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03 - Uma nora da pesada – Resisti como um herói e a safada procurou outra vítima

Um conto erótico de Nikolov
Categoria: Heterossexual
Contém 2235 palavras
Data: 01/10/2026 19:41:31

Dizendo isso, Junior pegou na mão de Cássia e saiu andando. Ela, ao se aproximar da porta que dava acesso à cozinha, olhou para trás e sorriu para mim antes de mandar um beijinho e piscar com seus olhos repuxados. Minha mente foi invadida pela realidade que acabara de se confirmar: Eu estava realmente fodido e nas mãos daquela jovem, bela e insinuante mulher.

A viagem da praia foi só uma desculpa que inventei na hora, mas mesmo assim fui cobrado com insistência, principalmente por Samantha que vivia se lembrando disso. Isso me obrigou a pensar em algumas desculpas e estava sempre protelando, ou seja, eu deixava em aberto essa possibilidade para o futuro e a viagem nunca acontecia.

Ao contrário de minha sobrinha, Cássia não dava importância a isso. Para ela era como se não fizesse nenhuma diferença e seus planos de me seduzir continuava a agir com uma insistência que estava me levando a loucura.

E para atingir seu objetivo, Sam se tornou uma peça fundamental e, por insistência dela, o Junior se tornou cada vez mais ausente. Não sei o que ela fez para convencer ao meu filho, mas ele passou a se dedicar com mais assiduidade as atividades físicas, principalmente ao futebol, esporte que ele passou a praticar três vezes por semana, uma delas sempre aos sábados ou domingos e, aproveitando a ausência dele, tinha liberdade para me provocar do jeito que quisesse.

Assim, era comum eu estar no meu quarto em uma noite que fazia calor e ouvir o barulho de pessoas brincando na piscina. Ia até a janela do meu quarto e tinha a visão do que estava acontecendo ali, o que me obrigava a me masturbar sem parar. Aquela garota estava me transformando em um grande punheteiro e eu nem sentia mais remorso depois de gozar imaginando meu pau atolado no cuzinho da Samantha ou com ela chupando o meu pau com as cenas que eu assistia.

Durante o uso da piscina nas noites em que Junior não estava em casa parecia ter normas próprias. Uma delas era que o uso da parte de cima de cima do biquini estava proibido. As duas garotas nunca usavam e, se não bastasse isso, era frequente ela avançar para cima da Sam e começar a chupar os seios perfeitos de minha sobrinha.

Isso no começo, pois na medida em que o tempo passava e eu não fazia nada, as atitudes delas foram se tornando mais ousadas e, depois desses carinhos preparatórios dentro da água, Sam era levada para a borda da piscina enquanto ela permanecia dentro da mesma e, com gestos que continham uma carga enorme de erotismo, retirava última peça de roupa que minha sobrinha usava e começava uma tortura que não tinha a intenção de causar dor, mas sim prazeres a Sam. Ela começava beijando os pés e ia subindo com sua boa, beijando, mordiscando ou lambendo as pernas torneadas dela até atingir à boceta dela, que logo era atacada com sua boca ágil levando a menina ao desespero tamanho eram os seus orgasmos.

Não havia dúvida nenhuma que aquele espetáculo era destinado a mim. Isso ficava claro quando ela fazia uma pausa e olhava para a janela de onde eu espionava a cena com a cara lambuzada pelo mel de sua amante e com um sorriso safado em seu rosto que era um verdadeiro convite para que eu me juntasse à elas.

Eu nunca ia. Em vez disso, acelerava os movimentos de minha mão sobre meu pau duríssimo e gozava mordendo os lábios para não gritar de prazer. Essa prática se tornou tão rotineira que eu já mantinha uma toalha próximo a janela para não manchar a parede ou o tapete com a quantidade de porra que saia do meu pau.

Mas não parava nisso. Quando o tempo esfriava, elas ficavam dentro de casa e, caso eu estivesse na sala assistindo televisão, Cássia ficava fazendo carinhos ousados em Sam que reclamava baixinho, mas era uma reclamação motivada unicamente por sua timidez, pois entre uma reclamação e outra eu ouvia seus gemidos mal contidos e depois risinhos de satisfação.

Com menos de três situações dessas, minha sobrinha já estava tão envolvida no joguinho sujo de minha nora que a situação podia se inverter. Havia horas em que era ela que se dedicava a dar prazer à Cássia usando sua boca sensual ou seus dedos delicados. E lá ia eu correndo para o meu quarto para atender a urgência do meu tesão e bater mais uma punheta.

