Parece que Ay ouviu minha sugestão e, principalmente, seus sentimentos. Estava linda sendo dominada por Ingrid. Após fazer Cínthia gozar fustigando sua bucetinha com meus dedos e mamando em suas tetas indecentemente lindas e apetitosas, minha rainha decidiu mudar o jogo e me jogou deitada no sofá, tirando minha roupa toda, enquanto beijava e dava lambidas em cada pedaço de pele que se revelava.
Depois de me deixar nua, atacou minha buceta com a língua, me fazendo ver até estrelinhas de tanto tesão. O clima era diferente de tudo que já vivera. Quatro mulheres nuas fazendo deliciosas travessuras. Foi quando nossos donos, que só observavam aquela orgia lésbica, decidiram participar da nossa festinha.
Eu já estava quase gozando, quando o Demônio ordenou que eu e Cínthia ficássemos de quatro. Meu rei acertou dois tapas caprichados na minha bunda, me deixando ainda mais enlouquecida de tesão, se posicionou atrás de mim e já foi cravando aquela tora formidável na minha buceta, me fazendo ver fogos de artifício.
O que me deixava mais excitada era ver Gabriel, logo ao nosso lado, estreando a buceta sagrada de Cínthia, enquanto, no chão, ali quase rente ao sofá, Ingrid fazia de Ay gato e sapato, cuspindo em sua boca e batendo em seu rosto. Ay rosnava de prazer, pois ninguém gostava tanto de sexo bruto quanto ela. Enquanto eu gemia de prazer, levando pica do Demônio, Ingrid subiu no rosto de Ay e passou a esfregar a buceta na boquinha e no nariz da minha mulher, que se contorcia toda de prazer.
Ao meu lado, Cínthia gemia cada vez mais alto, levando a piroca sagrada de Gabriel na buceta. Depois de me fazer gozar vendo estrelas, André trocou de buceta com Gabriel, que não me deixou descansar.
Enquanto nos comiam, meus donos batiam gostoso em nossas bundas e nos mandavam rebolar. Gabriel fez meu cabelo de rédea e socou com força no fundo do meu buraquinho, me levando a gemer no ritmo do entra e sai vigoroso.
- Rebola no pau do seu macho, putinha lésbica. Rebola gostoso, que eu sei que é disso que você gosta, piranha – provocou, me levando às nuvens.
- Fala que me ama, cadela – provocou André, estalando dois tapas ruidosos no rabão da Cínthia.
- Ai, meu Deus, André, eu te amo, Demônio. Bate mais – respondeu Cínthia esbaforida, recebendo mais uma sequência de palmadas deliciosas da mãozona do Demônio, que fizeram com que gozasse abafando
os gritos nas costas da poltrona.
Depois de me fazer gozar pela segunda vez, Gabriel tirou o pau da minha buceta, me pegou pelo cabelo e me fez ficar de joelhos no chão, recebendo no rosto um litro do seu leite sagrado.
André colocou Cínthia de joelhos ao meu lado e mandou que chupasse sua tora, sendo obedecido com avidez, segurando-a pelo cabelo.
Depois de deixar meu rosto todo coberto de porra, Gabriel mandou que Ay me beijasse e dividíssemos seu leite sagrado, enquanto colocava Ingrid de joelhos para limpar seu pau melado com os fluidos da minha buceta e da de Cínthia.
Os homens tinham tomado as rédeas da situação e estavam deliciosamente abusando de nós, que estávamos todas adorando. De tanto Ingrid mamar o pau do Gabriel, com aquela boquinha macia, ele voltou a ficar duro. Então, colocou Ingrid de quatro no chão, segurando-a pelo cabelo e enterrando o pau em sua bucetinha loira. Ingrid soltou um gemido prolongado de prazer.
- Ay, vá no quarto e pegue seus brinquedinhos.
- Quais?
- Todos.
Os olhos de Ay brilharam e os meus também. Parece que os homens estavam imbuídos de recreadores de putinhas lésbicas safadas, como nos chamou.
