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Sodomia brutal

Autor: Bianca Nera
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 20/12/2010 01:04:47
Nota 9.80
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Quando sugeriu que eu passasse a divulgar e compartilhar minha história meu terapeuta experimentava mais um recurso para reabilitar minha alma e meu coração. Comentando essa idéia com uma amiga muito próxima recebi a sugestão de enviar o relato da minha insólita experiência para a Casa dos Contos Eróticos. É disso que vou me ocupar nas próximas horas. Almejo fortemente que isso me ajude a reencontrar o desejo de interagir com o mundo novamente.

Aos 29 anos já ganhava bem como publicitária e boa parte do meu salário era investido em roupas e tratamentos estéticos para aprimorar ainda mais os dotes físicos que meus queridos pais, do leste europeu, me presentearam. A pele muito alva e os olhos de um azul intenso contrastam com meus cabelos negros e curtos; mais de um metro e setenta de altura, um corpo muito bem moldado pela prática constante de natação não permitem que eu passe desapercebida onde q quer que esteja. Não me esfalfo em monótonos exercícios em academia, porém meus glúteos são firmes, em forma de maçã e um pouco proeminentes e minhas coxas longelíneas são bem delineadas. Sentia muito prazer em circular noite adentro exibindo meu corpo, dançando e escolhendo meus parceiros, sempre os mais bonitos, mais simpáticos e mais sexys. Cada noite em um local diferente, sempre sozinha, vez ou outra terminava a madrugada fazendo sexo com o escolhido entre os melhores . No meu apartamento em Moema, bairro classe média alta de São Paulo, costumo inicialmente presentear meu parceiro com minha nudez alva, com meus mamilos róseos adornando meus seios naturais e firmes em forma de iglú e já deitada na cama surpreendo escancarando a entrada da minha vagina de lábios grossos de um vermelho intenso e pêlos negros aparados curtinhos e finalizo expondo meu minúsculo ânus totalmente depilado e quase da cor dos meus mamilos. Tudo isso para ver meu parceiro estarrecido de excitação e, ainda sem meu consentimento para tocar-me, masturbando-se tal e qual um adolescente. No decorrer desse jogo que se inicia permito e gosto que me chupe porém eu jamais coloquei meus lábios em um pênis nem tampouco deixo que beijem minha boca após sugarem minha vulva. Quando finalmente ele implora para me penetrar, coloco-o estirado com as costas voltadas para a cama, encapo o membro teso e túrgido com um preservativo, besunto minha vagina lentamente com gel, bem próximo da face do meu parceiro para que respire meu odor de fêmea excitada e beije meu clitoris saliente. Começo a cavalgá-lo delicadamente, permitindo uma pequena penetração e sacando fora logo em seguida, sem tirar os meus olhos dos olhos suplicantes desse agora meu escravo. Dou as costas para ele e arreganho minhas nádegas expondo meu ânus que intencionalmente abro e fecho repetidamente e quase que esfregando na sua face, faço com que sinta o cheiro dessa parte do meu corpo. Na medida em que ele mais geme, delira, suplica, mais cresce meu desejo de submetê-lo aos meus libidinosos caprichos. Volto a cavalgá-lo de frente, com as duas mãos em seu pescoço exercendo uma leve pressão, enquanto que meus quadris, agora num movimento dócil mas firme , permitem a penetração lenta porém contínua na vulva tumefeita e receptiva pela excitação. Olhando ora para os olhos esbugalhados dele e ora para aquela haste grossa e rija desaparecendo por inteiro no aconchego da minha agora laceada vagina, minha tara se extravasa num gozo silêncioso, intenso e com isso minhas mãos se crispam e minhas unhas marcam o pescoço dele; essa controlada violência me deixa mais excitada e novamente meu orgasmo vem mais forte ainda que o primeiro. Saciada, desejo de sexo e de dominação satisfeitos, dou o basta. O jogo termina aí e para mim isso já é o suficiente para agilizar a dispensa do parceiro ainda entorpecido pelo show em que atuou como ator coadjuvante pela primeira e também pela última vez.

