Sou a Andreia Santos Santana, e estou aqui, referindo como uma mulher, de uma vida pacata, de repente se sente puta, e sai para dar alegria aos mais necessitados. Nessa lida, eu tinha descoberto que a necessitada, em matéria de sexo, era toda euzinha mesmo, sabem?
Continuando… Não acreditei no que eu fiz: Botei um preto desconhecido para dentro do carro, e já lhe dando intimidade de amante fixo, parei numa viela mais ou menos deserta, e fui lá, dar um trato na rola preta. Da cabeça, passando pelo saco, e até as bordas do cu, dei-lhe umas belas chupadonas, mas não podia demorar. Essa parte foi só para ele tomar confiança da minha pessoinha, que o que digo é de boa fé, e etc.
Parti e peguei minha filha no colégio, que ao entrar no veículo, se deparou com o sujeito no interior do automóvel, e exclamou:
– Não acredito, mamãe! Você continua dando guarita para esse tipo de gente? E ainda dá carona?
– Não fale assim, querida!… E pede desculpa! Onde já se viu?… Esse tipo de gente!?
Ela baixou a cabeça e não respondeu. Quando chegamos, e ela desceu, seu padrasto, meu marido, esperava no portão. Arranquei, e olhando para o mendigo negro, falei:
– Me desculpe pela minha filha!
Ele respondeu:
– Que isso! Tá de boa.
Olhei para ele, reagindo passivamente assim, e senti um pouco de pena dele. Olhei para baixo, lembrei da chupada gostosa de pouco antes, e o tesão me subiu de novo na cabeça. O gosto da pica também me voltou na mente, mas entrando na favela, tinha um banheiro público por lá, e o cidadão disse que precisava urinar.
– Certo, querido! Eu vou te ajudar! – respondi, mordendo os lábios.
A entrada tava lotada de gente, a maioria da raça negra, e eu não exitei em entrar junto com um homem no banheiro público. Pelo contrário, a bacorinha se contorcia só de eu fazer isso. Já no interior do recinto fedorento, ajoelhei no chão úmido, de sei lá o quê, e saquei a rola dele, já colocando na boca.
– Por que estava no meu portão, mesmo? Todo esse tempo, e esqueci de perguntar. – fui lambendo desde o saco, passando por toda a extensão da jeba.
– Ouvi dizer que a madame adora um pau preto,… e imundo!
– Huuum! Você ouviu certo… a verdade. Huuum, e tá sujo mesmo! Ensebado pra caralho!
– Deixei 4 dias pra senhora!
– Huuum, chup, chup, chup,… que gentil!
Fiz o melhor que pude, mas o cacete negro dele estava com dificuldades. Perguntei:
– O que foi, querido?
– Quando eu disse que precisava mijar, era sério!
– O que está esperando?
Ele me olhava,… não acreditando, e tive que tirar a blusinha, dando uma piscadinha de incentivo. Daí, ele mirou na minha boca, e soltou um jato lindo. A urina tava muito amarela, eu senti na língua.
– Crooooch! – gargarejei – Huuuum, tá precisando, amor, de tomar mais água.
Deu de ombros, o cheiro me subiu no nariz, e eu acabei engolindo uma porção generosa do mijo. Satisfação plena! Ele comentou:
– Nossa! Você é mesmo maluca, dona!
– Obrigada, querido! Eu fico mesmo enlouquecida quando estou ajoelhada diante de um cacete negro.
Saímos abraçados do banheiro, e passando por 2 caras brancos, ouvi a conversa:
– Nossa! Que coisinha e essa? Por que será que ela está com aquele preto molambento?
– Santo Deus! Ela tá toda molhada! Do que será?
*********
Uma semana depois, atendi o telefone. Era o contato do chefão da favela, e meu coração foi a mil.
– Oi. Você é a Déia Latrina? (era o código).
– Sim. Confere. Câmbio.
– Parque Lincoln daqui a meia hora. Se for truque, já sabe: “Crish” – fez barulho com a boca, imitando a guilhotina.
– Querido, tá certo. O bilhete confere.
Meu marido tava em casa. Fingi demência, enxuguei a testa com um guardanapo, e saí dizendo que tinha faturado uma rifa. No carro, pensei: “Nossa! Tive muita sorte em conseguir enganar meu marido. Ele nunca caiu nessa de rifa, mas eu falei tão convincente, que…”. Eu tava indo para o matadouro, e esse foi o incentivo.
Depois, ainda, tive peninha do meu cônjuge,… só que não! Quem tem pau pequeno tem de passar por essas e outras!
