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O melhor remédio para curar mamãe – 3 – Hora do tratamento ser pelo bumbum

Um conto erótico de Filho Cuidador
Categoria: Heterossexual
Contém 7203 palavras
Data: 01/10/2026 08:34:50

No banho após termos feito amor 2 vezes naquela manhã, realizei um de meus maiores sonhos que era dar banho em mamãe sentindo suas curvas esculturais e dando muito carinho a ele. Mesmo que nunca tenha sido seu sonho, ela também adorou sentir os músculos de meu corpo e ficou o elogiando dizendo que eu era tudo o que uma mulher gostava.

Apesar de ter passado minhas mãos por cada centímetro, foi em seus seios esplendorosos que dediquei mais tempo, mas por mais que estivesse com vontade de os experimentar, decidi deixar para quando fosse brincar só com eles.

Mamãe pediu e eu jamais negaria seus pedidos, principalmente o de lavar internamente sua xoxota para tirar tanto o esperma como seus fluidos depositados lá desde a noite anterior, mas excitada com meus dois dedos girando lá dentro, fez uma provocação que quase me fez gozar.

– Muito do esperma que você colocou lá dentro vazou, mas do que não vazou, uma parte foi absorvida por meu corpo e agora você faz parte da mamãe. Isso me deixa tão excitada e feliz. Mais intenso do que isso, só se esse esperma fosse absorvido por um ovulo e virasse um bebê.

– Mãeeeeee. Isso é covardia, falei excitado como poucas vezes e tive que tirar o dedo de sua bucetinha já bem limpa ou teria gozado.

Percebendo como fiquei ela continuou provocando enquanto me ensaboava.

– Por que? Você ficou excitado sabendo que poderia engravidar sua mamãe?

– Ah mãe, não sei outros homens pois nunca conversei sobre isso com eles, mas acho que quase a totalidade se excita muito em saber que vai engravidar a mulher e pensar em engravidar a própria mamãe linda fica mil vezes mais forte.

– Também me excitou muito pensar nisso filho. Não agora pois você nem bem começou a faculdade, mas quando acabar, quem sabe possamos fazer isso.

– Sério mãe?

– Sério. Deve ser maravilhoso ter dentro de um meu corpo um filho que é o ser que uma mãe mais ama, produzido pelo outro filho que é quem mais amo. Seria um amor incomparável.

– Que lindo isso mãe. Teria o mesmo sentimento tendo esse filho com a minha mãe que é também quem mais amo. Você me deixou muito excitado.

– Eu também filho. Posso te chupar aqui no banho?

– Pode, mas não será desconfortável?

– Eu aguento. Estou querendo muito fazer isso desde ontem.

– Não mais do que eu que você faça, falei safado enquanto saí de baixo da ducha e me encostei na parede de azulejos.

Já que ia acontecer, decidi dar um pouquinho do que ela parecia gostar cada vez mais. Me obedecer.

– Ajoelhe e me chupe mãe.

Seus olhos brilharam de tesão e para dar mais emoção levei minha mão grande a seu ombro e fui a forçando se ajoelhar. Com toda a excitação acumulada pela nossa conversa e por eu a mandar fazer aquilo, fora o tesão maior que seria ver minha maravilhosa mamãe com meu pau enterrado em sua boca, o meu gozo com certeza seria um dos mais rápidos de minha vida e quando ela pegou meu pau com as duas mãos o encarado achei melhor a avisar.

– Ahhh mãe, sonhei tanto com isso, mas é uma pena pois sei que vou gozar muito rápido.

– Não tem problema amor. Faremos isso muitas e muitas vezes e assim você me faz gozar logo também pois estou precisando muito.

O golpe final de mamãe após colocar meu pau em sua boca foi ficar me olhando nos olhos com sua cara de safadinha. Estava no céu tendo aquelas sensações de prazer e poder com mamãe submissa ajoelhada a meus pés me chupando bem vadia. Não era um poder que eu queria exercer sobre ela, mas que ela queria que eu exercesse se excitando.

Além de me chupar, me lambia tarada por todo o comprimento sempre finalizando na glande me levando a beira do gozo. Com os sinais que meu corpo dava tremendo e gemendo, ela percebeu que eu não duraria muito mais e se concentrou só em chupar colocando até onde conseguia, o que era apenas metade de meu pau.

Quando percebi que não tinha mais como segurar, decidi avisa-la e também dar o empurrãozinho que ela pediu.

– Ahhh mamãe, sua boca é uma delícia. Vou gozar e como você é uma mamãe vadia, quero que engula tudo sem deixar cair um gota.

Engolir ou não era com ela e não me faria falta e nem aumentaria meu gozo que já estaria acontecendo, mas certamente me excitaria ainda mais podendo o prolongar.

Quando os primeiros jatos mais fortes saíram como um raio de minha uretra mamãe tinha meu pau o mais fundo que conseguia e pareceu que eles passaram diretamente por sua garganta e então ela o puxou um pouco e recebeu os outros em sua língua indo engolindo jato por jato sem parecer nenhum pouco estar com nojo. O que parecia era que estava extremamente excitada com seus olhos nunca tendo deixado os meus desde que iniciou.

Quando acabou meu gozo ela deu mais dois goles tendo engolido todo esperma de seu filho e mostrando o quanto estava tarada, não parou de o chupar até que eu mandei que parasse.

– Para mãe. Você deve estar muito excitada e quero fazer o mesmo com você, saborear sua bucetinha e seu suco que deve ser delicioso.