Megera, beije a boquinha da Ingrid enquanto eu a fodo nessa buceta safada. Obedeci. Eu e a loira nos beijamos demoradamente e estava uma delícia a gatinha gemendo na minha boca, enquanto era fodida por Gabriel.
Ay não demorou a retornar do quarto, trazendo os brinquedinhos. Gabriel ordenou que vestisse a cinta com o pênis de 18 centímetros.
- Cínthia, de quatro no chão para ser fodida pela Ay – ordenou o Demônio, no que foi, como sempre, prontamente obedecido.
Meu macho se sentou no sofá e me fez sentar em seu colo, de costas, me invadindo com sua pica e me mandando rebolar. Senti-me toda preenchida com aquele pênis maravilhoso. Ay enterrou o seu em Cínthia, pegando-a pela cintura com vontade, fazendo com que minha namorada baiana gemesse aflita de prazer.
A orgia estava completa. Eu quicava e rebolava no pau do Demônio. Ingrid chorava de soluçar de prazer levando de quatro do Gabriel, enquanto Cínthia era fodida com força por Ay, gemendo descontrolada, tornando aquela sala uma sinfonia de gemidos, soluços, grunhidos e respirações ruidosas.
André segurou o gozo até me levar a mais um orgasmo, com o corpo todo tremendo e sem força nas pernas. Só então, descarregou seu leite sagrado no fundo da minha buceta. Gabriel ordenou a Ay que trocasse de fêmea com ele. Mandou que Ay se sentasse no sofá e que Ingrid se sentasse em seu colo, de costas para ela. A loira já estava vermelha e com os olhos esbugalhados depois de levar tanta pica do Gabriel. Agora, era preenchida pela pica da Ay e gemia manhosa, quicando e rebolando no colo de sua escrava, se é que ainda o era.
Cínthia mamou no pau de Gabriel de joelhos, até que meu marido ordenou que ficasse de quatro, enquanto lubrificava sua portinha dos fundos, fazendo a mulata delirar com a expectativa de receber no rabo, pela primeira vez, a pica do meu gato.
- Agora vem. Senta no colinho do papai, putinha, que eu quero ver esse rabo maravilhoso engolindo meu pau.
Deixou que Cínthia controlasse a penetração, enquanto massageava seus peitões, fazendo a coitada delirar, tendo tremedeiras.
- Ai, caralho, tá tudo dentro. Tá me arrombando, Gabriel – anunciou, com a pica enterrada em seu bundão maravilhoso.
- Isso gostosa. Gosta de dar esse rabo, não gosta, puta?
- Aiiinnnn
- Fala que gosta, gostosa!
- Eu gosto. Aiinn, eu quero. Come meu cu safado, com esse pau delicioso – reagiu Cínthia com aquela voz sexy.
Depois de ter gozado três vezes, fui puxada pelo Demônio, que me chamou para tomar banho com ele. Ficamos nos beijando e trocando carícias debaixo do chuveiro.
Quando voltamos para a sala, André só de cueca, eu de calcinha e camiseta, Gabriel já retornara à churrasqueira, provavelmente, depois de gozar no cu de Cínthia, que estava estatelada no sofá, completamente nua, enquanto Ay e Ingrid haviam desaparecido. Provavelmente, estavam tomando banho no outro banheiro.
Na televisão, mais uma escola passava. Sentei-me no sofá e deitei a cabeça de Cínthia no meu colo, enquanto o Demônio foi para a varanda fazer companhia a Gabriel.
- Levou surra de pica, gatinha?
- Nossa! Que bacanal doido! Estou até moída e com o cu dolorido de tanto levar pica do Gabriel.
- Bem vinda ao paraíso, princesa.
Gabriel chamou Cínthia para os dois tomarem banho juntos, certamente querendo tirar mais proveito daquela potranca maravilhosa. Ay e Ingrid retornaram à sala de baby-doll. O desfile da segunda escola já estava no final. Ingrid ordenou que Ay fosse pegar mais cerveja na cozinha, mas que antes se curvasse e beijasse seus dois pezinhos de princesa. Minha esposa fez o que lhe foi mandado sem reclamar.
