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ENQUANTO A MÃE DORMIA | 03 ESSE CU AGORA É MEU

Um conto erótico de Gustavo
Categoria: Gay
Contém 1003 palavras
Data: 02/10/2026 04:32:36
Assuntos: Gay, Incesto, padastro

Acordei no outro dia com aquela sensação estranha no peito, meio ressaca, meio culpa. Ficava repetindo a mesma justificativa na cabeça: era o filho da minha namorada, eu sabia, mas ele não parava de me provocar, e eu sou homem, não sou de ferro. A desculpa não convencia nem a mim. Desci pra cozinha com o cheiro de café já tomando a casa. Márcia estava de costas, mexendo na bancada, falando alguma coisa sobre a reunião da tarde, uma cliente chata, um prazo que ela ia perder. Eu respondia com a cabeça, um "hum", um "é mesmo", mas nada daquilo entrava. Eu só conseguia sentir o Bruno sentado do outro lado da mesa.

Ele agia como se nada tivesse acontecido. Mexia no celular, mordia a torrada, tomava o café devagar, tranquilo demais. Foi quando levantou os olhos por cima da xícara e me encarou por dois, três segundos, o suficiente pra eu esquecer o que estava mastigando. Não sorriu. Não precisou. Aquele olhar dizia tudo o que a gente não podia dizer ali, com a mãe dele a dois metros, falando de prazo. Desviei primeiro. Sempre desvio primeiro.

Na minha cabeça só rodava um pensamento, e eu odiava o quanto ele era insistente: como é que eu vou comer o Bruno? Será que hoje dá certo?

Deixei ele na faculdade e a Márcia no trabalho. Quando o carro ficou vazio, o silêncio me pareceu alto demais. Fui pro escritório e tentei me afundar nos e-mails, nas planilhas, em qualquer coisa que me tirasse dali. Não adiantou. Passei a manhã olhando pro celular mais do que pra tela do computador. Perto do meio-dia, ele vibrou em cima da mesa. Era o Bruno.

— Vai almoçar em casa hoje?

Fiquei olhando a mensagem por um tempo, com o coração mais acelerado do que a situação pedia. Digitei devagar, tentando parecer indiferente:

— Não sei ainda. Por quê?

Os três pontinhos apareceram e sumiram. Apareceram de novo. Eu já estava com a mão suada quando a notificação chegou: uma foto.

Ele estava deitado na cama, a camiseta levantada até o peito, a luz da janela desenhando cada linha do corpo, e aquele meio sorriso de quem sabia exatamente o que estava fazendo. Embaixo da foto, uma frase:

— E aí? Quer almoçar isso?

Larguei o celular na mesa como se ele queimasse e olhei pra porta do escritório, de repente convencido de que alguém tinha visto. Ninguém. Só eu, o ar-condicionado e o barulho do meu próprio sangue. Peguei o celular de novo. A foto continuava lá, e a minha resposta já estava pronta na ponta dos dedos, pior ainda: eu já sabia qual ia ser.

Apertei o pau por cima da calça olhando pra foto. Duas horas de almoço. Tempo suficiente pra atravessar a cidade, comer o meu enteado e voltar antes que alguém estranhasse. O pau endureceu na mesma hora, pesado, latejando contra o tecido. Tirei uma foto rápida, o volume marcado, a cabeça já apertando o zíper, e mandei:

— E você quer almoçar isso?

A resposta veio em menos de trinta segundos.

— Quero que você me foda. Sem rodeio. Vem.

Apertei o pau de novo, mais forte. Digitei só uma frase:

— Tô indo.

Fechei o que precisava fechar no computador, inventei uma desculpa qualquer pro chefe e saí. O trânsito colaborou. Em quarenta minutos eu já estava estacionando em frente ao nosso prédio. A porta abriu antes mesmo de eu colocar a chave. Bruno estava só de cueca preta na sala, o corpo ainda marcado pela luz da manhã que entrava pela janela. Me puxou pela camisa e beijou com urgência, a língua quente, a mão já descendo pelas minhas costas. Eu respondi o beijo com a mesma fome. Tirei a camisa dele. Passei a língua pelo abdômen liso, subi até o peito e chupei o mamilo enquanto ele gemia baixo contra o meu cabelo. Depois o puxei de volta pra mim, beijei fundo, apertei a bunda firme por cima da cueca e desci o tecido de uma vez. O pau dele saltou duro.

Bruno se ajoelhou na minha frente, puxou minha calça e a cueca juntas. O pau bateu na cara dele. Eu dei um tapa na bunda dele e falei, a voz rouca:

— Não vou perder tempo.

Virei ele de quatro no sofá da sala. Cuspi na mão, passei no pau e enfiei de uma vez. O cu dele mastigou meu pau, quente, apertado, faminto. Bruno enterrou o rosto no encosto e gemeu:

— Padrasto safado… assim…

Eu meti. Dei tapas na bunda, vi a marca vermelha aparecer, senti o aperto a cada estocada. Depois o virei de frente, levantei uma perna dele e continuei fodendo enquanto beijava a boca aberta. O suor do meu peito caía no peito dele. O sofá rangeu. Bruno gemia no meu beijo, as unhas cravadas nas minhas costas. Gozei dentro. Fundo. Sentindo o cu dele pulsar e ordenhar cada jato. No mesmo segundo ele gozou sem tocar no pau, o corpo inteiro tremendo, o gozo espirrando entre a gente. Mas não era suficiente. Não tirei o pau. Continuei metendo devagar, sentindo o excesso escorrer pelas laterais. Um minuto depois eu ainda estava duro como pedra. Empurrei ele de novo de quatro, agarrei o cabelo e fodi com mais força, mais brutalidade. Apertei o pescoço dele por trás, cuspi na cara quando ele virou o rosto, dei um tapa leve na boca e falei baixo, quase no ouvido:

— Puto safado. Filho da puta. Olha como você fica quando o padrasto te come.

Bruno só gemia e empurrava o cu pra trás, pedindo mais. Eu acelerei até sentir a segunda porra subir. Enterrei até o saco e gozei de novo, mais forte que a primeira, enchendo ele outra vez enquanto apertava o pescoço e segurava o corpo dele contra o meu. Ficamos assim, ofegantes, o sofá da sala fedendo a sexo no meio da tarde, o sol ainda alto do lado de fora. Eu ainda estava dentro dele quando ele falou, a voz rouca e satisfeita:

— Esse cú agora é meu.

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