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Pés da Amanda

Um conto erótico de Psicopodo
Categoria: Heterossexual
Contém 1683 palavras
Data: 02/10/2026 22:58:46

Olá a todos.

Esse conto vai ser breve, visto que não tenho muito a contar sobre, porém vou relatar porque é uma das situações que me dá muito tesao em lembrar.

Como vocês sabem, sou gerente de logística em uma empresa multinacional e hoje vamos falar da minha experiência com a Amanda que trabalha nesta mesma empresa.

Amanda é uma jovem que não passa dos trinta anos, 1,80 de altura e acima do peso, porém bem cavaluda, daquelas gordinhas gostosas mesmo que chama a atenção.

Cabelos vermelhos, não sei se são pintados, branquinha, olhos castanhos, rosto de mulher séria, lábios sempre com um batom chamativo, geralmente vermelho, sempre bem vestida com vestes típico de escritório mesmo e as unhas sempre pintadas e bem cuidadas; uma mulher bem vaidosa no geral.

Descobri posteriormente ao que ocorreu que os pés são 37/38 e ela sempre vem com algum calçado mais social; sapatilha preta, salto preto, mocassim e etc.

É uma mulher que sempre me deu tesao só de olhar, já imaginei fazer diversas coisas, tinha uma curiosidade de ver seus pés, já que seus calçados, nunca mostraram os dedos e etc.

Enfim.. ela é assistente do financeiro e não recebe tão bem quanto parece.

Vai pro trabalho e volta pra casa de fretado e como o administrativo é banco de horas, quando sai mais cedo, vai de Uber.

Bom.. teve um dia que precisei sair mais cedo da empresa para resolver questões pessoais; peguei o meu carro no estacionamento da empresa e quando saí dei de cara com a Amanda saindo mais cedo e aguardando um Uber.

Uber em nossa região dificilmente aceita a corrida, o valor não compensa, a não ser quando eles já vão desembarcar algum passageiro nas proximidades.

Percebi de longe que ela estava inquieta, provavelmente estava a algum tempo sem nenhum Uber aceitando viagem.

Parei meu carro ao lado, ofereci uma carona; no começo por vergonha ela não aceitou, mas insisti e ela entrou no carro.

Me agradeceu muito, pois ela estava retornando para casa mais cedo com o intuito de estudar para a prova da faculdade que iria ocorrer no mesmo dia.

No caminho algumas conversas sobre o trabalho, depois algumas coisas aleatórias e eu sempre notando os seus pés com o Mocassim, imaginando o quão belos eles eram, o cheirinho que deveria estar lá dentro.

Era aqueles mocassim preto Oxford feminino e eu não estava mais aguentando e decidi arriscar.

Entrei no assunto, expliquei minhas preferências e ofereci uma boa grana.

Amanda ficou muito sem jeito, mas com a minha insistência acabou topando.

O dinheiro oferecido sem dúvidas iria aliviar as contas dela.

Chegando em frente ao apartamento dela paguei via Pix o valor combinado e disse que buscaria ela na faculdade depois da prova e que não era pra ela tirar os calçados o tempo todo.

Amanda topou e me informou o nome da instituição e que horas buscar ela.

Fui resolver os meus problemas pessoais e meu pau não baixava de jeito nenhum, só imaginando o que iria ocorrer.

Depois no horário combinado fui buscar a Amanda e lá estava ela, na porta da faculdade aguardando.

Quando ela entrou no carro, eu falei que preferia fazer isso em meu apartamento, do que corrermos o risco de sermos pegos na rua e reconhecidos, que isso daria o que falar na empresa.

Amanda ficou apreensiva, mas compreendeu e aceitou.

Chegando em meu apartamento peguei uma caixa de bombons e ofereci um refrigerante, já que não possuo bebidas alcoólicas.

Queria continuar a conversa que estávamos tendo no carro, pois ela é muito simpática.

Após um tempo sentados e conversando no sofá da sala, pedi para irmos ao quarto para fazermos o acordado.

Levei a Amanda até o cômodo e fechei a porta (eu gosto da sensação de poder).

Ela sentou na cama e me ofereceu seu pé direito e eu rapidamente fui tirar seu mocassim.

Amigos, ela estava sem meia, naquele sapato de couro, o dia todo, no trabalho, estudando e fazendo a prova.

Na hora que comecei a tirar e seu calcanhar saiu do calçado, o cheiro de chulé subiu na hora, que tesao me bateu, foi um sinal pro meu pau pulsar.

Os pés dela, lindos, bem arqueados, carnudos, brancos, sola rosada nos pontos de pressão, quentinhos, dedinhos gordinhos e em escadinha com as unhas quadradas de francesinha com um branco mais fraco.

Estavam um pouco sujos do calçado e o chulé nem se fala.

Cheirei muito o pé dela, lambi bastante e depois fiz todo o mesmo processo no outro pé.

Ali fiquei bastante tempo, meu maxilar estava começando a doer de tanto lamber.

Foi aí que me levantei e comecei a abrir o zíper da minha calça.

Amanda ficou em choque e depois falou que isso estava fora do combinado, que não foi falado nada de sexo, que ela era casada (01 ano de casada) e que não iria fazer isso.

