sofá e eu com muita habilidade tirei sem derramar os pratos de minhas costas e fui preparar mais doses de whisky. Despediram-se alegremente, Mitsuko me ignorando mas eu ainda sentindo os apertões de suas mãos em meu pênis.

Dona Lucia, alegremente embriagada tirou suas roupas e nuzinha jogou-se na poltrona.

- Venha beijar meus pés escravo. Dê trabalho a sua língua.

Excitado como estava lambi seus pés com paixão.

-Venha subindo escravo

Toquei em seus joelhos, continuei subindo, cheguei até seu umbigo.

-Desça, me chupe.

Dei o melhor de mim. Chupei, lambi, mordi, com entrega total. Só esperava satisfaze-la.

Lucia tremeu, gemeu, apertou com suas coxas minha cabeça e depois me empurrou. Ficamos assim por uns quinze minutos.Levantou-se , mandou que eu ficasse de pé e agarrando-me pelo pinto me levou a seu quarto.

-Deite-se de bruços. Estenda suas mãos

Amarrou-as e prendeu-as nos ferros da guarda da cama. Foi até o armário e retirou uma cinta com um pênis preso a ela. Veio até onde eu podia vê-la e colocou a cinta saboreando meu medo.

_Sabe o que é isso? Sabe o que eu vou fazer com você agora? Vou comê-lo minha putinha.

Passou um líquido em minha bunda, ajeitou a ponta do membro em meu anus e começou meu estupro. Eu gemia e implorava mas sem se importar ela deitou-se totalmente sobre o meu corpo e comeu-me. A dor lancinante começou a passar e ficou só o desconforto e o prazer de estar sendo possuído por Linda.

Depois de certo tempo ela retirou seu membro de meu anus, levantou-se e tirou a cinta

-Vire-se. Agora vou comê-lo pela frente...e se você gozar sem eu mandar eu acabo com você.

Não podia acreditar! Fazer sexo com minha Dona .Mas como prender o gozo.

-Olhe, veja como engulo o seu pinto. Quero que você veja. Não se mexa. Aqui eu comando. Não goze já falei.

Mas quando ela chupou e mordeu meus mamilos não agüentei. Gozei, gozei sem um pio procurando fazer com que ela não notasse. Felizmente meu tesão era tão grande que continuei sem esmorecer

_Goze, goze agora junto comigo, e procurou minha boca . Nos beijamos louca, maravilhosa, e apaixonadamente .Ficamos parados, corpos unidos, bocas se degladiando com suas línguas. Finalmente eu falei

-Eu te amo. Eu te amo, eu te amo, eu te amo minha Dona, minha algoz, minha proprietária, minha Deusa.

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Comentários

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Nyaaa otimo conto nota 10 que sonho merecia continuação*-*

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