Dalí a pouco, estacionei perto da favela, e vi a loucura que eu estava fazendo. Era cedo pra comemorar; tarde demais para desistir. – 4 braços negros me puxaram do carro. Caí nos braços de um negão, e já fui beijando a boca, no estilo beijão de novela. Me liberou para outro cara, e na rua mesmo, eu fui beijando a fila de negros, de beijaço a chupada de língua,… acho que uns 15,… ou 17.
Entramos em barraco, e eu fiquei ajoelhada chupando, só tora grossa de negro, pra mais de meia hora, e minha mandíbula ficou dolorida de tanto que ficou estirada na posição de deepthroat.
Chegou a hora que eu mais temia – e espera também – que é a tomação no cu.
– Você dá o cu pra gente? – perguntou o maioral.
– Claro, rapazes! Para todos, hu. hu! – e dei uma rodadinha com a minissaia que eu tava – Não precisa pedir duas vezes.
Mas olhei para uma tora que tava na mão de uma cara, e suspirei:
– Grup! – fiz o sinal da cruz.
Fiquei na posição que mais adoro, meio de ladinho, masturbando a buceta, enquanto os caras me seguravam pelo quadril, socando sem dó no meu rabo. Enquanto isso, a fila ia passando e carcando as rolas na minha garganta.
Após a primeira sessão de fudeção, o chefe solicitou:
– Você faz DP com a gente?
– Faço, amor! O que vocês quiserem.
– E duas no rabo?
– Com certeza, meu príncipe! – e dei uma piscadinha.
Mas logo após as DP’s preliminares, no cu e na rachadinha, o mais brucutu se posicionou atrás, quando o cacete do da frente já estava no meu reto. Comecei a senti a pressão, alargando o meu mesmo buraco de trás. Foi ficando infernal, e supliquei:
– Por favor, não! Eu tava brincando. Acho que não vai cabeeeer...
Não adiantou reclamar, pois ele firmou o joelho e apertou, quando gritei:
– Aaaaaaiiii! Páááára! Seu desgraçado! Imundo, nojento,...
Quanto mais eu xingava, mais ele pressionava, e o jeito foi relaxar.
Quando terminou, caí desfalecida, mas masturbando a buceta e gozando sem parar nos dedos. Um que tava também na outra suruba, sentou na minha cara, e comecei a lamber aquela bunda. Ele ficou extasiado, e os caras me suspenderam, quando a minha cabeça foi passada de mão em mão, uns para esfregarem no cu, outros para socar a pica na minha garganta. No fim, quando eu tinha lambido tanto saco, cu e rola, que eu tinha gozado, não sei quantas vezes de novo, o chefe disse:
– Formidável, rainha! Eu já disse que te amo, Déia Latrina?
– Não disse, querido!… mas pode fazer!
Ele avançou, me pegou pela nuca e sentou o pau na minha garganta. Depois de umas bombadas fenomenais, … “Splish”, gozou na minha boca, e a metade da porra ricocheteou para longe. Outro cidadão fez a minha cabeça de boneca também, e eu tomei mais porra direto da fonte. Depois veio o terceiro, e o quarto, e o quinto,… todos gozando na minha garganta, que ficou gosmentinha, com eu falando até como bêbada, mas dizendo:
– Nossa! Isso é demais.
Engoli a porra de todos eles, … 15 ou 17, e saí igual cadela escaldada. Antes de entrar no carro, ainda, ouvi perguntar:
– Tá louca pra dar notícia pro corno?
Passai a mão, sentindo uma gosminha, ainda no meu lábio inferior, e fiquei com remorsinho e peninha dele,… do corno,… só que não! – Lembra do pau pequeno?
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Cheguei em casa com beijo na nuquinha:
– Querido, cheguei!
Ele olhou para cima, com a caneca de chá na mão:
– Conseguiu resolver os problemas da favela?
– Oh! – e pensei: “Os meus,… principalmente!”
Minha filha também estava na mesa. Dei um beijo na bochecha e perguntei:
– E você? Como está, querida?
– Estou bem, mamãe! Fui eu que esclareci para o papai, o que você foi fazer na favela. – gelei, por alguns segundos. Será que...
Logo mais, meu marido me abraçou por trás, e senti o pauzinho inflar na minha bunda:
– Amor, estou orgulhoso de você! Pra quê inventar aquela história de rifa?
– Q-quer… quer dizer que você já sabe?
– Do serviço de orientação dos benefícios sociais? A Mariana me contou. Estou feliz por você!
Beijei ele como nem me lembrava quanto tempo fazia.
