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Uma Esposa Desejada e o Vizinho Audacioso — Parte 5: O Dedo que Abriu o Caminho

Um conto erótico de JoaoPedro
Categoria: Heterossexual
Contém 1422 palavras
Data: 03/10/2026 18:40:01
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

O resto do domingo arrastou-se com uma lentidão quase cruel. Depois daquela madrugada em que eu tinha visto Clara cavalgando o Matheus e depois sendo fodida de quatro, com o polegar dele já brincando no cu, a casa inteira parecia carregada de eletricidade. O café da manhã tinha sido um exercício de fingimento. Clara servia o pão e o café com o mesmo sorriso de sempre, perguntando se eu queria mais suco, se o Matheus queria outro ovo. O jovem de 18 anos respondia com educação, a voz baixa, os olhos baixos demais sempre que ela se inclinava. Eu observava os dois por cima da xícara, o pau ainda semi-duro dentro da calça de moletom, e sentia o gosto metálico da adrenalina na boca.

Depois do café, Clara anunciou que precisava corrigir umas provas e se trancou no escritório. Matheus foi para o quarto de hóspedes com o fone de ouvido. Eu finjo trabalhar no notebook da sala, mas na verdade só escutava. Cada passo no corredor, cada porta que se abria ou fechava, cada risada abafada me mantinha em estado de alerta. Por volta do meio-dia ouvi a porta do escritório se abrir e passos leves se dirigirem ao quarto de hóspedes. A porta se fechou. Esperei dois minutos e me aproximei descalço.

Pelo vão conseguia ver parte da cama. Clara estava de joelhos no chão, a blusa erguida, os seios à mostra. Matheus estava sentado na beira da cama, a bermuda no meio das coxas, o pau duro apontando para cima. A boca dela subia e descia com ritmo constante, a saliva brilhando no comprimento. Ele segurava o cabelo dela com uma das mãos e guiava o movimento, a cabeça jogada para trás, a respiração pesada. O som molhado de chupada enchia o quarto pequeno.

— Isso… mais fundo… — murmurou ele.

Clara engoliu até a base, engasgou de leve e continuou. Eu abaixei a calça ali mesmo no corredor e comecei a masturbar em silêncio, os olhos grudados na cena. Depois de alguns minutos Matheus a puxou para cima, virou-a de costas contra a cama e a fodeu de pé, as mãos apertando a bunda dela, as estocadas profundas e ritmadas. A cama batia levemente na parede. Clara gemia baixo, o rosto virado para o lado, os olhos semicerrados. Quando ele gozou, enterrou fundo e ficou ali, respirando pesado contra a nuca dela. Um fio branco escorreu quando ele saiu. Clara se ajoelhou de novo e limpou o pau dele com a boca até ficar brilhando.

Eles se arrumaram em silêncio. Clara saiu primeiro. Eu me afastei rápido e voltei para a sala a tempo de fingir que estava concentrado no notebook. Ela passou por mim, o rosto levemente corado, e foi para o banheiro. O chuveiro ligou. Matheus apareceu minutos depois, pegou um copo d’água na cozinha e voltou para o quarto como se nada tivesse acontecido.

A tarde seguiu no mesmo ritmo de tensão contida. Por volta das cinco, Clara disse que ia até a casa dos vizinhos com o Matheus para ele pegar mais algumas roupas limpas e o carregador do notebook. Eu acenei, fingindo desinteresse. Assim que a porta da frente se fechou, saí pela dos fundos e contornei o muro baixo. Cheguei a tempo de ver os dois entrarem pela porta dos fundos da casa ao lado. A porta ficou entreaberta. Encostei-me na parede de pedra, o coração batendo forte.

Dentro não houve conversa longa. Ouvi o barulho de um beijo urgente, depois o som de zíper, de tecido caindo no chão. Pelo vão da porta vi Clara de costas contra a parede da cozinha, o short jeans no chão ao redor de um dos tornozelos, as pernas abertas. Matheus estava de joelhos, o rosto enterrado entre as coxas dela, chupando com fome. As mãos dela apertavam a cabeça dele, os dedos afundando nos cabelos. Ela gozou rápido, as pernas tremendo, um gemido abafado escapando da garganta. Depois ele se levantou, virou-a de frente para a mesa de granito e a penetrou por trás com uma estocada só. A mesa balançou. Ele meteu com força, as mãos cravadas na cintura dela, o som da pele batendo ecoando na cozinha vazia. Quando gozou, enterrou até o fundo e ficou ali alguns segundos, o corpo tenso. Ao sair, um fio espesso escorreu pela coxa interna dela.

Voltei para casa antes deles, o pau latejando dentro da calça. Quando entraram, Clara foi direto ao chuveiro de novo. Matheus passou por mim no corredor e me cumprimentou com um aceno curto, o olhar neutro demais para quem acabara de gozar dentro da minha esposa pela segunda vez no mesmo dia.

