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A piroca do meu primo

Um conto erótico de ilovethisshit
Categoria: Homossexual
Contém 1445 palavras
Data: 04/10/2026 00:51:05
Assuntos: Gay, Homossexual

Dentro da minha família, nunca houve limites sobre nada. Éramos acostumados a ouvir piadas sobre sexo, sobre nosso corpo e de outros cunhos. Desde que eu me entendo por gente é assim, então, para mim, é normal.

Eu tenho um primo chamado Marcos. Ele sempre foi vítima dessas piadas, mas de um jeito curioso. Ele tinha mais de 1,90 de altura, era magro e tinha grandes lábios. Todo evento e encontro de família, ele era obrigado a ouvir suposições sobre o tamanho do pau dele. Ele sempre ouvia coisas como:

- "Marcos, como que tu consegue mijar dentro do vaso? Teu pau não fica mirando para fora?"

— "Como que tu escondes a piroca nessa cueca?"

- "Coitada da tua namorada quando tu tiver. Ela vai precisar andar de muletas."

Eu não sabia se aquilo era verdade ou não, mas tinha curiosidade de saber. Sempre que íamos à praia, e Marcos vestia uma roupa de banho que ficava justa, era possível ver a silhueta do pau dele marcando na peça. Eu ficava encantado por saber que, mole, ela alcançava um tamanho mediano, e imaginava que, quando ereto, podia dobrar de tamanho. Ele não parecia ter vergonha, mas ficava tímido e logo mudava de assunto.

Eu e meus pais fomos morar em São Paulo em 2019, mas acabou não dando muito certo e tivemos que voltar. Quando voltamos, a família organizou uma festa de boas-vindas em uma chácara que era propriedade da família. Era típico deles arranjar uma desculpa para tomar uma cerveja e assar carnes na churrasqueira.

No dia do reencontro, nos arrumamos e fomos. Ao chegar na chácara, fomos recebidos por uma de minhas tias. Ela nos cumprimentou e nos levou aonde os outros estavam. A chácara era grande, tinha piscina e vários quartos. Os quartos ficavam um pouco afastados de onde estava acontecendo a festa, no caso, na área gourmet do espaço. A primeira pessoa que vejo à borda da piscina é Marcos. Ele estava sentado, mas, logo que nos viu, veio nos cumprimentar.

Ele usava um short de banho preto, que, quando molhado, ficava justo à pele. A silhueta do pau dele estava marcando, mas logo ele puxou o short do corpo, para que não ficasse nada marcando.

Nós o cumprimentamos e logo minha mãe sugeriu:

- "Marcos, leva o Lucas lá nos quartos para ele se trocar e ir tomar banho de piscina também." - Marcos obedeceu e me levou até lá. Ele não entrou, apenas me esperou na porta para que eu pudesse me trocar.

Mais tarde, um dos meus tios disse que a água dos chuveiros não seria suficiente para todos tomarem banho. Logo, a solução seria que todos formassem duplas e dividissem o banheiro. Todos formaram uma dupla, e só sobramos eu e Marcos. Então, começaram a fazer os rodízios de quem iria primeiro. Eu e Marcos ficamos por último. A desculpa que usaram era que, como éramos mais novos, poderíamos acabar com a água.

Quando chegou a nossa vez, todos já tinham voltado para a área gourmet da casa. Estávamos apenas nós dois na suíte. Marcos começou a se despir e eu o segui. Pela primeira vez, eu estava vendo o pau dele em carne e osso. Era tudo aquilo que falavam antes mesmo. Não estava duro, mas estava um pouco acordado. Acredito que, pela quantidade de vezes que o short grudou na pele e ele puxou para tirar. Eu não podia expressar nada, então fingi normalidade e seguimos para o banheiro.

O banheiro era apertado. Seria um desafio gigantesco entrar ali com ele e não conseguir encostar em seu pau sem querer. Passamos pelo box e ficamos cara a cara. Ele tinha crescido mais desde a última vez que eu o vi. Acredito que ele já tinha chegado aos 2 metros, enquanto eu ainda beirava os 1,80. Ele ligou o chuveiro e a água começou a derramar pelo corpo dele.

