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SÉRIE REMAKES: Sarah x Seu Geraldo em "Eu e Minha Esposa Pulamos a Cerca... E o Caos Explodiu - Parte 08"

Um conto erótico de Sarah
Categoria: Heterossexual
Contém 14985 palavras
Data: 01/10/2026 12:44:53

AVISO AOS LEITORES: A série Remakes é algo que só vou postar em alguns casos muitos específicos. Neste, havia o problema da versão original não ter sido narrada pela Sarah e o narrador ter que se contorcer pra narrar em terceira pessoa tentando adivinhar os pensamentos dela.

A história é a mesma, mas agora com os pensamentos da Sarah e adicionei algumas cenas extras que só ela poderia ter presenciado (como ela contando pra Carolina sobre a transa com o Geraldo). Estendi um pouco a transa com o Geraldo para poder corresponder ao “empate” que ela alegou ao Miguel.

Cronologicamente, este capítulo pode substituir canonicamente o “Eu e Minha Esposa Pulamos a Cerca... E o Caos Explodiu – Parte 08” (que é simultâneo ao “Minhas coleções de calcinhas, amantes e putinhas – Parte 08”) por ser a versão da Sarah dos acontecimentos.

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Olá, leitores. Meu nome é Sarah, tenho 27 anos, e sou casada com Érico, que tem 28. Esta é a história das nossas confusões e puladas de cerca que aconteceram durante uns meses muito loucos em que resolvemos abrir o relacionamento sem ter muita noção de como isso realmente funcionaria e de como lidamos com tudo isso.

O Érico escreveu a primeira versão deste conto, mas eu resolvi contar a MINHA versão da história porque eu sou a protagonista deste capítulo. Pra quem não me conhece, sou engenheira civil, com doutorado, e trabalho em uma daquelas construtoras gigantes que fazem grandes obras públicas. Sempre fui dedicada e responsável, mas quem me conhece sabe que também tenho um humor ácido e provocativo, daqueles que aparecem quando menos se espera. Meus peitos são cheios e firmes, mas sem exagero; meu quadril e minha bunda são proporcionais, elegantes, e as pernas longas e finas, começando em coxas firmes que sempre chamam a atenção. Meus olhos castanho-escuros e meu cabelo preto, em ondas que caem até o meio das costas, completam a imagem que eu sei que desperta olhares.

O Érico é analista em uma grande empresa de tecnologia. Ele é moreno claro, de cabelo curto, olhos castanho-escuros, corpo comum, nem muito forte nem magro demais. Eu adoro olhar para ele, mesmo que seja apenas pelo simples prazer de ter o homem que escolhi ao meu lado.

Mesmo depois de anos de casada com Érico, ainda sinto aquele frio no estômago quando ele me olha de um jeito que só ele sabe, ou quando estou perto dele e percebo a intensidade do nosso vínculo. Não precisa de muito para que eu deseje esse homem; ele simplesmente existe, e isso basta para mim.

No capítulo anterior, eu e o Érico tínhamos passado uma semana transando só entre nós dois. Foi ótimo. Agora, eu estava pronta pra procurar os dois homens gostosos que eu tinha direito de dar.

Nossas desventuras começaram numa terça-feira à noite. Eu nunca tinha pisado no Trattoria Bell'Arte. O restaurante italiano parecia ter sido montado para receber gente que sabia diferenciar todos os talheres da mesa. Lustres de cristal pendiam do teto e as paredes estavam cobertas por imitações de pinturas renascentistas. O ar cheirava a comida cara. Eu e o Érico tínhamos nos vestido como se fôssemos para uma festa de gala. Ainda assim, me senti inadequada assim que entrei.

Eu usava um vestido verde-esmeralda que deixava meus ombros nus e se ajustava à minha cintura. O tecido acompanhava meus seios cheios e terminava pouco acima dos joelhos. Prendi o cabelo num coque meio bagunçado e deixei algumas mechas soltas em volta do rosto. Admito que passei tempo demais escolhendo aquela roupa.

Fingi para mim mesma que só queria ficar bonita pro Érico. A verdade menos confortável era que também queria que o Mário e o Anderson me achassem bonita. Certo, eles eram gays. E casados. Mesmo assim, uma parte idiota da minha cabeça ainda queria entrar no restaurante e ver os dois com uma pontinha de arrependimento por terem me chutado como se eu fosse lixo há quase sete anos.

O Mário e o Anderson chegaram pontualmente, ambos parecendo ter sido criados especificamente para usar ternos sob medida. Eram fortes, musculosos, bonitos demais e completamente à vontade naquele ambiente. Fiquei rígida assim que os vi.

O Mário tinha sido meu namorado no fim da graduação. O Anderson era nosso colega e melhor amigo. Durante muito tempo, achei que nós três formávamos uma amizade perfeita. Eu confiava nos dois o bastante pra topar quando sugeriram um ménage.

Naquela noite, eu não posso dizer que fui totalmente ignorada. Tanto o Mário quanto o Anderson me comeram, e o Mário descabaçou o meu cuzinho e o do Anderson (mas como o Mário só enfiou metade, NÃO CONTA! Ainda sou semi-virgem atrás!). Mas a real é que eles estavam concentrados demais um no outro e eu passei 90% assistindo e me siriricando pra tentar fingir que não estava sobrando. Dois dias depois, o Mário terminou comigo em dez minutos e assumiu o relacionamento com Anderson no mesmo dia.

Eu disse pra todo mundo que já tinha superado e que estava feliz pelos dois. Também fiz questão de ser madrinha do casamento deles e insisti para que fossem padrinhos do meu casamento com o Érico. Mas, putaquepariu, eu quero muito até hoje que eles me peçam desculpas e digam o quanto eu sou incrível e fabulosa.

Mas, enquanto o Érico não parava de me olhar como se eu fosse uma supermodelo que ele nunca viu na vi na vida, aqueles dois me olhavam como se eu fosse a Chiquinha do Chaves.

Eu pensava antes de cada frase. Com medo de falar algo idiota e receber aquele olhar educado que os dois usavam quando alguém dizia algo abaixo do nível intelectual esperado. Eles tinham acabado de voltar de uma temporada de férias na Europa.

— Florença estava particularmente inspiradora este ano. Visitamos a Biblioteca Laurenciana, projetada pelo próprio Michelangelo.

— E em Lisboa, passamos horas na Biblioteca Joanina — completou Anderson. — A estrutura barroca é um verdadeiro poema em madeira e ouro.

Olhei pro Érico. Ele estava sorrindo, mas parecia tão perdido quanto eu.

— Caramba, que viagem dos sonhos, hein? E turistar, tipo, ver os pontos turísticos normais? Foram na Torre Eiffel, sei lá?

Mário fez uma expressão discreta de reprovação.

— Evitamos esse tipo de clichê. Nosso foco era realmente a parte histórico-cultural.

Anderson sorriu para ele.

— Sim. Claro que abrimos exceção pra algumas catedrais, cuja arquitetura apreciamos.

Procurei alguma coisa culta dentro da minha cabeça. Encontrei uma reportagem antiga e um documentário que provavelmente nem tinha terminado.

— Nossa, eu adoro catedrais! Lembro de ter lido sobre a de Notre-Dame... Digo, antes do incêndio.

Os dois se esforçaram para não revirar os olhos. O Érico apertou minha mão por baixo da mesa. Olhei de relance para ele. O gesto deveria ter me feito relaxar. Em vez disso, fiquei com vergonha porque o meu marido tinha percebido o quanto eu estava me esforçando para impressionar aqueles dois.

A conversa seguiu nesse tom. Mário e Anderson falavam de manuscritos, pinturas e prédios antigos. Eu puxava alguma referência que tinha visto por acaso e tentava parecer capaz de continuar o assunto. O Érico fazia o mesmo com qualquer conhecimento perdido que conseguisse aproveitar.

Pensei na Carolina. A minha prima teria passado horas conversando com os dois sem esforço. Ela gostava de filosofia, literatura e cinema europeu. Teria opiniões sobre tudo aquilo. Eu sabia calcular problemas que fariam o Mário surtar antes de chegar à metade, mas definitivamente não sabia discutir o significado de uma escada projetada por Michelangelo.

Depois de uma hora, o Anderson puxou uma pequena sacola e me entregou.

— Trouxemos uma lembrancinha para vocês. Achamos que iriam gostar.

Abri o pacote e encontrei um pequeno busto de Platão acompanhado de um livrinho sobre filosofia clássica em grego antigo. Eu não sabia nem grego moderno. O meu conhecimento de Platão provavelmente cabia numa postagem de rede social. Talvez a Carolina soubesse ler esse livrinho. Ela sabia um buzilhão de línguas, mas só dizia pra quem perguntasse diretamente.

— Uau! É... lindo — falei, tentando fazer o sorriso parecer sincero. — Eu sempre quis ter algo assim.

— Vai ficar perfeito na estante da sala — completou Érico. — Obrigado mesmo!

— Fico feliz que tenham gostado.

Coloquei o busto perto da minha bolsa e passei o resto da noite imaginando o Platão me julgando por mentir.

Quando o garçom trouxe os pratos, a conversa mudou pra futebol. Era um assunto que eu amava e finalmente podia participar sem improvisar. Cheguei a me animar antes de ouvir o Mário.

— Futebol é um esporte bruto para as massas impensantes — disse, sem rodeios. — Propaga ideias quase fascistas, você não acha, amor?

Anderson assentiu.

— Existe um certo tribalismo, sim. As torcidas organizadas são um fenômeno sociológico preocupante.

Senti o meu rosto esquentar. Com qualquer outra pessoa, eu teria discutido. Provavelmente teria me exaltando enquanto explicava que essa era uma opinião preguiçosa de quem se orgulhava de desprezar coisas populares. Com eles, fiquei procurando uma resposta que parecesse inteligente o bastante.

— Sim, faz sentido... — falei, baixinho.

O Érico apertou minha mão novamente. Eu sabia que ele tinha percebido que aquilo tinha deixado ainda mais irritada comigo mesma.

— Olha, eu até entendo o ponto de vista de vocês, mas futebol é muito mais que isso. Tem história, tem cultura também. E tem um lado de comunidade, de pertencimento. Eu acho que não dá pra reduzir tudo a algo negativo.

Olhei pro meu marido com uma gratidão meio dolorida. Ele nem gostava de discussões longas, mas estava defendendo uma coisa que eu amava porque eu não tinha conseguido fazer isso sozinha.

— Comunidade? — reagiu Mário, desdenhoso. — Parece mais histeria coletiva.

Eu deveria ter apoiado o Érico. Sabia que ele estava certo. Mesmo assim, o medo de parecer uma torcedora burra falou mais alto.

— É... Realmente, pode ser visto assim...

O Érico continuou segurando minha mão, mas ficou mais quieto.

O Mário e o Anderson voltaram a falar de filosofia e arte. O Anderson comentou sobre uma peça experimental em Viena. O Mário descreveu uma catedral medieval. Eu sorria, fazia perguntas e gastava toda a minha energia tentando não parecer deslocada.

Quando chegamos em casa, o Érico largou as chaves na mesinha da entrada e se jogou no sofá. Chutei os sapatos para um canto e caí ao lado dele, apoiando a cabeça no colo dele. Meus pés doíam, mas a minha cabeça doía mais. Ele começou a mexer no meu cabelo enquanto eu encarava o teto.

— Amor acho que a gente devia começar a ler mais livros cultos, sabe? Filosofia, história da arte, qualquer coisa assim. Da próxima vez que sairmos com o Mário e o Anderson, a gente não ficar tão perdido na conversa.

— Ou então eles podiam, sei lá, descer um pouquinho do pedestal. Um meio-termo, sabe? Ninguém precisa sair diminuído da conversa.

Ergui a cabeça para olhar para ele.

— Mas, Érico, quase todo o círculo social deles é assim. Eles vivem rodeados de gente que fala sobre isso. Sair com a gente já é uma concessão pra eles.

A expressão dele mudou.

— Ah, fala sério, Sarah. A gente não é burro. Só não temos interesse nesse tipo de assunto o tempo todo. Você tem um doutorado, poxa!

Por mais que eu me orgulhasse do meu doutorado, os seis anos em que fiquei ouvindo todo mundo elogiando o sucesso financeiro da minha prima enquanto eu vivia de uma bolsa pequena e quase ninguém estendia o que estava além de “só estudar” vieram como uma voadora.

— Doutorado em qualquer coisa hoje em dia quase qualquer um tem. Não é a mesma coisa que conhecer filosofia clássica ou arte renascentista.

— Ei, não fala assim de você.

O Érico segurou meu rosto com as duas mãos e me fez encará-lo.

— Você ralou anos pra conquistar esse título. Eu tenho um orgulho enorme de você, Sarah. Eles que se danem se não sabem reconhecer isso.