Respondi dizendo que não era sexo, que só queria seus pés conforme combinado e já fui pegando eles e colocando no meu pau sobre a calça mesmo, que só estava com o zíper aberto.

Pedi pra ela provocar e ela fez, meio sem jeito no começo, mas foi melhorando e eu só ali gemendo de tesao.

Amanda comentou que eu só tinha dito sobre cheirar e lamber quando propus e não sobre me satisfazer com seus pés.

Pedi desculpas, pois eu estava com tanta vontade que não tinha chegado nessa parte.

Afastei os pés dela e baixei a minha calça e minha cueca de uma vez, revelando o meu pau super duro e babado, apontado pra ela.

Amanda não sabia onde enfiar a cara, toda vermelha de vergonha e quando peguei nos pés dela, ela recuou.

Disse que não poderia fazer aquilo, repetiu que era casada e blábláblá… se ofereceu pra devolver parte do dinheiro.

Pedi 50% do valor de volta e ela meio que não quis aceitar, mas já foi pegando o telefone pra fazer o Pix.

Tínhamos perdido completamente a noção do tempo e já era 23h00; ela estava deitada na cama, com as pernas levantadas e abertas, joelhos dobrados, quando ela tentou entrar no banco e não conseguia acessar, pois estava em manutenção; a mensagem que aparecia dizia que o serviço retornaria às 01h00.

Em choque ela pediu pra devolver posteriormente e eu não aceitei, ou fazia o que eu estava pedindo ou devolvia o dinheiro ali na hora; falei pra se virar, pra ligar pra alguma amiga ou até mesmo pro marido.

Ela então acabou aceitando fazer, me dizendo pra nunca comentar com ninguém sobre.

Não perdi tempo, peguei os pés dela, coloquei um de cada lado do meu pau e comecei a foder eles como se fosse uma buceta.

O corpo da Amanda balançava na cama, parecia que eu estava fodendo ela e eu fazia questão de não segurar os gemidos e as palavras obscenas.

Batia meu pau nas solas dela e dizia como estava gostoso e que o chulé dela estava maravilhoso.

Amanda não sabia onde enfiar a cara, não falava nada.. só aceitava.

Coloquei ela de bruços com as minhas mãos guiando ela e coloquei seus pés novamente em volta do meu pau.

No começo guiei os movimentos e depois pedi pra ela continuar por conta própria.

Amanda apertava meu pau entre as suas solas e o movimento não era forte, mas sim firme, as vezes quando encostava na minha virilha fazia barulho.

Segurei o que deu, pedi pra ela juntar as solas pra eu gozar.

Ela fez de forma ofegante e apertando o lençol da cama e quando comecei a gozar, e não foi pouco, lavei os pés dela com a porra; ela tremeu o corpo, mas continuou com as solas juntinhas durante todo o meu orgasmo.

Fui na suíte e peguei papel higiênico para ela se limpar.

Depois pedi pra ela ficar de bruços, pois não tinha acabado.

Amanda rebateu, mas eu disse que só terminaria quando eu me “secar”.

A cena foi maravilhosa, ela vestida com uma calça social preta, camisa branca de botão e um blazer preto….de bruços na cama com as suas belas solas juntinhas, erguidas pra mim.

Ela parecia que queria chorar, com o rosto vermelho e socado no travesseiro.

Comecei a me punhetar até meu pau ficar duro novamente e ia me masturbando batendo o meu pau em suas solas.

Gozei um monte novamente, dessa vez mais líquido.

Repeti o processo, entreguei o papel pra ela se limpar e disse que eu queria mais.

O chulé ainda estava no quarto e eu não me saciava.

Amanda estava incrédula, já arrependida, mas sem opções.

Novamente ela de bruços e com as solas juntas, eu comecei a me masturbar até ficar de pau duro.

Depois coloquei entre seus pés e pedi pra ela fazer o movimento.

Foi como na primeira vez, apertando o meu pau e com movimentos firmes.

Demorou pra eu sentir vontade de gozar e ela reclamou das pernas estarem doendo, mas eu mandei continuar.

Foi aí que comecei a escutar os gemidos dela, de cansaço, no movimento.

Finalmente juntei suas solas e gozei… em menor quantidade, mas ainda bastante; maior do que quando normalmente me masturbo sozinho.

Ela ficou muito brava quando coloquei os mocassim nos pés dela ainda gozados.

Mas eu disse que era pra voltar com eles melados mesmo.

Porém a verdadeira raiva eu senti quando ela pegou o celular e viu que era 01h10, abriu o aplicativo do banco e tudo estava funcionando.. eu notei o sorriso sarcástico dela.

Até chegarmos no carro dava pra escutar o barulho do gozo nos pés dela ao andar e o trajeto foi com ela inquieta, porém sem comentar nada, somente o rádio do carro ligado com a música da estação.

Devolvi ela em seu prédio onde o corno deveria estar esperando.

No dia seguinte agimos como se nada tivesse acontecido, ela foi de salto e o dia ocorreu normalmente.

E até hoje tudo ocorre como se isso nunca tivesse acontecido.

Ainda não tive outra oportunidade de me encontrar com ela na frente da empresa e tentar novamente.

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