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A Milf Gostosa E A Proposta Indecente Do Seu Filho Aditivo PT 8

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Grupal
Contém 4182 palavras
Data: 01/10/2026 10:46:48

Visão de Andressa:

Assim que eu acordei, notei que ainda estava na cama do Leandro, no quarto dele. Estava completamente nua, com porra seca nas coxas. Ele dormia ao meu lado.

Olhei pro corpo dele e vi que o pau estava semi-duro. Sem pensar muito, me abaixei e passei a chupar. A boca desceu devagar no pau dele, a língua rodando na cabeça. Ele acordou gemendo baixo e falou, a voz rouca de sono:

— Já cedo, mãe…?

Eu não respondi. Continuei chupando com mais vontade, engolindo quase tudo, saliva escorrendo pelo queixo enquanto subia e descia a cabeça. Ele ficou completamente duro na minha boca. Depois de um tempo ele puxou meu cabelo e falou, a voz diferente:

— Fica de quatro, Andressa.

Ele nunca tinha me chamado de Andressa na cama. O jeito como falou meu nome me deu um arrepio. Obedeci na hora. Me posicionei de quatro na cama. Ele se ajoelhou atrás de mim, passou a cabeça do pau na entrada molhada e enfiou de uma vez. Começou a me foder com força. As estocadas eram profundas e ritmadas, a mão dele segurando minha cintura. Eu gemia alto a cada investida:

— Ahh… ahh… assim… filho…

Ele acelerou. O barulho molhado enchia o quarto. Eu sentia o pau dele bater fundo, me abrindo. O prazer subiu rápido. Gozei forte, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando ele enquanto eu gritava. Quase no mesmo momento ele gozou também, gemendo alto e enchendo meu interior com jatos quentes.

Os dois caímos ofegantes na cama.

Foi quando olhei pra porta do quarto.

A Larissa estava parada ali, o corpo inteiro tremendo, os olhos arregalados. Eu falei, a voz ainda falha:

— Filha…

Ela gaguejou, a face pálida:

— Mamãe… você e o Leandro estão…

Virou as costas e saiu correndo. Eu me levantei ainda nua e corri atrás dela até o portão. Segurei o braço dela e falei firme:

— Você não vai sair daqui até deixar eu me explicar.

Ela olhou pra mim, a boca abriu, e desmaiou no chão.

Eu levei minha filha até a sala e a coloquei no sofá com a ajuda do Leandro. Ele já estava vestido; eu só de toalha. Começamos a chamar o nome dela.

— Larissa… Larissa…

Ela acordou aos poucos. Eu falei logo, a voz embargada:

— Filha, me perdoa, por favor…

Ela se afastou no sofá, o rosto contorcido de nojo, e gritou:

— Vocês dois são imundos! Mãe e filho transando… meu Deus, mãe!

O Leandro tentou intervir:

— Mana, a culpa é minha. Ela não tem culpa nenhuma.

Eu o cortei:

— Não. Eu quis. E vou fazer de novo, pode ter certeza.

Respirei fundo e continuei:

— Está na hora de você saber como eu ganhei o dinheiro pra pagar sua faculdade.

Ela franziu a testa:

— Como assim… você vai pagar a faculdade?

Eu olhei nos olhos dela e falei a verdade:

— Larissa, eu tenho gravado vídeos de conteúdo adulto.

Ela arregalou os olhos:

— O quê?!

Eu respondo:

— Foi a única solução que eu encontrei. E tem dado lucro. Eu ganho bem… uns vinte mil por mês.

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, processando. Depois se levantou, a voz tremendo de raiva e decepção:

— Eu não consigo ficar aqui. Não vou contar o que vi pra ninguém… principalmente pro papai, porque ele vai morrer se infartar de novo. Mas não me procura mais, mãe.

Virou as costas e falou pela última vez:

— Tchau.

Saiu pela porta, batendo forte.

Após a Larissa ir embora, eu e o Leandro ficamos sentados no sofá em silêncio. Ele falou baixo, sem me olhar:

— Mãe… me desculpa.

