✨ Apoie a Casa dos Contos e leia sem interrupções — R$36/ano. Saiba mais →

A Cunhada Exemplar Que Virou Puta

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 2146 palavras
Data: 03/10/2026 00:19:26

Eu estava embriagada e acelerada quando cheguei na porta da casa do Marcelo.

Andrea, minha irmã, estava viajando fazia três dias. Silvio, meu marido, também estava fora. Eu não queria ficar sozinha. Sempre fui conservadora. Evangelica. A que nunca saía da linha, a que dava exemplo. O vestido preto justo marcava meus seios e minhas coxas de um jeito que eu quase nunca ousava usar. O cabelo solto caía pelos ombros, a boca vermelha, o coração batendo rápido demais por causa do pó que eu tinha cheirado no banheiro do bar uma hora antes. Minhas pernas tremiam levemente. Entre minhas pernas já latejava só de imaginar o que poderia acontecer.

Mandei a mensagem:

“Tô na porta. Não bate. Silvio tá viajando e eu não quero ficar sozinha.”

A porta se abriu.

Marcelo estava ali. E a primeira coisa que eu notei, antes mesmo de conseguir olhar para o rosto dele, foi o volume marcado na calça. Ele estava duro. Completamente duro. O pau grosso desenhava o tecido escuro, latejando visivelmente, como se já estivesse esperando por mim há algum tempo. Meu estômago revirou de excitação e nervosismo ao mesmo tempo. Eu engoli em seco.

— Entra — foi tudo o que ele disse, a voz baixa e rouca.

Entrei sem esperar mais convite. O cheiro da casa dele — madeira, perfume masculino e algo quente, quase animal — me atingiu junto com o cheiro do meu próprio perfume e do vinho. Fechei a porta atrás de mim. O trinco fez um clique seco que ecoou na sala silenciosa. A luz amarela da luminária deixava tudo com um ar íntimo e perigoso. Eu olhei em volta. Parecia que estávamos sozinhos.

Tirei a embalagem do sutiã com os dedos trêmulos e mostrei o pó branco, o sorriso ousado já nos lábios.

— Eu usei um pouco hoje… me deixou assim. Quente. Latejando. Quer? — ofereci, a voz rouca, quase um sussurro. — Eu já cheirei. Podemos usar juntos. Vai deixar tudo mais intenso. Mais sujo. Mais sem vergonha.

Marcelo olhou para o pó, depois para mim, e aceitou sem hesitar. Nós dois usamos ali mesmo, no meio da sala. O efeito subiu rápido. Meu coração disparou. A pele ficou quente, sensível. Entre minhas pernas latejou de forma quase dolorosa. Eu olhei para ele de novo e notei o pau ainda mais marcado na calça.

— Você está assim desde que abriu a porta… — murmurei, o olhar descendo para o volume. — Já estava duro me esperando?

— Desde que você mandou a mensagem — ele respondeu, a voz baixa. — Agora fala o que você veio fazer de verdade.

Eu me aproximei, o peito subindo e descendo rápido.

— Eu tive uma noite boa… — sussurrei, o hálito quente batendo no pescoço dele. — Mas você não vai gostar do que eu fiz.

Foi aí que tudo mudou.

Ele agarrou meu cabelo com as duas mãos e puxou com tanta força que o couro cabeludo ardeu de verdade. Me arrastou pelo chão. Meus joelhos raspavam no piso frio, a dor misturada com a excitação. Eu tentei falar, a voz saindo embargada:

— Marcelo… espera… isso dói—

— Cala a boca — ele cortou, a voz baixa e cortante. — Não quero ouvir reclamação. Nem uma palavra. Você veio aqui sabendo o que queria.

Ele me jogou de bruços sobre a mesa de centro. O vestido rasgou no meio das costas com o impacto, o tecido caindo em tiras. Meus seios quase saltaram para fora. O primeiro tapa veio seco e forte na minha bunda direita. O som ecoou alto. Eu gritei. O segundo tapa foi ainda mais forte, na outra nádega. A pele queimava, latejando. O terceiro e o quarto tapa vieram seguidos, fazendo a carne tremer e ficar vermelha.

— Você achava que ia chegar aqui, contar que se divertiu, oferecer pó e eu ia te tratar como a cunhada certinha? — ele rosnou atrás de mim, a voz rouca de excitação. — A exemplar. A conservadora. A que sempre olhava de cima pra todo mundo. Hoje você vai aprender o que é ser usada de verdade.

Ele abriu minhas nádegas com os polegares, expondo tudo, e cuspiu direto na minha entrada e no meu cu. O spit escorreu quente pela fenda. Sem aviso, enfiou três dedos de uma vez até o fundo, curvando e puxando com violência. O som úmido e obsceno preencheu a sala. Eu tentei me afastar, as unhas arranhando a madeira da mesa.