Mamãe tirou a boca e ainda não se levantou, pois estava empolgada.

– Ahhh filho, que bom que deixei para engolir pela primeiro vez o seu esperma. Ele tem um gosto diferente, mais suave. Não tive um pingo de nojo e adorei tudo, mas principalmente o simbolismo de fazer isso.

– Qual simbolismo?

– De me entregar a você. De ser sua e de confirmar definitivamente que não tem nada que eu não goste de fazer com você que foi feito dentro de mim e por isso não tenho qualquer nojo ou pudores com você.

– Levante mãe, quero sua bucetinha agora.

Mamãe se levantou sorrindo de felicidade e rapidamente passamos um último enxague pelo corpo e quando saímos, enxuguei nós dois rapidamente e a levei até cama.

– Mãe, deita no meio, mas coloca um travesseiro sob o bumbum.

Eu tinha visto em algum lugar que assim sua xoxota ficaria mais alta dando melhor acesso. Com seu rosto lindo mostrando toda sua excitação ela me atendeu e logo eu estava de joelhos entre suas pernas na direção de seus pés apoiado no colchão. Fechados como eram seus lábios, sua fenda pouco estava aberta.

– Abra mais as pernas mãe. Sua bucetinha é muito fechada.

Ela me atendeu abrindo o máximo que conseguiu e mesmo assim seus lábios tinham apenas um vão de 1 centímetro entre eles me dando a visão daquele interior rosinha. Mamãe tremia de excitação de se expor ao filho e aproveitei para a excitar mais.

– Mãe, leve as duas mãos e abra bem sua bucetinha para que seu filho conheça de onde ele saiu.

– Ohhhhhhh deus, você é muito safado. Deste jeito também não vou durar nada, falou me atendendo até expor sua bucetinha parecendo uma flor desabrochada. Linda.

A olhei com um ar maquiavélico e tarado.

– Diferente dos homens, as mulheres podem gozar duas, três ou até mais vezes em seguida. Vamos ver até onde você vai.

Não a faria gozar em demasia, pois meu pau já estava recuperado e a queria em meu colo logo após saborear sua frutinha deliciosa.

– Por favor filho, a mamãe precisa muito gozar depois de ter chupado seu pau delicioso e dessas coisas que você me fala.

A atendendo me deitei de bruços entre suas pernas e levei meus dedos a seus lábios onde os seus dedos estavam e os empurrei deixando que eu os mantivesse abertos como antes, assim as mãos de mamãe estariam livres.

Beijei e lambi por fora sentindo sua pele lisinha em torno de sua fenda arregaçadinha e se contorcendo mamãe procurava encaixar minha língua lá em seu interior sem conseguir. Impunha o poder que ela me conferiu mostrando que ela gozaria quando eu quisesse, mas queria muito a fazer gozar e precisei muita força de vontade para aguentar no máximo 1 minuto.

Quando minha língua correu chapada dentro de sua bucetinha recolhendo aquele mel delicioso e espesso, nem cheguei a seu clitóris e ela já explodiu em um orgasmo avassalador me fazendo ter que jogar meus cotovelos por cima de suas coxas as segurando ou não conseguiria continuar a explorar cada cantinho daquela frutinha saborosa.

Eu me deliciava sorvendo seu mel adocicado enquanto aproveitava para ficar muito mais íntimo de minha mamãe enfiando a língua em sua maior intimidade. Quando percebi que seu gozo começava a perder força fui para seu clitóris e o lambi de todos os jeitos possíveis, o suguei e até soprei como havia lido em algum lugar a levando a um orgasmo ainda mais poderoso que o primeiro.

Mais uma vez me dei conta que era o senhor dos orgasmos de mamãe. Eu a fazia gozar quando eu quisesse, quantas vezes quisesse e até na intensidade que quisesse falando sacanagens em seu ouvido. Claro que contribuía o fato de ela estar tendo orgasmos muito facilmente alimentados pelo combustível poderoso do incesto. O crédito não era só meu, mas também de nossa relação de sangue.

Mamãe agarrou meus cabelos me segurando no lugar com minha língua não conseguindo mais deixar seu clitóris mesmo ela tremendo toda. Se eu não a quisesse em meu colo para enfim dar a devida e merecida atenção aqueles seus seios, iria continuar até onde pudesse, então precisei parar, mas era ela quem controlava minha cabeça.

Se ela não queria parar, não tinha como parar e para dizer a verdade por mim ficaria a vida toda ali a sentindo em minha língua e engolindo aquele suco preciso de mamãe com sabor e perfumes inigualáveis.

Pensando que só o desmaio a faria me soltar, eis que ela me puxa pelos cabelos tirando repentinamente minha boca daquela grutinha encharcada.

– Está muito sensível. Pena, mas temos que parar. Ahhhhhhhhhhuuu, gemeu ainda gozando.

Entendi que falava de seu clitóris e não mais o toquei, mas fiquei lá conhecendo com os olhos cada pedacinho de sua xoxota e o que mais me chamou a atenção foi seu furinho vaginal tão pequeno e apertado parecendo incrível eu ter passado por ele.

Foi há 18 anos, mamãe estava há uns meses sem sexo e ela poderia ter feito exercícios com sua musculatura para que fosse apertado daquele jeito, mas ainda assim era impressionante imaginar que foi de lá que vim ao mundo.

