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Seduziu minha mulher? Agora aguenta, mané! - Parte 1

Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Heterossexual
Contém 4342 palavras
Data: 02/10/2026 16:51:50
Última revisão: 02/10/2026 16:55:23

- Você tem certeza mesmo de que vai fazer isso?

- Isso o quê!?

- Uai! Se mudar para São Paulo. O que mais?... - insistiu o pai de Fabinho, enquanto ainda o assistia fazendo as malas. - Morar lá não é como morar aqui não, menino! Lá, o risco é muito maior de…

- De eu ser assaltado? - interrompeu Fabinho. - Eu sei. Já pensei em tudo. Tem o risco, mas também tem uma chance muito maior de eu crescer na minha profissão.

- Eu sei, mas… - o homem se sentou na beirada da cama, abatido. - A gente conhece tanta gente por aqui. Eu posso conseguir algo para você trabalhar. Talvez no escritório do Tinoco…

- Dr. Tinoco!? Aquele senhorzinho do final da rua, atrás da padaria do Zé Doce, filho da Dona Francisca? Pelo amor de Deus, né, papai! Aquele senhorzinho vive na década passada. Aliás, ele já passou da hora de aposentar.

- Mas ele conhece uns velhinhos. Não falta causa para ele…

- Papai, relaxa! Eu já pesei os prós e contras. Já arrumei um emprego. Já aluguei um flat. Vou começar devagar, mas vou crescer. E não vou ficar dando bandeira na rua ou em lugar perigoso. Deixa comigo que eu me garanto, seu Bastião, e…

Ouviram um lamento vindo da cozinha e Fabinho já imaginou ser a mãe, inconformada com a partida do filho único:

- Melhor o senhor ir acalmar a mamãe antes que ela passe mal. Eu preciso ir embora ainda hoje para me ajeitar e começar no trabalho amanhã. Tudo o que não preciso é que ela tenha um piripaque e me atrapalhe.

O pai se levantou e foi para a cozinha. Fabinho não conseguia entender o que conversavam, mas a chegada do homem foi o suficiente para fazê-la parar com aquele chororô.

Ele continuou encaixotando as coisas... O restante delas, pois boa parte já havia enviado num fretado, além de outras tantas que já estavam no carro. Quando terminou, saiu do quarto com duas malas apenas e viu a mãe começar a chorar novamente:

- Pelo amor de Deus!… De novo!?

Ela parou de chorar rápido e veio tentar pegar uma das malas. Fabinho pensou que ela quisesse segurá-lo à força, mas era o contrário.

- Eu ajudo a levar… - disse ela com a voz sofrida.

- Está pesada, mamãe. Deixa que eu levo.

Ela soltou a mala, mas olhou de uma forma para o marido que o fez vir correndo em auxílio. Acostumado à lida na roça, o pai pegou as duas malas como se fossem meia e já saiu andando daquele jeito divertido dele para fora, na direção do carro. Fabinho não conseguiu alcançá-lo, pois a mãe se agarrou nele:

- Tem certeza?

- Tenho, dona Chica da Mariana. Já passou da hora de eu sair do ninho.

- Espero que ocê não esteja fazendo isso só por causa de namorada bonita…

O pai já vinha entrando, certamente porque o carro ainda estava trancado - e ouviu parte da conversa:

- Claro que não somente por causa dela, mas é claro que ela é boa parte da motivação. Afinal, morenona bonita, formosa que nem aquela…

Ele nem completou a frase, calado por um simples olhar da mulher. Fabinho precisava falar algo ou vinha discussão daquelas:

- Mãe… Mamãe… A Sonnynha não é o motivo pelo qual estou indo. Mas é muito bom saber que não estarei sozinho lá, não concorda?

- Ocês são só namorados, Fabinho! E se não der certo?

- Uai! Se não der certo com ela, arranjo outra? Mulher não deve faltar lá em São Paulo. Né, não, seu Bastião?

- É… - concordou o pai, coçando o queixo, só para se enrolar. - Né… Não sei. Sei não. Conheço muita gente daquelas banda não. Eu… Melhor ir guardar as malas no carro. Cadê as chaves?

Fabinho jogou as chaves para ele, que saiu ligeiro, fugindo de um olhar inquisitório da mãe. Aliás, os dois foram logo atrás, abraçados, grudados. Ficaram observando o homem entuchar as malas no porta-malas do Uninho. Quando ele finalmente fechou o porta-malas, veio em direção aos dois, balançando as chaves:

- Certeza mesmo? Ainda dá pra gente levar tudo para dentro…

- Eu vou. Já decidi.

- Ah, mas não vai mesmo, não sem tomar um cafezinho com bolo de milho verde que eu tirei do forno “agorin mes”. - retrucou a mãe.

- Bolo de milho… verde? - perguntou Fabinho, olhando para ela. - Daquele “cremosin” por dentro?

- Esse! E o café lá do Nhô Lau… - complementou o pai.

- Isso é sacanagem! Cês vão me atrasar…

- Atrasa nada, menino! E ocê não vai fazer uma desfeita dessa para os seus pais, vai? - insistiu a mãe.

Vencido, Fabinho entrou em casa. O que era meia hora, ou uma inteira de atraso, se ele pudesse acalentar um pouco mais os corações dos seus combalidos pais.

[...]

Longe dali, na metrópole de São Paulo, uma garoa insistente não parava de cair desde o início da manhã, denunciando que seria outro dia úmido na vida de Sonnynha.

Ela havia acabado de entrar no hospital universitário, onde iniciaria outra jornada de seu estágio no curso de Enfermagem. Já estava toda paramentada, vestida, pronta para o início, quando ouviu um assobio dentro da sala de descanso, contígua ao vestiário masculino e feminino. Olhou na direção e viu Maurício, um médico novato que não lhe dava paz.

Ela fez um bico de inconformismo e negou ir em sua direção, mesmo com o insistente dedo dele a chamando. Não aguentou muito e se aproximou:

- O que você quer?

- Oras... Só um bom dia. – Disse ele, sorrindo: - Meu dia nunca é bom sem um sorriso seu.

- Maurício, a gente tá dando muita bandeira. Daqui a pouco alguém pega a gente e vamos nos ferrar!

- Pega nada. – Ele a olhou de cima a baixo e sorriu ainda mais: - Se bem que a ideia de pegar é realmente tentadora.

- Nem vem! Tenho estágio e um tanto de relatório para preencher hoje.

- Só um beijinho...

- Tá louco!?

- Só um, Sonnynha. Caramba!...

- Não.

- Ah...

- Tá bom. Rapidinho.