Minha imaginação foi longe acerca do que ocorrera naquele banheiro, até porque as duas parecem ter demorado bastante. Depois, descobri que Ingrid tinha feito Ay de gato e sapato, inclusive fazendo xixi na minha pobre e submissa esposa. Eu estava, honestamente, bem curiosa com esse inesperádo cenário. Minha Ay totalmente submissa à loirinha do Frozen, até então tão dócil e subserviente.
Toda aquela dinâmica fazia com que minha excitação não cedesse.
- Está gostando de ser dominadora, loirinha – perguntei cheia de malícia.
- Acho que nasci para isso – respondeu com um sorriso não menos malicioso.
Não sei por que, levei um choque elétrico pelo corpo com seu tom de voz.
- Você também quer ser minha submissa, Megerinha?
A puta estava tocando no meu ponto fraco, mas Ay retornou à sala nos interrompendo.
- Sirva-nos e pegue mais uma lata, porque essa não é suficiente. E veja se aprende a pensar, escrava – ordenou a Ay.
- Sim, senhora, perdão – respondeu Ay abaixando a cabeça submissa e obedecendo, para espanto do Demônio, que fazia cara de Demônio, com um ar meio incrédulo, meio debochado.
Ay nos serviu humildemente e retornou à cozinha para pegar outra lata de cerveja. E aquilo estava me deixando cada vez mais excitada. Aquele showzinho da loira me parecia uma forma de me provocar, me fazendo desejar estar no lugar da minha esposa. E o pior é que ela estava conseguindo.
Quando Ay retornou da cozinha, Ingrid ordenou que se sentasse no chão e massageasse e beijasse seus pés. Era nítido que Ay estava excitadíssima em ser dominada, subjugada e humilhada pela loira, ao lado da qual eu estava sentada, sem conseguir tirar a atenção da cena.
Ingrid levou a mão à minha coxa, com cara de safada e chegando à minha virilha. Eu emiti um suspiro prolongado, o coração acelerando. A loira não perdeu tempo, se inclinou em minha direção, segurou meu queixo e me puxou para um beijo, enquanto sua outra mão deslizava para dentro da minha calcinha.
Sua língua invadiu minha boca com autoridade e sua mão repousou sobre minha buceta. Percebendo minha umidade, Ingrid, lambuzou o dedo e passou a dedilhar meu grelinho, vez ou outra escorregando pelos meus lábios e minha entrada. Tenho que admitir que estava muito gostoso. Não só o contato físico, como perceber que estava sendo dominada pela minha até então escrava.
André observava sem demonstrar mais espanto. Ingrid aumentou a intensidade do beijo, fazendo minha buceta pulsar. Meus gemidinhos entregaram meus sentimentos. Depois de me deixar ofegante, Ingrid liberou Ay da tarefa e ordenou.
- Vamos dar um passeio no quarto, Megera, que eu quero abusar um pouco da minha nova escrava.
Suas palavras deflagraram um efeito mágico. Olhei em seus olhos com um ar de interrogação, mas meu corpo já não tinha dúvidas. Levantei-me do sofá e a acompanhei, enquanto Ay ficava na sala com o Demônio.
- Fique de joelhos no chão e me espere.
Obedeci com as pernas bambas e o coração disparado de êxtase. Ingrid logo retornou trazendo a cinta peniana e a palmatória. Quando a vi chegar toda equipada, meu corpo estremeceu de expectativa. Ingrid se sentou na beirada de cama e ofereceu seus pés para que eu beijasse. O tesão era tanto, que não relutei. Inclinei o corpo submissa e iniciei o ritual de adoração dos pés da loira malvada.
- Lambe a sola dos pezinhos da sua rainha, piranha pulguenta – ordenou, acertando um golpe na minha bunda.
Fazia tempo que eu não era subjugada daquele jeito, o que me fazia me sentir no céu. Lambi a solinha dos seus pés lindos, macios e cheirosos com vontade. Ainda recebi mais alguns golpes ardidos no traseiro, o que estava me enlouquecendo de prazer, gemendo baixinho enquanto lambia suas solas.
- Muito bom. Gosto de escravas obedientes – provocou com vozinha perversa.