Sorri. Eu acreditava que ele tinha orgulho de mim. O problema era que a opinião dele não apagava o desejo de receber a aprovação daqueles dois.

— Você só fala isso porque tá com ciúmes — provoquei. — Eles são lindos, gostosos, e os dois já me comeram.

— E, no final, você me escolheu.

Fiquei olhando para ele. Eu amava aquele bocó com toda a força que tinha. Ele me fazia rir, me acolhia quando eu estava em crise e me comia do jeito que eu gostava.

Ainda assim, uma parte minha continuava querendo que Mário e Anderson reconhecessem que me dispensar tinha sido uma perda pra eles. Eu queria que olhassem para mim e dissessem que eu era inteligente, linda, gostosa e importante. E pedissem desculpas por terem me enrabado quando queriam se enrabar.

— Sarah, eles são um casal gay! Desde que a gente começou a namorar, eles te tratam como amiga. Não faz sentido eu ter ciúmes de algo que aconteceu no passado.

Fiz uma careta. Eu sabia que ele tinha razão e detestava quando isso acontecia.

— Eu só fico irritado quando vejo você se diminuindo perto deles. É diferente.

Ele passou a mão pelo meu cabelo.

— Eu não sou contra você ser amiga deles, de verdade. Eu só queria que fosse algo mais saudável pra você. Que você pudesse ser você mesma perto deles, sem tentar se moldar pra caber naquele mundo deles.

Mordi o lábio inferior.

— Você não precisa provar nada pra ninguém. Pra mim, você já é a mulher mais maravilhosa do mundo.

Aquela frase deveria bastar. Vinda do homem que eu amava, deveria valer mais do que qualquer coisa que Mário ou Anderson pudessem dizer.

Mesmo assim, perguntei:

— É tão ruim assim querer que ELES digam isso?

Ficamos em silêncio.

Depois de algum tempo, soltei uma piada para aliviar o clima. O Érico riu, eu ri junto e deixamos o assunto de lado. Só que o jantar tinha desmontado minha autoestima e eu passei os dias seguintes procurando provas de que ainda era gostosa.

A primeira decisão ruim aconteceu na manhã seguinte.

O Érico saiu mais cedo e eu me atrasei uns 15 minutos porque fiquei tempo demais escolhendo uma roupa que parecesse profissional, elegante e superior a uma mulher que tinha recebido um busto de Platão sem saber o que fazer com ele.

Vesti um blazer acinturado azul-marinho sobre uma blusa de seda branca. O tecido caía sobre meus seios cheios e deixava um decote discreto. Usei uma calça que acompanhava a minha bunda sem ficar exageradamente justa. Meu cabelo ficou solto, com as ondas naturais pouco abaixo dos ombros.

Quando saí do apartamento, ainda conferi o meu reflexo na tela apagada do celular. Eu estava bonita. Precisava acreditar nisso.

Quando o elevador abriu, o Roberto estava lá dentro. Nós dois levamos um susto. Ele até recuou meio passo e soltou um suspiro que pareceu um “de novo não”.

Era a quarta vez que nos encontrávamos no elevador desde que tínhamos transado. Sempre em horários diferentes. Comecei a suspeitar que ele também mudava a própria rotina para evitar cruzar comigo e, por algum azar cósmico, nossas tentativas de fuga continuavam nos colocando juntos.

Entrei e fiquei ao lado dele e o silêncio durou dois andares.

O Roberto mantinha as mãos juntas diante da barriga, com a expressão fechada e os olhos presos nos números do elevador. Aquilo estava tão mutualmente constrangedor que decidi quebrar o gelo. Me virei pra ele com um sorriso malicioso.

— Roberto, tira uma foto comigo?

— Foto?

— É… Aqui, no espelho do elevador. Pra eu mandar pro “corninho” de recordação.

A expressão dele vacilou, mas acabou aceitando. Peguei o celular e me aproximei. Ficamos lado a lado diante do espelho, com meu braço roçando no dele. A situação era absurda o bastante para melhorar meu humor.

— Põe a mão na minha cintura — pedi.

A mão dele pousou na curva da minha cintura com cuidado. Senti os dedos inseguros sobre o blazer e precisei segurar uma risada. Ele continuou olhando pro espelho com aquela cara abatida. Inclinei a bunda um pouco pro lado e senti a mão dele endurecer na minha cintura.

Fiz biquinho na primeira foto. Na segunda, dei um sorriso aberto. Na terceira, a mão dele desceu e parou na minha bunda.

Talvez o Roberto tivesse concluído que, depois de já ter enfiado o pau em mim, apalpar a minha bunda era um delito menor. Não reclamei. A mão dele ficou sobre a parte arredondada da minha bunda, apertando um pouco. Meu corpo respondeu com um calor discreto.

Tirei mais duas fotos, exagerando nas poses enquanto ele brincava de fazer “fom-fom” nos meus glúteos. Quando terminei, nós dois nos afastamos ao mesmo tempo.

— Valeu, Roberto.

— De nada — respondeu, ajeitando a camisa e olhou pra mão que tinha acabado de me apalpar.

O resto da descida foi em silêncio. Assim que as portas se abriram no estacionamento, cada um seguiu depressa pro próprio carro.

Horas depois, parei um pouco pra olhar as fotos. O pior era que tinha adorado elas. Na primeira, enquanto eu tava toda posuda, o Roberto tinha cara de quem parecia ter sido sequestrado. Abri a conversa com o Érico no WhastApp.

[Sarah]: “Oi, corninho”

[Sarah]: “Adivinha quem eu encontrei no elevador hoje?”

Enviei as cinco fotos em sequência.

[Sarah]: “Tirei essas fotos pra aquecer o coração do corninho que eu tanto amo <3 e também pra servir de material de punheta pra você.”

[Érico]: “Obrigado, amor.”

[Érico]: “Vou bater várias punhetas em homenagem a essas fotos.”

Eu sabia que o Érico gostava de me ver transando com homens feios, mas não esperava que essas fotos entrassem tão rápido no acervo de punheta dele. Mal tinham um decote discreto ali.

[Sarah]: “Sério?”

[Érico]: “Sério mesmo.”

[Érico:] Essas fotos me deixaram excitado de verdade.”

[Sarah]: “Você é um bocó.”

[Sarah]: “Pode me comer sempre que quiser, mas perde tempo batendo punheta de foto minha com outro homem.”

[Érico]: “Posso te comer sempre que eu quiser, mas também sempre bati punheta de foto sua.”

[Érico]: “Ou só fantasiando/lembrando de você.”

Não resisti a dar um sorriso idiota. Depois de passar a noite tentando receber aprovação de Mário e Anderson, descobrir que o meu marido, que me via descabelada, de pijama velho e hálito ruim, ainda batia punheta apenas lembrando de mim acertou em cheio uma parte sensível.

Enviei um emoticon de olhos semicerrados e sorriso maroto.

[Sarah]: “Ai, meu marido é uma peça.”

[Sarah]: “Pra um casamento aberto, você consegue ser monogâmico até nas punhetas.”

[Érico]: “Culpa sua.”

[Érico]: “Você é mais gostosa que todas as outras mulheres.”

Mordi o canto do lábio. A Natália era uma ruiva bunduda absurda de gostosa e já tinha até dado a bunda pra ele. Mesmo assim, o Érico continuava me achando A mais gostosa. Naquela manhã, eu precisava ouvir aquilo mais do que queria admitir.

[Sarah]: “Você é um bobo... mas é o meu bobo <3”

[Érico]: “E você é minha maluquinha preferida <3”

Eu amava o Érico demais.

Veio a quinta-feira.

O Érico saiu cedo para trabalhar, enquanto eu aproveitei um dos dias de home-office que tinha por quinzena. A ideia parecia ótima. Eu acordaria um pouco mais tarde, trabalharia de roupa confortável e não perderia tempo no trânsito. Na prática, acordei no mesmo horário de sempre.

O Érico me deu um beijo antes de sair e disse que me amava. Respondi que também o amava e pedi que não morresse porque eu não queria aprender a lidar sozinha com o plano de saúde.

Depois que ele foi embora, fiquei diante do computador resolvendo relatórios de uma hidrelétrica. Os cronogramas estavam adiantados, o que significava que eu podia passar a manhã inteira tentando descobrir por que três planilhas com os mesmos dados apresentavam totais diferentes.

No dia seguinte, eu precisaria fazer um bate-e-volta de avião em Minas pra vistoriar a manutenção de uma obra. Voltaria pra casa à noite, passaria o fim de semana fingindo que tinha descansado e repetiria a viagem na segunda-feira.

Passei a manhã revisando documentos e participei de duas reuniões on-line. Enquanto a câmera estava ligada, usei uma camisa profissional. Depois disso, ninguém mais abriria a webcam. Troquei a camisa por uma regata fina sem sutiã com um shortinho. Era a roupa oficial de quem pretendia responder mensagens, reclamar de planilhas e buscar comida na geladeira sem receber visitas.

No meio da tarde, fui até a cozinha pegar água. Percebi uma poça pequena embaixo da pia. Limpei, esperei e vi outra gota cair.

— Ah, não.

Abaixei-me, abri o armário e encontrei um cano úmido. Eu era engenheira civil, mas isso não significava que eu soubesse consertar encanamento. Essa expectativa era parecida com imaginar que todo médico soubesse fazer transplante de coração. Coloquei uma bacia sob o vazamento e interfonei pra portaria.

— Boa tarde, dona Sarah — atendeu seu Geraldo.

— Boa tarde. Apareceu um vazamento embaixo da minha pia. O senhor pode vir olhar?

— Posso sim. Chego em alguns minutos.

— Obrigada.

Voltei ao computador e tentei trabalhar, embora escutasse mentalmente cada gota caindo dentro da bacia. Quando a campainha tocou, levantei sem pensar na roupa.

Abri a porta e encontrei o seu Geraldo com um estojo de ferramentas. Ele me cumprimentou normalmente. Então, olhou pros meus seios sob a regata, voltou ao rosto e desceu de novo.

Eu devia ter buscado um casaco. Em vez disso, senti uma satisfação idiota. A regata marcava os meus seios grandes e os meus mamilos escuros apareciam pelo tecido fino.

Ser prima da Carolina tinha criado algumas neuroses muito específicas em mim. Durante anos, eu tinha sido tratada pelos homens como uma versão mais nova dela. Em certas fases, parecia que toda comparação terminava em “a Carolina, só que com menos peito”. O crescimento resolveu parte do problema. A terapia teria resolvido o resto, mas admirar o interesse do porteiro era mais barato.

Eu sabia que a Carolina tinha transado com ele meses antes. Nunca perguntei detalhes, embora ela tivesse deixado escapar umas coisas. Ainda assim, era bom saber que ele também me achava gostosa.

— Entra — falei, abrindo espaço.

Ele passou por mim e olhou rapidamente pra minha bunda antes de seguir pra cozinha. Mostrei a pia e expliquei quando tinha percebido a água. O seu Geraldo colocou o estojo no chão, abriu o armário e se agachou.

— A senhora colocou a bacia direitinho. Tem gente que deixava alagar a cozinha e só percebia quando chegasse na sala.

— Eu tenho alguns talentos.

— Reparei.

Ele disse aquilo olhando pras minhas pernas. Ri, afinal era apenas uma cantada boba de velho. O seu Geraldo se deitou no chão para examinar o encanamento. Fiquei perto, observando. Quando me inclinei para apontar onde tinha visto a primeira gota, a regata desceu um pouco. O olhar dele subiu imediatamente.

— É ali — apontei.

— Estou vendo.

Demorei para entender que ele talvez não estivesse falando do cano. Ele mexeu numa conexão, pediu que eu abrisse a torneira e ficou observando. A água escorreu pelo cano e uma gota caiu perto da mão dele.

— É coisa simples — disse. — A conexão afrouxou. Preciso desmontar, limpar e prender de novo.

— Vai demorar?

— Pouco. Pode continuar trabalhando.

Voltei ao computador. Tentei terminar um relatório enquanto escutava os ruídos das ferramentas na cozinha. Depois de alguns minutos, o seu Geraldo apareceu na porta da sala.

— Dona Sarah, tem um pano velho que eu possa usar?

Peguei dois panos numa prateleira mais alta e precisei me esticar. O meu shortinho subiu na bunda.

— Esses servem?

— Servem muito bem.

Seu Geraldo se deitou novamente sob a pia. Fiquei perto, olhando enquanto ele soltava uma peça. A camisa do uniforme tinha subido na barriga, mostrando pelos grisalhos e pele morena marcada de sol. Os braços pareciam mais fortes fora da bancada da portaria, com veias saltando quando ele apertava a chave.

— Vou tomar um banho enquanto o senhor termina, tá?

— Pode ficar à vontade. A casa é sua.