Sonnynha lhe deu um selinho que não foi tão rápido porque ele a puxou pela cintura e enfiou a língua dentro da boca dela. Ela se assustou e deu alguns tapas em seu ombro, fazendo ele a largar. Olharam em volta e não viram ninguém. Ela se ajeitou e saiu andando, praticamente rebolando. Maurício não conseguiu desgrudar os olhos daquelas ancas redondas e durinhas enquanto elas se afastavam. E Sonnynha viu. E sorriu.

Como ela dissera, foi um dia especialmente tenso, trabalhoso e chato. Muitos relatórios do estágio para preencher, atendimentos para auxiliar, médicos ranzinzas para suportar. Já na hora do almoço, ela mal podia esperar para ir embora. Coincidiu de sua tia, Mercedes, a chefe das enfermeiras, estar no refeitório no mesmo horário. Sentaram na mesma mesa, bem na hora em que Maurício entrou, se aproximou, cumprimentou ambas e acariciou discretamente o ombro de Sonnynha. Não foi tão discreto assim, tanto que, assim que se afastou, ela foi direta:

- Você não está namorando?

- Ué!? Tô tia. Você sabe...

- E o que foi isso então?

- Isso... o quê?

- Sério que você vai tentar jogar essa para cima de mim, Sonnynha. Eu vi! Desembucha.

Sonnynha olhou rapidamente para o seu prato, mas sabia que não conseguiria comer em paz enquanto não falasse:

- Não é nada, tia. O Maurício encarnou em mim. Tá me paquerando direto. Só isso...

- Só... isso... Só isso!? Só isso, o caramba, Sonnynha! – Mercedes elevou o tom e baixou o rosto em seguida para não chamar ainda mais a atenção: - Isso é assédio! Se ele está tentando algo contra a sua vontade, é claro.

- É claro... – Concordou Sonnynha.

Mercedes aguardou. Aguardou... Aguardou... E nada da Sonnynha falar:

- E então!? É isso ou não é isso?

- O quê?

- O assédio, caramba! Ele está te assediando?

Sonnynha olhou rapidamente em volta, não na direção do Maurício. Então, balançou a cabeça negativamente. As forças do destino pareceram transferir a mesma força cinética para a cabeça de Mercedes que começou a balançar negativamente a sua:

- Você está traindo o Fabinho?

- Não, tia, eu... não...

- So... ninha! O Fabinho é primo do teu tio. Foi a gente que apresentou vocês dois. Como você me faz uma dessas, menina?

- Tia, a gente não tem nada...

- Você não tem nada com o Fabinho? – Mercedes se surpreendeu: - Como não tem nada!? Vocês estão namorando.

- Nããão! Eu disse que não tenho nada com o Maurício...

Mercedes suspirou profundamente. Não tinha motivos para duvidar da sobrinha, mas também não tinha para acreditar apenas em suas palavras. Terminaram o almoço ainda falando sobre o namoro. Depois, falaram sobre um caso específico previsto para a tarde.

Na saída do refeitório, Maurício se aproximou:

- A galera vai no Teodoro’s hoje, Sonnynha. Topa?

- Obrigada, Maurício, mas não dá. Eu tô namorando... Lembra? – Disse olhando rapidamente na direção da tia.

- É! Ela tá namorando, sabe? – Mercedes insistiu.

- Ué! Mas... amigos também não podem sair, conversar, se divertir? – Disse Maurício, tentando despistar, jogando um charme para Mercedes.

Mas Mercedes já era mulher madura, vivida, casada e suficientemente esperta para ler através dos sinais. E o que ela viu não lhe agradou nada:

- Mulher comprometida não tem amigo homem. – Disse, olhando de Maurício para Sonnynha, e novamente para ele: - E homem de verdade, não dá em cima de mulher comprometida.

O som do sistema interno chamou pelo nome de Maurício que acabou se despedindo e saindo sem conseguir falar a sós com Sonnynha. Assim que ele sumiu no corredor, Mercedes foi clara:

- Não me envergonha... Não envergonha a nossa família! Se você está de casinho com esse Mauricinho aí, termina com o Fabinho. Melhor seria nem ter começado. Isso é coisa de gente covarde...

- Credo, tia! Não tenho nada com o Maurício. Já disse...

- Então se afasta dele, porque ele pensa diferente.

[...]

A meio caminho de São Paulo, um fumegante Uninho conseguia entrar num posto de abastecimento. Melhor seria dizer que se arrastava. Fabinho parou num canto e abriu a tampa do motor de onde a fumaça se multiplicava. Um frentista se aproximou:

- Ferveu aí, amigo?

- Esse carro é meio complicado... Tava bonzinho hoje de manhã e agora está parecendo uma Maria Fumaça.

O frentista olhou rapidamente no motor, mexeu em algumas partes e diagnosticou:

- A mangueira de alimentação do radiador furou. Tem líquido caindo no motor, por isso esse fumação. Sorte sua que Uno é o novo Fusca: Basta um rolo de arame e um alicate, que se conserta quase tudo.

- Então não é sério?

- Sério nada... Tá vendo ali, ó... – Indicou uma mangueira: - Tá gotejando. Eu não tenho ela para trocar, mas acho que tem um pedaço de borracha. Vou pingar uma cola no buraco, dar umas voltas de mangueira nela, e acho que resolve a sua situação. Pelo menos até a próxima cidade. Tá indo para onde?

- São Paulo...

- Acho que aguenta. Espera aí que já volto.

Ele foi e voltou rapidamente. E como disse, ele fez. Enquanto isso, Fabinho observava:

- Qual seu nome, cara?

- Vicente. Os amigos me chamam de Vicentavo...

- Vicentavo?

- É... Coisa de infância. – Ele apertou duas voltas de arame, sobre a borracha amarrada: - Você usa água ou liquido de arrefecimento?

Fabinho deu de ombros, pois não entendia nada do que ele falava, fazendo Vicentavo riu:

- Tá com água. Então, vamos com... água?

- Faz o que achar melhor, Vicente. Se o certo é esse tão líquido, pode ser também.

- Joia!

Vicente foi e voltou com dois litros de um líquido avermelhado. Encheu o reservatório:

- Dá partida lá, patrão. Vamos ver se resolveu.

Fabinho ligou o Uno e saiu para observar o motor. Nenhuma gota caiu. Ficaram minutos observando, quase 5 minutos, e nada. Vicente havia salvado o dia.

Fabinho fechou a tampa do motor e levou o Uno para abastecer. Depois, ainda dei uma boa gorjeta para o Vicente, agradecendo bastante sua ajuda:

- Foi nada, irmão. Quem tem carro velho, tem que se ajudar.

Fabinho riu da sua piada e lhe deu um cartão de visita. Despediram-se e ele seguiu viagem.

