✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

O Demônio e a Megera – Episódio 48 (uma noite de orgia e cheia de surpresas)

Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3136 palavras
Data: 01/10/2026 20:07:05
Última revisão: 01/10/2026 20:10:03

Parece que Ay ouviu minha sugestão e, principalmente, seus sentimentos. Estava linda sendo dominada por Ingrid. Após fazer Cínthia gozar fustigando sua bucetinha com meus dedos e mamando em suas tetas indecentemente lindas e apetitosas, minha rainha decidiu mudar o jogo e me jogou deitada no sofá, tirando minha roupa toda, enquanto beijava e dava lambidas em cada pedaço de pele que se revelava.

Depois de me deixar nua, atacou minha buceta com a língua, me fazendo ver até estrelinhas de tanto tesão. O clima era diferente de tudo que já vivera. Quatro mulheres nuas fazendo deliciosas travessuras. Foi quando nossos donos, que só observavam aquela orgia lésbica, decidiram participar da nossa festinha.

Eu já estava quase gozando, quando o Demônio ordenou que eu e Cínthia ficássemos de quatro. Meu rei acertou dois tapas caprichados na minha bunda, me deixando ainda mais enlouquecida de tesão, se posicionou atrás de mim e já foi cravando aquela tora formidável na minha buceta, me fazendo ver fogos de artifício.

O que me deixava mais excitada era ver Gabriel, logo ao nosso lado, estreando a buceta sagrada de Cínthia, enquanto, no chão, ali quase rente ao sofá, Ingrid fazia de Ay gato e sapato, cuspindo em sua boca e batendo em seu rosto. Ay rosnava de prazer, pois ninguém gostava tanto de sexo bruto quanto ela. Enquanto eu gemia de prazer, levando pica do Demônio, Ingrid subiu no rosto de Ay e passou a esfregar a buceta na boquinha e no nariz da minha mulher, que se contorcia toda de prazer.

Ao meu lado, Cínthia gemia cada vez mais alto, levando a piroca sagrada de Gabriel na buceta. Depois de me fazer gozar vendo estrelas, André trocou de buceta com Gabriel, que não me deixou descansar.

Enquanto nos comiam, meus donos batiam gostoso em nossas bundas e nos mandavam rebolar. Gabriel fez meu cabelo de rédea e socou com força no fundo do meu buraquinho, me levando a gemer no ritmo do entra e sai vigoroso.

- Rebola no pau do seu macho, putinha lésbica. Rebola gostoso, que eu sei que é disso que você gosta, piranha – provocou, me levando às nuvens.

- Fala que me ama, cadela – provocou André, estalando dois tapas ruidosos no rabão da Cínthia.

- Ai, meu Deus, André, eu te amo, Demônio. Bate mais – respondeu Cínthia esbaforida, recebendo mais uma sequência de palmadas deliciosas da mãozona do Demônio, que fizeram com que gozasse abafando

os gritos nas costas da poltrona.

Depois de me fazer gozar pela segunda vez, Gabriel tirou o pau da minha buceta, me pegou pelo cabelo e me fez ficar de joelhos no chão, recebendo no rosto um litro do seu leite sagrado.

André colocou Cínthia de joelhos ao meu lado e mandou que chupasse sua tora, sendo obedecido com avidez, segurando-a pelo cabelo.

Depois de deixar meu rosto todo coberto de porra, Gabriel mandou que Ay me beijasse e dividíssemos seu leite sagrado, enquanto colocava Ingrid de joelhos para limpar seu pau melado com os fluidos da minha buceta e da de Cínthia.

Os homens tinham tomado as rédeas da situação e estavam deliciosamente abusando de nós, que estávamos todas adorando. De tanto Ingrid mamar o pau do Gabriel, com aquela boquinha macia, ele voltou a ficar duro. Então, colocou Ingrid de quatro no chão, segurando-a pelo cabelo e enterrando o pau em sua bucetinha loira. Ingrid soltou um gemido prolongado de prazer.

- Ay, vá no quarto e pegue seus brinquedinhos.

- Quais?

- Todos.

Os olhos de Ay brilharam e os meus também. Parece que os homens estavam imbuídos de recreadores de putinhas lésbicas safadas, como nos chamou.

