Ele me perguntou só uma vez.
Baixinho, com a boca quase encostada na minha orelha, a mão já subindo pela minha coxa debaixo da mesa.
"Tem certeza, Lú?"
Eu tinha um sorvete derretendo numa mão e um guardanapo com endereço na outra, mas o que eu realmente tinha era a buceta já molhada só da antecipação.
Quem somos
Nós somos o Casal Apimentados, e nesta história a gente é Jorge e Lúcia, nomes fictícios mas as atitudes são bem reais.
O Jorge é negro, tem 1,85 m, 43 anos e um pauzão que me deixou viciada desde os nossos vinte e poucos. Corpo forte sem ser musculoso, daqueles que ocupam a porta inteira e ainda passam calma, mas que ocupa minha buceta inteira toda noite sem cerimônia. Eu sou a Lúcia: 1,72 m, loira natural, olhos verdes, seios fartos e umas coxas grossas que sempre foram o ponto fraco dele - e de mais alguns homens, como descobriria naquela noite. Mesma idade, mesma cumplicidade, vinte anos de estrada e um tesão um pelo outro que só aumenta.
A regra de ouro do nosso mundo é simples: nada acontece se um dos dois não estiver confortável, e nada acontece longe do olhar do outro. Mas aquela noite, a gente iria testar os limites dessa regra.
Era com essa regra na cabeça - e a calcinha já ensopada - que eu tomava sorvete naquele sábado.
O sorvete
Sábado de sol forte, daqueles em que São Paulo esquece que tem inverno. O Jorge tinha prometido um programa "sem pressa, sem plano", e eu, que conheço esse homem o suficiente para saber que "sem plano" pra ele geralmente termina com o rosto meu na cama e ele me fodendo até o amanhecer, topei mesmo assim.
Fomos parar no Tiquatira, na Barraca do Valdir, sorveteria que virou nosso cantinho. Eu de vestido leve, com aquele decote que ele finge não olhar e olha o tempo todo, imaginando já os mordiscando. Ele de camisa de linho aberta no colarinho, sentado na minha frente com uma casquinha de coco queimado. Eu fui de pistache com um toque de limão, lambendo devagar, imaginando aquela língua em outras coisas.
— Você tá me olhando de novo — falei, lambendo a colher com um olhar que dizia "me come aqui e agora".
— Tô olhando minha esposa tomar sorvete. Crime não é.
— Depende de como você olha. Se você já está imaginando essa boca no seu cacete, então acho que já é crime.
Ele engasgou com o sorvete. Por baixo da mesa, senti a mão dele encostar no meu joelho e subir devagar até a coxa, passando direto pelo tecido fino do vestido. Cruzei as pernas de propósito, mas deixei a mão dele presa entre minhas coxas. Ele suspirou, balançou a cabeça e voltou ao sorvete, derrotado e feliz, com o pau já duro na calça.
Foi aí que percebi que a gente estava sendo observado. E eu, vadia que sou, adorei.
Na mesa ao lado, um casal jovem, vinte e poucos anos. Ela, a Bia, morena, cabelo cacheado, com um sorriso solto de quem não pede licença para existir e uns seios de dar água na boca. Ele, o Diego, alto, boné virado, correntinha no pescoço, já com um volume na calça que prometia coisas boas. Já tinham rido duas vezes da nossa troca de provocações, sem disfarçar.
— Desculpa a intromissão — a Bia falou, inclinando-se para nós. — Mas vocês são muito fofos. Faz quanto tempo que estão juntos?
— Vinte e poucos anos — respondi. — E ele ainda não aprendeu a disfarçar quando quer algo.
— E nem quero aprender — o Jorge completou, e ela caiu na gargalhada, os seios balançando dentro da blusinha justa.
Conversa puxa conversa, e logo já estávamos falando de tudo um pouco. Eles eram abertos, falavam de sexo com naturalidade, e eu sentia o Jorge ao meu lado cada vez mais tenso, e não era de raiva.
