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Traindo o namorado mais uma vez

Um conto erótico de Isa
Categoria: Heterossexual
Contém 2076 palavras
Data: 01/10/2026 18:50:28

Voltei, rapazes.

Dessa vez voltei pra contar como traí meu namorado dentro da loja de material de construção do meu próprio pai.

Meus pais já eram separados nessa época, e eu morava com minha mãe.

Logo depois que terminei a escola, fiquei um tempo "parada" sem saber oq fazer da vida.

Enquanto isso fui ajudar meu pai em sua loja.

Como eu não sabia e não conhecia muita coisa, eu ficava só no balcão e no caixa registrando as compras.

Uma coisa que reparei logo que cheguei, foi nos olhares dos funcionários da loja. Só tinha brutamontes, homens fortes de tanto carregar peso e morenos queimados de tanto pegar sol carregando e descarregando caminhões com areia, pedra e etc...

Tinha um que usava tornozeleira eletrônica e fiquei assustada kkkkkkk

Depois descobri que ele estava cumprindo pena por tráfico de drogas.

E tinha um outro, que não era tão alto, mas era bem forte e definido. Parecia que fazia academia, mas era o peso do trabalho mesmo e a boa genética, né.

E ainda tinha um dos braços fechado de tatuagem. O nome dele era Lucas, mas o chamavam de LC.

Mas a princípio eu não tinha achado nada demais.

Passando o tempo, foi gerando uma certa intimidade com alguns dessss funcionários. Alguns paravam pra conversar quando iam ao balcão pegar um copo de café ou alguma outra coisa.

O Lucas era o que mais ia lá e ficava puxando assunto.

Mas como meu pai sempre estava na loja, acho que eles tinham um certo respeito por ele e nunca faltaram com o respeito, mesmo eu já tendo reparado nos olhares de todos eles quando eu passava.

Conversando com ele, descobri que ele tinha 28 anos, morava numa kitnet numa comunidade aqui do bairro, tinha 3 filhos, com duas mulheres diferentes, mas que era separado das mães dos filhos dele.

Fiquei meio espantada com essa informação kkkkkkk

E ele brincou dizendo que gostava muito de fazer filho rs

Depois ele falou mais sério, dizendo que era irresponsável, e que os filhos dele ele fez qdo era jovem, antes dos 21 anos e que agora era mais responsável.

Mas depois fui descobrindo que ele era um grande de um safado, isso sim kkkkkkkkk

Um certo dia ouvi uma conversa dele com o Gabriel, o rapaz da tornozeleira eletrônica, dizendo que havia fodido a Dona Luciana, uma cliente da loja.

Luciana era uma mulher de uns 40 anos, muito bonita, malhada.

Até aí, tudo bem. Mas acontece é que a Luciana era uma mulher casada e conhecida no bairro.

E ele contava, todo animado, com detalhes o que fez com a Dona Luciana.

- GB, eu te falei que ela era cachorra. Botei ela pra mamar na garagem da casa dela. Ela pegava meu pau e batia na cara dela igual uma puta. Cachorrona. - Disse ele.

Eu estava a caminho do banheiro nesse momento, e parei pra ouvir.

- Depois levantei ela e mandei ela encostar no carro e soquei até encher aquela filha da puta de leite na buceta. - Continuou ele.

- Caralho, tu tá comendo todas as clientes da loja, tu é brabo mermo. - Respondeu, Gabriel.

Nesse momento eles saíram de onde estavam e fui direto pro banheiro.

Me olhei no espelho e percebi que o biquinho do meu peito estava bem durinho.

Não acredito que fiquei com tesão ouvindo aquela história.

Quando saí do banheiro, o Lucas estava no corredor. Tomei um susto. Mas passei por ele e não sei pq, mas dei um sorrisinho pra ele .

Já era, o tesão já estava instalado em mim kkkkkkk

Comecei a reparar mais no Lucas, e alguns dias depois, a Dona Luciana foi de novo na loja comprar algum material, e pediu exatamente para que o Lucas entregasse em sua casa

Aí percebi que era verdade o que ele havia contado para o Gabriel.

Depois que ele voltou dessa "entrega" na casa da Luciana, ele estava diferente. Estava mais feliz, cantando e tudo kkkkkkkkkkkkk

Aí brinquei com ele:

- Tá feliz hoje, hein Lucas. Tá até cantando.

- A vida é muito boa, Isa. - Respondeu ele.

Nesse dia, meu pai não poderia estar cmg na hora de fechar a loja, pois tinha um compromisso.

E pediu exatamente ao Lucas pra me ajudar no fechamento.

