A atmosfera no nosso quarto depois do primeiro ciclo era de puro deleite. O ar-condicionado continuava ligado, mas o calor que emanava dos nossos corpos suados deixava o ambiente quente, denso e com aquele cheiro inconfundível de sexo bem feito.
Logo após a última fricção no final da nossa primeira rodada, o brilho místico havia renascido, e o vigor no corpo do Heigor voltou com força total. O pau dele já estava ereto de novo, duro e pronto para o próximo round, pulsando de tesão contra o meu corpo.
— Vem, meu amor... vamos tomar um banho rápido primeiro — disse Heigor, me puxando pela mão.
Fomos até o banheiro e entramos juntos sob o chuveiro. A água morna caindo pelos nossos corpos ajudou a tirar o excesso do nosso encontro anterior, mas a química entre nós não dava trégua. Enquanto nos ensaboávamos, os toques eram inevitáveis: as mãos dele deslizavam cheias de sabão pelas minhas curvas, apertando minha bunda, enquanto eu alisava o peito dele e passava a mão pelo seu membro rígido, que permaneceu completamente duro o tempo inteiro sob a água.
— Amor... se você quiser, pode começar os pedidos aqui mesmo... — insinuei, dando uma rebolada leve contra o pau dele e olhando de lado.
Heigor deu um sorriso safado e mordeu o meu lábio inferior.
— Não, minha gênia... O que eu tenho em mente para essa rodada precisa ser feito no conforto e no espaço da nossa cama.
A resposta dele fez o meu coração disparar de ansiedade. Um sorriso safado se desenhou no meu rosto na hora, imaginando o que aquela cabeça pervertida estava planejando.
Saímos do banho, nos enxugamos rapidamente e voltamos para o quarto. Assim que pisamos no quarto, Heigor me olhou com aquele brilho safado nos olhos, segurou no meu quadril e disse com a voz grave:
— Quero ver você preparando o seu cuzinho para mim agora, Aladinha.
Aquelas palavras me atingiram como uma descarga elétrica. A ansiedade tomou conta do meu peito, acompanhada de uma onda devastadora de tesão. Dar o cuzinho para o Heigor era um desejo antigo, algo que eu sempre quis muito entregar para ele. Mas, por mais que eu sempre estivesse relaxada, morrendo de vontade e cheia de tesão, a gente nunca tinha conseguido passar da cabecinha do pau dele nas nossas tentativas.
Olhei para ele com um sorriso safado se desenhando nos meus lábios. Sentindo a magia do nosso pacto ainda pulsando quente sob a minha pele, tomei a decisão ali mesmo: era a hora perfeita de testar se aqueles novos poderes místicos finalmente acabariam com o meu "problema".
— Desejo concedido com muito gosto, meu rei — murmurei, enquanto pegava o lubrificante que ficava na nossa mesinha de cabeceira.
Fiquei de quatro na cama, jogando minha bunda pro alto e empinando bem o meu quadril, pronta para passar o produto. Mas nem deu tempo de usar o lubrificante. A visão da minha bunda aberta para ele, com a buceta logo abaixo brilhando de mel e o meu cuzinho contraído, deixou Heigor louco na hora.
Ele se ajoelhou atrás de mim e caiu de boca sem pensar duas vezes, se fartando de cada pedacinho. Fazia movimentos circulares com a língua, me fazendo gemer e empinar mais ainda, forçando minha bunda contra o rosto dele. Sentindo o sabor do mel delicioso que escorria da minha buceta, ele alternava entre levar esse melzinho com a língua até o meu cuzinho, enfiar a língua nele bem fundo, descer e me chupar mais um pouco. O contraste da língua quente no meu anelzinho me fazia tremer inteira.
Após alguns momentos nesse banquete gostoso, ele colocou a ponta do dedo e começou a forçar a entrada devagar, aproveitando a lubrificação natural. A sensação era inacreditável: onde antes havia resistência, agora eu sentia apenas um prazer absurdo me enlouquecendo de tesão. Eu rebolava, gemia, tentava falar, mas tudo que eu conseguia fazer era me entregar àquele êxtase, prestes a atingir o ápice.
Heigor percebeu que eu estava a ponto de gozar e se posicionou atrás de mim, perguntando com sua voz rouca:
— Minha Aladinha está pronta pra mim? — cada palavra foi dita cadenciada com uma pincelada do seu pau no meu cuzinho lambuzado e faminto.
— Uhhumm... — foi o que eu consegui dizer.
O que senti a seguir fez meu corpo tremer de prazer. Heigor interpretou meu gemido abafado como o sinal verde que sua sanidade implorava. Ele abandonou qualquer cautela. Com um gemido possessivo, posicionou a cabeça do pau duro e lambuzado com o nosso próprio suco bem na entrada do meu cuzinho. Ele segurou firme na minha cintura e começou a empurrar devagar. Para a minha surpresa e delícia, a barreira de antes simplesmente desapareceu. A sensação da dilatação inicial foi intensa, quente e incrivelmente gostosa. Os poderes da gênia tinham funcionado.
