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Me Engravida, Meu Homem – Parte 2

Um conto erótico de Casado Anônimo
Categoria: Gay
Contém 3750 palavras
Data: 01/10/2026 18:20:47
Última revisão: 01/10/2026 18:23:22

No primeiro encontro eu cedi. Deixei o CasadoAtivo me dominar, me usar e, pela primeira vez, pedi pra ele me engravidar.

Agora faltavam só dois dias pra eu voltar pra casa. O fogo não tinha apagado. Pelo contrário. Estava mais forte.

Eu não resisti.

Chamei ele de novo.

Faltavam dois dias.

Dois dias para eu voltar para casa, para a cama com a Larissa, para a rotina de casado que eu conhecia de cor. Mas o corpo não colaborava. O cu ainda latejava só de lembrar do pau dele. O gosto da porra ainda vinha na boca de repente, no meio do trabalho, no meio do banho. Eu tentava me controlar. Tentava pensar na minha esposa, na vida que eu tinha. Não adiantava.

Na quinta-feira à noite eu não aguentei.

Abri o Grindr. A conversa ainda estava lá, no topo da lista. O coração já batia mais forte só de abrir o aplicativo. Digitei rápido, antes que a vergonha me fizesse desistir:

— Consegue vir?

A resposta demorou alguns minutos. Cada segundo pesava.

— Hoje não posso. Amanhã tá marcado. Que horas você chega em casa?

— Dezoito horas.

— Então chego aí às dezenove. Sexta à noite. A gente fica até sábado de manhã. Pra brincar bastante. E ó… raspa o cuzinho. Quero você lisinho.

Li a mensagem três vezes. O pau endureceu na hora, apertado dentro da calça. Sexta à noite até sábado de manhã. Uma noite inteira com ele. E ainda a ordem: raspar o cuzinho. Ele queria me ver completamente liso. Sem nenhum pelo. Fechei o aplicativo com a mão tremendo e a respiração ofegante.

Na sexta-feira eu mal consegui trabalhar. Saí mais cedo. Em casa, trancado no banheiro, tomei um banho demorado. Me barbeei com cuidado. Primeiro o saco, depois a virilha, depois o caminho todo até o cu. Ajoelhei dentro do box, abri as nádegas com uma mão e passei a lâmina bem devagar, sentindo a pele ficar lisa, macia, vulnerável. Quando terminei, passei o dedo. Estava completamente liso. O dedo deslizava sem nenhum obstáculo. Fiquei duro só de imaginar a língua dele ali, o polegar dele abrindo, o elogio sujo que ele ia soltar.

Me sequei. Coloquei apenas uma toalha na cintura. Esperei.

Às dezenove em ponto o interfone tocou.

Abri a porta. Ele entrou sem falar nada no começo. Só me olhou de cima a baixo, a toalha marcada na frente pelo volume evidente. Depois estendeu a mão. Um saquinho preto, pequeno.

— Volta pro quarto. Veste isso. E vem.

Peguei o saquinho. O coração batia tão forte que eu quase escutava. Entrei no quarto, fechei a porta pela metade e abri o plástico. Dentro tinha uma calcinha de renda fio dental vermelha. Bem pequena. O fio fininho, a parte da frente quase inexistente, a renda transparente.

Engoli seco.

Tirei a toalha. Meu pau já estava duro pra caralho, latejando, a cabeça brilhando. Passei a calcinha pelas pernas. O tecido subiu, apertou as coxas, depois o saco, depois o pau. Quase não coube. O pau grosso ficou espremido pra cima, a cabeça quase saindo por cima da renda. O fio dental se perdeu entre as nádegas, raspando o cu lisinho. Me olhei no espelho do guarda-roupa e senti o rosto pegar fogo. Parecia uma puta. Uma puta cara, de calcinha vermelha de renda, pau duro quase estourando o tecido.

Saí do quarto envergonhado pra caralho. E ao mesmo tempo com o pau tão duro que doía.

Ele já estava deitado na cama. Completamente pelado. As pernas abertas, o pau descansando contra a barriga, meio duro. Mais falante hoje. O olhar sujo, o sorriso de canto de boca.

— Olha que putinha gostosa… — ele falou, a voz baixa e rouca. — Vem cá.

