Regina tinha 53 anos, meio gordinha, cabelo curto, pele macia e um cheiro de creme que ficava no ar. Morava sozinha na casa ao lado há anos, o marido vivia viajando. Bia acabara de fazer 18. Magrinha, seios pequenos, bunda durinha, um corpo de menina que ainda não sabia o que era desejo. Era virgem.
Naquela tarde, Regina chamou a novinha para tomar um suco na varanda.
— Sua mãe foi viajar, né? — Regina perguntou, servindo duas taças.
— Foi. Fiquei sozinha.
— Sozinha é bom. A gente pode conversar sem ninguém se meter.
Bia sorriu sem graça. Regina sentou perto, o vestido fino marcando os peitos grandes, as coxas grossas. A conversa foi escorregando. Namorado, beijos, mãos. Bia confessou, baixinho:
— Nunca fiz nada. Sou virgem.
Regina levantou o olhar devagar. Havia um brilho escuro nos olhos dela.
— Nunca ninguém tocou em você? Nem por baixo da calcinha?
Bia sentiu o rosto queimar. Balançou a cabeça que não.
Regina pôs a mão no joelho da menina. A pele de Bia arrepiou.
— Você tem uma bucetinha peludinha, né? — Regina perguntou, a voz rouca.
Bia arregalou os olhos.
— Como a senhora sabe?
— Já te vi de shortinho no quintal. Dá pra ver que é bem fechadinha, bem novinha.
Bia quis levantar, mas o corpo não obedeceu. Regina aproximou o rosto e beijou devagar. Lábios macios, língua quente. Bia nunca tinha beijado mulher. Foi estranho, foi bom. Regina puxou o beijo, mordeu o lábio dela.
— Vem pra dentro. Vou te ensinar uma coisa.
Na sala, Regina fechou as cortinas. Tirou o vestido. Os peitos caíram pesados, os mamilos grandes e escuros. Bia olhou, hipnotizada.
— Tira a roupa — Regina ordenou.
Bia obedeceu com dedos trêmulos. Ficou só de calcinha. Os seios pequenos, os bicos duros. Regina se aproximou, passou a língua num mamilo. Bia gemeu fino.
— Assim, vizinha… — Regina sussurrou. — Deixa eu cuidar de você.
Ela empurrou Bia no sofá, abriu as pernas da menina. A calcinha estava molhada. Regina puxou para o lado e viu a bucetinha fechada, coberta por pelos finos.
— Olha que coisa linda. Apertadinha, virgem. Vou te fazer gozar com a minha boca.
Bia tentou fechar as pernas.
— Não, calma… eu nunca…
— Eu sei. Por isso vou devagar. Confia em mim.
Regina beijou a parte interna das coxas, subiu com a língua. Quando encostou no clitóris, Bia deu um pulo.
— Ai, minha nossa…
— Gostoso, né? — Regina riu contra a buceta dela. — Relaxa, putinha. Aprende a sentir.
A língua de Regina trabalhou devagar, depois rápido. Bia agarrou o sofá, gemeu alto. Nunca ninguém tinha tocado nela daquele jeito. O prazer subiu como onda.
— Vou gozar… vizinha, vou gozar…
— Goza na minha boca — Regina mandou. — Quero beber tudo.
Bia se contorceu, tremeu, gozou com um gemido longo. Regina lambeu até o último tremor.
Depois subiu, beijou Bia com a boca molhada. Bia sentiu o gosto dela mesma.
— Agora você vai me chupar — Regina disse, tirando a calcinha. A buceta dela era peluda, grossa, vermelha. — Vem, aprende.
Bia ajoelhou, hesitante. Regina segurou a cabeça dela.
— Passa a língua. Devagar. Isso… sobe pro clitóris. Chupa.
Bia obedeceu. No começo, desajeitada. Depois foi pegando o ritmo. Regina gemia, puxava o cabelo dela.
— Isso, novinha. Chupa a buceta da vizinha. Você é uma safadinha, né?
Bia murmurou sim contra ela.
Regina gozou com as coxas tremendo, esfregando a buceta na boca da menina. Depois puxou Bia para cima, deitou ela no sofá e montou por cima. As duas bucetas se encostaram. Regina começou a esfregar devagar, depois mais forte.
— Sente? — Regina sussurrou. — É assim que duas mulheres gozam.
Bia arqueou as costas. O prazer era diferente, mais espalhado. Regina esfregava o clitóris no dela, os pelos roçando, a umidade misturando.
— Sua putinha — Regina dizia. — Tão novinha, tão apertadinha. Vou te ensinar tudo.
Bia gozou de novo, gemendo alto, segurando os peitos grandes de Regina. As duas caíram no sofá, suadas, ofegantes.
Regina passou o dedo na buceta de Bia, ainda latejante.
— Ainda tá virgem por dentro. Mas hoje você já deixou de ser menina.
Bia olhou para ela, o rosto vermelho.
— E amanhã?
Regina sorriu.
— Amanhã eu te ensino o resto.