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Ruth, a Evangélica 8

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1927 palavras
Data: 03/10/2026 14:16:20
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 8: O Casal

Era quarta feira a noite, eu estava sentada ao lado de Silas na igreja como uma boa esposa evangélica, porém a puta dentro de mim ganhava força dia após dia. Minhas saias já não eram tão longas, as calcinhas, quando usava eram minúsculas. Me masturbava loucamente todo dia, às vezes mais de uma vez, fodia com meu patrão quase todo dia, mas ali, apesar de estar sem calcinha, com a buceta babando de tesão e estar louca pra dar pro pastor da nossa igreja; eu era a esposa evangélica exemplar.

Quando o culto acabou, a irmã Cláudia veio falar comigo. Eu estava guardando os hinários quando ela se aproximou, sorriso tímido, porém, malicioso, olhar baixo, mas eu vi o brilho do tesão de puta em seus olhos, a mesma cara de santa que ela usava antes de a gente se chupar na sala da minha casa semanas atrás.

— Irmã Ruth… — Chamou com voz doce. — Posso falar com você um minutinho? — Pediu sem conseguir esconder o tesão no olhar. — Longe dos outros. — Sussurrou por fim.

— Irmã Claudia. — Comprimentei usando minha máscara de evangélica puritana. — Claro Irmã. — Me levantei. — Vamos ali no quartinho da limpeza.

— Eu fiz o que a irmã me aconselhou a fazer. — Começou ela ainda enquanto saímos do salão principal — Agora o Roberto é outro homem. — Continuou com uma empolgação mal contida na voz.

— Me conta o que você primeiro.

— Passei a me comportar como uma vagabunda. — sussurrou. — Uma dessas vadias de rua. — Senti o calor subir do meu grelo pelo meu ventre. — Todo dia quando ele chega do trabalho a primeira coisa que eu faço é me ajoelhar na frente dele e chupar seu pau.

— Hum, isso é muito bom. — Falei abrindo a porta do quartinho, aquele mesmo que o viciado me arrombou o cuzinho. — E ele, o que faz?

— Irmã, ele me fode quase todo dia. — comentou trancando a porta atrás de si. — soca aquele pauzão na minha garganta até eu chorar de tesão. — minha buceta já estava encharcada com esse relato. — Depois fode minha buceta sem dó. — ela continuou falando e dava pra ver que ela também estava com tesão. — Me faz gozar como uma cadela no cio.

— Nossa irmã Cláudia, que delícia. — comentei já subindo minha saia e exibindo minha xota melada. — Conta mais, conta. — queria ouvir mais enquanto me masturbava ali mesmo.

— Está com tesão irmã? — perguntou ela também subindo a saia. — Eu também fico, só de pensar no Roberto fodendo meu rabo. — Baixou a calcinha e começou a se tocar na minha frente. — Ele agora tá viciado em comer meu cuzinho e gozar na minha cara.

Ela contou sobre como o marido a fodia agora, com tesão sem pudor, ele batia na cara dela enquanto estava enrabando a vagabunda, chupava sua buceta até ela mijar de tesão e etc. Enquanto ela falava nós nos masturbamos uma para a outra, se exibindo e se excitando mutuamente. Não demorou muito e nós duas gozamos juntas ali no quartinho da igreja.

— O Roberto quer foder você. — Ela falou logo depois de gozar ainda ofegante. — Eu e você juntas, na verdade.

— Meu Deus! — Estava realmente surpresa. — E você quer? — Perguntei já sabendo a resposta.

— Quero. — ela respondeu sem exitar. — sexta feira a noite? — Propôs segurando minha mão que até um minuto antes estava na minha buceta. — Venha vai ser muito divertido. — Concluiu antes de chupar meus dedos melados.

— Então tá. Sexta eu vou. — Eu sorri de lado.

Sexta à noite chegou e eu me preparei para uma noite que seria inesquecível, depilei minha bucetinha, coloquei a menor calcinha que tinha e o plug, sim o plug do meu trabalho, não costumava trazer ele pra casa, mas aquela visita a irmã Cláudia merecia uma surpresinha a mais. Para Silas eu falei que iria fazer uma visita de aconselhamento sobre seu casamento, ele claro como bom corno não desconfiou de nada.

