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Dei o cu no exército, e gostei! 15 - A Vingança

Um conto erótico de Daniel Martins
Categoria: Gay
Contém 4232 palavras
Data: 02/10/2026 17:44:20

Fui para os vestiários tomar banho; o meu corpo cheirava a urina. No caminho, comecei a sentir uma raiva daqueles dois; tinham-me humilhado. Fui para debaixo do chuveiro e fiquei lá mais de uma hora; estava furioso com eles, mas, ao recordar aquela foda, fiquei excitado e acabei por bater uma punheta a pensar neles, o que me deixou, logo a seguir, com raiva de mim mesmo.

Ao fim do dia, quando os meus amigos terminaram as tarefas, o Ferreira, o Brasil e o Souza vieram logo ter comigo; eu estava na camarata a tirar uma sesta.

— Então, Martins, o que é que aqueles sacanas te fizeram? — perguntou o Souza, preocupado.

— Deram-me uma lição, humilharam-me... — respondi cabisbaixo, sem entrar em detalhes.

— Filhos da puta, quem merece uma lição são eles — disse o Ferreira, indignado.

— Não se preocupem, eu já sei como lidar com eles... — respondi num tom sério, e eles sabem que, quando fico assim, é melhor não insistir.

Naquele dia, compreendi que aqueles três eram muito mais que amigos; são meus camaradas e irmãos. Não me abandonaram, trataram-me incrivelmente bem e meu coração transbordou ao perceber que esses três caras incríveis fazem mesmo parte da minha vida.

No dia seguinte, ao começar a instrução matinal e avistar aqueles dois canalhas, meu ódio ressurgiu. Não consegui sequer olhá-los, e eles também me ignoraram. No decorrer da semana, o meu ódio não diminuía, e eles tinham me deixado quieto no meu canto, mas chegou o momento em que o tenente Jordão me piscou o olho; eu sabia o que ele pretendia, mas fingi não perceber e, ao final do dia, não compareci ao gabinete dele. Minha raiva contra ele só crescia. Quanto ao tenente Oliveira, notava que ele me olhava muitas vezes, mas eu o ignorava por completo.

Já no final da semana, o Ferreira aproximou-se de mim com um recado:

— Cara, o tenente Jordão mandou te chamar no gabinete dele.

— Ok — respondo de forma seca.

— Queres que vá contigo, Martins? Não vou deixar aquele canalha encostar um dedo em ti.

— Fica tranquilo, eu já esperava por esse dia, sei como lidar com ele.

— Cara, vou ficar nervoso aqui.

— Te dou minha rola para chupar e tu ficas já calminho — brinquei, tentando tranquilizá-lo.

— Quem me dera, esta semana nem a vi…

— Desculpa, cara, mas não ando com cabeça para isso.

— Eu sei… mas qualquer coisa eu estou aqui, Martins.

— Eu sei…

Dei-lhe um abraço e fui até ao gabinete do meu maior ódio de momento naquele quartel.

Quando cheguei, bati na porta e ele me mandou entrar; entrei e fiz a continência:

— Boa tarde, meu tenente.

— À vontade, recruta.

Saí da posição de cumprimento a um superior, e ele se levantou da sua secretária e veio até mim.

— Não tens visto os meus sinais, recruta?

Fiquei calado, não respondi, e ele já vinha com a mão dele na direção do meu pau, e eu a afastei.

— Que é isso, Martins?

— Afaste-se de mim.

— Esqueceste quem eu sou?

— Não, não esqueci o grande filho da puta que tu és.

Ele enfureceu-se e avançou para me agarrar, mas eu dei-lhe um pontapé no meio das pernas e ele caiu no chão, a contorcer-se de dor.

— Estás louco, recruta?

Olhei para ele e apontei-lhe o dedo:

— Já não tenho medo de ti e ouve bem uma coisa: nunca mais me toques, ou não respondo por mim.

Saí e bati a porta. Quando já me afastava, ouvi alguém chamar:

— Martins!