Devagar o orgasmo de mamãe foi cedendo e decidi fazer mais uma sacanagem com ela. Fui subindo por seu corpo até que nossos rostos ficaram um de frente para o outro e a beijei com minha língua, meus lábios e entorno melados de seu mel e sua reação foi passar os braços pelo meu pescoço e me puxar para um beijo guloso sentindo seu próprio sabor.

Ficamos uns 3 minutos nesse beijo até seu sabor ter sido consumido e paramos, mas eu estava curioso.

– Você já tinha experimentado seu sabor?

– Assim não, só em meu dedo para experimentar.

– E tinha gostado?

– No dedo foi meio sem graça e o gosto insonso também, mas em sua boca foi delicioso por saber onde ela estava antes. Acho que agora não temos mesmo mais pudores.

– Estou cumprindo seu desejo de não te tratar como mãe e sem barreiras?

– Hummm, na verdade não. Você não consegue não me tratar como mãe, mas se conscientizou que sua mamãe está muito safadinha e está a tratando sem barreiras mesmo sabendo que é sua mãe o que torna tudo ainda mais safado e delicioso.

– Você tem razão, não consigo mesmo e tem a vantagem que a tratando como mãe atendo todos seus desejos, mesmo os mais safados. Se te tratasse como uma namoradinha como pediu, nunca te trataria assim.

– Você é o melhor e mais atencioso filho do mundo. Tratando sua mamãe como a vadia que ela pediu que a tratasse, só que falta uma coisa me provocou sorrindo.

– Ahh mãe, vamos continuar essa conversa safada com você em meu colo.

Me levantei já indo sentar apoiado na cabeceira e mamãe veio com sua nudez deliciosa até sentar em minhas coxas.

– Você coloca ou eu coloco, perguntou safada esfregando aqueles lábios melados de sua pequena buceta em minha coxa.

– Faça jus a seu título. Claro que você.

– Oh deus filho. Foi uma das melhores decisões de minha vida te pedir para me chamar e me tratar como sua vadia. É tão, tão excitante. Claro que é assim excitante porque você é meu filho e porque estamos fazendo algo proibido. Vadia e proibido, tudo a haver.

Mamãe se levantou se ajoelhando e puxando meu pau para a vertical, se alindou e desceu até que ele abrisse seus lábios, mas antes de se empalar, ficou o esfregando naquela fendinha deliciosa que eu tinha acabado de degustar.

– Para alguém que era tão discreta e nunca falava palavrão, você não acha que é muito forte o termo vadia?

– Qual outro poderia ser? Puta e prostituta são muito piores porque envolvem dinheiro. Devassa e vadia estão no mesmo nível, eu acho. Você quer me chamar diferente?

– Não. Se você está gostando, está ótimo para mim. Só tenho medo que conforme a entonação, você se ofenda.

– Ohhhh filho, como posso não ser sua mamãe vadia com esse pau lindo, enorme e delicioso?

Minhas mãos já estavam em seus seios apetitosos os apalpando só esperando que ela se enterrasse em mim para matar minha vontade final. Ela continuou.

– Sabendo como você me ama e é cuidadoso comigo, qualquer entonação, mesmo que saia parecendo ofensiva, não vou levar por mal. Te juro.

Ao parar de falar minha mãe me surpreendeu extremamente, quando em uma das pinceladas em sua fenda levou meu pau mais para trás e o segurou na porta de seu rabinho e soltou um pouquinho de seu peso só o fazendo ficar daquela forma sem poder escapar.

– Para fazer jus total a meu título como você disse, eu tenho que o colocar aqui, falou me olhando muito tarada.

– Não precisamos fazer isso hoje mãe. É só nossa segunda vez.

– Mas eu quero. Se você quiser e me mandar eu coloco aí. Como você disse, temos que poupar minha bucetinha.

Como se mamãe precisasse usar todos esses argumentos para que eu quisesse aquela bunda divina, então entrei em suas provocações.

– Colocar onde mamãe?

– Você sabe onde seu safado. No rabinho de sua mamãe.

– No rabinho da mamãe ou no cuzinho da mamãe vadia?

– Ohhh, que monstro eu criei. No cuzinho de sua mamãe vadia. Quero seu pau grande inteirinho nele.

– Não temos lubrificante. Vai doer.

– Já o melei todo em minha bucetinha vazando de tesão. E se precisar de mais eu tiro e o lubrifico de novo.

– Então vai mãe. Faça jus a seu título de mamãe vadia que você mesma se deu e enfie o pau de seu filho inteiro dentro de seu cuzinho apertado.

Assim que falei não me aguentei mais e fui em direção a sua aréola minúscula e mamilo borrachudo os pegando entre os lábios e quando os chupei tive quase uma overdose de sensações maravilhosas, pois ao mesmo tempo mamãe soltava o peso tendo metade de minha glande dentro daquele furinho tão apertado e quente.

Muito provavelmente o tesão que sentiu com seu filho voltando a mamar em seus seios após 17 anos tenha feito sentir menos dores, pois não demorou senti o encaixe de toda minha glande em seu bumbum e o melhor de tudo, eu era o primeiro e único a ter estado lá dentro.

– Ohhh deus, é tão grosso, mas eu o quero tanto.

Tirei a boca daquela delícia apenas o tempo suficiente para dizer algo muito importante.

– Não tenha pressa mãe. Ao mesmo tempo estou tendo seu bumbum e seus seios pela primeira vez. Quero curtir esse momento, falei voltando para o outro seio sugando aquele mamilo delicioso.