— Vocês vão achar estranho, mas hoje à noite tem um fluxo na casa de uns amigos nossos. Piscina, som alto, funk até cansar. Gente de todo tipo, muito aberta. Vocês deviam aparecer. A gente se diverte muito lá.
Eu e o Jorge trocamos um olhar. Depois de tanto tempo, a gente conversa assim, e em um segundo tivemos uma conversa inteira: você quer? Eu quero se você quiser. Só se for junto.
— A gente aparece pra dar uma olhada — ele respondeu, com a voz grave e tranquila. — Sem compromisso. A não ser que dê.
Diego anotou o endereço num guardanapo e o deixou na nossa mesa. Quando foram embora, o Jorge entrelaçou os dedos nos meus.
— Tem certeza, Lú?
Fiquei olhando o papel, já sentindo meu cuzinho pulsar.
Eu podia dizer não. Ele aceitaria na hora, sem cara feia, sem cobrança. É isso que faz a pergunta valer alguma coisa. Mas eu não queria dizer não. Eu queria dizer sim para tudo.
— Tenho curiosidade — respondi, passando a mão no volume dele. — É diferente. E você?
Ele engoliu seco. O pau dele pulou na calça.
— Eu tenho você. O resto é bônus. Mas se esse bônus incluir te ver sendo fodida por outras pessoas, acho que eu tô dentro.
Guardei o guardanapo na bolsa.
O coração já estava acelerado. E a buceta, molhada.
Chegamos às onze. Dava para ouvir o grave do funk do fim da rua, o chão quase vibrando. Portão aberto, gente entrando sem cerimônia, luz azul refletindo da piscina, copos nas mãos, corpos dançando por todo lado. Mas o que eu vi foram corpos, se tocando, se beijando. Uma energia jovem e solta que me fez sentir algo que eu não sentia havia tempo: a vontade de ser fodida por todos.
O Jorge apertou minha cintura por trás.
— Tá linda. E eu tô com o melhor lugar da festa.
— Qual é?
— Perto de você.
Ajeitei o cabelo louro por cima do ombro e entrei. Os olhares vieram na hora, de mulheres e de homens. Uma loira de olhos verdes, 43 anos, ao lado de um homem negro e alto com aquela presença que preenche o ambiente sem esforço, é uma combinação que não passa despercebida em lugar nenhum. E eu queria ser notada, desejada.
A Bia nos achou perto da piscina, de biquíni e saída de praia transparente, o cacheado ainda úmido, os biquíni brancos transparentes com os mamilos já durinhos.
— Vocês vieram! Falei pro Diego que vinham, ele apostou que não. Apostei que vocês viriam.
— Quem perdeu? — o Jorge perguntou, já tirando a camisa e mostrando aquele peito negro e forte que me deixava molhada.
— Ele. Vai pagar a próxima rodada. Mas acho que a gente pode começar já com essa rodada aqui.
Em cinco minutos a gente estava no meio de uma roda de gente que eu nunca tinha visto, mas que falava comigo como se fôssemos amigos de infância. É o encanto do fluxo: ninguém pergunta o que você faz, quanto ganha, de onde vem.
E eu fui.
O funk pesado tomou conta do quintal. O corpo lembra, mesmo depois dos quarenta, como se mover quando o grave bate no peito. Deixei o copo numa mesinha, olhei para o Jorge e estendi a mão.
— Vem.
— Eu não danço funk, Lúcia.
— Mentira. Você dança comigo na cozinha toda sexta-feira. E hoje você vai dançar comigo e com mais quem eu quiser.
Ele riu, balançou a cabeça e veio. O homem que jura não saber dançar me puxou pela cintura, me colou no corpo dele e me conduziu com uma segurança que fez a Bia soltar um "uau" alto. O Jorge não é de show, é de presença. Dança como faz tudo: com calma, com domínio, deixando o mundo virar cenário.