Com menos frequência, elas usavam o quarto do Junior de onde, através da porta aberta, eu ouvia os sons do sexo que elas praticavam. E não eram gemidos ou sorrisos, mas aqueles tipos de gritos que a mulher emite quando o prazer que sente é muito intenso.

Essa situação perdurou por cerca de três meses e eu já não sabia mais o que fazer. Denunciar Cássia para o Junior e exigir uma providência foi se tornando a cada dia uma opção proibida. Isso porque, se no princípio eu não o fiz por estar com o rabo preso com Cássia por causa da minha atitude de ficar assistindo a primeira transa que elas tiveram, depois eu já tinha assistido a tantas e não restava nenhuma dúvida de que a minha nora putinha sabia disso. Sabia e usaria sem pensar duas vezes.

A prova disso é que ela, sempre que se aproximava de mim sem que houvesse mais alguém por perto, fazia uma de duas perguntas: se eu tinha gostado do que vi ou, pior ainda, porque eu não tinha me juntado a elas. Perguntava e sorria para mim com aquele seu sorriso desafiador.

De repente, depois de três meses daquele delicioso martírio, pois eu já estava viciado em assistir às duas transando, as coisas se acalmaram. Sem uma explicação viável, as brincadeiras na piscina pararam de acontecer, elas nunca iam para a sala quando eu estava lá assistindo televisão e, se iam para o quarto do meu filho, fechavam a porta como se de repente necessitassem de uma privacidade que antes não tinha nenhuma importância.

Aquilo me deixou curioso, mas não me preocupei e achei que fazia parte do joguinho que Cássia tinha criado para conseguir o seu objetivo de me incluir em suas atividades sexuais. Fiquei até esperando o momento em que ela aproveitaria um momento em que estivéssemos sozinhos para falar sobre, porém, isso não aconteceu.

Um mês depois, quando eu já acreditava que ela tinha desistido de mim, tive uma das maiores surpresas da minha vida.

Aconteceu em um sábado, quando a Samantha tinha marcado se encontrar com suas amigas do colégio para fazerem um trabalho na casa de uma delas. O meu irmão Fábio tinha providenciado o churrasco de sempre, assim como exagerou no consumo de álcool e, quando sua filha pediu para que ele a levasse até a casa de sua colega, aceitou normalmente. Porém, sua esposa Eva o proibiu de dirigir diante o seu estado de embriaguez e perguntou se eu não podia fazer isso.

Aceitei sem problemas. Mesmo porque, eu estava querendo trocar de carro e um amigo mostrou-se interessado e comprar o meu. Como não queria me envolver com esse assunto durante a semana, marcamos de eu passar na casa dele durante o final de semana. Disse isso para minha cunhada que aceitou dizendo que quando a Sam quisesse retornar para casa, que ligasse para ela que se encarregaria de ir buscá-la.

Como eu não tinha combinado o horário com esse amigo, assim que saí de casa, fiz uma ligação para ele que me informou que não ia poder me receber porque estava no hospital. Seu pai, já idoso, tinha tido um problema de saúde e ele o levou até lá. Ofereci a ajudar no que ele precisasse, mas fui tranquilizado de que não era nada grave, que apenas não ia estar em casa para me receber.

Livre do compromisso, deixei a Sam na frente do apartamento de sua colega e pedi para ela que, na hora de retornar para casa, poderia ligar para mim e não para sua mãe, o que ela aceitou com um sorriso radiante que eu na hora não entendi.

Sem nada para fazer na rua, voltei para casa.

Quando entrei, fui até a cozinha e notei que o Fábio já não estava mais lá e achei que ele já tinha ido se deitar para cuidar de seu ‘porre’. De onde eu estava, tinha a visão apenas da área Gourmet e, como não vi mais ninguém, achei que Eva e Cássia também estavam no interior da casa e, sem ter com quem conversar, subi para o meu quarto.

