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FAZENDO MEU NAMORADO DE CORNO — (Episódio 02)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 2918 palavras
Data: 02/10/2026 14:18:35

Continuando a história….

A rotina de Léo em Campinas sempre foi marcada por um cuidado genuíno com o clima dentro de casa. Naquela manhã, o dia começou leve: o comprimido de 5mg de tadalafila tomado em jejum no banheiro, o banho relaxante e um sorriso afetuoso enquanto se arrumava. Felipe, ainda um pouco sonolento do turno exausto no telemarketing, esticou os braços na cama, chamando o namorado para um carinho.

Léo sentou-se na borda do colchão com todo o carinho do mundo, deu um beijo suave na testa de Felipe e ajeitou a coberta sobre o peito do rapaz.

— Queria muito ficar grudado em você hoje, amor... mas preciso voar pro escritório — disse Léo, com a voz mansa, dando um abraço quentinho no namorado antes de levantar.

À tarde, a novidade veio no trabalho. Léo conseguiu aprovar uma semana de férias acumuladas para comemorar o aniversário de 50 anos do seu pai no interior. Antes mesmo de tocar nas malas, ele esperou chegar em casa para conversar com Felipe com calma na sala. Sentaram no sofá, e Léo segurou as mãos do namorado, olhando nos olhos dele com um tom carinhoso:

— Amor, consegui liberação de uma semana na firma pro aniversário do meu pai! Mas eu só vou se você for comigo. Não tem graça nenhuma viajar sem você do meu lado. Vê com seu chefe se você consegue folga também, por favor.

Felipe abriu um sorriso iluminado, sentindo-se amado e acolhido pelo gesto de Léo.

— Sério, amor? Eu vou ligar pra ele agora mesmo! Tomara que libere!

Felipe pegou o celular e foi para a varanda. Léo ficou no sofá, aguardando. Por dentro, torcia para que o namorado não conseguisse — a ideia de ter uma semana inteira livre no interior era tentadora demais —, mas mantinha no rosto uma expressão de pura expectativa. Na varanda, a resposta do supervisor de telemarketing veio direta:

— Felipe, infelizmente não dá de jeito nenhum. Já tem duas pessoas da sua equipe de férias neste período e o setor tá no limite. Se você faltar, complica sua situação aqui.

Felipe desligou o telefone chateado e voltou para a sala de cabeça baixa.

— Poxa, Amor... ele disse que não tem como porque já tem gente de férias na equipe. Se eu for, perco o emprego...

Léo levantou do sofá imediatamente, puxou o namorado para um abraço confortador e disse, em tom de desapontamento sincero:

— Ah, não... Poxa, amor. Então quer saber? Eu também não vou. Fico aqui com você e a gente comemora o aniversário do meu pai em outra data. Não quero te deixar sozinho.

Felipe, tocado pela consideração e pelo carinho do namorado, segurou no rosto de Léo e sorriu, incentivando-o:

— De jeito nenhum, Léo! Você não vai perder o aniversário de 50 anos do seu pai por minha causa. É uma data especial, sua família tá te esperando. Você vai sim! Eu fico bem aqui, prometo. Vai lá, aproveita a semana com eles e me liga todo dia.

Léo olhou para Felipe com um olhar de carinho e gratidão, selando o momento com um beijo calmo e demorado nos lábios do namorado:

— Você é incrível, sabia? Prometo voltar correndo pra você assim que a semana acabar.

Por dentro, o peito de Léo respirou aliviado. Com a viagem abençoada pelo próprio namorado e a consciência leve, ele começou a arrumar as malas na manhã de sexta-feira. Despediu-se de Felipe na porta com um abraço apertado e um beijo afetuoso, partindo para a rodoviária com o coração leve e a expectativa da viagem.

Na sexta-feira à tarde, Léo desembarcou no interior. Em vez de ir direto para a casa da família, resolveu fazer uma surpresa e pegou um táxi para a sede da empresa do pai — uma fábrica especializada em artefatos e colunas de concreto. Há quatro anos ele não pisava ali, e o cheiro característico de cimento molhado e o poeirão da fábrica traziam uma nostalgia boa da infância.

Ao passar pelos portões de ferro do pátio industrial, o ar quente e poeirento veio acompanhado do ronco alto das betoneiras e do barulho pesado do carregamento dos caminhões. Entre dezenas de colunas de concreto armado secando ao sol, lajes pré-moldadas e pilhas de blocos estruturais, Léo travou o passo.