Depois de passar um bom tempo me oferecendo aquela delícia de experiência, ordenou que eu permanecesse de joelhos, pois logo retornaria. Fiquei quase dez minutos esperando naquela posição, pois não ousaria desperdiçar o prazer de obedecer e de demonstrar o quanto era apropriado que Ingrid me subjugasse.
Quando retornou ao quarto, trazia outra pessoa consigo. Era Cínthia.
- Gostou da minha nova escrava? Veja como é linda e obediente essa puta submissa. Aliás, minha, não, nossa escrava, nosso brinquedinho. Aposto que ela está adorando ser abusada.
Para Cínthia, aquilo não era novidade, mas a iminência de ser abusada pelas duas fez com que minha buceta começasse a pulsar ainda mais intensamente.
Ingrid se abaixou de lado para mim e acertou um tabefe estalado no meu rosto, me levando ao paraíso. Me segurou pelo queixo e enfiou a língua em minha boca de um jeito prepotente, enquanto senti outro golpe em minha bunda. Era Cínthia.
- Bem-vinda de volta ao seu lugar, minha gatinha submissa – falou minha namorada, daquele jeito que eu não ouvia desde que fui sua escrava em Feira, o que elevou minhas expectativas.
Percebi que ambas estavam vestindo cintas penianas. Ingrid usava o pênis menor e Cínthia a maior. Enquanto minha namorada ficava de pé à minha frente, segurando a palmatória com ar de superioridade, Ingrid lubrificou meu rabo e nele introduziu o plug com rabinho de cadela. Aproveitou, e esfregou minha buceta com a mão, me fazendo gemer de prazer. Cínthia colocou em mim a coleira e me mandou ficar de quatro, acertando, em seguida, dois tapas no meu rosto, me deixando prestes a gozar, mas Ingrid interrompeu a massagem na minha buceta.
- Quer gozar, cadela pulguenta? De jeito nenhum. Só quando eu autorizar.
Agora, eu estava completamente nua e subjugada por minhas duas senhoras. Fui levada para passear de um lado para o outro do quarto, parando, às vezes, para beijar aquele festival de pés lindos e malvados. Às vezes, recebia palmadas na bunda e levava tapas e cusparadas das duas no rosto.
Meu corpo e minha mente já estavam em outro planeta, tamanho era o prazer que eu sentia em ser humilhada daquele jeito. As duas se sentaram na beira da cama, com Ingrid me segurando pela coleira e ordenaram que me revezasse chupando seus paus, me chamando de quenga boqueteira, escrava obediente, putinha submissa e outras coisas que me faziam delirar. Depois de um tempo, me mandaram subir na cama e continuar chupando o pau da Cínthia, enquanto Ingrid se posicionou de joelhos atrás de mim e enterrou o pau na minha buceta.
Com os três buracos preenchidos e subjugada daquele jeito, foi impossível não entrar em um orgasmo avassalador, gemendo alto e com as lágrimas descendo, se misturando com o cuspe das duas. Então, Ingrid ordenou que eu me deitasse e abrisse a boca para receber seu cuspe, enquanto Cínthia se posicionou para me comer de franguinho assado.
Enquanto Cínthia me penetrava com o pau de 18 centímetros, Ingrid se desfez de sua cinta peniana e se sentou no meu rosto já todo melecado. Aquilo era maravilhoso demais e não lhe neguei minha linguinha, fazendo com que rebolasse em meu rosto, gemendo em sua buceta como reação ao entra e sai que Cínthia fazia dentro da minha.
Completamente entregue, acabei gozando novamente, sendo sufocada por Cínthia, cujos líquidos fluíam para lambuzar ainda mais meu rosto. Como não bastasse, depois de retirar meu plug, Cínthia voltou a me colocar de quatro, estapeando minha bunda e lubrificando meu cu, antes de me penetrar vagarosa e regularmente, até estar toda enterrada no meu fundinho.
Nossa, é difícil descrever o prazer que é ser sodomizada pela Cínthia. Minhas lágrimas não paravam de banhar meu rosto de prazer. Foi então que Ingrid se enfiou embaixo de mim. Sem que eu houvesse percebido, havia recolocado o pênis e fui posicionada para ser devidamente ensanduichada.