Olhei para trás e era o tenente Oliveira; fixei-o com um olhar sério, desviei o rosto e segui o meu caminho.

No dia seguinte, durante toda a instrução, o tenente Jordão ignorou-me, nem sequer olhava para mim, e assim continuou nos dias que se seguiram. A minha raiva foi passando e o tesão voltou, eu já não me envolvia com ninguém há mais de uma semana; comecei a andar de pau duro e, claro, o primeiro malandro a reparar nisso foi o Basil.

Era sábado, fazia calor e eu e o Brasil estávamos a caminho do refeitório para beber água quando um grupo de recrutas sem camisa passou por nós. Nossa, o meu pau ficou duro na hora; que merda, como eu estava a ficar viado, e o Basil percebeu logo:

— Que volumão é esse que está a ficar aí?

— É que não fodo há mais de uma semana, cara.

— O que é isso, cara? — O safado foi logo pondo a mão no meu pau. — E eu, que ando com uma fome do caralho desta piroca gostosa?

— Tem cuidado, cara, alguém pode ver.

Já estávamos quase a chegar à cantina, que é sempre um local muito movimentado.

— Martins, toda a gente fode com toda a gente neste quartel.

— Eu sei, mas nunca vi ninguém aos amassos aqui fora.

— Hum, isso é verdade, mas eu agora quero te pegar, cara. O meu cuzinho já está a piscar, estou com muitas saudades de foder contigo.

— Tu és um safado.

— Vem cá, cara.

Fomos até ao banheiro que ficava ali perto, entramos numa das cabines e começamos logo a nos pegar.

— Caralho, Martins, eu estava sentindo a tua falta para caralho — o Basil já ia abrindo o zíper das minhas calças para tirar o meu pau.

— É mesmo? Já não consegues passar sem o pau do teu macho?

— Não mesmo, adoro foder contigo, seu safadinho — começamos logo a nos beijar e eu apertava aquela bunda carnuda de macho que ele tem.

— Mas eu pensei que andavas bem entretido com o Souza.

— E ando, mas continuo louco por esta tua vara aqui — ele já tinha tirado a minha piroca para fora e começou a me bater uma punheta leve. — Não me deixes tanto tempo sem ela, cara.

Demos mais um beijo intenso e aquele gostosão se agachou na minha frente e, nossa, meteu o meu pau na boca e começou a chupar com muita vontade.

— Hmmm, porra, só tu tens uma boca assim.

— Ai, caralho, adoro te chupar, cara. Esta tua piroca está tão gostosa, já está toda babada, hmmm.

— Toma, engole tudo de uma vez.

Agarrei a cabeça dele e empurrei o meu pau goela abaixo; como ele já é bem rodado, minhas bolas bateram direto no seu queixo. Uhmm, fico ainda mais excitado ao ver meu pau sumir assim na boca de um cara. Segurei firme na sua nuca e comecei a foder aquela boquinha gulosa, e o safado botou a piroca dele para fora e começou a bater uma punheta. Fiquei assim algum tempo até que afastei a cabeça dele.

— Anda, levanta.

Basil sabia exatamente o que eu queria. Ele se levantou, despiu-se completamente e apoiou as mãos na parede do box, deixando a privada entre as pernas. Nossa, fico louco quando o vejo assim; ele é muito gostoso. Aquela bundinha é perfeita, lisinha, macia… uma verdadeira delícia. Avancei sobre ele, estava com muita vontade de comê-lo e encostei o meu pauzão no seu cuzão e ele olhou todo sorridente:

— Me fode, cara! Estou louco para que me coma, eu amo sentir esse teu pauzão dentro de mim.

— Safado… então toma.

Devagar, entrei com tudo nele.

— Aiii, caralho… que delícia, uhmm… tu fodes tão gostoso — ele gemeu alto, aquele cuzinho gostoso aguentava bem o meu pau.

— Que delícia esse seu cu.

— Eu sei que tu gosta dele. Fode ele todo para mim, fode.

— Eu fodo, meu safado mais gostoso.