— Tá doendo… por favor… Marcelo… devagar—

— Eu falei pra calar a boca — ele interrompeu, dando outro tapa forte que fez minha bunda arder. — Toda vez que reclamar, eu aperto mais. Entendeu, puta?

— Entendi… — eu gemi, a voz falhando.

Os dedos saíram cobertos de mim, brilhando. Ele os enfiou na minha boca até a garganta. Eu engasguei, os olhos marejando imediatamente, saliva escorrendo pelo queixo. Depois ouvi o zíper abrindo. O pau dele, grosso, veiudo e quente, esfregou na minha entrada por um segundo antes de entrar de uma vez só. Até as bolas. Eu gritei alto, o corpo se contraindo em volta dele.

Ele não esperou. Começou a me foder com violência pura: estocadas longas, profundas, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo com força, batendo fundo o suficiente pra eu sentir no estômago. A mesa rangia a cada investida. Meu corpo tremia. Ele puxava meu cabelo com uma mão e dava tapas no meu rosto com a outra. De um lado. Do outro. Eu sentia o rímel escorrendo, a bochecha quente e formigando.

— Fala o que você é — ele ordenou, a voz baixa perto do meu ouvido.

— Sou… a puta do meu cunhado… — eu gemi, a voz quebrada.

— Mais alto. Quero ouvir direito.

— Sou a puta do meu cunhado!

Foi nesse momento — com o pau dele enterrado fundo em mim, meus seios balançando, a mesa rangendo e eu gemendo alto — que eu ouvi um movimento atrás de nós.

Juliana saiu de trás da porta do corredor.

Juliana. A esposa do meu irmão mais novo. Minha cunhada. Morena, trinta anos, seios bem pequenos, cintura fina, quadril largo e uma bunda enorme que a camiseta larga do Marcelo mal conseguia cobrir. As coxas firmes, a pele bronzeada, o cabelo solto caindo sobre os ombros. Tinha ficado escondida o tempo todo. O olhar dela estava fixo em nós, as pupilas dilatadas, a respiração acelerada. Uma das mãos dela já estava entre as pernas, roçando devagar.

Eu abri a boca para falar, mas Marcelo puxou meu cabelo com mais força e falou primeiro, sem tirar o pau de dentro de mim:

— Fica quieta. Ela vai assistir. E você vai continuar sendo fodida na frente dela.

Ele não parou. Continuou me fodendo com a mesma violência enquanto Juliana se aproximava devagar e se sentava no sofá, as pernas abertas, a mão se movendo entre as próprias coxas enquanto assistia tudo.

— Olha pra ela enquanto eu te fodo — ele ordenou. — Fala de novo o que você é.

Eu virei o rosto para Juliana, os olhos cheios de água, o pau dele ainda entrando e saindo de mim com força.

— Sou a puta do meu cunhado… — repeti, a voz embargada.

— Mais alto.

— Sou a puta do meu cunhado!

Ele tirou o pau de dentro de mim. O som úmido de sucção foi obsceno. Me virou de frente, me forçou a ajoelhar no chão frio e enfiou o pau na minha boca até a garganta. Eu engasguei imediatamente. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha boca com força. O pau entrava e saía rápido e fundo. Minha garganta se contraía. Saliva e muco escorriam em fios longos pelo meu queixo. Cada vez que eu engasgava, ele empurrava mais fundo e segurava lá dentro.

— Cala a boca e engole — ele ordenou, dando um tapa no meu rosto. — Sua garganta agora é minha.

Ele acelerou ainda mais. Eu sentia o pau latejando na minha garganta. De repente ele segurou minha cabeça com força e gozou direto na minha boca. O primeiro jato quente e grosso preencheu minha língua. O segundo e o terceiro vieram seguidos, obrigando-me a engolir. Eu engoli tudo, a porra escorrendo pelo canto da boca enquanto ele ainda empurrava o pau fundo, espremendo as últimas gotas.

— Engole tudo — ele rosnou. — Não deixa cair nada.

Eu engoli, a respiração pesada, o gosto amargo e salgado ainda na língua. Ele tirou o pau da minha boca e se afastou um pouco, ainda duro, observando.

Foi então que Juliana se levantou do sofá.

Ela se aproximou de mim, ainda ajoelhada, e me empurrou de costas no chão. Sem dizer uma palavra no começo, ela se ajoelhou entre minhas pernas, abriu minhas coxas com as mãos e enfiou a boca na minha entrada. A língua dela era quente, rápida e faminta. Ela chupava meu clitóris com força, chupando e lambendo ao mesmo tempo, enquanto dois dedos entravam em mim. Eu gemi alto, o corpo ainda sensível do orgasmo anterior e da gozada que eu tinha engolido.