Enquanto fechava a loja, Lucas perguntou se eu iria embora sozinha.

Respondi que meu namorado estava me esperando.

- É um cara de sorte o seu namorado. - Disse ele.

- Obrigado! - Respondi, meio sem graça.

E fui embora.

Mas o Lucas já estava em meus pensamentos.

Um outro dia, os funcionários estavam descarregando o caminhão, mas começou a chover.

Quando terminaram de descarregar, o Lucas entrou na loja, só com um short, bem levinho, tipo aqueles de jogar futebol.

O short marcava toda a sua rola, e deu pra ver que era bem grande e grosso.

Não consegui disfarçar o olhar. E o Lucas percebeu.

Ainda bem que não tinha clientes alí na hora e nem meu pai .

- Tudo bem, Isa? - Perguntou ele, provocando já.

- Tudo sim. Vai se enxugar, vai Lucas. Tá todo molhado aí.

Depois disso, fudeu de vez.

Aquele corpo moreno, sarado, todo molhado e a rola grossa marcando o short.

Eu não provocaria, mas sabia que se ele provocasse, eu não iria resistir.

E foi o que aconteceu.

A partir desse dia, o Lucas começou a me cumprimentar com abraço e beijinhos na testa e às vezes até abraços por trás.

Mas isso só quando meu pai não estava por perto.

E pra "piorar", aconteceu outra vezes de meu pai se ausentar e eu ter que fechar a loja com o Lucas.

Eu sabia que ia dar merda.

E muitas dessas vezes que eu fechava a loja, meu namorado demorava a me buscar e eu tinha que ficar esperando.

E o Lucas sempre oferecia carona em sua moto, mas eu recusava.

Até que um dia aceitei, e fui de carona . Mas estava de vestido nesse dia, e foi meio complicado subir na moto.

Ele falou pra ficar bem colado nele. E foi o que eu fiz.

O abracei pela barriga e fomos.

Assim que me deixou no meu lugar, eu desci da moto e me despedi e ele me deu um beijo na bochecha, bem perto da boca.

Fiquei sem reação e ele deu um riso safado.

Uns dias depois, num dia de muito calor, fui trabalhar bem leve e soltinha, só de saia e uma blusinha.

Chegando na loja, mais uma vez percebi os olhares, principalmente do Lucas.

E percebi que ele comentou alguma coisa com o Gabriel.

Quando meu pai deu uma brecha, veio o Lucas me abraçar.

Mas dessa vez ele falou uma gracinha pra mim.

- Hoje vc se superou, está bem gostosinha. - Disse ele, bem ao pé do meu ouvido .

E saiu de perto.

Fiquei arrepiada na hora

Nesse dia, toda vez que tinha um brecha, ele vinha perto e falava uma gracinha. Disse que se pudesse, ficava alí no balcão o dia todo só me admirando.

Eu ficava sem graça, mas cheia de tesão por dentro.

E mais uma vez, nesse dia fechamos a loja só eu e o Lucas. Mas dessa vez foi diferente.

Quando fechamos a porta, o Lucas veio pra cima de mim e disse que não estava aguentando mais, que precisava me "pegar".

Eu assustada, mas não resisti.

Nos beijamos loucamente, e ele já abaixando minha blusa deixando meus peitos de fora.

Quando senti seu dedo invadindo minha buceta eu fiquei louca, mas tinha um problema: meu namorado estava indo me buscar nesse dia .

O Lucas não tirava seu dedo de dentro de mim, eu peguei em seu pau e senti como era grosso de verdade.

Ele me bota debruçada numa pilha de saco de cimento, eu já estava pronta pra se fodida por aquele filho da puta, quando meu celular toca. Era meu namorado avisando que estava chegando.

Eu queria continuar, mas não pude.

Me recompus, limpei a roupa que ficou suja de cimento e fechei a loja. Uns 2 minutos depois meu namorado chegou.

Meu namorado percebeu que eu estava diferente, meio aérea. Na verdade eu estava pensando no que havia acabado de acontecer.

Nesse dia eu dei loucamente para meu namorado, mas com outro em minha mente. Teve um momento que eu estava de quatro, com os olhos fechados, imaginando o Lucas me comendo no lugar do meu namorado. Faltou pouco pra trocar os nomes kkkkkkkkkkk

Se passaram umas duas semanas depois desse dia e nada tinha acontecido, até que um dia meu pai avisa que iria precisar que eu ficasse pra fechar a loja por dois dias seguidos, pois ele teria compromisso nesses dias.