Agarrei a sua cintura e comecei a soca-lo; nossa, que foda boa. É incrível como nunca me canso de comer aquele meu amiguinho. Eu estava louco de tesão, socava com força, e o safado só gemia.

— Ai, caralho, porra... que tesão de piroca! Isso, fode, me come gostoso, caralho!

— Toma! — Ouvimos a descarga do box ao lado, mas nem ligamos; estávamos perdidos no tesão. — Toma vara nessa bunda!

— Isso, soca, fode, fode até encher o meu cu de porra, caralho!

— Queres leitinho no cuzinho, é? — falei, enfiando meu pau bem fundo naquele cu.

— Quero, quero sentir esse forrar leitinho dentro de mim.

— Safado, eu já te encho.

Comecei a fodê-lo mais rápido e, fora de mim, agarrei a sua cabeça, puxando-a para trás:

— Pede, pede leite para o teu macho, seu safado!

— Ai, isso, fode! Me dá leitinho no cu, dá, meu gatão!

— Seu safado, toma!

Dei-lhe duas estocadas fortes naquele cu e comecei a gozar dentro dele.

— Aahhhhh, caralhooooooooo!

— Isso, goza, goza, meu gatão!

E o safado do Brasil começou a gozar também sem tocar no pau; eu segurava bem forte aquela sua bundinha e enchi o cu dele de porra, nossa que tesão, foi uma gozada deliciosa. Quando terminamos, o Brasil sentou-se no vaso para liberar o esperma do seu cu.

— Caralho, Martins, já não me comias assim há muito tempo.

— Eu estava cheio de tesão, cara.

— Adoro dar-te o cu, não fiques tanto tempo sem me comer.

— Eu sei, lindão — dei-lhe um beijo. — Vou esperar por ti lá fora.

Deixei-o à vontade, mas ele não demorou a vir ter comigo, e fomos beber o nosso copo de água. O Ramos também estava lá, era o único no refeitório. Cumprimentei-o, ele retribuiu o gesto com a mão e saiu.

— O Ramos está sempre sozinho — comentei com o Brasil.

— Está porque quer, ele que deixe de ser tão antiquado.

— Coitado, tenho pena dele, sabias?

— Esquece o Ramos, Martins. Preciso falar-te de uma coisa — ele parou de falar e ficou sério.

— Podes falar.

— O tenente Oliveira quer falar contigo.

— Não quero saber de tenentes, só quero distância deles.

— Ele não é como o tenente Jordão, é boa gente.

— Como é que sabes?

— Tu sabes como eu sei…

— E daí?

— E daí que lhe devias dar uma oportunidade para se explicar.

— Ele contou-te o que aqueles dois cretinos me fizeram?

— Não sei de nada. Só sei que ele é boa pessoa e que devias ouvir a versão dele, seja lá o que for que tenha acontecido.

— Não sei, cara… há quanto tempo é que andas a dar o teu cu para ele?

— Quase desde o início.

— Caralho, e nunca falaste nada.

— Nem tenho que falar, tu também tens as tuas fodas que não me contas.

— Sei… Tu gostas dele?

— Não me confundas, sou macho; gostar, só gosto da minha mulher.

— Não parece, estás aí todo empenhado a defendê-lo.

— Porque o conheço bem e sei que ele é uma boa pessoa, e que está a sofrer por não poder explicar-se a ti.

— Porra, Basil, estás a ser um chato.

— Dá-lhe uma oportunidade, cara.

— Vou pensar…

Acabamos a conversa e fomos ter com o Ferreira e o Souza.

Passei o resto do dia a pensar no que o Basil me tinha dito e, então, antes de me deitar para dormir, fui ter com ele e disse-lhe que ia ouvir o que o tenente Oliveira tinha para me dizer; vi a cara de satisfação dele e vi-o sair disparado da caserna…

Pouco tempo depois ele voltou, e ficou combinado que eu me encontraria com o tenente na manhã do dia seguinte, numa zona do quartel que ficava mais isolada.

