Me chamo Carlos, eu me divorciei há dois anos mais ou menos. Fui morar em um apto pequeno, apenas um quarto. Minha filha as vezes vem passar alguns dias comigo. E em uma bela noite, apenas algumas cervejas que tudo começou a desandar dentro da minha cabeça. Começou como apenas um sonho aleatório (sonhei que estava metendo da minha filha), e esses tipos de sonhos se repetiram outras vezes.
No começo era só um pensamento sujo que aparecia do nada. Eu tentava empurrar embora. Mas à noite, sozinho no quarto, a imagem dela vinha forte. Quando menos percebi, eu acabava com a mão no pau, gozando baixo, com o nome dela preso na garganta. Depois vinha o remorso pesado, como se eu tivesse traído alguma coisa sagrada. Mas no dia seguinte a porra já estava de novo. Certo dia ela estava no banho, já era tarde, eu passei devagar no corredor e vi. Ela estava de costas, água escorrendo pelas costas, pela bunda, pelas coxas. O cabelo molhado colado no pescoço. Fiquei parado, respiração presa. Meu pau inchou na hora dentro da calça. Eu me masturbei ali mesmo, no corredor, olhando, gozando em silêncio com os olhos fixos nela. O alívio veio misturado com nojo de mim mesmo. Lavei a mão como se pudesse lavar a culpa também.
Mas a vontade só piorou.
À noite, quando ela sentava no sofá para assistir alguma coisa, eu me sentava perto. Cada vez mais perto. Um dia, eu me inclinei e deixei o pau duro roçar na coxa dela por cima da roupa.. Eu continuei, pressionando mais, sentindo o calor do corpo dela através do tecido. Meu coração batia tão forte que eu quase não ouvia a televisão. Tesão puro subindo pela espinha, misturado com um remorso que apertava o peito. Eu sabia que estava errado. Sabia que era minha filha. Mesmo assim não conseguia parar.
Quando ela se mexeu um pouco, eu recuei. Fingi que nada tinha acontecido. Mas naquela noite eu gozei de novo pensando no calor da coxa dela contra o meu pau. E o remorso veio logo em seguida, pesado, sujo, impossível de ignorar.
Ainda assim… eu já sabia que não ia conseguir parar.
Uma noite ela dormiu no meu quarto. Eu tinha tomado vinho, estava cansado, ela deitou de lado, de costas para mim, de camisola larga e calcinha. Em poucos minutos o respirar dela ficou pesado, fundo. Dormindo.
Eu fiquei acordado. Olhando. O lençol tinha escorregado e deixava a curva da bunda dela à mostra, a calcinha fina enterrada no meio. Meu pau já estava duro antes mesmo de eu colocar a mão nele. Tirei pela cintura do short e comecei a bater. Devagar no começo, só para não fazer barulho. Olhando o corpo dela subindo e descendo com a respiração. O cheiro dela no travesseiro. A pele clara da coxa.
O tesão subiu rápido demais. A mão molhada de pré-gozo deslizava fácil. Eu apertava a cabeça, puxava até a base, imaginando entrar nela ali mesmo, dormindo. O remorso apertava o peito, mas o pau só ficava mais grosso, mais quente. Não conseguia parar.
Comecei a gozar sem conseguir segurar o gemido baixo. O primeiro jato saiu forte, grosso, quente. Quase acertou o lençol. O segundo e o terceiro jorraram com força, jatos brancos e densos. Alguns caíram direto na coxa dela. Outro respingou na curva da bunda, escorrendo devagar pela calcinha. Eu continuei apertando o pau, tirando os últimos jatos enquanto olhava o porra escorrendo na pele dela. O prazer foi tão intenso que minhas pernas tremeram. O alívio veio misturado com um nojo profundo de mim mesmo.
Fiquei ali, respirando pesado, vendo o cum brilhar na coxa dela sob a luz fraca do corredor. Parte de mim queria limpar. Outra parte só queria marcar mais. Acabei pegando um lenço e limpando devagar, com cuidado para não acordá-la. Mesmo assim, o cheiro ficou. E o gosto da culpa também.
Deitei de costas, pau ainda semi-duro, coração batendo no pescoço. Sabia que tinha cruzado uma linha. E sabia que ia querer cruzar de novo.
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