Leitores, essa história foi um acontecido inesperado, mas desejado. Boa leitura.
Meus tios tinham uma fazenda no interior de outro estado e moravam no interior de SP. Certa vez, ao retornarem de lá, trouxeram com eles uma moça, Ellen. Ela, evangélica fervorosa, queria estudar, então os pais dela pediram se meus tios, também evangélicos, poderiam deixar ela morar com eles enquanto ela terminava o ensino médio e depois iria pra faculdade. Meus tios combinaram que trariam ela em troca de ela cuidar da casa.
No dia a dia Ellen, com seus 20 anos, fingia cuidar da casa, que não era pequena. E logo minha tia percebeu que a moça não queria nada com nada, e o clima ficou ruim entre eles. Ela, a evangélica certinha perante os pais e meus tios, dava em cima dos meus primos toda vez que eles iam lá nadar na piscina e as tretas com minha tia foram aumentando. E eu tinha ouvido eles dizerem que ela dava pra eles também. Mas minha tia não sabia disso (eu acho).
Como eu morava em outra cidade, ia visitar meus tios uma vez no mês ou a cada 2 meses, e só tinha visto Ellen duas vezes. Cheguei uma bela sexta-feira de sol na casa de minha vó e logo fui pra casa do meu primo. Ellen ficava sozinha de tarde, pois meus tios trabalhavam e meu primo estudava. Toquei o interfone e ela abriu o portão pra mim. Entrei na casa e a encontrei na cozinha, de short curto apertado e um top que deixava seus peitos quase à mostra.
Ela era morena jambo, pouco acima do peso, coxas grossas, quadril grande, seios grandes, cabelos pretos lisos e olho castanho escuro, mais ou menos da minha altura. Não era meu tipo, mas era assanhada e dava muito mole. No meu bolso duas camisinhas: já estava preparado pra maldade.
— Oi Ellen.
— Oi primo gostoso!
Ela nunca me chamara assim antes, pois sempre tinha gente em volta e também tínhamos pouca intimidade. Mas hoje estávamos sozinhos.
— Você que é gostosa. E essa roupa curta, tá querendo provocar quem?
— Sua tia. Mas já que você veio... - ela nem terminou a frase e me puxou contra si, começando um beijo intenso. Meu pau endureceu dentro da bermuda.
— Caralho, Ellen, o que você tem? Tá sempre pensando em sexo?
— O tempo todo! Tenho um fogo que não apaga, e falta bombeiro!
Foi a deixa. Enfiei a mão dentro do short dela e senti a entrada dela melada. Não consegui enfiar os dedos na buceta porque o short era muito apertado.
— Bora pra piscina, assim a gente fica menos exposto se sua tia chegar.
Tirei a bermuda, a camiseta, e fiquei só de sunga. Ela já estava pronta, naquela roupa mesmo. Corremos pro quintal e pulamos juntos na piscina. Ela era um peixe na água, aprendeu a nadar nos rios da fazenda. Eu aprendera na natação, e tinha boa prática. Mas ali não era essa a questão, era a pegação.
Ela me empurrou para o canto da piscina, na sombra, e baixou minha sunga. Quando toquei seu quadril percebi que ela tava sem o short, peladinha. Ela se abaixou dentro da água e deu uma mamada rápida. Foi uma sensação diferente, sua boca era maravilhosa. Quando ela subiu eu me sentei na borda da piscina, sentindo o calor da pedra. Ela jogou água pra amenizar e caiu de boca no meu pau duro de novinho, que parecia que ia explodir de tesão.
A sacana sabia provocar: engoliu de vez, mas logo ficou sugando de leve, mordiscando a cabeça vermelha, sugando o saco e punhetando gostoso meu mastro. Ela usou os seios avantajados pra tentar uma espanhola, mas naquela posição não deu certo.
— Senta aqui, sua puta. Você quer pau, mas antes vou chupar essa buceta.
— Seus primos não chuparam...
— Eu não sou meus primos. Sou homem. E homem que é homem chupa buceta, sem nojo.
Ela se sentou na borda. Pulei na água, ficando na posição certa, com a boca na botija, ou melhor, na buceta. Passei os dedos em volta daquela carne macia e chupei gostoso. Ela gemeu alto.