Adormeci a pensar naquilo, lembrei-me da foda que tive com o tenente Oliveira juntamente com o tenente Jordão, e senti um misto de raiva e tesão; meu pau endurece sempre que me lembro. Quando acordei, fiz as minhas tarefas diárias; como era domingo, as rotinas do quartel eram simples e, a meio da manhã, fui ter com o tenente Oliveira. Quando cheguei, ele já lá estava; estava à minha espera…

— Oi, Martins. — Ele estendeu-me a mão e eu cumprimentei-o.

— Tudo bem, tenente?

— Agora vai ficar. Obrigado por teres vindo.

— Vim ouvi-lo… o Basil insistiu.

— Antes de mais nada, quero te pedir desculpas; o Basil me falou que tu te sentiste muito humilhado.

— Nunca fui tão humilhado na minha vida; vocês foram muito sacanas comigo.

- Tenho muita vergonha, Martins, mas quero que entendas o que aconteceu. O Renato — era o nome do tenente Jordão — sempre me falou das fodas que tinha contigo e, segundo ele, tu gostavas de ser humilhado enquanto ele te comia; desculpa estar sendo tão direto.

— Esse aí é um filho da puta de um sádico. Eu sempre odiei quando ele me humilhava, mas o medo me fez sempre ceder aos seus caprichos; o filho da puta é que gosta de ser humilhado. E ele, ultimamente, sempre me procurava para eu ser bem fodão com ele.

— É isso que eu quero que tu entendas; eu pensava que tu gostavas. Quando ele me falou que te daríamos uma lição, eu pensei que estava te dando algo de que gostavas; para mim, era uma forma de agradecimento pela forma como tínhamos fodido no dia anterior.

— Mas o sacana sabe que eu detesto ser humilhado.

— Agora já sei; provavelmente ele ficou com ciúmes quando contei da nossa foda.

— É possível; ele é bem filho da puta para isso.

- Só quero que tu saibas que não faço nada com alguém que essa pessoa não queira ou não goste de fazer comigo.

- Entendo…

- Só não entendo uma coisa, Martins, que foi o que me confundiu: tu tinhas muito tesão enquanto te fodíamos.

- Vou ser sincero, tu és um homem e tanto, Oliveira, e o filho da puta do Jordão também. Eu estava mesmo com muito tesão a foder com vocês, mas, psicologicamente, ser humilhado eu não suporto.

- Entendo.

- E o Basil tinha razão, tu és um bom cara.

- Que bom, cara. Gostei tanto de foder contigo; eu já não sabia o que mais fazer para resolver este assunto.

- Está resolvido, meu tenente.

- Me dás um abraço?

- Claro.

Demos um abraço e, nossa, só de sentir aquele cara colado a mim, o meu pau começou a endurecer. O tenente Oliveira é mesmo um homem muito atraente; olhamos um para o outro e o clima esquentou na hora, e começamos a nos beijar. Toda a raiva que eu tinha sentido dele tinha passado, e eu só queria muito ter aquele homem de novo. Nossa, e que beijo! Foi intenso, eu sinto uma atração por aquele macho que não sei explicar; então, enquanto o beijava, comecei a abrir a sua camisa. Ele tem um peitoral definido, sem exageros; ele é peludo, mas raspa os pelos, e eles já estavam um pouco crescidos, eram fartos e me dava muito tesão passar a mão naquele seu peito. Ele estava todo submisso para mim, e eu comecei a beijar o seu pescoço; nossa, ele transpirava, estava calor, e eu fui descendo, abri totalmente a sua camisa e mordisquei o seu mamilo direito, depois o esquerdo, e ele gemeu.

- Aí, Martins, assim tu me deixas louco!

Não falei nada e fui descendo, lambi toda a sua barriga até chegar ao umbigo; nossa, como eu agora tenho tesão por outros caras, e que cara aquele homem!

Em seguida, desabotoei suas calças; ele me observava. Baixei-as, joguei-as fora e ele ficou só de cueca; estava já bem teso, o pau dele quase saía para fora. Eu, então, beijei as suas pernas, que, tal como o seu peito, tinham os pelos raspados, mas já crescidos; subi pelas suas coxas sempre lambendo e beijando e depois agarrei o volume do seu pau.

