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🌼AUTOESCOLA: PERDI O CABAÇO COM O NEGÃO BEM-DOTADO🔥

Um conto erótico de Môh Lyndinha
Categoria: Heterossexual
Contém 3896 palavras
Data: 01/10/2026 11:29:38
Última revisão: 12/10/2026 08:06:05

BASEADO EM FATOS REAIS - Episódio 3 :

Prepara-se pra gozar com essa minha história. Não tem romance, só suor, gemido engasgado e a verdade nua, às vezes de quatro, às vezes com a boca cheia. Se for ler, que seja com a mão entre as pernas.

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DIÁRIO DIGITAL DE MÔNIQUE - Episódio 3 :

🌼AUTOESCOLA: APERDI O CABAÇO COM O NEGÃO BEM-DOTADO🔥

Gosto de chamar atenção e, sinceramente, não vejo motivo para fingir que desconheço o efeito que causo. Tenho 1,72 m, 58 kg e cabelos castanhos que caem até a metade das costas. Sou vaidosa, sei exatamente como me apresentar e confesso que adoro provocar, principalmente quando percebo que alguém tenta disfarçar o quanto ficou interessado em mim.

Minha vida sexual começou poucos dias depois de completar 18 anos, quando fiz sexo anal com o gerente do mercado da minha família, em Diamantina, Minas Gerais. Até então, havia vivido apenas algumas experiências preliminares. Minha primeira relação sexual, porém, aconteceu de uma forma que, no fundo, eu já havia planejado.

Muita coisa havia mudado dentro e fora de mim. Deixar Diamantina para morar em Ipanema, no Rio de Janeiro, já representara uma grande transformação. Antes da mudança, porém, sofri violência nas mãos do meu tio, um homem que considerava como pai. Depois, perdi o grande amor da minha vida, que permaneceu em Diamantina. Essas experiências deixaram cicatrizes profundas e contribuíram para que eu me tornasse uma menina rebelde, inconsequente e cada vez mais determinada a fazer tudo à minha maneira.

Foi nessa fase que Roberto, conhecido como Beto Negão, entrou na minha vida.

Capitão do BOPE e proprietário de uma autoescola na Zona Sul do Rio, ele tinha 51 anos e uma presença impossível de ignorar. Com 1,90 m de altura, quase 100 kg de músculos, cabeça raspada, barba impecável e postura dominante, reunia autoridade e magnetismo em doses capazes de intimidar e despertar curiosidade.

Já havia se casado três vezes e tinha três filhos, um com cada mulher. Mas havia um detalhe que ficaria ainda mais gravado na minha memória: Beto Negão tinha uma rola preta inesquecível.

Naquela época, minha mãe havia cortado minha mesada. Para ela, era um castigo; para mim, apenas mais um motivo para agir por conta própria. Eu queria tirar a carteira de habilitação e estava cansada de depender de caronas à noite. Depois de alguns problemas por pegar escondido o carro dela ou o de amigos, decidi me matricular em uma autoescola perto da casa da minha melhor amiga, Patrícia, de 19 anos. Foi ela quem me indicou o lugar e contou sobre o proprietário.

Eu estava ansiosa, sem saber quem seria meu instrutor, quando ele finalmente apareceu. Para minha surpresa, descobri que o próprio dono da autoescola assumiria as aulas.

Logo no primeiro encontro ao volante, Beto Negão pareceu impressionado com a minha habilidade para dirigir, quase como se tivesse perdido o fôlego. Sempre gostei de chamar atenção e, quando o assunto era motor e velocidade, jamais escondi minha paixão.

Entre aulas, confidências e risadas, criamos uma intimidade especial. Às vezes, percebia Beto sem jeito quando notava que eu havia flagrado seus olhares para minhas pernas bronzeadas. Eu costumava usar um vestido soltinho que, enquanto dirigia, subia um pouco e deixava minhas pernas à mostra.

Entramos em uma loja de moda masculina que eu conhecia, repleta de roupas modernas, música alta e gente bonita. Escolhi algumas peças para Beto experimentar e, ao chegarmos ao provador, ele segurou meu braço com um sorriso brincalhão.

— Monique, agora somos um casal. Você é minha namorada e precisa me ajudar em tudo, combinado?

Sorri, surpresa com a naturalidade com que ele entrou no papel. Senti um calor gostoso no peito e uma vontade irresistível de provocá-lo. Inclinei a cabeça, ergui as sobrancelhas e sustentei seu olhar, com um sorriso atrevido.

