Como eu já descrevi, meu nome é Regis, sou moreno 1,83 e esse relato aconteceu quando eu tinha 33 anos e minha namorada Liz, uma novinha 12 anos mais nova que eu.
Moramos em Goiânia/GO e eu já manifestava minha intenção de ser corno manso da minha gostosa namorada! Ela era muito comportada e suas roupas acompanhava esse seu estilo, porém uma menina de mente muito aberta e disposta a muita coisa para me agradar.
Para mudar um pouco desse estilo de roupas, resolvi inovar e presentea-la da forma que eu queria que ela se vestisse para sair comigo. Entrei na internet, em sites especializados em roupa para mulher chifradeira e comprei algumas peças. Não demorou muito minhas encomendas chegarem e lá estava eu, no meio da sala, segurando o saco de compras fiz e entreguei para minha namorada. Ela abriu e tirou uma peça de cada vez: um vestido preto curto de tecido fino, quase transparente; uma calcinha de renda branca tão pequena que mal cobria os lábios da buceta; um sutiã que deixava os seios à mostra quando a luz batia de lado. Cada item era mais ousado que o anterior. Ela ergueu a calcinha entre dois dedos e riu.
— Olha só isso, amor? Você realmente comprou isso pra mim? Uma calcinha que não esconde nada? — Ela balançou a peça na minha frente. — Ou você comprou pra eu usar pra outro homem ver?
Eu engoli em seco. Meu pau endureceu na hora ao ouvir aquilo.
— Eu só pensei que você ia ficar linda com isso (retruquei)
Liz jogou a calcinha no meu rosto.
— Linda pra quem, seu corno? Pra você ou pros caras que vão ficar olhando minha buceta por baixo do vestido? — Ela deu um passo pra frente, encostando o dedo no meu peito. — Você sabe que eu percebi, né? Que você gosta de me ver sendo paquerada. Você me dá essas roupas e depois finge que não liga quando os caras chegam perto. Mas eu vejo seu pau marcando todas as vezes que alguém se aproxima de mim com segundas intenções.
Eu abri a boca pra negar, mas ela me calou com um tapa leve (e carinhoso) no rosto.
— Não mente. Eu vi ontem na festa. O cara da academia, o Bruno, encostou a mão na minha cintura ao me cumprimentar e você ficou ali, olhando. Não tirou ele de perto. Só ficou assistindo ele descer a mão até quase tocar minha bunda. E você ficou lá inerte, mas eu vi o volume na sua calça.
Ela riu, debochada, e sentou no sofá, cruzando as pernas.
— Tira a roupa. Agora.
Eu obedeci rápido, tirando tudo até ficar somente de cueca. Meu pau estava duro, apontando para o lado. Liz olhou e riu mais alto.
— Olha isso. Duro só de eu te contar que outro homem me tocou. Você é um corno manso, amor, assume!. Um corno que gosta de ver a namorada sendo sarrada na sua frente. — Ela esticou o pé e encostou no meu pau, apertando devagar. — Confessa. Você quer que eu seja puta pra outro homem.
— Amor... eu...
— Fala. Fala que você quer que eu seja puta.
— Eu quero que você seja puta — repeti, assim como ela queria.
Ela bateu palmas devagar, debochando.
— Que fofo. O namorado comprando calcinha transparente pra namorada usar enquanto outros homens a comem com os olhos. — Liz se levantou e caminhou até mim, segurando meu queixo. — Sabe o que eu vou fazer? Vou usar esse vestido que você comprou. Vou sair sem sutiã, só com essa calcinha minúscula. E vou deixar os caras me olharem. Vou deixar eles encostarem. E você vai ficar em casa, esperando, sabendo que eu tô sendo tocada por outro.
Meu pau pulsou forte. Liz viu e riu.
— Olha como você fica. Duro de imaginar eu sendo puta. — Ela deu outra apertada com o pé no meu pau. — De joelhos.
Eu me ajoelhei. Liz puxou a calcinha nova pra baixo, expondo a buceta, e sentou na beira do sofá, abrindo as pernas.
— Lambe. Enquanto você lambe, eu vou te contar o que vou fazer hoje à noite.
Eu enfiei a língua na buceta dela que estava muito molhada, lambendo devagar. Liz gemeu baixo, segurando minha cabeça.
— Hoje eu vou sair com esse vestido. Vou deixar os machos verem meus peitos. Vou deixar eles verem que a calcinha que estou usando não cobre nada. E quando algum deles chegar perto, eu vou deixar ele me sarrar. Vou deixar ele encostar o pau na minha bunda por cima da roupa. E você vai ficar aqui, sabendo que eu tô deixando outro homem me usar.