— Boa noite. — Disse ao entrar no carro de aplicativo que chamei.

— Olá, boa noite. — Respondeu o motorista educadamente. — Sextou né? — Perguntou automaticamente. — Vai alguma balada hoje?. — insistiu.

— Deus me livre mosso. — Respondi fingindo indignação. — Sou crente, não frequento esses lugares.

— Me Perdoe. — Pediu sem graça. — A senhora está indo para a igreja?

— Não. — Respondi com um sorriso malicioso. — Estou indo a casa de uma Irmã da igreja.

— A sim, uma visita. — Olhou-me pelo retrovisor. — Ela está doente?

— Não, vou ajudá la com o marido.

— Problemas no casamento?

— Vou dar pra ele. — sorri abrindo as pernas. — Aliás, eu e ela vamos transar com ele.

Deu pra ver a confusão no olhar dele, sem entender nada, mas também vi o volume na sua calça. Minha buceta já estava molhada aquela hora, o meu rabo já mastigava o plug de tesão então resolvi continuar a brincadeira.

— O marido dela quer foder nós duas ao mesmo tempo. — Comecei a abrir os botões da minha blusa. — Sabe como é, todo macho quer foder duas putas Evangélicas como nós. — Vi ele engolir seco. — Ela me disse que ele tem um pauzão muito gostoso.

— Então… — Gaguejou.

— Sim, sou uma vagabunda crente. — Abrir mais as pernas. — uma pena que essa corrida já está no cartão. — Puxei a calcinha de lado mostrando minha pepeka melada. — Se não ia pagar engolindo sua rola.

— Você é mesmo uma vagabunda. — falou sem acreditar no que ouvia

— Sou uma puta Evangélica. — Conclui quando o carro parou na frente do endereço de Claudia. — Agora vou dar meu rabo para o marido da minha amiga. — falei enfiando dois dedos na minha buceta e depois passei no rosto do motorista pra ele sentir meu cheiro.

A casa do casal ficava num bairro mais afastado. Claudia abriu a porta já sem o sutiã por baixo da blusa. O marido, Roberto, estava em pé na sala nu Pau grande e duro todo babado. A vagabunda tinha começado sem mim. Ele tinha uns 40 anos, barba por fazer, corpo de quem trabalha com o físico, olhar pesado de quem já tinha

— Entra, Ruth. — Ele disse, a voz grossa. — A gente te esperava. — As duas vadias aqui de joelhos. — Mandou sem alterar o tom de voz.

Claudia tirou a blusa, os seios fartos caíram pesados enquanto ela se ajoelhava na frente dele. Fiz o mesmo, tirei a blusa mas fiquei de sutiã, me ajoelhei com o rosto a poucos centímetros daquela rola gostosa. Ele não perdeu tempo e já foi colocado o pau babado na minha boca e eu como boa putinha evangélica já fui logo engolindo ele inteiro até a base.

— Jesus Cristo. — Gemeu ao ver que eu estava engolindo ele todo sem muito esforço. — Olha como ela engole Amor.

— Falei pra você amor, a Ruth é uma Puta profissional.

— Muito treino. — falei depois de tirar ele da minha garganta. — Engulo pau quase todo dia. — Conclui e voltei a fazer o pau dele desaparecer na minha garganta.

— Caralho… nada melhor que uma puta treinada. — Roberto segurou minha cabeça e passou a fode minha garganta como se fosse uma buceta.

O mastro dele ia fundo me fazendo babar como uma retardada. Minha buceta pulsava e a calcinha já estava completamente melada. Depois de me fazer babar bastante naquele pauzão gostoso ele desenterrou ele da minha garganta, bateu com ele na minha cara duas ou três vezes e voltou sua atenção para a irmã Cláudia, socando o pau fundo na garganta dela, fazendo ela engasgar e perder o fôlego.

Enquanto Claudia engasgava e babava no pau do seu marido, eu me levantei e tirei o sutiã e a minha saia de forma mais sexy que consegui, fiquei só com a micro calcinha de renda. Os olhos de Roberto brilharam ao ver o plug socado no meu rabo. Subi no sofá ficando de quatro com meu cuzinho exposto e pedindo rola.

