- Responde, Diogo. O que cê tá fazendo no meu quarto uma hora dessa? – falei grosso e cobrei seriedade.
O quarto tava escuro, eram por volta de duas da manhã e eu perdi o sono ao escutar barulho na porta do armário. Quando abri os olhos, lá estava meu irmão cheirando a calcinha da nossa irmã e batendo um punhetão alucinado na pica imensa dele.
- Igor?! – ele levou um puta susto, arregalou os olhos e me encarou, surpreso por eu estar acordado.
A tensão entre nós foi tão grande que Diogo não soube o que responder, assim como eu também fiquei sem palavras por confirmar que meu irmão é dotado. Aliás, dotado não, o desgraçado é MEGA dotado. Dotadão, dotadaço, com rola pra dar, vender, emprestar e alugar. Pirocudo de carteirinha, o tipo de homem agraciado pela natureza masculina.
Mesmo no escuro, foi impossível não enxergar aquela penca pesada de caralho tortona pra baixo, com a cabeça despontando na ponta e o sacão carregado embaixo. O mais excitante nem foi o flagra em si, muito menos descobrir que ele sente tesão na nossa irmã, mas sim o fato do Diogo não ter escondido a jeba de volta no pijama após meu flagra.
Pelo contrário, o filho da puta seguiu com a bronha lentinha e não desviou a atenção dela pra me responder. Falou comigo deslizando o prepúcio melecado de babão, engraxando a glande e com o quadril envergado pra frente, parecia até um tarado.
- Isso que você tá cheirando é uma calcinha da Karine?
- Toma conta da tua vida, ô seu baitola. Tá achando que devo satisfação a viadinho? Se toca, porra.
- Você invade meu quarto na madrugada pra cheirar calcinha da Karine e eu que tenho que me tocar? Se toca você, cara. Se bem que... – olhei para aqueles 25cm de piroca e ri de ironia. – Pelo que eu tô vendo, você já tá se tocando.
- Num fode, Igor. Esse quarto nem é teu, quem falou?
- A Karine mudou pra São Paulo, babaca, esqueceu? Eu que tô dormindo aqui agora, a suíte é minha.
- Desde quando? – ele cresceu cheio de marra pra cima de mim.
- Desde o dia que ela passou na faculdade e meteu o pé de casa, Diogo. Agora sai do meu quarto, anda logo. Rala daqui. A menos que você queira que eu conte pro pai e pra mãe que cê tem tesão na nossa irmã.
- Conta lá, viadinho fofoqueiro. Conta e eu também falo pra eles quem tu é de verdade. Incubado. Fica de boca calada. – meu irmão saiu puto, bateu a porta e deixou a calcinha da Karine pra trás.
Sozinho no quarto, eu respirei fundo, senti um cheiro anestesiante de água sanitária e minhas narinas borbulharam, o que me impediu de pegar no sono. Fiquei inquieto na cama, não me aguentei e levantei pra entender o que havia acontecido, mas só quando acendi a luz foi que vi a calcinha da Karine encharcada de jatos de gala quente.
- Caralho...! – minha boca secou na mesma hora.
Sei que é cabuloso admitir que senti tesão no meu irmão, mas não vim aqui mentir: foi exatamente isso que aconteceu. Outra coisa que sei é que o Diogo, vulgo Diogro, sempre me tratou com grosseria e estupidez, mas não dá pra ignorar que ele é um morenão torneado e gostoso de 1,90m, com porte de jogador de basquete e piroca de mamute.
- “Será que foi do nosso pai que ele herdou essa rola imensa? Puta merda...” – não consegui pensar em outra coisa.
E a quantidade de esperma escarrado na calcinha, o que dizer? Surreal. Ela chegava a estar pesada e quente da porra do grandão, meus dedos pegaram fogo tocando na peça de roupa.
Não deu outra: só consegui pegar no sono depois de tocar aquela punheta gostosa sentindo a leitada salgada do meu irmão. Enrolei a calcinha da Karine no meu pau, lubrifiquei no esperma do safado e gozei com o cuzinho piscando, doido pra entrar na mangueira dele.
Conforme os dias passaram, eu achei que o Diogo fosse mudar um pouco o comportamento e me tratar com mais educação, especialmente por eu saber o que ele aprontou de madrugada no meu quarto. Mas não, o marrento continuou me tratando com a cavalice de sempre, sendo ogro dos pés à cabeça e me dando coice atrás de coice.
- Vem cá, quantas vezes vou ter que lembrar que a mãe não gosta quando cê chega suado e se joga no sofá? Vai tomar banho, cara. Voltou do basquete e nem trocou de roupa, porra. – reclamei com ele uma vez.
- Num fode, Igor. Tá tomando conta da minha vida agora, cuzão? Vai arranjar uma trolha pra engasgar e para de encher a porra do meu saco, filho da puta.
- Precisa ofender assim? Parece um jegue.
- Te mostrar o jegue. – o cretino apertou a giromba no calção e sacudiu o volumão pra eu ver.
Seu movimento fez o short subir e a bola esquerda vazar pela saída da perna, mas Diogo é tão sem noção que nem se importou. Ele continuou lá, largado no sofá, suado, com a saca de fora e as mãos atrás da cabeça, deixando o sovaco respirar.
- Anda, dá espaço. – bati na perna dele e pedi pra sentar na poltrona. – Sofá não é lugar de dormir, se ajeita.
- Vai começar, Igor? Senta no outro, porra.
- Quero sentar aqui.
- Caralho, que viado chato da porra. Tomar no cu... – ele levantou as pernas só pra eu sentar e logo em seguida jogou os pés no meu colo. – Aproveita e dá uma massagem aí. Tô morto do basquete, mereço.
- Ah, pronto. Era só o que faltava, Diogo. Tenho cara de massagista agora?
- Não, tem cara de empregadinha que faz tudo que o irmão mais velho manda. Bora logo, vou ter que repetir? Obedece, baitola. Tira meu tênis, anda.
Ele nem precisou insistir, eu mesmo já tava doido pra sentir a quentura daqueles pezões graúdos nas minhas mãos. Mas ver meu irmão cheio de marra pedindo pra ganhar massagem foi uma necessidade minha, por isso me fiz de difícil e resisti no começo.
- Sério que cê vai me obrigar a massagear esses pés suados? Tá mó chulezão podre.
- Cala boca e tira meu tênis, Igor. Segunda vez que eu mando, não vai ter terceira.
- Aaah, tá bom... Tá bom, eu faço. – cuzinho até piscou.
- Claro que faz, é uma ordem. Tira as meias também.