Levantou e saiu do cômodo. Eu subi pro banheiro, liguei o chuveiro e entrei debaixo da água quente. A água caía pelo meu corpo enquanto as lágrimas escorriam misturadas. Eu chorava… mas ao mesmo tempo minha mente já estava pensando na próxima vez que eu e meu filho adotivo iríamos transar.

Saí do banheiro, me vesti e saí de casa. Estava ansiosa. Fui pro shopping fazer umas compras — era a única coisa que ainda me acalmava um pouco. Andava pelos corredores com a cabeça a mil.

Havia medo de a Larissa nunca mais olhar na minha cara.

Havia pânico de ela acabar contando tudo pro Marcos.

E havia tesão. Um tesão quente e constante por saber que mais tarde, ou em outro momento, eu estaria de novo fazendo sexo com o meu filho.

Minha mente estava confusa.

Meu corpo, porém, estava acordando e pegando fogo como nunca antes.

Eu fui ao shopping com cinco mil reais na bolsa. Entrei na primeira loja de grife que vi e comecei a provar. Peguei dois vestidos justos, um preto e outro vermelho, que marcavam cada curva. Depois fui numa loja de lingerie e comprei conjuntos caros de renda, sutiãs que realçavam os seios e calcinhas mínimas. Passei numa sapataria e saí com dois pares de salto alto. Ainda deu pra comprar um perfume importado, uma bolsa nova e um óculos escuros de marca. Em menos de duas horas os cinco mil tinham sumido. Cada sacola que eu carregava era uma tentativa desesperada de me sentir de novo a mulher que eu era antes de tudo desmoronar.

Voltei pra casa com as mãos cheias de sacolas. Assim que entrei, ouvi barulho vindo do quarto da Larissa. Ela estava lá, arrumando as malas.

Entrei e falei, a voz já embargada:

— Filha… me perdoa. Eu te amo. Foi tudo por vocês… pela família.

Ela parou de dobrar a roupa, me olhou com raiva e respondeu:

— Família? Dar pro seu filho também é pela família? E pro nosso bem?

Eu comecei a chorar:

— Não… eu sei. Mas aconteceu.

Ela continuou, a voz cortante:

— Eu vi seus vídeos, mãe. Você parecia experiente.

Eu baixei a cabeça:

— Sim… eu sei. Eu não me reconheço quando vejo as gravações. Mas eu sou a mesma mulher de antes, filha.

Larissa deu uma risada amarga e falou:

— Ah, também vi a DP… com o treinador do Leandro e com o seu filho. Tatuagens falsas ridículas, inclusive.

Ela fechou a mala com força e completou:

— Mãe, eu nunca te pedi pra pagar nada. Ainda mais fazer isso que você fez.

Pegou a mala, passou por mim e falou pela última vez:

— Então tchau.

Saiu batendo a porta.

Visão de Leandro:

Eu estava no campo para mais uma partida de futebol. Estávamos prontos para entrar. Minha mente, porém, estava longe. A Larissa agora sabia de tudo. Eu não sabia se ela ia contar pra alguém… ou até pro nosso pai. Aquilo me deixava incomodado pra caralho.

O jogo começou. Foi uma partida difícil. O adversário pressionava bastante no primeiro tempo e a gente ficou mais na defesa. No segundo tempo conseguimos equilibrar. O Rayan quase marcou num chute de fora da área e eu consegui desarmar uns lances perigosos no meio. Terminamos empatando em 1 a 1.

Depois do jogo eu já estava sem camisa, pronto pra ir pro sobrado, quando o Rayan se aproximou e anunciou:

— Sua irmã gostosa está te chamando agora.

O MG completou, sorrindo:

— Ela está brava… mas ainda é uma gostosa.

Fui até ela. A Larissa me recebeu com um tapa forte no rosto. Em seguida falou, a voz tremente de raiva:

— Isso é culpa sua! Eu vi a plataforma onde a mamãe posta os vídeos. Seu treinador e a esposa dele são os principais atores que divulgam conteúdo lá.