Uma hora depois, Fabinho entrava em São Paulo. Em sua face, um sorriso sincero. Foi direto para seu flat, onde finalizou os procedimentos e recebeu as chaves. Descarregou o Uno em minutos, pois queria tentar fazer uma surpresa para Sonnynha no hospital, afinal, ela ainda não sabia que ele se mudaria para São Paulo. O fretado só chegaria em dois dias, mas assim que ele saísse do hospital com ela, compraria alguns mantimentos. O resto, organizaria com os dias.

Tomou uma ducha rápida e vestiu uma roupa social. Afinal, se era advogado, precisava se apresentar acima da média. Colocou uma calça social azul marinho, uma camisa azul bebê, gravata de listra em tons de azul, sapatos pretos brilhantes e um perfume discreto, mas perceptível. Sorriu para sua própria imagem e saiu.

Na rua, o bom senso gritou. Abriu a tampa do motor só para confirmar que o trabalho de Vicente estava lá, firme, funcionando direito. Seguiu para o hospital, mas parou numa floricultura no caminho. Uma jovem de cabelos ruivos o atendeu:

- Procurando algo especial?

- Eu queria um buquê. Nada muito grande, mas também não pequeno. É uma surpresa que vou fazer no trabalho dela.

- Namorada, noiva ou esposa?

- Namorada. Coisa séria...

- Então, vamos de rosas vermelhas. Paixão é tudo no começo.

Rapidamente ela escolheu uma dúzia de lindos botões de rosa, mais algumas outras secas... Enfim, montou um lindo buquê. Fabinho saiu de lá feliz da vida, imaginando a cara de Sonnynha com sua chegada.

Ele chegou ao hospital e estacionou meio longe da entrada principal. Foi andando debaixo de garoa até acessar o prédio. Não queriam deixa-lo entrar. Mas o poder da gravata, garantiu acesso. Ainda assim, teve que fazer a identificação na portaria e pegar um crachá de visitante:

- Sei não quem é ela, doutor. Mas vários funcionários estão em horário de café. Talvez o refeitório seja um bom primeiro local para o senhor a procurar. – Disse o segurança quando Fabinho perguntou onde poderia encontrar Sonnynha: - Senão terá que perguntar na sala dos enfermeiros.

Indicada a direção, Fabinho começou a andar. E andou. Muito. Quando chegou na porta do refeitório, começou a olhar para dentro, procurando um rosto conhecido. E viu. Ao longe, Sonnynha conversava animadamente com duas outras moças, segurando um copo descartável.

Fabinho sentiu o coração acelerar. Ele quase podia sentir o cheiro gostoso daquele xampu que ela usava nos longos cabelos cacheados. Quando estava para entrar, um grupo de três homens entrou, esbarrando nele:

- Foi mal aí, irmão. – Disse um deles.

Outro olhou em sua mão e viu o buquê. Sorriu, mas nada disse. O grupo seguiu até uma garrafa de café, se serviu e foi na direção de Sonnynha e das amigas. Logo, o grupo se aproximou e começou a interagir um com o outro. Mais do que isso. A mão de um deles segurou na cintura de Sonnynha, não de forma ostensiva, mas... carinhosa. Fabinho, que havia dado um passo para dentro do refeitório, recuou, e observou.

O rapaz que alisava a cintura de Sonnynha disse algo em seu ouvido, baixo certamente para outros não ouvirem, mas alto o suficiente para chamar a atenção dela, que o encarou com aqueles lindos olhos negros arregalados. Fabinho não sabia o que ele havia falado, mas foi o suficiente para fazê-la aceitar um beijo na boca. Não foi um selinho, mas também não foi um beijo íntimo. Foi só... um beijo. Nem rápido o bastante, nem lento o suficiente.

Fabinho esperou que um tapa voasse da mão de Sonnynha no rosto daquele abusado. E assim que ela o fizesse, ele entraria e o esfregaria no chão do refeitório. Mas, o tapa não veio. Ao invés disso, veio um sorriso e uma reclamação seguida de uma expressão que ele interpretou como uma “dura”. Fabinho recuou outro passo e viu uma lixeira redonda ao seu lado. Não pensou duas vezes e colocou o buquê ali, saindo pelo mesmo corredor por onde havia entrado.

Uma enfermeira que vinha na direção contrária naturalmente estranhou aquele objeto lindo na lixeira. Olhou rapidamente para Fabinho que se afastava a passos largos e depois pegou o buquê do lixo. Nele, um bilhetinho. Neste, um nome: Sonnynha. Ela já imaginou de imediato o que havia acontecido, mesmo assim levou o buquê para dentro do refeitório:

- UHUUUUU! – Alguém gritou.

Todos se viraram para ela com o buquê nas mãos e aplaudiram. Ela sorriu, mas logo ficou séria novamente:

- Tem alguma Soninha aqui?

Quatro moças levantaram as mãos e a encararam, surpresas, duas até mesmo assustadas:

- Quantas tem dois “n” e “y” no nome?

Apenas uma levantou a mão e todos... simplesmente todos... a encararam. A enfermeira levantou o buquê na direção dela. Sonnynha encarou Maurício que já se adiantou:

- Não fui eu!

Sonnynha se aproximou e a enfermeira falou:

- Acho que é pra você. – Indicou o cartão.

Sonnynha pegou e leu uma mensagem bonita... inesperadamente bonita:

“Que hoje seja o meio mais bonito de algo que se iniciou há meses, mas que, para mim, durará uma eternidade.”

Ela não reconheceu de imediato a letra. Mas uma impressão a incomodou. Mais do que isso, a assustou:

- Mas quem?

- Não conheço, mas acabou de sair por ali. Um moreno, mais alto que você, cabelo curtinho, rosto liso, vestido de roupa social e gravata.

A cada palavra... A cada descrição... A surpresa no rosto de Sonnynha aumentava cada vez mais. Maurício se aproximou e leu o bilhete por sobre o ombro dela:

- Então... Quem é o meu concorrente?

Sonnynha sabia, mas não acreditava. Afinal, seu namorado morava há vários quilômetros de distância. Ela empurrou o buquê no peito de Maurício, pegou a enfermeira pela mão e a arrastou junto de si, pedindo mais detalhes, orientações, uma direção, talvez uma certeza de que era um engano.

Ela seguiram pelo corredor, mas este logo se bifurcou em três. Pediram informações, mas ninguém havia visto nada. Mercedes vinha com uma pasta na mão e viu o horror estampado no rosto da sobrinha:

- O que foi? Parece que viu um fantasma...

- Fabinho...

- O que tem ele? Aconteceu alguma coisa?

- Ele... estava aqui.

- Aqui!? Impossível...