Obedeci, fiz tudo que ele mandou e o cheirão que desprendeu de dentro dos tênis me deixou torto no sofá. E pra disfarçar meu pau ficando duro na fedentina do meu irmão, como faz? Tive que me contorcer sentado, ainda mais com os pezões em cima do meu colo.
Três coisas me acertaram ao mesmo tempo: primeiro, o cheiro forte impregnado nas solas do Diogo dando nocaute no meu cerebelo; segundo, a visão da saca gorda e pesada dele vazando na saída da perna do calção; por fim, suas axilas peludas calibradas de suor continuaram expostas na minha direção, a ponto de eu quase mergulhar de cara nelas.
- Já tá bom? Não tô aguentando mais esse cheiro de futum. – menti.
- Futum tá tua cara, seu bicha. Futum é esse teu cu. Massageia essa porra se tu não quer que eu conte pros coroas da tua faminha.
- Faminha? Qual faminha? – a curiosidade foi no teto.
- O irmão de um parceiro meu estudou contigo no ensino médio. Ele lembra qual era teu apelido, Igor. Aspirador de pica, né? Limpava a piroca suja dos moleques depois do futebol e agora tá fingindo que sente nojo do meu chulé. Tinha que ser viado mesmo... Hehehehe.
O que eu senti nesse momento foi uma mistura esquisita de raiva com tesão. Os pés, o saco e os sovacos do Diogo continuaram marinando meu nariz e efervescendo meu cérebro, mas um lado meu não gostou do jeito petulante e do tom de ameaça que ele usou pra falar comigo. Beirou a chantagem, sabe?
- Diogo, você é engraçado. Quando eu falo dos teus amigos do basquete é o fim do mundo, cê quer briga na hora. Mas aí eles falam de mim e você não faz nada, não me defende.
- Defender uma bichona? Hehehehe. Tu fala como se fosse mentira.
- Ah, chega. Cansei de você, sai. – tirei os pés dele do meu colo, me retirei do sofá e fui pro quarto ficar sozinho.
Porque é sozinho que meus pensamentos ganham força e eu elaboro a vingança.
- “Diogro... Você me paga. Depois da Karine, cê é o próximo na lista. Sua hora vai chegar, não adianta me ameaçar.” – pensei.
Pra me vingar do meu irmão, eu precisei prestar atenção na rotina dele e ficar ligado nos dias e horários que ele ia pro basquete com os amigos. Escutei conversas atrás da porta do quarto e foi assim que descobri o motivo do Diogo não gostar que eu chegasse perto dos amigos dele... Na verdade, não apenas eu: ele também odiava que minhas irmãs se aproximassem dos colegas do basquete.
Na época que a Karine ainda morava com a gente, meu irmão ficava puto quando ela dava uma de enxerida e ia no quarto conversar com os rapazes. Já Giovana, a mais velha, nunca foi de dar confiança pra eles, mas até ela virava alvo das encaradas do Diogo nas vezes que parava pra cumprimentar Edu e Marcão na sala.
Teve uma noite de sexta que eles chegaram animados do basquete, pediram pizzas, cervejas, e se mandaram pro quarto do meu irmão pra comemorar a vitória. Nossos pais não estavam em casa, eu parei atrás da porta pra ouvir o papo e a primeira coisa que escutei foi a gargalhada, seguida do cheiro de maconha.
- Pena que tua irmã mudou, Diogro. Ainda sou galudo pra fazer uma espanhola naqueles peitão dela. – Eduardo falou alto e bem safado.
- Papo reto, paizão. Karine mó peituda do caralho, puxou tua coroa. Heheheh. – Marco Antônio também se empolgou.
- As duas são peitudas, Karine e minha coroa. – Diogo riu.
- Tu não sente vontade de comer tua mãe não, Diogo? Foi mal perguntar. Acho ela mó gostosa. Comeria de boa, só pra fazer teu pai de corno. EUHEUHEH! – o sem vergonha do Edu voltou a dizer.
- Minha coroa não, mas a Karine... Aquela lá, até eu sou maluco pra botar pra mamar. Foda é que nunca tive coragem de chegar nela, e agora ela foi pra SP. – meu irmão admitiu o que eu já sabia.
- Por que não tem coragem?
- Porque ela é minha irmã, porra. Tá maluco? Bagulho é só fetiche, Eduardo.
- Fetiche é o caralho, mano. Já sentiu o cheiro de buça que tuas irmã deixam no sofá? Minha piroca sobe toda vez que eu vou na sala. É teste de resistência, Diogro.
- Pior que já senti. Eu entendo, rola comigo também. Deito naquela porra e a pica cresce na hora, é mais forte que eu. Mesmo elas sendo minhas irmã, o bagulho é físico, tá ligado?
- Podes crer. – o outro concordou.
- Bota físico nisso. – Marcão também opinou.
Passei mais de dez minutos ouvindo a conversa deles, curioso e intrigado com a descoberta que fiz. Pra resumir, a razão do Diogo detestar misturar amigos e família no mesmo ambiente é que ele dá liberdade pra esses putos falarem da gente do jeito que bem entenderem. Já pensou misturar todo mundo na mesma sala, a merda que daria?
Na minha posição, eu deveria ter ficado puto com a forma vulgar e fútil com que o Eduardo falou das minhas irmãs e da minha mãe, como se elas fossem cachorras. O foda é que só de imaginar o garotão beliscando a rola por cima do calção suado enquanto falava baixarias, eu já desisti de confrontá-lo.
De todos os amigos do Diogo, Edu com certeza é o mais safado e putão. Ele tem 21 anos, é um pouco mais alto que eu, pretinho e magrinho, com tanquinho. Sabe aquele cara magrelo que nunca precisou malhar pra ser definido? É ele. Nariz largo, maludo toda vida, sorrisinho maldoso e o cabelo crespo cortado num black power curto, que ele puxa pra trás com um arco.
Além de jogador de basquete, ele é soldado no Exército, treina kickboxing e é buceteiro raiz, daqueles que comem até as primas se deixar. Eduardo é o vulgo “Dudu da 12” pras piranhas do bairro, Edu pros amigos mais chegados e Du pros parentes e familiares, mas eu o conheço como “o amigo magrelo e roludo do meu irmão”.
- Falo da Karine, mas minha tara mesmo é comer o cu da tua irmã mais velha. Giovana tem mó rabão. – Edu voltou a dizer.
- Passista de escola de samba, paizão. Ela parece uma cavala mesmo. Já viu ela de biquini? Coxuda pra caralho. – Diogo incentivou o papo sem vergonha.
- Já vi, eu curto as foto dela no Insta. O foda de comer ela é que teu coroa ficaria com ciúme. Ele é doido pra juntar ela com aquele amigo dele, não é?