Caminhei até a cama, as pernas meio moles. Ele me puxou pela cintura e me fez ficar em pé na frente dele.

— Qual o nome da sua esposa?

A pergunta me pegou de surpresa.

— Larissa — respondi, a voz saindo mais baixa do que eu queria.

Ele sorriu de verdade dessa vez. Um sorriso sujo, possuidor.

— Então vou te chamar de Larissa. Vem cá, minha Larissa. Hoje eu tô carente. Minha esposa viajou e a gente vai dormir junto. Sexta à noite até sábado de manhã. A noite toda.

Fiquei parado, o pau latejando dentro da calcinha vermelha.

— Talvez não dê… — comecei, tentando manter algum controle. — Tenho que…

Ele já estava se levantando. O corpo grande, o peito largo, o pau balançando pesado.

— Então pra mim também não ia dar — falou, seco.

Quase engasguei. Não esperava aquilo. A rejeição seca me acertou em cheio. Vi ele pegando a calça. O pânico subiu na hora.

— Espera — soltei rápido. — Vou ligar pra ela.

Ele parou, ainda de pé, me olhando.

Peguei o celular com a mão tremendo. Disquei o número da Larissa. Ela atendeu no segundo toque.

— Amor?

— Oi… — minha voz saiu estranha. — Vou me atrasar. Vou sair de madrugada, tenho uma reunião que se estendeu… durmo aqui mesmo e só volto sábado. Tá tudo bem?

Ela disse que sim, que sentia minha falta, que me amava. Desliguei com o coração na boca e o gosto amargo da mentira na língua.

Ele ainda estava de pé, me observando.

— Não quero minha Larissa só um pedaço da noite — falou, a voz agora mais baixa, mais íntima. — Quero a noite toda. Até sábado de manhã. Nunca dormi com a minha nova namorada. Vem cá. Já que foi boazinha.

Ele me puxou pela cintura. O corpo dele era quente. A mão grande desceu e apertou minha bunda coberta só pelo fio dental vermelho. Depois subiu e segurou meu queixo.

E me beijou.

Foi a primeira vez.

Eu nunca tinha beijado outro homem na boca. Tinha medo. Medo de não gostar, medo de gostar demais, medo do que isso significava. Mas o beijo dele foi lento no começo. Lábios firmes, língua quente entrando com calma. Fiquei rígido por dois segundos. Depois derreti. O gosto dele era limpo, masculino, um pouco de menta. A língua dele explorava a minha sem pressa. Retribuí. Devagar no início, depois com mais fome. Ele apertou minha bunda com as duas mãos, deu um tapa seco, depois outro, enquanto continuava me beijando.

Deitei sobre ele. O peito dele contra o meu. O pau duro dele roçando minha barriga. O meu, preso na calcinha vermelha, esfregando na coxa dele. Continuamos nos beijando. Namorando de verdade. Línguas se enrolando, gemidos baixos, mãos apertando. Ele dava tapinhas na minha bunda a cada poucos segundos, como quem marca território. O fio dental se perdia ainda mais entre as nádegas. O cu lisinho latejava.

O beijo era gostoso pra caralho. Melhor do que eu tinha imaginado. Melhor do que eu queria admitir. Eu estava beijando um homem. Estava deitado em cima de um homem. Estava de calcinha vermelha de renda e o pau quase estourando o tecido. E não queria parar.

Ele começou a me empurrar pra baixo. Devagar. A mão no meu cabelo, guiando. Desci pelo peito dele, beijando, lambendo o mamilo, descendo pela barriga. Quando cheguei na virilha, o pau dele já estava completamente duro, grosso, a cabeça brilhando de pré-porra.

Caí de joelhos entre as pernas dele.

Abri a boca e engoli.

O gosto limpo, o cheiro de homem, o calor. Desci até o fundo de uma vez só, engasgando de leve. Ele soltou um gemido rouco e puxou minha bunda pra cima, me deixando de quatro enquanto eu chupava. As mãos grandes abriram minhas nádegas. O dedo dele passou pelo fio dental vermelho e encontrou o cu lisinho.

— Olha que calcinha linda… — falou, a voz rouca de tesão. — Nossa… minha namorada tem uma bundinha linda.