Megera, beije a boquinha da Ingrid enquanto eu a fodo nessa buceta safada. Obedeci. Eu e a loira nos beijamos demoradamente e estava uma delícia a gatinha gemendo na minha boca, enquanto era fodida por Gabriel.

Ay não demorou a retornar do quarto, trazendo os brinquedinhos. Gabriel ordenou que vestisse a cinta com o pênis de 18 centímetros.

- Cínthia, de quatro no chão para ser fodida pela Ay – ordenou o Demônio, no que foi, como sempre, prontamente obedecido.

Meu macho se sentou no sofá e me fez sentar em seu colo, de costas, me invadindo com sua pica e me mandando rebolar. Senti-me toda preenchida com aquele pênis maravilhoso. Ay enterrou o seu em Cínthia, pegando-a pela cintura com vontade, fazendo com que minha namorada baiana gemesse aflita de prazer.

A orgia estava completa. Eu quicava e rebolava no pau do Demônio. Ingrid chorava de soluçar de prazer levando de quatro do Gabriel, enquanto Cínthia era fodida com força por Ay, gemendo descontrolada, tornando aquela sala uma sinfonia de gemidos, soluços, grunhidos e respirações ruidosas.

André segurou o gozo até me levar a mais um orgasmo, com o corpo todo tremendo e sem força nas pernas. Só então, descarregou seu leite sagrado no fundo da minha buceta. Gabriel ordenou a Ay que trocasse de fêmea com ele. Mandou que Ay se sentasse no sofá e que Ingrid se sentasse em seu colo, de costas para ela. A loira já estava vermelha e com os olhos esbugalhados depois de levar tanta pica do Gabriel. Agora, era preenchida pela pica da Ay e gemia manhosa, quicando e rebolando no colo de sua escrava, se é que ainda o era.

Cínthia mamou no pau de Gabriel de joelhos, até que meu marido ordenou que ficasse de quatro, enquanto lubrificava sua portinha dos fundos, fazendo a mulata delirar com a expectativa de receber no rabo, pela primeira vez, a pica do meu gato.

- Agora vem. Senta no colinho do papai, putinha, que eu quero ver esse rabo maravilhoso engolindo meu pau.

Deixou que Cínthia controlasse a penetração, enquanto massageava seus peitões, fazendo a coitada delirar, tendo tremedeiras.

- Ai, caralho, tá tudo dentro. Tá me arrombando, Gabriel – anunciou, com a pica enterrada em seu bundão maravilhoso.

- Isso gostosa. Gosta de dar esse rabo, não gosta, puta?

- Aiiinnnn

- Fala que gosta, gostosa!

- Eu gosto. Aiinn, eu quero. Come meu cu safado, com esse pau delicioso – reagiu Cínthia com aquela voz sexy.

Depois de ter gozado três vezes, fui puxada pelo Demônio, que me chamou para tomar banho com ele. Ficamos nos beijando e trocando carícias debaixo do chuveiro.

Quando voltamos para a sala, André só de cueca, eu de calcinha e camiseta, Gabriel já retornara à churrasqueira, provavelmente, depois de gozar no cu de Cínthia, que estava estatelada no sofá, completamente nua, enquanto Ay e Ingrid haviam desaparecido. Provavelmente, estavam tomando banho no outro banheiro.

Na televisão, mais uma escola passava. Sentei-me no sofá e deitei a cabeça de Cínthia no meu colo, enquanto o Demônio foi para a varanda fazer companhia a Gabriel.

- Levou surra de pica, gatinha?

- Nossa! Que bacanal doido! Estou até moída e com o cu dolorido de tanto levar pica do Gabriel.

- Bem vinda ao paraíso, princesa.

Gabriel chamou Cínthia para os dois tomarem banho juntos, certamente querendo tirar mais proveito daquela potranca maravilhosa. Ay e Ingrid retornaram à sala de baby-doll. O desfile da segunda escola já estava no final. Ingrid ordenou que Ay fosse pegar mais cerveja na cozinha, mas que antes se curvasse e beijasse seus dois pezinhos de princesa. Minha esposa fez o que lhe foi mandado sem reclamar.

