Era uma quarta-feira comum. Acabou virando o “nosso dia” porque nas rotinas super ocupadas, virou a única noite onde era certeza que a gente podia se ver.
Na mesa da cozinha haviam duas taças de vinho. As duas quase vazias, que ao lado da garrafa pela metade davam um ar de que conversas boas aconteceram ali. Da mesa até o quarto havia um caminho de roupas largados no chão, como se quem se aventurou ali precisasse deixar algo pra saber como voltar. Um cinto tirado às pressas, saltos scarpin jogados ao canto. Uma camisa deitada no sofá da sala, como se ainda precisasse se recuperar do que acabara de testemunhar.
No quarto minha boca tocava o tecido de uma calcinha fina. Elegante. Eu passava a lingua por cima e sentia o calor, o sabor. Minhas mãos subiam passando pelas pernas torneadas, depois pela cintura fina e chegando nos seios mais deliciosos que eu ja tinha tocado na vida. Com um dedo eu tirei o fino tecido e senti o perfume daquela boceta deliciosa e lambi. Com a lingua macia, por toda a extensão
“Aii….. Caralho…. que língua gostosa, amor…”
Eu via ela arfando o peito, subindo e descendo com as puxadas súbitas de ar que ela fazia pelos comandos da minha língua. Na forma de desenhar o contorno, ou de entrar exatamente o tanto que ela gosta do jeito que ela gosta. Eu sempre adorei esse poder. O poder de perceber exatamente aonde, quando e como tocar pra fazer a pessoa perder todas as forças. Sempre foi uma das minhas partes favoritas de um relacionamento. Tem gente que na primeira troca de olhares em uma festa já está transando, o mundo é que ainda não percebeu.
Fui aumentando a intensidade e a frequência dos movimentos levando ela cada vez mais perto do limite.
“Pqp, amor…. vem… me dá seu pau? Eu quero te sentir….”
Eu fiz que não com a cabeça enquanto minha língua ainda tocava a boceta dela, o movimento indo de um lado pro outro fez os olhos dela revirarem. “Ainda não…” eu pensei. Estava divertido demais pra parar.
“Aaai…. Caralho, eu vou gozar, amor…. não vou ag.. ahh.. aaah….. Isso… Isso”
Eu aumentei a velocidade e senti o corpo dela se contorcendo cada vez mais, como se cada músculo do corpo se contraísse involuntariamente enquanto ela emitia sons desconexos de prazer.
“Aaaaahh….. Ahh…. Vou gozaaAAAaaaAAAAAHhhhhh…..”
O corpo todo dela se arrepiou e começou a pulsar. Eu senti o calor dela escorrendo na minha boca. Ela me puxou pra cima dela, pegou meu pau e mirou na entradinha da boceta e com as pernas me puxou pra dentro dela com tudo.
“AAaahhhhh isso…. caralho…. eu quero você dentro assim…. Pqp como é bom sentir seu pau entrando em mim depois de gozar…. Me fode, amor…. Eu quero assim. Me come sem dó.”
Eu comecei a mover os quadris enquanto beijava a boca dela, apertava a bunda com tanta força que com certeza ficaria uma marca. Os urros e gemidos ecoavam e rebatiam nas paredes. Eu sentia ela cada vez mais molhada, ensopando meu pau e molhando o lençol. Depois de 5 minutos disso eu virei ela de bruços e meti de novo.
“Aaahhhh caralho… isso, fode sua putinha, fode…”
“Cala a boca, cachorra…. Queria levar rola? Agora vai levar. Fica aí e aguenta…”
Ela colocou as mãos pra trás e cruzou atrás das costas, essas horas eu sinto um tesão maluco e uma sorte absurda de ter encontrado alguém com tanto fogo quanto eu. Eu segurei as duas mãos dela com a minha esquerda, e com a direita a puxei pelo cabelo enquanto metia pra dentro com tudo que eu tinha. Dava pra ouvir o som ritmado daquele sexo selvagem e molhado.
“Ai, isso… mais forte… Bem aí…”
Eu ja sabia o que isso queria dizer, ela ja queria gozar de novo, então soltei as mãos e agarrei ela pela cintura e meti com força. A cada estocada eu tirava meu pau até quase a cabeça e empalava ela de novo, e a cada empalada ela gemia mais forte com a boca no travesseiro.
”Ai….. Ai….. Aaahhh… .Aaaahhhh…”
Eu cheguei bem perto do ouvido e falei “Goza pra mim, vagabunda…. Me mostra a putinha que você é. Goza só pra mim. O seu tesão é todo meu. Eu sou seu dono”
A cada palavra eu sentia o corpo dela pulsando mais forte até ela explodir embaixo de mim em um outro orgasmo enquanto ela gemia no travesseiro e eu continuei metendo. Quando senti o corpo dela relaxando eu diminuí o ritmo pra deixar ela se recuperar.
“Goza na minha cara” — ela falou com a voz abafada, depois ela se virou embaixo de mim, me olhando de frente deitada na cama.
“Goza na minha cara, marca a sua putinha que é toda sua. Que goza só pra você e que fica toda molhada só pensando nesse pauzão grosso”
Eu montei em cima dela e comecei a me masturbar em cima dos seios dela, com o pau apontado bem na cara, olhando ela nos olhos.
“Quer leitinho na cara, quer, putinha?”
“Quero… Quero sua porra quente em mim, marca sua fêmea, vai… Me deixa toda suja de porra do meu dono pra todo mundo saber a cadelinha que ele tem”
Como eu ja estava quase explodindo não aguentei muito e comecei a gozar. O primeiro jato foi bem grosso e marcou ela dos seios até o pescoço, os próximos foram direto na cara, na testa, na bochecha. A cada jato eu via ela sorrindo como se estivesse tendo exatamente o que ela mais queria, então enfiei meu pau na boca dela e terminei de gozar ali, deixando ela chupar tudo pra limpar. Depois disso eu caí deitado na cama ao lado dela, arfando e suado.