Eu com a boca na buceta dela sentia que estava ficando ainda mais molhada. Ela estava muito excitada com tudo aquilo, mas eu estava ainda mais, com mais desejo ainda de chupar minha namorada, com mais sede daquele melzinho! Liz apertou minhas orelhas com as coxas.
— E se algum deles quiser me beijar, eu vou deixar. Se ele quiser enfiar a mão por baixo do vestido, eu vou abrir as pernas. E você vai ficar em casa, batendo punheta, imaginando eu sendo tocada por outro.
Ela gozou na minha boca, apertando minha cabeça, gemendo alto. Depois ela me empurrou pra trás e riu.
— Olha você. Lambendo minha buceta enquanto eu falo de ser puta pra outro. Que corno mais safado.
Ela se levantou e foi até o quarto. Voltou vestindo o vestido novo. Era curto, fino, e quando ela se virou contra a luz, dava pra ver a calcinha minúscula por baixo. Ela sorriu.
— Tá vendo? Dá pra ver tudo. Os caras vão ficar loucos. — Ela caminhou até mim e deu uma apertada no meu pau, só que dessa vez com a mão. — Fica aqui, vou sair agora e quando eu voltar, você vai lamber minha buceta de novo, sentindo o cheiro de outro homem.
Ela pegou a bolsa e caminhou até a porta. Antes de sair, olhou pra trás.
— Se você gozar enquanto eu tô fora, eu vou saber. E vou te punir. Entendeu, corno?
— Sim... entendi.
— Bom corninho. — Ela riu e saiu, fechando a porta.
Eu fiquei ali, de pau duro, esperando ela voltar e imaginando tudo que poderia estar acontecendo. Meu coração batia forte. Eu sabia que ela ia voltar com o cheiro de outro homem. E eu ia lamber tudo, agradecendo por ser o corno dela.
Liz voltou duas horas depois. O vestido estava um pouco amarrotado. Ela cheirava a perfume de homem. Ela sorriu quando me viu no sofá e ainda de rola dura.
— Olha só. O corno manso esperando. — Ela se sentou no sofá e abriu as pernas. — Vem lamber. Encontrei com o Bruno no boteco e deixei ele me tocar. Deixei ele enfiar a mão por baixo do vestido, sob a mesa com todo mundo olhando. Deixei ele apertar minha buceta por cima da calcinha.
Eu fui até ela, logo me ajoelhei e fui enfiando a língua na buceta molhada dela. Minha namorada gemeu, segurando minha cabeça.
— Ele disse que eu sou gostosa. Disse que queria me foder. Eu ri e disse que meu namorado gosta de me ver sendo puta. Ele riu também. Disse que ia me foder na frente do meu corno. Ela me disse isso enquanto eu a chupava com muita vontade.
— Você gosta disso, né? Gosta de saber que outro homem quer me foder. Gosta de saber que eu deixei ele me tocar. — Ela apertou minha cabeça. — Goza pra mim, corno. Goza no chão enquanto você lambe a buceta que outro homem tocou.
Eu gozei forte, jorrando no chão, tremendo inteiro. Liz riu alto.
— Olha isso. Gozando só de ouvir que eu fui puta. Que corno mais manso.
Ela me empurrou pra trás e se levantou, tirando o vestido. Ficou só de calcinha, ainda úmida do sarro que ela tivera com o Bruno instantes antes de chegar em casa.
— Agora limpa o chão com a língua. Depois vem me chupar de novo. Eu quero gozar na sua boca enquanto te conto como ele me tocou.
Eu obedeci, lambendo o chão, depois me ajoelhando de novo entre as pernas dela.
— Ele apertou meus seios por cima do vestido. Disse que queria chupar. Eu disse que talvez outro dia. Que meu namorado ia gostar de ver — e você vai ver. Porque eu vou deixar ele me foder e você vai assistir, seu corno manso.
Eu ficava imaginando a cena como seria ver minha namorada levando rola do Bruno enquanto eu a chupava, completamente rendido. Liz riu, me olhando com aquele sorriso debochado.
— Bom corno. Agora vai pra cama. Amanhã eu quero de novo. E você vai ficar aí, esperando, sabendo que eu vou ser puta de outro homem de novo.
Eu me levantei completamente excitado sabendo que meu chifre de fato estava perto. Liz riu mais uma vez.
— Dorme, corno. Amanhã eu vou usar outra roupa que você comprou. E vou deixar outro homem me tocar de novo. Quem sabe pode até ser o Bruno outra vez
Eu deitei na cama, sabendo que eu era o corno dela e que eu em breve estaria vendo ela com outro, porque era exatamente o que eu queria.