Olá, pessoal da Casa dos Contos. Hoje vou relatar a história mais intensa, real e confusa da minha vida. Um acontecimento cheio de reviravoltas que envolve bebedeira, uma traição real, o dia em que comi o cuzinho da minha esposa pela única vez e como tudo isso virou o combustível do meu fetiche atual.
Tudo aconteceu em um fim de semana em que fomos para uma chácara em três casais. Rolou muita bebida. Em determinado momento da noite, duas das mulheres saíram para ir até a cidade buscar mais cerveja. Nisso, um grande amigo meu da época chegou na chácara — e eu não fazia a menor ideia de que ele, na verdade, era amante da minha esposa.
Como eu e minha mulher já estávamos muito bêbados, ela acabou indo deitar em um quarto que ficava bem perto da cozinha. Sozinho e alcoolizado, comecei a lembrar dos meus tempos de solteiro, de quando saíamos em dois ou três caras e pegávamos uma mulher só. Aquela lembrança me deu um estalo. Entrei no quarto onde ela estava dormindo, deitei do lado e comecei a beijá-la e a chupar os seus peitos.
Ela acordou louca de tesão. Fiz um oral caprichado e ela gozou forte. Foi exatamente nesse ápice do prazer que a mente dela viajou pela cachaça e ela soltou o gemido me chamando pelo nome desse meu amigo. O quarto era colado na cozinha e eu tive a certeza absoluta de que ele, que estava lá fora, escutou o próprio nome ser chamado no meio do racha.
Em vez de quebrar o clima, aquela adrenalina me deixou cego de tesão. Perguntei na hora se ela queria dar para ele também. Totalmente bêbada, ela respondeu que sim. Aproveitando aquele momento de entrega total e safadeza, eu a virei e comi o cuzinho dela — foi a única vez em todo o nosso relacionamento que ela deixou o pau entrar ali.
Depois que me acabei e comi a bunda dela, saí do quarto no puro fogo da bebida. Encontrei meu amigo na cozinha e falei na cara dele: "Entra lá, cara! Ela tá querendo dar para você também!". Ele ficou sem graça, desconversou e disse que não. Eu, no auge do álcool, cheguei a chamá-lo de viado, indignado por ele recusar uma mulher gostosa daquela dando sopa. Saí para o quintal e a noite acabou ali.
No dia seguinte, com a cabeça seca, confrontei minha esposa. Disse que ela tinha dado para ele, mas ela negou de pé junto. Não satisfeito, liguei para ele e perguntei direto se ele tinha comido a minha mulher na chácara. Ele jurou que não. A bomba só estourou de verdade alguns dias depois, quando descobri que os dois já estavam juntos e me traindo há quase um ano. Fiquei puto da vida na época, briguei feio com ele e o mundo desabou. Mas, depois de um tempo, decidi perdoar e reatamos. Tenho que tirar o chapéu para uma coisa: aquele cara foi sujeito homem de nunca ter espalhado essa história da chácara para ninguém.
Hoje, o casamento segue. Vira e mexe eu falo para ela que adoraria ver ela dando para outro cara na minha frente, mas no claro ela bate o pé, diz que não quer e não aceita de jeito nenhum, morrendo de arrependimento do passado. Só que o fogo que aquela noite acendeu em mim nunca mais apagou. Ela não aceita na prática, mas eu continuo me masturbando e ficando com o pau igual a uma pedra só de lembrar daquela chácara e de imaginar ela sendo possuída por outro.