Eu respondi:

— Sim. Foi eu que propus pra ela. Mas eu não a obriguei, como você imagina.

Completei:

— Ela é adulta. Sabe o que faz. E posso te falar a real: nunca a vi tão bem desde que o pai perdeu tudo.

Ela retrucou, os olhos cheios de ódio:

— E você então vai lá e fode sua mãe, seu ingrato!

Eu olhei fundo nos olhos dela e falei:

— Ingrato, não. Eu amo ela. E ela me ama. Nós dois temos algo diferente. Ela sacia todo o meu desejo… e eu o dela.

Respirei fundo e continuei:

— Amanhã aparece nesse local onde tudo é gravado. Vai ter a gravação dela. Quero que você veja e tire suas próprias conclusões. E por favor… não a odeie por isso.

A Larissa não respondeu. Virou as costas e saiu.

A tarde eu fui ao sobrado. Wallace me recebeu e falou logo:

— Hoje a Bruna volta à ativa. E quer você e eu com ela.

Pouco depois ela apareceu, de cropped e short curto. Veio até mim, me beijou na boca e disse:

— Boa tarde, Leandro. Pronto pra gravação?

Eu já estava duro. Respondi:

— Sim.

Peguei o script. O título do conteúdo era:

“Fazendo DP com meu marido e seu sobrinho roludo”.

O MG se posicionou com a câmera e gritou:

— Ação!

A gravação começou.

Bruna estava de quatro na cama. Wallace se posicionou na frente dela e enfiou o pau de 25 centímetros na boca. Ela chupou com vontade, engolindo fundo, saliva escorrendo pelo queixo. Eu me coloquei atrás, abri a bunda dela e enfiei meu pau de 22 centímetros na buceta molhada de uma vez. Comecei a meter enquanto ela engasgava no pau do marido. O barulho molhado dos dois lados enchia o estúdio.

Depois de um tempo Wallace deitou de costas. Bruna subiu em cima dele e encaixou o pau grosso na buceta. Eu me posicionei atrás e empurrei a cabeça do meu pau no cu dela. Ela gemeu alto quando a cabeça entrou. Fui descendo devagar até enfiar quase tudo. Agora era DP de verdade: Wallace na buceta e eu no cu.

Começamos a foder juntos. Os dois paus grossos entrando e saindo ao mesmo tempo, se esfregando por dentro dela. Bruna gritava entre as estocadas:

— Ahhhh… dois paus… caralho… me arromba…

Wallace metia com força por baixo, segurando a cintura dela. Eu segurava a bunda e fodia o cu com ritmo pesado. O corpo dela tremia a cada investida dupla. Ela gozou primeiro, o cu e a buceta apertando os dois paus ao mesmo tempo enquanto gritava:

— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… porra… ahhhhh!

Nós não paramos. Continuamos fodendo. Eu acelerava no cu enquanto Wallace metia fundo na buceta. O barulho molhado e o cheiro de sexo tomavam conta do estúdio. Bruna gozou de novo, ainda mais forte, o corpo inteiro arrepiado, gemendo sem controle. Eu não aguentei. Segurei a cintura dela e gozei fundo no cu, enchendo ela com jatos quentes. Quase no mesmo momento Wallace gemeu alto e gozou também, descarregando dentro da buceta dela.

Quando tiramos os paus, Bruna caiu de lado na cama, ofegante, o cu e a buceta abertos e escorrendo porra dos dois. A gravação tinha sido longa, intensa e suada.

Após a gravação voltei pra casa. Minha mãe tinha feito a janta. Nós dois jantamos juntos. No meio da refeição ela falou:

— Wallace me passou o script de amanhã. Eu, ele, você e dois atores de fora… que serão seus amigos.

Eu respondi:

— Sim. Ele não me passou ainda, mas amanhã eu vejo isso.

Terminamos de jantar. Ela lavou a louça em silêncio, claramente triste pelo que tinha acontecido com a Larissa. Depois foi pro banheiro tomar banho.

Eu decidi animá-la. Entrei no banheiro já duro. Ela estava nua debaixo do chuveiro, a água quente escorrendo pelo corpo. Eu falei:

— Mãe, você sabe com quem eu gravei hoje?

