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A Milf Gostosa E A Proposta Indecente Do Seu Filho Adotivo PT 10 Final

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3398 palavras
Data: 03/10/2026 10:52:15

Visão de Leandro:

Nos dias seguintes, nossa vida mudou completamente.

Minha mãe e eu agora passávamos todas as noites juntos, transando como dois amantes apaixonados. E, pra melhorar ainda mais, a Larissa também aparecia entre a faculdade e a casa do namorado pra transar conosco.

O vídeo de minha mãe e da Larissa comigo, o Wallace, o MG e o Rayan acabou explodindo. Virou o mais assistido da plataforma. Nós lucramos pelo menos uns seis mil pra mim, minha mãe e a Larissa. O Wallace ficou com dez mil, e o Rayan e o MG pegaram dois mil pra dividir.

Mas tudo mudou numa manhã nublada.

Visão de Andressa :

Acordei com o barulho de uma moto fazendo grau na rua. Me levantei e desci até a cozinha. O Leandro estava sem camisa, bebendo água. Fui até ele, o abracei por trás. Ele se virou, me agarrou pela cintura e falou baixo:

— Ajoelha.

Obedeci na hora. Ajoelhei na frente dele, puxei o short e tirei o pau pra fora. Enfiei na boca e passei a chupar com vontade. A língua rodava na cabeça enquanto eu descia até engolir quase tudo, saliva escorrendo pelo queixo. Ele segurou meu cabelo e começou a meter na minha boca, o barulho molhado enchendo a cozinha. Chupei com força, engasgando de propósito, até ele puxar minha cabeça pra trás e falar:

— Se levanta.

Me puxou pelo braço, me levou até o quarto e me jogou na cama. Abriu minhas pernas e passou a me chupar. A língua dele era faminta: lambeu tudo, chupou o clitóris com força, enfiou dentro e voltou a sugar o botão inchado. Eu gemia alto, as mãos no cabelo dele, rebolando contra a boca. Ele continuou até eu estar encharcada e tremendo.

Depois me virou de quatro, deu um tapa na bunda e falou, a voz rouca:

— Vou te comer, minha loira gostosa.

Posicionou e enfiou de uma vez. Começou a meter com força. As estocadas eram profundas e ritmadas, a cama rangendo a cada movimento. Eu empurrava a bunda de volta, gemendo sem parar:

— Ahh… ahh… assim… filho…

Ele segurou minha cintura e acelerou, fodendo pesado, o barulho da pele batendo ecoando no quarto. Continuei gemendo alto enquanto ele me comia sem piedade, me usando ali na cama como se eu fosse só dele.

Após o sexo com meu filho, fui preparar o café. Coloquei a água pra ferver, passei o pó na cafeteira antiga e o cheiro forte começou a encher a cozinha. Tostei dois pães na chapa e fritei um ovo. Estava colocando tudo na mesa quando ouvi a porta da frente abrir.

A Larissa entrou chorando. Passou por mim sem falar nada, subiu direto pro quarto e bateu a porta. Eu fui atrás e falei:

— Filha, o que foi?

Ela ficou em silêncio por alguns minutos. Depois abriu a porta, o rosto molhado de lágrimas, e disse, a voz embargada:

— Mãe… o Hugo descobriu tudo.

Começou a chorar descontrolada de novo e completou:

— Ele viu o vídeo nosso… e falou que vai contar tudo pro meu pai. Disse que é errado…

Eu fiquei parada, tentando raciocinar. Falei, a voz mais alta:

— Como assim? Ele não pode fazer isso!

A Larissa não respondeu. Só fechou a porta de novo e continuou chorando do outro lado.

Eu segui até a sala, peguei o celular e liguei pro Leandro:

— Filho, temos um problema. Vem pra casa.

Alguns minutos depois ele chegou. Eu falei logo:

— O Hugo descobriu tudo. Vai contar pro Marcos.

Leandro respondeu, sério:

— Mãe, ele não pode fazer isso.

Pensou um segundo e completou:

— Já sei o que fazer.

Pegou o computador, abriu a plataforma e tirou do ar todos os vídeos que eu tinha gravado. Depois falou:

— Não tem como ele mostrar nada pro meu pai.

Me abraçou. A Larissa apareceu no corredor. Eu disse:

— Resolvemos tudo.

Ela veio até o Leandro, o beijou e falou:

— Obrigada. Ele ia mostrar pra todo mundo…

Em seguida, sem rodeios, pediu:

— Me come. Fode meu cu.