A enfermeira que auxiliava Sonnynha viu tratar-se de assunto familiar e se despediu, saindo de lado. Sonnynha então explicou tudo, o buquê, o bilhete, que mostrou para Mercedes, e principalmente onde a enfermeira disse que o encontrou:

- E... por que ele faria isso, vir aqui com um buquê e jogá-lo na lixeira?

- Maurício... Ele...

Mercedes bufou e bateu a mão na própria anca, como um tapa, como se o som pudesse despertar a sobrinha:

- Eu falei que esse Maurício queria algo. O que ele fez agora?

- Nada! Ele... A gente estava num grupo, conversando, e ele me deu um beijo na bochecha. Só isso.

- Só... isso... – Mercedes respirou profundamente: - A sua sorte é que eu acho quase impossível ser o Fábio. Afinal, ele mora e trabalha longe, e... Por que você não liga para ele?

[...]

Pouco minutos antes, Fabinho saía de forma afobada do hospital, entrava em seu Uno e batia com força no volante:

- Não acredito... – Sorriu sarcasticamente para si mesmo: - Mudo pra cá, só para descobrir que estou sendo traído. Que maravilha!...

Deu partida em seu “bólido” e arrancou pela avenidas e ruas. Logo, uma ligação chegava em seu celular. Ele olhou a tela apenas para ver que seu buquê provavelmente já havia sido encontrado, pois o nome era familiar até demais: Sonnynha! Se bem que nenhum dos amigos, parentes, nem mesmo ela sabia de sua mudança repentina. Era um segredo. Era uma surpresa para ela. Algo para eles comemorarem juntos.

Ele ignorou a chamada e continuou dirigindo. Outra veio logo após. E outra. Depois, uma mensagem que o aplicativo leu em voz alta para ele:

“Fabinho, sou eu. Me liga assim que puder. Preciso falar com você.”

Em vinte minutos, Fabinho entrava novamente em seu flat. Mas ele não ligou. Ao invés disso, colocou o celular no mudo e foi se deitar. Minutos depois se levantou, dando uma dura em si mesmo:

- Foda-se! Mudei, não mudei? Vou fazer dar certo, mesmo que seja sozinho.

Ele começou a organizar suas coisas, roupas, livros, notebook. Também desceu e foi comer um lanche num bar meio suspeito não muito longe de seu flat. Lembrou-se do conselho de um antigo professor: “Sempre que estiver num lugar novo, seja amigo dos bons, mas nunca inimigo dos maus. Se possível, seja amigo deles também.” Foi assim que, ali naquele bar, comendo uma coxinha de urubu, como brincou o comerciante, conheceu alguns fregueses de nomes estranhos: Valdão, Nico, Pé Preto, Madeira e Vintão.

Não conhecia ninguém, mas quando pediu sua coxinha e uma cerveja, vendo que eles o observavam, ofereceu uma rodada por sua conta. Foi o suficiente para eles o chamarem para perto e começarem a especular. Uma rodada se transformou em duas. Logo, alternavam os pagadores. A coxinha virou uma porção de torresmo. O torresmo virou uma carne de panela com batatas. E o dia se transformou em noite.

Durante as conversas, acabou confidenciando para aqueles estranhos que havia acabado de descobrir um chifre. O melhor dos conselhos veio do Nico que recebeu: Esquece a vadia, mulher é o que não falta. Se quiser afogar as mágoas, conheço umas primas que vão te levar até o céu. Mas vai sem carteira, ou elas te arrastam para o inferno. O pior veio do Vintão: Se me pagar vintão, eu apago a vadia e o talarico. Só me dar a fita, que eu faço o resto.

Claro que o Fabinho recusou ambas as propostas, mas não dispensou as primas. Talvez num outro dia... Ele voltou para o flat quando já eram quase 21:00. Não estava bêbado, mas estava longe de estar sóbrio. No final, até mesmo ele havia ganhado um apelido ali entre aqueles personagens insólitos. Agora ele era o Doutorzinho.

Ele mal entrou no apartamento, jogou-se na cama e apagou.

No dia seguinte, acordou com uma baita ressaca. A cabeça parecia prestes a explodir. Mas ele tinha que se virar, afinal, era o seu primeiro dia no trabalho novo.

Tomou um banho frio. Se vestiu rapidamente, pegou o celular, as chaves e saiu sem café. Encontrou uma padaria próxima onde tomou um pingado e comeu um pão com manteiga na chapa às pressas. Enquanto fazia, olhou para o celular e viu que tinha mais de cinquenta chamadas não atendidas, além de quase cem mensagens não respondidas. Tinha da Sonnynha, do Romualdo, seu primo casado com Mercedes, de seus pais, de seu escritório... Mas uma mensagem chamou sua atenção, a de um número desconhecido:

“Lamento que tenha descoberto desse jeito. Mas é a vida. Os melhores sempre vencem. Agora, segue teu rumo que a Sonnynha já escolheu a mim.”

Fabinho sorriu. Riu depois. E ainda gargalhou. Então digitou uma resposta rápida:

Fabinho – “Faça bom proveito. Você não roubou minha mulher. Você me aliviou de um problema.”

Bloqueou o número e tomou seu café. Aproveitou para ligar para seus pais e os tranquilizar, dizendo a verdade, que havia bebido um pouco a mais e apagado:

- A Mercedes ligou aqui perguntando de você. Eu... não contei da sua mudança, porque você disse que queria fazer uma surpresa. Ainda não encontrou a Sonnynha?

- Não, papai, ainda não a encontrei. – Disse uma meia verdade: - Estava ocupado com a mudança e estou indo para o escritório daqui a pouco.

- Aconteceu alguma coisa aí, Fábio?

Fabinho não queria dar o braço a torcer:

- Sempre acontece alguma coisa em São Paulo, seu Bastião. Mas fica tranquilo: Eu estou bem!

- Tá... – Seu pai ficou em silêncio por um instante, mas logo soltou: - A Sonnynha também ligou... O que eu falo para ela se ela ligar novamente?

- Diga... – Fabinho pensou, mas nenhuma resposta surgiu: - Diga que eu ligo pra ela. É o melhor...

Fabinho terminou seu café da manhã e partiu para o centro, onde começara a trabalhar na suntuosa bancada do Alírio Filho e Neto Advogados. Estacionou mais longe do prédio, afinal, seu carro não era tão digno. Mas tão logo entrou, foi recebido enormemente bem. Sentia-se até deslocado com a forma cordial e curiosa com que lhe tratavam, mais ainda quando o próprio Alírio Sandoval Sampaio Alves Filho, o grande chefe, veio recebe-lo pessoalmente:

- Tu vens muito bem indicado por teu professor, caro doutor Fábio Silva.

- Só tenho a agradecer pela oportunidade, doutor. Espero não decepcionar.