Peguei uma toalha e fui pro banheiro. No corredor, olhei para trás. O seu Geraldo continuava deitado, mas estava olhando pra minha bunda. Aquilo me fez sorrir. Meu plano era tomar um banho rápido, vestir a mesma roupa e voltar ao trabalho.

Foi então que pensei no encanamento. Eu não sabia se abrir o chuveiro poderia piorar o vazamento. Provavelmente não. Mas a minha área de especialização não incluía tomar decisões pelada enquanto um porteiro mexia na minha pia. Enrolei a toalha no corpo e voltei pra cozinha.

O seu Geraldo continuava deitado no chão, com parte do corpo dentro do armário. Parei ao lado dele.

— Posso tomar banho enquanto o senhor mexe nisso ou é melhor esperar?

Ele virou o rosto na minha direção. Pelo ângulo em que estava deitado, tinha uma visão completa por baixo da toalha. Eu estava em pé, nua, usando uma toalha que funcionava como uma saia sem calcinha. Ele estava no chão, olhando diretamente para mim.

O velho Geraldo respirou fundo, parecia maravilhado como se tivesse vislumbrado o paraíso.

— Nossa, dona Sarah. Que bucetinha apetitosa.

Olhei pra baixo e fechei as pernas depressa.

— Tá maluco, seu Geraldo? — falei, rindo.

— Eu seria maluco se não olhasse.

A resposta devia ter me deixado irritada, mas me fez rir. O seu Geraldo saiu debaixo da pia e se sentou no chão. Os olhos dele passaram pela toalha, pelos meus seios e voltaram ao meu rosto.

Meu coração acelerou. Eu sempre tivera curiosidade em entender o que a Carolina tinha visto naquele homem. O seu Geraldo era velho, barrigudo e estava muito longe de ser bonito. Também era simpático, seguro, másculo e sua calma deixava evidente que aquela situação não era novidade para ele.

Segurei a borda da toalha. Pensei no Érico ouvindo aquela história mais tarde. Podia ser uma transa ruim ou um causo engraçado. Meio inconsequente da minha parte foder com o porteiro pela resenha, mas a minha cabeça andava zoada desde o jantar com o Mário e o Anderson.

Soltei a toalha, que caiu no chão. O seu Geraldo ficou imóvel, olhando para mim nua. Primeiro encarou os meus seios, demorando nas aréolas escuras e nos mamilos duros. Depois observou a minha cintura, a faixa curta de pelos acima da buceta e as minhas pernas compridas.

Eu me senti exposta de um jeito que deveria ter sido constrangedor. Em vez disso, endireitei a postura para que ele enxergasse tudo melhor.

— O que achou agora?

Por dentro, a pergunta era bem mais humilhante: eu era uma Carolina da Shopee ou tinha meu valor?

O seu Geraldo se levantou com uma agilidade que eu não esperava. E logo levou a mão ao cinto e começou a tirar a roupa. A camisa aberta revelou um peito largo, mole pela idade, coberto de pelos grisalhos que desciam até a barriga grande. A pele tinha marcas de sol, pequenas dobras, sinais de um homem que já tinha vivido muita coisa e não fazia o menor esforço para parecer mais jovem.

O pau dele era grosso de um jeito que me fez suspirar. Estava cercado por uma grossa camada de pentelhos escuros e grisalhos, e tinha cabeça avermelhada. Havia algo bruto naquele corpo inteiro, uma falta completa de vaidade que parecia me atiçar.

— A senhora é uma mulher muito gostosa.

Isso me atingiu no lugar exato em que minha a insegurança morava. Ele falava como se estivesse constatando uma coisa óbvia, algo que o meu consciente normalmente acharia mentira, mas dessa vez acreditei.

Ele se aproximou e passou a mão pela minha barriga, subindo devagar até os meus seios. Seus dedos apertaram a parte de baixo de um deles, sentindo a carne antes de subir até o mamilo duro. A outra mão segurou a minha cintura e me puxou contra a barriga dele. Quando os dedos chegaram ao meu pescoço, ele trouxe o meu rosto para perto.

— Eu sempre soube que se minhas visitas iriam acabar em sexo com alguma de vocês era contigo, dona Sarah.

Fechei os olhos e abri um pouco a boca. O seu Geraldo me beijou, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava o meu seio. Eu correspondi e passei os braços pelo pescoço dele. Era estranho sentir aquela boca em mim e, ao mesmo tempo, lembrar dele sorrindo na portaria e me contando as resenhas do dia.

Ele segurou os dois seios, juntou-os e abaixou a cabeça. Chupou um mamilo enquanto apertava o outro entre os dedos. O meu corpo arqueou e os meus seios se moveram contra o rosto dele. Ele trocou de lado, passando a língua pela aréola escura antes de prender o outro mamilo entre os lábios. Eu já respirava depressa.

— Tão bons de mamar quanto eu imaginei esses anos todos.

Ele se afastou um pouco e segurou o pau na mão. A grossura ficou ainda mais evidente quando ele fechou os dedos ao redor. Eu olhei de novo, agora sem conseguir disfarçar a impressão.

— Olha aqui o meu pau. Quer pegar?

Afirmei com a cabeça.

— Você quer?

— Sim, eu quero.

— Quer o quê, Sarah?

Eu podia ter mantido alguma compostura. Em vez disso, respondi (a verdade) o que ele queria ouvir.

— Quero que você me coma, seu Geraldo.

Ele sorriu quase satisfeito. A mão dele voltou pra minha cintura e me puxou contra aquele corpo peludo. A barriga encostou na minha, o peito roçou nos meus seios e o pau dele ficou preso entre nós.

Naquele momento, eu ainda imaginava que teria uma transa rápida na cozinha, tomaria banho e talvez conseguisse terminar o meu relatório antes do fim do expediente.

Errei em todas as partes.

O seu Geraldo me surpreendeu desde o começo. Beijava a minha boca com força, mordia o meu pescoço e descia para chupar os meus seios sempre que encontrava espaço. Ele parecia fascinado pelos meus seios. Segurava, apertava, beijava e observava como balançavam quando me puxava contra ele.

Fomos andando até a mesa sem tirar a boca um do outro. As mãos dele estavam na minha bunda, apertando de um jeito possessivo que me fez rir no meio do beijo. Ele me ergueu com uma força que eu não esperava, me sentou na beirada da mesa e abriu as minhas pernas.

O seu Geraldo se ajoelhou entre as minhas pernas e olhou pra minha buceta depilada com satisfação descarada. Meu rosto esquentou enquanto ele me observava. Eu estava molhada demais para posar de tranquila. A faixa estreita de pelos acima da buceta parecia ainda mais escura contra a pele clara, e a boca dele se aproximou devagar.

Quando a língua encostou em mim, perdi a postura. Segurei a borda da mesa e gemi alto. O seu Geraldo lambeu a entrada molhada, subiu até o clitóris e voltou, alternando pressão e língua aberta. Ele segurou minhas coxas com força, enfiou o rosto entre elas e me fez abrir mais as pernas.

As minhas coxas apertaram o rosto dele. Ele segurou a minha bunda e me puxou mais pra boca, como se quisesse ser sufocado ali.

— Seu Geraldo!

Ele passou a língua mais fundo. A boca dele era experiente, explorando bem meu interior. Meu corpo começou a tremer antes e ele me segurou pela bunda e continuou. Gozei na boca dele com um gemido alto, a cabeça jogada para trás e os dedos presos na madeira da mesa.

Quando terminou, ele me olhou como se tivesse acabado de confirmar uma suspeita.

— Essa buceta é boa demais.

Eu ri sem ar, ainda tremendo.

— Você fala isso pra todas?

— Só pras que merecem ouvir.

O seu Geraldo apertou os meus seios. O jeito como sorria me deixou ainda mais excitada. Ele tinha imaginado aquilo antes, talvez durante anos. Isso me deu vontade de provocá-lo. O seu Geraldo se sentou numa cadeira da cozinha e me puxou para perto. Ajoelhei entre as pernas dele e segurei o pau grosso com uma das mãos.

— Isso, dona Sarah. Sua vez de chupar direitinho.

— Quem disse que eu vou chupar?

Ele sorriu. Apertei o pau entre os meus seios e comecei a movimentar o corpo. Eles eram grandes o bastante para envolver quase toda a grossura. O seu Geraldo colocou as mãos por cima das minhas e os apertou ainda mais ao redor do pau.

— Isso. Fecha bem esses peitões.

Olhei para baixo. A cabeça do pau aparecia entre os meus seios a cada movimento, brilhando de saliva e do líquido que já escorria dele. Passei a língua pela ponta quando ela surgiu perto da minha boca. O seu Geraldo gemeu e segurou os meus cabelos.

— Isso, dona Sarah. — A voz dele saiu mais rouca.

Chupei a cabeça por alguns instantes e voltei a apertar o pau entre os seios. Ele acompanhava o movimento, fodendo os meus peitos.

— Sempre quis fazer isso com você.

A confissão me deixou com mais tesão. Acelerei o movimento e deixei que ele segurasse os meus seios com força.

— Gostou deles de perto?

— São melhores do que eu imaginava.

Esfreguei os seios no pau dele com mais força. Ele passou o polegar pelo meu mamilo e voltou a empurrar o pau entre os meus seios, que se deformavam entre as mãos dele, envolvendo a grossura enquanto o pau avançava. Ele alternava entre apertá-los e passar os polegares pelas aréolas. Cada vez que tocava nos mamilos, eu sentia uma fisgada de tesão chegar à buceta.

Aumentei o ritmo. Gostava de vê-lo perdendo a calma. Inclinei-me e chupei a cabeça quando ela apareceu outra vez. Mantive-a na boca por alguns movimentos, usando a língua enquanto as minhas mãos continuavam apertando os seios contra o caule.

Continuei a espanhola até os meus braços cansarem. Em vez de eu me levantar, ele quem se deitou no chão e me puxou por cima dele.

— Vem sentar na minha cara.

— Desse jeito?

— Isso. Com a bucetinha bem na minha boca.

Apoiei os joelhos ao lado da cabeça dele e senti a língua voltando a passar pela minha buceta. O meu corpo tremeu e quase deixei todo o meu peso cair sobre ele.

— Caralho, seu Geraldo.

Ele segurou a minha bunda e me puxou para baixo. A boca dele se fechou sobre a minha buceta enquanto a língua trabalhava com vontade. Tentei retribuir, me inclinando sobre seu pau e envolvendo aquele caralho grosso com os lábios, mas ele me fez gemer em volta da rola antes que eu conseguisse começar direito.

— Para de me distrair — reclamei, afastando a boca por um instante.

Ele respondeu com outra chupada na minha buceta.

— Chupa esse pau, dona Sarah! — ordenou.

Segurei a base e enfiei o máximo que consegui na boca. Usei a mão no restante, chupando a cabeça e passando a língua por baixo. O seu Geraldo gemeu contra minha buceta. A vibração me fez apertar as coxas ao redor do rosto dele.

Ele apertou a minha bunda, abriu as minhas nádegas e enterrou a língua em mim. Perdi o ritmo por alguns segundos, gemendo com o pau ainda na boca.

O seu Geraldo se levantou e me puxou pela cintura. Beijou a minha boca com força, ainda com o gosto da minha buceta na língua. Correspondi sem hesitar.

Ele me encostou na parede, apertou a minha bunda e desceu a boca até os meus seios. Chupou um mamilo enquanto beliscava o outro. Abri as coxas quando senti os dedos dele voltarem à minha buceta.

— Quero esse pau dentro de mim.

— Era o que eu queria ouvir.

Ele colocou uma camisinha e me puxou novamente para perto, percebi o contraste entre a calma do rosto e a força com que segurava a minha bunda. O seu Geraldo encostou a cabeça do pau na entrada da minha buceta e empurrou devagar. A grossura me abriu aos poucos. Prendi a respiração e apertei os braços dele.

Ele foi entrou aos poucos, me encarando nos olhos e saboreando a minha expressão enquanto o seu pau me preenchia cm por cm. Quando o pau inteiro entrou, soltei o ar num gemido comprido. Aquilo tudo era uma loucura completa. E saber disso fez a minha buceta apertar o pau do seu Geraldo.

Ficamos parados por um instantes. Ele deve ter pensado que eu era tão apertada que a minha bucetinha precisava se adaptar ao tamanho e grossura do seu pau. Não vou bancar a puritana, o Murilo (meu primeiro namorado) e o Mário tinham paus maiores ou mais grossos. Mas eu queria sentir o seu Geraldo dentro de mim. Era diferente, seu pau pressionava lugares que o Érico alcançava de outro jeito.

Ele segurou a minha bunda com mais força, saiu quase inteiro e entrou de novo com mais força. O meu corpo foi pra trás e os meus seios balançaram entre nós.

