Visão de Andressa:
Era tudo muito estranho. Até pouco tempo eu só tinha tido relação sexual com uma única pessoa: o Marcos, o pai dos meus filhos. Depois veio o Wallace… mas só no quesito profissional, nunca por tesão de verdade. Minha vida mudou drasticamente. Agora eu e meu filho estávamos transando quase toda vez que ficávamos a sós. E, pra piorar ou melhorar as coisas, a Larissa, minha filha mais velha, tinha entrado na jogada.
Me levantei ainda moída pelo dia anterior — a gravação e o sexo com os dois. Saí do quarto e ouvi um barulho vindo do quarto da Larissa. Abri a porta devagar.
Ela estava completamente nua, cavalgando o Leandro. O corpo dela subia e descia com força no pau dele. Os seios médios balançavam a cada movimento, a bunda redondinha batia contra as coxas do irmão. O Leandro segurava a cintura dela, metendo pra cima, enquanto ela rebolava descontrolada, a boca aberta, gemendo baixo. A buceta da minha filha engolia o pau preto e grosso do meu filho com vontade, o barulho molhado enchendo o quarto. Ela estava se entregando por completo, os olhos semicerrados de prazer.
Fechei a porta com cuidado e fui pro banheiro. Liguei o chuveiro, mas a água quente não foi suficiente pra acalmar o que eu estava sentindo. Apoiei uma mão na parede e passei a outra entre as pernas. Comecei a me tocar pensando exatamente no que tinha acabado de ver: a Larissa nua, cavalgando o irmão, gemendo, se acabando no pau dele. Os dedos deslizaram rápido no clitóris molhado. Em poucos minutos eu gozei em silêncio, o corpo tremendo debaixo da água, a mente ainda cheia daquela cena.
Eu então saí para a cozinha e preparei o café. O Leandro foi tomar banho. A Larissa se sentou na cadeira da cozinha, ainda cansada e ofegante, de roupão. As pernas dela escorriam porra. Continuei preparando o café em silêncio.
Pouco depois o Leandro saiu do banho, pegou um pão e saiu com a mochila para a escola. A Larissa foi tomar o banho dela.
Minha mente, desde ontem, maquinava um plano. Queria trazer a Larissa para gravar os conteúdos comigo. A Bruna estava me dando liberdade para escolher a criadora que interpretaria minha filha na história. Nada melhor do que ser a minha própria filha de verdade.
Quando a Larissa saiu do banheiro, tomou o café. Eu olhei para ela e falei:
— Vamos ao shopping?
Ela respondeu:
— Sim, mamãe.
Pegamos um Uber e seguimos.
Entramos no shopping e eu levei a Larissa direto para a melhor loja de roupas do lugar. Ela passou a me ajudar a escolher. Pegamos vestidos justos e elegantes para mim, algumas camisas e calças boas para o Leandro, e para ela várias peças curtas, croppeds e shorts que marcavam o corpo. Experimentamos tudo, rimos um pouco, e no final a sacola ficou pesada.
Passei o cartão e seguimos para outras lojas. Compramos lingerie, sapatos, um perfume novo e até umas bolsas. A cada compra eu sentia aquele gostinho de voltar a ter poder de escolha, de não precisar olhar o preço com medo.
Depois fomos almoçar no restaurante preferido dela. Mesa limpa, comida bem servida, o ambiente climatizado. Pedimos os pratos que ela mais gostava e comemos com calma, quase como se a vida tivesse voltado ao normal por algumas horas.
Após o almoço, enquanto ela ainda mexia no copo d’água, eu falei:
— Filha, eu tenho uma proposta para você. Você sabe como eu paguei por tudo que fizemos no shopping, né?
Ela respondeu:
— Sim, mãe. Com o dinheiro dos vídeos.
Eu continuei, olhando nos olhos dela:
— Que tal você gravar comigo?
Ela engasgou com a água. Tosse um pouco e me encarou.
Eu completei:
— Paga bem. E a Bruna está procurando alguém disponível para isso.
Ela ficou em silêncio por alguns segundos e falou:
— Mãe… eu não sei.
Eu toquei de leve na mão dela e disse:
— Pensa bem, amor. É a sua chance.
Pagamos a conta do restaurante e saímos em direção à casa.
Visão de Leandro:
Eu estava no sobrado com o MG e o Rayan. Olhei pros dois e falei:
— Ela é uma gostosa pra caralho.