- E não vai. – Outra voz surgiu no corredor, estridente, mas conhecida: - Fala aí, Fabinho. Então, decidiu mesmo vir?

Era Netinho, filho do dono do escritório, atualmente um dos sócios, seu ex colega de faculdade:

- Uai! Você falou que eu poderia vir, não falou?

- Falei... Demais até. – Ele abraçou Fabinho e depois o encarou: - Vamos lá. Vou te levar até sua sala. Posso, pai?

- Deve. – Concordou o doutor Alírio Filho: - Avisa-o que almoçaremos juntos. Doze horas está bom para ti, doutor Silva?

- Eu... é... cla-claro.

- Bendito! Vemo-nos logo mais.

Assim que o doutor Alírio Filho se afastou, o filho agarrou o pescoço de Fabinho, rindo:

- E aí, cachorrão? Junto novamente, hein? Caralho! Vai ser da hora... Sua sala fica ao lado da minha. Então, se tiver alguma dúvida ou dificuldade, entra lá que eu te ajudo. Aliás, melhor me passar um fio porque vai que você entra e me pega com uma das secretárias... Hein, hein!?

Logo, chegaram até a sala onde Fabinho trabalharia. Não era nenhum espetáculo midiático, mas era, sem dúvidas, melhor do que o escritório inteiro do doutor Tinoco. Nem bem ligou o computador e Netinho entrou novamente, trazendo uma pilha de pastas:

- Para esquentar... – Disse assim que as jogou sobre a mesa de Fabinho: - Não faz essa cara. Não é nada demais mesmo. Só preciso que dê uma lida e tente achar alguma incoerência entre os depoimentos das testemunhas de acusação na delegacia e em juízo. Estou fazendo as alegações finais e qualquer coisinha me ajudaria.

Fabinho se debruçou no trabalho. Jogar, ele não jogava e como parecia não ter sorte no amor, talvez o trabalho fosse o seu caminho. Talvez...

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 415Seguidores: 803Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Só passando para avisar que sumi porque estou com serviço acumulado.

Logo estaremos de volta, mas lá no perfil da Nanda para terminar aquele conto.

Forte abraço,

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Secretario Dodinha não voltou do feriado prolongado????

Será que ele ficou preso em alguma masmorra? Será que ele esta sofrendo com o piruzinho preso em uma gaiolinha? Será que colocaram aqueles trenzinhos na boca dele para ele não fazer fofoca?

Estou muito preocupado agora!

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Esse promete

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Prometia sim...aguardando informações do Dodinha, novo secretário do Mark e da Nanda.

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Mas o Secretário Dodinha ao invés de Secretario de Obras Pendentes tá parecendo Secretário de Obras Postadas, aí fica difícil.

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Os patrões tem que usar uma boa e eficaz solução.

Xapuletadas!!

Onde já se viu essa ineficiência? Inadmissível!

Dodinha esta atrapalhando todo o funcionamento do FUCDC!

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ALERTA MODO XAPULETADA ATIVADO.

Se manifeste PRIMEIRO FOFOQUERINHO, último aviso de alerta.

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Vamos ter paciência!

FDS prolongado, ele deve ter ido lá para aquelas paginas de BDSM pesado onde só tem gente estranha e umas festas esquisitas.

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Ele transita por vários segmentos, leva informações sigilosas para todos os lados e diz que não é fofoqueiro. Pode isso?

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Será que o Beto da Helena é o Alter Ego do Dodinha???

Ele tava aprendendo a ser espião com a Bree, será??????

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Secretário, poderia informar se o conto virá na conta do Mark ou da Nanda?????

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kkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkk

Secretário Dodinha, responde para a moça!!!

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Secretário não ele é o Maxwel Smart nosso agente secreto rsrsrsrsr

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Conto bom com tudo q galera gosta mas tá em pausa .. manda manda mesmo ..kkkkk

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ATENÇÃO PESSOAL .

Ainda estamos decidindo oque fazer , aguardem que vem supresa .

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Secretario Executivo Doda!

Por favor, decida logo!

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Todo Poderosinho Dodinha, agora ele ajuda a decidir, tá mandando mais que o Mark e a Musa Primeira Dama.

Assim eu não guento não kkkkkkk

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Esse Dodinha vai matar a Fabia do coração ainda!

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Polxa, se o conto da Nanda não sai, esse aqui poderia andar né ? Nem que fosse um capitulo dia sim e dia não.

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Chica da Mariana ? Deve ser parente de uma mineira rs

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Vc não existe meu amigo!!

Vou fazer uma campanha para vc virar personagem fixo nos contos do Mark e da Nanda!!

Sempre vai ter um Clododa nas histórias!!

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Ele é um agente infiltrado rsrsrsrs

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Será meu amigo??

To começando a achar que sua teoria tem muita lógica.

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Será uma identidade disfarçada da Helena, a mando da SINA, querendo monitorar o interesse excessivo nas citações deste Fórum a esse badalado conjunto dados e algoritmos. Será a Helena ou a própria SINA em próprios dados e metadados??????????

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Será o Mark disfarçado de Clododa?

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Tudo é possível, tudo é possível e o impossível é questão de opinião.

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O problema é que só os Loucos Sabem disso kkkkkk

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Eu não sei de nada!!

Eu souuu noormaal!!!!

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Mark, vou pedir uma licença pra você, mas preciso escrever aqui, pois os seus contos são onde a galera mais interage e que possui a maior concentração dos leitores que eu mais converso.

Escrevi um "manifesto"/ "carta" ao site sobre a questão dos autores que se utilizam de IA e de traduções, publiquei esse "manifesto" como se fosse um conto, porem ele está em análise pela administração do site.

Não sei se será publicado ou não, gostaria de esclarecer que não escrevi nada ofensivo, pedi a penas para que a administração se atentasse mais a esses autores que eu calssifiquei de "autores artificiais" e buscasse uma solução junto com os autores criativos.

Acredito que se eles de fato lerem vão entender que além da insatisfação dos autores, os leitores também estão insatisfeitos.

Peço desculpa mais uma vez por tomar espaço no seu conto para tratar desse assunto Mark.

Caso queira excluir o comentário fique a vontade.

Vou tentar não comentar mais sobre isso por aqui.

Obrigado.

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Sr. Bolseiro, eu li que você tentou publicar um Manifesto como um conto, seria o espaço ideal colocar em prática nossa colaboração, tem novidades a respeito?

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E ae Sensatez, tudo bem ?

Confesso que não sei direito mecher no site, mas acredito que encaminhei o conto de forma correta.

Pra mim ele ainda consta como em análise pela administração da página e esta aguardando para ser publicado.

Se eles lerem de fato e entenderem acho que ja é alguma coisa.

