Desde cedo eu sempre tive muito tesão em homens considerados não atraentes. Preferia os gordos e magricelos aos fortes, malhados; preferia os velhos aos mais jovens, os feios aos bonitos. Pra mim era uma espécie de contravenção, rebeldia. Se fosse um tabu eu adorava. E talvez, por viver em uma sociedade tão preconceituosa que sempre menosprezou e fez piadas com homens negros, é que eu tinha tanta atração. Mas não sei, acho que isso também, mas teve outra série de fatores. Mas é verdade que quando eu via as amigas evangélicas da minha mãe fazendo comentários sobre homens negros, como se fosse um povo exótico, com medo, até fazendo comentários preconceituosos achando que um grupo de homens negros que passava na rua seriam uma gangue, eu ficava incomodada e aumentava minha curiosidade sobre eles. Mas essas mesmas amigas também tinham uma espécie de fascínio sexual, vendo os negros como homens sexualmente mais desenvolvidos e habilidosos, com comentários preconceituosos sim, mas que exaltavam a capacidade sexual deles; o amante era sempre um negão, que satisfazia a mulher como o marido não conseguia, então elas não tinham só um medo irracional, elas tinham medo de acabar gostando e eu percebia isso. Então eu nunca "descobri" que preferia os negros depois de experimentar homens diferentes, eu sempre preferi desde o começo, do meu primeiro beijo até hoje, sempre foi o objeto do meu fascínio.
E isso nos leva ao seu Antônio, um mecânico que morava na favela que eu nasci. Nessa época, meu pai tinha um corsa bem problemático, que funcionou até bem por um tempo, mas depois se tornou uma dor de cabeça, foi comprado com muito esforço e economia, até parcelou em várias vezes pra pagar, então depois de um tempo ele vivia no mecânico por algum problema aleatório.
E geralmente eu acompanhava meu pai, pois como não tinha muita coisa pra fazer, telefone e computador não eram assim tão acessíveis, nossa diversão era sair de casa, conversar, passear. Minha mãe até ficava incomodada, por eu ir em um ambiente de "macharada", mas como sabia que meu pai era muito ciumento e protetor, deixava passar.
E nessa época eu era uma jovem já com muita experiência, mas sempre fazendo tudo escondido, faltando a escola pra ir aprontar ou fingindo que ia na casa de uma amiga. Eu tomava um cuidado absurdo para os meus pais não descobrirem das minhas aventuras e preferia não me envolver com meninos do meu bairro, então minha fama de piranha demorou um tempinho pra se consolidar, eu ainda era uma santinha na visão da maioria dos vizinhos.
O mecânico, seu Antônio, chamado de "Toín" pelos amigos ou de "Tonhão", era um senhor idoso, de cabelo e barba branca, com aquela carequinha circular no topo da cabeça, tinha cabelo somente dos lados. Com lábios grossos e escuros, sempre fumando ou bebendo, sujo de graxa, com cheiro de querosene. Mas eu não ligava, achava aquilo cheiro de macho. E nesse meu fetiche por machos negros, ele era um super alpha, muito masculino e desejável.
Então, quando eu acompanhava meu pai nas visitas, prestava atenção nele, até conversava quando meu pai estava distante. Inclusive, voltando pra casa, eu parava pra dar um oi, flertando com o negão velhinho, jogando charmezinho, ele adorava e perguntava dos namoradinhos, eu dizia:
- Ah, não tem nenhum menino assim legal na escola... eles são muito inocentes... eu prefiro assim... os mais velhos...
- Mais velho do que eu aqui não tem, viu! - Ele dizia e dava risada, dando um trago numa cachaça. Até me oferecia, eu aceitava, mas não tinha costume então evitava beber e não gostava do gosto forte da bebida, eu aceitava mais pela aventura de beber, o que eu não tinha muita chance de fazer, pois não poderia chegar em casa bêbada, obviamente.
Eu respondia as investidas do seu Antônio jogando meu charme, sempre provocando.
- Ah, mas eu sou muito jovenzinha... você não acha que, a nossa idade é muito diferente? Não sei se... o senhor ia aguentar o embalo.
- Menina tu para de me provocar! Eu te parto no meio viu!
Nós dávamos risada e fomos criando essa "amizade". Eu sempre ia lá quando podia, mas como geralmente tinham outros homens no local, que moravam por perto, só dava um oi pra todos e saía, inclusive ouvindo risadinhas e comentários pelas minhas costas, eles comentando como eu era gostosa e dizendo "Essa aí vai ser puta, viu", mal sabiam que eu já era kkkkkk.
