Comprei um apartamento na planta, recebi as chaves e parti para reforma, foram várias etapas, piso, elétrica, pintura, por fim cerâmica no banheiro e cozinha.
Contratei por indicação num grupo do Facebook o senhor a quem vou chamar de João, pedreiro a moda antiga, rústico de uns sessenta e poucos anos.
Estava colocando cerâmica na parte alta do banheiro, de repente no alto, vi pela perna do short seu pau balançando, pelos brancos, comecei a sentir minha piroca crescendo.
Não percebi que ele estava vendo que eu observava, mas aos poucos seu pau ganhou vida própria, saltando, crescendo, crescendo, até erguer o short, conversando e observando.
Até que quando ele desceu ele parou, perguntou se eu estava gostando do que estava vendo, fiquei vermelho, mas respondi que era muito grande, e muito bonito.
Ele colocou para fora, era branco, muito grande, mas não muito grosso, deu umas punhetadas, aproximou de mim, colocou nas minhas mãos, tive que colocar as duas para segurar.
Era quente como brasa, não muito duro, mas continuava pulando, expus a cabeça que já tinha uma gota viscosa escorrendo, fui para sala, ele me acompanhou.
Puxei um colchonete velho que usava para descansar, ajoelhei, ele colocou-se em minha frente com a piroca a altura da minha boca, senti os pelos entre os dedos, comecei um vai e vem.
De repente pude sentir em meus lábios, quentes, aquela gota escorrendo, sentindo seu sabor salgado, chupei da base a cabeça, entrando e saindo, abri meus olhos e o olhei.
Ele de olhos fechados, expressão de prazer, chupei, mordisquei, amaciando as bolas grandes, penduradas, mordisquei as bolas, acariciando, punhetando.
Ele puxou minha cabeça afastando do pau, mandou que virasse de costas, meu pau saltando sem parar, doía de prazer daquele momento, de costas já sem nada dobrei o corpo ficando de quatro.
Ele em silêncio abriu minhas pernas, se posicionando entre elas, senti a cabeça quente forçando passagem, doeu um pouco, relaxei ao máximo, até que flop, entrou.
Comecei me punhetar, ele segurou meus quadris e puxou com força até sentir entrar totalmente, parecia um mestre na arte do sexo.
Puxando pela cintura, indo e vindo, seti um frio na barriga, ele ritmado, entrando e saindo, gozei...
Ele continuou por uns dez minutos entrando e saindo, de repente gemeu forte e me segurou com o pau no fundo, ficou grudado por uns dois minutos.
Saiu desfalecido, senti seu leite escorrendo, se vestiu, voltamos ao trabalho como se nada tivesse acontecido.