Nunca "fiquei", me envolvi e nem tampouco namorei nenhum desses caras que conheci na noite. Sei muito bem que a intenção deles coincide com a minha e por isso é que eu dou o pontapé inicial e o apito final também. Descarto os bonitões antes de ser descartada por eles. Sei muito bem que não é daí que sairá o homem que vai me possuir, me dominar e me envolver com a magia hipnótica do amor.

Consegui viver sózinha e feliz comigo mesma por muitos anos até o dia em que Enzo, o homem físicamente mais perfeito que eu já conhecera, começou a me cativar com atos gentis e incomuns para um homem jovem, lindo e possuidor dos mais caros e extravagantes bens de consumo: carrões, motos imponentes, mega iate no litoral norte de São Paulo, roupas elegantérrimas de grifes famosas. Tudo nele era must, perfeito, fino.

Me apaixonei fortemente por esse ser especial que conheci em um evento promovido por uma vinícola francesa e direcionado só para convidados VIPs que podem adquirir uma garrafa de vinho ou champanhe pelo preço de uma jóia. Enzo representava a empresa européia aqui na america do sul e graças a ele abandonei as baladas, passei a entender de vinhos e a frequentar festas e degustações, sempre acompanhando meu homem. Por força de sua representação ele viajava muito para a europa e quando estava aqui, ocupava um Flat de alto nível . Quando fazíamos amor ele reservava uma suite nupcial nos melhores hotéis da capital, com direito a champanhe e jantar no quarto. Desde a primeira vez se apercebeu das minhas peculariedades sexuais e mostrou-se muito compreensível com minhas restrições quanto ao sexo oral e anal, mas nem por isso ele abria mão do prazer de acariciar e beijar delicadamente o meu róseo rabinho nas preliminares e até passei a permitir uma suave penetração de sua língua no meu indevassável orifício. Retribuia com beijocas rápidas no seu inigualável pênis - e olha que eu já conheci muitos - sempre evitando colocar a glande na minha boca mas passando suavemente a língua na parte posterior dela onde a sensibilidade é maior. Rapidamente interrompia as lambidinhas e voltava a dar beijinhos no corpo do pênis do meu enlouquecido amado que a essa altura sugava ritmadamente meu lambuzado trazeiro e meu tumefeito clitoris, aumentando com isso meu desejo sexual até o ponto de eu permitir a penetração daquele privilegiado tarugo na grutinha de cor carmim que porejava um orvalho espêsso, de cheiro forte e que eu ainda tinha o capricho de esfregar acintosamente naquele rosto bonito e perfeito só para ver aumentar ainda mais a ansiedade dos seus olhos até tornarem-se suplicantes. Diferentemente do que fazia com os outros, eu me posicionava de quatro e acomodava com delicadeza com uma das mãos a ponta do pênis na entrada da vulva e só permitia uma pequena penetração até sentir o meu orgasmo chegando, quando então tirava a mão restritiva, permitindo que ele entrasse gostoso até sentir seus pêlos pubianos roçando meu ânus . Suas estocadas ficavam espasmódicas e rápidas e eu ajudava rebolando e elevando minha alva bundinha para ouvir um urro abafado, sinalizando que o seu orgasmo havia chegado, junto com o meu. Abandonando a posição passiva, cavalgava meu parceiro e meu segundo orgasmo viria quando minha vagina encharcada de esperma era comprimida contra seus lábios e sua língua enquanto pressionava sua cabeça puxando seus cabelos em minha direção e às vezes meu orgasmo era tão intenso que até gotas de urina o meu amado, com muito prazer, recebia no seu rosto . Apesar de amar demais aquele homem, a minha necessidade de subjugar o parceiro durante o ato sexual era forte mas isso nos aproximava ainda mais fazendo com que ficassemos juntos a maior parte do tempo.