Ele alisou. Deu um tapa. Depois outro. O dedo voltou a circular o cu raspado, seco, sensível. Enquanto isso eu chupava. Subia e descia, lambendo a cabeça, chupando as bolas, engolindo de novo. A saliva escorria. Ele me xingava baixo, entre gemidos.

— Isso, putinha… chupa o pau da sua namorada… Larissa safada… que bundinha gostosa…

Os dedos dele abriam minhas nádegas, o polegar pressionava o cu lisinho, sem entrar ainda, só provocando. Cada tapa fazia minha bunda arder. Cada xingamento fazia meu pau latejar dentro da calcinha vermelha apertada. Eu chupava com vontade, com fome, com vergonha e tesão misturados. O beijo ainda queimava na boca. O gosto dele ainda estava na língua.

Ele continuava alisando, tapando, xingando, enquanto eu engolia o pau grosso até o fundo.

— Minha Larissa… que putinha obediente… que cuzinho lisinho… que calcinha safada…

Eu gemia em volta do pau dele. O som saía abafado, molhado, vergonhoso. E eu não queria parar.

Aqui está a continuação direta, bem detalhada e safada, cobrindo tudo o que você pediu:

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Eu continuava chupando o pau dele com vontade, a boca molhada, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando no saco. Cada vez que eu descia até o fundo, engasgava de leve e gemia em volta do pau grosso. O som saía abafado, vibrando nele. Ele gostava. Eu sentia o pau latejar contra a minha língua.

Enquanto isso, as mãos grandes dele não paravam. Ele tinha puxado minha bunda pra cima, me deixando de quatro enquanto eu chupava. Os dedos abriam minhas nádegas e o polegar circularia o cu lisinho, seco, sensível. A sensação era elétrica. Cada vez que o dedo pressionava o furinho, um arrepio subia pela coluna e eu gemia mais alto em volta do pau. O gemido saía abafado, molhado, vergonhoso. Eu chupava com mais fome, subindo e descendo, lambendo a cabeça, chupando as bolas, engolindo de novo. A cada gemido meu, ele apertava um pouco mais o cu com o polegar, sem entrar ainda, só provocando.

— Isso, Larissa… chupa gostoso… — ele falava baixo, a voz rouca. — Que putinha obediente…

Eu gemia de novo. O pau dele enchia minha boca. O dedo dele brincava com meu cu. Eu estava perdido entre as duas sensações: o gosto do pau na língua e o formigamento no cuzinho lisinho. Cada vez que ele dava um tapa na bunda, eu engolia mais fundo e gemia mais alto. A calcinha vermelha ainda estava grudada numa coxa, o fio dental perdido entre as nádegas.

Depois de um tempo ele puxou meu cabelo com força e tirou o pau da minha boca. A saliva escorria. Eu ofegava, a boca aberta, os olhos marejados.

— Fica de quatro — ele ordenou.

Eu obedeeci na hora. Ele pegou dois travesseiros e enfiou embaixo da minha barriga, elevando a bunda. A posição me deixava completamente exposto. O cu lisinho apontado pra cima, a calcinha vermelha ainda torta numa perna, o pau duro escorrendo pré-porra no travesseiro.

Ele se ajoelhou atrás de mim. As mãos grandes abriram minhas nádegas com força. Ficou um tempo só olhando.

— Olha que cucetinha linda… — murmurou, a voz baixa e suja. — Completamente lisinha… toda molinha…

A língua dele desceu.

Eu vi estrelas.

A língua quente, molhada, pressionou o cu lisinho e começou a lamber em círculos lentos. A sensação foi tão forte que minhas pernas tremeram. Eu gemi alto, enterrando a cara no colchão. Ele lambia sem pressa, a língua larga passando de baixo pra cima, depois em círculos, depois apertando a ponta contra o furinho. Cada lambida mandava um choque pelo corpo. Eu rebolava sem conseguir controlar, empurrando a bunda pra trás, pedindo mais.

Ele deu um tapa firme na bunda.

— Quieta, Larissa. Deixa o macho chupar essa cuceta.