Ela perguntou, sem se importar que eu estivesse ali olhando ela nua algo inimaginável algumas semanas atrás:

— Quem?

Eu respondi:

— A Bruna. Mas eu não gostei… porque ela não é você, mãe. A minha rainha sempre vai ser você.

Me aproximei, virei ela de quatro ali mesmo no box e posicionei o pau duro e latejante na entrada molhada. Falei baixo:

— Vou te comer agora, mãe.

Empurrei fundo de uma vez. A água quente do chuveiro caía sobre os dois corpos enquanto eu metia. O cheiro de sabonete se misturava com o cheiro de sexo. Ela gemia alto, as mãos apoiadas na parede molhada, a bunda empinada recebendo cada estocada. Eu segurava a cintura dela e fodia com força, o barulho da água e da pele batendo ecoando no banheiro. Continuei metendo fundo até não aguentar mais. Gozei dentro dela com um gemido rouco, enchendo a buceta da minha mãe enquanto a água continuava caindo.

Ainda ofegante, beijei o ombro dela e falei perto do ouvido:

— Mais tarde eu vou comer seu cu, mãe… na sua cama.

A noite estava bem amena, sem muito calor. Fiquei jogando videogame até às 22 horas. Depois larguei o controle e segui até o quarto onde minha mãe e meu pai dividiram a cama nos últimos meses.

Entrei e falei logo:

— Hoje vou te comer na sua cama, mãe.

Ela estava deitada. Olhou pra mim, virou de quatro em cima do colchão e respondeu, a voz rouca:

— Me fode na cama onde seu pai e eu transamos várias vezes…

Meu pau endureceu na hora. Subi na cama, puxei a calcinha dela pro lado, cuspi no cu e posicionei a cabeça grossa. Empurrei devagar. Ela gemeu alto assim que a cabeça entrou:

— Ahhhh… filho…

Fui entrando centímetro por centímetro até enfiar quase tudo. O cu dela ainda apertava gostoso. Comecei a meter. As estocadas começaram lentas e profundas. Ela gemia a cada uma:

— Ahh… ahh… assim…

Aumentei o ritmo. A cama rangeu. Minha mãe empurrava a bunda de volta contra mim, pedindo mais. Eu segurava a cintura dela e fodia com força, o barulho molhado enchendo o quarto.

Falei enquanto metia:

— Isso… leva o pau do seu filho no cu… bem fundo…

Ela respondeu entre gemidos altos:

— Me arromba… ahhh… fode o cu da sua mãe… ahhhhh!

Acertei um ângulo mais fundo e ela gritou:

— Ahhhhhhh! Aí… porra… não para…

Continuei metendo pesado. A bunda siliconada batia contra meu quadril a cada estocada. Ela gozou primeiro. O corpo inteiro tremeu, o cu apertou meu pau com força e ela gritou abafando o rosto no travesseiro:

— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… caralho… ahhhhh!

Eu não parei. Continuei fodendo o cu dela enquanto ela ainda tremia do orgasmo. As estocadas ficaram mais rápidas e profundas. Segurei o cabelo loiro dela, puxei a cabeça pra trás e falei no ouvido:

— Agora é minha vez…

Meti fundo algumas vezes e gozei. Jatos quentes e fortes enchendo o cu da minha mãe ali mesmo na cama do casal. Eu continuei empurrando até o último espasmo, gemendo rouco enquanto descarregava tudo dentro dela.

Quando tirei o pau, ela ficou de quatro, ofegante, o cu aberto e escorrendo porra no lençol onde meu pai e ela costumavam dormir.

A manhã seguinte veio. Depois da aula segui direto pro sobrado. A gravação seria por lá mesmo. Cheguei, passei a arrumar tudo e li meu script. Dessa vez o contexto do vídeo era: eu, o genro, ia levar dois amigos para foder minha sogra junto com meu pai. Só teria a gravação, sem enrolação.