Como o pênis das duas putas não era sujeito a orgasmos, a dupla penetração durou muito tempo. O prazer chegava a ser desesperador e perdi a conta de quantos orgasmos aflitos tive naquela noite, que foi uma das mais inesquecíveis da minha vida de submissa.
O melhor de tudo foi que Cínthia assumiu definitivamente o papel de dominadora, o que me tornou, em definitivo, sua putinha escrava e obediente, não tendo sido diferente com Ingrid. Por mais louco que isso possa parecer, a loirinha da vozinha meiga se revelou uma dominadora severa e sádica.
Aquela sessão de dominação deve ter durado bem mais do que uma hora. As duas me deixaram arrasada, quase desfalecida depois de ter tido tantos orgasmos. Já era alta madrugada e estávamos todos na sala de frente para a televisão. Eu não ligava muito para desfiles, mas queria estar com Ay e Gabriel na hora do desfile do Salgueiro. Afinal, eu também me tornara salgueirense.
O Demônio foi o primeiro a não aguentar o pique e ir dormir. Ay ficou de empregadinha, servindo cervejas para os demais e recolhendo as latas, enquanto Gabriel reativara o churrasco, cujo cheiro se misturava com o ar da madrugada.
Depois que retornamos a Feira, minha relação com Cínthia continuou sendo a de amigas e namoradas, mas eu estava sempre pronta para obedecer e lhe servir da forma como lhe aprouvesse.
Quando tinha vontade, me comia de quatro me chicoteando as costas, muitas vezes no cu, me vestia de empregadinha, ordenando que eu a servisse, era obrigada a cheirar e levar suas calcinhas usadas e lamber a sola dos seus pés. Ia, em média, três vezes por semana para o apartamento do Demônio. Em diversas ocasião, me obrigava a dormir na sala, enquanto dormia com meu marido em nossa cama. Só que, dessa vez, ao contrário daquela semana em que fui escrava e corna, ambos tiravam todo proveito da situação.
André já estava conformado e não se aborrecia com minhas extravagantes preferências eróticas. Às vezes, até dava corda, tratando Cínthia como se fosse sua namorada e eu uma empregadinha. Eu também apanhava bastante da minha eterna rainha, sempre sendo castigada por coisas aleatórias.
Ela própria sabia dosar esses episódios, muito embora, se demorasse muito para a próxima sessão de jugo, eu mesma ficasse ansiosa. Ela percebia no meu olhar que eu estava carente de ser subjugada era nessas horas que ela não fazia mesmo, para me maltratar.
Também fazíamos amor, eu, ela e o Demônio, mas todo sonho encantado tem um fim. Sempre que podia, viajava para o Rio para ficar com Ingrid, hospedada na casa de Ay, que também terminou se tornando submissa das duas. No final daquele ano, já ganhávamos um dinheiro razoável com a “Casa da Megera” e Cínthia ainda passou em um concurso público no Rio de Janeiro. Ela se mudaria em janeiro de 2024 para um apartamentinho onde moraria com sua loirinha. Terminaria a faculdade em uma universidade fluminense.
Claro que minha tristeza não era mensurável, mas a apoiei desde o princípio, a incentivando a viver seu sonho dourado e seu grande amor. Ela dizia que o seu grande amor era eu, mas que também amava Ingrid, com quem se entendia muito bem. Nem é difícil imaginar o quanto, né?
Para minha sorte, o tio Júlio entrou em minha vida pouco antes da partida de Cínthia. A ideia de me tornar submissa de um homem mexeu com minha imaginação, mas ainda não é o momento de falar sobre isso.
Quando terminou o desfile do Salgueiro, eu já dormia sentada. Acabei indo dormir abraçadinha com o Demônio. Ingrid já havia se evadido para o outro quarto, deixando na sala Gabriel, Ay e Cínthia.
Era ainda o domingo de carnaval e permaneceríamos por mais uma semana no Rio de Janeiro.
Continua...
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