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Tranquilo Amigo Bolseiro, tomara que publiquem, seria um espaço isento e apropriado para desenvolver nossas idéias, vamos torcer, insistir e torcer novamente e insistir e ...

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Acabo de ler abaixo que disseram que jornada teve um fim, não concordo, pois lógico que o Rick voltou a procurar a Nanda para se desculpar, e apesar dela ter ficado decepcionada, no fundo, depois de analizar, vai ver que errou por ciúmes. Isso não significa que não quero que Rick se ferre e a personagem Nanda de um basta a tudo aquilo. Mas seria uma chave para continuação de um conto que foi o maior sucesso literário aqui e em outros sites.

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Se foi da minha conversa com o Sensatez não dissemos que teve fim não. O loko!! Tem muito mais do casal para ser contado.

Estávamos comparando Mark e Nanda com o casal do conto do Obetao, Beto e Manú. Lá teve um fim.

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Bom dia Fabia22, talvez eu não tenha feito me entender direito, você deve estar se referindo a frase, o "Jornada já está concretizado", isoladamente realmente pode passar a idéia de que está findado, mas na realidade é referente ao sentimento diferenciado e inexplicável de identificação com toda a Jornada descrita pelo casal, desde o Caio até o Rick, ou seja, esse meu sentimento de identificação principalmente com as emoções dessa jornada única, que já é concreto em mim, e não pelo Jornada ter chegado ao Fim, aliás como poderia ter terminado, se o Casal está aí, vivinho, com saúde e distribuindo emoções para todos os bem intencionados. Rsrsrsrs.

O Jornada é o conto mais aberto que QUALQUER outro, pois é praticamente um diário de vida do casal.

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Esqueceu do Rodeio!!!

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O rodeio digamos que seja a introdução, a estória começa a ganhar corpo e alma e começar a dizer que será totalmente especial foi no dia seguinte ao encontro com Caio, ali foi de fato, o primeiro grande teste para a Jornada de Amor do Casal.

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Concordo. Mas vc sabe que eu sou u Faraó dos detalhes né!!

Teve um capitulo, acho que o primeiro que a Nanda da sua versão, que ela diz que o casal já vinha "testando" essa nova dinâmica na vida deles. Eles saiam em baladas e Nanda já dava uns beijos em outros.

Esse capitulo foi a explicação dela de como as conversas entre o casal começou!

Ela escreve que não sabe pq Mark não contou dessas esses fatos.

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Sim eu entendo, teve até um policial feliz, mas o primeiro grande teste foi o dia seguinte ao encontro com Caio, a dinâmica proposta e as várias regras acordadas foram quebradas de uma tacada só, não foi um aventura QUALQUER, se não houvesse compreensão, bom senso, amor incondicional, resiliência, entendimento do impacto do estilo de vida proposto poderia causar, poderia ser catastrófico, apesar de ter sido resolvido rapidamente, mas foi a primeira situação difícil, mas foi resolvida pelo Marido ter se preparado psicologicamente para uma possibilidade igual ou similar acontecer.

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Eu concordo totalmente!! Caio foi o Marco Zero na vida do casal.

Mais que tudo, Mark viu ali sua parcela de culpa. Ele foi levado pelas emoções, o que com certeza lhe trouxe mais consciência para o futuro.

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Exatamente

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O engraçado é que além de aprendermos muito com eles, sofremos e muito também

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Devo confessar que o sofrimento me deu um ensinamento emocional sem comparação, a casca não ficou mais grossa , mas aumentou a maleabilidade e a resistência com essa Saga Extraordinária.

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Como já disse antes, foi o primeiro conto que li no CDC, e de uma vez só. Imagina minhas emoções???

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Bom meus amigos!

Me sinto aliviado pois calibramos nosso FUCDC para os comentários da continuação do Jornada.

Correrá tudo na mais perfeita ordem e respeito!

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Sou meio cabeça dura, não consigo ter muita flexibilidade nos meus comentários, então no Jornada, vou preferir me abster de agir como Presidente do FUCDC, prefiro agir como Fã incondicional e comentar da maneira mais estrita possível para não haver erros de interpretação, como o da Fabia22, que interpretou que eu havia decretado o fim do Jornada, chega a ser engraçado, logo eu ia querer o fim da Saga, pois acho que fica claro a minha admiração e "vontade de mais" nos meus comentários até aqui, portanto quando vier o Jornada, a máxima de Menos é Mais será meu lema absoluto.

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Concordo e aprovo sua conduta. Vimos como a passionalidade funciona no Betão comigo né!

Apoio total!!!!!

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A sim Ramsés, Jornada é especial e única, nela você vê a evolução do Mark como escritor, começa comum como várias que temos no CDC e vai evoluindo, mas as temporadas 15, 16 e 17 são magníficas. Já disse aqui, o Mark deveria fazer um conto fictício utilizando os personagens Mark, Nanda, Paulo, Rick, Iara, Denise, Marcos, etc, como foi e ainda é, pois está inacabado, Entre o amor e a paixão da Nanda, ele ficaria mais livre. O grande talento do Mark é para o drama entre os casais, e sabe colocar a safadeza muito bem. Releio as temporadas 15, 16 e 17 de Jornada todo mês, porque prefiro isso a ler outros contos bobos, mas adoro os outros contos do Mark e da Nanda, são ótimos, mas Jornada é especial. Beijo.

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Não posso concordar mais contigo!!

É tudo excepcional!!

Sempre que reli descobria uma coisinha a mais!!

Ansioso como vc e obrigado pela resposta!

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É Ramsés, infelizmente deve ser esse o conto mesmo. Fazer o que né.

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Pois é!!!

Mas acho que esse do Fabinho é dos bons viu!

De bobo ele não deve ter nada! Acho que ele vai ser uma espécie de anti heroi para a gente!!

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Posso te fazer uma pergunta? Sinta se a vontade para não responder mas o que te encanta tanto no Jornada?

Te pergunto pois sinto sua ansiedade e é a mesma ansiedade que eu tenho, a minha talvez seja muito maior pela continuidade da minha história preferida aqui no CDC.

É ruim quando amamos uma história e não temos com quem conversar!

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Essa é fácil, é uma história de amor resiliente e plural, descrito de uma maneira estupidamente passional, mas com uma correção linear lógica impressionante.

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Não posso concordar mais contigo. Tanto que ja reli 3 x.

Mas fiquei curioso pq a ansiedade dela é igual a minha com a Manú.

É aquela coisinha inexplicável que foge de toda a lógica!

"me dá uma inquietação perturbadora, na real amigo, como pode isso, você já até falou o quanto parece estranho,"

É isso!! Essas sensações são inexplicáveis pois são contos, são letras, são frases, mas nossa mente sente e sentindo, uma energia gigante aparece.