— Ah, é? Então tá bom! Mas já vou avisando: vou te mimar, te provocar e te deixar sempre tentando adivinhar o que vou aprontar depois.

Eu sabia que adoraria aquela brincadeira. Sempre tive forte atração por homens mais velhos, especialmente negros. Entramos juntos no provador e, com a química que já existia entre nós, Beto ficou excitado e começou a me beijar. Nossas bocas pareciam ter um encaixe perfeito. Ele chupava minha língua enquanto eu fazia carinho em sua nuca. Que beijo delicioso, que língua deliciosa e que cheiro delicioso.

O clima esquentou rapidamente, mas decidi frear seu entusiasmo. Sabia que aquele não era o lugar para perder minha virgindade. Mesmo assim, não deixei de tirar uma casquinha com os olhos do seu corpo, que era grande e forte. Peitoral com poucos cabelos, pernas musculosas e um volume na cueca box branca que me deixou atordoada.

Depois de terminarmos as compras, já não conseguíamos esconder a atração. Saímos do shopping e fomos direto para um motel, minha primeira experiência em um lugar assim. Antes, deixei uma mensagem para minha mãe avisando que iria encontrar com a Patrícia mas, chegaria antes da meia-noite.

Entramos na suíte do motel já nos agarrando, tomados pelo desejo. A porta mal se fechou, e não houve espaço para conversa ou hesitação. Nossos olhares se encontraram, os corpos se aproximaram e cada beijo deixava o clima ainda mais intenso. Naquele momento, só existíamos nós dois e a vontade irresistível de nos entregarmos àquele desejo.

Beto Negão começou a tirar a roupa, mas, quando tentei fazer o mesmo, ele segurou minha mão e sorriu.

— Ainda não perigosa. Eu quero tirar sua roupa na hora certa.

Beto Negão, vestindo apenas uma cueca, sentou-se na beira da cama e estendeu os braços, chamando-me para seu colo. Aproximei-me devagar e me sentei sobre ele, enlaçando as pernas em sua cintura. Senti minha xoxota encostar em seu pau e soltei um suspiro, acompanhado de um leve rebolado. Ele me segurou pela cintura e sorriu discretamente. Ficou me olhando por alguns segundos, como se escolhesse as palavras. Por fim, quebrou o silêncio:

— Preciso te contar uma coisa. Eu sei muito mais da tua vida do que tu tá pensando. Essa marra de garota rebelde não me engana, não. Sei muito bem o que rola naquela rodinha de playboys na praia, no fim da tarde, com aquele baseado passando de mão em mão. Conheço as confusões nas boates, da covardia que sua galera pratica e os rachas de carro de madrugada, com um bando de irresponsáveis dirigindo sem habilitação. E sei também que tu é filha da promotora de Justiça. Sei de um monte de parada que tu nem imagina que eu sei.

Meu coração disparou. Beto Negão continuava falando, os olhos fixos na minha boca. Eu não sabia se queria ouvir o que eu diria ou me calar com um daqueles beijos de perder o fôlego.

— Levantei sua ficha. Está limpa, mas até onde você pretende ir com essa vida? Talvez você ainda não saiba, mas, além de dono da autoescola, sou capitão do BOPE. E faz tempo que estou de olho na sua turma.

Minha respiração ficou descompassada. Mãos trêmulas, coração acelerado. Já não sabia se era medo ou excitação.

Fiquei alguns segundos sem palavras. Passei a mão pelos cabelos, tentando disfarçar o nervosismo, mas, sentada no colo dele, percebia sua reação, o que tornava ainda mais difícil manter a calma.

Apenas murmurei:

— Calma. Eu entendi. Só não vamos falar disso agora. Vai quebrar o clima. Estava tão bom.

— Sua sorte é que eu já estou louco por você. Desde o primeiro dia, olho pra você e penso em te levar pra cama. Você é esperta e sabe o que está fazendo. Eu só me seguro, esperando uma brecha pra descobrir até onde vai essa provocação.

O desejo crescia ao perceber que havia sido descoberta por um policial da elite e, ainda assim, ele estava completamente envolvido. Um jogo silencioso de poder. Um perigo delicioso.

Beto Negão, com aquele olhar dominante, continuou me encarando, enquanto meu vestido permanecia erguido até a cintura, a alça caída e os seios à mostra. Sem hesitar, segurou minha cintura com firmeza, enquanto a outra mão percorria meu corpo e apertava meus seios.