O Lucas ouvindo isso já me olhou disfarçadamente e já abriu o sorrisão kkkkkkkkkkkkkkkkk

Assim que meu pai deu uma saída o Lucas chegou perto de mim e diz: agora você não me escapa.

E saiu sorrindo kkkkkkkkkk

Chegando o dia, eu que não sou santa, fui para a loja com um vestidinho bem levinho, fácil de levantar, e sem sutiã.

- Já veio vestida na maldade, né? - Perguntou ele quando viu como eu estava vestida.

-Eu sou a maldade em pessoa. - Respondi.

Eu estava com muita vontade de dar para ele.

O dia foi passando, nem conversamos tanto nesse dia, pois tinha muito trabalho pra ser feito.

Mas foi chegando o fim do expediente, todos já haviam ido embora, menos o Lucas. Fechamos a loja uns 30 minutos antes para termos mais tempo.

Loja fechada.

Eu debruço sobre o balcão e finjo estar mexendo no celular.

Ele vem por trás, levanta meu vestido, puxa meu cabelo e dá um tapa bem forte na minha bunda.

-Ai, seu safado... - Disse eu, olhando com carinha de puta para o Lucas.

Ele me vira de frente, tira de lado as alcinhas do meu vestido e meus peitos pulam para fora.

Ele abocanha um dos seios e chupa com vontade, enquanto aperta o outro.

Logo depois ele me pega no colo, eu entrelaço minhas pernas em sua cintura, e nos beijamos com muito tesão. Eu sinto o pau dele já bem duro forçando minha buceta.

Quando ele me solta, ele já vai botando pau pra fora.

Aquele pau grosso dele já estava babando, a cabeça brilhando. Eu não perdi tempo, caí de boca e mamei até engasgar.

Tentava colocar todo dentro da boca, mas era grande e grosso demais. Eu o masturbava com as duas mãos e a cabeça do pau dele dentro da minha boca. Eu estava deixando ele louco.

Ele não aguentava mais, me jogou em cima da pilha de saco de cimento, de barriga pra cima, tirou a minha calcinha e caiu de boca na minha buceta que já estava toda melada.

Ele lambia meu grelo com maestria.

Agora era ele quem estava me deixando louca.

Gozei na boca dele.

-Mete essa pica em mim, mete. Por favor. - Implorei.

Ele obedeceu na hora.

Abriu minhas pernas, apontou a cabeça do pau na entrada da minha buceta e foi metendo devagar até entrar tudo. Minha buceta estava bem molhada, o pau entrou com certa facilidade apesar da grossura.

Ele tirava tudo e colocava de volta, minha buceta já estava toda aberta e recebia bem o pau dele.

Ele começou a aumentar a velocidade e estava socando bem forte já .

Eu com as pernas para o alto, os peitos para fora balançando a cada bombada, e a carinha de puta implorando por pica.

- Me fode filho da puta, fode essa buceta. Não era isso que você queria?? - Provoquei.

Ele não falava muito durante o sexo, mas ia aumentando as bombadas a cada provocação minha.

- Fode. Fode a filhinha do seu patrão, vai. Fode, filho da puta.

Nesse momento ele segurou minhas pernas, socou forte e anunciou que iria gozar.

- Não goza dentro. Goza na minha boca. - Disse eu, me ajoelhando na frente dele e esperando seu leite.

- Abre essa boquinha, sua puta. - Ordenou ele.

Eu como uma boa putinha, obedeci .

- Me dá seu leite, por favor. Goza pra mim. Eu mereço.

Peguei no pau dele e masturbei até ele derramar todo seu leite na minha boca.

Ele literalmente encheu minha boca com sua porra, era muita mesmo.

Eu engoli tudinho.

Ele estava exausto. Ficamos alí por uns 20 ou 25 minutos.

Saímos da loja como se nada tivesse acontecido. Pedi meu Uber e ele foi pra outro lado.

Depois disso ainda dei pra eles outras vezes, tanto na loja quanto em outros lugares tbm.

Se quiserem saber, é só me dizerem nos comentários.

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Foto de perfil genéricaBela BranquinhaContos: 9Seguidores: 73Seguindo: 0Mensagem Sou a Isabela, tenho 25 anos e sempre gostei de ler contos eróticos. Agora resolvi contar os meus próprios contos. E todos são contos reais.

Comentários

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Conta mais e se descreve também

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É só ler os outros relatos, meu amor.

1, 69 de altura, loira, branquinha, seios lindos e um bumbum que sempre chamou a atenção. Desde cedo.

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Que delícia... Transar com outro homem tendo um namorado só torna as coisas mais gostosas... Amei o conto, me identifiquei 🔥

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