O MG balançou a cabeça, ainda incrédulo:
— Cara, ainda não acredito que você comeu sua mãe e sua irmã.
O Rayan riu baixo e completou:
— E ontem sua mãe ainda realizou meu sonho de foder aquela loira gostosa…
Foi quando o Wallace gritou do outro lado do estúdio:
— Estão prontos pra gravar, garotos?
Eu respondi na hora:
— Sim!
O MG pegou a câmera. Eu e o Rayan nos sentamos nas cadeiras de observação. Bruna apareceu nua, o corpo moreno brilhando sob as luzes, o cabelo preto solto. O Rayan gritou:
— Ação!
Três atores negros e altos entraram em cena. Eles não perderam tempo. Um deles puxou a Bruna pela cintura e a jogou de quatro na cama. Enfiou de uma vez na buceta enquanto o segundo se posicionava na frente e enfiava o pau na boca dela. O terceiro ficou do lado, passando as mãos pelos seios grandes e beliscando os mamilos. Em poucos segundos ela já estava engasgando e gemendo ao mesmo tempo.
Eles a viraram de barriga pra cima. Um comeu a buceta com força, outro fodeu a boca e o terceiro se ajoelhou ao lado e passou a foder entre os seios dela, apertando aqueles peitos em volta do pau. Depois a colocaram de quatro de novo. Dessa vez um enfiou no cu enquanto o outro entrava na buceta, fazendo DP. O terceiro continuava na boca. O barulho molhado de três paus entrando e saindo dela enchia o estúdio. Bruna gemia alto, o corpo inteiro tremer a cada estocada dupla.
Eles a levantaram no colo. Um segurava pelas coxas e fodia a buceta em pé, outro se posicionou atrás e enfiou no cu, e o terceiro se aproximou pra ela chupar. A Bruna estava completamente preenchida, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos revirando de prazer. Os três a foderam daquela forma por um bom tempo, trocando de posição sem parar: ora ela cavalgava um enquanto chupava outro e levava no cu do terceiro, ora ficava de lado sendo comida pelos dois buracos ao mesmo tempo. O estúdio inteiro cheirava a sexo. Eu assistia tudo da cadeira, o pau duro dentro da calça, vendo a Bruna ser destruída por aqueles três atores sem nenhum piedade.
Após a gravação da Bruna, o Wallace ia gravar com uma ruiva e uma bela loira ucraniana. Ele me chamou:
— Vem cá, garoto. Entra nessa.
Eu entrei em cena. As duas já estavam nuas na cama. A ruiva tinha seios firmes e uma bunda redonda; a loira ucraniana era alta, de curvas suaves e pele clara. Wallace se posicionou no meio delas. Eu me coloquei do outro lado.
O sexo começou rápido. Wallace enfiou na buceta da ruiva enquanto eu me posicionava atrás da loira e entrava nela de uma vez. As duas gemiam alto. Troquei com ele: passei a foder a ruiva e ele a loira. Depois as colocamos de quatro lado a lado. Eu metia na loira enquanto Wallace fodia a ruiva. Em seguida fizemos DP com a loira — eu na buceta e ele no cu — enquanto a ruiva se ajoelhava e chupava os dois. Depois inverteram: a ruiva no meio, levando os dois paus, e a loira chupando.
Continuamos trocando de posição sem parar. As duas cavalgavam, chupavam, gemiam e se entregavam completamente. O barulho molhado e os gemidos delas enchiam o estúdio. No final, colocamos as duas de joelhos na nossa frente. Wallace e eu batemos punheta rápido e gozamos juntos. Os jatos quentes acertaram o rosto, a boca e os seios das duas ao mesmo tempo. Elas engoliram o que conseguiram, ofegantes, o corpo coberto de porra enquanto a gente ainda espremia os últimos filetes nelas.
Eu então fui pra casa. A Larissa não estava, tinha ido pra faculdade. Minha mãe também tinha saído. Fiquei sozinho.
Pouco depois a Bruna apareceu. Veio entregar um pagamento pendente de uma gravação pra minha mãe. Ela entrou e eu falei:
— Bruna, posso te perguntar uma coisa?
Ela respondeu:
— Claro.
Eu perguntei:
— Eu tenho futuro na indústria?
Ela me olhou de cima a baixo, devagar, e disse:
— Sim, Leandro.
Depois continuou, a voz mais baixa:
— Sempre tive curiosidade sobre você, sabia? Sempre com esse olhar de quem sabe o que quer.