Era uma visão divina. Os gomos da barriga dele brilhavam e as entradas de sua virilha pareciam caminhos que guiavam para o paraíso. Logo a água chegou a mim. Ele pegou o sabonete, passou em seu corpo e depois me ofereceu. Eu peguei de sua mão, mas, hipnotizado com aquele corpo e aquela piroca dos deuses, acabei derrubando o sabonete no chão. No mesmo instante, lembrei-me do que aprendi que acontecia nos presídios: de quando um derruba o sabonete no chão, o outro tem o direito de enrabá-lo como quiser. Logo, me agachei, sem dobrar os joelhos, fazendo com que minha bunda fosse arreganhada na frente dele. Por coincidência, eu estava de costas para ele, então senti que minha bunda encostou na cabeça da rola dele. Era só isso que eu precisava. Subi de volta, limpei o sabonete e comecei a passar pelo meu corpo.

Não demorou muito para que ele ficasse excitado. A piroca dele começou a crescer, até que ele ficou duro o suficiente para mostrar o verdadeiro tamanho do seu pau, que, realmente, era colossal. Eu chutaria uns 24 a 25 centímetros de rola dura.

No momento em que ele percebeu que não dava para disfarçar ou esconder, ele começou a se desculpar e dizer que não sabia o que estava acontecendo. Eu olhei no fundo de seus olhos e disse, mas não disse uma palavra sequer. Apenas posicionei minhas mãos envolvendo a rola dele. Ele ficou surpreso, mas não recuou. Comecei a masturbar a piroca dele com as duas mãos, pois só assim eu conseguia pegar na rola toda. Ele gemia baixo de prazer, suas pernas flexionavam como se ele nunca tivesse sido tocado antes, enquanto eu aproveitava cada centímetro daquela rola.

Finalizei o trabalho com as mãos e logo comecei a chupar o pau dele. A única coisa que entrava na minha boca era a cabeça do pau, nada mais. Minha boca era pequena. Aquele pau nunca entraria ali por completo. Pelo menos era o que eu pensava. Ele manuseava minha cabeça com cuidado para não me machucar e para que eu não acabasse mordendo a rola dele. Até que, tomado pelo tesão, ele decidiu empurrar tudo bem fundo na minha garganta. Entrou tudo de uma só vez dentro da minha garganta. Eu dei um único suspiro, e lágrimas desceram do meu rosto. Eu não sabia o que fazer, então deixei que Marcos me tratasse como quisesse.

Marcos continuou então o sexo oral. Agora, ele socava na minha boca sem cuidado nenhum. Estávamos fazendo o máximo de silêncio possível para que, caso alguém estivesse ali próximo, não ouvisse nada. Eu decidi que queria sentir a piroca de Marcos ainda mais fundo. Tirei o pau dele da minha boca, fiquei de costas para ele e empinei meu cu em sua direção. Ele pareceu entender o recado e logo colocou a cabeça da pica na boca do meu cuzinho.

Eu nunca tinha feito sexo anal antes. Eu estava com medo de não aguentar tudo aquilo dentro de mim, mas eu estava disposto a fazer qualquer coisa para sentir tudo aquilo dentro de mim. Marcos cuspiu em sua mão e lubrificou seu pau. Quando se sentiu pronto para penetrar, não hesitou e enfiou tudo de uma vez. Ele tapou minha boca com suas mãos grandes e começou a meter sem parar. A dor que eu estava sentindo era imensurável. Ele me suspendeu em seus braços e começou a socar cada vez mais fundo. Por fim, virou-me de frente e encaixou minhas pernas em seu tronco, me segurando em seu colo, e continuou metendo sem parar no meu cu. Ele disse que ia gozar, mas eu não queria que parássemos. Ele gozou dentro do meu cu e jorrou litros de porra dentro de mim. Foi maravilhoso receber cada gota do sêmen do meu primo.

Ele me colocou de volta no chão e, enfim, terminamos de nos limpar. Saímos do banheiro e nos arrumamos no quarto. Não conversamos sobre o que tinha acontecido e decidimos fingir que não foi nada demais. Saímos de lá e voltamos para onde a família estava. A noite continuou normal.

Depois desse dia, eu e Marcos nunca mais nos olhamos com os mesmos olhos. Nos eventos da família, evitávamos sentar um ao lado do outro, mas algumas vezes aconteciam, então fingíamos normalidade. Ás vezes, quando eu estava à sua frente, ele descia a mão pelas minhas costas, passava a mão por baixo das minhas roupas e apalpava minha bunda. Eu sentia seus dedos frios passando entre minhas nádegas e seus dedos compridos tocavam a entrada do meu ânus. Quando ele removia suas mãos, ele sempre as lambia e colocava em sua boca, como se ele estivesse provando o sabor do meu cu.

Aquela piroca foi a melhor coisa que já provei na minha vida...

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