A língua voltou, agora mais ousada. Ele enfiou a ponta, abriu um pouco, chupou o cu inteiro com a boca. O som era obsceno: molhado, sujo, barulhento. Eu gemia sem parar, a voz falhando. Ele alternava: lambia, chupava, dava tapa, voltava a lamber. Os dedos abriam minhas nádegas com força, deixando o cu completamente exposto. A língua entrava um pouco mais a cada vez. Eu estava molinho, aberto, sensível pra caralho. Cada vez que ele chupava forte, eu via estrelas de verdade. O tesão subia tão rápido que eu quase gozava só com a língua.

— Que cucetinha gostosa… — ele falava entre as lambidas. — Larissa safada… puta… piranha… vagabunda… olha como essa xota tá se abrindo pra língua do macho…

Ele me xingava sem parar enquanto chupava. Cada xingamento fazia meu pau latejar contra o travesseiro. Eu gemia, rebolava, pedia mais sem palavras. A língua dele era quente, molhada, insistente. Ele chupava meu cu como se fosse uma boceta de verdade. Eu me sentia exatamente o que ele falava: uma menina. Uma putinha de calcinha vermelha sendo chupada por um macho.

Quando eu já estava completamente mole, o cu latejando, a bunda vermelha de tantos tapas, ele parou. Subiu sobre mim. O peso do corpo dele me cobriu. O peito quente colou nas minhas costas. O pau duro, grosso, brilhando de saliva, deslizou entre minhas nádegas.

Ele começou a brincar com o pau no meu cu.

A cabeça grossa roçou o furinho lisinho. Subia e descia, esfregando, provocando, sem entrar. Eu tremia. Cada vez que a cabeça pressionava um pouco mais, um gemido escapava da minha boca. Ele segurava meu cabelo com uma mão e com a outra guiava o pau, esfregando, batendo de leve no cu, voltando a esfregar.

— Sente, menina… — ele sussurrou no meu ouvido. — Sente a rola do macho na sua xota…

Ele começou a empurrar. Devagar. Muito devagar. A cabeça abriu o cu lisinho centímetro por centímetro. A sensação era intensa: ardor quente, pressão gostosa, a abertura lenta e inevitável. Eu gemia alto, a cara enterrada no colchão. Ele entrava sem pressa, sentindo cada centímetro. O pau grosso forçava, abria, deslizava. Eu sentia as veias, a cabeça, o calor. Até que ele parou com só a cabeça dentro.

— Relaxa, Larissa… — ordenou. — Abre essa xota pro macho.

Eu respirei fundo e empurrei a bunda pra trás. Ele empurrou mais. O pau foi entrando devagar, abrindo, esticando. Eu gemia sem parar. A sensação de ser preenchido aos poucos era deliciosa e torturante. Cada centímetro a mais fazia minhas pernas tremerem. Quando ele chegou na metade, parou de novo, girou o quadril, me abriu ainda mais.

Eu não aguentei.

— Enfia… — pedi, a voz falhada. — Enfia tudo…

Ele riu baixo, sujo, e socou o resto de uma vez.

O pau inteiro enterrou no meu cu. O saco bateu na minha bunda. Eu gritei. A sensação foi tão forte que vi estrelas de verdade. Ele ficou fundo por uns segundos, me deixando sentir o tamanho, a grossura, o calor. Depois começou a foder.

As primeiras estocadas foram profundas e lentas. Depois ficaram mais fortes. Ele puxava meu cabelo com força, ergueu minha cabeça e começou a socar de verdade. Cada estocada fazia a cama balançar. O som da pele batendo na pele enchia o quarto. Ele me xingava sem parar.

— Isso, menina… pira na rola… vagabunda… puta… piranha… Larissa safada…

A mão livre desceu e deu um tapa firme na bunda. Depois outro. Depois outro. A pele ardia. Ele mordia minhas costas, o ombro, a nuca. Os dentes cravavam, a língua lambia o suor. A outra mão passou por baixo e apertou meu peito, os dedos apertando o mamilo com força.

— Isso, menina… aperta o peitinho… pira na rola do macho… vagabunda…

Eu gemia alto, quase gritando. O pau dele entrava e saía com força, me abrindo, me fodendo sem piedade. Cada estocada acertava fundo. Eu rebolava o pouco que conseguia, empurrando a bunda pra trás, pedindo mais. Ele puxava meu cabelo, dava tapa, mordia, apertava o peito, me xingava.

— Fala o que você é.

— Sou puta… sou vagabunda… sou a Larissa do senhor…

— Isso. Boa menina.

Ele acelerou. As estocadas ficaram brutas, profundas, rápidas. O saco batia forte na minha bunda. Eu sentia o pau latejar dentro de mim. O tesão subia tão rápido que eu não conseguia segurar.

— Vou gozar… — eu avisei, a voz quebrada.

— Goza, menina. Goza no pau do macho.

Eu gozei. O corpo inteiro tremeu. O pau esguichou no travesseiro sem eu sequer tocar nele. O cu se apertou com força em volta do pau dele. Eu gemia alto, quase chorando de prazer.

Ele não parou. Continuou socando enquanto eu gozava, me fodendo através do orgasmo. Quando minhas contrações diminuíram, ele puxou meu cabelo com mais força, mordeu minha nuca e gozou.

O jato quente encheu meu cu. Ele continuou empurrando, gemendo baixo, selvagem, descarregando tudo lá dentro. Eu sentia cada pulsação, cada jato. O porra escorria, molhava as bolas, descia pela coxa. Ele ficou fundo até o último espasmo, ofegante, o peito colado nas minhas costas, a boca ainda aberta contra minha nuca.

Ficamos assim por um tempo. Só a respiração pesada. O pau dele ainda dentro, latejando. O porra escorrendo. A calcinha vermelha torta. Meu corpo inteiro tremendo.

Ele beijou minha nuca, lento, e murmurou contra a pele:

— Boa menina, Larissa… boa putinha…

Pronto.

Eu fiquei completamente entregue.

De bundinha pra cima, o rosto enterrado no travesseiro, o corpo mole e tremendo. Sentia o peso inteiro dele sobre as minhas costas. O peito quente colado na minha pele suada. A respiração dele ainda pesada, batendo contra a minha nuca. E, dentro de mim, o pau dele aos poucos amolecendo. Ainda grosso, ainda quente, ainda ocupando espaço, mas cada vez mais macio. Eu sentia o porra escorrendo devagar ao redor do pau, molhando minhas bolas, descendo pela coxa. Não queria que ele saísse. Queria ficar assim mais um pouco. Penetrado. Usado. Cheio.

Ele ficou em cima de mim por um tempo longo. Sem falar nada. Só respirando. De vez em quando a boca dele beijava minha nuca, devagar, quase carinhoso. A mão ainda segurava meu cabelo com leveza. Eu estava tão entregue que mal conseguia pensar. Só sentia. O peso. O calor. O pau mole ainda dentro. A sensação gostosa e suja de ter sido fodido até o fim.

Depois ele se moveu.

Tirou o pau devagar. Eu soltei um gemido baixo quando o vazio veio. O cu latejou, aberto, escorrendo. Ele se virou e deitou de costas ao meu lado, ofegante, um braço atrás da cabeça. Ficamos os dois em silêncio por alguns segundos, só o som da respiração e do ventilador do quarto.

— Caralho… — ele falou primeiro, a voz ainda rouca. — Que cu gostoso, Larissa.

Eu virei o rosto pra ele, ainda de bruços, a calcinha vermelha torta numa perna só. Sorri meio bobo, meio destruído de tesão.

— Você fode pesado…

Ele riu baixo.

— E você pede pesado também. Ficou pedindo pra eu te engravidar de novo.

Senti o rosto esquentar. Não respondi. Só desviei o olhar. Ele esticou a mão e passou os dedos no meu cabelo, bagunçado e suado.

— Vai buscar uma cerveja pra nós. E alguma coisa pra comer. A gente vai precisar de energia.

Eu me levantei com as pernas ainda tremendo. O cu escorria enquanto eu caminhava até a cozinha. Peguei duas cervejas geladas na geladeira e um pote de azeitonas e queijo que tinha comprado no dia anterior. Voltei pro quarto. Ele ainda estava deitado, pelado, o pau mole e brilhando de porra descansando contra a coxa.

Entreguei a cerveja. Ele abriu a lata, bebeu um gole longo e me puxou pela cintura.

— Deita aqui.

Apontou o espaço entre as pernas dele. Eu obedeeci. Me acomodei de bruços, a cabeça encostada na barriga dele, o rosto bem perto do pau ainda sujo e meio mole. Ele abriu as pernas um pouco mais e me ajeitou melhor.

— Pode brincar — falou, a voz baixa. — Sem pressa.

Eu não precisei de mais incentivo.

Passei o nariz pelo pau dele primeiro. O cheiro era forte: porra, suor, sexo. Cheiro de macho que tinha acabado de gozar. Eu adorei. Abri a boca e lambi a cabeça devagar, limpando o que ainda restava de porra. O gosto era salgado, grosso, delicioso. Ele soltou um suspiro longo quando a minha língua passou pelo freio.

Comecei a chupar sem pressa. O pau ainda estava mole, macio, fácil de engolir inteiro. Eu enfiava na boca até o saco, chupava com carinho, subia, lambia, beijava a cabeça. De vez em quando puxava as bolas pra dentro da boca, chupava uma de cada vez, voltava pro pau. Ele estava meia bomba agora. Não duro pra valer, mas inchado, quente, gostoso de sentir na língua.

Era extremamente prazeroso. Chupar um pau gozado, ainda mole, sujo, cheiroso. Eu fazia isso com uma dedicacao quase devota. A cada lambida ele soltava um som baixo de aprovação. A mão dele descansava no meu cabelo, sem forçar, só acompanhando o movimento.

— Isso… — ele murmurou. — Limpa tudo, putinha. Deixa o pau do seu homem limpinho.

Eu gemia enquanto chupava. O som saía abafado, molhado. Continuava subindo e descendo, lambendo as veias, chupando a cabeça com mais força, depois engolindo tudo de novo. O pau foi endurecendo aos poucos dentro da minha boca. Eu sentia a mudança. A carne ficando mais firme, mais grossa, mais viva. Mas ainda não estava completamente duro. Estava no ponto perfeito: meia bomba, quente, pesado na língua.

Ele bebia a cerveja devagar, me observando. De vez em quando passava a mão nas minhas costas, descia até a bunda, apertava, dava um tapa leve e voltava pro meu cabelo.

— Você chupa bem pra caralho, Larissa… — comentou, a voz preguiçosa de satisfação. — Parece que nasceu pra isso.

Eu só gemia em resposta e continuava. Lambia o saco, chupava as bolas, voltava pro pau, engolia até o fundo. A saliva escorria. O gosto da porra ainda estava lá, misturado com o gosto da pele dele. Eu estava viciado naquilo. No cheiro, no sabor, na textura do pau mole e sujo virando meia bomba dentro da minha boca.

Ficamos assim um bom tempo. Ele bebendo, eu chupando. Conversando baixo entre uma lambida e outra.

— Sua esposa sabe que você some assim? — ele perguntou de repente.

Eu tirei o pau da boca só o suficiente pra responder.

— Falei que tinha reunião… que ia dormir aqui.

Ele riu baixo.

— Mentiroso do caralho. Boa puta.

Voltei a chupar. Ele suspirou de novo, a mão apertando meu cabelo com um pouco mais de força.

— Amanhã de manhã você vai estar com o cu destruído… e ainda vai ter que voltar pra ela.

Eu gemia em volta do pau. Não respondi. Só chupei mais fundo.

A conversa foi ficando mais solta. Ele falou um pouco da esposa dele, que tinha viajado pra casa da mãe. Eu falei da Larissa, de como ela era safada, de como eu gostava de comer ela. Ele riu e disse que um dia queria ver os dois juntos. Eu fiquei em silêncio, o pau dele ainda na boca, o coração batendo mais rápido com a ideia.

Mas a noite ainda era longa.

E o que veio depois…

bem…

isso eu conto no próximo.

maritusenonius@gmail.com

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Comentários

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Você relatou o acontecido com tanta emoção, sensualidade e tesão, que sinceramente, creio que no seu caso, é um caminho sem volta! Seja feliz!!!

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Foi bom demais

É até difícil escrever de tão fresco está na minha memória eu virando mocinha dele

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Já imagino você e sua esposa (as duas Larissa), dividindo a mesma pica, as duas sendo sodomizadas, dividindo a porra, uma na boca da outra e terminando a noite abraçadinhas no mesmo homem... Já pensou? Como já escrevi antes...seja feliz! 😉

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