Os três casais se conheciam há quase quinze anos. Tinham se formado juntos, passado por empregos ruins, casamentos, filhos de amigos em comum e crises que quase destruíram o grupo. Mas sempre voltavam. Havia algo entre eles que nunca tinha sido dito em voz alta: uma lealdade misturada com desejo antigo, daqueles que crescem toda vez que o álcool desce demais e os olhares demoram um segundo a mais do que deveriam.
Camila e Pedro eram o casal mais antigo. Ela de peitos grandes e pesados, boca carnuda, voz rouca e uma safadeza que nunca se preocupou em esconder. Ele, mais contido, corpo firme, mãos grandes e um olhar que observava tudo antes de agir. Francisco e Catia formavam o casal mais intenso: ele alto, veias saltadas nos antebraços, jeito dominante até quando sorria; ela loira, cintura fina, bunda redonda e uma boca que já tinha engolido mais de um segredo do grupo. Marcelo e Andrea completavam. Ele mais quieto, mas com um desejo sujo que só aparecia depois de algumas doses. Ela, safada de um jeito lento e preguiçoso, daqueles que enlouquecem quando finalmente se soltam.
Naquele fim de semana, alugaram uma casa grande e isolada na serra. A desculpa era “desconectar”. A verdade era mais simples: fazia meses que o desejo entre eles estava acumulado, e todos sabiam que, longe da cidade, com álcool e tempo sobrando, alguma coisa ia acontecer.
Chegaram sexta-feira no fim da tarde. Em menos de uma hora as malas estavam jogadas e a mesa de centro já estava tomada por garrafas de vodka, tequila, uísque e um pote de vidro com pó branco que Francisco colocou no centro sem dizer nada. Ele raspou as primeiras linhas com o cartão e empurrou o espelho para a frente.
— Só pra quebrar o gelo — murmurou.
Camila foi a primeira. Ajoelhou-se na mesa, o shortinho subindo e mostrando a bunda, e aspirou fundo. Limpou o nariz, riu baixo e pegou a garrafa de tequila.
— Porra… já bateu. Alguém me dá outro.
O álcool desceu rápido. O pó ajudou. Em poucos minutos as conversas ficaram mais soltas, os toques mais demorados. Francisco passou a mão por baixo da saia de Catia enquanto falava com Pedro. Camila se inclinou para frente e deixou os peitos quase saírem do top. Andrea sentou no colo de Marcelo e rebolou devagar, sentindo o pau dele endurecer contra a bunda.
Quando a segunda rodada de linhas foi cheirada e o MDMA começou a fazer efeito, a temperatura da sala mudou de verdade. A pele de todo mundo ficou mais sensível. Cada roçar de braço, cada olhar demorado virava eletricidade.
Camila estava sentada no sofá com as pernas abertas, o shortinho enfiado no meio da buceta molhada. Pedro tinha dois dedos dentro dela, entrando e saindo devagar, o polegar esfregando o clitóris enquanto ela bebia direto da garrafa.
— Mais fundo… isso… quero gozar olhando pra eles — gemeu ela, a voz já embargada.
Francisco tinha Catia sentada no colo, a saia subida até a cintura. O pau dele estava para fora, grosso e veioso, esfregando na calcinha molhada dela. Ele a beijava de forma suja, mordendo o lábio inferior enquanto apertava a bunda com as duas mãos.
— Tá pingando pra caralho — rosnou ele contra a boca dela. — Quer que eu te foda logo aqui na frente de todo mundo?
Catia rebolou mais forte, o tecido da calcinha encharcado.
— Quero. Mas primeiro quero ver os outros se tocando.
Andrea já estava de joelhos entre as pernas de Marcelo. Tinha tirado o pau dele da calça e chupava devagar, a língua passando pela cabeça inchada, saliva escorrendo pelo queixo. Ela olhava para os outros enquanto engolia até a base, o nariz encostando no baixo ventre do marido.
Foi Camila quem quebrou o último disfarce. Empurrou a mão de Pedro para longe, se levantou e ficou em pé no meio da sala, os peitos grandes subindo e descendo com a respiração pesada. Tirou o top de uma vez e jogou no chão.
— Chega de enrolação.
Ela passou a língua nos lábios e olhou para cada um.
— Eu proponho um jogo. Desafios. A gente começa cada casal com o próprio. Quem propõe assiste. Quem não está no desafio também assiste. Depois a gente mistura tudo. Quem recusar, bebe o dobro e faz o que o grupo mandar. Combinado?