A noite caiu devagar. Depois do jantar, Clara disse que estava cansada e foi para a cama mais cedo. Eu finjo dormir ao lado dela, o corpo tenso, a escuta aguçada. Por volta da uma e meia da manhã a porta do nosso quarto se abriu com o cuidado de sempre. Clara saiu descalça, de camisola. Esperei vinte segundos, levantei e a segui pelo corredor. A porta do quarto de hóspedes estava entreaberta. Pelo vão a cena já estava em andamento.

Clara estava de quatro na cama, a camisola erguida até as costas, a bunda empinada. Matheus, de 18 anos, ajoelhava-se atrás dela. O pau dele entrava e saía da buceta com ritmo constante. Uma das mãos dele abria a nádega direita e o polegar circulava o cu dela, pressionando, entrando aos poucos até a primeira falange. Clara enterrou o rosto no travesseiro para abafar o gemido. O dedo sumiu até a segunda falange. Ele mexeu devagar, abrindo, enquanto continuava metendo na buceta.

— Relaxa… isso… você consegue — murmurou ele, a voz rouca.

Tirou o dedo, cuspiu na entrada apertada e posicionou a cabeça do pau ali. Empurrou com lentidão. Clara soltou um gemido longo e abafado, as mãos apertando o lençol. Vi o pau dele sumir centímetro por centímetro dentro do cu dela. Quando estava completamente enterrado, parou, deixando-a se acostumar ao volume. Depois começou a meter devagar, profundo, ritmado. Uma das mãos dele ia e vinha no clitóris dela. O outro braço a segurava pela cintura.

Eu estava no corredor, a porta entreaberta só o suficiente, o pau na mão, masturbando em silêncio absoluto. Cada estocada, cada gemido abafado, cada “porra, que cu apertado” que ele murmurava me fazia latejar mais. Ele foi aumentando o ritmo aos poucos. Clara empurrava o quadril para trás, aceitando tudo. O som molhado e obsceno enchia o quarto. Perto do final ele meteu mais rápido, mais fundo. Clara gozou primeiro, o corpo inteiro se contraindo ao redor do pau dele, um gemido longo escapando mesmo com o rosto enterrado no travesseiro. Matheus a seguiu segundos depois, enterrando até o fundo e descarregando dentro do cu dela com um gemido rouco e baixo.

Quando saiu, um fio branco e espesso escorreu. Ele passou o dedo, recolheu um pouco e levou à boca dela. Clara chupou sem hesitar. Depois os dois ficaram quietos por um tempo, só a respiração ofegante preenchendo o silêncio. Ela se levantou com cuidado, as pernas ainda um pouco trêmulas, ajeitou a camisola e limpou as coxas com um lenço que estava na mesa de cabeceira. Olhou para o relógio e sussurrou:

— Preciso voltar. Ele pode acordar.

Matheus a puxou pela cintura e beijou o pescoço com lentidão.

— Amanhã de novo. Quero te foder nos dois buracos. E quero ouvir você gemer mais alto.

Ela saiu do quarto. Eu me afastei rápido, voltei para a cama e me deitei de lado, fingindo o sono mais profundo do mundo. Segundos depois a porta se abriu e Clara entrou. O cheiro de sexo e de algo mais sujo ainda estava na pele dela, misturado ao perfume leve. Ela se deitou atrás de mim, o corpo quente, a respiração ainda um pouco acelerada. Em poucos minutos fingiu dormir.

Eu continuei acordado, o pau ainda duro, a mão úmida de porra escondida sob o lençol. Do outro lado do corredor, o jovem de 18 anos também devia estar acordado, talvez sorrindo no escuro, o corpo ainda quente do que acabara de fazer.

O sol já começava a clarear a janela quando finalmente fechei os olhos. Em algumas horas a casa ia acordar. Clara ia levantar para fazer o café. Matheus ia aparecer na cozinha com aquele mesmo olhar discreto de sempre. E eu ia fingir, mais uma vez, que tinha dormido a noite toda.

Mas eu já sabia que a próxima madrugada seria ainda mais intensa.

E eu não pretendia perder um segundo sequer.

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Comentários

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O conto é excitante, mas frustrante ao mesmo tempo. Excitante porque tem uma puta que não merece ter um cara que a ame, porque se houvesse transparência e concordância entre os dois - marido e mulher - até não seria uma traição, mas como tudo que ela faz é às escondidas, ela é uma puta traidora. Mesmo que o marido não a satisfaça na cama, creio que ele não mereceria isso. De outro lado tem um moleque punheteiro, filho de papai, que está vivendo sua liberdade e na total falta de responsabilidade... e, por fim, de outro lado, um corno resignado que se faz de tonto, de cego, de surdo e de mudo. Já estou até torcendo que a puta decida se mudar para a casa do moleque, deixando o corno na punheta e na saudade.

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Esse conto já está dando nojo desse corno frouxo, só escondido assistindo essa puta escrota traindo ele na própria casa, até de dia, com ele dentro de casa, por fim até o cu deu pro garoto, coisa que não deve dar para o marido, e com outro agravante até o presente momento não teve um sexo com o marido, situação ultrajante e humilhante.

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