Minha imaginação foi longe acerca do que ocorrera naquele banheiro, até porque as duas parecem ter demorado bastante. Depois, descobri que Ingrid tinha feito Ay de gato e sapato, inclusive fazendo xixi na minha pobre e submissa esposa. Eu estava, honestamente, bem curiosa com esse inesperádo cenário. Minha Ay totalmente submissa à loirinha do Frozen, até então tão dócil e subserviente.

Toda aquela dinâmica fazia com que minha excitação não cedesse.

- Está gostando de ser dominadora, loirinha – perguntei cheia de malícia.

- Acho que nasci para isso – respondeu com um sorriso não menos malicioso.

Não sei por que, levei um choque elétrico pelo corpo com seu tom de voz.

- Você também quer ser minha submissa, Megerinha?

A puta estava tocando no meu ponto fraco, mas Ay retornou à sala nos interrompendo.

- Sirva-nos e pegue mais uma lata, porque essa não é suficiente. E veja se aprende a pensar, escrava – ordenou a Ay.

- Sim, senhora, perdão – respondeu Ay abaixando a cabeça submissa e obedecendo, para espanto do Demônio, que fazia cara de Demônio, com um ar meio incrédulo, meio debochado.

Ay nos serviu humildemente e retornou à cozinha para pegar outra lata de cerveja. E aquilo estava me deixando cada vez mais excitada. Aquele showzinho da loira me parecia uma forma de me provocar, me fazendo desejar estar no lugar da minha esposa. E o pior é que ela estava conseguindo.

Quando Ay retornou da cozinha, Ingrid ordenou que se sentasse no chão e massageasse e beijasse seus pés. Era nítido que Ay estava excitadíssima em ser dominada, subjugada e humilhada pela loira, ao lado da qual eu estava sentada, sem conseguir tirar a atenção da cena.

Ingrid levou a mão à minha coxa, com cara de safada e chegando à minha virilha. Eu emiti um suspiro prolongado, o coração acelerando. A loira não perdeu tempo, se inclinou em minha direção, segurou meu queixo e me puxou para um beijo, enquanto sua outra mão deslizava para dentro da minha calcinha.

Sua língua invadiu minha boca com autoridade e sua mão repousou sobre minha buceta. Percebendo minha umidade, Ingrid, lambuzou o dedo e passou a dedilhar meu grelinho, vez ou outra escorregando pelos meus lábios e minha entrada. Tenho que admitir que estava muito gostoso. Não só o contato físico, como perceber que estava sendo dominada pela minha até então escrava.

André observava sem demonstrar mais espanto. Ingrid aumentou a intensidade do beijo, fazendo minha buceta pulsar. Meus gemidinhos entregaram meus sentimentos. Depois de me deixar ofegante, Ingrid liberou Ay da tarefa e ordenou.

- Vamos dar um passeio no quarto, Megera, que eu quero abusar um pouco da minha nova escrava.

Suas palavras deflagraram um efeito mágico. Olhei em seus olhos com um ar de interrogação, mas meu corpo já não tinha dúvidas. Levantei-me do sofá e a acompanhei, enquanto Ay ficava na sala com o Demônio.

- Fique de joelhos no chão e me espere.

Obedeci com as pernas bambas e o coração disparado de êxtase. Ingrid logo retornou trazendo a cinta peniana e a palmatória. Quando a vi chegar toda equipada, meu corpo estremeceu de expectativa. Ingrid se sentou na beirada de cama e ofereceu seus pés para que eu beijasse. O tesão era tanto, que não relutei. Inclinei o corpo submissa e iniciei o ritual de adoração dos pés da loira malvada.

- Lambe a sola dos pezinhos da sua rainha, piranha pulguenta – ordenou, acertando um golpe na minha bunda.

Fazia tempo que eu não era subjugada daquele jeito, o que me fazia me sentir no céu. Lambi a solinha dos seus pés lindos, macios e cheirosos com vontade. Ainda recebi mais alguns golpes ardidos no traseiro, o que estava me enlouquecendo de prazer, gemendo baixinho enquanto lambia suas solas.

- Muito bom. Gosto de escravas obedientes – provocou com vozinha perversa.

Depois de passar um bom tempo me oferecendo aquela delícia de experiência, ordenou que eu permanecesse de joelhos, pois logo retornaria. Fiquei quase dez minutos esperando naquela posição, pois não ousaria desperdiçar o prazer de obedecer e de demonstrar o quanto era apropriado que Ingrid me subjugasse.