Se pôs de quatro ali mesmo na sala. O Leandro se posicionou atrás dela, abriu a bunda e começou a foder o cu da minha filha na minha frente. As estocadas eram firmes e profundas. A Larissa gemia alto a cada uma, a cara enfiada no sofá. Eu me sentei na poltrona e passei a me masturbar enquanto assistia.

No meio do sexo meu telefone começou a tocar. Eu ignorei e continuei me tocando. Pouco depois o da Larissa também tocou. Ela gemia sem parar, o corpo tremer a cada estocada no cu:

— Ahh… ahh… irmão… ahhhhh…

Finalmente atendi o meu. Era a Dona Lurdes, chorando:

— Andressa… o Marcos… sofreu outro infarto…

Eu falei, a voz falhando:

— O quê? Infartou de novo?

O Leandro e a Larissa pararam na hora. Os dois me olharam e perguntaram juntos:

— O que foi?

Eu já estava de pé, o coração disparado:

— Estou indo pra aí agora.

Fui me arrumar.

Eu e meus filhos seguimos até o interior onde a Dona Lurdes morava. Chegamos na cidade e fomos direto pro hospital. Lá estavam a Dona Lurdes e a Clarisse. Minha sogra chorava sem parar.

Ela falou, a voz embargada:

— Ele caiu do nada, minha filha…

O médico se aproximou e explicou:

— Ele está bem, mas vai ficar internado e sedado até amanhã.

O Leandro falou:

— Vó, vamos pra fazenda. Amanhã a gente volta.

Seguimos todos para a fazenda. Assim que chegamos, a Larissa apontou e falou:

— O Hugo está aqui.

Vi o carro dele estacionado. Falei baixo pra ela:

— Ele veio contar pro seu pai…

Levamos a Dona Lurdes até o quarto dela. Depois eu e a Larissa fomos até o Hugo. Ele estava perto do carro e falou, nervoso:

— Eu não sabia que ele ia infartar…

A Larissa não quis saber. Respondeu com raiva:

— É sua culpa, seu irresponsável!

Deu um tapa forte no rosto dele. O Hugo recuou, não falou mais nada e saiu correndo até o carro. Subiu e foi embora.

A noite foi longa e pesada. Nós três ficamos sentados na sala da fazenda, o silêncio só quebrado pelo barulho distante dos grilos. A Larissa, com os olhos ainda vermelhos, falou baixo:

— Acabou, mãe. Ele vai nos odiar…

O Leandro balançou a cabeça e respondeu:

— Eu sou o culpado. Eu vou falar com ele.

Eu olhei pros dois e disse com firmeza:

— Não. Nós todos escolhemos isso. Então a culpa é nossa… de todos juntos. Eu falo com o seu pai.

Ninguém respondeu. Ficamos ali mais um tempo, cada um perdido nos próprios pensamentos. Lá fora o vento começou a bater forte nas janelas. Em pouco tempo uma chuva torrencial desabou sobre o interior. O barulho das gotas no telhado de zinco era tão alto que quase abafava a nossa respiração. A tempestade durou a noite inteira, como se o céu também estivesse desabando junto com a nossa vida.

A manhã chegou limpa e amena. O sol fraco iluminava a grama molhada e o cheiro de terra molhada entrava pela janela aberta. Dona Lurdes já estava na cozinha preparando o café. O aroma de pão de queijo e café fresco encheu a casa. Nós nos sentamos todos juntos à mesa — eu, o Leandro, a Larissa e a minha sogra. Comemos em silêncio, o tilintar das xícaras sendo o único som. Por um momento parecia que nada tinha acontecido, mas todos sabíamos que aquela tranquilidade era só passageira.

Eu então fui junto com todos até o hospital. Ao chegar, estava apreensiva com a reação do Marcos.

A recepcionista apareceu. Era um hospital de interior típico: poucos leitos, poucos médicos e pouco movimento. O corredor era estreito, as paredes pintadas de um verde desbotado, o cheiro de desinfetante barato misturado com café. Havia apenas duas salas de cirurgia e uma UTI pequena. Os casos mais graves eram transferidos para a capital. Na recepção, um ventilador antigo girava devagar e algumas cadeiras de plástico estavam alinhadas contra a parede.

O médico se aproximou e falou:

— Pode entrar um por vez.

