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Comendo a esposa do meu primo - Parte III Final

Um conto erótico de Victor Miguel
Categoria: Heterossexual
Contém 1727 palavras
Data: 22/09/2026 11:34:42

Fala pessoa, beleza?! Relembrando, me chamo Victor Miguel, sou moreno, 1,73 de altura, 85kg, corpo malhado devido aos anos praticando esportes e musculação com 19cm e grosso.

Desde já peço desculpas pela demora em postar a continuação, dá muita preguiça, pois quero que seja algo bem escrito e tive que focar no trabalho. Mas continuando, esse será o último conto que tive com a Vaninha, os próximos irei explorar outras aventuras.

Para quem não leu os contos anteriores, eu recomendo, enquanto a esposa de meu primo tem cerca de 1,65 de altura, é uma mulher cavalona, apenas um pouco acima do peso, mas com coxas e bunda grossas por conta da academia, com seios pequenos que cabem na mão. O rosto não era tão bonito quanto o corpo, mas não era feia, chamava a atenção dos homens por onde passava com o seu rebolado e cara de piranha.

Depois dos contos anteriores, passei a comê-la constantemente, pelo menos uma vez na semana eu matava aula pra lhe fazer uma visita, a melhor época era na semana de provas, saía cedo da escola e ia vê-la todo dia. O Almeida da mesma forma, as vezes a gente acabava indo no mesmo dia quando ela tava com muito tesão, mas a safada já estava com 2 comedores fixos, fora o marido, devia estar bem satisfeita, pelo menos era o que eu achava rsrsrs.

Ela devia ter uns 27 anos na época e já tinha uma filha de 7 anos. Estava se redescobrindo sexualmente, enquanto eu e o Almeida estávamos no ensino médio no auge da puberdade. Percebi com o tempo que ela ficava com mais tesão após alguma briga com o meu primo, quando ela descontava toda a raiva no sexo com a gente.

Em uma das nossas idas em sua casa no final de semana para jogar vídeo game, presenciamos uma das discussões deles, o meu primo apesar de corno era muito engraçado, aquele típico gordinho engraçado kkk e ela aquela mulher ciumenta e estressada, e ele sabia como estressá-la cada vez mais, ficava falando que as mulheres do trabalho achavam ele bonito, se divertiam quando ele tava por perto e etc pra provocar uma crise de ciúmes nela.

Nós sabíamos que ele falava mais do que fazia, sempre foi fiel à Vaninha apesar dessas brincadeiras, nunca teve coragem de traí-la.

Eu ficava me questionando na época, se ela trai tanto ele por que ficava com tanto ciúmes? Como se ele fosse o maior galinha do mundo kkkk, mas o pior que nem era, só falava para provocar e ela ainda ficava com ciúmes apesar de traí-lo tanto. Tipo, “eu posso trair, você não”. Coisas que eu, adolescente na época, não entendia. Hoje percebo que uma coisa não tem nada a ver com outra rsrs.

Voltando, nesse dia estavam todos presentes, eu, o Almeida, o Cleilton (corno do conto) e seu irmão que também era casado com um loira gostosa, o Neilton. Então, no meio da discussão a coisa ficou mais séria, com esculachos na frente da gente.

Vaninha: Tu é muito é do “gaiato”, vive se “enxerindo” pra menininhas, mas ninguém te quer não, pobre coitado.

Cleiton: Calma, bebê (falava rindo, era muito engraçado, só a Vaninha não gostava) não tenho culpa se elas gostam de um gordinho gostoso

Vaninha: Ah, coitado, com essa minhoquinha aí? Se enxerga!

Nessa hora todo mundo começou a rir, aí o Neilton: Vish, chamou de japonês, pinto pequeno.

Cleilton: Calma que minha lingüiça ainda faz estrago, tu é que é muito larga.

Nessa hora ela ficou vermelha de raiva e saiu resmungando e falando baixinho: Se soubesse o motivo de está larga...

Cleilton: Como foi, rapaz? Fale mais alto...

E a briga se encerrou, até que o Neilton teve que sair rapidamente pra resolver algo pessoal e o Cleilton saiu logo depois para fazer algumas compras para a gente comer enquanto jogava e que não demoraria muito.

Quando ele saiu a Vaninha aparece na sala: Vamos, seus pirocudos, eu preciso ser fodida AGORA antes que o corno chegue.

Sem pestanejar eu me levantei e fui abrindo o zíper, da mesma forma o Almeida, meu pau já foi endurecendo, então falei:

Eu: Calma, putinha, tem que pedir direito

Vaninha vai se abaixando já fazendo cara de safada: Vai me fazer implorar?

Almeida: Com certeza! Já pode vir engatinhando

Ela veio engatinhando lentamente, rebolando aquele rabão gostoso e deixando a gente louco com aquela visão até chegar a mim, segura o meu pau e começa a passar a sua cara, sentindo ele por todo o seu rosto, como se estivesse com saudade e que fazia tempo que não o via.

O Almeida se aproxima e logo ela segura o pau dele também. Começa a chupar um e punhetando o outro, não passou muito tempo e ela se levantou, foi até o quarto e pegou o lubrificante e disse:

Vaninha: Vamos gente, não podemos demorar, o corno não vai demorar. Venham logo me fuder, estou precisando me vingar do primo de vocês.

