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Minha compra atrasou porque o entregador parou pra gozar na rua, acredita?

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 1192 palavras
Data: 21/09/2026 21:18:55
Última revisão: 24/09/2026 19:08:50

Esse relato já não começa muito bom.

Primeiro que eu não sou fã de carnaval, segundo que deixei pra fazer compra em cima de hora e, por fim, a entrega não chegou lá em casa. Meu estômago roncando de fome, eu revoltado com o funk alto na vizinha e mandando várias mensagens pro mercado, querendo descobrir o que aconteceu.

- “Não é possível que erraram meu endereço! Só comigo que acontece.” – xinguei mentalmente.

Mesmo não querendo sair pra rua no calor de 40ºC do verão carioca, tomei coragem, troquei de roupa e me preparei pra atravessar o coreto que tava rolando na praça perto de casa. Quando chego na esquina e atravesso a rua, adivinha quem eu encontro estacionado à sombra de uma mangueira? Ele mesmo, o entregador do mercado.

O folgado tava com o carro desligado, o banco recostado, as pernas esticadas sobre o painel e os pezões virados na minha direção, parece até que foi de propósito pra me adoçar. Ele vestia meias encardidas do trabalho, assistia alguma coisa no celular e não percebeu minha aproximação, mas eu flagrei com precisão as cenas do vídeo pornô rolando na tela.

Emerson Said deve ter entre 25 e 28 anos, tem 1,72m e o corpo esbelto, entre o magro e o definido. Tal qual o nome sugere, ele é filho de uma brasileira com um homem do Oriente Médio e sua aparência mistura o calor latino com o brilho árabe de um jeito que nunca vi em outro cara. Pele parda, a barba enorme no rosto, o bigodão idem e sobrancelhas igualmente grossas. Beiços morenos, nariz largo, olhos pequenos e o cabelo penteado pra frente, com topete e aparelhos nos dentes.

No momento que me aproximei do carro, Emerson tava largadão no banco do motorista, com uma mão atrás da cabeça e a outra segurando o celular perto do rosto, mas logo começou a alisar a rola no macacão, deu aquela apertada de quem estava prestes a se masturbar e não escondeu que estava galudo com o pornô rolando no telefone.

- Bonito, né, seu Emerson? – fiz barulho, cruzei os braços e bati na janela.

- Eita, porra! Qual foi, tá espionando?!

- Espionando porra nenhuma, tô é que nem um trouxa em casa esperando as compras e nada de chegar. Você acha que eu sou idiota, cara?! Seu lerdo!

- Ô, ô! Segura a onda, paizão. Pleno carnaval, tô no meu horário de almoço. Respeita, pô. – ele ajustou o banco de volta ao normal e sentou direito, mas nada escondeu o tumulto armado nas calças.

- Foda-se que você tá no horário de almoço! Me dá um bom motivo pra não ligar agora no mercado e falar que você tá batendo punheta no carro deles. Vai, quero ouvir. – desafiei.

- Ah, mano, vai te fuder! Tá achando que eu ligo!? Quero mais é que me mandem embora mesmo, vai tu e eles tomar no cu! Tô o dia todo pesadão na rua, parei cinco minutinho pra aliviar e tu vem chiar no meu ouvido?! Vira homem, seu viado do caralho! Deixa de ser marica, porra, num fode! Ameaça de cu é rola! – Emerson perdeu a linha, cresceu pra cima de mim e usou a mão esquerda pra apontar o dedo na minha cara, em tom agressivo.

Com a mão direita, ele danou a amassar a piroca, afofou pra valer e eu me vi numa encruzilhada de sensações. Por dentro, borbulhei de raiva com os desaforos dele; por fora, só consegui manjar suas pegadas insistentes no caralho e imaginar o cheiro quente e delicioso que devia estar dentro da Fiorino.

- Do que você me chamou? – respirei fundo.

- DE BICHA! Quer processar?! Processa, foda-se! Tô pouco me fudendo! Vai perturbar o juízo de outro, cuzão! Seu otário! Me chupa!

Era tudo que eu precisava ouvir.

- O que você... O que você falou? – achei melhor garantir.

- TE CHAMEI DE BICHA, SEU MERDA! ME CHUPA!

- Pois muito que bem.

Dei a volta no carro, entrei no banco do carona e ele não acreditou quando me viu lado a lado. Fechei a porta, abaixei no colo dele, apertei a piroca estalando no macacão e fiz o que eu mais queria fazer desde que nossos caminhos se cruzaram naquele início de tarde: botei o nariz na virilha do entregador e inalei o cheiro quente com vontade.

- O que tu pensa que tá fazendo, viado?!

- Ué, cê não mandou eu chupar? – abri o zíper, a trolha pulou pra fora melada de babão e eu não perdi tempo, paguei o boquete que ele pediu.

- SSSS! CARALHO, IRMÃO! – primeiro ele fez cara de manha e gemeu, depois abriu as pernas, se largou no assento e reclinou o banco pra ficar à vontade na minha boca. – Esse é mamador mesmo, nem perde tempo!

- Isso é pra você pensar duas vezes antes de mandar um viado te chupar. Pediu, agora aguenta.

- Tu que tem que aguentar, otário. Reza pra eu não te matar na pica. – o filho da puta travou minha nuca, forçou cintura na minha cara e macetou 19cm de caralho na minha garganta sem hesitar.

Ele fez pra maltratar, mas acabou que nem o próprio Emerson aguentou a pressão, até o pilantra ficou suscetível à descarga de prazer. A pele da glande enrijeceu no céu da minha boca, o saco moreno roncou no meu queixo e muita baba lubrificou o bola gato, foi daquelas mamadas estaladas e babadas de saliva.

- AAARGH! Engole essa porra! Começou, termina.

- Duvido que eu vou terminar! – me fiz de difícil e saí.

- Ah, vai terminar sim! Bora, chupa minha vara! Tô brincando contigo não, viado! – deu com a espada na minha cara e não sossegou até eu voltar a mamar a cabeça. – SSSS! AÍ SIM, PORRA! MAMA TUDÃO, BOCA DE PELO! HEHEHE!

O cacete do entregador combina com ele e é peludo na mesma medida. Apesar de ter pai árabe, Emerson é brasileiro, carioca da gema e tem pauzão uncut, com pele de sobra no prepúcio. Ele é o famoso pardo da piroca preta, diga-se de passagem, porque a rola é bem mais escura que seu tom de pele claro, a glande é puxada pro marrom, menor que o corpo grosso, e o freio é soltinho, do tipo que você olha e sabe que a vara já visitou tudo quanto é buceta por aí.

A aparência bonita e o formato curvado exalam experiência, sabe? Dá gosto de manjar um pauzão bem feito desse.

- Filho da puta! SSSS! Brotou cheio de marra e agora olha onde tu tá, seu merda! Tava querendo pica e não soube pedir.

- Mmmm! Rola gostosa da porra. O que você tem de marrento, tem de gostoso. Isso que é foda.

- E tu adora render pra marrento, né, fudido? Sei nem por que tá conversando comigo, só quero uma coisa tua. – Emerson pincelou a cabeça no meu beiço e botou na garganta de novo. – ABRE A BOCA, BORA! FFFF! ISSO, CHUPA MEU PAU!

Chamei na garganta sem frescura, só pra ver o cretino se contorcer no banco do motorista.

- OOORGH! É DISSO QUE EU GOSTO, CARALHO! – o puto se exaltou.

- Comer meu cuzinho você não quer, né? – desafiei.

Continuação lá no On Now: onnowplay*com/andmarvin/album/90939

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