A vinte metros de distância, de costas, um homem alto e encorpado liderava o ritmo dos operários. Roberto não era apenas o sócio da fábrica; ele fazia questão de estar no chão de fábrica como líder de pátio, inspecionando cada peça e ajudando a peãozada a carregar as sacas pesadas de cimento nos ombros.

Aos 48 anos, a figura do padrinho emanava uma masculinidade rústica e impressionante. A camisa polo cinza estava manchada de pó e completamente molhada de suor, colada ao peitoral largo e às costas volumosas pelo esforço físico. Os braços grossos, marcados por veias saltadas e pelos escuros, estavam cobertos por uma camada fina de poeira cinzenta do canteiro. A barba, antes inteiramente escura, agora exibia um grisalho denso e bem aparado no maxilar quadrado.

Quando Roberto soltou uma saca de cimento no pallets, limpou as mãos na calça jeans surrada, se virou e cruzou o olhar com Léo, o ar entre eles pareceu faltar. O padrinho desceu os olhos pelo corpo de surfista do afilhado — agora com 25 anos, peitoral trincado sob a regata e cordão de prata no pescoço — e abriu um sorriso lento, carregado de memórias implícitas.

— Fala, garoto... — a voz de Roberto veio grave, ressonante.

Léo caminhou até ele, sentindo o pulso acelerar. Ao se aproximarem, Roberto não hesitou: puxou Léo para um abraço forte, de peito aberto. A pressão do corpo pesado, suado e manchado de cimento contra o seu, o cheiro bruto de suor de trabalho pesado misturado a um perfume amadeirado forte, atingiu Léo como uma descarga de testosterona na veia. O tesão reprimido dos 19 anos voltou com força total.

— Padrinho... — murmurou Léo, sustentando o olhar. — Vim fazer uma surpresa pro meu pai. Ele tá lá em cima?

Roberto deu um sorriso contido, tomando a frente de forma estratégica para enrolar o afilhado e ganhar tempo:

— Tá sim, mas a diretoria tá numas reuniões meio corridas hoje... Vem comigo primeiro que te mostro a reforma da oficina.

— Não, de boa, vou subir direto — respondeu Léo, sorrindo e se movimentando em direção às escadas do mezanino.

Roberto percebeu que não conseguiria segurá-lo e subiu os degraus logo atrás. Chegando à porta de madeira maciça da diretoria, Roberto adiantou-se, bateu duas vezes com a mão pesada na madeira e disse em tom elevado:

— Ô Marcos! O Léo tá aqui na área!

Segundos se passaram até o barulho da chave girar por dentro. Quando a porta se abriu, o cenário entregou tudo.

Seu pai, Marcos (49 anos), estava abotoando a camisa social com as mãos levemente trêmulas, o rosto corado e a pele do peito coberta por um suor fino. Logo atrás dele, perto da mesa de reuniões, o gerente da loja — Juliano, de 32 anos, de porte físico alinhado — também terminava de ajustar o colarinho e o cinto da calça, visivelmente desconfortável.

— Meu filho! Que surpresa boa, garoto! — exclamou o pai, disfarçando o sobressalto e abrindo os braços para abraçar Léo.

Ao envolver o pai no abraço, Léo sentiu a confirmação olfativa imediata: o cheiro característico de látex de camisinha vindo das mãos do pai e o perfume almiscarado do gerente impregnado no colarinho. Léo deu um sorriso cínico por dentro, sacando a jogada na hora.

— Fiz surpresa, pai. Consegui uma semana de férias no trabalho pra passar aqui com você no seu aniversário — disse Léo.

— Fiquei feliz demais, meu filho! — respondeu o pai, ajeitando o relógio no pulso e olhando ao redor com curiosidade. — E cadê o Felipe? Ele não veio com você? Como é que tá aquele rapaz?

Léo deu um sorriso tranquilo e explicou:

— Ele tá ótimo, pai! Mandou um abraço bem grande pra você. Ele até tentou vir, mas não conseguiu pedir férias na firma igual a mim. Tá numa fase cheia de trabalho lá no telemarketing, então teve que ficar em Campinas.

— Ah, uma pena... Mas o trabalho em primeiro lugar, né? Na próxima ele vem — comentou o pai, aliviado, antes de continuar. — Sua mãe abriu uma boutique de roupas no centro, tá morando lá practically o dia todo, mas hoje à noite ela vai tá em casa. A gente vai comemorar muito essa semana!

Léo percebeu o clima reservado na sala, despediu-se do pai e do gerente com simpatia, deixando os dois a sós, e caminhou pelo corredor. Roberto, que observava tudo em silêncio, fez um sinal com a cabeça e chamou o afilhado para sua sala particular.