Sem hesitar, ergueu meu vestido por cima da cabeça. Mordiscou minha orelha e sussurrou, com a voz rouca, deixando-me arrepiada:

— Tô com uma vontade louca de te foder gostoso... Quero provar o sabor dessa menina bandida.

As palavras ecoaram dentro de mim, despertando sensações que eu não conseguia ignorar. Segurei firme o rosto dele com as duas mãos e o beijei com desejo. Em resposta, ele me envolveu com seus braços e, sem perder tempo, começou a lamber e chupar meus seios, fazendo meus mamilos ficarem duros.

Com um gesto lento e provocante, Beto Negão deslizou minha calcinha para baixo, revelando minha excitação. Ao mesmo tempo, apertei seu membro, e uma gota de gosma pré-ejaculatório surgiu na ponta da cabeça do pau. Com um sorriso sedutor, ele acariciou suavemente o pênis e com a ponta do dedo, recolheu a gota.

Ansiosa, levei sua mão à boca e chupei seus dedos melados de gosma. Depois, guiei-a à minha cintura, rebolando contra a base do seu pau, enquanto gemia baixinho em seu ouvido, entre beijos no pescoço e mordidas na orelha.

Ele, enquanto me masturbava, segurou a minha nuca e me guiou até seu pau. Pessoalmente era muito mais grosso e maior do que imaginava. Comecei a chupa-lo com vontade, passando minha língua por todo o comprimento, desde as bolas até à cabeça.

— Vai, bandida! Mama minha rola preta!

Percebendo que ele estava muito excitado, me esforcei ainda mais para fazê-lo gozar. Chupava com vontade, masturbando o que não cabia na minha boca. Às vezes, tentava ir até o final, mas era grande demais, fazendo-me engasgar e salivar.

Beto Negão segurava minha cabeça, embolando meus cabelos na mão, às vezes com certa violência, enquanto esfregava o pênis contra meu rosto, já marcado por suor e maquiagem. Em outras ocasiões, usava os polegares para esticar meus lábios e forçar a abertura, intensificando a penetração.

Finalmente, consegui aquilo que tanto desejava. Beto Negão gozou rápido e forte. Senti seu gozo preencher minha boca por completo. Um fio de saliva misturada ao esperma escorria pelo canto da minha boca. Quando me preparei para cuspir, Beto Negão segurou meu rosto com firmeza, obrigando-me a engolir.

Com um olhar provocador, deitou-se na cama, exibindo um sorriso atrevido, e me puxou para cima do seu rosto, dizendo:

— Senta aqui na minha cara! Quero ouvir você gemendo meu nome.

Obedeci. Esfreguei minha buceta contra o rosto dele, sentindo sua língua quente percorrer minha pele e explorar cada detalhe. Sua mão guiava minha cintura, enquanto, em outros momentos, apertava meus seios. Eu me entregava à intensidade daquele instante, perdida entre o desejo e a sensação de que ele queria me consumir por inteiro.

De repente, ele parou e me encarou por alguns segundos, como se tivesse percebido algo inesperado.

— Espera aí! Porra, garota, você é virgem?

Meu rosto esquentou. Balancei a cabeça, confirmando.

Ele respirou fundo, visivelmente surpreso, tentando conter a ansiedade.

— Como pode? Você toda linda, gostosa e ainda virgem. Você gosta de homem, não gosta? Pelo seu fogo, nem precisa responder. Mas, se quiser continuar virgem, tudo bem. Se quiser ir além, só quero que tenha certeza.

Meu coração disparou. Eu queria. Queria sentir o calor, a dor, o prazer. Queria ser penetrada. Queria que fosse com ele.

Sustentei seu olhar.

— Gosto, sim. E sei o que quero. Quero você. Se minha primeira vez for com alguém, quero que seja com você.

Um sorriso lento surgiu em seu rosto.

— Tudo bem. Vamos devagar, sem pressa. Você decide até onde quer ir.

Ele então me puxou para perto e começou a me beijar, percorrendo meu corpo enquanto mantinha os olhos nos meus, como se quisesse aproveitar cada segundo daquele momento, até que, mandou que eu colocasse o preservativo no seu cacete, confesso que estava assustada só de imaginar como aquele pau tão duro, tão grande e tão grosso iria caber na minha bocetinha tão pequena e apertada.

Beto Negão estava deitado, acariciando seu pau duro, observando-me enquanto eu me ajeitava sobre ele. O desejo em seu olhar dizia tudo. Iniciei um movimento esfregando minha vagina na base do seu pau, sem penetração.

