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Noite de Mentiras: Do Monarca a0 Motel Pleno

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Grupal
Contém 1865 palavras
Data: 01/10/2026 00:14:09

Noite de Mentiras no Motel Pleno

A ideia foi minha, num daqueles momentos de conversa boba antes de dormir.

Combinamos que, chegando no Monarca, estaríamos solteiros. Preparados pro que pudesse acontecer ali, com outras pessoas, sem nenhuma certeza de aonde aquilo ia dar.

Não imaginávamos que ia terminar num motel ali pertinho, de improviso, já de madrugada, com os corpos suando e os cheiros se misturando numa suíte.

Prazer, somos o Casal Apimentados. Quem escreve sou eu, a Lúcia. Nomes fictícios, por motivos que qualquer casal liberal entende.

Eu: 1,72 de altura, loira natural, olhos verdes, seios fartos e umas coxas grossas que o meu marido elogia há vinte e três anos. Quarenta e três anos.

Ele, Jorge: negro, 1,85, corpo forte sem ser musculoso, mesma idade que eu. Com um pau que só Deus, grosso, que me satisfaz há mais de duas décadas.

O Monarca é uma balada de samba comum, em Itaquera, sem nenhuma ligação com o meio liberal. Festa PB, preto e branco, gente normal indo lá dançar, cantar junto com a banda, tomar cerveja gelada num sábado qualquer. A gente frequenta faz anos, sempre gostando muito da música, sempre indo como qualquer casal comum vai.

Foi numa conversa boba, deitados na cama, que a ideia surgiu.

— Jorge, e se a gente fosse no Monarca sábado, mas fingindo ser solteiros?

Ele riu, sem entender direito.

— Solteiros como assim?

— A gente combina antes de sair que, chegando lá, ninguém sabe que somos casados. Cada um livre pra flertar, pra conversar, pra ver o que rola, sem aquela proteção automática de estar acompanhado. E, se rolar alguma coisa boa com alguém, a gente decide junto o que fazer.

Ele ficou pensando um tempo, aquele sorriso lento se formando.

— E se der certo com duas pessoas diferentes?

— Aí a gente vê. Sem plano fechado. Só curiosidade mesmo.

— Vamos.

Chegamos separados de propósito, com uns minutos de diferença, e entramos como dois solteiros quaisquer, cada um seguindo pro próprio canto do salão.

A roda já estava tocando um pagode antigo, a casa cheia mas gostosa, todo mundo cantando junto, aquele clima de sábado que só samba de verdade consegue criar.

Fiquei perto do palco, cantando com um grupo de gente que eu não conhecia, e foi ali que conheci o Anderson.

Ele era negro, uns trinta e nove anos, alto, sorriso fácil, dançava muito bem, do jeito que só quem cresceu ouvindo aquilo dança. Puxou conversa comentando a banda, e a gente ficou ali, cantando junto, dançando devagar, sem nenhuma pressa. Já sentia o bulo dele duro encostando na minha bunda enquanto dançávamos.

Do outro lado do salão, eu via o Jorge de longe, conversando com uma mulher, os dois rindo bastante, dançando também. A mulher era uma gata, morena clara, cabelo liso, seios grandes que saltavam na blusa justa.

Foi curioso sentir aquela mistura de ciúme bobo e excitação genuína, vendo meu próprio marido sendo desejado por outra mulher sem que ela soubesse de mim. Já imaginava ele comendo aquela mulher, e a buceta da Lúcia começou a molhar só de pensar.

O Anderson e eu fomos ficando mais próximos ao longo da noite, a conversa ficando mais direta, mais pessoal, misturada com a música e a cerveja gelada.

— Você veio sozinha? — ele perguntou, em algum momento, com a mão já descendo pelas costas da Lúcia.

— Vim. E você?

— Também. Ainda bem, porque eu ia ficar bravo se você tivesse namorado. — ele riu, com os dedos já espiando a saia da Lúcia.

Lá pelas duas da manhã, a banda já tocando as últimas músicas mais lentas, o Jorge se aproximou de mim, com a mulher que eu tinha visto ele conversar a noite inteira.

Ela se chamava Fernanda, morena clara, cabelo liso, uns trinta e cinco anos, um sorriso tranquilo e uns lábios que pediam pra ser mordidos.

