A ida àquela boate de swing definitivamente despertou a puta que habitava o corpo da minha mulher e nós nem imaginávamos.
Depois daquele dia nós realizamos todas as fantasias que antes estavam somente no campo da imaginação e somente falávamos em nossas transas.
Vou descrever algumas delas, se vocês puderem, leiam os relatos anteriores para entender a evolução dos fatos. Sempre alertando que todos os contos são absolutamente reais.
Depois de algumas outras visitas a casa de swing e realizarmos algumas transas com mulheres que lá estavam sozinhas, percebi que a Paty estava querendo algo diferente. Confesso que eu mesmo sentia um imenso tesão em imaginar ela transando com outro.
Como eu já havia proporcionado a ela uma massagem que terminou em masturbação, leiam no episódio “Parte 2 – Paty uma nova mulher”, resolvi contatar novamente um massagista tântrico, só dessa vez pontuei que a massagem seria completa. Marquei com ele em um motel, em uma sexta-feira, ficou combinado que quando lá chegássemos eu faria contato para que ele fosse.
Chegado o dia, levei a Paty a um restaurante muito aconchegante e discreto, embora um pouco distante de nossa casa, bem frequentado, porém sem risco de encontrar pessoas conhecidas.
Paty foi bem sexy, usava um vestido vermelho extremamente provocante, bem decotado deixando os belos seios dela quase à mostra e calçando um sapato de salto alto, parecendo uma daquelas garotas de programa de luxo.
O vestido realçava perfeitamente o belo corpo dela, todo trabalhado na academia e ela sabia que algo de bem safado iria acontecer, só não imaginava o que.
Todos no restaurante repararam na beleza de minha mulher, até as mulheres não paravam de olhá-la. O garçom, quando vinha nos servir, parecia hipnotizado. Aquelas reações me deixavam cheio de tesão e louco para aprontar alguma safadeza.
Comentei em outro conto que a Paty quando bebia um pouquinho ficava ainda mais ousada. Sabendo disso pedi ao garçom que nos servisse duas caipirinhas e quando acabou de tomar essa primeira dose minha mulher já estava me encarando com aquele olhar de safada. Aproveitei e disse a ela para ir ao banheiro e voltar sem a calcinha. Ela riu e nem vacilou, já levantou e foi. Ao retornar, nem tomou conhecimento do que o garçom que estava me servindo outra bebida, colocou a calcinha sobre a mesa. Ao ver a cena o profissional quase deixou os copos caírem.
Deixamos o restaurante e partimos em direção ao motel, no caminho lancei outro desafio para ela, perguntei se ela teria coragem de abrir o vestido e ficar com os seios de fora, ela nem me olhou, já abaixou as alças do vestido deixando aquele lindo par de seios totalmente à mostra. Eu não perdi tempo, dei uma chupada nos dois e segui em frente. Próximo ao motel havia um ponto de ônibus onde dois rapazes aguardando o coletivo, não pensei duas vezes, parei o carro e abri a janela do lado do carona e perguntei aos rapazes onde ficava o motel, eles quase enlouqueceram quando se deparam com aquela loura maravilhosa como os seios de fora, nem prestaram atenção na minha pergunta. Eles se aproximaram mais da janela e novamente eu questionei onde ficava o motel, eles somente apontaram a direção e mal conseguiram falar. Para a minha surpresa a Paty levantou levemente o vestido e mostrou a xoxota para eles que quase caíram no chão, dei a partida no carro e segui em frente as gargalhadas com a minha gostosa.
Chegando no motel e enquanto a Paty foi tomar um banho eu liguei para o massagista e falei para que viesse, passei o número da suíte e ele informou que em menos de vinte minutos chegaria. A Paty saiu do banho vestindo um roupão, mais linda do que nunca, e deitou na cama para esperar eu tomar o meu banho. Demorei o máximo que pude para dar tempo do massagista chegar.
Retornei ao quarto, pedi uma bebida, e comecei a fazer umas carícias na minha mulher, porém sem chegar aos finalmente para esperar pelo massagista. Passados alguns minutos, o interfone tocou, era a portaria avisando que a visita acabara de chegar. Autorizei a entrada e a Paty me perguntou o que houve e eu disse que era surpresa. Tirei da minha bolsa uma venda, dessas que recebemos quando viajamos de avião, e coloquei sobre os seus olhos e falei para ela relaxar e ficar quietinha e só curtir. Ela visivelmente excitada e embalada pela caipirinha se deitou e ficou na expectativa.
O massagista chegou, era um jovem bem apessoado, trajando um jaleco branco muito bem asseado e a única orientação que lhe dei era para que fizesse o seu trabalho silenciosamente. Ele preparou seu equipamento, eu já o havia orientado a fazer uso óleo, ao invés de creme, já que essa era a preferência de minha mulher.
Paty se deitou na cama e eu mesmo retirei o seu roupão. Ela estava completamente nua e o massagista quase foi a loucura ao ver o corpo dela. Ele se aproximou, pediu que se virasse e iniciou a massagem pelas costas, passando as mãos untadas de óleo pelo pescoço, descendo até a altura da bunda maravilhosa dela. Ele passou longos minutos concentrado naquela parte do corpo de Paty, e ao massagear a parte interna das coxas, passava os dedos bem próximos a xoxotinha dela.
Terminada a massagem nas costas, o profissional pediu que a Paty virasse de frente e passou a massagear os seios delas. A essa altura eu e o massagista já estávamos cheios de tesão. Ele então desceu as mãos se concentrando direto na bucetinha lisinha dela. Paty gemia baixinho enquanto o massagista passou a masturbá-la. Logo ela soltou um forte gemido mostrando claramente que havia alcançado o orgasmo. Ato contínuo o massagista direcionou a sua boca à xoxota dela e começou a chupá-la e quando ela já estava novamente pronta para o sexo, o massagista a posicionou de quatro, vestiu uma camisinha em seu pênis entumecido e começou a penetrá-la lentamente. No mesmo instante, eu subi na cama e me sentei de frente para ela que começou a me chupar maravilhosamente.
O massagista acelerou os movimentos socando forte a pica na bucetinha da minha gata, que ora gemia, ora gritava alucinadamente, até que o rapaz chegou ao orgasmo, a Paty ainda não estava satisfeita e imediatamente sentou na minha piroca e começou a cavalgar ferozmente até que ambos chegamos ao orgasmo.
O massagista, que estava no banheiro, retornou já arrumado e após as despedidas se retirou, nós voltamos a nos acariciar e continuamos e embalados pela transa voltamos a nos acariciar e acabamos transando mais uma vez.
E foi assim o nosso primeiro ménage. Mais adiante irei relatar mais algumas de nossas aventuras.