Dona Lurdes entrou primeiro. Eu me sentei na recepção com a Larissa e o Leandro. Meu filho falou baixo, preocupado:

— Mãe, ele vai contar pra minha vó…

Eu respondi, a voz firme apesar do medo:

— Eu sei, meu filho.

Os minutos passaram devagar. Dois trabalhadores entraram, um deles com o braço machucado de um acidente de caminhão. Pouco depois minha sogra retornou. O rosto dela não demonstrava se já sabia de tudo ou não. Ela apenas olhou pra mim e disse:

— Andressa, ele quer ver você.

Me levantei. Segui até o quarto andando lentamente, o coração batendo forte, sem saber o que dizer.

Eu então entrei no quarto. Marcos estava bem sério. Ele fez contato visual comigo. Eu falei, a voz falhando:

— Meu amor… está tudo bem?

Ele me olhou com lágrimas nos olhos e soltou:

— Vadia… puta safada. Você está fazendo sexo com nossos filhos.

Eu respondi chorando:

— Não se estressa, por favor… você vai ter outro infarto…

Ele falou, a voz tremendo de raiva:

— Não me fala o que eu devo fazer. Eu nunca imaginei que você se prestaria a esse papel.

Foi quando o Leandro e a Larissa entraram. Dona Lurdes veio logo atrás e avisou:

— Meus netos, só pode uma pessoa.

Marcos olhou pra ela e disse, ainda com lágrimas nos olhos:

— Mãe, me deixa a sós com a minha família.

A palavra “família” saiu pesada. Dona Lurdes saiu sem responder.

Marcos virou pra nós três e falou:

— Meus filhos… a mãe de vocês é uma irresponsável e doente. Vocês não deveriam ter feito sexo com ela. Eu vi os vídeos.

A Larissa deu um passo à frente e disse, a voz embargada:

— Pai, eu sinto muito, mas…

O Leandro a interrompeu e falou firme:

— A culpa é minha…

Marcos perguntou, a voz rouca:

— O quê?

O Leandro respondeu:

— Pai, eu propus pra mãe gravar os vídeos. Ela merecia ter o próprio dinheiro. E o senhor não pensou em tudo quando acabou entrando numa sociedade bem mal explicada.

Marcos suspirou fundo e falou:

— Me respeita.

O Leandro continuou, firme:

— Pai, nós gostamos do que estamos vivendo. E o senhor vai ter que se acostumar.

Marcos virou pra Larissa e perguntou:

— E você, filha? O que diz?

Ela respondeu, a voz baixa mas decidida:

— Pai, eu te amo… mas eu estou tão bem nos últimos dias.

Ele levantou a mão e falou:

— Não me fala mais nada.

Suspirou de novo, pesado, e completou:

— Se é isso que vocês querem… nunca mais me procurem. E por favor, saiam agora.

Nós saímos. Fomos direto pra fazenda, pegamos nossas coisas e voltamos pra casa em BH.

Assim que chegamos, jantamos em silêncio. Depois subi pro quarto, tirei a roupa e fiquei nua na cama. O Leandro apareceu na porta, olhou pra mim e falou:

— Vamos iniciar um novo capítulo nas nossas vidas, mãe.

Me jogou na cama e passou a chupar meus seios. A boca dele se fechou em volta de um mamilo, chupando com força enquanto a língua rodava em círculos. Ele apertava o outro seio com a mão, beliscando o mamilo até eu gemer. Depois trocou, chupando o outro com a mesma fome, a saliva escorrendo pela curva do peito. Eu arqueava as costas, os dedos nos cabelos dele, enquanto ele continuava mamando nos meus seios como se quisesse marcar cada centímetro com a boca.

Ele então foi descendo pelo meu corpo, beijando a barriga, até chegar na minha buceta. Abriu os lábios com os polegares e passou a me chupar. A língua dele lambeu tudo devagar no começo, depois chupou o clitóris com força, fazendo círculos rápidos enquanto dois dedos entravam em mim. Eu gemia alto, as mãos no cabelo dele, rebolando contra a boca.

Em certo momento eu falei, a voz rouca:

— Me fode… me faz sua…

Ele se ergueu, se posicionou entre as minhas pernas e começou a me foder. As estocadas eram profundas e ritmadas. Eu gemia a cada uma, as unhas cravadas nas costas dele.

Foi quando a Larissa apareceu na porta. Sem falar nada, tirou a roupa e ficou nua. Eu olhei pra ela e disse:

— Deita, filha.