— Ei — o Jorge falou, como quem se encontra por acaso. — Essa é a Fernanda.

— Prazer. Esse é o Anderson.

Os quatro ficaram ali, conversando, rindo, comentando o show, aquele clima final de festa que junta gente que passou a noite se divertindo em pontos diferentes do mesmo salão.

E foi a Fernanda quem, meio de brincadeira, comentou:

— A festa está acabando e ninguém aqui quer ir pra casa ainda.

— Tem um motel ali perto — o Anderson falou, apontando pro fim da rua. — O Pleno. Bom, discreto.

O Jorge olhou pra mim. Eu olhei pra ele.

E foi ali, naquele instante rápido de olhar cúmplice, que a gente decidiu, sem precisar falar nada em voz alta, que aquela noite ainda não tinha acabado.

— Bora — eu falei, olhando pro grupo.

Fomos os quatro, cada casal no próprio carro, até aquele motel simples, luz âmbar no corredor, aquele clima discreto de motel de bairro que ninguém questiona nada.

Pegamos uma suíte grande, com uma cama enorme e uma Piscina que ninguém usou.

E foi só ali, já dentro do quarto, com a porta fechada, que veio a hora da verdade.

— Antes de continuar — o Jorge falou, olhando pro Anderson e pra Fernanda —, a gente precisa contar uma coisa.

Os dois ficaram curiosos, sem entender o tom sério de repente.

— A gente não é solteiro — eu completei. — Somos casados. Vinte e três anos. A gente combinou de ir como amigos hoje, só pra ver o que acontecia.

Silêncio por um segundo.

E aí o Anderson começou a rir, um riso solto, genuíno.

— Cara, isso é a coisa mais louca e mais gostosa que já me contaram numa balada.

A Fernanda riu também, balançando a cabeça, incrédula.

— Eu juro que desconfiei um pouco, do jeito que vocês se olharam quando se encontraram de novo.

— Isso muda alguma coisa pra vocês? — o Jorge perguntou, sério.

Os dois se entreolharam, e foi a Fernanda quem respondeu primeiro.

— Muda só pra melhor, na minha opinião. Fico mais tranquila sabendo que tem gente experiente aqui, não dois estranhos perdidos.

O Anderson concordou, ainda rindo.

— Bora continuar, então. Agora sabendo a verdade.

E foi ali que a noite ganhou outra intensidade, sem mais nenhum disfarce, todo mundo sabendo exatamente quem era quem.

A Fernanda veio até mim primeiro, sentando na cama ao meu lado.

— Posso? — perguntou, com um sorriso.

— Pode.

Ela me beijou devagar, com o gosto de cerveja ainda na boca, misturado com aquela adrenalina toda da noite. A língua dela era macia, experiente, e eu já sentia o calor subindo pelo meu corpo.

O Anderson e o Jorge, que já tinham se dado bem desde a apresentação, ficaram conversando mais um pouco, rindo da situação toda, até se aproximarem também.

A Fernanda me despiu devagar, beijando cada parte que ia revelando, com uma dedicação generosa, e eu senti naquilo o resultado de uma noite inteira de tensão acumulada finalmente encontrando saída. Quando ela tirou meu vestido, meus seios saltaram para fora, os mamilos já duros. Ela sorriu e começou a chupá-los, uma de cada vez, enquanto a mão descia pela minha barriga até encontrar a calcinha molhada.

— Caralho, você já está toda molhada — ela sussurrou, com os dedos já brincando com o meu clitóris.

Ela me deitou na cama e desceu devagar, beijando meu estômago, meu umbigo, até chegar na minha buceta. Ela afastou meus lábios com os dedos e me olhou com desejo antes de mergulhar com a boca. A língua dela dançava no meu clitóris, enquanto dois dedos entravam e saíam da minha xana molhada. Eu gemia alto, sem vergonha, puxando o cabelo dela, forçando-a mais contra mim.

Do outro lado da cama, o Anderson já tinha tirado o pau de fora. Caralho, era tão grosso quanto o do meu marido, mas um pouco mais comprido. Ele se aproximou da Fernanda por trás enquanto ela me chupava, enfiando o cacete nela com camisinha. Ela gemeu na minha buceta com a força do golpe dele, e a vibração do gemido dela me fez quase gozar na hora.