- Está pegando fogo, meu tenente.

- Caralho, eu não sei o que tu fazes comigo, mas tu me deixas assim.

Sorri e abaixei a sua cueca e aquela sua rola enorme apareceu na minha frente; agarrei nela, a minha mão ficou bem cheia, nossa, até me cresceu água na boca. Puxei a pele para trás e apareceu aquela cabecinha vermelhinha, dei uma chupadinha, porra, como estava gostosa, e ele gemeu:

- Uhmmmm, nossa, Martins!

Comecei então a sugá-lo, chupava aquela cabecinha e depois a engoli; a minha boca ficava preenchida e eu tentava sugar o máximo daquela vara, mas é enorme, até que o meu tenente deu uma ajuda, segurou na minha cabeça e começou a forçá-la contra o seu pau.

- Engole ele todo, engole!

Nossa, quase me faltou o ar e ele foi forçando a minha cabeça e engoli quase a totalidade daquela pirocona, senti ela bem no fundo da minha garganta; ele olhou para mim, quando estava com ela quase toda engolida:

- Que tesão, Martins!

O tenentão começou, então, a foder a minha boquinha; eu sofria, tentava não engasgar, mas aquilo me dava muito tesão. Botei o meu pau para fora e comecei a me punhetar; nossa, me sentia dele ali, de joelhos à sua frente, mamando-o.

Passado algum tempo, ele tirou o pau da minha boca e beijou-me, um beijo demorado; a minha boca sabia ao seu pau, ele gostava. Quando terminamos o beijo, eu me levantei.

- Tu és um homem tesudo demais, meu tenente.

- Tesudo és tu, caralho!

Empurrei-o de leve, ele ficou sentado, eu subi nele, sentei-me e comecei a beijá-lo; os nossos peitorais roçavam um no outro e ele, naturalmente, levou suas mãos grossas à minha bunda; meu cu piscou na hora, e falei no ouvido dele, bem safado:

- Quero te ter todo dentro de mim.

- Sou todo teu, Martins.

Voltamos a nos beijar; quando terminamos o beijo, eu agarrei no seu pau e ajeitei-o até o meu buraquinho ficar encaixado nele e comecei a sentar; não resisti e gemi:

- Ai, porra, como tu és cabeçudo!

- É, e tu gostas?

- Adoro, mas essa picona vai me arrebentar todo... - Forcei mais e a cabeça entrou toda. - Ai, nossaaaaaa, uhmmmmmm…

- Issooooooo... Senta devagarinho que tu aguentas tudo.

- Aahhhhh, caralhooooo, como és pirocudo!

Desci devagarinho e aquela geba entrou toda, uhm, sentia-me totalmente preenchido e comecei a cavalgá-lo.

- Isso, seu safadinho.

- Ai, que delícia de piroca - e começamos a nos beijar, nossa, que tesão gostoso que sentíamos um pelo outro.

Comecei devagar, mas em pouco tempo já estava descendo bem rápido, entregue àquele prazer. Sentia o meu cuzinho todo arreganhado, mas nunca tinha sentido um tesão assim.

— Aí, porra! Que tesão!

— Meu pau é bom, né?

— É bom para caralho.

— Que tesão te foder, Martins.

Ele me segurou bem forte e levantou-se, levando-me junto com ele, me deitando onde ele estava sentado, sem nunca tirar o pau de dentro de mim. Fiquei totalmente entregue, com as pernas bem abertas. Olhamos um para o outro e demos um beijo foda.

— Que tesão poder te olhar assim…

Ele começou a meter e meu pau babou na hora.

— Aiiiiii.... porra, Oliveira!

— Geme, safadinho gostoso, geme! Vou te fazer gozar com o meu pau assim.

— Caralho, a me foderes desse jeito eu gozo mesmo, e vai ser rápido.