Quando retornou ao quarto, trazia outra pessoa consigo. Era Cínthia.

- Gostou da minha nova escrava? Veja como é linda e obediente essa puta submissa. Aliás, minha, não, nossa escrava, nosso brinquedinho. Aposto que ela está adorando ser abusada.

Para Cínthia, aquilo não era novidade, mas a iminência de ser abusada pelas duas fez com que minha buceta começasse a pulsar ainda mais intensamente.

Ingrid se abaixou de lado para mim e acertou um tabefe estalado no meu rosto, me levando ao paraíso. Me segurou pelo queixo e enfiou a língua em minha boca de um jeito prepotente, enquanto senti outro golpe em minha bunda. Era Cínthia.

- Bem-vinda de volta ao seu lugar, minha gatinha submissa – falou minha namorada, daquele jeito que eu não ouvia desde que fui sua escrava em Feira, o que elevou minhas expectativas.

Percebi que ambas estavam vestindo cintas penianas. Ingrid usava o pênis menor e Cínthia a maior. Enquanto minha namorada ficava de pé à minha frente, segurando a palmatória com ar de superioridade, Ingrid lubrificou meu rabo e nele introduziu o plug com rabinho de cadela. Aproveitou, e esfregou minha buceta com a mão, me fazendo gemer de prazer. Cínthia colocou em mim a coleira e me mandou ficar de quatro, acertando, em seguida, dois tapas no meu rosto, me deixando prestes a gozar, mas Ingrid interrompeu a massagem na minha buceta.

- Quer gozar, cadela pulguenta? De jeito nenhum. Só quando eu autorizar.

Agora, eu estava completamente nua e subjugada por minhas duas senhoras. Fui levada para passear de um lado para o outro do quarto, parando, às vezes, para beijar aquele festival de pés lindos e malvados. Às vezes, recebia palmadas na bunda e levava tapas e cusparadas das duas no rosto.

Meu corpo e minha mente já estavam em outro planeta, tamanho era o prazer que eu sentia em ser humilhada daquele jeito. As duas se sentaram na beira da cama, com Ingrid me segurando pela coleira e ordenaram que me revezasse chupando seus paus, me chamando de quenga boqueteira, escrava obediente, putinha submissa e outras coisas que me faziam delirar. Depois de um tempo, me mandaram subir na cama e continuar chupando o pau da Cínthia, enquanto Ingrid se posicionou de joelhos atrás de mim e enterrou o pau na minha buceta.

Com os três buracos preenchidos e subjugada daquele jeito, foi impossível não entrar em um orgasmo avassalador, gemendo alto e com as lágrimas descendo, se misturando com o cuspe das duas. Então, Ingrid ordenou que eu me deitasse e abrisse a boca para receber seu cuspe, enquanto Cínthia se posicionou para me comer de franguinho assado.

Enquanto Cínthia me penetrava com o pau de 18 centímetros, Ingrid se desfez de sua cinta peniana e se sentou no meu rosto já todo melecado. Aquilo era maravilhoso demais e não lhe neguei minha linguinha, fazendo com que rebolasse em meu rosto, gemendo em sua buceta como reação ao entra e sai que Cínthia fazia dentro da minha.

Completamente entregue, acabei gozando novamente, sendo sufocada por Cínthia, cujos líquidos fluíam para lambuzar ainda mais meu rosto. Como não bastasse, depois de retirar meu plug, Cínthia voltou a me colocar de quatro, estapeando minha bunda e lubrificando meu cu, antes de me penetrar vagarosa e regularmente, até estar toda enterrada no meu fundinho.

Nossa, é difícil descrever o prazer que é ser sodomizada pela Cínthia. Minhas lágrimas não paravam de banhar meu rosto de prazer. Foi então que Ingrid se enfiou embaixo de mim. Sem que eu houvesse percebido, havia recolocado o pênis e fui posicionada para ser devidamente ensanduichada.

Como o pênis das duas putas não era sujeito a orgasmos, a dupla penetração durou muito tempo. O prazer chegava a ser desesperador e perdi a conta de quantos orgasmos aflitos tive naquela noite, que foi uma das mais inesquecíveis da minha vida de submissa.

