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Acho que fui assediado

Um conto erótico de Afonso
Categoria: Heterossexual
Contém 1787 palavras
Data: 01/10/2026 20:35:02

Após um dia de trabalho, estava no ponto de ônibus aguardando para ir embora quando a vi. Eu não sou de ficar olhando muito para mulher na rua, mas aquela em questão me hipnotizou. Ela aparentava ter cerca de 40 anos, era branca, tinha um cabelo liso e castanho e usava um óculos. Vestia uma calça jeans larga e uma regata simples branca, e esse foi o problema. A mulher tinha peitos grandes que chamavam muita atenção no decote. Tentei me distrair, mas meus olhos toda hora eram atraídos por aqueles dois montes.

Vários onibus passaram, mas nada do meu chegar. Ela também aguardava e eu comecei a desconfiar que pegaríamos o mesmo. Era quase 18h, horário de rush com o retorno do trabalho, e vejo meu ônibus se aproximar. Fui para perto da rua fazer sinal e a vi fazer o mesmo. Íamos no mesmo ônibus.

O ônibus estava cheio e ela foi na minha frente. Girou a catraca, deu a sorte de ter uma senhora levantando de um banco no mesmo instante e sentou. Eu tentei ir para o fundo, mas não dava para me mexer confortavelmente e acabei parando em pé mais ou menos uns dois bancos a sua frente. Eu tentava me distrair, mas ela sentada me dava um ótimo campo de visão daquele decote lindo, e meu olho frequentemente desviava para lá.

Foram uns 10 minutos de luta, até que o ônibus começou a esvaziar e vagou um lugar mais para o fundo. Fui até lá e me sentei. Eu descia no ponto final e a viagem demorou mais uns 20 minutos até lá. Continuei tentando me distrair, mas eu reparei que ela ainda não havia descido. Era óbvio que eu não falaria um A com ela, mas a minha mente já maquinava vários cenários.

Quando o ônibus entrou na rua do ponto final, eu a vi levantar. Para descer, passou por mim, sentado, e olhou para mim, flagrando meu olhar em sua direção. Fiquei encabulado, com medo de parecer um maníaco, e não olhei para trás para ver se ela tinha descido. O ônibus chegou no ponto final e eu, com o celular na mão, desci; ela já não estava mais.

O ponto era perto da minha casa, e fiz o meu caminho normal. Minha mente ainda lembrava daquele decote, mas ela havia descido e era apenas uma lembrança. Para chegar em casa, eu andava um pouco, virava em uma viela estreita e poucos metros a frente virava na minha rua. Era um caminho meio esquisito, sobretudo de noite, mas eu já estava acostumado.

Entrei na viela, passei por duas casas e fui surpreendido por um "eiiii" e uma mão segurando meu braço. Quando me virei, era ELA!

- Você sabe onde fica esse número aqui? - ela parou ao meu lado e me mostrou o celular.

A posição que ela ficou e mostrou o celular me dava uma visão privilegiada do seu decote, e foi inevitável olhar. Rapidamente me afastei e, de frente para ela e muito nervoso, tentei responder:

- Número 78? É... - eu coçava a cabeça realmente tentando lembrar, mas meus olhos me traíram e foram novamente para o decote.

Quando eu fui completar a frase, fui interrompido por um:

- Meus olhos estão aqui em cima, garoto!

O esporro e o flagra me deixaram ainda mais nervoso, comecei a tentar me justificar e gaguejava muito:

- Não, e-eu não...

- Te pedi uma informação e você olhando pros meus peitos, moleque!

- N-não e-eu...

- Falta de respeito! Eu tenho o dobro da tua idade! - ela exagerou nessa, mas o tom de esporro não me deixou nem pensar muito nisso

Tentei começar a explicar e pedir desculpas e ela novamente me interrompeu:

- O meu decote não te dá o direito de ficar olhando não. Eu sou uma mulher casada, seu safado!

Eu já estava completamente vermelho, completamente constrangido e envergonhado, até que ela deu dois passos em minha direção:

- Aposto que tá de pau duro olhando os peitos de desconhecida na rua, seu tarado! - ela falou isso apertando meu piru e minhas bolas por cima das calças

- Toma vergonha, moleque! - meu pênis estava meia bomba mas começou a endurecer ao ser apalpado - Me fala logo onde fica esse número - ela ordenou sem soltar minhas partes íntimas

- É-é ali... eu acho!

- Onde? Ali? - ela apontou e eu assenti com a cabeça - Me leva até lá

O número 78 era, sei lá, quatro casas de onde estávamos, mas eu tava tão assustado que eu só segui o que ela falou. Chegamos a uma casa de muro alto, ela parou em frente ao portão tirou uma chave da bolsa, abriu e mandou:

- Entra!

Eu fiquei parado completamente vermelho sem entender o que estava acontecendo, até que ela ameaçou:

- Entra ou eu vou berrar que você é um tarado e o pessoal daquele bar (apontou para um botequim na esquina da rua) vai te dar uma surra.

Assustado, eu só entrei. Sinceramente, estava com medo de que o marido que ela citou me matasse ali dentro, mas correr teria sido pior. Parecia uma armadilha clara que o otário caiu. Ela abriu a porta de casa, apontou para um sofá e mandou eu sentar. Ela foi até a cozinha e voltou com um copo d'água:

- Quer?

Eu apenas balancei a cabeça negativamente e apoiei o copo no braço do sofá. De pé na minha frente, ela cruzou os braços e soltou:

- Por que você estava olhando para os meus peitos?

- Não, eu n-não

- Assume, moleque! Estava sim! Por quê?

- E-eu...

- Gostou do que viu, é? Não consegue nem falar!

Ela disparou essa e puxou um lado da blusa para baixo, revelando seu peito esquerdo:

- Tava doido pra ver, né? Olha então, seu tarado!

Ela aproximou aquele peito enorme de mim. Seu mamilo era grande, proporcional ao tamanho, e era tão delicioso quanto parecia.

- Pega! Vai dizer que não tava doido pra apertar? - ela segurou minha mão e levou até o peito

Meu pau, até então meia bomba muito mais pelo nervoso do que qualquer outra coisa, começou a dar sinal de vida e fazer volume na calça.

- Olha aí! Eu to vendo essa piroca ficando dura, seu tarado! - e apertou meu pau por cima da calça - Tava cheio de vontade de apertar esse peito, né?

Ela puxou o outro lado da blusa para baixo, ficando com os dois peitos de fora e logo puxou minha outra mão para massageá-lo:

- Aperta! Aproveita! Aproveita que a peituda do ônibus tá deixando você brincar!

Ela começou a desabotoar a minha blusa e eu, ainda meio sem reação, apenas apertava seus peitos enormes.

- Agora você vai deixar eu ver essa piroca - ela começou a abrir o meu cinto e a desabotoar a minha calça - Se essa rola tá dura por causa dos meus peitos, então você vai me mostrar.

Ela usava um tom de esporro que me dava medo mas não vou negar que também me excitava. Enfiou a mão dentro da minha cueca e puxou para fora um cacete já babando.

- Olha como essa rola tá dura. Já ta toda babada. Você é muito tarado, moleque! - ela começou a lentamente masturbar meu pau

Ela batia a punheta olhando firme para o meu olho, como se tivesse efetivamente me punindo, e isso me deixava confuso.

- Vai ficar só apertando? Aproveita que eu to deixando - ela jogou o seu peito esquerdo na minha cara e puxou minha cabeça contra ele - Mama nesse peitão. Eu sei que é isso que você ta pensando desde que me viu no ponto.

Eu apenas acatei e comecei a chupar aquele peito. Que peito gostoso! A punheta que ela me dava também estava prazerosa, e eu começava a perceber que logo logo gozaria.

- Você é um tarado do caralho! Eu já sei o que você deve estar doido pra fazer!

Ela se levantou e se ajoelhou na minha frente. Cuspiu na minha rola e chupou muito babado. Com ela bem molhada, iniciou uma espanhola:

- Era isso que você queria, né, seu safado? - e masturbava meu pau com os seus peitões - Tava doido pra enfiar a pica nos peitos da peituda do ponto!

Ela passou a fazer a espanhola de um jeito que quando descia os peitos a sua boca engolia a cabeça do meu pau. Aquilo estava extremamente prazeroso e era óbvio que eu não ia aguentar.

- Eu vou gozar! - falei pela primeira vez sem gaguejar de nervoso

- Goza, seu filho da puta safado!

Ela colocou a língua pra fora e encostou a cabeça do pau nela, masturbando com a mão. O primeiro jato foi forte em sua boca e ela se manteve com a língua de fora. O segundo foi igual, e ela fechou a boca para engolir. O terceiro espirrou em seu rosto, e eu vi um sorriso dela. Sem parar de masturbar, ela mirou nos seus peitos e os próximos jatos foram lá. Eu respirava ofegante, drenado daquela loucura e ela apertava os peitos em volta do pau para limpar o resto de porra.

Foi assim, com aquela peituda toda gozada entre as minhas pernas que, sem forças, senti ela levar a mão ao meu bolso e puxar meu celular. "Ok, eu tinha que me fuder", pensei na hora. Ela pegou o celular, abriu a câmera e tirou uma selfie: ela com a língua de fora, o óculos sujo de leite, os peitos todo esporrado e meu piru ainda duro testemunhando aquilo. Fiquei incrédulo e ainda a vi tirar outra foto igual, mas agora sorrindo.

Ela jogou o celular do meu lado, levantou e deu um tapa na minha rola começando a amolecer:

- Essa foto é pra VOCÊ guardar de recordação. Se você mostrar para qualquer pessoa, eu vou saber. E eu vou acabar com a sua vida. Estamos entendidos?

- S-sim... estamos! - mesmo toda esporrada e com os peitos de fora ela sabia colocar medo

- Já conseguiu o que queria, moleque. Agora se veste e mete o pé - ela ordenou ja me puxando pra levantar e me empurrando em direção a porta.

Ainda fechando o enquanto andava, ela me colocou para fora do portão. Virei o rosto e tentei perguntar: "Você é realmente casada?". Ela olhou para mim, sorriu e bateu o portão na minha cara.

Andei para casa, que era ali perto, completamente atordoado. "O que caralhos acabou de acontecer?"

Eu morava ali há 20 anos e nunca tinha visto essa mulher. Depois desse dia, andava prestando atenção rebodrada na rua e tentava espiar dentro daquele portão, mas nunca mais a vi novamente. Nos dias seguintes, eu me questionava se aquilo realmente tinha realmente acontecido ou se eu tinha delirado. A única coisa que me mantinha a certeza de que tinha sido real era aquela foto, que eu nunca tive coragem de mostrar para ninguém

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