Ao entrarem, Roberto encostou a porta e girou a tranca de ferro.

Léo ia comentar sobre o pai e o gerente, mas Roberto não deu margem para conversas. Sabendo exatamente a curiosidade do afilhado, o padrinho deu dois passos firmes, encurralou Léo contra a mesa de madeira e segurou seu queixo com uma das mãos grossas.

Sem dizer uma palavra, Roberto roçou a barba grisalha, áspera e densa contra o pescoço e a bochecha de Léo. O calor da pele do Roberto, o cheiro forte do suor do canteiro de obras e a agressividade do gesto fizeram o pau de Léo endurecer instantaneamente sob a calça. Naquela sala fechada da fábrica, os dois se entregaram a um beijo bruto, faminto e quente, puxando as línguas com a mesma sede dos velhos tempos de sigilo.

Quando se separaram, o peito de Roberto subia e descia arfando. Ele se olhou na fresta do espelho da sala, notando a camisa polo totalmente encharcada de suor e a marca de poeira de cimento que acabou sujando a regata do afilhado no abraço.

— Porra, garoto... Você me desconcerta — disse Roberto, com a voz rouca, passando a mão pelo peitoral suado. — Deixa eu ir ali no banheiro privativo tomar um banho rápido e trocar de roupa. Fica me esperando na recepção que a gente vai pro bar com teu pai.

Léo piscou para o padrinho, limpando uma marquinha de pó do ombro, e desceu as escadas sentindo o corpo todo formigar.

Ao cair da noite, com Roberto já de banho tomado, cheiroso e vestindo uma camisa limpa, o grupo resolveu comemorar a chegada de Léo em um botequim tradicional da cidade. Na mesa de madeira posicionada na varanda do bar, sentaram-se o pai de Léo (Marcos), o gerente da loja (Juliano), Roberto e Léo.

Com várias garrafas de cerveja gelada sobre a mesa, a conversa fluía sobre os negócios da fábrica de concreto e futebol, mas os olhos de Léo estavam atentos a cada detalhe. Ele observava a forma como o pai servia a cerveja para Juliano com uma gentileza incomum, o toque rápido de joelhos por baixo da mesa e os olhares cúmplices trocados entre os dois.

Enquanto Juliano foi ao banheiro e Léo se distraiu olhando o cardápio, Roberto levantou-se e chamou Marcos até o balcão com o pretexto de pedir mais uma rodada de cerveja e petiscos. Debruçado sobre o balcão de fórmica, Roberto aproximou a cabeça do ouvido do sócio, falando em um tom baixo e cobrador:

— Marcos, acorda, porra... Você tá vacilando feio na frente do garoto.

Marcos deu um gole na cerveja, franzindo a testa:

— Vacilando com o quê, Roberto? Ficou louco?

— O Léo já sacou tudo entre você e o Juliano, cara — alertou Roberto, com a voz grave e o olhar severo. — Quando ele chegou na tua sala hoje mais cedo, ele sentiu o clima no ar. E aqui na mesa você não tira os olhos do Juliano. Dá uma segurada, seja mais discreto.

Marcos soltou uma risada abafada, balançando a cabeça com desdém:

— Deixa de paranoia, Roberto. O Léo é meu filho, é homem feito. Eu sempre fui liberal com ele, nunca fiquei fiscalizando as saídas dele. Se ele desconfiar de algo sobre mim e o Juliano, tá tudo bem, o garoto não é nenhum puritano.

— Não é essa a questão, caralho! — insistiu Roberto, segurando firme no ombro do amigo, preocupado em preservar a imagem de masculinidade tradicional que o sócio sempre ostentou. — O Léo cresceu vendo você como o cara durão, o homem da casa, o sujeito hétero e respeitado da cidade. Se ele vê você de rolo com o gerente da empresa, essa imagem de homem forte que ele tem de você vai pro saco. Tô te avisando como amigo e teu sócio: segura a onda na frente dele.

— Relaxa, Roberto... O Léo me respeita demais. Você tá se preocupando mais que eu — respondeu Marcos, dando um tapinha nas costas do amigo e voltando para a mesa assim que Juliano retornou.

De volta à mesa, Roberto percebeu que Marcos não mudaria a postura solta. Vendo que Léo continuava vidrado na troca de gentilezas entre o pai e o gerente Juliano, o padrinho resolveu intervir diretamente no afilhado.

Sem mudar a expressão facial e mantendo a conversa sobre o fornecimento de ferragens para as colunas de concreto, Roberto deslizou a mão pesada e quente por baixo da mesa do bar. A palma áspera do padrinho pousou na coxa de Léo, apertando o músculo com força, e começou a subir lentamente em direção à virilha do rapaz.