O melhor de tudo foi que Cínthia assumiu definitivamente o papel de dominadora, o que me tornou, em definitivo, sua putinha escrava e obediente, não tendo sido diferente com Ingrid. Por mais louco que isso possa parecer, a loirinha da vozinha meiga se revelou uma dominadora severa e sádica.

Aquela sessão de dominação deve ter durado bem mais do que uma hora. As duas me deixaram arrasada, quase desfalecida depois de ter tido tantos orgasmos. Já era alta madrugada e estávamos todos na sala de frente para a televisão. Eu não ligava muito para desfiles, mas queria estar com Ay e Gabriel na hora do desfile do Salgueiro. Afinal, eu também me tornara salgueirense.

O Demônio foi o primeiro a não aguentar o pique e ir dormir. Ay ficou de empregadinha, servindo cervejas para os demais e recolhendo as latas, enquanto Gabriel reativara o churrasco, cujo cheiro se misturava com o ar da madrugada.

Depois que retornamos a Feira, minha relação com Cínthia continuou sendo a de amigas e namoradas, mas eu estava sempre pronta para obedecer e lhe servir da forma como lhe aprouvesse.

Quando tinha vontade, me comia de quatro me chicoteando as costas, muitas vezes no cu, me vestia de empregadinha, ordenando que eu a servisse, era obrigada a cheirar e levar suas calcinhas usadas e lamber a sola dos seus pés. Ia, em média, três vezes por semana para o apartamento do Demônio. Em diversas ocasião, me obrigava a dormir na sala, enquanto dormia com meu marido em nossa cama. Só que, dessa vez, ao contrário daquela semana em que fui escrava e corna, ambos tiravam todo proveito da situação.

André já estava conformado e não se aborrecia com minhas extravagantes preferências eróticas. Às vezes, até dava corda, tratando Cínthia como se fosse sua namorada e eu uma empregadinha. Eu também apanhava bastante da minha eterna rainha, sempre sendo castigada por coisas aleatórias.

Ela própria sabia dosar esses episódios, muito embora, se demorasse muito para a próxima sessão de jugo, eu mesma ficasse ansiosa. Ela percebia no meu olhar que eu estava carente de ser subjugada era nessas horas que ela não fazia mesmo, para me maltratar.

Também fazíamos amor, eu, ela e o Demônio, mas todo sonho encantado tem um fim. Sempre que podia, viajava para o Rio para ficar com Ingrid, hospedada na casa de Ay, que também terminou se tornando submissa das duas. No final daquele ano, já ganhávamos um dinheiro razoável com a “Casa da Megera” e Cínthia ainda passou em um concurso público no Rio de Janeiro. Ela se mudaria em janeiro de 2024 para um apartamentinho onde moraria com sua loirinha. Terminaria a faculdade em uma universidade fluminense.

Claro que minha tristeza não era mensurável, mas a apoiei desde o princípio, a incentivando a viver seu sonho dourado e seu grande amor. Ela dizia que o seu grande amor era eu, mas que também amava Ingrid, com quem se entendia muito bem. Nem é difícil imaginar o quanto, né?

Para minha sorte, o tio Júlio entrou em minha vida pouco antes da partida de Cínthia. A ideia de me tornar submissa de um homem mexeu com minha imaginação, mas ainda não é o momento de falar sobre isso.

Quando terminou o desfile do Salgueiro, eu já dormia sentada. Acabei indo dormir abraçadinha com o Demônio. Ingrid já havia se evadido para o outro quarto, deixando na sala Gabriel, Ay e Cínthia.

Era ainda o domingo de carnaval e permaneceríamos por mais uma semana no Rio de Janeiro.

Continua...

*****************

Esse conto é 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.

Para comprar nosso livro, 570 páginas de contos inéditos, ou ler gratuitamente pelo Kindle, acesse: https://shre.ink/ContosEroticosdeTheodoreAlineVl01

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Theodor e Aline a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Theodor e AlineTheodor e AlineContos: 60Seguidores: 46Seguindo: 40Mensagem Para comprar nosso livro, 570 páginas de contos inéditos, ou ler gratuitamente pelo Kindle, acesse: https://shre.ink/ContosEroticosdeTheodoreAlineVl01

Comentários

Foto de perfil de Tito JC

Estranho esse capítulo está atrelado a outro conto chamado Meu Tio Policial. A gente clica nele e entra esse conto aqui. Nunca vi isso antes.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Ué!!!