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Igual a Fabia não se aguenta de ansiedade com o Jornada, eu não me aguento para a Princesa Neném Nórdica aparecer e contar tudo!!!!

Tudo dela, tudo do casal tbm!! hahahaha

Cara, sou muito doido!!! Amo tudo isso!!!!!!!!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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A Princesa Neném Nórdica tá me devendo, preciso que ela me explique muita coisa, além de apesar de nesse momento não poder cobrar nada da Manú, durante o processo de recuperação, é importantíssimo que ela identifique e reconheça onde errou e separe de QUALQUER culpa, mas saber onde errou antes do abuso é importante para que nunca mais se repita.

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A Princesa Nenem é ótima!!

Mas vamos com calma lá, degustando e entendo!

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O Jornada na realidade causa em mim a mesma sensação louca que você tem com a estória do RBV e Manú, é quase que inexplicável a identificação, mas ela está lá, a diferença é que sou mais contido, com o Jornada já está concretizado, mas com certeza estou me identificando aos poucos com a estória de RBV e Manú também, isso é um processo estranho, mas é muito humano , como eu não quero me distanciar da minha humanidade diante de tudo que estamos vivendo, é um exercício maravilhoso realmente, com certeza isso tudo é para amar.

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Estranho isso que vc falou! Me fez pensar e analisar!

Tanto o Jornada quanto o Betão, temos um nível intenso de amor entre os casais. Amor, companheirismo e respeito! Apesar de aqui serem um casal liberal e lá não, o amor é lindo.

Igual lá, que Beto começa narrando sua juventude, a intensidade cresce devagar até explodir. Aqui, a intensidade da Nanda é crescente e se torna exuberante!

Mas o crescimento da intensidade é frutos de seus respectivos parceiros lado a lado.

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A diferença é que aqui Dr. Galeano fez a diferença. Lá não tem Dr. nenhum. Os traumas ficaram encobertos até explodirem.

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Ui!

Nanda, a exuberante.

Amei!

🤣🤣🤣

💓💓

💋

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Sim! Completamente e isso nos encanta e em paralelo aumenta o nosso respeito e admiração pelo Mark por ser capaz de domar uma força da natureza do seu porte

Será que ele domou mesmo ou foi domado🤔

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Ai Kiquinho!!

Essa pergunta me fez lembrar aquela velha frase: "Se ficar a onça pega, se correr a onça come"

Prefiro não responder!! kkkkkkkkkkkkkk

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Graças ao Mark minha Musa Nanda!!

Sua exuberância é reflexo de seu companheiro!

Igualzinho minha Musa Manú!!

A suas e as deles são histórias lindas!!

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Entendo sua colocação Nobre Embaixador, mas me permita colocar que ambas tem o suporte imprencidivel de seus respectivos amados, mas também entendo que ambas tem Luz própria, sendo que a Nanda é totalmente verossímil, ela consegue brilhar dentro de uma imperfeição que a deixa perfeita para ser amada, e a Manú vai no sentido contrário, ela se mostrou perfeita e dentro da perfeição se encontrou a imperfeição que eu já esperava e que a coloca também na posição de ser imperfeitamente, mas profundamente amada. Quando você fala que essas mulheres realmente exuberantes são por um reflexo de seus companheiros, acho que você tentou colocar que a cumplicidade e troca de apoio ajudam na exuberância, mas que com certeza elas tem uma exuberância inata, sei que seu comentário não teve essa intenção de tirar o brilho de seu comentário anterior, mas essa colocação atual é de uma interpretação totalmente ambígua Meu Embaixador, só estou comentando para ratificar seu entendimento que nossas Musas são exuberantes em qualquer situação, mas devido ao total apoio de seus respectivos companheiros faz com que essa exuberância floresça.

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Putz!! Errei a palavra!! Não seria reflexo mas complemento. São extremamente amadas pelos seus companheiros, que dão as elas o complemento para elas poderem ser quem são de verdade! Exuberantes!!

Umas das passagens do Jornada que mais gostei foi onde Nanda diz que ela é Mark e Mark é ela!

Desculpe caro Presidente!!

Mas aqui mais um ponto interessante!!

Nanda dentro de suas imperfeições fazem dela A NANDA!!

Manú é tão perfeita que quando conseguimos reparar em alguma imperfeição dela, ela se torna exuberante também! A jogadinha do Betão em nos mostrar Manú somente pela visão hiper apaixonada do Beto foi genial. Ele descreve a perfeição mas não deixa de nos mostrar seus defeitos através de sutilezas.

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Sabe Sensatez, Tem um fator que eu te entendo e muito! Sua identificação com Mark e Nanda e vou explicar o que eu acho.

A escrita do Betão é genial, acho que a melhor do CDC para mim. Beto conta coisas dele no capitulo 3 e 4 que só explodem no cap 69. Manú no 38 conta coisas que vão explodir no 66. Depois disso Obetão os reconstrói para chegar em um final de lavar a alma.

Mas Mark e Nanda são insuperáveis, dentre todos os autores do CDC e de muitos e muitos fora daqui.

Sua "Jornada" traz para nosso convívio os personagens Mark e sua esposa Nanda! Conhecemos intimamente o que eles quiseram nos contar. Vibramos, amamos, sofremos e torcemos mas...Cara, olha que loucura e porque amo muito isso aqui!!!!

Mark e Nanda saem dos contos e PULAM para o Fórum constantemente!! Mark e Nanda quebram a 4ª parede a toda hora!! Os personagens que amamos tem vida fora do conto e estão sempre aqui conosco!!!

Hoje mesmo, quem nos visitou???? Ela, duas vezes e ele uma!!

Muita loucura!!! Muito cafezin noturno!! hahahaha

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Perfeita sua colocação meu rei eles são gente como a gente e nos tratam com muito respeito e carinho. Isso definitivamente não tem preço

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Doido né meu amigo!

E a Musa Nanda ainda por cima manda "Oi" pra gente!!!

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Isso eu nem comento, para não parecer mais Bab Ovo que já sou, essa interação é demais realmente, até me admirei no dia que o Mark e a Nanda tem noção da minha existência, fiquei admirado.

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kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

E quem não tem noção da sua existência meu amigo?!?!

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Agora sim meu Nobre Embaixador, ficou perfeita sua opinião no seu comentário.

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Foto de perfil de Mark da Nanda

Amigos, STF acabou de baixar lá em casa. Infelizmente terei que suspender este conto por um período.

Vamos terminar o conto da dona Fernanda Mariana e assim que feito, volto para este.

Forte abraço.

P.S.: Antes que perguntem STF = Sem Trepada com a Fernanda.

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"Mantendo o ritmo" tá ótimo!!

Estava adorando o conto dela!