Eu falei:
— Você acha isso? E sabe o que eu quero?
Ela se virou de costas e respondeu:
— Eu acho que temos os mesmos desejos…
Eu a peguei pela cintura, comecei a beijar a nuca dela e puxei o vestido tomara-que-caia justo pra baixo. O tecido deslizou pelo corpo moreno. Ajoelhei, abri as pernas dela e passei a lamber a buceta. Ela já estava molhada. A língua subia e descia, chupando o clitóris enquanto ela gemia. Depois de um tempo ela falou, a voz rouca:
— Me fode… arromba meu cu agora.
Eu obedeci. Levantei, virei ela de quatro no sofá, cuspi no cu, posicionei a cabeça e empurrei. Fui entrando devagar até enfiar tudo. Comecei a meter. As estocadas começaram lentas e foram ficando mais fortes. A Bruna empurrava a bunda de volta, gemendo alto a cada investida. Eu segurava a cintura dela e fodia com vontade, o barulho molhado enchendo a sala. Continuei até não aguentar mais. Gozei fundo no cu dela, o corpo inteiro tensionado enquanto descarregava.
Ainda ofegante, tirei o pau. Foi quando ouvi a porta. Minha mãe tinha chegado. Ela parou na entrada da sala, olhou a cena, se ajoelhou na minha frente sem falar nada e passou a chupar meu pau ainda molhado. Depois tirou a boca só o suficiente pra falar:
— Eu quero entrar na festa também.
Ela passou a me chupar com vontade. A boca quente descia até a base, a língua rodando enquanto saliva escorria pelo queixo. Ela sugava forte na subida e engolia de novo, o barulho molhado enchendo a sala. Em pouco tempo meu pau voltou a ficar completamente duro dentro da boca dela.
Tirei ela da boca, joguei no sofá e enfiei de uma vez. Comecei a meter com força. Minha mãe gemia alto a cada estocada, as unhas cravadas nas minhas costas. Virei ela de quatro e continuei fodendo fundo, segurando a cintura. Ela empurrava a bunda de volta, pedindo mais. O ritmo ficou pesado. Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremer, um gemido longo e rouco saindo da garganta enquanto a buceta apertava em volta de mim. Eu segui metendo até gozar também, descarregando tudo dentro dela.
Ainda ofegantes, ouvimos a voz da Bruna:
— Amanhã eu quero a criadora que vai ser sua filha, ok?
Minha mãe, ainda sem fôlego, respondeu:
— Sim… amanhã eu resolvo isso.
Subimos juntos pro banheiro. Entramos no chuveiro ainda suados. A água quente caiu sobre os dois corpos enquanto ela se ajoelhou de novo e voltou a me chupar. Eu segurei a cabeça dela e fodi a boca até gozar mais uma vez, direto na garganta. Depois a levantei, a prensei contra a parede molhada e a comi de frente até ela gozar de novo, gemendo alto sob a água. Os dois terminamos ofegantes, o banheiro cheirando a sexo e sabonete.
Visão de Andressa:
A manhã seguinte chegou. Como eu não tinha nada pra fazer, fui até a casa do Hugo, o namorado da minha filha. Ela estava por lá. Fui bem recebida por ele. Assim que me viu, a Larissa falou:
— Mãe, você aqui?
Eu respondi:
— Tenho que conversar com você agora.
Ela perguntou:
— Aqui?
Eu disse:
— Vamos na padaria aqui perto.
Saímos juntas. No caminho notei alguns olhares de jovens que iam pra escola — da idade do Leandro. Ouvi um deles falar baixo:
— Ela é a MILF Gauchinha…
O outro respondeu:
— Mentira… aquela gostosa?
Fiquei confiante com o comentário. Entramos na padaria. Fui direta:
— Filha, por favor. Eu quero fazer essa gravação junto com você. Paga bem… são cinco mil por vídeo.
Ela me olhou e falou:
— Mãe, eu não quero entrar nessa indústria. Mas… por dez mil eu gravo esse vídeo com você.
Eu aceitei na hora:
— Ok.
Liguei imediatamente pra Bruna e expliquei a situação. Ela pediu uns minutos. Enquanto esperávamos, eu e a Larissa pedimos café. O cheiro de pão quente e café forte enchia o lugar. Eu mexia a colher no copo sem parar; ela ficava em silêncio, olhando pela vitrine, o rosto sério.