Ela deitou ao meu lado. Enquanto o Leandro continuava me fodendo, eu virei o rosto e passei a chupar a buceta da minha filha. A língua deslizava entre os lábios dela, chupando o clitóris enquanto eu ainda levava as estocadas do meu filho. O prazer foi subindo rápido. Gozei forte, o corpo inteiro tremer, um gemido longo escapando da minha boca ainda pressionada contra a buceta da Larissa.

O Leandro tirou de dentro de mim, ainda duro, e falou:

— Agora quero seu cu, Lari.

Se posicionou atrás dela, abriu a bunda da minha filha e passou a brincar com o cu dela usando os dedos, abrindo devagar enquanto ela gemia baixo.

Ele deu um tapa forte na bunda da Larissa. Se posicionou na entrada do cu dela e empurrou. A cabeça foi entrando devagar. Ela gemeu alto, o corpo tensionado. Ele continuou avançando centímetro por centímetro até enfiar quase tudo. Começou a estocar.

As primeiras investidas foram lentas e profundas. A Larissa gemia abafado no travesseiro, a bunda empinada recebendo cada movimento. Ele aumentou o ritmo aos poucos. As estocadas ficaram mais fortes, o barulho molhado enchendo o quarto. Ele segurava a cintura dela com as duas mãos e fodia com vontade, puxando a bunda dela de volta a cada investida. A Larissa passou a gemer mais alto:

— Ahh… ahh… irmão… ahhhhh…

Ele acelerou ainda mais. O corpo dela tremeu. Ela gozou primeiro, um orgasmo longo e intenso, o cu apertando em volta dele enquanto gritava. Ele não parou. Continuou metendo fundo, pesado, até o próprio limite. Segurou a cintura dela com força e gozou dentro do cu da minha filha, gemendo rouco enquanto descarregava tudo.

Os três caímos na cama, ofegantes e suados. O cheiro de sexo era forte no ar. O clima era de puro êxtase. Aquilo parecia o início de algo inexplicável… mas bastante libertador e excitante.

Nos dias que se seguiram, eu ainda gravei mais alguns vídeos com o Wallace, mas com a Bruna voltando às gravações o número de vídeos caiu bastante. A Larissa não estava gravando também — ela só tinha gravado aquela única vez.

Tudo mudou de uma hora para a outra. O Marcos não entrou em contato depois do que houve no hospital e, pelo visto, não contou nada para a mãe. Se tivesse contado, ela já teria me xingado por telefone ou mensagem.

Já o Hugo não estava satisfeito com o que a Larissa fez com ele. Depois que ela saiu com um rapaz sem compromisso algum, ele acabou soltando para todo mundo que ela tinha gravado um vídeo com a mãe e o irmão. A Larissa foi bastante criticada. Eu também. O Leandro igualmente. Algumas pessoas da faculdade já estavam desconfiadas porque viram o vídeo, mas ainda não tinham certeza se era realmente a minha filha… nem que eu era a mãe dela.

Mas tudo piorou. Dona Lurdes descobriu tudo. Me xingou de puta, vadia, mulher da vida. Chamou a Larissa de puta júnior e o Leandro de ingrato por ter feito aquilo com o pai adotivo.

Depois que a bomba explodiu, o Wallace e a Bruna decidiram não vincular mais a imagem da plataforma a mim e aos meus filhos. Cortaram qualquer associação pública.

Foi então que, numa tarde, tudo mudou de novo. Eu e a Larissa chegamos em casa. O Leandro estava na sala e falou logo:

— Mãe, tenho uma ideia. Vamos gravar nós três mesmo e ganhar com isso.

Eu e a Larissa nos olhamos. Ela disse:

— É, mãe… é a nossa chance. O pai não vai dar um real no divórcio. Depois que os vídeos chegarem nas mãos do juiz, ele ganha a causa.

Eu respirei fundo e respondi:

— Ok… mas como vamos fazer isso?

O Leandro sorriu de canto e falou:

— Tenho um plano.

Ele falou:

— Se a gente convencer o Rayan e o MG, eles podem ser nossa equipe e ainda fazer uns bicos gravando também.

A Larissa perguntou:

— Como vamos fazer eles aceitarem isso?

O Leandro respondeu:

— Me passa o telefone.

Ele ligou pros amigos e disse:

— Vem aqui jogar videogame comigo.

Enquanto isso, eu e a Larissa fomos nos preparar. Ficamos nuas. Pouco depois os dois chegaram e se sentaram no sofá. A Larissa falou:

— Vou levar uma água pra eles.