- É, aquele otário do Oscar. Não sei quem é pior, ele ou o corno do meu pai. Dois comédias. – a fala revoltada do meu irmão me deixou chocado na porta do quarto.
- Caô que teu pai é corno? – Marcão ficou curioso.
- Nah, mano, deixa quieto...
Por um segundo, me perguntei se Diogo sabia da mesma informação que eu. Lembrei de quando peguei mensagens suspeitas no celular da minha mãe e fiquei com a impressão de que ele teve motivos concretos pra chamar nosso pai de corno com tanta convicção na frente dos amigos.
- “Será que ele também viu as mensagens no telefone da mamãe?” – pensei. – “Outra coisa, qual é o problema dele com o Oscar? Ele não se dar com o próprio padrinho é novidade pra mim... Diogo é esquisito.”
Quando achei que não dava pra piorar, Eduardo abriu a boca e resolveu esculachar.
- Agora, cá entre nós. E teu irmão, Diogro?
- O que é que tem o viado do Igor?
- Ele é viadinho mesmo? Tá confirmado, mano?
- Pra que tu quer saber, Edu?
- Ué, tu ainda pergunta? É claro que eu quero gozar na cara dele, porra. UHEUEHE! O que mais seria? – como sempre, Eduardo pegou pesado na chacota.
- Qual foi, moleque? Vai com calma no bagulho. Tá passando fome? UHEUHE! – até o Marco Antônio se meteu nessa hora.
- Ah, sai fora. Viado é pra essas coisas. Vai dizer que tu nunca botou ele pra dar uma mamada, meu parceiro?
- Tá me estranhando? Igor é meu irmão, Edu. Eu sou hétero, não viaja.
- E daí, Diogro? Karine também é tua irmã e tu vive leitando as calcinha dela. Tem desculpinha não. Mamada é mamada.
- Para de falar merda. Acho que tu já tá no grau da cerva, só pode. – meu irmão tentou desviar o foco da conversa.
- Tô falando merda não, é a verdade. Tu dá a sorte grande de ter um irmão viado e não aproveita as oportunidades, caralho. Tá vivendo errado, brother.
- O que tu quer que eu faça, Eduardo?
- Se eu tivesse um irmão bicha que nem o teu, cuzinho dele não ia ter paz. UHEHEUH!
- A garganta também não. EUHEUHE! – Marcão acompanhou Edu na zoação e eles riram de mim.
Mal sabiam que, enquanto me zoavam às escondidas, meu cuzinho piscava no corredor. Escutar as devassidões e putarias do Edu já tinham me deixado eufórico atrás da porta, até que veio a reação do Marco Antônio pra acompanhar e, pronto, o corpo pegou fogo.
Fisicamente falando, Marcão é o extremo oposto do Edu. 25 anos, branco, fortão e peludaço, cheio de pelos no peitoral malhado, nas pernas largas e nos pés enormes.
Ele é recheado e musculoso, com bíceps e tríceps bem marcados, abdômen duro e o peito aberto. Assim como as pernas hiper peludas, suas axilas também são florestas e eu gosto de sentar perto só pra sentir a brisa quente quando ele levanta os braços, especialmente suadão depois do basquete.
Marcão é mais tímido que o Eduardo, costuma ser mais retraído e na dele, mas não teve timidez certa na hora de abrir a boca e zoar que minha garganta não teria paz se a gente fosse irmão. E olha que ele tinha namorada, tá? Imagina se não tivesse...
- Se só pudesse escolher um, Edu, macetaria a boca ou o cuzinho do Igor? – ele perguntou.
- Me amarro em bola gato, mano, mas não é todo dia que nós come cu. E cu de viado, ainda. Deve dar pra caralho, esse tchola. – Eduardo foi franco até demais.
- Iria de cuzão, então?
- Iria. E tu, meu parceiro?
- Meu bagulho é garganta. Tenho uns primo que dizem que viado mama pra caralho. Sempre tive vontade de experimentar, mas como, acho mó explanado.
- Tô ligado. Já temo o alvo certo, bora zonear o irmão do Diogro. Hehehehe.
- Essa zoação de vocês tá indo longe demais, não acha não? – meu irmão falou sem paciência com os amigos. – Dois vacilão, vocês. Agora dá pra calar a boca e prestar atenção no jogo?
- Coé, cria, fica bolado não. Só vamo machucar teu irmão se ele pedir. Hehehehe.
- É zoação, Diogro, releva. Hehehehe... Já volto, preciso dar um mijão. – um deles se preparou pra sair do quarto e eu fugi do corredor.
Corri pro meu quarto, deitei de bruços na cama, fingi que tava mexendo no celular e deixei a porta estrategicamente aberta. Não deu outra: Eduardo passou pra ir no banheiro, me viu deitado naquela posição e parou, como se fosse falar comigo. Só que ele não disse nada, apenas me olhou e resolveu entrar.
- Qual foi, Igor? Por que não vem tomar uma com a gente?
- Você sabe. Meu irmão não curte. Melhor eu na minha e ele na dele, a gente não se mistura.
- Vacilo... – ele apertou a pica no calção suado do basquete, manjou meu rabo pro alto e me encarou, sem medo.
- E você? Apertado pra ir no banheiro?
- Como tu sabe?
- Cê não para de apertar a linguiça desde que entrou no meu quarto. Hahaha.
- É, tô apertadão mesmo. – Edu tirou a mão do cacete, mas o volume permaneceu protuberante e visível a olho nu no contorno do short.
Tão logo parou de se patolar, o sacana olhou pro meu rabo de novo e não se controlou, teve que dar aquela afofada insistente com os dedos na cobra. A pegada foi tão tensa que eu olhei na cara dura e ele chegou a ficar sem graça, mas o impulso de manjar foi mais forte que eu.
- Que isso, Edu? Tá com coceira?
- Pior que tô. Quer dar uma coçada pra mim não? Hehehe. – ele falou zoando e achou que eu ia levar na brincadeira, mas eu não levei.
- Claro. – enchi a mão na piroca por cima do short e peguei desde baixo do sacão até o talo.
- Qual foi, moleque? – o safado caiu na risada e recuou, tirou a mala da minha mão na mesma hora.
- Ué, você não perguntou se eu queria coçar?
- Tu é bicha, Igor? UEHUEHE!
- Deixa de ser sonso, Edu. Até parece que você não sabe... Eu tô por dentro desses papos que vocês têm no quarto.
- Ah, tá? Então por que não brota pra tomar um gelo? Tem essa do teu irmão não gostar não, eu que tô convidando.