Pouco depois o telefone tocou. Era a Bruna. Ela falou:
— Fechado. Dez mil. E ela grava com a gente, né? Pode fechar o acordo. A gravação será hoje.
Eu confirmei:
— Ela aceitou. E será hoje.
Minha filha ficou pálida. Olhou pra mim e respondeu baixo:
— Ok.
O resto da manhã e o início da tarde foram bem tranquilos. Olhei o relógio: era hora da gravação. Seria na casa onde a gente gravava sempre que estava fora do sobrado. Eu e a Larissa seguimos até lá.
Começamos a gravar a primeira parte. Estávamos na cozinha. Eu falei, no personagem:
— Filha, tenho algo pra te contar. Eu acabei virando a puta do seu sogro.
A Larissa respondeu, no papel:
— Mãe, como você pode?
Eu continuei:
— Não sei… ele tem um pau delicioso.
Ela falou:
— Você é uma puta mesmo.
Eu completei:
— Tem algo pior. Eu dei pro seu marido e pros amigos dele.
A Larissa reagiu:
— Aquele safado… como pode? Ainda mais com aqueles dois safados que dão em cima de mim sempre!
Eu disse:
— Não briga com ninguém.
Ela olhou pra mim e falou:
— Só se você me ajudar. Ele não comeu minha mãe… então eu vou dar o cu pro pai dele.
Eu perguntei, fingindo surpresa:
— O quê?
Ela respondeu:
— Ele sempre me pediu isso de presente, né? Mas é o pai dele que vai me arrombar no cuzinho.
Foi quando a Bruna gritou:
— Corta!
Bruna falou:
— Nesse momento o Wallace está gravando no carro. Assim que eu receber a ligação, é pra você ligar pra ele, Andressa.
Pouco depois ela recebeu um chamado de um câmera e gritou:
— Ação! Pode ligar!
Eu disquei. Quando ele atendeu, falei:
— Alô… é o pai do meu genro? Meu amante… vem pra minha casa. Tenho uma surpresa pra você.
Alguns segundos depois o carro dele entrou pelo portão. O câmera captou tudo. Wallace desceu e subiu até a cozinha. Eu falei, sorrindo:
— Oi. Você quer comer essa buceta branca?
Ele respondeu:
— Sim.
Depois olhou pra Larissa e falou:
— Oi, filha. Como vai?
Ela respondeu:
— Oi, sogro. Sabe que tem uma coisa que seu filho nunca fez em mim?
Ele perguntou:
— O quê?
Ela falou, a voz baixa e provocante:
— Meu cu é virgem, sogro.
Wallace a pegou pela cintura, a levantou. Ela abraçou o corpo dele com as pernas. Ele subiu com ela pro quarto. Eu os segui.
Lá dentro ele jogou a Larissa na cama, abriu as pernas dela e passou a chupar a buceta inteira. A língua dele subia e descia, chupava o clitóris com força, entrava e saía. A Larissa começou a gemer baixo:
— Ahh… ahh…
Conforme ele intensificava, os gemidos foram ficando mais altos e longos:
— Ahhh… assim… porra… ahhhhh…
Ela segurou a cabeça dele e rebolou contra a boca. Em pouco tempo o corpo dela tremeu inteiro. Ela gozou gritando:
— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… meu Deus… ahhhhh!
Wallace se ergueu, ainda com o queixo molhado, e falou:
— Agora vou comer seu cu.
Eu estava no canto do quarto, a mão entre as pernas, me masturbando enquanto assistia tudo.
Ele a pôs de quatro, abriu o cu dela com o dedo e começou a preparar. Foi então que notei o Leandro chegando, ao lado do MG e do Rayan. Ele me olhou por um segundo.
A cena continuou. Wallace posicionou a cabeça e empurrou devagar no cu da Larissa. Ela gritou assim que ele começou a entrar:
— Ahhhhhhh! Porra… dói… ahhhh!
Ele foi fundo e começou a meter. As estocadas começaram ritmadas. A Larissa gemia alto a cada uma:
— Ahh… ahh… sogro… ahhhhh…
O primeiro orgasmo veio rápido. O corpo dela tremeu e ela gritou:
— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… caralho… ahhhhh!
Wallace não parou. Continuou fodendo o cu dela com mais força. Ela gozou de novo, ainda mais intenso, as pernas bambas, a voz quebrada:
— Ahhhhh! De novo… não para… ahhhhhhhhh!