A mão dele desceu devagar pelas minhas costas e parou na curva da cintura.
— Tá vendo quantos olhares? — ele sussurrou. — Tem uns dez caras e umas cinco mulheres que já deviam ter vindo falar contigo.
— E por que não vieram?
— Porque eu tô aqui. E tô com cara de quem não vai sair. Mas acho que se eu permitir, eles vêm.
Mordi o lábio de propósito. Ele fechou os olhos por um segundo e apertou meu quadril com aquela firmeza que ele sabe que me desmancha.
— Você é perigosa.
— Você que me deixou assim. E agora você vai deixar os outros aproveitarem também.
Ele sorriu. Um sorriso sujo, cúmplice, do Jorge que eu amo. E assentiu. A festa, pra mim, tinha acabado de começar de verdade.
Lá pela meia-noite, a Bia me puxou até a beira da água e sentou ao meu lado, com os pés mergulhados. O Diego veio atrás, já sem camisa, mostrando um corpo rachado e um volume no bermuda que prometia.
— Posso te falar uma coisa? Eu e o Diego temos vontade de conhecer casais assim, com história. Como vocês fazem pra ter esse olhar um pro outro depois de tanto tempo? — a Bia perguntou, a mão dela já na minha coxa.
Do outro lado da piscina, o Jorge conversava com o Diego e mais dois caras. Ele levantou os olhos, me achou e piscou. Só isso. E senti o mesmo frio na barriga de vinte anos atrás, só que agora multiplicado por quantos corpos eu via me desejando.
— A gente conversa — falei, passando a mão no cabelo cacheado da Bia. — Muito. Principalmente sobre o que dá medo ou vergonha de dizer. E combina tudo antes, nunca no meio do momento. Cada um sabe onde o outro está, o que o outro quer e até onde vai. Liberdade sem confiança vira bagunça, Bia. Com confiança, vira aventura. E hoje, a aventura tem nome: Bia, Diego e quantos mais a gente quiser.
A Bia sorriu, um sorriso de quem entendeu tudo. Ela se inclinou e me beijou. Um beijo molhado, com gosto de batom e de desejo. Sua língua invadiu minha boca e eu respondi com a mesma fome. Suas mãos subiram pelo meu vestido, encontrando meus seios, apertando meus mamilos. Eu gemi no meio da beijoca. Do outro lado, o Jorge assistia, com o Diego já com a mão no cacete dele.
— Vamos pra dentro da água? — a Bia sussurrou no meu ouvido.
Nós mergulhamos. A água muda da piscina escondeu nossos corpos, mas não o que estávamos fazendo. A mão da Bia encontrou minha calcinha já encharcada, e ela riu baixinho.
— Alguém já está pronta pra festa, né?
Ela me virou, encostou minha bunda na borda da piscina, afastou meu vestido e mergulhou com a boca na minha buceta. Sua língua era ágil, sabia onde morder, onde lamber, onde sugar. Eu gemi alto, sem me importar com quem estivesse olhando. Do outro lado da piscina, o Jorge já estava com o cacete pra fora.
— Tá gostando, Lú? — o Jorge perguntou, com a voz rouca de tesão. — Gosta de ver seu marido de pau duro enquanto uma novinha te chupa?
— Sim, caralho! — gritei, segurando a cabeça da Bia contra minha xereca. — Chupa essa buceta, Bia! Faz-me gozar na tua boca!
A Bia obedeceu, aumentando o ritmo. Eu estava perto de gozar. Muito perto. A Bia introduziu um dedo no meu cuzinho enquanto continuava me chupando, e eu perdi completamente o controle.
— Ah, foda! Bia! Vou gozar! Vou gozar na tua boca, sua putinha!
Meu corpo todo tremeu. Minhas pernas ficaram bambas. A Bia bebeu todo o meu gozo, depois subiu e me beijou, passando o meu próprio gosto pra mim. Eu a retribuí, com a fome de quem queria mais.
Quando o Jorge veio me buscar, ele se agachou na minha frente e me estendeu a mão.
— Vem cá, Lú. Quero te mostrar uma coisa.
Subimos uma escada externa até o terraço. De lá dava para ver a festa inteira embaixo, as luzes azuis da piscina, os corpos nus, se fodendo por todo lado. O som chegava abafado, o grave vibrando no chão. O vento da madrugada me arrepiou os braços. O Jorge tirou a camisa de linho e colocou nos meus ombros.
— Sabe o que eu tava pensando lá embaixo? — ele disse, me abraçando por trás, o queixo no meu ombro, o cacete duro esfregando na minha bunda.
— Me conta.
— Que eu poderia estar em qualquer festa do mundo, com qualquer pessoa. E que minha parte favorita da noite ainda é o momento em que você me olha de longe e eu sei que a gente vai foder todo mundo junto.
Virei de frente. Apoiei as mãos no peito dele e senti o coração batendo firme.
— A gente ainda nem fodeu todo mundo ainda.
— Eu sei. Mas já tô ansioso por te ver sendo fodida por todo mundo aqui.
Ele me beijou devagar, como quem tem a noite inteira pra foder. A mão dele desceu pelas minhas costas, levantou meu vestido e encontrou meu cuzinho. Um dedo seu, grosso e insistente, entrou sem aviso. Eu gemi.
— Quer ser fodida no cuzinho aqui no terraço, loira? Quer que todo mundo lá embaixo veja teu marido te arrombando?
— Sim, Jorge! Fode-me! Arromba meu cuzinho aqui pra todo mundo ver!
Ele não precisou de mais convite. Abriu a braguilha, tirou aquele cacete que me pertencia, e sem cerimônia, enfiou tudo no meu cuzinho. Eu gritei de prazer e dor. O Jorge não tem piedade quando fode meu cuzinho. Ele sabe que eu gosto de sentir cada centímetro dele me rasgando, me possuindo.
Enquanto ele me fodia, a porta do terraço se abriu. Era a Bia e o Diego. Eles vieram nos procurar. Mas ao ver a cena, pararam. O Diego tirou o cacete já duro e começou a se masturbar. A Bia, por sua vez, se aproximou, se ajoelhou e começou a lamber meu cuzinho enquanto o cacete do meu marido entrava e saía.
— Ah, caralho! — gritei. — enquanto você me fode! Que porra mais boa!
O Jorge parou por um segundo, sentindo a língua da Bia. Ele olhou pra mim, com aquele olhar de fome, e disse: "Senta. Vai montar nesse cacete."
Ele se sentou num banco de madeira, o pau duro apontando pro céu. Eu me virei, de costas pra ele, e afundei meu cuzinho naquele pau maravilhoso. A Bia, na minha frente, se ajoelhou e mergulhou de novo na minha buceta, agora com o dedo no meu clitóris. Do outro lado, o Diego já tinha chegado, com o cacete na mão, e me ofereceu. Eu abri a boca e o engoli até as bolas.
A cena era perfeita. Eu, no meio, sendo fodida no cuzinho pelo meu marido, chupada na buceta por uma novinha e engolindo o cacete do namorado dela. Um ritmo. Uma sinfonia de corpos, gemidos, suor e tesão.
— Chupa essa rola, Lúcia! — o Jorge gritou, fodendo meu cuzinho com mais força. — Engole esse cacete! Mostra pra ele quem manda!
O Diego obedeceu, segurando meu cabelo e fodendo minha boca com vontade. Eu engasgava, mas não importava. Eu só queria mais. Mais cacete, mais língua, mais tudo.
— Vou gozar, loira! — o Jorge avisou. — Vou encher teu cuzinho de leite!