Vi minha filha ir até a sala. O Rayan soltou baixo:

— Meu Deus… que delícia.

Eu segui atrás com alguns salgadinhos. Os dois se olharam. O Leandro então falou:

— Tenho uma proposta pra vocês. Se nós cinco gravarmos uns vídeos e postar… vocês topam?

O MG perguntou, ainda processando:

— O quê?

A Larissa se aproximou, passou a mão na calça marcada dele e falou:

— E se eu animar você…?

Ele respondeu, a voz falhando:

— Meu Deus…

Ela então passou a retirar a calça dele.

E então ela o chupou. Eu me ajoelhei na frente do Rayan e fiz o mesmo. Ele gemeu baixo e falou:

— Aceito, cara… vai ser incrível.

O sexo entre os cinco começou de forma organizada.

Primeiro ficamos só no oral. A Larissa chupava o MG ajoelhada, a cabeça subindo e descendo com ritmo, saliva escorrendo pelo queixo. Eu fazia o mesmo com o Rayan, engolindo fundo enquanto ele segurava meu cabelo. O Leandro ficou atrás de mim, passando as mãos pelo meu corpo e se preparando.

Depois o Leandro me puxou pela cintura, me colocou de quatro e enfiou. Começou a me foder com estocadas firmes enquanto eu continuava chupando o Rayan. Do outro lado, o MG virou a Larissa de quatro também e começou a comer a buceta dela. O Rayan saiu da minha boca e foi pra frente da minha filha, enfiar na boca dela. Agora as duas estávamos sendo fodidas ao mesmo tempo, cada uma com um homem atrás.

Em seguida trocamos. O Leandro se deitou no chão. Eu subi nele e enfiei na buceta, começando a cavalgar. O Rayan se posicionou atrás de mim e entrou no meu cu, fazendo DP. Eu gemia alto entre os dois, o corpo sendo preenchido por completo. Enquanto isso a Larissa estava na mesma posição com o MG e o Leandro quando ele saía de mim, um na buceta e o outro no cu. As duas gemíamos juntas, o barulho molhado dos quatro homens se misturando.

Depois inverteram. Eu fiquei com o MG e o Rayan, e a Larissa ficou com o Leandro.Eles nos foderam em várias posições: de quatro, de lado, uma em cima da outra. Em certo momento eu e a Larissa ficamos deitadas de frente uma pra a outra, nos beijando, enquanto os três homens se revezavam entre a gente — ora me comendo, ora comendo ela, ora nos fazendo chupar.

Eu gozei primeiro. Um orgasmo longo e forte me fez tremer inteira enquanto ainda levava dois ao mesmo tempo. A Larissa gozou logo depois, gemendo alto com a boca aberta. Os homens continuaram mais um pouco até gozarem também: um dentro de mim, outro dentro dela, e o terceiro nos seios e no rosto das duas.

Quando acabou, nós cinco estávamos espalhados pela sala, ofegantes, suados e cobertos de porra. O chão estava molhado e o ar pesado de sexo.

O nosso novo negócio começou pequeno, mas acabou virando um sucesso. Começamos a ganhar muito dinheiro. Claro que houve muito julgamento por tudo que representava: mãe e filhos gravando pornô. Mesmo assim seguimos. Conseguimos comprar uma casa bem legal, grande, com piscina, e ela passou a ser o nosso local de gravação.

O Marcos nunca mais nos procurou. Acabou se casando com uma fiel da igreja da Dona Lurdes.

Já nós três… a cada noite fazíamos nosso sexo com liberdade e tesão. Eu, o Leandro e a Larissa nos trancávamos no quarto grande da casa nova. Começávamos devagar, nos beijando, nos tocando. Depois o Leandro me comia enquanto eu chupava a Larissa, ou ele fodia a minha filha enquanto ela me chupava. Muitas noites a gente fazia tudo junto: eu e a Larissa nos revezando nele, ou ele nos comendo uma de cada vez enquanto a outra assistia e se tocava. Tinha noites de anal , noites só de oral, noites em que a gente só se acabava de tanto gozar. O sexo era solto, suado, sem pressa e sem culpa.

E a cada noite a ligação entre a gente ficava maior… e mais explícita.

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Comentários

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Quando eu li final eu já fiquei triste. Pelo menos acabou os três juntos e isso é perfeito, é o que importa. Além do corno do Hugo ter perdido a namorada pro irmão de pau grande. Rsrs

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