– Ahhh filho, nem se quisesse conseguiria ir rápido. Preciso ir me acostumando devagar, mas só vou parar quando estiver inteiro dentro de meu bumbum.

Mamãe levantou um pouco deixando a glande desencaixar e a levou a sua fenda a lubrificando mais um pouco. Ao voltar e se encaixar soltou o peso entrando mais fácil e ela se enterrou uns 2 centímetros além da chapeleta.

– Aaaaauuuuhhhh. Dói um pouco mas é tão bom filho. Se não tivesse gozado tanto em sua língua já estaria gozando.

– É bom demais mãe. Estou me aguentando para não gozar porque quero curtir muito. Se conseguir não goze também assim que colocar tudo. Vamos ficar bastante assim.

– Vou tentar. Ohhh.

Enquanto eu me deliciava com aquelas maravilhas perfeitas e firmes, não só lambendo e sugando suas aréolas e mamilos, mas também beijando e lambendo cada milímetro daquela obra de arte, mamãe ia se enterrando em meu pau gemendo de um pouco de dor, mas muito prazer.

– Mama na mamãe filho. Suga bem forte, assim me ajuda a não sentir dor, só prazer.

Se o tesão e o prazer amenizava suas dores, decidi a provocar.

– Você promete que não vai gozar se seu filho mamar bem esfomeado em seus seios divinos?

– Ahhhh, seu safado, agora já não sei se consigo falando desse jeito. Me manda não gozar que eu não gozo.

Senti mamãe ficando menos tensa e se abrindo para meu pau que já devia estar na metade.

– Você está proibida de gozar mãe. Se gozar vai ficar um dia inteiro sem meu pau.

Eu sabia e mamãe também sabia que eu não faria isso, agora que tinha a mulher de meus sonhos, mas era um jeito de parecer sério o que falei.

– Não filho, isso não. Não vou gozar.

Com essa conversa, senti que não faltava muito para meu pau se instalar inteiro dentro daquele cuzinho virgem. Eu queria falar mais, mas queria muito mais seu seio e fui para ele começando a mamar todo guloso verdadeiramente me deliciando com sua consistência e seu sabor, acima de tudo por ser de minha mãe onde mamei 17 anos antes. Mamãe pareceu ler minha mente.

– Ohhh, é tão excitante ter meu filho mamando de novo em mim. Mama filho, mama na mamãe.

Ela não precisava pedir pois aquele era um dos 3 melhores momentos de minha vida e todos eles tinham sido nas últimas 48 horas. Quando ela aceitou minha proposta indecente. Na primeira vez que fizemos amor e naquela segunda vez, tendo sua virgindade anal enquanto a mamava pela primeira vez.

Uma de minhas mãos se deliciava com o outro seio apalpando e apertando seu biquinho, chegando até o torcer um pouco. A outra mão corria por suas curvas sentindo o quanto era perfeito aquele corpo que eu estava desfrutando. Distraído com tanta coisa boa, escutei mamãe dar um gemido mais longo que os anteriores e antes que me desse conta, ela anunciou que tinha conseguido.

– Aaaaahhhhhhhhhhhuuuuuuu, eu consegui filho. Não acredito que tenho seu pau enorme dentro de meu cuzinho e nem doeu tanto como imaginei. Deve ser pelo tesão que estava sentindo.

Como eu queria que se prolongasse por um bom tempo aquele colo para mamãe, soltei um poucos seus seios e levando minha mão a sua nuca a puxei a 5 centímetros de meu rosto.

– Vem aqui mãe. Beija seu homem.

Ia a beijar, mas ela me interrompeu.

– Isso filho, me tome. Me domine. Nuca me senti tão poderosamente excitada como nesses dois dias.

– Eu te amo mais do que tudo mãe.

– Eu também, filho.

Então o beijo aconteceu e foi nosso mais longo até aquele momento. Durante todo o tempo alternávamos entre beijos românticos e amorosos e beijos fogosos e gulosos. Nossas mãos não descolavam da pele do outro até que as minhas foram para seu bumbum redondo e carnudo. O segurando com força comecei a levantar e descer mamãe com todo cuidado e tirando muito pouquinho.

Mamãe gemia dentro de minha boca, mas era de prazer, mesmo que pudesse estar doendo um pouco. Ficamos alguns minutos assim até que desgrudamos nossos lábios olhando para o outro. Parei de levantar e descer seu corpo e estabeleci um ritmo indo para trás e para frente lentamente. Não queria a machucar por nada.

Com essa calma poderíamos prolongar aquele momento e curtir por mais tempo.

– E eu pensei que estaria fazendo isso enterrado em sua bucetinha.

– Não tinha premeditado e naquela hora que o encostei atrás, achei que ia só te provocar, mas como ficamos conversando com ele lá me excitou e me deu vontade. Como te disse, para fazer jus ao título, precisava de dar o cuzinho pois acho muito difícil que esse termo possa ser usado por quem nunca deu a o bumbum.

– Também acho mãe. Pelo que sei esse termo se refere a mulheres que gostam muito de sexo e são safadas quando fazem.

– É, mas nunca vou ser uma vadia completa, pois elas gostam de sexo e são safadas tendo vários homens e só terei você pelo resto de minha vida.

– Mas tem algo que compensa mãe. De todas as vadias que tem filhos homens, acho que menos de 1% fizeram sexo com o próprio filho. Fazer isso é ser mais vadia do que fazer com muitos homens.