Francisco soltou uma risada rouca.
— Combinado.
Marcelo puxou Andrea pelo cabelo e beijou a boca dela.
— Pode começar.
Pedro olhou para a esposa, o pau completamente duro marcado na calça.
— Manda o primeiro, Camila.
Camila apontou para o próprio marido.
— Pedro. Tira a roupa. Quero você de joelhos. Me chupa até eu gozar na sua cara. Sem usar as mãos. E quero que todo mundo veja.
Os outros se acomodaram nos sofás e poltronas, copos na mão, olhando. Francisco passou o braço por cima dos ombros de Catia. Andrea se acomodou no colo de Marcelo, as pernas abertas.
Pedro obedeceu. Ajoelhou-se entre as coxas da esposa, puxou o shortinho dela para o lado e enterrou o rosto. A língua grossa passou pela fenda ensopada, subiu até o clitóris e chupou com força. Camila segurou a cabeça dele pelos cabelos e rebolou contra a boca, gemendo alto.
— Isso… mais fundo… engole essa buceta, porra… olha pra eles enquanto me chupa…
Pedro obedeceu, os olhos abertos, a cara ensopada. Camila gozou em poucos minutos, as coxas tremendo, o líquido escorrendo pelo queixo e pescoço do marido. Ela empurrou a cabeça dele para longe e olhou para o grupo, ofegante.
— Próximo.
Francisco se inclinou para a frente, o pau já marcado na calça.
— Catia. De quatro no meio da sala. Eu vou te foder no cu até gozar dentro. Sem tocar na buceta. E quero que você olhe pra eles enquanto eu te arrombo.
Catia desceu do sofá sem hesitar. Ajoelhou-se no chão, a bunda empinada, o rosto virado para Camila e Pedro. Francisco ajoelhou-se atrás dela, cuspiu no cu apertado, passou o polegar e depois enfiou o pau de uma vez só. Catia gritou, as unhas cravadas no carpete.
— Porra… devagar… não… continua… arromba…
Francisco segurou o cabelo dela como rédea e meteu com violência. O som molhado do pau entrando e saindo do cu ecoava na sala. Catia gemia sem parar, os olhos marejados, olhando diretamente para os outros enquanto era fodida.
— Tá vendo? — rosnou Francisco. — Tá vendo como ela engole meu pau no cu?
Camila passou a mão por dentro do shortinho, se tocando. Andrea bebia vodka direto da garrafa, as pernas abertas no colo de Marcelo. Catia gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau de Francisco em espasmos. Ele gozou logo depois, enterrado até o fundo, gemendo baixo.
Andrea se levantou devagar, o olhar já nublado de tesão e droga.
— Marcelo. Quero você sentado. Eu vou cavalgar até gozar. Depois quero que você me goze na cara. E quero que eles vejam tudo.
Marcelo sentou na poltrona. Andrea tirou a calça e a calcinha, abriu a buceta com os dedos e desceu devagar no pau grosso do marido, gemendo quando a cabeça abriu os lábios e entrou inteiro. Ela começou a cavalgar com força, a bunda batendo nas coxas dele, os peitos balançando.
— Olha pra eles — pediu ela, a voz falhada. — Olha como eu fodo meu marido…
Marcelo segurou a cintura dela e meteu de baixo para cima. Andrea gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele. Depois saiu, ajoelhou-se e abriu a boca. Marcelo se masturbou rápido e gozou na cara dela, jatos quentes escorrendo pela boca, queixo e pescoço. Andrea lambeu os lábios e mostrou a língua suja para o grupo.
Camila se levantou, ainda ofegante, os peitos grandes subindo e descendo, o shortinho encharcado colado na buceta. Ela limpou a boca com as costas da mão e olhou para o grupo com um sorriso sujo.
— Agora acabou a parte dos casais. A partir de agora, tudo pode. E eu quero putaria de verdade.
Ela apontou para Francisco, a voz rouca:
— Desafio: você vai foder minha boca até eu engasgar, enquanto meu marido arromba meu cu. Catia e Andrea vão assistir de perto. Quero sentir as mãos de vocês em mim enquanto isso acontece.