As raras vezes que ele estava só, eu pedia pra gente ir para os fundos, sentava no colo dele e conversávamos, ficávamos brincando um com o outro, eu chamava ele de papai noel, zoando a barba e cabelos brancos, ele, muito safado, respondia perguntando qual era meu pedido de natal, sempre cheio de mão boba e provocando, eu flertava de volta, dizendo "Ah, acho que vou querer ver o saco do papai noel...". Ele já tava ficando louco com aquela novinha provocando e dizia que qualquer dia ia fazer uma loucura, me "arrebentar" se eu continuasse brincando com ele assim. Eu fiquei motivada e disse:
- Eu até queria ver... mas aqui tá sempre lotado de macho, aí mal posso vir conversar com o senhor. Se amanhã pelo menos a loja tivesse fechada... eu poderia, sabe... ficar mais um pouquinho.
Ele entendeu bem o que eu queria e disse que iria fechar a loja ao meio-dia e me esperar, mas duvidava que eu ia aparecer, que eu era cheia de conversa e não tinha coragem. Eu disse que ele ia pagar a língua então. Mas ele devolveu o desafio, dizendo:
- Menina, tu não brinca com fogo! Se tu vier, tu vai aprender uma lição pra não ficar provocando homem de verdade assim!
- E o senhor é?
- Sou o que?
- Um homem de verdade?
- Tá maluca? Claro que eu sou!
- Hmmm... só acredito vendo!
- Hahaha, mas tu vai ver e vai se arrepender, duvido que tu não corra quando descobrir o que eu guardo aqui! - ele disse enchendo a mão na virilha, mostrando seu volume enorme no meio das pernas. Eu já tinha reparado que ele deveria guardar uma tora imensa ali, até por isso minha curiosidade. Mas não corri do desafio.
- Ah é? Então é uma aposta. Mas não vai enfartar com a novinha aqui, viu? Eu tenho muita energia.
- Nem que eu enfarte! Eu morro pra pagar pra ver!
- Então até amanhã! Deixa a porta dos fundos aberta, viu! - e dei um beijo provocativo na bochecha dele e saí rebolando e pulando que nem uma garotinha, ele ficou rindo e dizendo que eu não era doida de aparecer lá, que eu ia aprender minha lição. Eu só dei um tchauzinho e um beijinho e fui embora.
Fui pra casa e fiquei fazendo outras coisas, pra ocupar a mente. Quando eu sabia que ia aprontar, ficava nervosa, ansiosa, até com dificuldade pra dormir, pensando no que ia acontecer, então o tempo não passava. Pareceu uma eternidade até chegar o dia seguinte, mas chegou. Saí pela manhã, fiquei o tempo todo nas nuvens pensando em mais tarde, mas estava decidida em seguir em frente. Resolvi passar em casa antes de ir pra oficina dele, já tinha inventado a desculpa que ia fazer um trabalho na casa de uma amiga, que sempre cobria minhas mentiras e eu as dela. Então tomei um banho, resolvi me vestir bem ninfetinha pra provocar. Me perfumei, passei hidratante de framboesa, maquiagem, cabelo bem penteado e preso em maria chiquinha, uma blusinha rosa com desenho de unicórnio, uma saia também rosa plissada. Escolhi uma calcinha totalmente branca, de cintura alta, que ficava exposta acima da barra da saia. Estava toda barbiezinha, queria matar o velho! Kkkkkkk.
Porém, eu não era maluca de sair de casa assim, então eu vestia uma calça por baixo e uma blusa mais solta, saí de casa e cheguei na oficina. A loja dele era murada, era uma loja/casa, então tinha um quintal nos fundos que eu usei pra entrar, fechei a porta e tirei a roupa por cima, ajeitando meu look. Entrei na casa e logo encontrei ele, estava sentado na sala, fumando um cigarro e vendo televisão.
- Ah, então veio mesmo.
- Claro, eu tenho palavra, sabia?
- Ah é? Bom saber, porque você prometeu demais.
- E vou cumprir! E você, vai?
- Kkkkkkkk, Tá duvidando ainda? Tá bom então, vai pagar pro me provocar!
Seu Antônio usava um short todo sujo de graxa, uma camisa de político e um boné de empresa de construção, parece que tinha acordado pra trabalhar e depois de uma manhã inteira consertando carros só sentou e ficou me esperando, sem sequer tomar banho, seu cheiro era o habitual de mecânico, cheiro de trabalhador braçal, que eu adorava.