Foi quando Wallace chegou e soltou:

— Porra, filhos da puta…

Eu perguntei:

— Que foi, cara?

Bruna explicou, irritada:

— Os irresponsáveis dos atores que o seu patrão convidou acabaram de dar um bolo em nós. Vamos ter que cancelar a gravação.

Olhei pro lado. O Rayan e o MG estavam mexendo no computador. Tive uma ideia na hora e falei:

— Tenho uma ideia.

Bruna perguntou:

— Qual?

Eu apontei pros meus dois amigos:

— Eles dois.

Wallace sorriu e falou:

— Você é um gênio.

Bruna balançou a cabeça:

— Não.

O Rayan se aproximou e pediu:

— Mãe, por favor…

Ela relutou, mas acabou aceitando. Falou, já virando de costas:

— Se ficar uma merda, já sabemos de quem é a culpa.

Saiu rebolando. O Rayan me abraçou forte. O MG veio e me deu um beijo na bochecha, falando:

— Eu amo você, cara.

Os dois foram se arrumar.

Foi então que vi a Larissa aparecer na porta. Ela falou seco:

— Eu vou ver a gravação. E vou embora. Pela mãe.

Perguntou ainda:

— Você vai gravar com ela?

Eu acenei com a cabeça.

Pouco depois minha mãe chegou. Assim que viu a Larissa, parou. Bruna se aproximou e falou:

— Vamos se preparar.

Levou ela pro camarim.

Eu, o Rayan e o MG ficamos esperando. Wallace apareceu primeiro. Depois minha mãe saiu do camarim… completamente nua.

O Rayan e o MG olharam pra ela e sussurraram quase ao mesmo tempo:

— Valeu, irmão…

Minha mãe se posicionou sobre a cama, de quatro, o corpo nu e já suado de antecipação. Bruna gritou:

— Ação!

O sexo começou.

Wallace foi o primeiro. Segurou a cintura dela, posicionou o pau de 25 centímetros e enfiou fundo na buceta de uma vez. Começou a meter com força enquanto ela gemia alto. Eu me coloquei na frente e enfiei meu pau na boca dela. Ela engoliu com vontade, engasgando e babando enquanto o treinador a fodia por trás. O Rayan e o MG ficaram dos lados, se masturbando e passando as mãos pelos seios grandes dela.

Depois de um tempo Wallace tirou o pau, ainda duro, e falou:

— Agora o cu.

Cuspiu, abriu a bunda dela e enfiou no cuzinho. Minha mãe gritou, o corpo tremer. Enquanto ele fodia o cu, eu saí da boca dela e me deitei debaixo. Ela desceu na minha buceta, engolindo meu pau de 22 centímetros enquanto Wallace continuava no cu. Agora era DP. Os dois paus grossos se esfregando por dentro dela. Ela gemia descontrolada:

— Ahhhh… dois… caralho… ahhhhh!

O Rayan se posicionou na frente e enfiou o pau de 21 centímetros na boca dela. O MG ficou do lado, esfregando o pau grosso nos seios siliconados. Nós quatro estávamos nela ao mesmo tempo.

Wallace gozou primeiro no cu, gemendo alto e enchendo ela. Assim que ele saiu, o Rayan tomou o lugar no cu. Enfiou fundo e começou a meter com força enquanto eu continuava na buceta. Minha mãe gozou forte entre os dois paus, o corpo inteiro arrepiado, gritando abafado no pau do MG que agora estava na boca dela.

Eu não aguentei. Segurei a cintura dela e gozei fundo na buceta, jatos quentes subindo. O Rayan acelerou no cu e gozou também, descarregando tudo dentro. Por último o MG tirou o pau da boca dela, se posicionou na buceta já cheia de porra e meteu algumas vezes até gozar, completando a bagunça.

Quando acabou, minha mãe estava deitada de lado, ofegante, o corpo coberto de suor e porra, a buceta e o cu abertos e escorrendo a porra dos quatro. A gravação tinha sido longa, suja e intensa. Todos nós tínhamos comido a buceta e o cu dela.