O iate mais parecia um pequeno navio luxuoso com salas de estar, de som, video e TV, cozinha completa, adega com os mais caros e raros vinhos e champanhes, suítes com camas enormes, banheiros com jacuzzi. Tudo mega e chic. Nossa suite, a melhor e maior, foi equipada com um sistema de câmaras que nos filmavam de todos os ângulos e aproximações e as imagens simultaneamente distribuídas em enormes telas de LCD dispostas ao redor da cama circular.

Nossos encontros sexuais tornaram-se sessões de filme pornô de alta qualidade. Minha atuação, sempre com requintes de um disfarçado sadismo foi se aperfeiçoando na medida em que a avaliação on line das reações minhas e dele podiam ser curtidas bem de perto, com direito a zoom e tudo o mais que a tecnologia permite. Enzo era a fantasia que se materializou ainda mais perfeita que o sonho. Além de tudo, sentia que me amava e era fiel. Mas nem por isso consegui sequer sentir o desejo de uma penetração anal e nem sequer fazer nele um sexo oral completo, sem frescuras, sem cara de nojo. Esses tabus deixavam meu pobre Enzo ansioso e às vezes meio alucinado. Me ofereceu, talvez por brincadeira, seu BMW preto, conversível, do ano, para que eu permitisse que seu lindo mas avantajado membro invadisse meu trazeiro. Diante da minha negativa, propôs então que eu escolhesse o presente que quisesse e seria atendida. Esfregando meu rabinho na sua boca afirmei que esse tesouro não tinha preço e que se contentasse em chupá-lo para se satisfazer. Ajudei masturbando-o até o esperma ser espelido com pressão e sua língua abandonar meu ânus. Com a sensação de batalha vencida, virei-me em direção a ele para poder admirar aquele rosto lindo e suado, os olhos cerrados e a respiração ofegante pelo sufoco que meu privilegiado trazeiro sobre seu rosto provocou. Qual o fascínio que esse meu orifício, que a natureza não criou para essa finalidade, despertava no meu homem deixando-o tão sequioso e indefeso a ponto de mamar prolongadamente no meu buraquinho pink? Passei a oferecer meu ânus cada vez menos asseado para ver se desencorajava o Enzo de lambê-lo e chupá-lo com tanta sofreguidão. Até mesmo suada depois de um esporte ou de um dia inteiro sem banho, com uma higiene precária feita fora de casa, tudo era motivo de excitação, e agora para ambos, se entregarem a essa prática bizarra que já me contagiava. Entorpecida talvez pela novidade da situação, minha sensibilidade não se apercebeu da atitude cada vez mais ousada e até um pouco agressiva do Enzo. Eu, antes domadora até dos mais altivos e aparentemente fortes moçoilos estava agora sendo domada como um cãozinho de circo. Em nossos encontros ele aparecia com delicados vibradores, chicotinhos, venda para os olhos e até um par de algemas. Nunca pude imaginar-me algemada, com os olhos vendados e recebendo um vibrador delicadamente introduzido no ânus enquanto um macho maravilhoso estocava minha vagina prolongadamente e sua boca mordiscava suavemente meus mamilos e meus lábios. A situação se invertera e a dominação exercida pelo Enzo era irresistível e sedutoramente me atria cada vez mais. Talvez seja por isso que de imediato aceitei seu convite para passarmos um diferente final de semana em alto mar, longe de tudo e de todos, sem a habitual tripulação de três marinheiros e um "chef de cozinha". Combinamos que eu seria a "grand chef" no fogão e ele cuidaria das tarefas que habitualmente os marinheiros fariam.