Não queria perder tempo, tinha combinado por volta do meio-dia, mas demorei esperando minha mãe sair pela tarde, pra não ver como eu ia me vestir e só depois pude me arrumar, já era mais de 13:30 da tarde, bem atrasada. Então queria compensar o tempo perdido e vencer logo o nervosismo. Sentei no colo dele, que me abraçou, perguntei se gostou do meu look, ele respondeu dizendo que eu tava "um tesão". Fiquei explicando meu look pra ele, toda menininha, que eu tinha me inspirado na barbie. O velho safado ficou maluco com minha criancice, questionando como uma novinha tão menininha que nem eu podia ser tão safada.
- É porque tem negão que nem você que deixa minha bucetinha pingando... - eu disse, avançando com a mão em cima do seu pau, mas tomei um susto com o volume, não tinha encostado até então e era realmente enorme - MEU DEU SEU ANTÔNIO! O QUE É ISSO!??
- Hahaha! Eu falei que não era brincadeira pra criança! Vai ficar ou vai correr??
Eu respondi, decidida:
- Não sou criança! Sou uma novinha doida por negão! - e agarrei seu pau de novo. Ele ficou maluco e deu um beijo na minha boca, me botou em cima do ombro igual um saco de cimento como se não fosse nada e me levou pro quarto.
Naquele quarto sujo, cheio de revista de mulher pelada, tinha uma cama de solteiro com um colchão e uma colcha manchada. O quarto era bem sujinho, típico de um homem velho e descuidado que morava sozinho, mas eu não me importava. Ele me jogou na cama e falou:
- Última chance, viu.
Eu respondi mostrando minha decisão. Tirei a roupa lentamente, primeiro a camisa, pegando meus peitos e mostrando pra ele, que se ajoelhou e começou a chupar. Ele se acabava nos meus peitos, chupando que nem um um bode mamando kkkkk, ele fazia um som muito alto e caricato, se dedicando a enfiar todo meu peito na sua boca, fazendo som de "slurp" e deixando meu peito todo vermelho. Chupou os dois bastante, lambendo e mordendo meus mamilos, me deixando bem excitada, pois eu adoro que chupem meu peito.
Ele então levantou e tirou a camisa. Eu sabia que ele era gordo, mas a barriga dele era bem maior por baixo das camisas largas, era uma barriga protuberante e dura, expandida a força, com peitos grandes caídos e bastante pelo. O corpo cor de jambo, com os cotovelos acinzentados do trabalho duro, mas ele era estilo "fordo" com braços bem fortes, troncudo, um verdadeiro trabalhador braçal, mas tão largo que deveria ser duas de mim, que nessa época era ainda mais magrinha, mesmo com a bundinha mais desenvolvida.
O momento da verdade é quando ele tira o short, mostrando uma cueca branca com marca amarelada de mijo, que eu aposto que ele não trocava há mais de um dia, era uma cueca slip, essas de tiozão com as abas finas, mas ela era alargada e sofria pra resistir contra aquele volume enorme pressionando seu tecido. Ele era realmente bem-dotado, em todos os sentidos, até com a cueca por cima dava pra perceber que era um cavalo roludo com uma vara longa e grossa.
Eu já encarei muita rola preta grande, pela minha extensa promiscuidade, mas, obviamente, a normalidade é paus médios, de 14-16 cm, variando um pouco pra mais ou pra menos. Já transei com homens com paus minúsculos menores de 10 cm e os cavalos com rolas de mais de 20cm, mas ambos os casos eram minorias. Mesmo entre os cavalos, ele era especial. Seu pau era grande, devia ter bem mais de 23-24cm, mas o principal atributo era a grossura. Dava pra ver que era uma tora robusta, larga, que arrombava qualquer uma. Eu fiquei apavorada, mas não queria arregar. Dificilmente eu pensei em fugir de encarar uma rola grande, mas aquela foi o mais perto que eu cheguei de desistir, eu sabia que ia sofrer pra aguentar aquilo. Então sim, o pau grande é um mito geralmente, mas ele fazia jus à fama dos negros. E que baita justiça.
Quando ele tirou a cueca, revelando enfim o pacote imenso, coberto de pelos pretos e brancos, eu pude ver o que me esperava. Ele se aproximou de mim, com um olhar desafiador, mas a minha honra como putinha estava em jogo, tinha prometido que não ia arregar, então, bem convicta, agarrei a rola dele. Mas, minha convicção acabou assim que senti a potência, dando uma risada de nervosismo, pois ao segurar seu tronco de rola a minha mão não fechava ao redor. Ele tinha um pau grosso igual um braço! Eu não consegui segurar o riso de nervosismo e ele respondeu, me provocando, perguntando se eu ainda tinha coragem de provocar depois de ver aquilo.