Sumiu o capitulo 49?

Ahh...Saudades de vcs!!

Tudo bem por aí?

0 0
Foto de perfil de Sr. Bolseiro

Peço uma licença aos autores (se quiserem apagar esse comentário fiquem a vontade).

Escrevo aos amigos leitores.

Estive conversando com alguns leitores e percebemos que existe um certo e correto incômodo por parte dos autores em relação a alguns "autores" que utilizam publicação em massa de contos traduzidos ou feitos por IA.

Há relatos de autores que deixaram até mesmo de publicar no site por conta desse fato.

Não sei se essas publicações incomodam a todos os leitores, mas eu particularmente assim como alguns colegas aqui do site percebemos que a qualidade desses contos e o afastamento dos autores mais sérios acaba por prejudicar a todos.

Já existe um tópico sobre esse fato aberto no blogue da casa, porem apenas os autores participaram do debate, expondo a problemática e buscando soluções.

Gostaria de saber dos leitores se isso também incomoda vocês, para que juntos busquemos uma forma de apoiar os autores e evitar esses ocorridos.

Acho importante estarmos do lado dos autores, pois criar uma historia, personagens, construir o enredo, dedicar tempo e etc para publicar contos de graça não é qualquer coisa.

Acho importante estarmos juntos com eles e mostrar aos administradores do site a nossa indiguinação.

Gostaria de saber se os leitores daqui apoiam essa iniciativa ?

A ideia é publicar um texto no tópico do blogue, explicando a insatisfação dos leitores e exigir do site que tome alguma providência a respeito.

Podemos propor a exclusão dessas contas que costumam a usar traduções e IA de forma recorrente, ou um outro tipo de acesso em separado para os autores que de fato criam as histórias.

Se os leitores estiverem de acordo, peço que comentem nesse meu comentário apenas o Nick de voces, pois pretendo citar todos que concordam com essa ideia, a fim de mostrar ao site que não é algo isolado.

Obrigado.

0 0
Foto de perfil genérica

Sr. Bolseiro,

Tudo bem? Eu nunca havia escrito para o site. Incentivado por alguns, resolvi começar por contos inspirados em situações vividas. Para esse tipo de texto, não usei IA.

Porém, quando quis escrever um conto de ficção, fiz uso de IA, estabeleci um roteiro (foram diversas páginas de cenas, diálogos, arcos completos), comandos mestres para complemento de cenas e diálogos, bem como sugestões para prevenir erros de continuidade.

Com isso, a IA me apresenta alterações no que escrevo e vou, refinando a escrita, corrigindo rotas e alterando ideias iniciais de acordo com novas que vão surgindo. No meu caso, ela ajuda a melhorar as minhas ideias.

Não recrimino o uso de IA. Ela é uma ferramenta bem útil, que pode ajudar vários autores que são excelentes e, às vezes, ficam impedidos de publicar regularmente por conta de compromissos profissionais ou familiares, ou mesmo porque passam por um momento de dificuldade criativa.

O que eu vejo no site, além de traduções ruins, são histórias iguais, que mudam apenas nomes e cenários, mas que o enredo é o mesmo.

0 0
Foto de perfil de Sr. Bolseiro

Olá Normal tudo bem ?

Gostaria de dizer que eu não acho errado o uso de IA como ferramenta de trabalho, eu a utilizo bastante no meu dia a dia.

O que estou levantando aqui com os leitores é relacionado a alguns "autores" que acabam por publicar uma quantidade enorme de contos, todos utilizando de fato o mesmo padrão, praticamente com o mesma base de história escrita por IA de forma bem escancarada.

Esses autores acabam prejudicando os outros autores que escrevem "de próprio punho".

1- Pq acabam publicando em velocidade maior, empurrando os contos desses autores sempre para baixo de forma a não dar tempo para que os leitores acessem e se interessem pelo conto.

2- A qualidade do contos desses autores de IA é muito ruim, o que prejudica o site, ja que fica poluído com uma quantidade excessiva desses contos.