O Jorge ficou olhando por um minuto, com um sorriso no rosto, antes de se aproximar e colocar seu pau duro na minha frente.

— Chupa pra mim, Lúcia. Mostra pra eles como você faz.

Eu abri a boca e engoli o pau dele até os ovos, sentindo o gosto do meu marido enquanto a Fernanda continuava me chupando e o Anderson fodia ela com força. O cheiro de sexo já tomava o quarto, misturado com o suor dos quatro corpos.

Depois de um tempo, o Jorge se afastou e o Anderson veio pra mim.

— Agora é a minha vez — ele disse, já colocando outra camisinha.

Ele me comeu com uma energia diferente, mais selvagem, como se quisesse me provar algo. Cada golpe dele me fazia os seios balançarem, e o Jorge e a Fernanda assistiam, se beijando e se tocando. O Anderson me virou de quatro, e foi quando eu vi o Jorge se aproximando da Fernanda, que já estava de quatro também. Os dois começaram a transar ao nosso lado, e a visão do meu marido fodendo outra mulher me fez explodir num orgasmo gritante.

— Eita porra, que buceta gostosa! — o Anderson gritou, batendo na minha bunda.

A noite virou uma orgia sem regras. A um ponto, a Fernanda me pediu pra chupar o Anderson enquanto o Jorge me comia. Fiquei de quatro entre os dois homens, com o pau do Anderson na boca e o do meu marido na buceta. O Anderson segurava minha cabeça com força, fodendo minha boca, enquanto eu gemia com o pau do Jorge entrando fundo.

Depois trocamos. O Jorge ficou com a Fernanda, e o Anderson comigo. Ele me comeu de jeito que nem o Jorge faz, me colocando de pernas abertas e entrando com força, me fazendo gozar de novo. Nesse momento, o Jorge se aproximou e colocou o pau na boca da Fernanda, que estava ao meu lado.

— Vamos terminar junto — o Jorge disse.

Ele tirou a camisinha e começou a masturbar na boca da Fernanda, enquanto o Anderson fazia o mesmo comigo. Eu e a Fernanda ficamos de joelhos na frente deles, esperando.

— Tomem tudo, porra! — o Jorge gritou, e o primeiro jato de porra dele atingiu o rosto da Fernanda, caindo também nos seios dela.

No mesmo instante, o Anderson gozou na minha boca, e eu engoli tudo que consegui, sentindo o gosto salgado dele misturado com o meu suor. Algumas gotas escorreram pelo meu queixo e caíram nos meus seios.

Cansados, os quatro caíram na cama grande, rindo, com os corpos suados e as bocas com gosto de porra.

— Caralho, que noite — o Anderson disse, ainda ofegante.

— E pra pensar que a gente só ia curtir samba — o Jorge comentou, me puxando pra um beijo.

A gente ainda saiu com o Anderson e a Fernanda de vez em quando, e sempre que o assunto do Monarca aparece numa conversa, alguém lembra daquela mentira boba que virou uma das melhores noites da nossa vida liberal.

Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.

Casal Apimentados

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Foto de perfil de Apimentados Apimentados Contos: 56Seguidores: 40Seguindo: 0Mensagem Casal de São Paulo que adora novas amizades 🌶️

Comentários

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Show de conto , muito tesão sempre no conto de vcs , moro na região de Itaquera e quem sabe um dia vivo isso TB , fui várias vezes no motel pleno quando encontrava uma gata no monarca rsrs , parabéns pelo conto

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Puxa... Quase achei que teu nome seria Anderson...mas, ei, como aqui todos os nomes são pseudonimos, não é você? Rsrsrs

Brincadeira! 😉

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Não é Anderson , mas estou te seguindo agora , achei interessante sua história , quem sabe compartilhar algumas outras , não sou muito bom com escrita mas tenho algumas vivências bem interessantes e cheias de sacanagem , estou separado a 2 anos e vivendo a vida , quem sabe nos encontramos por aí

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Relato gostoso. Não sei se eu teria conseguido disfarçar a solteirice, rsrsrs

Mas como eu vivo minha vida realizando análise de riscos, sempre penso no copo meio cheio ou meio vazio. Então pensei: deu certo! Mas também poderia ter dado muito errado... 🤨

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