Ele segurou a cintura dela e meteu pesado. O terceiro orgasmo da Larissa foi o mais forte. Ela quase desabou na cama, gritando sem controle:
— Ahhhhhhhhh! Meu Deus… tô gozando de novo… ahhhhh!
Wallace acelerou as últimas estocadas e gozou fundo no cu dela, gemendo rouco enquanto descarregava tudo.
Ainda ofegante, ele tirou o pau, virou pra mim e falou, já fora do roteiro:
— Vem, vadia. Vou te comer na frente da sua filha.
Eu me posicionei de quatro na cama. A Larissa continuava caída ao lado, ofegante. Wallace se colocou atrás de mim e começou a comer minha buceta com estocadas fortes e profundas. Cada investida fazia meu corpo tremer. Eu gemia alto enquanto olhava o ambiente em volta: a Larissa suada e destruída, a Bruna com os olhos vidrados na cena, o Leandro, o MG e o Rayan se masturbando freneticamente enquanto assistiam. Até os câmeras que não estavam filmando estavam visivelmente duros com o que estava acontecendo.
O sexo continuou. Wallace me virou e me colocou pra cavalgar. Eu subi nele e comecei a subir e descer. Ele segurou minha cintura com as duas mãos e passou a controlar o movimento, me puxando pra baixo com força a cada descida. Eu gemia sem parar:
— Ahh… ahh… assim… porra…
O prazer subiu rápido. Gozei forte no pau dele, o corpo inteiro arrepiado, um gemido longo escapando da minha garganta. Ele não parou. Continuou me controlando, me fodendo por baixo até gozar também, gemendo rouco enquanto descarregava dentro de mim.
Ainda ofegante, ele olhou pra Bruna e falou:
— Vamos aproveitar o momento. Vamos gravar mais cenas. Me passa o telefone agora.
Bruna jogou o celular pra ele. Wallace discou e falou alto, no personagem:
— Filho, vem pra casa da sua sogra com seus amigos. Agora.
Eu sabia o que vinha. O Leandro, o MG e o Rayan já estavam ali, mas agora entrariam oficialmente em cena. Só de imaginar, minha buceta se molhou na hora.
Leandro, o MG e o Rayan entraram em cena ainda com as roupas que estavam usando. O Leandro falou, no personagem:
— Minha esposa e meu pai… o que está acontecendo?
Wallace respondeu:
— Aproveita, garoto. Não foi isso que eu te ensinei? Vem foder essa sua sogra safada comigo. E vocês dois, comam a esposa do amigo de vocês.
O MG e o Rayan não perderam tempo. Foram direto pra Larissa.
Enquanto isso, o Leandro se posicionou na minha frente e o Wallace atrás. Começaram a fazer DP comigo. Entraram devagar, cadenciados. Um na buceta, o outro no cu. As estocadas eram lentas e profundas no começo, me abrindo aos poucos. Eu gemia baixo, sentindo os dois me preencherem ao mesmo tempo. O ritmo foi aumentando aos poucos, mas ainda controlado, cada um entrando e saindo em sincronia.
Do lado, eu via a Larissa sendo fodida pelos outros dois. O Rayan estava na buceta dela e o MG no cu. Ela gemia alto, o corpo tremer entre eles, os seios balançando a cada estocada dupla. Os dois a fodia com força, e ela empurrava o quadril de volta, se entregando completamente.
Depois de um tempo Leandro e Wallace trocaram de posição. Quem estava na buceta foi pro cu e vice-versa. Do outro lado, Rayan e MG fizeram o mesmo com a Larissa. A sensação mudou de novo. As estocadas ficaram mais profundas. Eu e minha filha gemíamos juntas, o barulho molhado dos quatro homens enchendo o quarto.
O prazer foi subindo sem pressa. Eu gozei primeiro, um orgasmo longo e pesado, o corpo inteiro arrepiado enquanto os dois continuavam me fodendo. Quase no mesmo momento a Larissa gritou e gozou também, o corpo sacudindo entre o Rayan e o MG. Os dois orgasmos se misturaram num gemido longo e descontrolado das duas.
Wallace, ainda dentro de mim, falou:
— Mãe e filha… duas putas dos BBC.
Eu respondi, ofegante:
— Sim… sim…
Ele completou, sorrindo:
— A rainha e a princesa da BBC.
Eu não sabia mais. Aquela gravação seria o início definitivo de algo novo na vida de todos.