A história contada a seguir tem inspirações na realidade, embora detalhes dos acontecimentos e características das personagens sejam fictícios.
Sobre mim: Alexandre, 1.82m de altura, corpo atlético definido, sem músculos grandes, pele clara, cabelo preto liso, olhos castanhos, 19cm de pau.
Tudo começou poucas semanas depois que completei 18 anos. Eu e minha irmã, de 20 anos, sempre nos demos bem, na medida do possível, sem que um invada o espaço e a privacidade do outro. Ela é um pouco ciumenta e diz que está de olho em toda garota com quem me envolvo. Bom, pelo menos estava... até tudo mudar. Por outro lado, sei que ela também aproveita bem a vida e senta em umas picas por aí quando tem a oportunidade. O segredo é guardar tudo e esperar a hora certa.
Já faz uns três anos desde que comecei a ver minha irmã com outros olhos. Sei que é errado, mas o desejo deixa qualquer homem fora de si. Ela é Isabela, 1.70m de altura, cabelos pretos ondulados, e um corpo que deixa qualquer homem maluco. Coxas grossas, bunda empinada e tão perfeitamente redonda que parece ter sido lapidada por um artista. Barriga lisinha, lombar que faz curva para dentro e realça o volume da bunda. Seios médios, do tipo que dá para cobrir com as mãos, e uma pele sempre cheirosa.
Naquele tempo, ela ia na academia três vezes por semana para manter o corpão. Sei que qualquer homem que a visse ia para casa com o pau latejando e pensando em foder com força aquele rabo incrível. O problema é que... eu também comecei a pensar assim. Nós íamos para a academia em horários diferentes e, apesar de ter muita mulher gostosa lá, eu engolia seco quando via minha irmã sair com aquela roupa colada e socada na bunda, marcando a buceta e apertando os peitos, e me sentia ainda mais tentado quando ela voltava suada. Só de imaginar ela fazendo agachamento com aquela roupa, meu pau já ficava duro.
Meu consolo era gozar pensando nela durante o banho. Eu até fantasiava que era outra pessoa naquele corpo para me sentir menos culpado.
Os anos foram passando e ela nunca desconfiou de nada, nem deu sinal de que me via diferente também. Ela começou a faculdade e continuou morando aqui comigo e nossos pais, mesmo que o trajeto ficasse longe e ela precisasse sair pelo menos duas horas mais cedo para chegar — além de chegar bem tarde por causa disso também.
Isso diminuiu o tempo em que nos víamos todos os dias e ela passou a fazer academia só uma vez na semana. Quando enfim completei 18 anos, minha mente já estava a ponto de explodir de tesão. Arrisquei fazer uma coisa que jamais pensei antes. Como ainda estava terminando o último ano do colégio, eu passava a maior parte do tempo em casa, enquanto nossos pais e ela ficavam quase o dia todo fora.
Foi aí que fiz o impensável. Numa tarde qualquer, fui ao quarto dela. Só quando já estava lá dentro que me dei conta da loucura. Pensei em sair, mas meu desejo falou mais alto. Abri o guarda-roupas dela e peguei uma calcinha. Puxei o ar cheirando. Caralho, que cheiro bom.
— Que merda eu tô fazendo?
Hesitei. Pensei em botar a calcinha de volta no lugar, mas algo me deteve. Levei a peça até o meu quarto, baixei a bermuda e a cueca. Meu pau já estava duro. Tirei toda a roupa. Sentei na cama e comecei a me masturbar com a calcinha dela na mão. Vez ou outra, colocava no rosto para sentir o cheiro de novo. Era inebriante. Eu estava ficando viciado no cheiro dela. Era como uma droga e eu não queria mais ficar sóbrio.
A imagem dela veio à minha mente, vindo de quatro na minha direção. Fiquei me perguntando como seria o boquete dela, o jeito que ela rebola, se senta gostosinho ou se quica igual uma puta. Eu a via de quatro na minha frente, com a buceta encharcada implorando pelo meu pau e me pedindo para socar fundo.
De repente, sem que me desse conta da passagem do tempo, senti o gozo vindo. Não deu tempo de voltar para a realidade. Os jatos foram todos para a calcinha dela. Estava tudo melado e eu só ficava olhando para o estrago que tinha acabado de fazer.
Primeiro fui ao banheiro para terminar de me limpar. Depois, corri para a lavanderia, pelado mesmo, lavei a calcinha dela o mais rápido que pude e misturei às roupas sujas no cesto. Pronto, a prova do crime estava ocultada. Voltei para o meu quarto sem acreditar que tive coragem de fazer isso. Parou aí? Não. Repeti o feito algumas vezes em que fiquei sozinho em casa. Não todos os dias para não levantar suspeitas. Outras vezes só cheirava, me masturbava com ela e depois guardava antes de gozar.
Minha irmã chegava tão tarde que eu já estava dormindo e sempre saía antes do horário normal de almoço, então passamos a nos ver poucas horas pela manhã. Ela se comportou normalmente no dia seguinte e pareceu não ter notado o sumiço de uma calcinha. Foi isso o que me impulsionou a repetir.
Nenhuma outra mulher começou a me interessar. Eu ia para a escola, recebia olhares das garotas da minha classe pelo meu porte físico, mas, mesmo as mais gostosas não despertavam mais o mesmo tesão em mim. O desejo pelo proibido estava me consumindo.