— Cala a boca, Ellen, quer chamar a atenção dos vizinhos?
— Porra, isso é muito bom pra ficar quieta!
Continuei e enterrei dois dedos. Ela puxou meus cabelos e fechou as pernas em volta do meu pescoço, me tirando o ar. Insisti no dedilhado enquanto chupava seu clitóris, e ela gozou forte, soltando um líquido viscoso em minha boca, e abrindo as pernas.
— Caralho, filho da puta! Quer me matar de tesão?
— Falta só eu comer você, sua puta. Abre logo essa buceta pra mim.
— Não posso, sou evangélica. Preciso ficar virgem. Come meu cu!
Pra quê ela falou aquilo. O sonho maior de qualquer homem! Meu pau vibrava de tesão! Saí da água e fomos para um banheiro nos fundos do quintal. Tranquei a porta e Ellen já estava com o rabo empinado para mim, com as mãos apoiadas no vaso. Cuspi no cu dela, passei os dedos em seu mel e lubrifiquei meu pau e o furico dela. Pincelei o pau na entrada da buceta dela pra provocar e ela gritou:
— Na buceta não, cara!
Coloquei a cabeça entumecida na porta do anel dela. Empurrei e entrou com dificuldade. Tirei, usei seu lubrificante natural e mais cuspe. Enterrei de novo, dessa vez sem dó, e fui até o fundo.
— Porra, filho da puta! Fode logo sua piranha! Empurra com força!
Achei que ela estava reclamando, mas não! A puta queria pau no cu com força! A energia e o vigor de um novinho são um diferencial. Empurrei com força, as bolas batiam em sua pélvis a ponto de doerem. Quanto mais forte, mais ela gritava, de prazer. Dei um tapa vigoroso em sua bunda.
— Ai, porra! Não sou vagabunda pra você me bater!
— Desculpa... - respondi, diminuindo a intensidade, suor escorrendo pelo corpo.
Continuei a socar, mais devagar, pra durar bastante tempo aquela foda inusitada.
— Vai querer dentro, na cara ou na boca, vagabunda?
— Quero beber!
— Então goza, putinha! Goza com meu pau no seu cu!
Toquei o grelo dela e Ellen gozou, perdendo as forças e dobrando as pernas, escorrendo mel da buceta. Quase que eu não consigo segurar ela. Dei mais umas bombadas e senti o gozo vindo. Tirei o pau de dentro do cu dela.
— Chupa, Ellen, toma esse leite quente!
Ela sentou no vaso, pegou meu pau com a mão e chupou só a cabeça, me arrancando um grito de prazer.
— Caralhooo! - gritei, perdendo o pouco controle que achei que tinha. Jorrei leite dentro de sua boca quente, enquanto ela continuava a chupar minha chapeleta, causando um prazer absurdo e doloroso, de tão intenso. Minha porra foi tanta que ela não conseguiu engolir tudo e deixou cair no chão do banheiro.
— Puta que pariu, que delícia! - exclamou Ellen.
— Porra, você é uma puta muito boa!
Nos beijamos, e saímos correndo do banheiro, pulando pelados na piscina pra tirar o cheiro de sexo. Nisso escutamos o portão abrir. Saímos da água, vestimos as roupas de banho e entramos na água novamente. Minha tia parou o carro e nos viu.
— Oi lindos - não era pela beleza, era ironia, sinal de bronca.
— Oi tia.
— A mocinha já terminou o serviço pra estar na piscina?
— Já sim senhora.
Minha tia não esperou a resposta. Entrou em casa, enquanto saíamos da água. Cinco minutos depois ela sai pela porta.
— Venham tomar café.
Achei que iríamos ouvir um sermão, mas ela só colocou a conversa em dia, perguntou se minha mãe estava na casa da minha vó e se Ellen iria buscar meu primo mais tarde na escola. Ellen tomou um banho rápido e saímos juntos após o café. Na rua, nos despedimos com um beijo apaixonado. Ela foi buscar meu primo e eu voltei pra casa da minha vó com o pau dolorido, devido à transa louca que tivemos.
Um ou dois meses depois Ellen voltou pro estado dela, a convivência na casa da minha tia havia se tornado insuportável para todos eles. Em outra oportunidade contei pros meus primos que eu chupei a buceta dela e eles acharam um absurdo.
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