- Sei não... Prefiro ficar na minha. Agora vai lá tirar água do joelho e me deixa aqui quieto, valeu? Não quero problema com o Diogo.
- De boa. Tamo junto... – ele saiu, parou na porta e fez cara de vira-lata sem dono, aí deu uma última pegada na pica antes de partir.
Fiquei ali sozinho pesando e juro que me esforcei pra continuar na minha, mas o estrago já tava feito e não consegui simplesmente apagar a imagem do Eduardo se patolando da minha mente. Toda vez que eu fechava os olhos, via o molecão mascando a piroca e me olhando, me provocando, me chamando sem dizer...
Quando dei por mim, o instinto da putaria venceu e eu já tava recebendo uma rodada de Zé Delivery no portão. Comprei cerveja gelada, bati na porta do quarto do meu irmão e quem abriu foi o safado do Eduardo, como se já soubesse que eu ia aparecer.
- Tá fazendo o quê aqui, cuzão? – Diogo me olhou torto e não quis deixar eu entrar, mas viu as cervejas que comprei, hesitou e eu aproveitei pra passar.
- Tô fazendo nada lá na sala e sei que vocês tão bebendo aqui. Comprei mais cerva e quero jogar XBOX também, vão fugir? – desafiei.
- Igor...
- Custa nada, Diogo. Posso?
- Claro que pode, mano. Teu irmão não libera, mas a gente manda nessa porra. – Edu passou o braço no meu ombro e me puxou pra dentro.
- Papo reto, Igor. Fica aí que nós te amassa no Mortal Kombat, depois tu mete o pé. Bora beber, tem cerveja pra caralho. – Marcão também ficou do meu lado, pro desgosto do Diogo.
Apesar de ranzinza e de ter hesitado no início, meu irmão acabou liberando minha permanência e eu entrei no quarto preparado pra jogar Mortal Kombat com eles.
Sendo bem sincero, pensei que ele fosse estranhar a atitude do Edu e do Marco Antônio de me acolherem ali, mas no fim das contas Diogo levou a baixaria deles na zoação e não achou que os amigos estavam falando sério quando disseram que iam me pegar, por isso deixou eu ficar.
Abri umas cervejas, enchi o copo de geral e sentei no tapete do quarto pra ver Diogo e Marcão disputarem no jogo, cada um no seu controle. Eles tavam sentados mais à frente, perto da TV, enquanto eu e Eduardo ficamos atrás, e isso me deu ângulo pra ver tudo ao mesmo tempo, desde as coçadas que meu irmão dava na virilha até as solas brancas e rústicas dos pezões do Marco Antônio, passando pela mala imensa do Edu.
- Tá olhando o quê? – o magrelo falou baixinho, depois de ficar em pé do meu lado e esbarrar o dedão na minha mão no chão.
- Tô vendo você. Não posso mais olhar?
- Olha, ué. Cara de quem tá querendo perguntar alguma coisa. – Eduardo sacou a mão lá embaixo no saco, beliscou e apalpou o malote pra eu ver.
Como ele tava de pé, o cheiro quente da virilha veio na minha cara. Cheguei a lamber os beiços, no impulso. A tensão foi tão escrota que dessa vez fui eu que esbarrei a mão no pezão dele no chão.
- Quer saber o que eu tô olhando? Te conto. Tô vendo você com essa mão nervosa aí. Não para quieta, toda hora pega na rola. – respondi o mais baixo que pude, pro Diogo e o Marco Antônio não ouvirem.
Eles continuaram disputando no jogo e se cotovelando na nossa frente, Eduardo olhou pra baixo, me encarou nos olhos e deu aquela apertada suprema no cacete. Foi papo de ele ficar quase um minuto inteiro mascando a piroca com a mão, se bolinando e ajeitando ela no calção suado.
- Te falei que tô com coceira. Voltei do basquete suadaço, os pentelhos enrolando na cueca.
- Quer ajuda? – zoei.
- Quero mesmo, cuzão. Coça? – o filho da puta não zoou, ele falou bem sério.
Disfarcei, olhei pra frente e fingi que tava prestando atenção no jogo. Minha mão direita, que até então tava no dedão do pé do Edu, subiu na canela dele e o sem vergonha deixou, não me impediu. Ele fez que nem eu, cruzou os braços e focou na partida de Mortal Kombat dos amigos, não olhou pra mim e eu também não olhei pra ele.
Foi um movimento clandestino e que aconteceu na surdina, ninguém viu. Nem nós vimos, apenas sentimos. Meus dedos avançaram, entraram na saída da perna do calção folgado e eu fiquei de pau duraço quando senti a pele suada do colega do meu irmão.
Meu indicador tocou no volume do saco do Eduardo na cueca, o coração veio na boca e esperei ele cair na risada, mas o filho da puta continuou sério, não recuou como fez no meu quarto. Ele deixou eu tocar nas bolas e eu aproveitei pra coçar seu saco na boxer suada.
- “Que cheiro gostoso da porra!” – meu cérebro disparou.
Quanto mais eu mexi e explorei os bagos do garotão, mais o perfume pós basquete aflorou e entupiu minhas narinas de testosterona. Até que ele me olhou de cara amarrada, pôs a mão na minha e eu pensei que tinha acabado a diversão, mas em vez de me afastar, o Edu apertou meus dedos no salame e me fez patolar a piroca inteira, ainda pulsou na minha mão.
O que rolou entre nós nessa noite no quarto do Diogo foi uma das putarias mais safadas que já aprontei na vida. Nós não trocamos uma palavra, não combinamos nada e não recuamos em nenhum instante, foi tudo natural e instintivo.
Sabe dois cachorros que se encontram na rua e um monta no outro pra cruzar? Foi mais ou menos assim comigo e com o Eduardo.
- Vai, Diogro, esculacha! Emenda o combo, emenda o combo! – botei lenha no jogo do meu irmão e deitei devagarinho de bruços no chão.
Ainda empinei o rabão pra cima, bem do jeito que fiz quando o Edu apareceu no meu quarto mais cedo. Ele, maldoso de carteirinha, viu que os outros dois estavam concentrados na partida e deitou em cima de mim na posição da flexão, com os braços esticados e o corpo reto na diagonal.
- Sapeca o Marcão, Diogro! Sapeca, espanca ele. – o puto me imitou e fingiu que tava incentivando o jogo.
- Tô tentando, mas o moleque é apelão demais. Fica nesse combo fudido, porra! – Diogo reclamou e seguiu cotovelando Marco Antônio.
- Sai fora, cuzão, peida não. Tá com medo? Quero ganhar. Heheheh. – Marcão também esbarrou no meu irmão e eles rivalizaram.