— Sim, Jorge! Goza dentro de mim! Enche meu cuzinho com teu esperma!
Ele gemeu alto, e senti o jato quente do leite dele enchendo meu cuzinho. Ao mesmo tempo, a Bia aumentou o ritmo na minha buceta e eu gritei com o cacete do Diego na boca, enquanto gozava de novo, dessa vez na boca da Bia, que bebeu tudo como se fosse água.
O Diego não aguentou. Com um grunhido, ele tirou o cacete da minha boca e gozou no meu rosto, nos meus seios. Jatos quentes de esperma escorrendo pela minha pele. Eu ri, suja, satisfeita, completamente usada.
Quando o tremor passou, a Bia se levantou, veio até mim e lambeu o leite do Diego do meu rosto, depois me beijou, passando o gosto dele pra mim. Um círculo perfeito de tesão e putaria.
Nos despedimos da Bia e do Diego com abraço apertado, promessa de repetir a dose e um beijo molhado de cada um. Ninguém pediu mais do que aquilo. Ninguém precisou.
No carro, o Jorge dirigia com uma mão no volante e a outra na minha coxa, ainda suja da putaria.
Nenhum dos dois falou nada por um bom tempo.
A cidade passava pela janela, vazia e dourada de poste. Eu olhava o perfil dele, a barba por fazer, o maxilar tranquilo. O meu homem. O meu amor. O meu parceiro na putaria.
— Você gostou? — ele perguntou, sem tirar os olhos da rua.
— Gostei.
— Do quê, exatamente?
Pensei antes de responder.
— De ser olhada. De ser desejada. De ser fodida. De ter certeza de com quem eu ia voltar.
Ele apertou minha coxa.
Sorriu.
E pisou um pouco mais fundo no acelerador, com pressa de chegar em casa e me foder de novo, só nós dois.
Não me lembro de ter tirado o salto.
Lembro da porta de casa se fechando. Da bolsa caindo no chão. Do guardanapo com o endereço escapando de dentro dela e ficando ali, esquecido, como um troféu da nossa aventura.
Lembro das mãos dele.
Do jeito que ele me olhou no corredor, como se tivesse acabado de me conhecer e como se quisesse me foder até o fim dos tempos.
— Vinte anos — ele murmurou, já tirando o que restava da minha roupa. — E você continua sendo a mulher mais gostosa do mundo.
— E você continua com o cacete mais delicioso que eu já chupei.
Ele me pegou no colo e me levou pro quarto. Me jogou na cama e se jogou em cima. Sem pressa. Diferente da festa. Ali era só nosso.
Ele me beijou devagar, um beijo que dizia tudo. Um beijo de amor, de cumplicidade, de parceria. Um beijo que dizia "a gente pode foder com quem a gente quiser, mas a gente sempre volta pra casa junto".
Ele entrou em mim. Sem camisinha, como sempre. O cacete dele deslizou na minha buceta molhada, já pronta pra ele. Ele começou a me foder, devagar, com carinho, olhando nos meus olhos.
— Te amo, loira.
— Eu te amo, meu negão.
Ele aumentou o ritmo, e eu respondi, subindo as pernas nas costas dele, pedindo mais, mais, mais. Ele fodia-me com força, com amor, com tudo o que ele era. E eu recebia tudo, entregando tudo o que eu era.
Quando ele gozou dentro de mim, foi diferente. Foi intenso. Foi nosso. Foi a confirmação de que, por mais putaria que a gente fizesse por aí, a melhor putaria sempre seria a nossa, na nossa cama, no nosso amor.
Tudo o que a festa acendeu, a gente terminou de atear em casa, longe de qualquer piscina, de qualquer funk, de qualquer plateia. Só nós dois, como sempre foi, como sempre vai ser.
Porque a noite pode ter mil convites. A melhor parte continua sendo a certeza de quem volta para casa com a gente.
Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.
Casal Apimentados
