Amor de Cão — Terceiro Encontro
Dessa vez fui eu quem ligou. A voz da minha amiga veio rouca, quase rindo:
— Tá com saudade de novo?
Marquei para a sexta à noite. Quando cheguei, a porta estava entreaberta. O cheiro de sexo já vinha do corredor. Entrei e a encontrei nua no meio da sala, ajoelhada, o Machão deitado de lado enquanto ela masturbava o pau dele com uma mão e segurava um consolo grosso e preto com a outra. O brinquedo era longo, veiado, com a base larga o suficiente para esticar qualquer entrada.
— Hoje a gente faz DP — disse ela, sem rodeios. — Você escolhe: o cão na frente e o consolo atrás, ou o contrário.
Não respondi com palavras. Tirei a roupa, me ajoelhei na frente do animal e engoli o pênis fino e longo até a base. O gosto de porra antiga ainda estava nele. Minha amiga se posicionou atrás de mim, abriu minhas nádegas e passou a língua no meu cu, molhando bem. Depois enfiou dois dedos, abrindo devagar.
— Relaxa. Hoje você vai sentir os dois ao mesmo tempo.
Deitei de quatro no carpete. Ela enfiou o consolo no meu cu primeiro, bem lubrificado, empurrando centímetro por centímetro até a base. O volume me fez gemer baixo. Depois guiou o pau do Machão até a minha boceta. O cão empurrou de uma vez, o membro longo entrando fundo enquanto o consolo ocupava o outro buraco. Os dois órgãos se esfregavam por dentro, separados só por uma fina parede de carne.
Ele começou a trepar rápido. Cada estocada do cão fazia o consolo se mexer dentro do meu cu. Minha amiga segurava a base do brinquedo e empurrava no mesmo ritmo, às vezes mais fundo, às vezes girando. Eu gemia alto, a testa no chão, a baba escorrendo. O cheiro de pelo molhado, de lubrificante e de sexo misturado me deixava tonta.
Quando o cão acelerou, ela tirou o consolo do meu cu e enfioou na minha boceta, ao lado do pau do animal. Os dois dentro do mesmo buraco. A sensação de ser esticada até o limite me fez gozar imediatamente, o corpo inteiro se contraindo. O Machão uivou e despejou o primeiro jato quente. Minha amiga tirou o consolo encharcado de porra e me virou de costas.
Agora eu deitada, pernas abertas. Ela ajoelhou-se entre minhas coxas, enfiou o consolo no meu cu de novo e segurou o pau do cão, guiando-o de volta para a boceta. O animal montou por cima, as patas nas minhas axilas, e começou a foder com força. O consolo e o pênis se moviam em ritmos diferentes: um fundo e constante, o outro curto e rápido. Eu gozava sem parar, um orgasmo puxando o outro. A porra do cão escorria, misturando-se com o lubrificante, molhando o carpete.
Minha amiga se deitou de lado, puxou meu rosto para o sexo dela e me fez chupar enquanto os dois me penetravam. Eu lambia o clitóris dela com a língua trêmula, o gosto dela misturado ao cheiro animal. Quando o Machão gozou pela segunda vez, o jato foi tão forte que escorreu pelo meu cu, molhando o consolo. Ela tirou o brinquedo, chupou a porra que escorria e depois me beijou, passando o líquido de boca em boca.
Ainda não havia acabado. Ela me colocou de lado, uma perna levantada, e enfiou o consolo na boceta enquanto o cão voltava a foder meu cu. Dessa vez a penetração era mais profunda, mais suja. O membro fino do animal entrava e saía com dificuldade por causa da porra já acumulada. Eu gemia sem voz, o corpo mole, entregue.
Quando finalmente o cão se afastou, ofegante, minha amiga tirou o consolo e se deitou em cima de mim. Os dois sexos molhados se esfregaram enquanto ela me beijava. O Machão se aproximou e começou a lamber a mistura que escorria entre nós: porra, lubrificante, gozo. As línguas se encontravam, humana e animal, competindo pelo mesmo gosto.
Ficamos assim por um longo tempo, sujas, ofegantes, o consolo ainda brilhando no chão ao lado.
Dessa vez eu não pensei em voltar para casa. Só fechei os olhos e deixei o cheiro do cão e da minha amiga me envolver por completo.