Enquanto os dois se divertiam, Eduardo desceu meu short, abaixou o calção dele e esfregou a pica grossa na minha bunda, pele na pele. Não achei que a gente fosse meter ali na frente dos outros, mas ele largou o peso do corpo sobre o meu, desceu rola no meu cu e teve que pôr a mão na minha boca pra me impedir de gemer alto.
A adrenalina foi instantânea, minha pele arrepiou de imediato no domínio do Edu. Uma mão dele tapou minha boca, a outra puxou meu cabelo e eu fui penetrado de bruços, sem a gente tirar uma peça de roupa sequer. A putaria aconteceu tão repentinamente que eu nem cheguei a mamar, tampouco vi o caralho, só senti me abrir no meio.
- Aplica, paizão! Destrói o Diogro, sapeca ele. Mmm... – ele torceu pro Marcão, mas gemendo e suspirando baixinho no meu cangote.
- Vou destruir esse puto! – Marco empolgou no jogo.
- Amassa, tem que amassar. Ss...
Se meu irmão ou o amigo virassem pra trás só por um segundo, eles veriam Eduardo montado nas minhas costas, deitado no meu lombo e rebolando gostoso atrás de mim, dando socadinhas curtas e bem esticadas. Ele tava de boca aberta e revirava os olhos, a caceta partindo meu cu em dois e as bolas batendo na minha bunda a cada empurrada.
- Espanca esse filho da puta, Marcão, come o cu dele! Hmm...
- Esse otário vai comer na minha mão!
- Tu que vai, Marcão, tá fudido! – Diogo ficou de pé e deu um susto na gente, mas permaneceu preso à jogatina.
Nossos olhos grudados na tela da TV, o Mortal Kombat comendo solto e a porradaria explodindo na surdina. Enquanto Marco Antônio amassava meu irmão no soco, Edu amassou meu cu no chão do quarto e espancou minhas pregas até elas esfolarem. Não fosse o peso dos outros, ele teria deslocado o tapete de lugar com suas carcadas cavalosas.
- Soca, Marcão! Soca ele, alivia não! Ff... – Eduardo me imprensou com força, segurou minha cintura e achei que ele fosse gozar nessa hora.
- Tô tentando, porra, num tá vendo!? Tu tá me deixando nervoso, Eduardo. – o fortão reclamou.
- Mais forte, caralho, senão ele defende! Ss...
- Diogro é forte, mano, não adianta partir pra cima.
Eles discutindo e eu tomando firme no cu, aguentando ferroadas prepotentes sem poder gemer. Meu irmão e o amigo dele na nossa frente, o outro amigo caralhudo trepado atrás de mim e uma vara cabeçuda de 19cm me revirando por dentro.
Edu cavou cada vez mais fundo, pegou velocidade e logo estava cavalgando acelerado na minha garupa, com a mão ainda na minha boca e o caralho aplicando rebotes intrusivos. Ele passou a mão no meu peito pra me puxar, apertou meu mamilo e mais uma vez me trouxe pra trás, na gana de estocar acelerado.
- Manda o especial, Marcão! O especial! FF... – se empolgou.
- TOMA, CUZÃO! – Marco Antônio mandou a sequência perfeita no controle, o personagem dele carregou o especial e a tela da TV ficou branca.
- É AGORA, PORRA! SSS... – dito e feito, foi a hora.
Eduardo também acertou a sequência exata pra desbloquear meu cuzinho, investiu pesado na minha próstata e eu entendi que eram os minutos finais da nossa foda secreta.
Toda vez que a piroca batia no fundo do meu rabo, ele dava um tranco pra cima de mim e meio que me jogava pra frente. Ao sair, o puto me puxava de volta e me derrubava de bruços de novo, sempre galopando e fazendo minhas preguinhas de buceta.
Uma trepada que não durou muito, mas que foi gostosa o suficiente pra me deixar de cu ardido e rabo pegando fogo no poderio do Edu. Até que o travessão inchou, ele parou atrás da minha orelha, soltou o gemidinho sacana e encheu meu cuzinho de leite no mesmo tempo que Diogo defendeu o especial e finalizou Marco Antônio na porrada.
- FALEI, SEU OTÁRIO! RESPEITA O PAI, CARALHO! TU É MEU PATO, TU! EUHEUH! – meu irmão começou a pular e a bater no peito, eufórico pela vitória.
- Aaaah, vai te fuder... – Marcão não acreditou no resultado e jogou o controle na cama.
- OOORSS... Que vacilo, moleque... Perdeu... – Eduardo fez o depósito no meu cuzinho, subiu meu short e ficou de pé bem rápido, pros outros dois não verem o que tinha acabado de acontecer.
Diogo pegou a garrafa de cerveja pra encher o copo, Marcão virou pra trás e deu de cara com Edu terminando de ajeitar a pica no calção úmido. Ele viu também o suor escorrendo no peitoral do colega, constatou a respiração ofegante e em seguida me olhou no chão.
- Bora, Eduardo, tu é o próximo. Prepara pra ser moído na porrada. – meu irmão falou.
- Bora. – Edu sentou no chão, se uniu a ele e os dois mergulharam no Mortal Kombat, esqueceram de mim e do Marco Antônio.
Com o rabo borbulhando de leite, pau envergado e mamilos durinhos, eu levantei do chão, peguei meu copo e fui na cozinha preparar alguma coisa pra beliscar, porque beber de estômago vazio me deixou no brilho rápido. Acabei me distraindo no fogão e devo ter ficado sozinho por uns quatro, cinco minutos, que foi o tempo até Marcão aparecer no corredor.
- Opa. Cê tá aí? Nem te vi chegar. – falei.
- É, pô. Brotei de mansinho pra tu não ver. Heheheh.
- Por quê?
- Vim conferir se o papo do Edu é verdade.
- Papo? Que papo? – me fiz de inocente.
- Corta essa, Igor. Tu tá ligado o que eu vim fazer na cozinha.
- Tô não. Você vai ter que ser mais específico. Sem enrolação, direto ao ponto. – eu quis ouvir da boca dele.
- Tu sabe... Às vezes eu passo e tu fica olhando. Perdeu o olho em mim? – o brutamontes afofou o caralho no calção e não escondeu o volume crescendo.
- Ah, é que você é todo peludo. Acho maneiro homem que não tira os pelos. É raro hoje em dia. – olhei diretamente pro peitoral dele.
- Tu gosta?
- Pra caralho.
- Então se liga. – o filho da puta tirou a blusa do basquete e mostrou o peito musculoso peludão, tomado por pelos de cima a baixo.