Chiquinha, Marcel e Cia!!

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Falei para tentar a sorte com a Primeira Dama, mas sabia que o azar era certo.

Rsrsrsrs

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Ahh Nossa Musa!!!

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Uma hora o Mestre Mark se convence que não adianta contrariar, olha que nem precisa do modo Onça, kkkkkkkkk sei bem como é. Kkkk

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Imagina a cena!!! Descrita pela Raquel!!!

kkkkkkkkkkkkkkk

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Foto de perfil de Nanda do Mark

Isso aí!

Quem tem * , e uma Nanda na cama, tem que ter medo.

🤣🤣🤣

Ai, ai...

Vou ter uma baita ressaca amanhã.

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Esse conto vai ser diferente de tudo que o mineiro ja escreveu rs

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Saudade de tu

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Kisuquinho lindeza , tb estou com saudades de Ti Guri

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Guri de 65 anos que serão completados no próximo dia 12 + 1 kkkkkkkkkkkk

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Eu eu???

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É o Fabinho já chegou em São Paulo tomando porrada. Vamos aguardar os próximos rounds.

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O texto mesmo, quase não foi comentado ainda, mas eu quero comentar, não que não me importe com a conclusão dos textos que já foi até negociado, mas quero comentar, pois o texto começou a milhão por hora, vejo um potencial imenso, então pode ser um bom alento para preencher a lacuna de espera pelos projetos que estão sendo revisitados e reformulados, inclusive o da Primeira Dama, que por ser especial exige uma reflexão detalhada para ser de maior excelência, então um texto assim como esse, direto e de fácil entendimento, com um viés pré estabelecido da índole dos personagens, havendo só contrariedade nas situações criadas e como o Mark disse, sendo um conto oriundo do acervo particular, vejo como solução ideal para diminuir a ansiedade de nós Leitores, agora com a Primeira Dama já é mais difícil, então neste caso específico desejo boa sorte Mestre Mark. Kkkkk

Quanto ao texto, vejo o Fabinho um cara bacana e centrado, mas não vi com bons olhos o Netinho, acho que ele vai querer humilhar o Fabinho e de alguma forma as estórias do hospital e do escritório vão se cruzar de maneira visceral, tipo vida e morte lá no final, exigindo muita sabedoria do Fabinho.

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Pensei a mesma coisa sobre o Netinho mas vou um pouco além. Acho que ele é amigo do Mauricio! Vai infernizar o Fabinho.

Mas tbm sinto que o Fabinho não é bobo. Acho que ele vai acabar liderando uma turminha da pesada.

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Seria uma ironia do destino realmente, será que a Enfermeira Foguentinha era marmitinha dos dois?

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kkkkkkkkkkkkkkk

Foguetynha!!! Pronto!!! ja colou!!!

Será??

Pode ser! Será que Netinho ajuda o Fabinho no trabalho só para ferrar com ele?

Aí a resposta para o numero do celular desconhecido que mandou uma mensagem para ele estará respondida...Netinho!!

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Foto de perfil de Sensatez

Quanto ao Netinho querer o Fabinho no escritório só para servi-lo e ganhar os louros com o Pai, acho que tá até explícito, o telefonema acho que é o Maurício, mas a pergunta realmente é, como o Maurício conseguiu o número do Fabinho tão rápido, já estavam combinados Mauricio e Netinho, se sim, por que?

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"Quando estava para entrar, um grupo de três homens entrou, esbarrando nele:

- Foi mal aí, irmão. – Disse um deles.

Outro olhou em sua mão e viu o buquê. Sorriu, mas nada disse."

Blz, esse é o Mauricio!! Mas e esse???

"“Lamento que tenha descoberto desse jeito. Mas é a vida. Os MELHORES sempre vencem. Agora, segue teu rumo que a Sonnynha já escolheu a mim.”

Será o Netinho??.

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Foto de perfil de Ramses

Valdão, Nico, Pé Preto, Madeira e Vintão.

Esses aqui eu sou capaz de apostar meu brioco para a Megerinha que serão subordinados do Fabinho!

O Titulo do conto é sugestivo demais! Fabinho vai aprontar com os manés!!

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Foto de perfil de Ramses

Foi realmente um primeiro capitulo acelerado. Até o Uninho esfumaçou.

Muitos personagens citados.

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Nanda tem razão, o Mark vem aqui e fala de seus próximos passos, e depois faz tudo diferente.

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Foto de perfil de Ramses

E nós já até doentes para o Jornada!!

Tbm achei maldade! Quando vi a notificação de postagem não passou nem wi fi pelo brioco!

Pensei...É HOJE!!!! Mas não foi 😭

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Foto de perfil de Haedrig

Venho por indicação do embaixador do FUCDC, Ramses.

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Foto de perfil de Ramses

Que bom que vc esta aqui conosco querido Lenhador do FUCDC!!

Aqui é nosso QG principal! Casa de nosso Mestre Mark e Musa Eterna Nanda!!

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Foto de perfil de Sensatez

TMJ SEMPRE, não é à toa que o Faraó é o melhor Embaixador que uma instituição Idônea pode ter, o presidente que o escolheu pode até não ser muito certo das cacholas, mas de burro não tem nem as penas.

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Foto de perfil de Nanda do Mark

Ah, não. Pode parar!

O combinado não foi esse.

Primeiro, o meu conto. Depois, a gente decidiria.

Pode apagar.

Já

😡

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Pois é querida Nanda nossa eterna musa o nosso querido Mark está abusado kkkkk, mas ele tem moral.

Proponho que vocês resolvam isso depois de tomarem um bom vinho. Que tal?

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Tomara que ele se comporte assim até o final do conto

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Foto de perfil de Ramses

Acho que os amigos de cachaça que ele já fez não são a toa companheiro Kiquinho!

Ele vai ser o Doutorzinho seus capangas!

Pelo título, Fabinho é fodão!!

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Assim como a namorada também não é flor que se cheire

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Foto de perfil de Ramses

Não é não. Tanto que ela se chama Sonnynha com dois n e y. Sinistro isso!

E te falo mais, o tal de Mauricio vai encher o saco. Sonnynha com Y que deu o numero do Fabinho??

Pq ela fez isso?

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Foto de perfil de Ramses

Nossa querida Musa Nanda!!

Não fica brava não!!

Deixa ele aqui e vc posta lá!

Nós aguentamos o tranco!

Dose dupla de TurboNanda!!

Vai fazer bem!!!!

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Muito bom, para começar bem o fim de semana. Obrigado Dr. Mark e Nanda.

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Foto de perfil de Ramses

Em primeiro lugar e com uma importância enorme. O Uninho voltou!!!

Gostei demais!! Bem divertido!!!

Fabinho foi esperto...por enquanto!

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