Sentia o calor daquele momento me envolver cada vez mais, enquanto eu me entregava à sensação e ficava cada vez mais molhada. Mandei ele ficar parado enquanto sentava bem devagar na piroca, logo Beto Negão começou a forçar delicadamente a entrada da minha vagina, que já doía com as primeiras cutucadas. Enquanto tentava me acalmar com beijos, dizia para eu manter o controle.

Com um pouco mais de força, a cabeça entrou, eu dei um gemido alto sem controle, segurando o pau dele com a mão para não entrar mais, e ele apenas sorriu, olhando em meus olhos. Era como se estivesse me furando, de tão apertada que minha vagina estava. Meu coração estava acelerado ao mesmo tempo, estava tranquilo ao lado dele. Com muito cuidado fui descendo minha buceta enfiando fundo seu caralho, arrebentando meu hímen. Que dor. Gritei, sofri, chorei, mas perdi a virgindade!

Cada vez mais loucos de tesão ficamos de ladinho, de frente um para o outro. Permiti que o pau dele entrasse por inteiro dentro de mim. Ele tirava e novamente enfiava, estava me segurando para não gozar, mas não aguentei e gozei, ele continuou enfiando com movimentos às vezes, rápidos outras vezes lento.

Quanto mais ele enfiava, mais eu queria aquele caralho socando minha vagina, até que Beto Negão iniciou movimentos mais fortes, eu já estava sem sentir tanta dor e com mais e mais tesão gritei que ia gozar novamente, ele ficou louco e gozamos juntos. Ficamos deitados, exaustos, e ele dizia que até os deuses estavam me aplaudindo, que eu era uma verdadeira divindade. Ficamos ali, juntinhos, curtindo aquele momento tão gostoso na cama.

Levantei e fui para a hidro, sentindo um leve fio de sangue escorrer pelas minhas pernas. Beto veio atrás, e logo estávamos brincando na água como se aquele fosse o nosso pequeno paraíso. Eu me sentia como uma mulher que acabara de ganhar o presente que tanto desejava. Até que ele se aproximou, juntou meus pés entre as mãos e começou a beijar e chupar meus dedos.

Logo, ele encaixou seu pênis entre meus pés e começou um vai e vem. Então senti o desejo crescendo nele. A brincadeira havia mudado. A água continuava tranquila, mas, entre nós, a tensão aumentava. Eu sabia o que ele queria, e ele sabia que eu também estava esperando.

Beto pediu que eu ficasse sentada na borda da hidro abrindo e levantando minhas pernas encaixando em seus ombros. Logo em seguida colocou sua boca na minha buceta, parecia que beijava uma boca nervosa, me agarrando forte, chupava, gemia, enfiava a língua na minha buceta.

— Quero que goze na minha boca, quero sugar todo seu mel, minha bandida gostosa.

Beto Negão ficou chupando, lambendo e enfiando o dedo até que explodi em Gozo. Ele ficou tão louco com meus gritos de prazer que me puxou e de frente meteu o caralho na minha buceta, fiquei totalmente preenchida pelo membro que penetrava em mim, lento e profundamente.

A penetração foi repentina e dolorida, mas, ao mesmo tempo que o sexo dele entrava uma excitação íntima me possui, e na mistura de prazer e de dor, o prazer predomina. Ele pediu para gozar na minha boca e eu deixei, Beto Negão então com um movimento rápido colocou seu pau na minha boca. Iniciei um movimento circular na cabeça do pau, logo ele gozou inundando com seu leite minha boca.

Ficamos abraçados até recuperar as forças, minha felicidade em não ser mais virgem estava estampado no meu rosto.

Saímos do Motel e voltamos para autoescola que por sinal já não havia mais ninguém. Fui para a toalete tomei um banho gostoso, pois estava sentindo suja com o sangue na calcinha.

Assim que retornei, totalmente pelada ele pegou um copo com agua e gelo e começou a sussurrar no meu ouvido que eu era à mulher mais gostosa que ele havia conhecido e que nunca iria esquecer esse meu corpão. Fiquei arrepiada com aquela voz rouca, virei pedindo que parasse de falar assim pois me deixava sem graça ele me agarrou e nos beijamos.

Em seguida, Beto Negão retirou todos os documentos da mesa e pediu que eu me deitasse de frente. Começou então a passar gelo nos bicos dos meus seios deixando durinho, depois sugava com aquela língua quente e grossa. Foi passando gelo no meu corpo inteiro e lambendo, estava queimada de sol e aquele gelo era tudo de bom, ainda mais acompanhado com aquela língua enorme. Foi descendo, abriu minhas pernas e enfiou o gelo na minha xota, eu gemia ele tirava o gelo e chupava me deixando louca.