Almeida: Tu é muito vagabunda, Vaninha! E vou te tratar como uma, já vou avisando que vou gozar na tua boca e quero te ver beijando meu primo e pedindo desculpa pela confusão que criou.

A Vaninha gemeu só de imaginar e disse: Certo, meus machos! Irei obedecer no que vocês mandarem, só imploro que me fodam logo, eu tenho que descarregar a minha raiva daquele fdp.

Eu: Já que tem que ser rápido, você vai ter que dá um jeito de fuder com a gente juntos pra não perder tempo.

Vaninha: Eu consigo dar conta hahaha

Então ela pegou o lubrificante e passou o pau do Almeida, jogou ele no sofá e foi sentando devagarinho e gemendo que nem uma puta chorosa, subiu e desceu algumas vezes e quando se acostumou com o pau do Almeida em sua buceta olhou pra trás com a cabeça acima do ombro e me disse:

Vaninha: Agora é sua vez de entrar na brincadeira, vem comer o meu cuzinho, seu gostoso.

Não pensei duas vezes, botei bastante lubrificante no pau, depois naquele cuzinho que já começava a piscar. Introduzi um e depois dois dedos. Estava muito apertado e então coloquei meu pau.

Ela já começava a gemer alto dizendo “AI MEU CU, AI MEU CU, TA DOENDO”. Eu abri ainda mais aquele rabo com as mãos e fui aumentando as estocadas, enquanto o Almeida fazia leves movimentos abaixo dela.

Eu: Não adianta chorar agora, putinha, foi você quem veio atrás e quis fuder com nós dois. E se for gemer, é pra gemer baixo, se não nosso primo vai ouvir lá da porta.

Almeida: Pode arregaçar o cu dela, primo. Vou calar a boca dessa vadia.

Comecei a acelerar as estocadas e o Almeida com a mão na boca dela. Ele aproveitava e dava vários tapas na cara dela que já estava ficando vermelha. Quando mais eu acelerava, mais ele batia em seu rosto enquanto ela fazia um esforço enorme pra não gemer alto.

Senti que já estava prestes a gozar e falei: Vou encher esse cuzinho de porra.

Vaninha finalmente passa a falar: Isso, enche esse cuzinho de porra. Pode arrombar esse cu que teu primo não come, ele nem vai notar.

Gozei bastante no cu dela, saí e já fui me limpar. Ela ficou anestesiada em cima do Almeida, mas já ensaiava o início de algumas quicadas. Fui no banheiro e quando voltei ela já tava de joelhos e o Almeida gozando na boca dela. Passou-se uns 2 minutos e nosso primo retorno e a gente jogando vídeo game como se nada tivesse acontecido.

A sorte que a sala tinha muita ventilação, caso contrário teria ficado um cheiro de sexo no ambiente. Passou-se alguns instante a Vaninha volta pra sala, pede desculpas pela confusão, ela disse que se exaltou, o meu primo também pede desculpas e eles se beijam.

E eu pensando: Pqp, ela fez mesmo o que o Almeida mandou kkkkkk

Almeida: O importante é que tudo se resolveu.

E tudo ficou bem novamente como se nada tivesse acontecido kkkk depois meu primo corno ainda ficou se gabando “ta vendo, a mulher ainda veio pedir desculpas, quem manda aqui sou eu mesmo”. Coitado...

Enfim, passou-se um tempo, eu já com bastante experiência adquirida passei a comer as novinhas da minha escola, mas sempre quando podia dava umas escapadas com a Vaninha, que se demonstrou ser ainda mais depravada quando tentou incluir mais duas primas em nossa brincadeiras (uma era irmã do Almeida). Mas não foi pra frente, mas a intenção dela era fazer uma suruba em família.

Após mais ou menos 1 ano depois do ocorrido, eu e o Almeida já estávamos comendo outras mulheres e a Vaninha ficou pra trás, até porque tava perigoso demais, se essa história vazasse iria destruir a família. Fora que as vezes batia o peso na consciência e já que estava comendo outras a Vaninha não estava fazendo falta.

Foi aí que então a relação do meu primo e da Vaninha teve o final esperado, a separação. Se divorciaram e ela engatou uma relação com outra mulher e virou lésbica kkkk. Após o divórcio, surgiu alguns comentários dos vizinhos que diziam que o entregador de água passava tempo demais lá dentro, nem o entregador escapou dela rsrsrs. Mas ainda bem nenhuma suspeita entre mim e o Almeida.

E pra finalizar o conto com ela, há poucos meses eu estava no açaí com minha esposa e a Vaninha apareceu com sua companheira, ela me viu, viu minha esposa, mas não falou nada. Havia engordado bastante, nem chegava perto do corpo que já teve, até porque já fazia 13 anos desde a nossa relação.

Quando a minha esposa tava colocando o seu açaí, a Vaninha chegou perto dela e começou a puxar conversa e de vez em quando olhava pra mim com aquela cara de vagabunda que só ela tem enquanto eu observava da mesa.

Quando minha esposa retornou eu perguntei o que “aquela mulher tava falando”. E ela: tava perguntando se aqueles sabores combinava com açaí. E ficou por isso mesmo.

Espero que tenham gostado, tentarei relatar outras aventuras que tive e também tentarei postar com mais assiduidade.

Comentem o que acharam, qualquer coisa podem falar comigo no miguelpessoal692@gmail.com, se for algum corno querendo exibir a esposa, melhor ainda kkkk. É isso, pessoal.

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