Léo travou a respiração, sentindo o sangue ferver. Ele olhou para Roberto, mas o padrinho continuava encarando Marcos e Juliano, bebendo um gole de cerveja como se nada estivesse acontecendo.

Em determinado momento, Roberto inclinou o corpo para o lado, fingindo falar baixo no ouvido de Léo para não chamar a atenção dos outros dois na mesa. O hálito quente de cerveja misturado ao perfume amadeirado bateu direto no ouvido do rapaz:

— Tira os olhos do teu pai, garoto... Teu foco aqui essa noite sou eu. Esquece eles.

O toque firme de Roberto por baixo da mesa e a ordem sussurrada no ouvido desarmaram Léo por completo. A investigação sobre o pai ficou em segundo plano; a química violenta com o padrinho tomou conta do seu corpo novamente.

A bebedeira se estendeu até perto da meia-noite. Já alterados pelo álcool, Marcos, Juliano e Léo voltaram para a casa dos pais, enquanto Roberto despediu-se na porta dizendo que iria para sua casa descansar.

Ao entrarem, Marcos e Juliano presumiram que Léo iria direto dormir. Léo foi para o seu antigo quarto, sentou-se na beirada da cama e pegou o celular para ligar para Felipe.

— Oi, meu amor... Já cheguei em casa. O jantar com meu pai e com o Roberto foi ótimo, mas só faltou você aqui do meu lado. Tô morrendo de saudade — disse Léo, com a voz mansa, desempenhando perfeitamente o papel de namorado atencioso.

Do outro lado da linha, em Campinas, Felipe sorriu aliviado com o carinho após o turno cansativo no telemarketing:

— Também tô com muita saudade, amor. Fico feliz que chegou bem. Aproveita bastante com seu pai, tá? Te amo.

— Também te amo. Descansa aí, amanhã a gente se fala mais — respondeu Léo, encerrando a chamada com um beijo estalado no microfone.

Léo guardou o celular na mesa de cabeceira e sentiu sede. Ao sair do quarto a caminho da cozinha para pegar um copo d'água, caminhou silenciosamente pelo corredor e ouviu sussurros vindos do quarto de hóspedes. Por estarem bastante alterados pela bebida, Marcos e Juliano haviam esquecido a porta entreaberta.

Léo aproximou-se sem fazer barulho e olhou pela fresta.

No interior do quarto iluminado pela fraca réstia de luz da luminária, o pai de 49 anos e o gerente de 32 estavam trocando carícias intensas na cama. Juliano estava de olhos fechados, completamente entregue ao momento e sem perceber nada ao redor. Marcos bombava o seu pau no cuzinho de Juliano que estava de frango assado enquanto batia uma no seu pau que estava duro, Marcos olhou para o lado abriu os olhos e notou a presença da fresta ocupada pela figura do filho.

Em vez de se espantar ou tentar se cobrir, Marcos sustentou o olhar fixo nos olhos de Léo e começou a dar estocadas violentas no Juliano que gemia de olhos fechados. Léo encarou o pai, desceu os olhos pela cena e abriu um sorriso cínico de canto, fazendo um sinal de "joia" com a mão em perfeita aprovação.

Em seguida, Léo puxou a porta devagar até encostá-la sem fazer barulho e caminhou suavemente de volta para o seu quarto, sabendo que naquela casa não havia regras e que o pacto de amoralidade com o pai estava selado, Marcou já suado e exausto de foder o Juliano deitou na cama, Juliano sentou na rola de Marcos e começou a cavalgar.

Léo voltou para o seu quarto tomado pelo tesão ao vai o pai socando no rabo do gerente da sua empresa, ele pensou em fazer uma chamada de vídeo para poder propor bater uma punheta com o Felipe, mas acabou botando um vídeo pornô gay, deitado na cama começou a bater uma punheta devagar, cada vez que saia uma baba de porra do seu pai ele botava na boca para poder beber, usando fone de ouvido ele fechou os olhos imaginando o Roberto suado e sujo de poeira, até que começou a gozar jorrando porra em sua barriga, com o papel do lado limpou.

//Leitores.

Que virada, Léo agora voltando à sua cidade natal, podendo voltar ao passado com o seu ex ficante Roberto, mas a surpresa maior foi ver que o seu pai Marcos agora se divertia com um novinho, se antes pai e filho já eram cúmplices, agora como será esse quarteto?

O que estão achando dessa saga?

Bjs 😘

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