Ficamos assim até eu não aguentar mais e pedir para Beto Negão meter o caralho na minha buceta quente que fazia o gelo derreter rapidamente tamanho o tesão que sentia. Mais que depressa ele enfiou seu caralho já com camisinha e, gozamos juntos.

Meu Deus, o que foi aquilo? Minha bucetinha não aguentava mais. Abri uma cerveja, enquanto ele ficou na água recuperando o fôlego e curtindo o momento. Beto Negão então admirou minha bunda bronzeada. Eu pensei: “Vai querer me enrabar por trás.” Até que ele perguntou:

— Você está com uma marquinha de sol que é uma covardia, pelo que senti, você nunca deu o cuzinho, né? Ou estou enganado?

Numa fração de segundos pensei comigo mesma, porque não deixar ele pensar que também era virgem no cuzinho. E falei:

— Não, claro que não. Nunca havia pensado nisso. Sempre ouvia minhas amigas dizerem que doía muito e que acabavam fazendo apenas para satisfazer os namorados. Também nunca havia surgido uma boa oportunidade.

Mas, eu estava mentindo para mim mesma: até então, minha única experiência de penetração tinha sido o sexo anal quando morava em Diamantina - MG, com minha primeira paixão.

Ele deu uma risada, me beijou a nuca e sussurrou no meu ouvido:

— Monique, vou enrabar esse cuzinho de um jeito que você jamais esquecerá, se machucar vai ser só um pouquinho pra você lembrar da carta de habilitação que vou te dar de presente.

— Sério??? Carta de habilitação? Aí sim! Arrasou! Eu quero.

Beto Negão então pediu que eu ficasse de quatro sobre a mesa, com os joelhos apoiados no tampo e o restante do corpo inclinado para a frente. Logo em seguida afastou minhas pernas separando minhas nádegas deixando o meu rabo exposto e me deu um beijo grego, começou a revezar a língua e o dedo no meu cuzinho encharcando de salivas. Beto passou um gel no pau e logo em seguida, colocou na entrada da minha grutinha enfiando devagar. Sentia seu pau rascando meu cuzinho. Nossa que dor! Gritava, chorava.

Foi quando senti que suas coxas já tocavam as minhas e que seu pau havia entrado por completo no meu rabo.

A dor logo foi transformando em prazer. Beto Negão começou a socar com mais força segurando minha cintura. Aproximei os dedos na minha vagina, o mais próximo que consegui e com o indicador acariciava meu clitóris. Senti minhas pernas tremerem e contraírem. Senti, também, algo quente dentro de mim. Percebi que tínhamos gozado ao mesmo tempo, sem aviso prévio.

Beto Negão gozou inundando meu cuzinho, seu esperma quente e grosso escorria sobre a minha pele. Me senti poderosa, Beto Negão depois de gozar me disse que tenho um rostinho de menina inocente mas na real sou uma cachorra no sexo.

Já estava quase amanhecendo. Beto Negão parou diante do espelho e ficou olhando os arranhões espalhados pelo corpo. Enquanto isso, eu tentava esconder com maquiagem os roxos causados pelos chupões que tinham ficado na minha pele.

— Eu te levo em casa.

— Não precisa, vou de Uber.

Beto Negão olhou para as marcas de unhas e mordidas espalhadas pelo seu corpo e deixou escapar um leve sorriso.

— Olha só o estrago que você fez em mim, Monique.

Respondi com a marra de sempre:

— Não reclama, foi você que pediu. Só não vai se apaixonar, hein? Porque aí vou querer fazer isso todo dia, e você não vai aguentar!

— Tá bom... Se cuida, perigosa. Estou de olho em você.

Peguei minha bolsa, conferi o celular e me despedi dele.

Ao entrar no Uber, respirei fundo, sentei quase de lado com a vagina e o cuzinho doloridos, olhando pela janela. A noite havia terminado, e eu me sentia realizada por ter perdido a virgindade com um homem experiente e alcançado meu objetivo: conseguir minha tão desejada habilitação com meu próprio esforço. Só depois percebi que havia deixado alguns pingos de sangue e secreção no banco. Assustada, disfarcei e saí.