A segunda metida veio mais firme e fez meu corpo avançar contra o dele. Meus seios balançaram com o impacto. O seu Geraldo olhou pra eles e sorriu. Ele tinha acabado de descobrir que bastava meter com um pouco mais de força para fazê-los se moverem daquele jeito. Recuou novamente e entrou ainda mais forte, olhando o balanço.

Eu entendi que ele estava aumentando a força justamente para assistir aos meus seios pularem. A constatação me deixou mais excitada. Empinei a bunda e abri melhor as pernas, facilitando para ele. Era cada estocada mais forte que a outra que eu tava indo pro céu.

O seu Geraldo me puxou pelos cabelos e enfiou a língua na minha boca. Beijei de volta enquanto ele continuava metendo, cada vez mais fundo. A minha buceta apertava o pau dele a cada metida mais funda.

O seu Geraldo sentia quando eu empurrava a bunda contra ele, quando as minhas coxas se abriam mais e quando o meu corpo inteiro se contraía. Quanto mais eu reagia, mais faminto ele ficava. Ele me beijava até faltar ar, descia a boca para chupar os meus seios e voltava a meter antes que eu recuperasse o fôlego. Apertava a minha bunda para me puxar contra o pau, fazendo aquela rola entrar até o fundo.

Ele desceu a boca pelo meu pescoço e mordeu de leve meu ombro. Depois segurou um dos meus seios e chupou o mamilo com força.

— Assim — gemi. — Chupa mais.

Ele apertou o meu outro seio enquanto prendia o mamilo entre os lábios. Cada chupada acompanhava uma metida mais forte e eu já não conseguia controlar os sons.

— Essa bucetinha é tão apertadinha quanto eu imaginava.

Ele falava com uma certeza safada, sem qualquer vergonha de admitir que já tinha pensado no meu corpo antes daquele dia.

Ele me levou pro chão, me deitando de costas e enfiou novamente. Cada metida fazia a minha bunda bater nas mãos dele e os meus seios balançarem. Ele apertou a minha bunda e aumentou o ritmo. O som dos nossos corpos se chocando se espalhou pela cozinha.

— Ah, dona Sarah, isso é um sonho realizado...

— Sempre quis me comer, né seu safado?

— Desde a primeira que te vi.

O seu Geraldo me beijou de novo. Eu agarrava os ombros dele e tentava acompanhar o ritmo das estocadas, mas logo desisti. Só conseguia abrir as pernas e gemer pedindo por mais. Ele ouvia isso, aumentava a força e voltava a apertá-los.

Ali no chão, eu dei de quatro, de frango assado, de ladinho, etc. O seu Geraldo não se cansava fácil, me comendo de vários jeitos diferentes. Era como se ele quisesse ter certeza de que entrou em cada canto possível da minha buceta. Cada posição nova parecia a última que eu aguentaria. Aí ele me tocava de outro jeito, mudava o ângulo, chupava meus seios, mordia o meu pescoço, e eu descobria que ainda tinha mais força guardado. O chão já estava molhado com o nosso suor.

Ele era bem intenso. Me beijava com força e me comia usando o corpo inteiro. Apertava a minha bunda para me puxar contra o pau e mudava o ritmo ou a posição quando percebia a minha buceta se contrair. Quando eu pedia mais força, ele ia com tudo. Quando precisava respirar, ele diminuía sem tirar o pau de dentro e voltava a meter forte quando eu empinava de novo.

Eu nunca tinha sido comida daquele jeito, algo um tanto bruto e selvagem. Definitivamente, não era a rapidinha que eu imaginei. O meu corpo já estava começando a dar sinais de cansaço, mas a minha cabeça queria mais e mais. Era um tesão misturado de curiosidade em saber até onde ele aguentaria o tranco.

E o seu Geraldo me comia como quem tinha muita energia guardada pra gastar comigo naquela tarde. A barriga batia em mim, os pelos roçavam na minha pele, as mãos seguravam a minha bunda com força. E, claro que pra minha vergonha, fui eu quem pediu arrego primeiro.

— Vamos pra minha cama. — O que era uma forma disfarçada de dizer “preciso de uns três minutos pra respirar”.

Caminhamos até o quarto, comigo conduzindo ele pelo rebolar da minha bundinha.

Já no quarto, parei diante do espelho. O cabelo estava desarrumado a boca parecia mais vermelha dos beijos e os meus seios tinham marcas das mãos dele. Havia uma linha rosada na pele onde a barba rala dele tinha raspado no meu pescoço.

Fiquei mais excitada ao perceber o meu estado e o seu Geraldo notou pelos bicos dos seios. Ele me abraçou por trás, colocou as mãos nos meus seios e apertou devagar.

— Olha como você fica depois de ser bem comida.

Pensei em alguma gracinha pra responder, mas só apoiei a cabeça no peito dele e o puxei pra cama.

Eu me deitei de bruços na cama enquanto ele se deitava em cima de mim novamente, com o cacete procurando a entrada da minha bucetinha. Logo, eu estava gemendo gostoso quando o pau entrou de novo, atolado dentro da minha buceta.

Ele continuou a me foder por trás, acelerando as metidas e estocando cada vez mais forte. Em alguns momentos, ele tirava o pau para fora inteiro e depois metia tudo de volta. Depois de um tempo, pediu pra eu ficar de quatro na cama.

Nessa hora, eu vacilei porque não percebi que pelo ângulo dava pra ele ver o meu cuzinho enquanto enfiava o pau buceta adentro. Porque o meu cuzinho dava umas piscadas enquanto ele me comia. Isso deu ao porteiro umas ideias bem erradas.

Senti quanto ele começou a enfiar o dedo indicador dentro da minha bunda. Arregalei os olhos com a audácia e o dedo foi invadindo o cuzinho. Apertei ele com uma piscada. Aquele invasor estava fora dos planos, mas depois do susto inicial, não pareceu algo ruim. Deixei ele brincar mais de explorar o interior do meu cu rego seu dedo. O prazer me surpreendeu. O porteiro se empolgou e deu uns tapas na minha bunda.

— Pisca o cuzinho, dona Sarah.

Safada, obedeci.

— Vai me deixar comer o cuzinho, Sarah?

Virei o rosto para encará-lo.

— Tá maluco? Você vai alargar meu cu! O cuzinho é só do Érico.

— Mas...?

— Você só tá me ajudando a me acostumar.

Ele continuou só dedando o meu cuzinho, alargando o rego pro cacete do Érico no futuro, sem tentar ultrapassar o limite que eu tinha colocado.

Um pouco depois, ele me deitou de lado na cama e veio por trás. Encaixou uma das minhas pernas sobre a dele, segurou o meu seio por trás e voltou a estocar. Soltei um gemido baixo, agarrando o lençol.

Nessa posição, conseguia sentir com o pau deslizando fundo na minha buceta. A barriga dele colada na minha bunda e os pelos do peito roçando minhas costas. A mão dele ficou no meu seio, apertando a carne enquanto o polegar brincava no mamilo. A outra mão segurou minha coxa aberta para ele meter melhor.

— Está gostoso?

— Fode mais forte!

Ele obedeceu apesar da minha voz saiu fraca. A barba arranhou o meu ombro quando ele beijou a minha pele. A cada metida, meu corpo ia para frente e voltava contra ele. O pau dele entrava mais fundo, a respiração quente batia no meu pescoço.

Eu comecei a gemer de um jeito mais baixo, quase manhoso. Ele continuou no mesmo ritmo, segurando a minha coxa aberta enquanto me comia de lado. Isso animou ele e, quando ele aumentou a força das estocadas, mordi o travesseiro e empurrei a bunda para trás.

— Mais!

Seguimos naquela posição até eu gozar pequeno, espremida entre o lençol e o corpo peludo dele, com a boca aberta contra o travesseiro.

Ele saiu de dentro de mim e me puxou pra fora da cama, enquanto ganhava tempo pra eu me recuperar. Seguirei a sua minha mão e me deixei conduzir. Eu não imaginava que ele fosse tão vigoroso. Porque fizemos uma verdadeira tour pelo apartamento.

Na cozinha, o seu Geraldo me dobrou sobre a mesa e entrou por trás. Segurou a minha cintura com uma mão e apertou a minha bunda com a outra. As metidas empurravam o meu corpo contra a madeira. Os meus seios balançavam soltos debaixo de mim e ele inclinava o corpo para vê-los pelo lado.

Quando percebeu o movimento, aumentou a força. Os meus peitos grandes pulavam a cada entrada do pau, e ele metia forte, daquele jeito justamente para vê-los balançar.

No corredor, ele me encostou de costas na parede e me comeu de pé. Passei os braços pelo pescoço dele pra manter o equilíbrio. O seu Geraldo segurava a minha bunda, erguendo parte do meu peso, e entrava com metidas curtas e fortes. Fodemos nos beijando na boca e nos encarando olho a olho até os meus joelhos começarem a falhar.

No sofá, ele se deitou de costas e eu sentei sobre o pau e comecei a me mover. O cacete abria minha buceta a cada descida. O seu Geraldo segurou a minha bunda e passou a me puxar para baixo, fazendo o pau entrar até o fundo. Ele chupava um mamilo, soltava e observava os dois pularem enquanto me ajudava a subir e descer.

Em algum momento, ele me segurou pela cintura e me virou de costas para ele, ainda no sofá. Fiquei de joelhos sobre as almofadas, com a bunda voltada pro rosto dele, e desci no pau devagar. A posição fez o cacete parecer ainda maior na minha buceta.

— Assim você me mata, dona Sarah.

Eu sentia os dedos dele abrindo as minhas nádegas. Ele olhava tudo de perto. A buceta engolindo o pau, a minha bunda se mexendo e as minhas coxas comandando o ritmo.

Cavalgava de costas, com mais vontade. As mãos dele subiram pela minha barriga e fecharam nos meus seios, trazendo meu tronco para trás. Fiquei sentada no colo dele, o pau enterrado em mim, enquanto ele me fazia rebolar.

A barriga dele estava quente contra minhas costas. O peito peludo roçava na minha pele suada. Ele chupou o meu pescoço e apertou os meus mamilos entre os dedos, me fazendo gemer mais alto.

— Dona Sarah, eu não estou aguentando mais...

Ouvir aquilo me fez intensificar as cavalgadas.

— Goza dentro, seu Geraldo!

Ele segurou a minha cintura e passou a meter por baixo, forte, usando o sofá como apoio. Eu perdi o controle do ritmo. Os meus joelhos afundaram na almofada e a minha cabeça caiu para trás no ombro dele. Acabei gozando de novo primeiro, com o corpo todo preso contra ele.

Mas o seu Geraldo também não era de ferro e gozou logo em seguida, pela primeira vez naquela tarde. Senti os jatos preenchendo a camisinha dentro da minha buceta. Ele se deixou cair no sofá por alguns instantes, respirando com força. Eu senti o pau amolecendo devagar na minha buceta.

O seu Geraldo saiu de dentro de mim, tirou a camisinha e amarrou antes de deixá-la sobre um papel perto da cama. Depois se deitou ao meu lado. Então, me permiti cair no sofá, ofegante. Eu também precisava descansar uns minutos.

Passei a mão pela barriga dele e desci até o pau ainda mole. Eu estava acabada de um jeito gostoso. Estava patente tanto no meu olhar quanto no dele que aquilo ainda não tinha acabado. Os dois queriam mais. Os dois sentiam que ainda cabia mais. Só que ambos também precisavam de um tempo pra descanso e fôlego antes do round 2.

A gente se levantou e descansou um pouco. Fui com o seu Geraldo pra cozinha, onde abrimos a geladeira. Comemos um daqueles sanduíches pré-prontos, ele bebeu água e eu, suco. Ficamos papeando um pouco enquanto lanchávamos. Era esquisito, parando pra pensar. Não acho que seja comum de mulheres casadas ficarem conversando sobre futebol e fofocas do prédio peladonas enquanto a rola do porteiro gordo e peludo fica à mostra, balançando meio molenga.

Depois de alguns minutos, fui ao banheiro lavar as mãos. As minhas pernas ainda estavam meio bambas e o seu Geraldo me seguiu e entrou comigo.

Quando olhei pelo espelho, o seu Geraldo estava atrás de mim, sorrindo e com uma camisinha na mão. Me virei pra constatar que o pau estava endurecendo de novo.

— Você é um absurdo — comentei de olhos arregalados.

— Você que fica me provocando, rebolando nua assim.

Admito que eu dei umas reboladas quando notei que ele me seguia uns passos atrás pra ficar vendo minha bundinha.

Nós trocamos um sorriso. Ele colocou a camisinha e me inclinou sobre a pia, de costas pra ele. A cerâmica estava fria contra a minha barriga. Abri as pernas e ele foi posicionando o cacete na entrada e enfiando mais uma vez. Desta vez, ele começou mais lento, segurando a minha cintura com as duas mãos. A rola entrou aos poucos, arrancando um gemido que ecoou no banheiro.