Seu abdômen igualmente peludo, o ventre idem, a entrada pra cintura também e o púbis finalizando o combo exagerado de pelos. Pra completar, ele flexionou os muques e me deixou frente a frente com as sovacadas que eu tanto amo. Quase enfiei a cara nelas, mas me contive.
- Curte ser peludão, Marco Antônio?
- No início, não curtia não. Pelo fica enrolando na cueca, aí prefiro nem usar. Heheheh. Mas com o tempo desisti de raspar. Cansa, tá ligado? Todo dia ter que passar gilete é brabo, não tenho paciência.
- Saquei. Acho foda demais peludão.
- Minha mina detesta. Ela tem nojo de pelo, só tiro quando ela manda.
- Ah, é? Poxa, que pena pra ela... Não sabe o que tá perdendo.
- Tu acredita que ela nem me chupa quando eu tô peludo, Igor?
- Mentira?! Porra, que crime! Pecado, Marcão. Então, pelo visto, você já deve tá algum tempo sem ser mamado, não? – a curiosidade me pegou.
- É foda...
- Mas vem cá... Cê também é peludão aí no brinquedo?
- Quer descobrir? – o filho da mãe pegou minha mão e levou dentro do short, pra eu sentir de perto o quão peludo ele tava.
Mal toquei no talo grosso do cacete e meu cuzinho piscou. Eu sem querer cuspi um pouco do leite do Eduardo pernas abaixo e Marcão viu.
- Edu te pegou mesmo, viado. Caralho...
- Pegou de jeito. E você, quer também?
- Pô, tô a finzão de uma mamada tua. Tá ligado que não é de hoje que eu te olho, né? Só faltava coragem.
- Entendi. Aí esperou o Eduardo me pegar, confirmou que eu sou putinha e veio pedir boquete na cara de pau, foi isso? Tô sacando qual é a sua. De bobo, você só tem a cara mesmo. Amigo oportunista...
- É? E tá esperando o que pra ajoelhar e começar a chupar, hein? – seu jeito sorrateiro de falar botou meu cu pra latir mais uma vez.
Pra ser honesto, minha vontade mesmo era virar de quatro no chão da cozinha e empinar o traseiro pro fortão montar que nem touro, mas ver ele com cara de tarado implorando pela minha garganta mexeu demais comigo.
Resultado: ajoelhei atrás do balcão, arriei o short suado que o Marco Antônio vestiu pro basquete e nem quis perder tempo admirando a pica dele, só meti a boca e calibrei a goela nela.
- OOORSS! Isso aí, moleque, é disso que eu preciso. Bocão quente. Chama na fome, vai? Linguinha macia.
Ele já veio abrindo a mão graúda de jogador de basquete atrás da minha cabeça pra ditar o ritmo do sexo oral, e foi questão de segundos pra começar a fuder minha boca, parecido com o que o Edu fez no meu cu minutos atrás.
Marcão chegou a ficar na ponta dos pés pra trucidar minha garganta, e o melhor de tudo é que eu pude explorar o corpo musculoso e peludo dele enquanto ele me botava pra chorar engasgado.
- Que viado experiente, ó! SSSS! Tá engolindo tudo, moleque é brabo.
- GLAGH, GLAGH, GLAGH... – meu gargarejo só foi abafado pelo barulho da frigideira no fogão.
- ISSO! FFFF! Representa, vai? Continua, para agora não. – ele tirou a caceta de mim, deu com ela na minha cara e esfregou as bolotas gordas na minha língua, pra eu sentir o gosto amargo do suor pós jogo.
Existe cheiro melhor que virilha de macho depois de uma partida de basquete? Deve ter, mas eu desconheço. Meu nariz enterrou com tudo na raiz da pentelhada, minha faringe pegou fogo encaixada na cabeça da piroca e eu sustentei cada latejada sem reclamar, só derramando lágrimas e engasgando.
- AAARGH! CARALHO! Mmmm... – os dedos do pé do Marcão se contorceram no chinelo e os pelos das pernas arrepiaram, ele entrou em êxtase.
Até a maneira bruta como esse safado atravessou os dedos no meu cabelo pra me comandar foi de fuder. Meu cuzinho morreu de inveja do trato que ele deu na minha goela, acho que não há outra forma de dizer.
- Engole minha pica e aperta meu saco, isso. Quero sair daqui relaxado. SSSS!
- E se alguém aparecer?
- Tem ninguém não, teu irmão tá no quarto. Bora, engole essa rola que eu quero ver. Faz ela sumir na tua garganta, moleque.
- Como? Assim? – fui até o talo e Marcão surtou de prazer.
Minha mão esquerda viajou nos pés peludos e na panturrilha larga, a direita segurou firme nas bolas e eu paguei boquete dando aquele trato gostoso nelas, espanando bem a língua no vai e vem da piroca.
- Posso? Não resisto. – tirei um meião dele, enfiei no nariz e voltei a dar gargarejadas profundas, cheirando chulezada e entalando na marreta simultaneamente.
Foram os cinco minutos mais arriscados e alucinantes que passei na cozinha, porque o Diogo daria de cara com a gente se saísse do quarto de repente. Já imaginou? Mas também foi essa adrenalina marginal que me deixou à mercê do Marco Antônio. O que ele quisesse fazer comigo ali, eu toparia sem hesitar.
- Fica com a cabeça parada e deixa eu fuder, tira a mão. – ele mandou. – IIISSOO! AAARFF! Aí sim, aguenta! SSSS!
Às vezes o macho empolgava no ritmo acelerado das cabeçadas, jogava o quadril inteiro na minha cara e eu morria de prazer respirando os feromônios diretamente dos pentelhos. O saco dele fez meu queixo de airbag, deixou minha mandíbula dormente e com bafo de pica suada, do jeito que eu gosto.
- Bocão macio! Apertadinho, bom de fuder! GRRRR!
Foda é que Marcão só quis mamada e não topou me comer, preferiu amarrotar minha goela até encher de leite. Pelo menos fez do meu jeito preferido: segurou minha cabeça, travou minha nuca com a pica enterrada na garganta e jorrou lá no fundo, nem deixou a porra passar na minha língua. Detalhe, sem avisar. Só me prendeu e gozou.
- AAARFFF! NA MORAL, MOLEQUE!
- Hahahaha. Tô aprovado? Agora você sabe que viado não é bagunça, tá vendo? – zoei.
- Ainda tô gozando, sem caô. SSSS! – ele mordeu o beiço, suspirou e continuou ejaculando.
- Parece que tá mijando porra, ó. Que delícia.
- Engole tudo, deixa pingar no chão não. Se pingar, vai ter que lamber. Olha a sujeira. – Marco Antônio deixou pingar leite no pezão sem meia e eu abaixei com todo prazer pra limpar.