Em casa exausta corri para o banheiro, tomei um banho e ao sair do banheiro tive que dar explicações para minha mãe, depois de ter falado que iria chegar antes da meia noite e cheguei as quatro horas da madrugada em casa.

Poxa mãe! Você fala de um jeito como se eu tivesse feito alguma coisa errada. Mãe eu não estava, eu simplesmente estava sentada, bebendo e conversando com um amigo, só isso!

Só deu tempo de dar um cochilo. Eu ainda estava me arrumando para o cursinho, com o corpo todo dolorido, quando minha mãe me chamou para conversar. Ela parecia não acreditar no que tinha ouvido. Sentei ao lado dela e, com o coração acelerado, contei a verdade: eu tinha perdido a virgindade.

Ela fez uma pausa, me olhou nos olhos e perguntou com suavidade:

— Foi com o seu consentimento?

Balancei a cabeça afirmando, e disse que sim.

Depois, quase num sussurro, ela quis saber:

— E você está feliz?

Dessa vez, sorri.

— Estou, mãe.

Ela me envolveu num abraço apertado, cheio de amor e compreensão, e com a voz embargada disse:

— Meu bebê... agora é uma mulher.

Beto Negão só apareceu uma semana depois. Na saída do cursinho preparatório para o vestibular, deparei-me com um comboio do BOPE voltando de uma operação em um morro próximo. Por alguns segundos, não consegui acreditar no que estava vendo. Então o reconheci.

Ele estava todo de preto, dentro do blindado, com o fuzil apontado para fora da janela. Quando nossos olhares se cruzaram, ele me encarou fixamente, como se todo o movimento ao redor tivesse desaparecido. Meu coração disparou. Confesso que gelei quando o vi descer e caminhar na minha direção. Antes que pudesse entender o que estava acontecendo, ele me lançou um sorriso e acenou.

Pouco depois, meu celular vibrou. Eram duas mensagens dele. Na primeira, dizia que estava na maior correria, mas morrendo de saudades, que não sabia mais viver sem minha companhia e que nossa noite juntos tinha sido incrível. Em seguida, veio a segunda, que me pegou completamente de surpresa: ele estava me pedindo em namoro. Disse que estava apaixonado e que pensava em mim vinte e quatro horas por dia.

Com um sorriso no rosto, gritei que sim. O pessoal do cursinho, principalmente minha melhor amiga, Patrícia, 19 anos, percebeu tudo e não parou de perguntar quem era o "Policial do BOPE" que havia acenado e sorrido para mim.

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Obrigado e, até a próxima!

NÃO DEIXEM DE LER O EPISÓDIO 4 :

🌼FEIJOADA, SAMBA E UMA PIROCA PRETA PRA INCENDIAR🔥

BEIJOS

💋

M😈h Lyndinha

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Foto de perfil de Môh LyndinhaMôh LyndinhaContos: 3Seguidores: 17Seguindo: 0Mensagem 💋Gosto dos olhares demorados, da curiosidade que desperto e daquela vontade de descobrir mais. Não preciso fazer muito para chamar atenção. Um olhar, um sorriso e meu jeitinho de falar costumam fazer o resto!

Comentários

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Gostei muito do conto. A narrativa é envolvente, a forma como os personagens e o desejo entre eles são construídos deixa a leitura muito envolvente.

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SUPER! SUPER BOM! GOSTEI DEMAIS. VOU TE SEGUIR POIS QUERO LER MAIS CONTOS TEUS, MAS TEM QUE SER COM ESSA MESMA INTENSIDADE. GRANDE BEIJO.

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Fico super feliz que tenha gostado!🔥O próximo vem com tudo! ❤️Obrigado pelo carinho e por me seguir! Grande beijo!💋

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Tô cogitando a ideia de pedir dinheiro emprestado com agiota, te arrombar toda, fuder sua buceta e seu cu e depois voltar e deixar ele me matar

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Seu conto me prendeu do começo ao fim. Fiquei curioso para saber quanto de você existe por trás dessas provocações... 😉 Já aguardo o próximo episódio!

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É a verdade da minha vida 😂 Vou tentar postar um episódio por mês, só pra manter a curiosidade! 😉

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No meu tempo de istrutor, aparecia umas mina perdida querendo dar umazinha pra conseguir 0800. kkkkkk

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A vida é dura pra quem tá sem grana... até a diversão vira parcelamento 😂

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Que conto gostoso!!! Nossa que tesão ler essa sua história hein!!!!

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Que bom que gostou! 🥰 Fico toda feliz sabendo que minha história te deixou assim... 😉❤️

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