Deitada nua sobre o convés acolchoado e debaixo de um céu salpicado de luzinhas estelares , com a champanhe exacerbando meus sentidos e com uma língua hábil acariciando meu clitoris e meus mamilos, percebi como estava adormecido meu lado racional e como estava aguçado meu lado animal. Enzo era um mestre na arte da subjugar a fêmea e eu me sentia extasiada pela felicidade de sentir devassado o lado obscuro dos meus desejos e a parte mais íntima do meu corpo num desejo inédito. Virei-me de bruços, empinei os quadris e afastei as pernas. Ele entendeu a mensagem e deitando-se sobre mim envolveu-me como uma concha. Roçou aquela verga cabeçuda demoradamente no meu salivado ânus até sentí-lo frouxo, receptivo, vencido pelo desejo da penetração. A dor foi intensa, sentia a glande deslizando para dentro do meu cuzinho milímetro por milímetro e instintivamente estiquei o braço para trás e com a mão tentei impedir o avanço. Recebi uma estocada mais forte e meu gemido foi abafado pela sua mão na minha boca. Me retorci toda para desencaixar-me daquele eixo carrasco. Surpreendentemente Enzo saiu de cima e ordenou que fosse para dentro da suite. Lá, com todas as câmeras e telas ligadas, colocou-me gentilmente com as costas na cama , elevou minhas pernas com ambas as mãos e eu pude ver na tela do teto minha opulenta vagina escancarada recebendo a trolha enorme do meu Apolo. O prazer era enorme em sentir e também em poder ver a penetração gostosa que ele fazia até aquela jeba equina desaparecer todinha dentro de mim. Meu medo passara, confiava novamente no sentimento que Enzo demonstrava para comigo. O vem e vai daquela verga já estava frenético quando subitamente ele tirou de dentro e se aproximando do meu rosto soltou um jorro abundante de esperma quente que escorreu por toda minha face, me enchendo de um nojo indisfarçavel. Aquele cheiro nauseante, que parece estar presente até hoje, e a consistência viscosa do esperma me deixaram imóvel sem acreditar que aquilo estava acontecendo comigo. Enzo atirou-me uma toalha e saiu da suite sem nada falar. Porque havia feito algo que eu odiava? Por que desrespeitara meus sentimentos se antes se mostrava tão amoroso e compreensivo comigo? Chorava de tristeza e humilhação e enquanto limpava meu rosto olhei para minha imagem abatida reproduzida nos vários telões e senti vontade de sair correndo dalí. Mas para onde? O stress e o champanhe embalaram meu sono e ainda nua adormeci profundamente. Acordei coma cara enfiada no travesseiro nos pés da cama, barriga para baixo, os braços esticados para a frente, as pernas muito abertas, tudo muito desconfortável. Com um só movimento tentei virar-me e fechar as pernas mas rapidamente percebi que estava imobilizada por algemas nos punhos e cabos náuticos nos tornozelos. Apenas minha cabeça pode erguer-se um pouco e ver num monitor apenas minha cara assustada e ajoelhado atrás do meu lindo corpo indefeso um Enzo nu, com uma expressão sarcástica e um enorme pênis apontando para oteto."Bom dia, minha assustada princesa! Vamos juntos realizar agora os desejos que foram adiados até onde meus instintos suportaram. Assim como vc eu também sinto prazer com a sua dor e sua humilhação, me excito com seus olhos antes tão arrogantes tornarem-se suplicantes e assustados." Passou a beijar minhas nádegas e com os polegares bem próximos ao ânus forçava sua abertura com movimentos circulares fortes. "Por piedade, Enzo, me solte, vamos conversar um pouco, podemos fazer isso tudo numa boa, eu prometo". Sua língua penetrou por entre os polegares, o medo não deixava relaxar meu esfínter e com mais violência Enzo tentava me abrir.