Assim que a gravação acabou, ela ficou na cama. Vi o Rayan, o MG e o Wallace seguirem pro camarim. Peguei um roupão e vesti. Bruna se aproximou da Larissa e falou:

— Você é a filha da Andressa? Sua mãe é boa nisso.

Larissa respondeu, a voz baixa:

— Eu não sei o que dizer…

Eu intervi:

— Não diga nada. É estranho mesmo.

Ela balançou a cabeça:

— Não acredito nisso…

Notei que os olhos dela estavam vidrados na minha rola, ainda semi-dura sob o roupão. Depois ela falou:

— Vamos levar ela pro camarim.

Minha mãe e eu fomos tomar banho. Quando ela saiu do box, a Bruna apareceu e falou:

— Amanhã você vai escolher uma das nossas criadoras pra ser sua filha na história, ok?

Minha mãe respondeu:

— Ok.

Bruna completou:

— Eu te envio as fotos pra você avaliar.

Nós três — eu, minha mãe e a Larissa — seguimos pra casa. Chegando lá, eu fiz um macarrão enquanto minha mãe tomava um banho longo. A Larissa não falava nada, mas estava estranha. Subiu pro quarto dela.

Quando o jantar ficou pronto, nós três jantamos juntos. No final, a Larissa falou:

— Vou dormir aqui, mãe.

Minha mãe respondeu:

— Boa, filha.

Ela e eu lavamos a louça. Depois minha mãe se aproximou e falou baixo:

— Eu olhei umas fotos que a Bruna me enviou… nenhuma se encaixa no que eu quero.

Eu respondi:

— Deixa pra lá.

Ela sorriu de um jeito diferente. De repente se ajoelhou na minha frente, abriu meu short e falou:

— Deixa eu me divertir…

Passou a me chupar ali mesmo na cozinha. A boca quente desceu no meu pau, engolindo fundo, a língua rodando na cabeça enquanto saliva escorria. Ela chupava com vontade, o barulho molhado enchendo a cozinha.

Foi então que notei a Larissa parada no corredor, olhando vidrada. Minha mãe tirou o pau da boca, ainda com saliva no queixo, e falou:

— Filha… me desculpa.

Eu tomei a frente e falei pra Larissa:

— Pode pegar, irmã. Eu sei que você quer.

Ela negou com a cabeça, mas não saiu dali. Eu continuei:

— Não mente. Só faz… tem o mesmo olhar da nossa mãe.

Minha mãe, ainda ajoelhada, olhou pra ela e falou, a voz rouca:

— É tão grande, né, filha?

Voltou a me masturbar com a mão, subindo e descendo devagar no meu pau molhado de saliva. Depois pegou a mão da Larissa e puxou ela pra mais perto.

Ela pegou a mão da Larissa e colocou em volta do meu pau. A Larissa ficou ofegante, sem falar nada, e começou a me masturbar lentamente. A mão dela subia e descia com cuidado, apertando de leve, o polegar passando pela cabeça já molhada de pré-gozo. Eu gemia baixo enquanto ela me tocava pela primeira vez.

Minha mãe, ainda ajoelhada ao lado, falou:

— Chupa, filha.

A Larissa obedeceu. Abriu a boca e enfiou meu pau. A língua era mais tímida que a da minha mãe, mas ela chupava com vontade, saliva escorrendo pelo queixo enquanto tentava engolir mais. Eu segurava o cabelo loiro dela e deixava ela se acostumar.

Depois tirei a roupa da Larissa por completo. Minha mãe se posicionou de quatro na minha frente e falou, a voz rouca:

— Filho, me come.

Enfiei o pau na buceta molhada da minha mãe na frente da minha irmã. Comecei a meter com força. Andressa gemia alto a cada estocada:

— Ahh… ahh… assim… filho…

Enquanto eu a fodia, ela olhou pra Larissa e falou:

— Isso, filha… bate uma sirica. Deixa a tesão tomar conta.

A Larissa, nua e ofegante, passou a mão entre as pernas e começou a se tocar. Os dedos dela esfregavam o clitóris enquanto ela assistia eu comer a nossa mãe. Eu continuava metendo fundo, a bunda da Andressa batendo contra mim.