— Ah, gostas do teu tenente te dando essa piroca assim? — Ele tirava tudo e enfiava de um jeito muito gostoso. Nossa, o pau dele, além de grande e grosso, causava uma fricção deliciosa no meu botãozinho.

— Aaaiiii, porra, eu não aguento!

— Que bom, porque quem não aguenta mais sou eu. É tesão demais foder um cara como tu assim.

Ele ficou bem selvagem e começou a socar o meu cu com força, e porra, era prazer demais para mim.

- Aiiiii, porra, caralho! Vou gozar!

Nem precisei tocar no meu pau; o primeiro jato saiu disparado, saiu bem forte e grosso, para o meu peito.

- Goza, seu safadinho... que tesão, caralho! Uhmmmm…

Foda-se, ele não parava de me socar, estava a ter uma das melhores gozadas da minha vida e logo sinto o meu tenentão soltar o primeiro jato de porra dentro de mim, e eu estava gozando muito, aquele momento foi perfeito!

- Aiiiii, caralho! Que tesão, meu tenente!

- Puta que pariu, uhmmmmm…

Gozamos muito os dois. Quando ele terminou, caiu sobre o meu peito e ficamos assim até o pau dele começar a amolecer dentro de mim. Só passado algum tempo ele olhou para o meu rosto, satisfeito:

- Porra, Martins, ninguém consegue me fazer gozar assim tão gostoso. Tu és bom demais.

— Você também, meu tenente, que tesão do caralho.

Ele veio para cima de mim e começou a me beijar. Que química nós temos! O beijo foi intenso e demorado, e meu pau endureceu de novo; ele logo o agarrou.

— Uhmmmm, já estás duro de novo, meu recruta gostoso? — O safadão do tenente comia o meu pau com os olhos.

— É tudo tesão, tesão por ti, meu tenente — eu disse, dando uma palmada na bunda dele. — Estás cheio de vontade de dar para mim, né, seu safado?

— Nem imaginas. Todos os dias bato uma punheta lembrando de como tu me comeste gostoso naquele chuveiro.

— Estás cheio de sorte, meu tenente, porque eu estou cheio de vontade de te comer também.

— És um safado... mas és um safado que eu adoro.

Agarrei na cabeça dele e beijei-o, um beijo de língua bem molhado e demorado; depois, ele começou a beijar o meu pescoço bem devagarinho, descendo cada vez mais, até chegar aos meus mamilos. Ele chupou cada um deles e depois, aquele tesão de homem, começou a lamber a minha barriga e o meu peito, que estavam cobertos de porra. Ele começou a lamber cada gotinha e eu, bem safado, agarrei nos cabelos dele e fiz com que ele olhasse nos meus olhos:

— Gostas do leitinho do teu macho, é?

— Adoro.

— Então deixa o meu peito e a minha barriga bem limpos.

— Com todo o prazer, meu macho.

Nossa, fiquei a observá-lo, o meu tenentão limpou tudo muito bem, o cara gostava mesmo de leite; depois continuou baixando, sempre lambendo o meu corpo todo, até que, claro, chegou ao meu pau e abocanhou-o logo todo.

— Uhmm, como está gostosa esta tua piroca — o safado estava todo satisfeito.

— Tenente safado, eu já te dou o que tu gostas — levantei-me e empurrei-o para trás. — De quatro, seu viado. — Ao contrário de mim, eu sabia que ele gostava de ser tratado assim.

O tenente prontamente se colocou de quatro ali no meio do chão. Que tesão vê-lo assim, com as mãos apoiadas no chão e aquela bunda toda arrebitada para mim.

— Sou teu, Martins — eu, bem sacana, dei um tapa naquela bunda gostosa.

— É meu o quê?

— Teu viado, meu macho.

— É assim que gosto de ti, bem obediente.

Segurei forte na cintura dele e, de cócoras, posicionei o meu pau naquele cuzinho dele. Caralho, como piscava aquele cu, e forcei a cabeça para entrar.

- Ai, porra!

- Que tesão, estás tão apertadinho, caralho.