Há poucas horas eu tive o desejo de recebê-lo nesta mesma posição mas neste momento tudo o que eu podia sentir era medo da dor do que estava quase acontecendo e sem meu consentimento. Um travesseiro foi enfiado por baixo para deixar meu traseiro mais empinado e vulnerável. "Meu amor, eu imploro piedade em nome de tudo de bom que sempre rolou entre nós dois. Eu amo você, Enzo, e quero ser sempre sua fêmea completa, obediente, submissa como uma prostituta bem paga". Sentia o desespero me derrubar do pedestal , tentando qualquer coisa pra fugir daquele suplício que me esperava. Com uma das mãos puxou meus cabelos para trás e com a outra direcionou aquela lança para a entrada do meu ânus. "Assista tudo bem de perto e grite alto, chore, implore e faça direitinho seu papel de estuprada ." Sem soltar meus cabelos começou a empurrar a glande para dentro como se fosse o êmbolo de uma seringa. Urrei alto e prolongadamente enquanto via e sentia a penetração se consumando com o vídeo em zoom mostrando meu ânus engolindo totalmente a cabeça e o restante do pênis na espera, sem um movimento de vai-e-vem mas com uma penetração contínua e muito dolorosa. "Preste atenção nos detalhes, princesa." Sacou a vara de dentro para que eu visse a mucosa vermelha de meu reto exposta pela grande abertura do meu esfinter anal . Fios de sangue misturavam-se com uma secreção acastanhada que escorria na medida em que meu esfinter ia se contraindo. Havia partículas de fezes grudadas no pênis do Enzo. Que vergonha, que nojo e quanta humilhação! Soltando meus cabelos, afastou o mais que pôde as minhas nádegas e reiniciou a penetração. Percebi que já havia uma certa facilidade em receber aquela massa no meu rabinho e relaxei um pouco. Foi o suficiente para que ele colocasse seu peso todo sobre mim e a vara entrasse toda de uma vez e eu desmaiasse de dor. Uma bofetada do lado direito do meu rosto seguida de outra do lado esquerdo me despertaram."Quero que assista tudo. Veja como seu rabinho foi feito para isto." Havia erguido o tronco para expor meu ânus engolindo totalmente aquela coluna de carne. Tirava e punha novamente com uma facilidade que me surprendia. Mantinha-me calada e imóvel frente ao vídeo. Minhas amarras foram soltas, meu corpo virado e minhas pernas erguidas em direção ao teto.Um travesseiro continuava a manter meus quadris elevados. A penetraçãofoi brusca e fácil. Eu estava arrombada, meu esfínter laceado não oferecia resistência ao entra e sai que arrancava aquela secreção nojenta de dentro de mim para o lençol cada vez mais manchado. Minhas pernas foram empurradas para trás para que visse no monitor do teto um enorme buraco que não se fechava mais, onde antes ficava meu delicado e indevassável cuzinho. Enzo aproximou-se do meu rosto e lambuzou-o todo com aquele muco amarronzado asqueroso, tendo o capricho de entreabir meus lábios com as mãos para aquela meleca entrar na minha boca. Eu parecia um zumbi e sem nehuma reação fui colocada de quatro e cavalgada enquanto meu ânus mais uma vez era invadido sem resitência. Nessa posição o avantajado pênis empurrava o meu reto de encontro ao meu útero causando uma nova e diferente sensação dolorosa.

Saiu inesperadamente da suite. Que alívio! O ritual da sodomia violenta chegara ao fim mas sentia ainda o meu ânus exageradamente aberto! Que estrago, meu Deus! Enzo retorna trazendo algo enrolado numa toalha. Desenbrulhou bem na minha frente:"Chupa e deixa bem molhadinho". O enorme vibrador tinha a cor negra e assemelhava-se à uma beringela, sem nehum exagero. "Não! Não! Não! Com todo desespero que uma mulher condenada sente diante do suplício iminente,