A Larissa foi aumentando o ritmo da sirica, gemendo baixinho. Eu me posicionei na frente dela. Minha mãe pegou os braços da Larissa, puxou pra trás e amarrou nas costas da cadeira com a própria blusa. Depois se abaixou e passou a chupar os seios da minha irmã, a língua rodando nos mamilos duros.

Eu me ajoelhei, abri as pernas da Larissa e enfiei a língua na buceta dela. Ela estava encharcada. Lambei tudo: os lábios, a entrada, o clitóris inchado. Chupei o botão com força enquanto dois dedos entravam nela. A Larissa começou a tremer e gemer mais alto:

— Ahh… ahh… meu Deus…

Minha mãe continuava chupando os seios dela e falando:

— Isso, filha… goza na boca do seu irmão…

A Larissa gozou forte. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertou meus dedos e ela gritou:

— Ahhhhhhh! Meu Deus… me come… me come!

Os gemidos das duas se misturavam. Minha mãe gemia enquanto eu ainda metia nela de vez em quando, e a Larissa soltava gemidos longos e descontrolados, pedindo pra ser fodida.

Eu peguei minha irmã no colo e a levei pro quarto da nossa mãe. Andressa veio logo atrás. A Larissa se posicionou de quatro na cama de casal, a bunda empinada, a buceta ainda brilhando de tesão.

Eu falei, a voz rouca:

— Agora vou te deixar bamba de tesão.

Posicionei a cabeça do meu pau na entrada molhada dela e empurrei. A buceta da Larissa era mais apertada que a da minha mãe. Fui entrando devagar, sentindo ela se abrir centímetro por centímetro, até enfiar tudo. Comecei a meter. As estocadas começaram lentas e profundas. Ela gemia alto, a cara enfiada no travesseiro:

— Ahh… ahh… irmão… ahhhh…

Aumentei o ritmo. Segurei a cintura dela e fodi com mais força. A bunda redondinha batia contra meu quadril a cada investida. O barulho molhado enchia o quarto. Minha mãe estava ao lado, se tocando enquanto assistia. A Larissa começou a tremer. Eu meti mais fundo e mais rápido até ela gozar gritando:

— Ahhhhhhhhh! Tô gozando… porra… ahhhhh!

O corpo dela tremeu inteiro, a buceta apertando meu pau com força. Tirei ainda duro, virei pra minha mãe e a coloquei de quatro também. Cuspi no cu dela, posicionei a cabeça e enfiei. O cu da Andressa já me conhecia, mas ainda apertava gostoso. Comecei a foder fundo, as mãos segurando a bunda siliconada. Ela gemia alto:

— Ahh… assim… come o cu da sua mãe… ahhhhh!

Continuei metendo pesado até sentir o orgasmo chegar. Segurei a cintura dela com força e gozei fundo no cu, jatos quentes enchendo ela. Minha mãe gozou junto, o corpo arrepiado, gemendo rouco enquanto o cu dela pulsava em volta do meu pau.

Os três caímos na cama, ofegantes, suados, o cheiro de sexo pesado no ar. Eu fiquei deitado no meio das duas mulheres que sempre quis comer na vida: minha mãe e minha irmã.

Minha mãe, ainda ofegante, virou o rosto pra mim e falou:

— Eu tenho uma ideia…

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Comentários

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Era isso que tava faltando, e era inevitável mesmo. Agora vai ser interessante ver a Larissa se tornar uma putinha dos vídeos também

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Pois é,imagina a Larissa levando DP do Wallace e do irmão,dois cacete grandão pra ela. A putinha vai largar do namorado corno dela que nem deve meter direito

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O melhor episódio de todos, enfim a gostosa e putinha da Larissa levou vara, agora vai virar a putinha do porno igual a mãe. Bem escrito, sempre dá muito tesão ler sobre incesto, ainda mais quando envolve vários membros da família

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Porra carvalhinho bunda siliconada é foda, e novamente a mania de falar toda hora o calibre de piroca.

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