Pelo espelho, eu via o meu próprio rosto mudar a cada metida. Encarei aquele homem velho e peludo me comendo como se tivesse 30 anos a menos. Nossos olhares se encontraram e não desgrudaram mais um do outro. Ele aumentou o ritmo me encarando enquanto eu empurrava a bunda para trás. Eu segurava firme na pia e o seu Geraldo se inclinou, cobriu as minhas costas com o peito e passou a meter mais fundo.

Ele empurrava a barriga contra mim, segurava a minha bunda e puxava o meu corpo de encontro ao seu pau. Eu sentia o pau entrando fundo, saindo quase inteiro e voltando com força. Arqueei a bunda e gemi. Ele segurou os meus cabelos, puxou o meu rosto pra um beijo de língua e continuou metendo até as minhas pernas fraquejarem. Ele mordeu o meu pescoço e meu deu outro beijo de língua, desses apaixonados.

Saímos do banheiro, mas estávamos tão tarados que a distância não durou muito. Já no corredor, ele me virou de frente e me encostou na parede. Beijou a minha boca enquanto apertava os meus seios. Passei os braços pelo pescoço dele e senti o pau roçar na minha barriga.

Ele desceu a boca até um dos meus mamilos. Chupou com força e passou a mão entre as minhas pernas. Dois dedos deslizaram pela minha buceta molhada. Não resisti.

— Mete logo!

Seu Geraldo me virou de costas, apoiou as minhas mãos na parede e enfiou de novo. A primeira metida me fez gemer alto. Ele segurou a minha bunda e começou a me comer no corredor. Eu empinava para receber o pau. A parede estava fria e os meus mamilos roçavam nela a cada movimento.

— Mais fundo.

Ele recuou e entrou com força. A minha bunda bateu na pélvis dele.

— Assim?

— Mais.

Seu Geraldo meteu assim até as minhas pernas começarem a falhar. Quando percebeu, saiu de dentro de mim e me segurou pela cintura.

— Vamos pro chão antes que a senhora caia.

Ele me conduziu até a sala e me deitou no tapete. Abri as pernas, o seu Geraldo se ajoelhou entre elas e me colocou de frango assado, empurrando minhas coxas na direção do meu peito. A posição deixou a minha buceta completamente exposta.

Ele olhou por alguns instantes, passou a cabeça do pau pela entrada e entrou devagar. Eu já estava acostumada com a grossura, mas continuava sentindo cada parte. A buceta se abriu ao redor do pau enquanto ele avançava até o fundo.

— Eu podia comer essa buceta pra sempre.

O seu Geraldo segurou as minhas pernas abertas e voltou a meter. O ritmo logo ficou forte. Cada estocada empurrava a minha bunda contra o tapete e fazia os meus seios balançarem sobre o peito. Eu segurava as minhas próprias coxas para continuar aberta, quase dobrada, recebendo aquele pau grosso. Ele olhava pros meus seios enquanto metia. O sorriso safado voltou ao rosto dele.

— Você não cansa de olhar pros meus peitos?

— Não.

— Então fode mais forte.

Ele obedeceu. As metidas ficaram mais afoitas. O pau saía quase inteiro e voltava fundo, abrindo a minha buceta com força. Eu já estava mole, vencida, tomada pelo tesão.

— Você já comeu muita moradora daqui?

Seu Geraldo diminuiu um pouco o ritmo, só o bastante para me encarar. O pau continuou dentro de mim. A barriga dele pressionava as minhas coxas e os pelos roçavam a parte de trás das minhas pernas.

— Sim. Já comi muitas e muitas mulheres neste condomínio. Muitas ao longo das décadas.

A minha buceta apertou o pau dele quando ouvi isso.

— Tenho muitas putinhas escondidas entre as moradoras. Gente que você nunca desconfiaria.

Ele voltou a meter mais fundo. Não resisti à curiosidade.

— E, agora, eu sou uma putinha sua?

Isso saiu muito mais entregue do que eu queria. O seu Geraldo parou por um instante com o pau enterrado até o fundo. Depois levou dois dedos calejados até meus lábios.

— Abre a boca.

Obedeci. Ele colocou os dedos na minha língua, e eu fechei os lábios ao redor deles. O gosto salgado da pele dele se misturou à minha saliva.

— As minhas putinhas são obedientes e leais ao nosso segredinho.

Comecei a chupar os dedos devagar.

— E elas sempre voltam querendo mais.

Ele metia o pau dentro de mim enquanto eu lambia e chupava aqueles dedos como se fosse um cacete.

— Você vai voltar querendo mais, dona Sarah?

Eu não respondi. Chupei os dedos dele com mais força, deixando a língua passar entre eles. Ele sacou que eu não ia responder e não ia insistir agora.

— Isso. Chupa.

Chupei com mais força. O seu Geraldo usava minha boca enquanto o pau continuava entrando na minha buceta. Ele gostava de pagar de dominante e eu estava gostando de embarcar nessa. Olhei pro rosto dele e gemi em volta dos dedos.

— Isso! Fode, seu Geraldo!

Ele tirou os dedos da minha boca e segurou a minha coxa outra vez. O ritmo aumentou. Ele me comeu com força naquela posição, me mantendo dobrada, com a buceta aberta e os seios pulando a cada entrada.

— Mete mais forte!

O porteiro se inclinou sobre mim. A barriga dele pressionou a parte de trás das minhas coxas enquanto o pau continuava entrando fundo. Ele beijou a minha boca, enfiou a língua e abafou os meus gemidos por alguns instantes. Quando voltou a se erguer, segurou as minhas pernas ainda mais abertas. Fiquei ali, recebendo as metidas e sentindo a buceta pulsar ao redor dele.

Foi quando notei a respiração ofegante. A força das estocadas ficou irregular e percebi que ele estava perto.

— Vai gozar?

— Vou.

A ideia veio antes que eu pensasse direito.

— Quero engolir.

Ele deu mais algumas metidas fundas. A minha buceta apertou o pau enquanto eu sentia que aquela seria a última vez que ele entraria naquela tarde. Então, ele saiu de dentro de mim. O vazio veio acompanhado de uma pulsação forte entre as minhas pernas. Ele tirou a camisinha depressa, amarrou e a colocou ao lado.

O seu Geraldo ficou em pé e eu fiquei ajoelhada no tapete diante dele. Ele começou a bater punheta. O pau grosso estava brilhando, vermelho e molhado. Aproximei o rosto com a boca aberta, olhando para ele enquanto seu Geraldo punhetava cada vez mais rápido.

Ele gemeu e apontou o pau pro meu rosto.

O primeiro jato de porra entrou quase inteiro na minha boca. Senti ele acertar a minha língua e o fundo da bochecha. O segundo veio mais aberto, pegando parte da minha boca e parte do lado do rosto. O último caiu na minha bochecha e perto dos lábios.

— Isso... Engole tudinho, dona Sarah.

Fechei a boca e engoli a porra que tinha entrado, sentindo o gosto forte ficar na língua. Passei os dedos pela bochecha, recolhi o que tinha caído fora e levei até a boca sem tirar os olhos dele. Depois, chupei os meus dedos, pra terminar de limpar tudo. O seu Geraldo observou com o pau amolecendo na mão.

— Gostosa.

Eu sorri, cansada demais para responder com alguma provocação. Ele se abaixou e me beijou. Correspondi sem pensar.

Depois, seu Geraldo se deitou no tapete, de costas. Deitei ao lado dele, tentando recuperar o fôlego, e apoiei a cabeça no peito dele. Passei um braço pela barriga e me abracei a ele.

Eu estava completamente exausta e suada, mas extasiada. Minhas pernas continuavam abertas no tapete, os meus seios caíam pros lados, marcados pelas mãos e pela boca dele. Mas eu estava feliz de um jeito quase bobo.

Eu sentia o seu Geraldo como se fosse ursinho fofinho, quente e gostoso de ficar abraçadinha. O peito dele subia e descia sob meu rosto. Os pelos grisalhos faziam cócegas na minha bochecha, e a barriga grande dele servia de apoio pro meu braço. Dava vontade de dormir abraçada nele, o que era uma ideia péssima para uma mulher casada em pleno horário de trabalho.

Vocês precisam entender um pouco o contexto. Não era como se eu tivesse transado com um cara que acabei de conhecer no Tinder. Eu conhecia seu Geraldo desde antes de morar ali. Lá por 2018, quando eu tinha acabado de conhecer o Érico, a Carolina já tinha se mudado pra cá com o marido e eu a visitava com frequência. E o seu Geraldo já estava na portaria com aquele jeito gentil, engraçado e prestativo. Sempre tinha um cumprimento simpático ou uma piada boba quando percebia que alguém estava tendo um dia ruim.

Quando eu e o Érico casamos e nos mudamos pra cá no final de 2021, ele virou uma presença diária. O homem que recebia nossas encomendas, que chamava o elevador quando me via chegando carregada, avisava de manutenção, perguntava do nosso cachorro inexistente só porque no segundo dia confundiu a gente com outro casal e esse erro se transformou em nossa piada interna. Ele já tinha o meu carinho. Mas agora ele também era o homem que comeu de um jeito que meus dois ex-namorados nunca chegaram perto.

Fiquei alguns instantes ouvindo o coração dele. Talvez a Carolina tivesse sentido algo parecido. Dei um selinho nele. Depois outro. Seu Geraldo pareceu estranhar aquele carinho todo, mas correspondeu.

— Nossa, seu Geraldo, nunca imaginei que isso iria acontecer entre a gente.

— Eu já tinha pensado. Mas não te preocupa que ia vai ficar só entre a gente. Não vou contar pra ninguém na portaria.

— Obrigada pela discrição.

Ele me abraçou um pouco mais forte. A mão dele ficou parada na minha cintura.

— Eu vou comer outras vezes?

A buceta pedia folga pelo resto do dia, mas o meu corpo já estava fazendo a burrice de imaginar outra tarde daquela. Uma parte de mim, bem safada, queria dizer que sim, que ele podia me comer sempre que quisesse, que eu seria uma das putinhas dele. Só que quem mandava era o coração e o dono inconteste dele era o Érico, acima de qualquer tesão ou pensamento intrusivo. Mesmo se o Érico fosse um soca-fofo (ele não era, ele fode bem pra caralho!), não o trocaria por nenhum pau do mundo. Mas decidi não fechar a porta de vez porque, depois do Roberto, estava desconfiada se o Érico talvez curtisse me ver dando pra outros.

— Talvez... Se for bonzinho e cumprir sua parte na discrição. Quem sabe... Não sei...

Ele pareceu aceitar a resposta como quem tinha ganhado mais do que esperava. Fiquei passando os dedos nos pelos do peito dele.

— Eu sabia que você já tinha tido um caso com a Carolina… — soltei, mordendo o lábio dele de leve.

Ele deu uma tossidinha curta. Eu senti a reação no peito dele antes de ver no rosto. Aquilo me divertiu.

— É… Rolou sim. — falou do jeito calmo dele. — Mas por que essa curiosidade, hem?

Eu sorri e joguei uma perna por cima da barriga dele. O pau dele descansava entre as pernas, já quieto.

— Porque a Carolina me contou umas coisas… E eu fiquei curiosa com você, mesmo você não sendo um galã.

Eu ri do meu próprio comentário porque era impossível olhar para aquele homem e fingir que ele tinha algum traço de galã. Ele riu junto, sem se ofender. Essa ausência de vaidade era uma das coisas boas nele.

— Galã eu nunca fui, não. Mas o cabra aqui tem experiência e fôlego, né? — falou, dando um tapinha carinhoso na minha bunda.

Mordi o lábio.

— A Carolina disse também que você gosta de levar lembrancinhas… Suponho que agora você vai pedir a minha calcinha de presente, não vai?

A risada dele vibrou no meu rosto, ainda encostado no peito dele.

— Ô mulher danada! Se eu disser que não quero, eu minto. Mas isso só se você me der de bom grado. Eu nunca roubo ou tomo à força, não. É só quando a mulher acha que é justo me dar.

Levantei um pouco o rosto para olhar para ele.

— Como é o esquema? Tem que ser alguma limpa?

— Se não for pedir muito, eu queria aquela que você estava usando quando eu cheguei.

Passei a mão pela barriga dele.

— Eu te dou, mas só se você aceitar uma condição. Vai ter que deixar eu contar que rolou hoje pro Érico e pra Carolina.

Ele arregalou os olhos. Pela primeira vez desde que entrou no apartamento, vi medo de verdade no rosto dele. Foi quase fofo.

— É melhor a gente guardar isso, viu… — falou, apertando de leve a minha cintura.

