Oi pessoal... nossa, fiquei muito tempo sem entrar aqui pra continuar a história. Talvez nem faça mais sentido terminar de contar, mas não queria deixar incompleto.
O fato é que depois do que aconteceu na última parte da história, o Fábio foi algumas vezes na minha casa a tarde, quando ele sabia que o Nelson não estava. No início inventava algum pretexto mas logo eu acabava mamando e ele gozando na minha boca, como ele tinha vontade e a Giovana não fazia. Em pouco tempo ele nem dava mais desculpa e vinha só pra eu chupar o pauzão dele mesmo.
Isso se repetiu algumas vezes, não sei ao certo. Umas 6 ou 7 vezes. Apesar de ficar mais natural, depois de gozar ele sempre ficava meio constrangido e ia embora. E eu gozava sozinha na cama, sentindo o gosto dele na minha boca. Às vezes conseguindo aproveitar um pouco do que escorria pelo pescoço.
Eu não aguentava mais o desejo de sentir aquele pauzão dentro de mim, mas ele parecia que se satisfazia com os boquetes, por mais que eu me esfregasse nele cada vez mais.
Um certo dia eu decidi que não iria mais passar vontade. E sabia que ele também devia ter saudade de fazer anal. Então quando ele chegou e sentou no sofá eu ajoelhei no meio das pernas dele e comecei a chupar como sempre fazia. Eu tinha colocado um vestidinho solto, não muito curto, sem calcinha. Quando eu comecei a chupar ele colocou meus seios pra fora e ficou acariciando enquanto eu chupava, como ele costumava fazer sempre.
Eu então decidi levantar e sentei no colo dele, levantando o vestido. Encaixei o pau dele no meu bumbum, só roçando pra cima e pra baixo e vi que ele ficou um pouco surpreso, sem reação. Eu segurei o pau dele e encaixei a cabecinha na entrada do meu cuzinho.
- Calma Marina... não sei se a gente devia. - ele disse.
- Eu quero Fábio. Quero você dentro da minha bunda.
Ele só deu uma gemida e segurou as duas bandas da minha bunda abrindo mais. Eu então terminei de encaixar o pau dele e fui sentando devagar. Nós dois gemíamos baixo, mas alucinados de tesão. Foi um pouco difícil de entrar. Eu estava muito tempo sem fazer e o pau do Fábio era grosso. Mas eu não ia desistir e fui sentando até sentir minha bunda encostar nas pernas dele. Ele deu um gemido mais demorado e começou a meter devagar.
- Ai delícia. - era só o que eu conseguia dizer.
O tesão dele parecia aumentar e ele forçava o quadril cada vez mais forte contra a minha bunda até que ele me tirou de cima dele. Me colocou de 4 no sofá e me arrepiei quando ele disse:
- Empina safada.
Empinei abrindo bem a minha bunda e ele meteu com tudo. Segurou minha cintura e socou com força.
- Ai Fábio, devagar. - eu disse toda manhosa.
- Sua vagabunda. Não era isso que você queria? Então toma, sua safada!
Eu gemia pra deixar claro que estava gostando. Eu queria o leite dele dentro de mim, mas parece que ele não queria que esse momento acabasse, então quando eu achava que ele estava prestes a gozar ele diminuía o ritmo, acariciava meus seios ou a minha buceta e voltava a socar mais forte. Ele ficou muito tempo nisso antes de gozar. Quando ele tirou o pau senti o leite escorrer pelas pernas e empinei a bunda ainda mais pra não escorrer muito e sujar todo o sofá.
Como em outras vezes, ele se vestiu rápido e foi embora. Eu estava realizada de ter feito aquele pau gostoso gozar dentro de mim. Ele gozou tanto que até quando eu acordei no dia seguinte vi que tinha porra escorrida na minha calcinha. Ainda bem que o Nelson não percebe essas coisas.
No dia seguinte ele me ligou. Disse que queria se desculpar por ter perdido o controle. Eu, toda manhosa, disse que nós dois perdemos o controle, mas ele insistiu dizendo que não devia ter usado aquelas palavras. Eu ri, meio dengosa, e disse que isso é normal quando vem o tesão. E perguntei se ele vinha me visitar naquele dia.
Ele então ficou mais a vontade e passou a vir quase toda tarde. Uma vez ele quis comer minha buceta, mas eu disse que não, que ela era do Nelson. Então eu sempre mamava e ele comia minha bunda.
Quando o Nelson viajava eu alegava alguma coisa e dizia pro Nelson que chamaria a Giovana e o Fábio pra dormirem comigo, pra eu não ficar sozinha. Mas esses episódios eu conto um outro dia.
Beijos.