- Passa um pouco de cuspe, passa.

- Nada disso, vai assim a seco.

Deslizei e o meu pau entrou mais de metade.

- Ai, porra! - O gemido dele foi mais de prazer do que de reclamação.

- Caralho, está muito apertado, não tens andado a dar o cu?

- Tenho andado deprimido, só tu para me alegrares de novo.

- Então toma - e enfiei tudo.

- Ai, caralho!

- És um tesão, porra.

Segurei a cintura dele com força e comecei a socar; nossa, aquele cuzinho podia estar bem apertado, mas aguentava bem o meu pau.

— Aaaai, Martins, porra, como está bom! Aaaaiiiiii, porra, fodes-me como ninguém, uhmm…

Agarrei-o pelos cabelos e puxei a cabeça dele para trás, curvei-me e dei-lhe um beijo.

— Tu deixas-me louco.

— Acho que vou gozar logo, Martins.

— Caralho, mas ainda agora comecei a te foder!

— Andava louco para te ter assim, meu macho — e dei-lhe uma estocada forte. — Aaaai, porraaaaa!

— Safado, se queres gozar, goza, goza bem gostoso na socada do teu macho.

Abrandei de propósito e passei a tirar o meu pau devagar e a metê-lo bem rápido e com força, e levei o meu tenente à loucura.

- Ai, que eu assim não me aguento!

O meu tenentão ia começar a gozar. Ai, que delícia, o pauzão dele começou a sujar o chão todo. O meu tenente continuava com as duas mãos apoiadas no chão, gemendo bem alto de prazer, e o seu picão a jorrar muito leitinho.

- Caralho, isso goza, viado!

- Aii, meu macho fodilhão do caralho, hummm…

Deixei-o gozar bem; o meu tenente jorrou um monte leite, depois saí de dentro dele e fiquei de pé.

- Vem me chupar. - Ele já vinha me chupar, mas eu resolvi ser bem filho da puta com ele. - Mas primeiro limpa a tua porra do chão.

Caralho, o cara começou a lamber a própria porra do chão e lambeu tudo. Nossa, como era possível um cara daqueles ser tão submisso? Eu me punhetava que nem um louco a ver aquilo.

- Está bem limpo, meu macho?

- Está, agora vem me fazer gozar.

Aquele homem veio de joelhos na minha frente, agarrou no meu pau e começou a me chupar, e eu, bem sacana, agarrei na cabeça dele e comecei a foder aquela sua boca gulosa.

- Caralho, que delícia de boca!

Eu enfiava a minha vara toda naquela boca e ia até ao fundo da sua garganta; os seus olhos até lacrimejavam, mas ele não engasgava e, em pouco tempo, eu já estava pronto para encher a sua boca de leite.

- Vou gozar, caralho!

Hum, porra, que delícia! Comecei a gozar e aquele macho tomou o meu leitinho todo, ficou a mamar até a última gota de leite sair do meu pau. Depois, olhou para mim todo satisfeito, ainda de joelhos.

- Tu és perfeito, recruta.

- Chegue aqui, meu tenente.

Demos um beijo bem demorado, depois deitamo-nos e adormecemos agarradinhos. Foi um dia muito bem passado com aquele homem e fiquei feliz por me ter reconciliado com ele; conversamos e fodemos muito naquele domingo e o Basil tinha razão: ele é mesmo uma boa pessoa.

E assim tinham se passado três meses da minha recruta; foram três meses de fodas incríveis e impensáveis que tive ali. Agora, seguiam-se cinco dias de folga, e eu estava tão ansioso por isso...

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Comentários

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O que será que vem nesses dias de folga hein?? Hehehe

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Nossa que tesão! Parece que quanto maior patente e mais machao o cara é, mais tesudo o conto fica. Muito bom! Será que nesses 5 dias de folga ele vai ficar sem transar com outros caras? Seria interessante vê-lo dando um perdido pra transar com esses gostosos do quartel.

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Você num quartel desse não teria descanso né seu safado?? Ia querer rola todo dia hehehe

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