Sorri porque seria mais difícil lidar com a estranheza cotidiana de encontrar o seu Geraldo na portaria a partir de agora do que aquilo magoar ou ferir o Érico, dentro do nosso acordo.

— Eu vou contar sim, nos mínimos detalhes. Mas relaxa, não precisa se preocupar com o Érico.

— Isso vai dar problema, dona Sarah...

— Meu amigo, você ainda não entendeu. A única chance que você tem de eu topar dar pra você de novo é se o Érico curtir e topar uma próxima vez com ele assistindo.

— O quê?

— A gente tem um acordo. Digamos que esta transa de hoje já estava liberada.

— Ah, então vocês são desses casais modernos, né?

Beijei o peito dele antes de confirmar.

— Tá certo, dona Sarah. — respondeu, batendo de leve no peito.

— E para de me chamar de “dona Sarah”! Você me comeu, seu sem-vergonha!

— Certo, Sarah. Agora, eu mereço essa lembrancinha?

Entreguei a calcinha. Ver a minha calcinha indo pro bolso da calça dele me deu um pouco de vergonha atrasada e um tantinho de tesão.

Beijei a boca dele de novo, mais demorado do que eu planejava. O beijo saiu carinhoso demais para uma despedida casual e safado demais para uma amizade normal. Quando me levantei, minhas pernas falharam um pouco. Caminhei até o banheiro nua, devagar. Antes de desaparecer no corredor, olhei para trás e pisquei para ele.

Tomei banho, até razoavelmente longo. Lavei o suor e o cheiro dele. Vesti uma camiseta larga e um short confortável. Quando voltei pra sala, o seu Geraldo estava vestido e tinha terminado o serviço. Para todos os efeitos, o vazamento tinha sido muito mais sério do que parecia e exigira mais de duas horas de trabalho.

Quando ele foi embora, tudo parecia normal. O apartamento não estava bagunçado e a pia estava consertada.

Olhei pro relógio. Eu tinha sumido por quase duas horas e meia no meio do expediente. Voltei pro computador. Havia mensagens acumuladas e duas marcações no grupo da equipe. Respondi que o vazamento debaixo da pia tinha piorado, que precisei acompanhar o conserto e que depois a internet caiu por alguns minutos. Era uma desculpa boa porque misturava um problema real com dois exageros difíceis de verificar.

Também escrevi que estava revisando o arquivo e mandaria em breve. Coloquei o status como disponível e abri o relatório. Enquanto trabalhava, minha mente ficou tentando adivinhar se o meu marido ia curtir saber que eu tinha dado pro porteiro ou se teria um treco ao perceber que eu tinha dado pra um cara que encontrávamos quase todos os dias. Pensando bem, uma coisa era transar com um desconhecido. Mas o Érico descer para buscar uma encomenda com o homem que tinha me comido no nosso sofá podia ser esquisito.

Tentei voltar ao trabalho, porém a minha cabeça começou a criar versões cada vez piores do que aconteceria depois. O seu Geraldo podia contar pro Zé Maria, que contaria pra outro porteiro e, em pouco tempo, todos os funcionários saberiam que eu tinha feito espanhola em um deles. Imaginei entrar na portaria e encontrar todo mundo olhando pros meus seios, segurando o riso.

O seu Geraldo tinha prometido discrição e provavelmente só conseguia manter tantas amantes porque sabia ficar calado. Fiquei imaginando o que ele faria com a minha calcinha. Ele guardaria numa gaveta com outras? Ele cheiraria pra bater punheta? Como um homem cuida de uma coleção de calcinhas?

Depois lembrei que ele tinha meu WhatsApp. Será que ele pediria nudes meu? Meu primeiro pensamento foi que jamais mandaria. Pouco depois, já estava pensando que, se o Érico não se importasse, talvez eu enviasse uma foto dos seios, sem rosto, só para deixá-lo com tesão. Ele gostou tanto deles...

Pensar em nudes me fez lembrar da Natália. Eu nunca perguntei se eles trocavam nudes. A possibilidade de meu marido ter uma foto daquela bunda ruiva no celular me causou um pouco de ciúme e bastante curiosidade, embora eu decidisse deixar essa pergunta para outro momento. Será que, se eu pedisse um nude pra Natália, ela me mandaria?

Consegui terminar o trabalho e fui arrumar a mala para Minas. Depois, pedi comida, transferi tudo para pratos de verdade e coloquei umas folhas de manjericão por cima. Não sabia se combinavam com o prato, mas davam a impressão de que eu tinha preparado alguma coisa. Escondi as embalagens do delivery, arrumei a mesa e passei o resto do tempo ensaiando como contaria que tinha dado pro seu Geraldo.

Nenhuma versão parecia boa. Falar diretamente podia matar o Érico por susto. Começar pelo vazamento parecia uma tentativa de enrolar. Vesti um shortinho de algodão cinza e uma blusinha cropped branca, sem sutiã, esperando que os meus seios ajudassem meu marido a receber a notícia com um pouco mais de calma. A blusa marcava os mamilos escuros sob o tecido fino, enquanto o short deixava minhas pernas compridas à mostra.

Quando ele chegou, respirei fundo. O Érico entrou exausto, largou as coisas e, claro, olhou pros meus peitos antes de qualquer outra coisa. Depois, me olhou da cabeça aos pés e só então pra mesa arrumada.

— Oi, amor — falei, com a voz mais doce do que o normal. — Preparei nossa janta.

Ele olhou outra vez pra comida, reconheceu o restaurante e depois encarou a minha blusa sem sutiã. Eu vi o momento exato em que ele juntou as peças.

— “Preparou” a janta, é?

Ri, porque negar só deixaria tudo mais suspeito. Nos sentamos para comer. Passei o jantar inteiro tentando ser a melhor esposa do mundo. Coloquei mais arroz no prato dele, perguntei sobre o dia e ri de uma piada que nem era tão boa. Eu estava exagerando e sabia disso.

Depois que terminamos de comer, puxei o Érico pela mão até a sala e coloquei a nossa série favorita. A minha esperança era esperar um episódio inteiro, deixá-lo relaxado e contar tudo nos créditos. Ele não me deu nem cinco minutos.

— Sarah, você tem algo pra me contar. E eu sei que você tá com medinho da minha reação.

Suspirei e escondi o rosto no ombro dele.

— Ai, Érico... É complicado.

— Você transou com um dos caras do nosso acordo, não foi?

Ergui o olhar devagar.

— Como você sabe?!

— Sarah, meu amor, eu te conheço mais do que me conheço. — Ele sorriu de lado. — Olha, eu tô feliz por você. Sério mesmo. Mas você sabe que eu não tenho vocação pra cuckold. Pode me contar quem foi e como foi, mas por favor não exagera muito nos detalhes. Eu não queria ouvir sobre um cara muito mais gostoso que eu te comendo loucamente.

Aquilo facilitava bastante a conversa.

— Foi o seu Geraldo.

O Érico ficou parado. Esperei alguma reação. Uma pergunta, um gemido de sofrimento ou uma risada. Por alguns instantes, ele apenas me encarou em silêncio. Então percebi um movimento na calça dele. O meu marido tinha ficado de pau duro!

Aquilo definitivamente não estava entre as reações que eu tinha imaginado.

— Espera... Você tá falando sério?

— Juro que é verdade.

— Sarah, você realmente gastou um dos seus dois “vale pulada de cerca” com o seu Geraldo?

— Sim.

— O seu Geraldo, nosso porteiro?

— Esse mesmo.

— Seu Geraldo, o velhinho barrigudo?

— Sim.

Corei de vergonha.

— Agora, percebo que não foi uma boa ideia gastar um deles com o seu Geraldo. — Fiz uma careta.

O Érico se aproximou e passou os dedos pela minha coxa. A forma como ele me tocou deixou claro que a conversa tomara um rumo muito diferente do esperado. Eu tinha me vestido daquele jeito para diminuir as chances de ele ficar chateado. Acabei deixando o meu marido com tesão enquanto eu confessava que tinha dado para outro homem.

— Me conta os detalhes. Tudo. — A voz dele estava carregada de tesão. — Tem vídeo? Você gravou? Tem foto? Onde foi? Quero todos os detalhes!

Eu o encarei, pensando que talvez ele tivesse uma vocação pra um tipo bem específico de cuckold.

— Ele veio consertar a pia, e eu tava sozinha. A gente ficou conversando, e eu tava de toalha. Aí, eu pensei “por que não? Ele comeu a Carolina mesmo...”. Quando vi, eu já tava gozando na mesa. — Minha voz falhou. — Érico, ele me comeu muito. E comeu muito mesmo.

Antes que eu terminasse de organizar a lembrança, o Érico me pegou no colo. Dei um grito e me agarrei ao pescoço dele. A mudança repentina me deixou assustada durante meio segundo. Depois, comecei a rir.

— Érico! O que é isso?! — Eu tentava me equilibrar enquanto ele atravessava a sala comigo no colo.

— Você acabou de me deixar duro pra caramba, Sarah! Eu não vou esperar mais um segundo.

Ele praticamente correu pro quarto comigo nos braços e me deitou na cama. O jeito como me olhou atingiu de jeito. Ele me olhava como se me quisesse mais do que antes. Puxou a blusa por cima da cabeça, deixando os meus seios expostos.

— Meu Deus, você é perfeita — murmurou, beijando a pele entre eles.

Ri e passei as mãos pelo cabelo dele.

— Você é doido...

— Doido por você.

O Érico beijou a minha barriga enquanto tirava o meu short.

— Eu te amo tanto, sabia? — sussurrei, passando a mão pelos cabelos dele.

Ele ergueu o rosto.

— Eu também te amo, Sarah.

Arqueei as costas quando ele começou a me beijar com mais vontade. O Érico conhecia cada reação minha. Sabia quanto tempo devia me provocar, onde eu gostava de mais pressão e quando o meu corpo precisava que ele aumentasse ou diminuísse o ritmo. Naquela noite, ele estava mais empolgado que de costume, mas o jeito de tocar continuava amoroso.

Ele beijava meus seios sem a curiosidade faminta do seu Geraldo. Conhecia de cor o peso deles, a cor das minhas aréolas e a sensibilidade dos meus mamilos. Sabia quando apertar e quando apenas passar a boca devagar.

Eu me entregava de uma forma diferente. Com o seu Geraldo, o tesão tinha vindo da surpresa e da brutalidade controlada. Com o meu marido, vinha da certeza de que ele conhecia cada centímetro de mim e ainda continuava excitado como se estivesse me vendo nua pela primeira vez.

Ele passou bastante tempo entre minhas pernas. Eu agarrei o lençol, puxei o cabelo dele e tentei controlar os gemidos altos. Fracassei em quase tudo.

Quando gozei, o meu corpo inteiro ficou tenso antes de amolecer sobre a cama. Respirei depressa, com as pernas abertas e o cabelo grudado no rosto. Mas o Érico ainda estava cheio de energia e eu também não queria que ele parasse.

Ele voltou para cima de mim e nos beijamos enquanto eu o ajudava a tirar a roupa. Senti o pau duro dele contra mim e o meu corpo respondeu na mesma hora.

Ele não perdeu tempo e já foi enfiando em mim, comigo abraçada ao pescoço dele. Começou devagar, esperando meu corpo acompanhar o ritmo. O Érico conhecia a minha buceta como ninguém. Sabia o ângulo que me fazia abrir mais as pernas e quanto precisava recuar antes de entrar novamente.

A familiaridade aumentava o tesão. O pau dele entrava do jeito que eu gostava, roçando nos lugares certos a cada movimento. Quando a minha respiração mudou, ele percebeu. Quando as minhas pernas se prenderam à cintura dele, aumentou o ritmo.

As metidas ficaram rápidas e fundas, e o seu corpo batia contra o meu com força. Ele me beijava, acariciava o meu rosto e segurava a minha nuca enquanto perdia a calma. Meus seios balançavam entre nós. O Érico segurou um deles por baixo, passou o polegar pelo mamilo escuro e apertou exatamente do jeito que me fazia contrair a buceta.

Femi na boca dele e apertei as pernas ao redor da sua cintura. Ele entendeu e repetiu o movimento.

Mudamos de posição algumas vezes porque ele estava empolgado demais para permanecer muito tempo do mesmo jeito. Eu gostava de vê-lo decidir como queria me comer, especialmente porque cada mudança vinha acompanhada de algum toque que ele sabia que funcionaria.

Primeiro, puxou as minhas pernas para cima e entrou mais fundo. Segurou as minhas coxas finas em cima dos ombros e começou a meter com força, observando o meu rosto. Quando percebeu que a posição estava ficando desconfortável, soltou uma delas e ajustou o meu corpo.

Depois, me puxou pra beirada da cama. Ficou de pé entre minhas pernas e segurou minha cintura. O pau entrava num ângulo que fazia meu corpo se contrair a cada metida. Os meus seios balançavam sobre o peito e o Érico se inclinava para beijá-los entre uma sequência e outra. Em certo momento, comecei a rir enquanto tentava levantar uma das minhas pernas mais do que meu joelho permitia.