Eu estudava bastante para o vestibular, era comprometido, mesmo que sentisse necessidade de gozar pelo menos uma vez por dia cheirando uma calcinha dela. O ano letivo estava próximo do fim e a data do meu vestibular cada vez mais perto.
Sem rodeios, passei para o curso que queria. Logo veio a semana de provas tanto para mim quanto para ela, que passava todo minuto que podia trancada no quarto estudando.
Passada a semana de provas, faltando uma semana para o fim das aulas, nossa tia do interior ligou bem cedo, e nossos pais vieram conversar com a gente.
— O tio Rodrigo está doente e a tia Jéssica pediu para a gente passar um tempo lá para ajudar a cuidar dele. Vocês dois não precisam ir. Hoje é segunda e nós vamos sair no próximo sábado, assim que as aulas acabarem. Vamos levar vocês dois para a nossa casa na praia para vocês aproveitarem as férias.
Tanto eu quanto Isa concordamos que era melhor, já que nos dávamos bem, embora minha mente estivesse fantasiando mil coisas com isso.
Logo nossos pais saíram para o trabalho e ela saiu para a última semana de aula. Eu fingi que ia sair para a escola. A chave sempre ficava comigo, pois era sempre o primeiro a voltar para casa, mas esperei que todos saíssem para ir buscar uma calcinha dela. Larguei meu material de lado, tirei toda a roupa e comecei a me masturbar. Abri um vídeo no PC e me sentei na cadeira, fantasiando que a atriz no vídeo era Isa sentando em mim. Eu não escutei, mas a porta da sala de repente abriu. Enquanto me masturbava, segurando a calcinha dela no nariz, a porta do meu quarto abriu. Era Isa.
— Que porra você tá fazendo?!
Eu dei um pulo da cadeira que quase me fez cair para trás. Não deu tempo de fechar o vídeo. Ela me olhou com fúria nos olhos ao notar que eu estava usando uma calcinha dela para gozar.
— Seu filho da puta! É por isso que minhas calcinhas estavam sumindo e aparecendo na lavanderia sem eu ter usado?
Porra, ela notou e não falou nada durante todo esse tempo. Ela avançou e começou a me bater com raiva. Eu caí da cadeira de pernas abertas. Ela desviou os olhos por tempo suficiente para perder o ar. Isa congelou diante do meu pau duro apontando na direção dela, mas logo se recompôs e continuou a bater. Eu segurei seus punhos sem machucá-la.
— Ô caralho, para, porra! O que você tá fazendo aqui?
— Eu recebi uma mensagem de que não teria aula hoje — falou enquanto tentava me bater mais.
Tentei fazer ela parar, mas estava furiosa. Ela pegou a calcinha e saiu aos berros. Aquela semana só não foi infernal porque nos víamos pouco, mas as poucas vezes em que nos cruzamos eu via ódio nos olhos dela. Nossos pais não notaram. Ela tentou fazer tudo parecer perfeitamente normal, o que era uma coisa boa. Ela não tinha intenção de me fazer passar essa vergonha contando para eles, pois tornaria tudo ainda pior.
Foi na sexta-feira à noite, véspera da nossa viagem para a praia, que enquanto eu dormia ela entrou no meu quarto. Ela me acordou com leves toques no meu ombro. Levei um susto.
— O que você tá fazendo? — sussurrei.
— Quieto. Quero conversar com você.
— Agora?
— Não teremos outra oportunidade.
— Tá, fala.
— Quero te pedir perdão pela forma como eu agi. Eu fiquei muito brava quando vi você naquela situação com a minha calcinha.
Eu não comentei nada.
— Você me perdoa?
Mesmo na luz baixa da noite entrando na janela, eu vi arrependimento nos olhos dela.
— Você me perdoa por ter feito isso?
Ela demorou um pouco para responder.
— Você sente alguma coisa por mim, maninho?
A pergunta me pegou desprevenido.
— Olha, Isa... acho melhor nós dois esquecermos isso.
— Sente ou não sente? — ela insistiu.
— Isa... eu... — respirei fundo — Tá, você é uma mulher gostosa pra cacete, ok? É difícil controlar, mesmo que você seja minha irmã.
— E como vai ser? Amanhã vamos para a praia passar sabe-se lá quantos dias das nossas férias sozinhos. Você vai aguentar?
O rumo da conversa começou a me colocar em uma situação complicada.
— Eu penso nisso todos os dias... Mas olha, eu prometo não fazer mais isso, tá bom?
De repente, senti a mão dela sobre a minha cueca. Eu não tinha me dado conta, mas meu pau estava duro só com a ideia dela estar ali na minha frente àquela hora.
— Tem certeza do que está me prometendo? Seu pau diz outra coisa.
Ela enfiou a mão por dentro e o tirou, segurando a base com vontade.
— Tá maluca?
Ela baixou minha cueca e as bolas saltaram para fora. Eu nunca imaginei que ficaria constrangido com essa atitude, mesmo que tivesse fantasiado com isso por anos. Ela ensaiou uma punheta, esfregando com delicadeza a mão por toda a extensão do meu pau, mas logo soltou.
Ela se levantou da beirada da cama, percebi que estava usando uma saia curta, e de repente desceu a calcinha por baixo e pendurou no meu pau.
— Não faça promessas que sabe que não pode cumprir.
Ela deu meia-volta e saiu, deixando a calcinha comigo.
Eu tive um pequeno vislumbre do prato de entrada. Agora iria até as últimas consequências para comer o prato principal.