— Isso... vai, amor... empurra... — sussurrei, relaxando o corpo para receber o meu homem.
Ele foi empurrando centímetro a centímetro. Quando a cabeça do pau dele venceu a entrada e entrou inteira, nós dois soltamos um gemido alto ao mesmo tempo. Era uma conexão única. Ele continuou empurrando até o talo, afundando o membro inteiro no meu cu. A minha bunda acolheu o pau dele completamente.
Heigor deu uma pausa, colando o peito dele nas minhas costas, me abraçando por trás e mordiscando o meu ombro.
— Puta que pariu, Aladinha... que aperto gostoso, que cuzinho quente! Você é perfeita demais! — ele desabafava, visivelmente emocionado e louco de tesão.
Ele começou o movimento. No início, estocadas lentas, profundas, tirando o pau quase todo e metendo até o fundo. O som do atrito dos nossos corpos ecoava pelo quarto. A cada metida, a minha bunda balançava e estalava.
Aos poucos, o ritmo foi aumentando. Heigor começou a socar com mais força, dominando a minha cintura, me segurando como se eu fosse dele e de mais ninguém. E eu era. A sensação de ter o cu tomado pelo pau do meu parceiro me dava uma onda de tesão tão absurda que a minha buceta, mesmo sem ser tocada diretamente, começou a escorrer rios de mel na cama.
— Ai, Heigor! Vai, meu amor! Mete com vontade na sua gênia! — eu gritava, afundando a cara no travesseiro e rebolando para encontrar o pau dele no meio do caminho.
Ele estava no ápice do prazer. Ver a entrega da sua parceira, sentir a pressão do meu cu apertando o membro dele a cada estocada, levou o Heigor ao limite da razão.
— A gente precisa do segundo desejo agora, Aladinha! — urrou ele, acelerando a cavalgada por trás, metendo fundo e rápido. — O segundo desejo... é ver você alcançar o orgasmo mais louco da sua vida enquanto eu meto fundo no seu cuzinho!
— SIM, MEU REIIII! CONCEDIDO! — berrei a plenos pulmões.
Heigor segurou a minha bunda com as duas mãos, abrindo bem as minhas nádegas para ter acesso total, e começou a socar de forma alucinada. O pau dele entrava e saía do meu cu com uma precisão cirúrgica, atingindo todos os meus pontos de prazer interno. Ao mesmo tempo, levei minha mão por baixo do meu corpo e comecei a esfregar o meu clitóris com desespero.
A combinação do pau dele no meu cuzinho com os meus dedos na minha buceta foi explosiva. Em poucos segundos, uma onda devastadora de prazer tomou conta do meu ser. O meu cu começou a se contrair em volta do pau dele num espasmo incontrolável.
— VOU GOZAR, HEIGOR! — gritei, caindo de bruços no colchão enquanto o meu corpo todo tremia de forma violenta.
— E o meu terceiro desejo: Quero ver minha Aladinha ter um squirt delicioso e ver você esguichar enquanto eu encho o seu cuzinho de porra!
Ele nem tinha terminado de falar e a força do orgasmo me fez esguichar muito, molhando minhas pernas, a cama e as bolas dele...
— AHHH, ALADINHA! Eu tô sentindo, gostosa, molha tudo! — urrou Heigor, dando as últimas estocadas profundas e despejando todo o seu sêmen quente bem no fundo do meu cuzinho.
O orgasmo foi tão intenso que as minhas pernas ficaram bambas. Senti a jorrada quente dele preenchendo o meu interior enquanto o meu corpo continuava pulsando e me entregando ao prazer absoluto. Ficamos naquela posição por longos segundos, apenas sentindo o ritmo dos nossos corações e a respiração descontrolada de ambos.
Devagar, Heigor tirou o pau de mim com um estalo suave e se deitou do meu lado. Ele me puxou para o peito dele, me abraçando forte, cobrindo o meu rosto de beijos carinhosos e cheios de gratidão.
— Você é maravilhosa, minha vida... nunca vi nada tão gostoso e tão lindo quanto você se entregando para mim — disse ele, alisando os meus cabelos.
Eu dei um sorriso cansado, porém infinitamente safado. Apoiei o meu queixo no peito dele, olhando bem dentro dos olhos do meu homem. Com a mão direita, alcancei novamente a minha buceta, que continuava babando de tesão e extremamente sensível.
— Amor... você achou mesmo que o seu desejo pelo meu corpo tinha limite hoje? — murmurei, dando um sorriso provocante. — O cuzinho foi perfeito... mas a Aladinha ainda tem muita coisa para te oferecer.
Peguei a mão dele e colei na minha fenda mais uma vez.
— Esfrega, Heigor... esfrega a sua gênia de novo. O capítulo três nos espera, e você sabe que ainda tem muito fetiche para realizar.
Pressionei a mão dele contra mim, e a fricção foi feita mais uma vez. O brilho místico voltou a piscar no ar, e o sorriso no rosto do Heigor revelava que a noite estava muito longe de terminar.