gritava e socava meu carrasco. Recebi um murro na boca do estômago que me deixou em apnéia até meu rosto ficar roxo e em seguida vomitar copiosamente. Jogada no chão, meu corpo tremia de fraqueza e de medo. Enzo me atirou de volta pra cama quase desfalecida mas ainda senti o vibrador penetrando minha vagina e o carrasco bombando no meu reto. Depois de muito vai e vem, um pênis nojento, coberto de um creme escuro e partículas das minhas fezes, passava diante de meu rosto erguido pelos cabelos. Cerrei os olhos e abri a boca. Recebi o grosso calibre até a garaganta. "Chupe como se fosse pirulito". Minha delicada boca foi transformada numa cloaca para receber o entra e sai frenético do repugnante pênis. "Beba meu néctar, princesa". Esperma tem um gosto horrível mas por mêdo engoli aquela gosma de uma vez só. "Agora deixe ele limpinho" . Passou com força o membro ainda rijo na minha boca como se fôsse uma escova de dentes. Não mais reagia, não gritava, nem sequer mais chorava. Estava destruída por dentro e meu ânus projetado para fora estava estourado e latejando de dor, minha vagina esfolada pelo vibrador monstro ardia muito, meus lábios e meus olhos inchados deixavam meu lindo rosto deformado. Essa era a imagem que via nos monitores. A embarcação se movimentava em alta velocidade e lá de dentro não sabia onde estávamos. "Vista-se. Estamos quase chegando, princesa".

A claridade me incomodava mesmo com óculos escuros e com dificuldade abandonei o barco e me acomodei no banco de trás do carro. Nenhuma palavra ouvi de Enzo durante a viagem de volta . Nenhuma palavra jamais voltaria a escutar daquele demônio. Sumiu completamente da minha vida e do país também . Transferiu-se para algum lugar da europa e no seu rastro descobri só mentiras. Tudo que exibiu como sendo seu era na verdade da empresa que trabalhava e nem mesmo o seu nome era verdadeiro. Decepção, humilhação, dor física e moral, uma mente transtornada. Foi tudo que sobrou desse relacionamento em que entrei como rainha e soberana e saí como um verme que comeu as próprias fezes.

Atualmente voltei para o meu trabalho e procuro reencontrar a felicidade de viver, amar e compartilhar meu corpo e minha alma com alguém que me mereça e me respeite.

Comentários

07/01/2011 15:46:14
Muito bem escrito. Talvez o tamanho do conto tenha a ver com lavar a alma, se for mania de perfeição, trabalhe isto. Temos um lado dominante, mas devido ao equilibrio necessário que se impõe a vida, também somos na mesma proporção submissos, mas confesso que a maldade presente tenha excedido na lição que talvez, talvez merecesse. Quanto ao conto como um todo, brilhante!
20/12/2010 21:46:00
Uma história longa mas interessante pela linguagem e riqueza de detalhes.
20/12/2010 11:25:11
corrigindo a grafia - whisky
20/12/2010 11:22:32
Isso acontece e infelizmente com frequencia. E como alguem que compra uwhisky pensando ser importado e acaba por descobrir que e falso so quando vem a dor de cabeca. Vai ai uma sugestao, procure nao se preocupar tanto com o involucro, mas sim com o conteudo.
20/12/2010 09:53:29
Adoro ler os contos mas nunca comentei, mas depois desse conto tenho que escrever algo. Nunca li algo tão sexy, não pelo seu desespero mas pela riqueza de detalhes e por vc se mostrar de mais. Parabéns adoraria conversar com vc. meu msn philliplipe@hotmail.com
20/12/2010 01:43:42
UM RELATO IMPRESSIONANTE DO QUE A "MENTE HUMANA" PODE PROPORCIONAR... MAS QUE REALMENTE TORNA-SE DEPRIMENTE QUANDO TODO PODER DA MENTE HUMANA, TORNA-SE UMA FORMA DE MANIPULAR E HUMILHAR UMA PESSOA, DEIXANDO-LHE MARCADA DE UMA FORMA NEGATIVA... GOSTEI DE SEU RELATO, E QUE SINCERAMENTE, POSSA SERVIR DE ALERTA PARA TODOS, POR QUE NUNCA SABEMOS COM QUEM ESTAMOS LIDANDO DURANTE NOSSA VIDA! PARABÉNS: CASO QUEIRA ENTRE EM CONTATO: THEJOKER_EVER@HOTMAIL.COM -

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