— Para de rir.

— Você quase desmontou meu joelho.

— Foi mal.

— Continua.

Ele abaixou a minha perna até um ponto confortável e seguiu, ainda mais empolgado. Quando fiquei de costas, senti as mãos dele segurarem a minha bunda. Ela podia não ser enorme, tinha um tamanho médio, era firme e arredondada, com uma curva suave. Mas o Érico sempre a tratava como se fosse a melhor bunda do mundo.

Apertou as partes mais cheias, abriu as minhas pernas na medida certa e entrou novamente. Conhecia a posição exata em que eu gostava de ficar. Ajustou os meus joelhos e puxou a minha cintura para trás até o pau alcançar o ponto que me fazia perder a força nos braços.

Começou mais devagar. Logo percebeu que eu empurrava a bunda contra ele e ficou mais empolgado. As metidas ganharam força. A minha bunda batia na barriga dele e os meus seios balançavam soltos sob o meu corpo. O Érico passou um braço por baixo de mim e segurou um dos seios. Apertou o mamilo escuro entre os dedos porque sabia que aquilo fazia a minha buceta se fechar ao redor do pau. O meu corpo reagiu imediatamente.

Depois ficamos de lado, grudados, com uma das minhas pernas erguida. O Érico entrou por trás e colou o peito nas minhas costas. Beijava o meu ombro e mantinha uma mão sobre o meu seio, prendendo meu corpo junto ao dele. O seu pau entrava fundo naquela posição. Eu sentia o corpo dele inteiro encaixado no meu, a respiração quente no pescoço e os dedos brincando com meu mamilo. Ele sabia quando deslizar a mão do seio pela minha barriga até a buceta e esfregar ela sem atrapalhar as metidas.

Naquele momento, não existiam mais a Natália, o Roberto, o seu Geraldo, o Mário, o Anderson ou qualquer outra pessoa. Só existiam eu e o meu maridinho querido comigo.

O orgasmo começou enquanto eu me agarrava ao braço dele. A minha buceta se contraiu em volta do seu pau e as minhas pernas começaram a tremer. O Érico percebeu na mesma hora. Manteve o ritmo que eu gostava e continuou tocando meu seio.

Gozei com força, prendendo o braço dele contra o peito enquanto o meu corpo inteiro se contraía. O Érico continuou metendo durante as pulsações, fazendo o prazer durar até aas minhas pernas perderem completamente a firmeza.

Ele me abraçou com mais força e beijou o meu pescoço. As metidas ficaram mais descontroladas, embora eu ainda mantivesse meu corpo preso ao dele com carinho. O Érico jorrou tudo dentro da minha buceta logo depois.

Ficamos abraçadinhos na cama. Eu sentia o braço dele ao redor da minha cintura, a boca encostada no meu ombro e o peito subindo contra minhas costas.

Eu amava demais aquele homem!

Quando nos soltamos, deitei de barriga para cima. O meu peito subia e descia depressa. O Érico virou de lado e apoiou a cabeça na mão para me observar. Depois de alguns beijinhos, ele me pediu para contar como foi com o seu Geraldo. Ele não queria que eu dissesse algo como “oh, você é muito melhor e mais pausudo, meu bem”. Ele queria a história verídica. Em todos os detalhes. Em detalhes até demais, eu diria.

Eu contei tudinho. Tirei as dúvidas dele e tudo mais. No final, reconheci o sorriso dele, que usava quando estava prestes a sugerir alguma coisa absurda.

— Quais as chances de você topar uma nova transa com o seu Geraldo — iniciou, com um sorrisinho maroto. — Na minha frente, pra eu assistir?

Virei a cabeça devagar. Eu tinha acabado de gozar e o meu marido decidira usar aquele momento para solicitar uma apresentação ao vivo do porteiro me comendo.

— E aquele papo de você não ter vocação pra cuckold?

— Eu não tenho! Não quero ouvir sobre um cara gostosão te comendo. Mas, sei lá. O seu Geraldo é... o seu Geraldo. Velho, barrigudo, bonachão. Acho que seria mais divertido e excitante que doloroso.

Gargalhei e cobri o rosto com as mãos.

— Meu Deus, Érico! Você é muito esquisito.

— Eu prefiro a palavra “original”. — Ele me puxou para perto e me beijou na boca. — Mas falando sério, qual a chance?

— Se vocês dois forem muito bonzinhos e me adularem muito, eu posso topar como presente de aniversário. — Fiz uma pausa dramática. — Mas tem uma coisa que você precisa saber.

— Na empolgação, você acabou dando o cu pro seu Geraldo? — perguntou, meio sério, meio zoando.

Arregalei os olhos e bati de leve no peito dele.

— Não! Claro que não, seu idiota. Eu prometi que ele era seu. Ele só deu umas dedadas pra ajudar a alargar pra ti, seu ingrato!

O Érico caiu na risada. Revirei os olhos. O meu marido conseguia transformar qualquer assunto numa piada, inclusive o fato de um porteiro idoso ter participado indiretamente dos planos que ele tinha pra minha bunda.

Foi quando contei pra ele que o seu Geraldo tinha ficado com uma calcinha minha. Ele reagiu tal qual eu, sobre como isso tinha virado uma prática meio maluca. O seu Raimundo tinha um biquini meu. O Érico tinha uma calcinha da Natália. Agora, o seu Geraldo tinha minha calcinha. Será que isso era normal?

Na noite seguinte, eu estava no apartamento da Carolina, jantando e contando sobre a viagem a Minas.

A conversa vinha agradável desde que cheguei. Eu precisava contar essa fofoca para ela. Nós duas éramos parecidas o bastante para ninguém questionar o parentesco. Principalmente, nos peitões. Os dela eram um pouco maiores, uma informação inútil que meu cérebro insistia em comparar. Crescer ao lado de uma prima gostosa fazia a pessoa criar noias nada saudáveis.

Esperei a Carolina terminar de rir de uma desgraça na minha viagem.

— Aconteceu outra coisa ontem.

— Pela sua cara, envolve sexo ou prejuízo.

— Sexo. Acredita que eu dei pro seu Geraldo, que nem você?

O sorriso da Carolina desapareceu.

Pior! No exato instante em que terminei a frase, lembrei de um detalhe importante: a minha prima não sabia que eu e Érico tínhamos aberto o relacionamento. Para ela, eu simplesmente tinha acabado de anunciar que traíra o Érico com um porteiro de 62 anos.

Meu cérebro entrou em pânico.

— Com autorização do Érico — emendei rápido. — Ele soube de tudo. Foi uma permissão especial, específica pro seu Geraldo, que nunca mais vai acontecer. Uma exceção única. Já acabou. Foi conversado antes.

Comecei a explicar como tudo aconteceu, onde foi, quando foi, onde ele meteu. Falei tanto que provavelmente parecia culpada de mais cinco crimes. A Carolina continuou com o garfo parado perto do prato.

— Você transou com ele dentro do seu apartamento?

— Digamos que foi quase no apartamento todo.

A piada morreu no caminho entre a minha boca e o rosto dela, porque a Carolina estava séria demais.

— Por que você fez isso comigo!?

— Por que eu falaria com você antes?

— Porque eu estava tendo um caso com ele.

Demorei alguns segundos para entender o tamanho da merda. Eu tinha chegado preparada para contar uma história engraçada sobre duas primas adultas que tinham dado pro mesmo velho safado. Não pra essa revelação.

— Você e ele? Digo... Um caso de verdade? Amantes e tudo?

— Há meses! — Ela silenciou poucos segundos. — A gente teve uma briga feia e deu um tempo no começo da semana. Mesmo assim...

Fiquei olhando para ela, esperando alguma continuação que reduzisse minha culpa. Talvez um “eu não gostava dele” ou um “estou brincando”.

— Carolina, eu não sabia. Eu juro que não sabia!

— Percebi.

— Eu achava que vocês tinham transado uma vez no ano passado. Você falou de um jeito que parecia uma história antiga.

— Quando eu te contei, era. Só que voltamos por acaso em março.

A Carolina me lançou um olhar irritado.

— E como eu poderia imaginar que você tava dando pro porteiro toda semana?

— Eu também nunca imaginei que precisasse avisar a minha prima casada para ela não me talaricar e dar pro mesmo porteiro.

Aquilo me acertou bem no meio da culpa.

— Eu não tinha como saber. Você falou que ele aguentava muito, era uma potência de meteção, sabia agradar e era discreto. Pareceu uma recomendação.

— Eu só estava contando o que aconteceu comigo — justificou Carolina. — Eu nunca iria “recomendar” um ex-ficante pra minha prima CASADA.

— A propaganda ficou na minha cabeça.

— Eu não fiz propaganda!

— Você descreveu um velho feio e barrigudo como uma máquina de sexo incansável. Isso desperta curiosidade.

— Em você, aparentemente.

Ela respirou fundo, se levantou com o prato e foi até a bancada. A camiseta larga escondia parte do corpo, mas os seios continuavam marcando o tecido, cheios e pesados. Eu pensava agora que o seu Geraldo devia nos ver como intercambiáveis. Perdeu a Carolina? Vai lá e come a prima reserva. Eu me senti uma idiota.

— Eu não fiz isso para te atingir — comecei. — Jamais teria transado com ele sabendo de vocês.

— Eu sei. — A Carolina já estava mais calma e racionando melhor.

— Eu me sinto uma talarica do caralho.

— Você não sabia, Sarah.

A Carolina apoiou as mãos na bancada e respirou fundo.

— Estou puta, sim. Puta de raiva. Mas com ele. O Seu Geraldo sabia exatamente como as coisas estavam entre nós e sabia que eu estava magoada com ele. Ainda assim, foi lá e comeu você.

Ela sentou e suspirou forte.

— Aquele velho já comeu metade das mulheres do prédio.

Olhei pro prato e enfiei comida na boca para não sorrir.

— Foi bom? — perguntou Carolina.

— Você quer mesmo saber?

— Quero saber o tamanho da merda.

Contei de forma bem mais resumida do que contei pro Érico, até porque o Érico queria que eu detalhasse até como era o pau do porteiro dilatando a entrada da minha buceta.

— Eu achei que seria uma trepada rápida e engraçada, mas aquele velho quase me desmontou.

— Comigo também foi assim — disse Carolina. — Ele é um filho da puta, mas é um filho da puta muito bom no que faz.

Comemos um pouco em silêncio.

— Ele te pediu mesmo uma calcinha alegando que era para coleção dele?

A Carolina fechou os olhos outra vez.

— Por “uma calcinha”, você quer dizer “a exata calcinha que eu estava usando no momento”?

— No meu caso, foi mais “a calcinha que eu tinha acabado de tirar pra tomar banho e ainda estava no banheiro”.

— Pediu, sim. — A Carolina desviou o olhar, meio envergonhada. — Na verdade, ele tem três minhas.

— Três? — Parei com o garfo no ar.

— Bom... Teve a primeira do ano passado. Aí, a segunda foi quando tivemos a... “retomada”. A terceira foi, bem, ele veio todo humilde, com aquela cara de cachorro que se perdeu na mudança, e pediu uma pelo aniversário de um mês de amantes.

— Sim! Ele faz essa cara de pidão mesmo!

— Pior que ela funciona — disse Carolina. — Ele pede de uma forma tão educada e humilde que eu me sentiria uma escrota se negasse. Nem parece que estamos dando peças íntimas usadas como souvenires de uma coleção tão objetificante...

— Me pergunto se ele guarda as freadas ou se pediu mais de uma por causa disso...

— Sarah! Pelo amor de Deus! — A Carolina baixou a cabeça pensativa. — Nenhuma das minhas estavam freadas. Sério. — Pensou mais. — Mas agora que você falou, eu tava fazendo cárdio numa bicicleta ergométrica por horas na segunda vez...

Voltamos a comer. Depois de alguns minutos, estendi a mão por cima da mesa. A Carolina olhou pros meus dedos e segurou a minha mão.

— Desculpa mesmo. Eu juro que não sabia. Você me contava quase tudo, então achei que saberia se estivesse transando havia meses com alguém que morava ou trabalhava aqui.

— Está tudo bem entre nós. A culpa maior é dele.

— Tem certeza?

— Tenho. Você é a minha prima-barra-melhor amiga. A culpa é daquele safado mesmo. — A Carolina franziu a testa. — Amanhã eu resolvo com ele.

— Se você esperar até segunda, eu posso ir com você e a gente coloca aquele safado contra a parede.

— Não.

— Ele comeu nós duas. Tenho direito de participar do enquadro.

