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Três Confissões que Mudaram Nossa Noite

Um conto erótico de Casal Apimentados
Categoria: Heterossexual
Contém 2126 palavras
Data: 03/10/2026 00:34:17

Ele sempre pergunta no mesmo momento.

Quando a respiração já está curta e a voz dele fica mais grave, o cacete dele já duro contra minha bunda.

"Me conta uma."

Nós somos o Casal Apimentados, e nesta história a gente é Jorge e Lúcia, nomes fictícios.

O Jorge é negro, tem 1,85 m, 43 anos e um corpo forte sem ser musculoso. Eu sou a Lúcia: 1,72 m, loira natural, olhos verdes, seios fartos e umas coxas grossas que sempre foram o ponto fraco dele. Mesma idade, 23 anos juntos e uma cumplicidade em que não sobrou nenhum assunto proibido.

Tem uma coisa que o Jorge adora, desde o começo: saber de mim antes dele.

Não por ciúme. Por tesão. O caralho, dele fica duro só de imaginar.

Nunca foi conversa de fim de noite. Ele gosta de perguntar no meio, com a boca no meu pescoço e as mãos me segurando no lugar, os dedos já molhados com meu suco.

— Me conta uma aventura sua. De quando você era solteira.

— Agora?

— Agora. Com essa buceta já molhada pra mim.

E eu, que tomo a iniciativa em quase tudo, aprendi a entrar nesse jogo com gosto. Porque contar em voz alta, com ele me ouvindo desse jeito, acende uma coisa em mim que nenhuma lembrança acendeu sozinha.

Naquela noite, ele tinha me deitado devagar, tirado o tempo de que precisava, já tinha chupado meus seios até ficarem vermelhos, e sussurrou de novo:

— Hoje eu quero três.

— Três?

— Uma de cada vez. E não vale pular os detalhes. Quero tudo, Lúcia. Tudo.

Sorri para o teto.

— Então prepara o fôlego, Jorge.

A primeira: o parceiro de forró

— Eu tinha 19 anos. Fazia aula de forró numa casa em Pinheiros, toda quinta. Tinha um professor de uns 30, moreno, de camisa branca sempre com um botão a mais aberto. Dava pra ver os pelos do peito.

Senti a mão do Jorge apertar minha cintura, o polegar roçando meu clitóris.

— Continua.

— Ele dançava colado. Muito colado. A mão nas minhas costas, a perna dele entre as minhas, o rosto tão perto que eu sentia a respiração. E o tempo todo ele falava baixo, no meu ouvido, dizendo o que eu tinha que fazer. Solta o quadril. Confia em mim. Deixa eu te levar. E eu sentia o pau dele duro contra minha barriga.

— E você deixava?

— Eu deixava tudo. Mas ele nunca passava da linha, e isso me deixava louca. Semanas de dança, de provocação, de olhar. Minha calcinha sempre molhada no fim da aula.

— E aí?

— Numa quinta, a turma foi embora mais cedo. Ficamos só nós dois na sala, ele fingindo arrumar o som, eu fingindo procurar a bolsa. Meu coração batendo forte, a buceta pulsando.

Fiz uma pausa.

O Jorge passou os lábios pelo meu ombro, a mão dele descendo até meu rabo.

— Ele desligou a luz do corredor — sussurrei. — E ficou na minha frente, sem dizer nada. Só olhando, com aquele olhar de fome.

— E você?

— Eu dei o primeiro passo. Sempre dou.

Ele soltou uma risada baixa contra a minha pele, os dedos dele já entrando na minha xoxota.

— Claro que deu.

— Fui até ele e beijei. Foi o beijo mais longo da minha vida até então. As mãos dele já nas minhas tetas, apertando, rolando os mamilos entre os dedos. Eu respondi, desabotoando a camisa dele, sentindo o corpo quente.

Jorge já estava me comendo com os dedos, devagar, me ouvindo.

— Ele me levantou, sentou numa cadeira e me colocou de frente pra ele. Abriu meu vestido com os dentes e começou a chupar meus seios como se nunca tivesse provado nada igual. Eu gemia baixo, segurando a cabeça dele contra mim.

— Puta merda — sussurrou Jorge, o ritmo dos dedos dele aumentando. — Continue.

— Eu desci. Ajoelhei na frente dele. Abri o cinto, o botão, o zíper. O pau dele saltou pra fora, grande, grosso, com uma veia grossa do lado. Ele não usava camisinha, mas eu tinha sempre uma na bolsa. Pus nele, com a boca, enrolando a borracha com a língua. Ele gemeu alto, segurando meu cabelo.

— Chupou gostoso?

— Chupei como se fosse a última vez da minha vida. Lambi da base até a cabeça, chupei o saco dele, senti ele tremer todo. Depois ele me levantou, me virou de costas, me encostou na parede e entrou de uma vez só. Sem dó. Gritei, mas era de prazer. Ele me comeu ali, na parede, me segurando pela cintura, enchendo minha buceta até o fundo.

Jorge virou meu corpo, me colocou de quatro e começou a me comer de novo, mais fundo.

— Ele não durou muito — continuei, ofegante. — Mas antes de gozar, tirou a camisinha e veio na minha boca. Eu engoli tudo. E depois ele me chupou até eu gozar na boca dele, tremendo toda.

Jorge gemeu alto e me encheu de porra quente. Depois me virou e me chupou, limpando tudo, como sempre fazia.

A segunda: a noite em Ubatuba

— Agora a próxima.

— Você é insaciável.

— Só de você.

Deixei uma risada escapar e virei o rosto no travesseiro, já recuperando o fôlego.

— Eu tinha 20 anos. Viajei pra Ubatuba com duas amigas, fim de ano, casa alugada perto da praia. Numa noite, fomos a uma festa numa pousada. Música, fogueira, gente de tudo quanto é lugar.

— E?

— Lá tinha uma mulher. Ruiva, de olhos claros, uns 25 anos, com um vestido branco que a noite inteira parecia prestes a escorregar do ombro. Seios pequenos, mas lindos, e pernas que não acabavam mais.

O Jorge parou por um segundo. Só um. Eu senti.

— Uma mulher.

— Uma mulher. Ela me olhou do outro lado da fogueira e não desviou. Eu fui até ela. Como sempre.

— Você foi.

— Perguntei o nome. Ela perguntou o meu. Depois perguntou se eu queria caminhar na areia.

Passei os dedos pelos cabelos dela, devagar.

— Andamos até o fim da praia, onde as luzes da pousada já eram só um brilho distante. Ela parou, virou pra mim e perguntou se podia me beijar.

— O que você respondeu?

— Que ela estava demorando.

Ele riu de novo, mas dessa vez com a voz rouca, presa na garganta.

— Foi macio — continuei. — Diferente de tudo. As mãos dela na minha cintura, o mar batendo nos nossos pés, o vento levantando o vestido dela. A gente ficou ali muito tempo, sem pressa, com aquela curiosidade de quem descobre uma coisa nova sobre si mesma. A língua dela era diferente, mais doce.

— E depois?

— Depois a gente voltou pra casa dela. Era um quartinho pequeno, com uma cama de casal e cheiro de flor. Ela fechou a porta e me beijou de novo, dessa vez com mais fome. Tirou meu vestido, meu biquíni. Fiquei nua na frente dela, e ela me olhou com admiração.

Jorge já estava duro de novo, me passando o cacete na bunda.

— Ela me deitou na cama e começou a me beijar toda. O pescoço, os seios, a barriga. Os beijos dela eram diferentes, mais suaves, mas com uma fome que me deixava louca. Ela me abriu as pernas e me olhou, com aqueles olhos claros brilhando no escuro. E então, ela me chupou. Pela primeira vez.

Jorge prendeu a respiração, o cacete dele pulsando contra minha coxa.

— A língua dela era mágica. Sabia exatamente onde tocar, quanto tempo. Eu gemia alto, sem vergonha, segurando os cabelos ruivos dela contra minha xoxota. Ela me fez gozar duas vezes só com a boca. A primeira vez, eu esguichei, molhei todo o rosto dela, e ela só riu e lambeu tudo, dizendo que eu era gostosa demais.

— Caralho — sussurrou Jorge, já me colocando de quatro.

— Depois foi minha vez. A gente se tocou. Eu deitei ela e comecei a retribuir. Nunca tinha feito isso antes, mas sabia o que queria. Chupava o clitóris dela, metia os dedos, sentia ela tremer toda. Ela era bem peludinha, e eu amei. O cheiro dela, o gosto. A gente se chupou a noite inteira, numa 69 deliciosa, até as duas estarmos exaustas e completamente molhadas. Amanheceu com a gente abraçada, cheirando a sexo e mar.

Jorge me enterrou com força, me fazendo gritar de novo. Ele não durou muito dessa vez, gozando fundo dentro de mim, como sempre gostava.

A terceira: o hotel

— Uma última — ele pediu, ofegante. — Sua favorita.

Fiquei em silêncio, sentindo a esporra dele escorrer das minhas coxas.

Porque essa eu não contava com frequência. Não por vergonha, mas porque era a que mais me acendia.

— Eu ainda tinha 20. Fui a um casamento de uma prima em Campos do Jordão. Hotel chique, salão cheio, eu de vestido vermelho, salto alto e a certeza de que estava linda.

— Eu sei que estava.

— Um homem mais velho, uns 40 anos, elegante, grisalho nas têmporas, ficou me olhando a festa toda. Não se aproximou uma vez. Só olhava, do outro lado do salão, como quem espera o momento. Tinha uma mulher com ele, mas ele só tinha olhos pra mim.

— E o momento chegou.

— Chegou na porta do elevador. Eu esperando, ele apareceu do meu lado. Nenhum de nós disse nada. As portas abriram, entramos, e ele apertou o botão do andar dele, sem perguntar o meu.

O Jorge prendeu a respiração, o cacete dele já começando a endurecer de novo.

— Eu deixei.

— Você deixou.

— Por quatro andares, a gente só se olhou pelo espelho. Nenhuma palavra. No quinto, ele falou baixinho: Você pode descer quando quiser.

Silêncio.

Um silêncio inteiro, no quarto.

— E você desceu? — ele perguntou, com a voz quase sumida.

— Não.

Ele fechou os olhos.

— Continua.

— Eu fiquei. Ele abriu a porta do quarto e me segurou pela mão. Lá dentro, a mulher dele esperava. Loira, alta, seios grandes escorrendo pelo vestido. Ela sorriu pra mim. Eles não disseram nada. Ele me beijou, ela me beijou. A gente se despiu no meio do quarto.

Jorge já estava me comendo de novo, mais devagar, mas mais fundo, querendo cada detalhe.

— Ele me deitou na cama. Ela veio em cima de mim, me beijando, passando as mãos pelos meus seios, minha bunda. Ele ficou olhando um tempo, se masturbando. Depois ele se juntou a nós. Ela me chupou enquanto ele me comia. Depois eles trocaram. Ele me comeu enquanto ela sentava na minha cara. Eu chupava a xoxota dela, sentia o gosto dela, enquanto ele me enchia sem dó.

— Puta merda, Lúcia... — gemeu Jorge.

— Eles me fizeram de tudo, Jorge. Me comeram junto, em todos os buracos. Ele me comeu no rabo pela primeira vez, com a mulher dele me lambendo o clitóris ao mesmo tempo. Eu gritei tanto que acho que todo o hotel ouviu. Eles gozaram em mim, nos meus seios, na minha boca, no meu rabo. A gente ficou horas, suando, gemendo, se fodendo. Era uma orgia só nossa, de três. A mais suja e deliciosa noite que eu já tive.

Ele me beijou com uma fome que fez o quarto inteiro girar, gozando de novo dentro de mim, misturando a porra dele com a memória daquela noite.

— Você é a mulher mais perigosa que eu conheci.

— E você adora.

— Adoro.

Depois, muito depois, com o quarto em silêncio, o lençol embolado e o corpo dele ainda quente contra o meu, o Jorge ficou olhando o teto.

— Sabe por que eu peço isso?

— Por quê?

— Porque cada uma dessas histórias foi um passo que te trouxe até mim. — Ele virou o rosto. — E eu sou grato a cada um desses homens e a essa mulher. Sem eles, você não seria essa Lúcia. Essa mulher que me conta tudo e que fica molhada só de lembrar.

Senti o peito apertar, de um jeito bom.

— Sem ciúme?

— Ciúme é de quem tem medo de perder. Eu tenho você. — Ele deu aquele sorriso de canto. — E ainda por cima ganho as histórias. E o melhor sexo da minha vida.

Ri, com os olhos úmidos.

— Você é um caso raro, Jorge.

— E você é uma mulher que nunca deixou de tomar a iniciativa. Só que agora, todas as suas iniciativas terminam em mim, no meu cacete, na minha boca.

Ele me puxou para o peito dele.

— Ainda tem histórias guardadas? — perguntou, quase dormindo.

— Muitas.

— Ótimo.

E adormeceu sorrindo.

Eu fiquei acordada mais um tempo, olhando o teto, lembrando de cada uma daquelas noites. E agradecendo, em silêncio, por todas elas terem me trazido até aqui. Para este homem. Para este amor. Para esta vida.

Se você chegou até aqui, obrigada por ler. A gente escreve essas histórias do jeito que elas aconteceram, sem inventar muito, e é sempre bom saber que tem gente do outro lado. Se curtiu, segue a gente, deixa um comentário contando o que achou e dá uma olhada nos nossos outros contos, tem bastante coisa por lá.

Casal Apimentados

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