3- O uso excessivo de IA na criação de contos acaba virando um desaforo para os autores que usam da criatividade, pois como argumentei eles precisam usar da criatividade e do tempo disponível para escreverem seus contos e oferta-los de graça no site.

Não vejo problema em usar a IA como uma ferramenta em alguns casos, o que questiono aqui é esses autores que escrevem muito, nitidamente se utilizando de IA ou traduções, que acabam entregando algo de péssima qualidade e acabam de certa forma prejudicando os autores criativos.

Porisso to comunicando nos contos essa proposta, para que possamos chegar em um consenso e achar soluções viáveis.

1 0
Foto de perfil genérica

Mais um excelente capítulo!!

Diferente do amigo faraônico, estou com receio da nova fase…👀

Tem tudo para dar merda num nível hard e meu ídolo demoníaco pode se fuder…😈

0 0
Foto de perfil de Ramses

Poxa amigo Normal, não fica assim não!

Mas quem ama cuida né! Demônio não fazer Megera de penico e tapete foi um erro grave dele!

Mas veremos...

0 0
Foto de perfil genérica

Ele não fazer ela de penico é não cuidar?

Não vi em momento algum ele deixar de fazer nada com ela. Só que o texto, ao meu sentir, traz a impressão de que ela está enveredando em um caminho em que, aparentemente, sente mais prazer sendo humilhada do que transando de maneira normal com ele. Ele sempre cuidou dela. Nunca restringiu nada. Sempre a colocou em primeiro plano. A impressão que tenho é que por saber que o Demônio está “garantido” pode ficar de lado para buscar fora.

Posso estar errado ou sendo influenciado por esse receio em ver o casal mais legal que já vi no site se perder, mas tenho notado que ela tem sido mais intensa com Gabriel e com as meninas do que com ele.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Excelente ponto!! E legal podermos conversar aqui!

Essa intensidade e certo descontrole da Ana Clara já vi faz algum tempo. Não só com Gabriel, mas com ela mesmo.

É obvio que a Megera é a cola de todos eles até o momento. Todos orbitam em volta dela.

Mas agora meu amigo Normal, chegamos no capitulo 49. Essa é uma serie longa, onde nesses 49 capitulos T&A construiram o relacionamento de 6 personagens através de muito humor, mas dentro desse humor temos temas sensíveis sendo explorados.

Amor, utopias, respeito, companheirismo, sexualidade sendo explorada de varias maneiras. Bissexualidade feminina e um flerte na masculina, enfim...

Se, e digo se, Megera for seduzida e "conduzida" pelo Tio Julio em um caminho sombrio do mundo BDSM e os outros "atores" forem prejudicados pela vilania dele, eu acho que seria sensacional!!

Eu realmente gostaria de ver a partir de agora uma boa dose de tensão, uma boa dose de dramas pq poderíamos ver tbm Demônio e Cia agindo para "salvar" a Megera das garras do Tio Julio.

Mas essa é a minha visão de admirador máximo da Megera. Vejo que ela precisa descobrir dentro dela "limites" que ela não conhece ainda.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Sabe Normal, vejo a Megera como o Beto e a Manú do Obetão. Vc leu! Um amor intenso, gigante que passa por uma provação insana e se reconstrói da maneira correta. O sofrimento lá foi intenso. Mas através desse sofrimento a vitória do amor se tornou excepcional e linda!

0 0
Foto de perfil genérica

No caso da Manu, ela foi vítima de um crime.

0 0
Foto de perfil de Ramses

Enfim amigo Normal,

Vamos torcer sempre para o casal fantástico Demônio e Megera!!

1 0
Foto de perfil de Ramses

Capitulo mais que perfeito para fechar essa fase!!

Intenso hein!!! Me pergunto como é a acústica do apartamento no RJ. Deve ser de primeira!!!

Queridos T&A, Ingrid merece entrar nos POVs, definitivamente merece!!

E vamos ver qual é a do Tio Júlio!! Vou ficar no 50/50 dele ser um vilão!! Se for será muito legal conhecer o lado mais dramático de vcs.

"- Lambe a sola dos pezinhos da sua rainha, piranha pulguenta – ordenou, acertando um golpe na minha bunda."

Essa fofinha tem um problema sério com pulgas!! hahahahaha

0 0