– Ahhh filho, você tem razão. Sou mais vadia do que elas e nunca estive tão satisfeita e feliz. Amo esse pau enorme de meu filho em meu bumbum. Vamos acelerar isso um pouco? Quero o sentir saindo mais e depois entrando.

– Tudo bem mãe, mas sem gozar. Quero aproveitar mais desses seios e desse bumbum.

Mamãe escorregou para trás fazendo meu pau sair quase inteiro e depois segurando em meu ombro se puxou contra mim o engolindo inteiro novamente. Não muito rápido e não muito devagar. Na velocidade ideal para aguentarmos mais um pouco.

– Ohh, ohhh, ohhh. Estou adorando isso meu amor. Quando está lá no fundo me sinto tão cheia de meu filho.

– Eu percebo mãe, pois fica muito apertado.

– Pelo que você disse, cobiçou muito meu bumbum. Você foi um filho muito, muito mal por desejar isso de sua própria mãe.

– Eu e todos os homens mãe. Impossível não o cobiçar sendo tão redondo e perfeito, mesmo sendo filho.

– Agora ele é seu e só seu e nunca terá sido de mais ninguém.

– Você disse que meu pai tentou atravessar essa barreira e não foi permitido. Por que se você o amava tanto?

– Sei lá, um medo pelo que ouvia de conhecidas. Umas gostavam, mas a maioria dizia que doía demais. E não achei necessário já que estávamos bem sem precisar cede-lo, falou sorrindo.

– Sorte minha. Você sabe que vou querer fazer isso com você de cachorrinho, não sabe?

Mamãe sorriu.

– Você é homem amor. Claro que você iria querer sua mulher toda submissa de quatro para você. Ahhhhhh.

Senti que mamãe acelerou um pouco mais e seu rosto mostrava que estava cada vez mais excitada. Pensei que já havia passado pelo menos uns 20 minutos e não precisava segurar mais tanto tempo nosso orgasmo, o penúltimo do dia, pois antes de dormir iria a querer em um papai e mamãe.

– Não é porque te quero submissa. É pela visão que tenho de seu corpo incomparável por ser uma posição muito, muito excitante.

– Excitante porque você vai estar apreciando seu pau entrar em meu cuzinho e me segurando pela cintura lá de cima sem que eu possa tomar nenhuma iniciativa a não ser ficar lá a sua disposição.

– Então você não quer assim mãe? Temos tantas outras posições para fazer isso.

– Ahhhhhh, pelo contrário. Só disse o que realmente acontece pois quero tanto quanto você.

Soltei a mão direita de seu bumbum que a ajudava no movimento de vai e vem e dei um tapa nele.

Pá.

– Ohhhhhhhhhhh deus.

– Você me disse que não tinha nenhum prazer em se sentir submissa. Não parece.

– Juro que não sentia, mas depois de tudo o que você tem feito comigo, agora eu sinto. Não é pelo prazer de obedecer e pertencer ao outro homem, mas o de pertencer e obedecer ao meu filho. É muito quente e safado isso amor.

Dei outro tapa em seu bumbum e levei a mão a seu seio o envolvendo e o apalpando. Era evidente que estávamos nos aproximando de nossos orgasmos e seriam muito intensos.

Pá.

– Ohhhhhhhhhuuuuu.

– Então agora você gosta dessas sensações de ser submissa?

– Ahhhhhh, sim, mas nada pesado.

– Você sabe que eu seria a última pessoa do mundo a te machucar ou humilhar.

– Eu sei. Me desculpe. Não quis dizer isso, mas que gosto dessas sensações só como estamos fazendo.

– Tinha entendido mãe. Sei que você confia em mim.

– Confio minha vida a você filho.

– Mãe, fala sério. Você sabe que de submissa não tem nada.

– Como assim?

– Fora algumas coisas óbvias que mandei, como tirar a calcinha que já ia tirar ou ficar de cachorrinho que também era a posição que faltava fazer, o principal você me manipulou para te mandar fazer. Foi assim quando me pediu para te mandar engolir e agora com o bumbum, entre outras. Não estou reclamando, pelo contrário, está tudo maravilhoso.

Mamãe sorriu inibida sabendo que o que eu falava era verdade.

– Me desculpe amor. Foi só nos momentos onde achei que você iria me ver como mãe e não tomar a atitude que eu queria, mas que também estava na cara que você queria. Você não queria que sua mamãe engolisse seu esperma e mais ainda o bumbum dela que você tanto cobiçou, perguntou safadinha dando um rebolada deliciosa e gemendo.

– Sim e sim. Muiiiiiito. Como disse não estou reclamando, só mostrando que não é submissa como faz parecer.

– Experimente dar ordens que eu não espere e me mande fazer coisas que você acha que não vou fazer e vou te provar o quanto estou amando e querendo ser submissa sua.

Eu simplesmente não precisava disso tendo a mulher de meus sonhos em minha cama, mas se ela queria, faria. Evidente que nós dois sabíamos que ela continuaria me manipulando para fazer algumas coisas que ela queria fazer e eu ia amar.

– Está bem mãe, na hora certa vou fazer isso. Agora está na hora de gozarmos. Não estou mais aguentado esse bumbum delicioso.

– Nem eu filho. Você vai bater mais no meu bumbum, me provocou praticamente me implorando.

Eu sorri para ela que tentava me manipular após segundos de nossa conversa. Dessa vez decidi ser duro com ela e a excitar.