— Justamente por ele ter comido nós duas, é melhor que uma fique longe. — A Carolina encostou as costas na cadeira. — A gente conhece o seu Geraldo. Não dá pra subestimar a lábia e a safadeza dele. Se nós duas aparecermos juntas, ele vai pedir desculpa, começar a falar merda no nosso ouvido e tentar reverter a situação. Quando a gente perceber, vamos estar na minha cama, enquanto ele come as duas ao mesmo tempo.

Ri, porque a ideia parecia absurda.

— Ele nunca conseguiria isso.

A Carolina ficou me encarando em silêncio. Isso me fez pensar no velho Geraldo. Eu e a Carolina nunca faríamos isso. Em nenhuma hipótese. Mas também nunca competimos pelo mesmo homem, imagine dar pro mesmo. Se ele conseguiu dar um jeito de fazer a Carolina virar amante dele, comecei a ficar com medo de que ela estivesse certa e ele fosse capaz de nos convencer a fazer besteira se tivesse a chance.

— Talvez seja mais seguro você ir sozinha — admiti. — Só por segurança.

Voltamos ao jantar tentando ignorar que nenhuma das duas tinha confiança suficiente para enfrentar o porteiro com a certeza de que não correria risco de acabar pelada. Mas eu estava confiante que a Carolina iria colocar o safado do seu Geraldo contra a parede!

Mas ela ainda tinha sido o quinto homem da minha vida (ou “quarto e meio” se você considerou que o Anderson não contou 100%), eu ainda queria preparar uma torta pra ele...

Pois bem, leitor. O que acharam desta versão?

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PERGUNTAS:

1) O que acharam desta versão da transa Sarah x Geraldo?

2) Com base na perspectiva que temos agora, de que lado vocês estão: “Team Érico” de que Sarah e Geraldo devem dar mais uma trepadinha ou “Team Carolina” de que o porteiro já comeu demais aquela família?

3) Desconsiderando Carolina, Andréia, Sarah, Lisandra, Alessandra, Anacleta e Rebecca, qual(is) gostosa(s), vocês torcem pro seu Geraldo comer?

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[NOTA DO AUTOR 01]

Parte da razão pra qual eu quis reescrever as cenas de sexo do seu Geraldo com Andréia e Alessandra, Lisandra, Sarah e fiz um “round 2” maior e mais detalhado com a Anacleta veio da minha vontade de justificar porque essas mulheres se tornaram tão leais ao seu Geraldo.

Se a gente olhar no esquema da novela, o seu Geraldo é a grande exceção em que a mulherada sabe que ele passa a vara em geral e, em vez de tentar montar uma rede de proteção contra ele (Enéias) ou dar uma lição nele (Jonas) ou haver uma pequena competição por ele (Miguel), nenhuma delas* trata ele como um predador** ou parecer guardar qualquer rancor ou desejo por exclusividade. Pelo contrário, há no desde carinho eterno até as que viram amantes fixas do porteiro.

E todas parecem estar dentro da rede de proteção que ajudou a impedir que notassem isso até o síndico crescer demais os olhos.

Então, a ideia que estou trabalhando é que ele deu uma surra de pica tão inesquecível em cada uma delas que simplesmente as fez querer mais ou ligar o modo “propaganda boca-a-boca”.

* Tirando a Carolina, claro. Mas até ela tava full dentro do esquema até o evento Sarah e, mesmo depois, meio que deu uma condição de perdão pra ele.

** É sintomático que as únicas pessoas que veem o seu Geraldo com reserva, ou como um predador sexual em potencial, sejam Miguel e Denise. Que NÃO são moradores do condomínio.

[NOTA DO AUTOR 02]

O próximo Remake deve ser a transa Antônio-Fernanda que rolou parcialmente em “Enquanto Isso” e que eu não poderia narrar na série do Antônio porque não rolou anal. Aqui, eu poderia escrever esta cena narrada por um dos dois sem quebrar o título da série.

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 185Seguidores: 324Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

Comentários

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Essa é a melhor cena de toda a saga! Sarah com Geraldo, os meus dois personagens favoritos transando é muito boa! Nota 10000, a cena de sexo ficou muito mais completa. Por mim pode continuar sempre

PERGUNTAS:

1) O que acharam desta versão da transa Sarah x Geraldo?

Fantástica! Muito Boa melhor conto, Sarah x Geraldo merecem um remember.

2) Com base na perspectiva que temos agora, de que lado vocês estão: “Team Érico” de que Sarah e Geraldo devem dar mais uma trepadinha ou “Team Carolina” de que o porteiro já comeu demais aquela família?

Com certeza mais uma trepadinha com direito a ele comer o cuzinho dela, Geraldo merece! Pode ser inclusive numa suruba com Natalia e Erico e Ze, seria muito foda!

3) Desconsiderando Carolina, Andréia, Sarah, Lisandra, Alessandra, Anacleta e Rebecca, qual(is) gostosa(s), vocês torcem pro seu Geraldo comer?

Geraldo pode comer todas, para mim ele é o melhor, mas se for para dizer algumas que fazem sentido: NATALIA, Leticia, Eliana (ja que vai comer Rebecca, come a Eliana tambem num menage com o Carlos), Tatiana e Fernanda, até uma milla em algum episodio sem querer.

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Novamente os "amigos" da Sarah parecem péssimos e completamente insuportáveis. Eu me pergunto o que acrescenta na vida dela manter essa amizade? Fora o obvio de ela ser alimentada por uma insegurança absurda e buscar a aprovação deles.

"— Eu não sou contra você ser amiga deles, de verdade."

Até a gente ver um lado completamente diferente delas, eu sou.

Gostei da Sarah arrumando uma desculpa, porque como uma pessoa que trabalha de home a primeira coisa que eu pensei quando o sangue esfriou foi "ué mas ela sumiu do trabalho um tempão, como ela resolveu isso?"

"Depois lembrei que ele tinha meu WhatsApp. Será que ele pediria nudes meu? Meu primeiro pensamento foi que jamais mandaria. Pouco depois, já estava pensando que, se o Érico não se importasse, talvez eu enviasse uma foto dos seios, sem rosto, só para deixá-lo com tesão. Ele gostou tanto deles..."

A Sarah indo de 8 a 80 no overthinking e passando de "não mandaria nudes" pra "talvez só os peitos".

"Será que, se eu pedisse um nude pra Natália, ela me mandaria?"

Os pensamentos intrusivos tomando conta.

Agora eu não to lembrando se no original a Carolina tinha admitido pra Sarah que ela estava tendo um caso com o seu Geraldo.

"— E como eu poderia imaginar que você tava dando pro porteiro toda semana?

— Eu também nunca imaginei que precisasse avisar a minha prima casada para ela não me talaricar e dar pro mesmo porteiro."

Eu tenho que dar razão pras duas nesse caso. O que de certa forma só mostra que as duas estavam erradas.

"— Justamente por ele ter comido nós duas, é melhor que uma fique longe. — A Carolina encostou as costas na cadeira. — A gente conhece o seu Geraldo. Não dá pra subestimar a lábia e a safadeza dele. Se nós duas aparecermos juntas, ele vai pedir desculpa, começar a falar merda no nosso ouvido e tentar reverter a situação. Quando a gente perceber, vamos estar na minha cama, enquanto ele come as duas ao mesmo tempo.

— Ele nunca conseguiria isso."

Vamos ser honestos que conseguiria sim.

1) Muito boa.

2) Não deveriam, mas vamos combinar que Sarah e Érico são especialistas em fazer coisas que não deveriam.

3) A Eliana uma única vez no último episódio da série dele em colaboração com Carlos, Rebecca e seja lá quem mais ele tenha transado que esteja participando do "harém do Carlos".

Nota do Autor 2 - Tecnicamente também não é um remake, só vai ser de fato a transa contada em detalhes pela primeira vez, o que inclusive é um bom tema pra série. Se tiverem outras transas que não tenham sido mostradas em detalhes ou que ficaram implícitas poderia ser interessante.

Talvez o dia do cinema narrado pela Carolina ou pela Letícia, a transa original entre Cintha, Alessandra e Jonas, a Odete seduzindo a Lisandra antes da novela começar...

Entre remakes de verdade, a não transa do Pedro e do Seu Roberto com a Sarah no inicio da série dela (com POV da Sarah que não existia na época) e talvez o Érico Voyeur vendo a Larissa e o Enéias (talvez o principal motivo pra não ter um remake nessa é que é muito fora da realidade pros personagens atuais e "limpar" a cena ia basicamente acabar com a lógica da cena que necessita o Érico ser um babaca e o Zé Maria se aproveitando da situação pra se dar bem).

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Achei que ficou um pouco forçado a forma como o seu Geraldo foi descrito pela Sarah. Parece que virou um garanhão, que faz e acontece, sonho de todas as mulheres. També continuo achando que esses remakes poderiam ser evitados e a energia ser gasta em histórias novas.

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Primeiramente queria dizer que é muito gostoso quando os personagens conversam putaria durante o sexo

1) Foi muito bom, o conto ficou mesmo nível da do Miguel.

2) Team Érico né, seria foda o Erico assistir o Seu Geraldo comer a Sarah e em algum o pau do Seu Geraldo escapar da buceta da Sarah e o Érico pegar no pau do Seu Geraldo e colocar na buceta na Sarah de novo.

3) O Seu Geraldo devia fazer um quarteto com o Carlos, Rebecca e Eliana

E seria muito o Seu Geraldo comendo A Carolina e A Sarah juntas, tá na hora de quebrar alguns taboos, de preferência com o Erico junto. Ou podia ser a Tia delas no lugar da Carolina.

E o pedido de desculpas do Anderson e do Mário termina em sexo com o Erico e a Sarah e contar o passado da Sarah com o Murilo(primeiro namorado) e com o Mário até o ménage com o Anderson.

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Ótima sugestão do Seu Geraldo comendo Carolina e Sarah juntas, ou a Tia delas e uma das sobrinhas juntas. Mesmo que não haja interação direta entre elas.

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1) Foi boa e essa foi mais verossímil do que a última com a Anacleta no quesito resistência do Geraldo.

2) Team Érico. Geraldo já é página virada para a Carolina.

3) Letícia que já vai ter, Eliana* com Carlos (e Rebecca?) depois da propaganda da Rebecca, Tatiana e Fernanda. Um ménage Geraldo e as primas no halloween seria bom de ver.

*Não lembro se Eliana era totalmente bloqueada para o Geraldo, mas se era, eu derrubo o meu bloqueio e permito que ele seja outro homem que vai transar com ela. Prefiro ele do que um repeteco com Éverton/Creuza (vão com Deus). E Geraldo comendo o cuzinho da Eliana e/ou DP não sou contra.

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Já que os remakes existem para focar mais nas cenas de sexo por outro ponto de vista, não seria melhor resumir o que acontece antes e depois das cenas de sexo e que já foi contado na versão original?

Tipo, eu pulei a parte do encontro com os amigos gays da Sarah. São os dois personagens mais intragáveis e olha que existe Tobias, Jonas velho-testamento e o síndico Alberto nesse universo, mas essa dupla conseguiu superá-los, espero nunca mais ver eles na história.

Já o pós com Érico e Carolina eu concordo que precisava ter completo.

[NOTA DO AUTOR 02]

Na visão da Fernanda acho que ficaria melhor. Ela indo pra cima do Antônio dá uma quebrada na expectativa e daria mais destaque para ela ser a rival temporária da Eliana no harém e rival fixa da Alessandra nas lobas.

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1) Foi bem excitante... da pra entender o tesão da mulherada por ele. Exótico, másculo e fora do padrão excitam, mas o desempenho e segurança dele fazem diferença. O bixo sabe que mete bem. Aproveita.

2) Com base numa Carolina mais segura e firmada com o Jonas, vale a pena Sarah e Geraldo novamente com Érico como voyer, sem participação. Seria uma das melhores performances do Seu Geraldo, vendo um cara o admirando comendo uma mulher bonita e gostosa.

3) Com toda certeza Nathália! Torço pela transa dela com o Zé Maria, mas seria interessante ele talaricar o Zé e dar uma surra de pica bem intensa nela e fazer ela perder a inibição e dar pro Zé Maria depois, talvez até com ele junto. A ruiva toda certinha numa DP com os funcionários seria muito excitante.

Concordo com o Érico, Anderson e Mario precisam descer do pedestal. Acho que Jonas e Antônio deveriam dar uma surra de pica no casal, numa festa ou evento do condomínio, fazendo os dois quebrarem a crista e pedirem arrego. Jonas os dominando e Antônio sendo o instrumento do Jonas pra domar o casal. Ai uma indicação de um lance homo gay e não somente sexo lésbico das amigas e lobas.

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A Natália numa DP com os dois Zé Maria e Seu Geraldo seria sensacional.

Também gostei da ideia do Jonas dominando o Antonio e usando ele para domar o Anderson e Mario.

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