Francisco se levantou devagar, o pau ainda semi-duro e brilhando de porra e cuspe. Camila ajoelhou-se no meio da sala, as mãos atrás das costas. Pedro se posicionou atrás dela, abriu as nádegas da esposa com os polegares e cuspiu direto no cu apertado. Passou a cabeça do pau ali, esfregando, e entrou devagar, centímetro por centímetro, até estar completamente enterrado. Camila soltou um gemido rouco e abafado.
Francisco agarrou o cabelo dela e enfiou o pau na boca de uma vez só. A cabeça bateu fundo na garganta. Camila engasgou, os olhos marejaram, baba escorreu pelo queixo e pingou nos peitos. Pedro começou a meter com força no cu dela, o saco batendo na buceta ensopada a cada estocada.
— Isso… engole esse pau — rosnou Francisco, segurando a cabeça dela com as duas mãos e fodendo a boca com violência. — Olha pra mim enquanto engasga.
Catia se aproximou por um lado e segurou o queixo de Camila, forçando a boca a ficar mais aberta. Andrea ajoelhou-se do outro lado e começou a lamber o saco de Pedro, a língua passando pela junção onde o pau dele entrava e saía do cu da esposa.
— Porra, olha como ela está engolindo — disse Catia, a voz rouca. — Tá babando pra caralho… empurra mais fundo, Francisco.
Camila gemia engasgada, o corpo inteiro tremendo entre os dois homens. Pedro metia no cu dela com estocadas secas e profundas, enquanto Francisco usava a boca dela como se fosse um buraco. Em poucos minutos Camila gozou de novo, o corpo em espasmos, o cu apertando o pau do marido com força.
Quando Francisco tirou o pau da boca dela, um fio grosso de saliva e pré-gozo conectava a boca de Camila à cabeça do pau. Ela ofegava, o rosto sujo, os olhos vermelhos.
— Próximo — conseguiu dizer, a voz destruída.
Catia se levantou, limpou a boca e olhou para Marcelo.
— Desafio: quero você me fodendo no cu enquanto Francisco chupa minha buceta. E quero Camila e Andrea se beijando e se chupando em cima de mim enquanto isso acontece. Quero sentir tudo ao mesmo tempo.
Marcelo não hesitou. Virou Catia de quatro no sofá. Francisco deitou debaixo dela, puxou a buceta molhada para baixo e enterrou a língua. Marcelo cuspiu no cu de Catia, passou dois dedos e depois enfiou o pau de uma vez só. Catia gritou, a testa encostada no sofá.
— Porra… tão grosso… arromba esse cu…
Camila e Andrea subiram no sofá. Camila se ajoelhou na frente de Catia e beijou a boca dela de forma suja, enquanto Andrea se posicionou debaixo, chupando um dos peitos de Catia e esfregando a própria buceta na coxa dela. As duas se beijavam por cima do corpo de Catia, línguas se enrolando, saliva escorrendo, enquanto Marcelo metia com força no cu e Francisco chupava a buceta com fome.
— Mais fundo, Marcelo — gemeu Catia, a voz falhada. — Quero sentir seu saco batendo… isso… caralho…
Pedro se aproximou, o pau ainda duro, e enfiou na boca de Camila enquanto ela beijava Catia. Agora eram quatro pessoas em cima de uma só. Catia gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau de Marcelo em espasmos violentos. Ele não tirou. Continuou metendo enquanto ela ainda gozava.
O próximo desafio veio de Pedro, que estava com o pau latejando:
— Andrea. No meio da sala. De joelhos. Quero você chupando os três paus ao mesmo tempo. Sem usar as mãos. E quero que Camila e Catia se toquem enquanto assistem.
Andrea desceu do sofá sem dizer nada. Ajoelhou-se no centro da sala. Os três homens se aproximaram. Ela abriu a boca e engoliu o pau de Pedro primeiro, depois o de Francisco, depois o de Marcelo, alternando com fome, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Quando os três se aproximaram mais, ela tentou encaixar as três cabeças na boca ao mesmo tempo, a boca esticada ao máximo, engasgando, os olhos marejados.
Camila e Catia se sentaram uma de frente para a outra no sofá, pernas abertas, se chupando em 69 enquanto assistiam Andrea se afogar nos três paus. O som molhado das bocas e dos gemidos enchia a sala.
Francisco puxou o cabelo de Andrea e meteu fundo na garganta.
— Isso… engole tudo, puta… olha como ela está se esforçando…
Quando Andrea tirou a boca, ofegante, o rosto completamente sujo de saliva e pré-gozo, Camila propôs o próximo:
— Quero Catia e eu de quatro, lado a lado. Quero os três homens se revezando nos nossos cus e bucetas. E quero Andrea debaixo da gente, chupando tudo que escorrer.