— Olha a raba dessa vadia. — Comentou ele desenterrando o pau da garganta dela. — Deixa eu degustar esse cuzinho guloso. — Ele se ajoelhou atrás de mim e puxou minha calcinha para baixo mostrando de vez o plug e minha xota molhada.

— Lambe meu rabo gostoso.

Roberto não precisou de mais convite. Ele puxou o plug com um estalo molhado e, antes mesmo de eu gemer, enterrou a língua no meu cu. Lambia fundo, abrindo, cuspindo, chupando o anel como se fosse buceta. Eu rebolei pra trás, empurrando o rosto dele contra minha bunda.

— Isso… lambe meu cuzinho. — Gemi delirando. — Lambe o cuzinho da puta evangélica.

Cláudia também despiu e veio participar da festa, subiu no sofá ficando na minha frente, puxou minha cabeça e enfiou a buceta na minha boca. Eu chupava a irmã enquanto o marido degustava meu cu. A minha língua no clitóris dela e a língua dele no meu rabo ao mesmo tempo me fazendo o Orgasmo crescer.

Roberto se levantou, posicionou o pau grosso na entrada do meu cu e empurrou tudo de uma vez. Eu gritei abafado contra a buceta de Cláudia. Ele metia forte, segurando meus quadris, bolas batendo no meu grelo.

— Caralho, que cu treinado… — Gemeu com o pau socado no fundo da minha bunda. — Você usa esse plug todo dia, né, vadia?

— Todo dia… no trabalho… o chefe manda — confessei entre gemidos olhando para trás.

Ele riu e acelerou. Cláudia desceu, deitou debaixo de mim e começou a chupar minha buceta enquanto o marido me enrabava. Eu estava sendo usada pelos dois ao mesmo tempo: pau no cu, língua na xota, seios balançando. Não aguentei e gozei forte , apertando o pau dele lá dentro.

Roberto tirou o pau de dentro do meu rabo e socou direto na boca da esposa. Sentou no sofá e puxou ela pra cavalgar o pau dele de costas. Enquanto ela sentava fundo no pau dele, eu me posicionei na frente dela e enfiei a boca na buceta da vagabunda. Eu chupava a irmã enquanto ela levava pau no cu ao mesmo tempo.

— Que buceta gostosa. — Gemi sentindo o orgasmo dela chegando.

Cláudia gozou na minha boca, gemendo alto, molhando meu rosto. Roberto aproveitou o momento, tirou ela de cima, ficamos eu e Cláudia de quatro lado a lado. Ele começou a foder nós duas alternadamente, três estocadas em mim, três ou quatro nela, sempre no cu. A cada troca ele cuspia, batia na bunda e xingava.

— Toma pau, puta… — Xingava metendo o pau fundo no nosso rabo. — Toma no rabo vagabunda, o pastor vai adorar foder esse cuzão de puta evangélica — Comentou no ouvido da esposa.

No final ele me colocou de joelhos ao lado de Cláudia. Os dois rostos juntos, bocas abertas. Roberto se punhetava rápido e gozou na nossa cara: jatos quentes acertando testa, boca, língua, seios. Eu e Cláudia nos beijamos lambendo a porra uma da outra, enquanto ele observava ofegante.

— Vocês duas são um perigo — ele disse, ainda segurando o pau babado. — Pode voltar sempre que quiser, Ruth. — Sorriu beijando minha testa. — A gente não conta pra ninguém.

— Conta sim. — Sorri com porra escorrendo da boca. — Conta pro pastor, estou louca de vontade de dar meu cuzinho guloso pra ele.

— Pode deixar Ruth. — Falou Claudia me olhando nos olhos. — Vou falar pra ele foder seu rabo vadia. — Sorriu me beijando a boca ainda cheia de sêmen.

No Uber de volta, o motorista tentou conversar. Eu só sorri educada, pernas cruzadas, plug folgado no cu, a calcinha ficou de presente para o irmão Roberto, o cheiro de sexo ainda grudado na pele. Cheguei em casa, Silas roncava. Tomei banho rápido, lavei bem o cu e a boca, coloquei uma camisola longa e deitei ao lado dele.

No escuro, passei a mão na buceta ainda sensível e sorri, mais uma noite, e o pastor… cada vez mais perto.

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