Nossas Aventuras 1

Um conto erótico de casadabaiana
Categoria: Heterossexual
Contém 867 palavras
Data: 29/04/2008 01:05:06

É a primeira vez que escrevemos um conto. Curioso, porque vivemos inúmeras situações, a maioria bem agradáveis, mas nunca foi nosso desejo relatar, ainda mais num site de contos. Mas, lendo alguns contos postados aqui, começou a nos dar vontade de relatar nossas aventuras.

Vou começar este conto, o primeiro nosso aqui, nos apresentando: Somos um casal maduro, ambos com mais de 40, mas muito enxutos, brancos, queimados de sol. Vamos aqui nos denominar apenas por Ele e Ela.

Temos um casamento extremamente liberal, moramos em Salvador e praticamos o Swing há mais de 08 anos, somos relativamente bem conhecidos entre os casais deste meio e procuramos sempre preservar as boas amizades.

Havia algum tempo em que teclava com um rapaz de uma cidade vizinha a Salvador. Este rapaz já era conhecido de um casal amigo nosso que nos apresentou via msn. Durante nossas conversas invariavelmente a coisa ia esquentando e terminava numa sessão de masturbações, onde normalmente eu usava meu vibrador e gozava ao vivo, via web cam para ele. Quando meu marido chegava em casa do trabalho eu relatava todos os contatos que fazia durante o dia. Eu trabalhava em casa o que me permitia estar sempre em contato com homens e casais no msn, com quem eu costumava me exibir, fazer streaps e marcar encontros.

Numa manhã, precisei acompanhar meu marido a uma clínica, e quando estava na ante-sala, à espera do médico, recebi uma ligação desse amigo dizendo que estava em Salvador e que queria me ver naquela hora. Eu estava com tanto tezão que pedi permissão ao meu marido para ir conhece-lo. Deixei-o no médico e marquei com o amigo para me pegar em frente à clínica.

Quando nos vimos foi uma grata surpresa, porque ele era muito bonito(ainda não tinha visto seu rosto).

Entrei no carro dele com a intenção apenas de dar um passeio, batermos papo, nos conhecermos melhor para à noite sairmos nós três para um menage.

Acontece que o tezão falou mais alto e qdo ele parou o carro num estacionamento de um grande supermercado começamos a nos beijar, a nos acariciar, nos tocar, amassar...

Eu estava com um vestido pouco abaixo do joelho. Ele levantou até me ver com uma calcinha minúscula, como eu sempre uso, já toda molhada, melhor, encharcada de tanto tezão.

Ele pediu para que eu tirasse a calcinha para mostrar minha buceta para ele. Obedeci rapidinho e pedi para que ele me mostrasse o pau que até então eu só conhecia por webcam. Que pau gostoso! Comecei a acariciar e masturba-lo enquanto ele fazia o mesmo comigo, penetrando um, dois dedos em minha buceta encharcada.

Fiquei de quatro no banco do carro e chupei aquela delícia de pica enquanto ele acariciava minha bunda. Depois subi, procurei seu peito, sua boca...

Nos beijamos! Foi um beijo ardente, molhado, safado. Tive vontade de pular em cima dele, mas estávamos num estacionamento por volta das 11 da manhã. Me contive a princípio, mas quando ele me pediu para tirar toda a roupa não agüentei: tirei o vestido, fiquei inteiramente nua, vesti-lhe uma camisinha e subi em cima dele, sem me importar com quem pudesse nos ver. Foi uma loucura.

O carro tinha vidros fumês, o que nos protegia um pouco. Aproveitamos cada momento juntos, trepamos deliciosamente. Primeiro sentei de frente para ele e o cavalguei enquanto ele me chamava de cachorra, vagabunda, safada e apertava minha cintura com mãos bem firmes acompanhando meus movimentos. Gozei abundantemente, chorando de prazer.

Após o primeiro orgasmo ele me virou de costa para ele. Apoiando-me no volante do carro fiz movimentos de sobe e desce no pau dele, levando ele à loucura. Ele ora me agarrava pelas ancas e ajudava no movimento, ora me puxava ao encontro de seu peito, amassava meus seios com uma mão e dedilhava meu clitóris com a outra. Sempre me xingando: Safada, puta, gostosa, vagabunda... que delícia. Tudo isso a poucos metros de onde passavam pessoas, e por isso mesmo nos dava aquela sensação de perigo tão prazerosa.

Enquanto ele me comia nesta posição de costa meu marido me ligou querendo saber como estávamos. REspondi que não podia estar melhor, relatei toda a situação para ele, deixei o celular ligado e ele ouviu o final de nossa trepada onde nosso amigo me metia bem gostoso e mandava eu dizer alto para meu corninho ouvir: - mete, soca fundo, me fode, ahhhhhhhhh vou gozar meu corno, to gozandoooooooooo...

Ao terminar pedi ao nosso amigo que me levasse de volta à clínica, onde meu marido nos esperava já no estacionamento. Fiz todo o percurso do supermercado à clínica sem roupa alguma, para que meu marido pudesse ver a puta da esposa dele ainda nua, toda melada, depois de ter trepado deliciosamente. Me vesti, deixei a calcinha de presente para nosso amigo, conversamos, os apresentei formalmente, e marcamos para sair no mesmo dia à noite, no motel, onde dei mais uma trepada deliciosa, desta vez com dois cacetes bem gostosos à minha disposição. Mas isto eu conto numa outra oportunidade.

Como foi nosso primeiro conto gostaríamos de receber retornos sobre a forma que escrevemos: se foi longo, curto, bom, ruim... isto nos fará nos aprimorarmos para os próximos.

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Comentários

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conto muito gostoso de se ler....parabens que escrevam outros

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HUMMMM, adorei. Sou de Salvador também. Onde foi este Supermercado? Adoro sexo no carro. Costumo frequentar o estacionamento do Jardim de Álá, conhece? Levo algumas amiguinhas pra namorar um pouquinho por lá. Me mande seu msn pra gente tentar se conhecer.

Nota 10

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