As duas se posicionaram. Pedro entrou primeiro no cu de Camila. Francisco enfiou na buceta de Catia. Marcelo se alternava entre as duas bocas. Andrea deitou debaixo delas e chupava os paus toda vez que saíam, lambendo a mistura de gozo, cuspe e lubrificação natural. Os homens trocavam de buraco sem parar. Em determinado momento, Pedro e Francisco foderam as duas ao mesmo tempo no cu, enquanto Marcelo gozava na boca de Camila e depois na de Catia.
A sala já cheirava forte a sexo, suor e pó. Alguém raspou mais linhas no espelho. Camila aspirou uma direto do peito de Catia. Francisco cheirou do ventre de Andrea. Marcelo passou uma linha na cabeça do próprio pau e fez Catia cheirar antes de enfiar na boca dela.
O próximo desafio veio de Marcelo, a voz grossa:
— Agora eu quero ver os homens. Francisco e Pedro. Quero vocês dois se chupando enquanto as três se chupam em cima do sofá. E depois quero foder o cu de quem gozar primeiro.
Francisco puxou Pedro pela nuca e beijou a boca dele de forma violenta. Em segundos os dois estavam de joelhos, se chupando com fome, cuspe escorrendo, gemendo baixo. As três mulheres subiram no sofá e se envolveram num emaranhado de línguas, dedos e bucetas. Camila chupava Catia, Catia chupava Andrea, Andrea chupava Camila. Os gemidos femininos se misturavam com o som molhado dos homens se chupando.
Pedro gozou primeiro na boca de Francisco. Marcelo imediatamente o virou de quatro e enfiou o pau no cu dele de uma vez só. Pedro gritou, a testa no chão, enquanto Marcelo metia com força. Francisco aproveitou e enfiou o pau na boca de Pedro ao mesmo tempo.
As mulheres desceram do sofá e se juntaram. Camila lambeu o saco de Marcelo enquanto ele fodia Pedro. Catia chupou o pau de Francisco. Andrea se sentou na cara de Pedro, abafando os gemidos dele com a buceta.
A partir daí, não houve mais pausa.
Camila foi jogada de costas no sofá. Pedro entrou na buceta, Francisco no cu, e Marcelo ajoelhou-se sobre o rosto dela, fodendo a boca. Ela gozou gritando, o corpo inteiro em espasmos, engasgando com o pau de Marcelo. Quando os três gozaram — Pedro dentro, Francisco dentro, Marcelo na cara —, ela estava irreconhecível, coberta de porra, saliva e suor.
Catia foi a próxima. A colocaram de quatro no chão. Andrea deitou debaixo dela em 69. Os três homens se revezaram nos dois buracos de Catia enquanto ela chupava Andrea. Em determinado momento, Pedro e Francisco entraram juntos no cu dela, esticando ao máximo, enquanto Marcelo gozava na boca. Catia gritou até a voz falhar, gozando tantas vezes que o corpo inteiro tremia sem parar.
Andrea foi a última. Jogaram ela de barriga para cima. Camila sentou na cara dela. Catia sentou nos peitos. Os três homens se alternaram entre a buceta e o cu de Andrea. Quando finalmente gozaram — um na boca, um nos peitos, um no cu —, ela apenas abriu a boca e mostrou a língua coberta de porra misturada, um sorriso exausto e sujo no rosto.
A madrugada avançou sem que ninguém parasse de verdade. Houve mais linhas. Mais shots. Mais posições. Camila chupando o cu de Francisco enquanto Pedro a fodia. Catia sendo usada como depósito de porra pelos três homens enquanto as outras duas se beijavam. Andrea fodendo Pedro com um cintaralho que acharam numa mala, enquanto Francisco metia nela por trás.
Quando o sol finalmente começou a clarear pelas frestas das janelas, os seis corpos estavam espalhados pela sala e pelo chão, sujos, marcados de unha, cobertos de porra seca, suor e restos de pó. O ar estava pesado, quente, impregnado de sexo.
Camila, ainda com a mão em volta do pau semi-duro de alguém, riu baixo, a voz completamente destruída:
— Próximo desafio… daqui a uma hora. Quem ainda conseguir ficar de pé.
Ninguém discordou.
Ninguém se arrependeu.
Fim.