Marcelo se sentou na poltrona, o pau ainda semi-duro na mão, e apenas observava.

— Chupa ela direito, Juliana — ele disse, a voz baixa. — Quero ver ela gozar na sua boca.

Juliana obedeceu com vontade. A língua dela entrava e saía, chupava, mordia de leve. Eu arquiei as costas, os dedos se enterrando no cabelo dela. Em poucos minutos eu estava gozando de novo, um jato quente cobrindo o rosto dela enquanto eu gritava, as pernas tremendo sem controle.

Juliana se levantou, o queixo brilhando, e olhou para Marcelo.

— Agora é a minha vez — ela disse, a voz firme, diferente da mulher quieta que eu conhecia.

Ela se virou de quatro no sofá, a camiseta subindo até a cintura, a bunda enorme exposta, e abriu as nádegas com as próprias mãos.

— Mete no meu cu — ela ordenou para Marcelo. — Fundo.

Marcelo se levantou, ainda excitado, e se posicionou atrás dela. Cuspiu no cu dela, esfregou a cabeça do pau e começou a entrar devagar. Juliana gemeu alto, a testa apoiada no sofá. Ele foi fundo, até as bolas, e começou a foder o cu dela com estocadas profundas e firmes. O som úmido e o gemido dela preenchiam a sala.

Depois de alguns minutos, Juliana virou o rosto para mim, ainda sendo fodida no cu, e deu a ordem com a mesma frieza que Marcelo tinha usado comigo no começo:

— Vem aqui. Ajoelha na minha frente. Agora você vai me chupar enquanto ele me fode. E depois… você vai dar o cu pra ele também.

Eu hesitei só um segundo. Nunca tinha dado o cu. Nunca.

— Juliana… eu nunca…

— Cala a boca — ela cortou, a voz dura, exatamente como Marcelo tinha feito. — Não quero ouvir reclamação. Ajoelha. Agora.

Eu ajoelhei na frente dela. Ela puxou meu cabelo e enfiou minha boca na entrada dela. Eu comecei a chupar, a língua entrando nela enquanto Marcelo continuava fodendo o cu dela por trás. Juliana gemia, a mão firme no meu cabelo, me obrigando a ir mais fundo.

— Isso… chupa direito, puta — ela ordenou. — Mais língua. Mais fundo.

Depois de um tempo ela se afastou, ainda ofegante, e olhou para mim com o mesmo olhar dominante que Marcelo tinha.

— Agora de quatro. Vai dar o cu pro Marcelo. E enquanto ele te fode, você vai continuar me chupando.

Eu obedi. Fiquei de quatro no sofá. Marcelo se posicionou atrás de mim. Cuspiu no meu cu, esfregou o pau ainda sujo do cu de Juliana e começou a entrar. A pressão foi intensa. Eu gemi alto quando a cabeça do pau atravessou. Nunca tinha sentido aquilo. Ele foi fundo, devagar no começo, depois com mais força. Ao mesmo tempo Juliana se sentou na minha frente, abriu as pernas e puxou minha cabeça para a entrada dela.

— Chupa — ela ordenou. — E não para. Mesmo enquanto ele te arromba o cu.

Eu chupava Juliana enquanto Marcelo fodia meu cu com estocadas cada vez mais profundas e violentas. Ele puxava meu cabelo, dava tapas na minha bunda, e Juliana segurava minha cabeça, me obrigando a continuar. Os gemidos dos três se misturavam. Eu sentia o pau dele abrindo meu cu pela primeira vez, a entrada dela na minha boca, e a humilhação doce de estar sendo usada pelas duas pessoas ao mesmo tempo.

Marcelo acelerou. Juliana gemia mais alto, a mão apertando meu cabelo.

— Goza no cu dela — Juliana ordenou para ele. — Quero ver.

Ele obedeceu. Com um gemido rouco, gozou fundo no meu cu, as estocadas lentas e profundas enquanto descarregava tudo dentro de mim. Eu sentia o calor se espalhando. Juliana puxou minha cabeça para cima e me fez olhar para ela.

— Boa puta — ela disse, a voz baixa e satisfeita, ecoando as palavras de Marcelo. — Agora você pertence aos dois.

Eu fiquei ali, de quatro, o cu preenchido, a boca suja, o corpo inteiro tremendo.

Marcelo se afastou. Juliana ainda segurava meu queixo.

A casa estava em silêncio de novo, só a nossa respiração pesada preenchendo o ambiente.

Eu não conseguia me mexer.

Só respirava.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 21 estrelas.
Incentive AndressaMR a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários