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Negrão arrombou minha esposa branquinha parte 2

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3326 palavras
Data: 03/10/2026 00:08:41

Na manhã seguinte, me levantei bem cedo, enquanto a Clara ainda dormia profundamente, exausta da noite anterior. Olhei para ela esticada na cama, a pele branquinha contrastando com o lençol escuro, e senti aquele arrepio no corpo. O plano já estava rodando na minha cabeça e eu não podia perder tempo.

Fui direto para a varanda e para o nosso quarto. Peguei uma chave de fenda fina no meu jogo de ferramentas e fui no pé do ar-condicionado. Com bastante cuidado para não dar na cara, fiz um pequeno furo no cano de refrigeração. Na mesma hora ouvi aquele chiar leve do gás escapando. Em poucas horas o quarto estaria abafado e o aparelho não ia gelar nada. Primeiro passo concluído.

Aproveitei que a Clara ainda estava apagada, peguei o celular dela na mesa de cabeceira com a maior leveza do mundo e levei até o escritório. Abri o WhatsApp Web no meu notebook, li o QR Code rapidamente e sincronizei tudo. Em menos de dois minutos o celular dela estava de volta no mesmo lugar, e eu tinha acesso total a todas as conversas e mídias da minha esposa em tempo real.

Naquela mesma tarde, passei numa loja especializada em segurança eletrônica e comprei duas microcâmeras espiãs, do tamanho de um botão, com transmissão Wi-Fi e visão noturna em alta definição. Voltei para casa no fim do dia e, enquanto a Clara estava na cozinha preparando o lanche, instalei uma disfarçada no sensor de fumaça do teto, virada perfeitamente para a nossa cama, e outra no canto da estante, com visão total do quarto e da entrada. Testei a imagem no meu celular: o sinal estava limpo, focado e em tempo real.

O ar-condicionado, como esperado, parou de funcionar de noite. A Clara logo reclamou do calor:

— Amor, o ar do nosso quarto pifou de vez... Tá um mormaço insuportável aqui dentro.

— Deixa comigo, vida. Amanhã cedo já dou um jeito nisso — respondi, tentando manter a voz firme enquanto meu coração disparava de empolgação.

No dia seguinte, assim que cheguei na obra, procurei o Marcus logo na primeira hora.

— Fala, Marcus. Tranquilo? Cara, o ar do meu quarto lá em casa pifou ontem à noite, parou de gelar do nada. Você consegue dar um pulo lá por volta das 14h para dar uma olhada? É rápido, te pago por fora.

— Opa, Engenheiro. Com certeza, às 14h em ponto tô lá sim — respondeu ele, com aquela voz grave e tranquila.

A engrenagem estava montada. Mandei uma mensagem para a Clara avisando que o técnico do ar iria lá à tarde para consertar o aparelho. Em seguida, fiquei só monitorando a tela do meu notebook no escritório da obra.

Não deu dez minutos e a notificação do WhatsApp apitou no meu computador. Era a Clara mandando mensagem para a Rita:

Clara: Amiga, o Rafael acabou de me mandar mensagem... O técnico vem aqui em casa de novo às 14h para arrumar o ar do quarto.

Rita:Mentira! Aquele negrão gostoso vai voltar aí?

Clara: Vai! Ai Rita, tô muito nervosa... Ele vai entrar no meu quarto! O que eu faço? Tô até tremendo aqui só de pensar.*

Rita: Aproveita, mulher! Coloca uma roupa ajeitada, vai que acontece alguma coisa kkkkk

Clara:Tá doida?! Sou casada! Mas meu Deus, tô com um frio na barriga gigante...

Li aquilo e dei uma risada baixa no escritório, sentindo meu pau ficar duro na hora dentro da calça. A minha branquinha estava apavorada e cheia de tesão ao mesmo tempo.

Deu 13h30. Peguei minhas coisas na obra, entrei no meu carro e dirigi até a rua do meu prédio. Estacionei a duas quadras de distância, em um local discreto, puxei o banco um pouco para trás, peguei o celular e abri o aplicativo das câmeras.

A contagem regressiva tinha começado.

Liguei o ar-condicionado do carro, apoiei o celular no painel e fiquei de olho fixo na tela. A imagem da câmera do quarto estava perfeita, em alta definição.

Às 13h50, vi pela câmera a Clara entrando no quarto. Ela estava visivelmente perturbada, andando de um lado para o outro. Tinha tirado a roupa simples de dona de casa e se arrumado toda para receber o cara. Ela escolheu um vestido de malha canelada bege, bem justo ao corpo, curto o suficiente para mostrar boa parte das coxas brancas e desenhar cada curva do corpo dela. A peça abraçava a cintura fina e deixava o bumbum gigante desenhado de um jeito absurdo, além do decote quadrado que valorizava os seios médios sem sutiã, marcando os bicos sob o tecido leve. Nos pés, colocou uma rasteirinha delicada, passou um batom rosinha no capricho, ajeitou o cabelo loiro e deu uma borrifada de perfume bem no pescoço e no colo.

Pensei sozinho no carro, apertando o volante com força: “Olha aí a certinha... , se arrumando inteira, cheirosa e marcada pra receber o negrão no quarto.” Meu pau parecia que ia rasgar o jeans de tão duro.

Deu 14h em ponto. O interfone do apartamento tocou. Vi a Clara dar um pulo de susto no quarto, respirar fundo, passar a mão no vestido para alinhar no corpo e caminhar para a sala.

Acompanhei pela câmera da sala. Ela abriu a porta. O Marcus estava parado no corredor, alto, largo, usando uma camiseta preta colada no peito e boné.

— Boa tarde, dona Clara. O Engenheiro Rafael pediu para eu vir dar uma olhada no ar do quarto.

— Oi... boa tarde, Marcus. Pode entrar — disse ela, com a voz baixinha, num tom manhosinho de quem estava morrendo de vergonha.

Ela foi na frente e ele veio atrás. Do ângulo da câmera do corredor, dava para ver direitinho o olhar do Marcus descendo direto para a bunda da Clara, balançando naquele vestido justo enquanto ela andava. Ele deu uma lambida discreta nos lábios. O cara percebeu na hora que aquela branquinha gostosa estava totalmente produzida.

Os dois entraram no nosso quarto. O ambiente ficou pequeno para o tamanho daquele homem. A Clara encostou na parede perto da cama, cruzando os braços para tentar disfarçar o nervosismo, mas o movimento fez o vestido subir ainda mais nas coxas claras dela.

— É esse aqui, né? — perguntou o Marcus, apontando para o aparelho acima da cama.

— É... é esse sim. Ele parou de gelar do nada ontem à noite — respondeu ela, sem conseguir encarar ele nos olhos por muito tempo.

O Marcus tirou a mochila das costas, colocou na nossa cama e subiu numa escadinha dobrável. Quando ele se esticou para abrir o painel do ar, a camiseta dele subiu um pouco, mostrando a barriga trincada e a pele negra reluzente. Vi a Clara dar uma olhada de cima a baixo nela, engolindo em seco, encarando aquele corpo forte.

Ele mexeu por dois minutos e olhou para baixo, encarando ela lá de cima.

— Vi o problema aqui, dona Clara. O cano furou e vazou o gás todo. Estranho ter furado assim... mas dá para resolver. Vou ter que fazer uma solda aqui e recarregar o gás. Vai levar uns 20 minutos.

— Ah... entendi. Precisa de alguma coisa? Água... ou outro suco? — ofereceu ela, ajeitando o cabelo louca de nervosa.

— Um copo d'água seria bom, dona Clara.

A Clara saiu do quarto quase correndo para ir até a cozinha. Na hora, o celular dela apitou na mesa de cabeceira. Vi pelo meu notebook a mensagem que ela acabou de mandar para a Rita da cozinha:

Clara:AMIGA ELE TÁ DENTRO DO MEU QUARTO!

Clara: Ele é muito grande Rita, tá mexendo no ar em cima da minha cama, tô passando mal de tão nervosa!

Rita: Mulher do céu kkkkkk se tranca aí com ele! Que inveja de você!

Voltei para a tela da câmera. A Clara voltou para o quarto segurando o copo d'água com as duas mãos para não tremer. Entregou para ele. Quando o Marcus desceu da escadinha para pegar o copo, ele não pegou só no vidro. Ele segurou a mão dela junto.

A Clara deu uma travada. Não puxou a mão. Ficou paralisada, olhando para cima, encarando os olhos dele. O contraste da mão enorme e escura dele cobrindo a mãozinha branca e delicada dela era a coisa mais erótica que eu já tinha visto na minha vida.

— A senhora tá tremendo, dona Clara... Tá tudo bem? — perguntou ele com aquela voz grave, bem de perto, sem soltar a mão dela.

A Clara engoliu a saliva em seco, encarando o Marcus sem conseguir falar nada por alguns segundos. A voz dela saiu fraca, num sussurro quase inaudível:

— Tá... tá tudo bem sim, Marcus. É só o calor...

Ele deu aquele mesmo sorriso de canto de boca, devagar, sem soltar a mão dela. Dá para ver pela câmera que o cara sacou o poder que tinha sobre ela naquele momento. Ele deu um passo mais perto, encurtando totalmente a distância entre os dois. Com a outra mão, bem devagar, ele encostou no braço dela e foi subindo os dedos pela pele branquinha até tocar no ombro.

— Calor mesmo, dona Clara... A senhora tá até suando — disse ele, com a voz bem grave, olhando no fundo dos olhos castanhos dela e descendo o olhar direto para o decote do vestido.

A Clara deu uma leve estremecida, arfando pesado. Ela poderia ter dado um passo para trás, poderia ter gritado ou mandado ele parar, mas não fez nada disso. Ficou ali, paralisada, sentindo a presença e o tamanho daquele homem colado nela. O contraste da pele negra do Marcus encostada na pele branquinha dela na tela do meu celular era de enlouquecer.

No carro, eu segurava o celular com uma mão e a outra mão foi direto para dentro da minha calça. Puxei o pau para fora, completamente duro, melado de pré-gozo, e comecei a me masturbar ali mesmo no banco do motorista, vendo a minha esposa ser encurralada pelo negrão no nosso próprio quarto.

Pela câmera, o Marcus deu mais um passo para a frente, colando o peito largo dele no corpo dela. A Clara encostou as costas na parede, ficando totalmente sem saída. O Marcus pegou o copo d'água da mão dela, colocou na mesinha de cabeceira sem tirar os olhos dela, e voltou as duas mãos para a cintura fina da minha branquinha.

Ele puxou o corpo dela para junto do dele. A Clara soltou um gemido abafado, assustada com o contato direto do corpo forte dele.

— O que você tá fazendo, Marcus? Eu sou casada... — falou ela, tentando parecer firme, mas a voz saiu manhosinha, sem força nenhuma.

— Eu sei que é casada, dona Clara... Mas a senhora se arrumou todinha assim pra mim, não foi? Cheirosa desse jeito... — disse ele, aproximando o rosto do pescoço dela.

O Marcus deu uma fungada funda no pescoço de mimosa dela e deu um beijo rápido na pele clara da minha mulher. A Clara jogou a cabeça um pouco para trás, soltando um dengo fraco, as mãos dela subindo involuntariamente para os ombros largos dele.

Ela estava totalmente entregue. Minha mente explodia vendo a cena em tempo real, enquanto eu batia uma bronha rápida e violenta no carro, sabendo que dali para a frente não tinha mais volta.

O Marcus sentiu que a Clara não ia impor nenhuma resistência real. Ele segurou com força na curva daquele bumbum gigante por cima do tecido justo do vestido, apertando a carne macia da minha mulher com as mãos enormes dele.

— Nossa, dona Clara... que corpo o seu — murmurou ele no ouvido dela, a voz ressoando pesada no quarto.

A Clara soltou um gemido manhosinho de verdade agora, apertando os dedos na camiseta preta dele. O corpo dela inteiro tremia. Ela tentou dar uma virada de rosto, mas o Marcus segurou no queixo dela com firmeza, puxou e meteu um beijo de língua no capricho. Um beijo voraz, quente, calando a boca rosinha dela na hora.

Pela câmera, vi as pernas da minha branquinha darem uma bambeada. Ela retribuiu o beijo com tudo, passando os braços pelo pescoço dele, entregue ao desejo que estava sufocando ela desde o primeiro dia. O contraste do rosto claro dela prensado contra o rosto negro dele na imagem do celular me fazia delirar.

No carro, o suor escorria pela minha testa. Eu metia a mão no meu pau com um ritmo alucinado, quase arrebentando a pele, vendo o Marcus puxar a barra do vestido bege da Clara para cima. Ele subiu o tecido fino de uma vez, jogando para cima da cintura dela, deixando aquela calcinha clara e as coxas grossas e brancas totalmente expostas.

O Marcus virou a Clara de costas para ele num movimento rápido e empurrou o corpo dela contra a beirada da nossa cama. Ela deitou o tronco no colchão, ficando de quatro, com aquele bumbum descomunal empinado direto para ele.

— Meu Deus, Marcus... o Rafael vai chegar... — choramingou ela de um jeito manhoso, sem mover um centímetro para sair da posição.

— Vai chegar nada, dona Clara... fica quieta e aproveita — respondeu o negrão, puxando a calcinha dela para o lado de uma vez só.

Eu vi pelo celular o Marcus abrindo a calça, tirando um pau enorme para fora e posicionando na entrada da minha mulher. Com uma estocada funda e sem piedade, ele meteu tudo de uma vez dentro da Clara.

A Clara soltou um grito abafado no travesseiro, um gemido alto de dor e tesão misturados, enterrando as unhas no lençol. O Marcus começou a meter nela com força, num ritmo pesado, fazendo o corpo todo da minha esposa chacoalhar na cama. O barulho da pele dele batendo na bunda dela ecoava no microfone da câmera e saía no alto-falante do meu celular.

Ver aquele negrão fudendo a minha branquinha na nossa própria cama, estalando tapas na bunda dela enquanto ela gemia alto, foi o gatilho final. Não aguentei mais nem três segundos: soltei um urro baixo no carro e gozei feito um louco, sujando minha mão, o volante e a calça toda, sem tirar os olhos um segundo da tela.

O som das estocadas fortes do Marcus ecoava direto no alto-falante do meu celular. A cada metida funda que ele dava, a pele negra dele batia com força na bunda branca da Clara, fazendo aquela carne macia balançar inteira.

— Ai! Nossa... Marcus! Ai, meu Deus! — gemia a Clara, com a cara afundada no travesseiro, a voz totalmente descontrolada de tanto tesão.

O negrão não aliviava em nada. Ele segurou firme na cintura fina dela, cravando os dedos na pele clarinha, e começou a socar o pau nele com mais vontade ainda. A buceta dela devia estar ensopada, porque dava para ouvir nitidamente o barulho molhado a cada estocada rápida que ele dava.

— Gosta assim, dona Clara? Gosta de tomar no fundo? — falava ele com aquela voz grave perto do ouvido dela, dando um tapa estalado bem no meio do bumbum dela.

A marca dos dedos dele ficou vermelha na hora na pele branca dela. A Clara deu um grito agudo com a tapada, mas em vez de reclamar, empurrou o quadril mais para trás, pedindo mais pau, totalmente dominada.

— Gosto... ai, meu Deus, gosto! Mete forte, Marcus... vai! — soltou ela, perdendo de vez qualquer vergonha, entregue ao prazer e metendo o foda-se para tudo.

No carro, eu limpei a mão melada de gozo no pano e continuei encarando a tela sem piscar, arfando pesado, sentindo o meu pau querer ficar duro de novo só de ver a minha mulher sendo arrombada daquele jeito.

O Marcus segurou no cabelo loiro dela, puxando a cabeça da Clara um pouco para trás enquanto continuava metendo sem parar. O vestido bege estava todo amassado na cintura dela, a calcinha rasgada do lado, e ela gemendo alto, chamando o nome do negrão no nosso próprio quarto, na nossa cama.

Ele ia socando cada vez mais fundo, ritmado, fazendo a cama ranger com o peso e a força dos dois. A minha branquinha tímida não existia mais ali; no lugar dela, tinha uma mulher louca, no topo do tesão, tomando uma surra de pau como nunca tinha tomado na vida.

O som das metidas continuava seco e alto no microfone do celular. No meio dos gemidos descontrolados, a Clara pareceu se tocar de um detalhe e tentou virar um pouco o rosto, arfando pesado, a voz toda falhada:

— Ai... Marcus! Espera... meu Deus, você não colocou camisinha?!

O negrão nem diminuiu o ritmo das estocadas. Deu mais três metidas fundas, fazendo o corpo dela chacoalhar inteiro na cama, e soltou uma risada baixa e debochada perto do ouvido dela:

— Camisinha como, dona Clara? Onde é que eu ia arrumar camisinha aqui no meio do serviço?

— Tem... tem na gaveta do criado-mudo! Pega lá, por favor... ai! — pediu ela, tentando soar firme, mas soltando mais um gemido alto assim que ele socou mais fundo.

O Marcus segurou com mais força ainda no quadril dela, cravando os dedos na pele branca, e deu uma estocada tão funda que a cabeça da Clara afundou direto no travesseiro.

— Que gaveta o quê, dona Clara... O negrão aqui come puta casada é no pelo! — mandou ele com a voz bem grave, sem dó nem piedade.

Aquelas palavras brutas caíram como gasolina no fogo que queimava dentro dela. Em vez de surtar ou mandar ele parar, a Clara deu um grito agudo, soltando o resto do juízo que ainda tinha. O corpo dela inteiro travou na hora, a buceta apertando o pau do cara com toda a força.

Ela começou a gozar pesado, um orgasmo violento e descontrolado. As pernas dela começaram a tremer sem para, os pés esticados no lençol, e ela gemia alto, sem se importar se alguém do prédio ia ouvir:

— Aiii! Meu Deus... tô gozando, Marcus! Ai, meu Deus... que delícia!

No carro, vendo as pernas da minha mulher tremendo sem parar e a pele dela toda vermelha de tesão enquanto tomava no pelo do negrão, meu pau deu outro pulo dentro da calça. A cena era inacreditável. A minha esposa, tão tímida e discreta, estava ali, entregue de um jeito que eu nunca tinha visto na minha vida.

A ouvir a Clara gozar tremendo toda, o Marcus não aliviou um segundo sequer. Em vez de desacelerar, ele segurou na cintura dela com mais firmeza e começou a socar o pau com ainda mais força e brutalidade. O barulho da pele dele batendo no bumbum dela parecia uma sequência de palmas altas ecoando pelo quarto todo.

— Aii... meu Deus! Marcus! — gemia a Clara, com a boca aberta contra o colchão, soltando uns gemidos altos e descarados, parecendo uma cadela no cio.

O negrão inclinou o tronco por cima das costas dela, encostando o peito largo na pele suada da minha mulher, e começou a falar bem no ouvido dela, enquanto continuava metendo sem parar:

— Fala para mim, dona Clara... O que foi que deu em você para querer dar para o negrão assim? Hein?

Ele deu uma estocada bem funda, fazendo ela soltar outro grito agudo.

— Ficou doidinha vendo o negrão na sua sala, foi? Se arrumou todinha só para tomar essa surra de pau na cama do seu marido? Responde! — exigi ele, metendo cada vez mais rápido.

A Clara mal conseguia puxar o ar, o rosto todo vermelho, os olhos cheios de tesão. Ela empurrou o bumbum contra ele de novo, totalmente fora de si, e começou a confessar com a voz toda manhosa e gemida:

— Foi... ai, Marcus! Foi sim! Eu fiquei louca... fiquei pensando em você o tempo todo... ai, que delícia!

— Pensando no meu pau, né, sua vadia? — mandou o Marcus, dando mais um tapa estalado na bunda dela, deixando a marca vermelha acesa na pele branquinha.

— É... no seu pau! Mete mais forte... mete tudo nessa buceta! — entregou ela de vez, pedindo mais, sem filtro nenhum.

No carro, eu assistia tudo em transe, com a respiração arfada, vendo o negrão dominar completamente a minha esposa no nosso próprio quarto.

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Comentários

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Aceitou muito facil...

O que levanta alguma suspeitas...

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Ela tem tesao em negrão meu amigo lk

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Minha opinião pessoal ok ? Eu tenho tesão em alguns tipos e caracteristicas de mulheres e não é por isso que vou trair minha namorada...

Então a forma como eu vejo é que ela já traiu outras vezes ou teve uma vida bem animada antes de casar.

Mas é como eu sempre digo: você é o autor, escreva como quiser.

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Apesar de ter sido rápido demais ela aceitar. Assim, como se tivesse já planejado. Do tipo simulado os acontecimentos. Mais Ficou bom essa narrativa. Vamos para o terceiro episódio se tiver. Talvez você pudesse criar um roteiro onde a própria esposa convida o negão para voltar e você do nada assitir pelas câmeras.

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Falta ela dá o cu pro negão agora. Depois ele devia confessar que armou tudo, daí começava a arrumar macho pra foder a esposa com ele assistindo

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Tá ficando boa essa serie o corninho ta realizando o desejo dele e depois vai chupa a bucetinha dela cheia da porra do negão da obra kkkkkkk

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