Ele viu minha dedicação, abriu um sorrisão sincero de satisfação e só soltou minha nuca depois que o caralho murchou quase que completamente na minha boca. Posso dizer que eu literalmente amansei o bichão no calor das minhas amídalas, e a prova disso foi minha garganta lotada de catarro de porra extraída direto da fonte.
- Porra, esculachou. Me fez suar, ó. Hehehe.
- Adoro. – levantei e lambi o suor escorrendo no abdômen dele.
- Curte mesmo, né?
- Demais. Teu suor é que nem suco pra mim. Se deixar, fico aqui cheirando e lambendo. Tem mais? – levantei seu braço fortão, caí cheirando as axilas peludas e matei toda a sede que eu tinha de farejar o amigo do meu irmão.
Ele forneceu esperma e suor, cuspiu na minha boca e ainda me deu mijão no fim da putaria na cozinha. Quando terminamos, as paredes estavam suadas junto com a gente, eu de beiços inchados e narinas entupidas, enquanto Marcão vestiu a blusa e tentou controlar a respiração ofegante.
Terminei os petiscos na frigideira, desliguei o fogo e levei pro quarto pra comer com meu irmão e Eduardo. Assim que entrei, os dois me olharam e perguntaram pelo Marco Antônio. Eu, como sempre, banquei o sonso.
- Ué, ele não tava aqui com vocês? Tô na cozinha tem um tempo e nem sinal dele. – menti.
- Deve tá dando um cagão, só pode. – Diogo riu e comemorou a segunda vitória consecutiva, agora em cima do Edu.
- Cadê, é minha vez? – deixei o prato na mesinha, peguei o copo de cerveja e sentei do lado do meu irmão pronto pra esculachar no jogo.
- Tenta a sorte, cuzão. – ele me desafiou.
Começamos a competir e eu tirei de letra, mas teve umas horas que o Eduardo ficou me olhando de rabo de olho e eu quase me desconcentrei nos combos. Esse puto aproveitou que Diogo tava preso no Mortal Kombat, chegou atrás de mim e sarrou a pica na minha bunda. Até pensei que ele fosse me comer de novo, mas não rolou.
- Perdi alguma coisa? – Marcão voltou pro quarto e já chegou rindo, como se quisesse disfarçar.
- Tava cagando, né? Cagão. Hehehehe. – Diogo zoou e nem percebeu nada.
- Tava mesmo. Depois do jogo é certo, passou o nervoso. Hehehehe. – o brutamontes me olhou, olhou pro Edu atrás de mim e sorriu, bem maldoso.
Passamos o resto da noite nessa tensão sexual gostosa e implícita, eu manjando a mala deles e eles me comendo com os olhos sempre que Diogo não tava olhando. Essa atmosfera masculina não foi boa, porque o álcool fez efeito, eu fiquei soltinho e não custei pra reparar na bola esquerda do meu irmão vazando pela saída da perna do short.
A jogatina com bebedeira rolou até duas e pouca da manhã, Eduardo e Marco Antônio se mandaram e restamos apenas eu e Diogo em casa. Fui pra sala ver TV e beber o que restou das cervejas, ele ficou no quarto e de lá não saiu, ou seja, nós meio que retornamos ao modo cada um na sua, sem muitos contatos.
A política de boa vizinhança só durou enquanto o XBOX tava ligado e os amigos dele perto, depois disso morreu.
Por volta das 3h da madrugada, eu dei falta do celular e levantei pra procurar. Não achei no quarto, no banheiro e nem na cozinha, onde costumo deixar. Só podia estar em um lugar: no quarto do Diogo. Até pensei em bater na porta antes de entrar, mas imaginei que ele estivesse dormindo e entrei devagar, sem fazer barulho.
- Bate no caralho da porta, seu filho da puta! Tá maluco?! – ele me viu e gritou comigo.
- Diogo? Ué, ainda tá acordado? – perdi a voz ao ver o que vi.
Que nem da outra vez no meu quarto, meu irmão tava com a calcinha da Karine numa mão, cheirando ela, enquanto a outra deslizava devagar na piroca, indo e vindo no prepúcio grosso. E que pirocão da porra, viu? Visão perfeita que eu tive...
Foi a primeira vez que vi nitidamente o tamanho do problema que Diogo carrega entre as pernas, já que antes aconteceu no escuro e não enxerguei direito. Sendo assim, agora posso afirmar com propriedade que não é apenas no apelido que meu irmão é ogro, é no corpo todo. Dos pés às cabeças, literalmente.
A cabeçona larga justificava a curvatura torta pra baixo, o contraste entre a cor rosa da glande com a pele negra da pica sequestrou minha atenção e eu viajei demais na dimensão do sacão, pois parecia saco de jumento.
Só mesmo uma piroca de 25cm pra fazer jus a um macho de 1,90m, não é verdade? Não poderia ser diferente, é a proporção corporal do cara. A estatura EXIGE que ele seja roludo.
- Desembucha, caralho. Tá fazendo o quê aqui? – em vez de se assustar com a minha presença e esconder a trolha, o cretino me xingou e continuou amarradaço na bronha, não teve um pingo de vergonha ou timidez.
- O que você tá fazendo, Diogo? – essa foi a pior pergunta que eu poderia ter feito.
- Não tá vendo, viado? Fala logo, porra.
- É que eu... Eu esqueci meu celular aqui. – foi difícil falar e contemplar a punha dele ao mesmo tempo. – Isso na sua mão é aquela calcinha da Karine? Sério, Diogo? De novo nesse vício?
Eu errei de entrar sem bater e ele que tava com a razão ali, mas mesmo assim meu irmão ficou sem resposta pra dar. Por vergonha não foi, já que ele seguiu batendo punheta e cheirando a calcinha da Karine. Talvez tenha sido...
- SSSS! – Diogo mordeu o beiço, respirou fundo e revirou os olhos, prestes a esporrar.
- Cê vai gozar na minha frente, é isso mesmo que eu tô vendo? Ainda por cima cheirando a calcinha da nossa irmã? Que tarado, cara. Sem limites, você.
- Porra, Igor, dá um tempo! Eu sou homem. Tu sabe como é difícil conviver numa casa com três mulheres que andam sem calcinha o tempo todo? Não sabe, né? Viado não sente cheiro de buceta, mas eu sinto. Até o sofá onde elas sentam fede a xoxota, só que tu nunca vai saber o que é isso. Tchola.
- Quem falou que não entendo? Entendo sim, claro que entendo. Eu sei perfeitamente como você se sente, Diogo, até porque vivo a mesma coisa. É a mesmíssima situação.
- É...? – ele fez cara de dúvida e parou de se masturbar.
- É. Eu odeio morar numa casa onde dois machos gostosos ficam pra cima e pra baixo sem cueca o tempo todo. Sou bombardeado de pica 24h por dia por você e pelo pai, acaba que fico com tesão toda hora. Realmente, é difícil de conviver... – mandei na lata, a cerveja me deixou MUITO dado.
- Do que tu tá falando, Igor?! Tá maluco?
- Não finge que não sabe. Eu canso de cheirar essas cuecas suas depois que cê chega do basquete. Esse suor delicioso teu. Sabe quantas vezes minhas narinas ficam cegas de tanto cheirar tua virilha na cueca? Perco o olfato, passo horas sem sentir cheiro de nada. Só do teu saco. – cheguei perto dele, observei a piroca de perto e ela instintivamente levantou pra me encarar olho no olho.
Grossa da ponta à base, a glande bem solta do resto do corpo e estufada, inchada, lisinha. Tava melecada de babão e eu pude ver meu reflexo na superfície dela, de tão bem polida das engraxadas que meu irmão deu.
- Igor... Tô ligado que tu é bicha, mas não vem querer dar papinho não, moleque. – ele fechou a cara pra mim.
- Continua cheirando a calcinha, Diogo. Fecha os olhos.
- Pra quê?
- Só fecha. Fecha e cheira a calcinha. Cê gosta da buceta da Karine, não gosta?
- Porra, demais. Olha como eu fico só de falar. – e nada da caceta parar de pular.
- Já comeu ela alguma vez?
- Nunca. Meu sonho é botar o pau naqueles peitão dela, papo reto. Encher a cara dela de leite. – o safado fechou os olhos, levou a calcinha ao nariz e deu uma respirada que roubou todo o ar disponível no quarto. – Mmmm... Só queria a boquinha dela engolindo meu cacete.
Não resisti, pus a mão na rola e ele tremeu no meu toque. Pôs a mão na minha, me segurou e abriu os olhos, meio acuado.
- Segredo nosso. Ninguém vai saber que você cheira as calcinhas dela, nem que eu tô aqui agora. Sigilo. – falei.
- Igor... Para de viadagem. Tu é boiola, mas dá um tempo. Vai procurar tua turma, caralho, me deixa.
- Você não disse que quer uma chupada da Karine? Eu sou irmão gêmeo dela e sou muito melhor, ela é só faminha. Né possível que nenhum dos seus amigos nunca te contou que ela é toda fresca.
- Pô...
Só esse “pô” hesitante que ele deu já mostrou que consegui entrar na mente dele. Era tudo que eu precisava. O álcool das cervejas nas nossas veias fez o resto.
- É... Teve um parelha meu que deu esse papo. Foi botar a mão na cabeça e ela reclamou, começou a xingar.
- Tá vendo como eu sei? É verdade, já vi Karine mamando. Aliás... Se você quer saber a verdade, eu já chupei vários namoradinhos da nossa irmã. E só chupei porque eles viram que ela não é profissional. – eu me achei o viado de ouro, o verdadeiro merecedor do título “Boca de Veludo”.
- EUHEUHE! Não adianta tentar, viadão. Não caio no teu papinho.
- Não é papinho, Diogo. Faz o teste, tira a prova. Quer ver? Fecha os olhos e cheira a calcinha.
- De novo isso, Igor?
- Tô dizendo, cara. Fecha os olhos e cheira essa porra.
- Ahn, pra quê? – apesar de resistente, meu irmão fechou os olhos e levou a calcinha da Karine ao nariz pra dar outra cheirada obscena.
A partir daí, nós viramos um sistema: Karine tava em São Paulo vivendo a vida e jamais desconfiaria que nosso irmão mais velho estava farejando os feromônios femininos que a buceta dela impregnou na calcinha vermelha; Diogo respirou a xota da nossa irmã, seus pulmões encheram e os alvéolos bombearam tesão pro resto do corpo, fazendo a piroca dele envergar e atirar um jato de baba no meu braço; eu fiquei de cu piscando, a garganta secou e meu corpo infundiu dopamina, resultando num sistema onde um alimentou o fogo do outro.
- Sem abrir os olhos, imagina Karine ajoelhada na tua frente.
- Tô imaginando... Parada bem aqui, prestes a me mamar.
- O que você faz com ela, Diogo?
- O que eu faria? Ah, vontade de chamar ela de puta, dar nela. Cuspir na cara dela, do jeito que ela merece. Fresca do caralho.
- Então faz.
- Fazer...?
- Faz, Diogo. Cheira a calcinha e pensa que ela tá ajoelhada na tua frente. Fala pra ela o que ela merece ouvir.
- Pra Karine? Ah, Karine... Tu sabe que sempre foi cachorra, não sabe? Sou doido pra bater minha pica na tua cara, sua puta. – o desgraçado se empolgou, mergulhou no personagem e deu uma paulada em cheio na minha face.
Senti tesão, senti cheiro do último mijo que ele deu, senti também o melecão das babas da pica e, principalmente, a envergadura pesada da uretra latejando no meu rosto. O saco borrachudo bateu no meu queixo, ele deu a terceira fungada insistente na calcinha da Karine e fez o álcool da cerveja borbulhar na corrente sanguínea, uma combinação perigosa pro nosso encontro.
- Meu sonho te botar pra mamar.
Eu ia abrir a boca pra mandar ele botar, mas o próprio Diogo esfregou a glande no meu beiço, pediu passagem e só parou quando a ponta dela travou no fundo da minha garganta, lá na última mucosa disponível na faringe.
As lágrimas vieram à tona na mesma hora, eu tossi e comecei a engasgar violento, até tentei sair, mas meu irmão usou as mãos pra prender minha cabeça e me impediu de fugir. Não que eu fosse, bem pelo contrário. Eu queria estar ali, então abri o bocão e entalei no caralho.
- SSSSS! Peida não, tu que pediu. Vai escapar de mim não, caralho! Sua puta! – meteu um tapa na minha cara pra me render, fodeu o gargalo da minha traqueia e seu púbis esmurrou meu rosto. – BORA, PUTA, ABRE O BOCÃO! VOU SAQUEAR TEU ESÔFAGO, BAGUNÇAR TEU ESTÔMAGO! HEHE!
- GHHHHRR! – as lágrimas tímidas deram lugar à choradeira sem fim e eu fui engasgado chorando.
Mas chorando de orgulho, chorando de satisfação por finalmente chegar onde eu queria. Na verdade, o que eu queria mesmo era vingança, mas o prazer chegou primeiro e eu me esbaldei...
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