Mal acabei de me deitar e antes mesmo de ligar a televisão, ouvi um barulho vindo da piscina. Era um barulho baixo que se assemelhava ao de um tapa. Intrigado, fui até a janela e quase tive um desmaio. Na borda da piscina que fica em um ponto cego para quem olha da cozinha, minha cunhada Eva estava de quatro sobre uma toalha, totalmente nua e a Cássia abaixada atrás dela com a cara enfiada na sua bunda. Então tive certeza de que o ruído que ouvi foi realmente de um tapa, pois nesse instante a minha nora deu outro tapa na bunda de minha cunhada que dessa vez gemeu auto e falou com voz chorosa:

– Isso Cássia. Bate nessa minha bunda de vadia. Da sua vadia. Ai que delícia essa sua língua entrando no meu cuzinho.

Outro tapa e Cássia não disse nada. Em vez disso, começou a mexer a cabeça para frente e para trás, como se estivesse fodendo o cu de uma mulher que tinha a idade para ser sua mãe com sua língua atrevida. Dessa vez Eva, que achava que eu não estava em casa, que sua filha também não e que seu marido estava nos braços de Morfeu embalado por uma dose cavalar de cerveja, não segurou sua volúpia e deu vazão ao prazer que a dominava.

Fiquei congelado olhando para aquela cena. Quer dizer, não totalmente congelado, pois como se tivesse vontade própria, minha mão direita desceu para minha calça e abriu o zíper, tirando meu pau para fora e começando a me masturbar. Gozei em três minutos quando Eva estava no seu terceiro, pois dominada pelo momento que vivia, tinha um orgasmo atrás do outro.

Como não tive tempo de pegar a toalha que, depois que Cássia e Sam pararam com seus espetáculos de exibicionismo e parei de usar, minha porra atingiu a parede e ficou escorrendo. Mas não era hora para me preocupar com isso, pois quinze minutos depois, quando as duas mulheres estavam envolvidas em um sessenta e nove, com Cássia, que estava por cima, tendo sua bunda aberta por Eva que começou e enfiar ali o seu dedo médio, mais jatos de porra foram se juntar aos primeiros.

Não gozei a terceira vez porque, em um momento em que Eva entrou na piscina para chupar a boceta de Cássia que se posicionava na borda da mesma abrindo bem as pernas, ela olhou para a janela e viu o meu vulto e, sem dizer nada, se atirou dentro da água, submergiu ao lado de minha cunhada e falou alguma coisa ao seu ouvido. Foi algo que não ouvi, mas também não precisava, pois ambas olharam para a janela onde eu estava e em seguida saíram de entro da água, juntaram as peças das roupas que usavam e correram para dentro da outra casa.

Fiquei sem saber o que pensar, pois o que eu esperava é que Cássia aproveitasse a oportunidade para me provocar e não fugir apavorada ao ser flagrada transando na piscina.

Saí de casa como se estivesse fugindo do inferno e andei sem destino durante muito tempo, até estacionar próximo ao Parque da Aclimação e fiquei pensando na vida. A minha principal dúvida era a de não entender o motivo de Cássia parar de me provocar. Sim, o motivo eu sabia. Ela devia ter parado depois que conseguiu seduzir à Eva, só que essa não era a forma dela agir e o que era de se esperar é que ela usasse isso para me provocar ainda mais. Isso formou em minha mente a resposta para a qual eu não encontrava uma resposta: Será que ela estava apaixonada por Eva?

Nessa confusão mental, o meu celular acusou uma chamada. Era Samantha dizendo que já tinha terminado o trabalho escolar e estava pronta para voltar para casa. Informei que levaria uns vinte minutos para ir até ela e combinamos de ela me esperar em frente ao prédio.

No tempo previsto, lá estava eu. Sam estava contente por algum motivo e não parava de falar, porém, como eu fiquei mudo e respondia às perguntas que ela fazia com monossílabos, ela logo percebeu que havia alguma coisa errada comigo e, sem nenhuma preparação, fez uma pergunta direta:

– O que você tem, tio? Está calado, não conversa comigo e sua cara está parecendo a de quem viu alguma coisa muito assustadora.

“Bota assustadora nisso, garota.” – Pensei antes de responder:

– Não. Só estou chateado porque o negócio com o carro não deu certo.

– Ah! É por causa disso?

Olhei para minha sobrinha e vi em seu semblante que ela não acreditava nem por um segundo que o fato de eu estar alterado era esse. Pior ainda. Parecia que ela sabia exatamente o motivo de eu estar de mau humor.

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Comentários

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A história só vai ter sexo lésbico e um coroa que se punheta vendo? Escreve muito bem, mas está bem repetitivo. Falta rola Nessa história rs

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Eu te entendo. Seu Nick já explica porque você gosta tanto.

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