– Você está tentando me manipular de novo. Daqui para frente se quiser algo me peça diretamente dando o motivo porque você quer e aí eu decido se te dou ou não.

Mamãe me olhou mostrando que tinha ficado muito tarada com minha atitude.

– Me bate no bumbum filho, por favor. A mamãe fica muito tarada quando você me bate com esse pau enorme dentro de mim.

– Está bem mãe. Como eu poderia negar o pedido de minha mamãe de levar a experiencia de comer seu maravilhoso bumbum pela primeira vez sem dar uns tapas nele? Claro que vou e também estarei mamando bem esfomeado.

– Ahhhh deus filho, faz isso. Vou gozar muito forteeee.

Com minha mão esquerda em seu seio direito, levei minha boca a seu seio esquerdo e comecei a suga-lo e mama-lo com avidez e então minha mão direita voltou a dar tapas na polpa esquerda de seu bumbum.

Pá. Pá. Pá. Pá.

Gritando de tesão mamãe acelerou aquele vai e vem se segurando em meus ombros. Meus gemidos estavam abafados por seu seio, mas os delas saiam poderosos naquele final de manhã da sexta-feira.

– Ohhhh, fica cada vez melhor esse seu pau grande no cuzinho da mamãe. Amo de paixão ele em qualquer lugar de meu corpo e hoje você esteve em todos eles. Estou gozaaaandooooooo.

Mamãe me lembrar que estive em todos seus orifícios me levou a um tesão extremo e também gozei no mesmo momento me juntando a ela. Meu esperma irrigava suas entranhas pela primeira vez enquanto eu não deixava de mamar como um bebê faminto e ela gozava e gozava me montando desesperadamente.

Quando meu gozo terminou deixei aqueles seios deliciosos e a puxei contra meu peito a abraçando amorosamente enquanto seu orgasmo ia perdendo forças lentamente. Quando terminou ela se largou em meu abraço forte e levei uma mão a seus cabelos os acariciando.

– Eu te amo mãe, mais do que tudo. Você é a mulher de minha vida.

– Tem certeza que não vai se arrepender filho, perguntou sem estar me olhando com o rosto encaixado entre meu ombro e minha cabeça.

Poderia ter ficado chateado, mas entendi sua preocupação de mãe por me amar, então decidi brincar.

– O sexo é meio fraquinho, mas todo o resto compensa, então tenho certeza sim, falei sorrindo.

Mamãe se levantou de meu ombro e me encarou sorrindo. Meu pau bem mais calmo ainda estava preso por aqueles seus músculos poderosos.

– Quando me tornei mãe abri mão de meus pequenos egoísmos porque precisava pensar em você mais do que em mim. Não sou nada especial, pois todos os pais e mães fazem isso, ou quase todos. Só que no momento estou com um sentimento muito egoísta de te querer só para mim, mesmo sabendo que essa não é a atitude que uma mãe deveria ter.

– Na verdade você está tomando a atitude correta. Pelo que já ouvi tantas vezes a mãe sempre faz o melhor para o filho e para a felicidade dele. Vamos dizer que você não me queira mais e me empurre para ter uma esposa. Amando como te amo e isso não vai mudar, vou ter uma vida muito infeliz e pouco satisfatória. Quando estiver com outra, estarei pensando em você, quando fizer amor com ela pensarei em você e no resto do tempo vou ficar arrependido e triste por não ter te convencido a ficar comigo. O resultado será que me vendo infeliz, você vai se arrepender de não termos ficado juntos, então porque passar por tudo isso se queremos ficar um com o outro?

– Ahh filho, você é mesmo bem mais maduro do que sua idade, como eu disse antes. Você me alivia o coração com essas palavras e tenho certeza que morreria de arrependimento se te visse triste porque te rejeitei. Desse momento em diante não terei mais essa preocupação e vou pensar em você sendo meu, só meu.

– Assim é melhor. Agora levanta esse bumbum gostoso daí e vamos tomar um banho, ou vou come-lo de novo.

Mamãe deu um aperto em meu pau com os músculos de seu cuzinho me olhando safada.

– Você conseguiria depois de tantos gozos?

Após uma reação de meu pau que ela sentiu, precisava me forçar a recusar para a deixar relaxar um pouco ou ficaria dolorida demais.

– Sua bunda me levantaria após 10 gozos mãe, ainda mais se te vir de quatro, mas agora nós vamos tomar banho de novo e dar mais comida a você que ainda tem muito o que recuperar.

Fazendo carinha de triste mamãe se levantou enfim liberando meu pau daquela quentura apertada e fomos para o banho, onde cada um lavou o outro sem pressa novamente. Aproveitei para contar a ela meu desejo de a levar a meus avós no final de semana, em seu escritório e na empresa na segunda-feira e ela aceitou tudo na boa a não ser ver meu pai que a deixou ansiosa.

– Não sei se já estou preparada para ver seu pai.

– Você vai se quiser mãe, mas o quanto antes fizer isso, mais cedo vai superar essa ansiedade. Prometo estar com você o tempo todo e amanhã após o almoço na vovó, vamos ao shopping comprar uma roupa de uma mulher executiva que você usaria em um compromisso de arquiteta, mas que também seja levemente sensual. Vamos mostrar a ele e aquela garota que você está muito bem e continua deslumbrante.

Ela pensou um pouco e se decidiu.

– Está bem, melhor mesmo enfrentar isso logo e se você vai estar junto, estarei bem.

– Diremos que você está lá porque sendo proprietária da metade da empresa vai se interessar mais por ela a partir de agora e quer ver os resultados.

– Ótima ideia e vou dizer que você tem minha procuração e será quem vai acompanhar.

– É só para mostrar as caras, dizer que você está bem e que vai se interessar pela empresa. Não podemos tirar o mérito dele de estar fazendo um excelente trabalho.

– Tudo bem filho. Falando assim até fiquei com vontade de o encontrar. E aquela garota?

– Na verdade ela é uma jovem e não tem toda a culpa, mesmo que tenha seduzido meu pai. Se ele não fosse um calhorda, ninguém iria seduzi-lo.

– Você tem razão, ainda assim não vou gostar dela.

– Nem eu mãe. Mudando de assunto, vamos ter que arrumar uma desculpa muito boa, pois todos perguntarão o que aconteceu para você ter mudado tão rápido.

– Vão mesmo e não poderemos falar a verdade que você me convidou para foder, sorriu.

– Pena que não podemos, né? Adoraria poder falar que agora você é minha. Sei lá, teria que ser uma grande chantagem emocional minha, mas ameaçar te abandonar ninguém acreditaria.

– Com certeza não, depois de como todos viram você cuidando de mim esses meses. Uma coisa que me abalaria muito seria você dizer que abandonaria a faculdade para cuidar de mim. Só de ter trancado já me sinto péssima.

– Acho que é a melhor opção.

– Sim pois afetaria seu futuro.

– Então diremos que foi esse o motivo, só que não explicaria toda sua empolgação, mesmo que você tente disfarçar.

– Pode deixar, eu tenho uma explicação para dar. Toda mulher que é traída e abandonada, ao menos as que conheci, primeiro ficam triste, mas na hora que cai a ficha começam se cuidar, emagrecer, ir a academia e a programas. Vamos dizer que sua chantagem me despertou e agora estou na fase que as mulheres traídas querem ficar bonitas e voltarem a ser felizes. No meu caso com uma ótima companhia que é meu filho lindo.

– Bom mãe, muito bom. Mostre que você está bem e retomando a vida animada, mas se segure um pouco nas primeiras vezes. Só por você ter saído do quarto, da casa e estar animada, todos já vão ficar muito felizes.

– Vou tentar me segurar filho. Até eu acharia estranho se me visse mudar tanto, falou sorrindo

– Agora vamos comer mãe. Só não vou te levar a um restaurante pois disse que você ficaria nua o dia inteiro e não vou perder a oportunidade.

– Até tinha esquecido. Vai ser estranho, mas excitante te ver me cobiçando, falou feliz.

– Com certeza, mas para te dar um descanso, só um papai e mamãe antes de dormir.

Nos enxugamos e enquanto fui colocar um short e uma camiseta, mamãe já foi para a cozinha completamente nua. Quando cheguei e a vi começando a fazer um almoço me senti poderoso de poder ter aquela deusa nua a meu pedido. Meu pau já ficou duro, mas tinha colocado uma cueca apertada por baixo prevendo que aconteceria e não queria que mamãe visse ficando taradinha, pois realmente precisava de descanso após uma noite e uma manhã de sexo intenso.

– Ahhh mãe, isso realmente parece um sonho. Poder mandar uma deusa como você ficar nua para mim enquanto fazemos o almoço.

– Se você soubesse a felicidade e a satisfação sexual que estou sentido por você ter me dado isso, saberia que você merece muito mais.

– Obrigado mãe. Sério, vai ser só hoje, pois não quero perder te ver com as leggings exibindo esse bumbum para mim e nem de vestidinho mostrando suas curvas e suas coxas. Vai ser também um sonho te mandar tira-los.

– Seu safado, mas também o que poderia esperar de um jovem de 18 anos cheio de hormônios correndo nas veias.

– Os hormônios certamente ajudam muito, mas é esse corpo, é ser minha mãe e eu te amar tanto que me deixa safado e te cobiçando.

– E não vai estragar essa cobiça se usar o avental enquanto cozinho? Tenho receio que o óleo espirre e me queime, falou preocupada.

– Seu bumbum vai ficar exposto enquanto você usa o avental?

Ela sorriu já sabendo o que eu pensava.

– Vai sim.

– Então não vai estragar em nada essa cobiça mãe. Talvez até cobice mais pela situação.

– Então pegue para mim aí na terceira gaveta e se puder me ajude a vesti-lo.

Fiz o que ela pediu e nunca em minha vida imaginei que poderia ficar tão excitado vestindo uma mulher como ficaria a desnudando, mas foi surreal o que senti. Mesmo assim me controlei ou jamais pararia de fazer amor com mamãe até morrer de inanição.

Foi uma tortura a ver com o bumbum nu naquele avental e quando ela me via olhando dava um rebolado me provocando. Tinha a vontade de a debruçar sobre a pia e a comer e sabia que ela também iria adorar, mas resisti, só que inclui em minha lista mental que não demoraria e a comeria assim. Nessa lista já havia comer seu bumbum de 4 e a fazer sentar em meu rosto, além de outras sacanagens que se aprende na internet.

Almoçamos e depois arrumamos a cozinha com mamãe ainda me provocando feliz e quando acabamos a chamei para conversar um pouco na sala, só que mandei que ela deixasse o avental na cozinha. Sentei em um poltrona gostosa que tínhamos e a chamei para sentar em meu colo, mas de lado e com as pernas fechadas ou não resistiria.

– Mãe, é quase impossível te resistir, mas estou conseguindo para te dar um descanso. Vou te acariciar enquanto conversamos, mas sem maldade. Te juro.

– Tudo bem filho. Nunca me senti tão desejada em minha vida. Enche meu ego, sorriu.

– Pode deixar encher, porque você é tudo isso mesmo.

Minhas mãos escorregavam lentamente por sua pele aveludada, macia e quentinha e eu evitava seus seios expostos e da xoxota só via um risquinho fechado entre suas coxas.

– Tenho uma curiosidade filho. De onde você tirou a ideia de falar o que falou para mim me tirando da imensa apatia?

– Pesquisando sobre depressão, li em algum lugar que o modo mais eficiente de tirar alguém dela e de um modo muito mais rápido é pelo sexo, principalmente se você conseguir dar prazeres intensos a pessoa deprimida. Não sei se tem alguma base cientifica, mas como estava no desespero e tinha muita coisa a perder, decidi arriscar.

– Sabe, você me propor para foder desse modo tão direto me chocou, mas após o primeiro choque, o que me fez sair mesmo daquele imobilismo foi ouvir você falando um palavrão desses para mim. Nunca tinha visto você falar assim e percebi o quanto você estava desesperado e então reagi pensando na possibilidade de aceitar sua proposta porque você não merece passar pelo que estava passando.

– E eu achando que tinha sido te propor sexo comigo, falei sorrindo.

– E foi, o palavrão me acordou para a vida, mas ouvir você falar que me amava e me desejava há muitos anos me fez interessar por sua proposta, além de todos os outros argumentos que usou como aquela do desperdício, de que preciso de você e você me querer. Você tinha toda razão e me convenceu e se não tivesse aceito, teria sido uma idiota de perder tudo o que você está me dando, um gigantesco desperdício.

– No fim deu tudo certo mãe e vou cumprir todas as promessas que te fiz tentando te convencer pois eram todas reais. Vou cuidar de você, fazer programas, ser seu companheiro e tudo o que você precisar, mas é porque sou eu quem quero estar o máximo de tempo com você. Sabe, acho que até deus estava bravo com você por ter dado toda essa beleza e esse corpo e você estar o desperdiçando por causa de um imbecil.

– Mas agora você não vai deixar que eu desperdice todos esses atributos que deus me deu, vai?

– Agora que eu tenho passe livre a ele, te garanto que não.

Mamãe sorriu pelo modo que falei.

– Passe livre é bom. É exatamente isso que você tem comigo. Sabe, suas argumentações para me convencer realmente tinham fundamento e não tinha muito o que contestar a não ser o fato de ser meu filho, mas em um momento você disse que é melhor fazer algo errado do que morrer e foi aí que me convenceu de vez. O melhor de tudo é que nem estou achando errado o que estamos fazendo. Nós nos amamos e ninguém tem nada a ver como escolhemos nos amar.

– Que bom que esteja pensando assim pois sempre pensei. Os argumentos eram bons, mas achava que tinha só 0,1% de chances de te convencer a aceitar, pois era uma proposta extremamente ousada.

– Era uma expectativa razoável quando se propõe a própria mãe que nunca tinha percebido o interesse do filho para foderem, no entanto você conseguiu, brincou.

– Sim, eu consegui e agora quero a foder o tempo todo pois você é deliciosa, mas preciso combinar os almoços do final de semana com minhas avós e com suas sócias na segunda. Fora que tenho que agendar uma reunião com meu pai Presidente. Não vou falar para a secretária que você vai comigo pois ele pode inventar uma desculpa para não te receber, então vai ser uma surpresa sua presença. Vou lá para meu antigo quarto.

– Pode ficar aqui. Vou lá para nosso quarto descansar mais e quem sabe tirar uma soneca, mas se mudar de ideia e me quiser, estarei lá nua como você quer, falou se levantando de meu colo ficando em pé como se fosse a estátua de uma deusa em uma galeria de arte.

– Ahh mãe, você diz que criou um monstro, mas acho que também criei uma monstrinha insaciável.

– Acho que você criou mesmo, mas só porque você é um amor, lindo e tremendamente gostoso. Até mais tarde amor.

Mamãe se foi e liguei primeiro para minha avó materna que já tinha recebido minha mensagem mais cedo e ela estava tão empolgada que não parava de perguntar como mamãe estava. Com a avó paterna, não foi muito diferente pois se davam muito bem. Suas sócias nem acreditaram e ficaram muito felizes quando disse que a levaria lá na segunda e que se pudéssemos almoçar junto seria ótimo.

Na verdade, marquei almoço, pois queria que todas essas pessoas que adoravam mamãe também a vissem comendo bem para que acreditassem em sua recuperação. Na empresa de meu pai e de mamãe falei com sua secretária namorada e disse que queria falar com o Presidente sobre um assunto de negócios, bem formal para que pudéssemos os pegar de surpresa.

Aquela empresa era antes de meu avô materno, que abriu as portas para meu pai trabalhar lá com ele quando se formou e com o passar do tempo meu avô foi cansando e meu pai a comprou dele, implícito que sendo de meu pai, seria metade de mamãe ou meu avô nunca teria vendido. Foi por isso que seu próprio pai o fez passar para mamãe a metade dela o mais rápido possível e pelo menos nisso não foi um cafajeste.

Durante todo o tempo que fiz as ligações fiquei pensando naquela Deusa nua me esperando em nossa cama e não aguentava mais de vontade de ir até ela.

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