Como já tinha decido que não ia fugir, tirei minha calcinha e minha saia, ficando toda peladinha pra ele, exceto pelo meu tênis rosa e meias brancas que cobriam toda a canela. O negão ficou maluco vendo a ninfetinha loira magrinha só de tênis e se aproximou com seu pau, ele batia sua piroca na minha bochecha, bem dominante e ameaçador com sua arma na mão, mandou eu deitar na cama e eu obedeci, me ajeitando de barriga pra cima, minha boca aberta esperando seu pau, que açoitava meu rosto de forma provocativa, deixando manchas do seu líquido pré-seminal que cobriam a glande, era hora de começar o a batalha de sexo da novinha putinha com o negro velho e safado. Ele se aproxima, com a rola na mão, direcionando pra minha boca e segurando meu queixo, como quem faz "aviãozinho" pra alimentar alguém.
E ele me alimentava, aquela mamadeira gostosa de carne preta. Minha língua apontada pra cima, pra fora da boca, enquanto ele posicionava seu pau delicadamente, com minha saliva envolvendo toda a extensão da vara negra que entrava. A tora imensa alargava meu maxilar, inclusive quando seu pau entrou inteiro, senti um click na minha têmpora.
Ele começou a meter, enquanto botava a mão no meu pescoço, pressionando. Eu sentia o volume invadir minha garganta, fazendo meu pescoço inchar, preenchido pela sua masculinidade.
Cada metida era também um golpe das suas bolas no meu nariz e testa, me fazendo sentir o cheiro forte daquela virilha, suas bolas preguentas e saboreava o gosto de porra e mijo do seu pau, que como uma putinha de nascença sempre adorei. Ele estava em cima de mim, suas coxas encostando na minha bochecha, me mantendo presa no lugar, enquanto ele acariciava meus seios, meus mamilos duros e descia até minha barriga, aproveitando pra enfiar dedos na minha buceta, o que me fazia pular em direção sua rola, me empalando no mastro negro dele.
Quando eu estava prestes a convulsionar sem ar, ele tirava o pau, me fazendo tossir, então metia de novo. Ele fodia minha boca lentamente, elogiando a úmida da minha boquinha pequena. Até que ele me pega pelos ombros e começa a me girar, porém, ainda com sua rola na minha garganta. Foi bem difícil, mas ele conseguiu. Agora eu estava de frente pra sua virilha e ele volta a penetrar minha boca, enfiando tudo enquanto forçava minha cabeça contra sua pélvis. Eu botava a língua pra fora, lambendo suas bolas gordurosas, com a rola preta atolada no fundo da garganta.
Ele tira seu pau e estava uma completa bagunça. Tinha tanta saliva que escorria pro chão. O safado segurou o pau e esfregou em mim, limpando o excesso de cuspe no meu rosto, tal qual uma estopa de tecido desfiado que enchia de querosene e usava pra limpar as mãos de graxa, deixando meu rosto todo babado e usando sua mão pra espalhar o cuspe.
- Agora sim tá pronto pra meter. Mostra a bucetinha pro seu macho.
Eu obedeci, ficando de quatro, separando os grandes lábios da minha xota, deixando ela exposta pra levar vara.
Ele se posiciona atrás de mim, bota sua glande na entrada, enfia de uma vez, mas sem penetrar, o que faz que seu pau roce minha buceta inteira até atingir meu clitóris. Dou um gritinho de surpresa. Ele tira e faz isso novamente. Sua vara era tão grossa que era mais fácil escorregar do que entrar, ainda mais bem lubrificada daquele jeito. Pra conseguir, eu tive que botar a mão no topo da minha buceta, pra evitar que passasse direto, direcionando-a contra a portinha da minha xota desprotegida. Ele forçou bastante, mas entrou.
A sensação daquela rola entrando, de uma só vez, fez meu corpo arquear num espasmo. Eu caí contra a cama imediatamente. Ele caiu por cima de mim, aquela pança imensa fazendo peso nas minhas costas. Sentia seus pentelhos pinicando minha bunda. Ele me segura pela cintura e começa a bombar.
Eu, pequenininha, magrinha, esmagada por aquele homem negro, velho e gordo, facilmente era jogada pra frente e pra trás naquele colchão sujo, enquanto ele reformatava a largura da minha buceta com aquela rola que era tão grossa que devia ser crime!
A sensação era muito gostosa, mas difícil de aguentar, era como um braço entrando no meu canal vaginal, até bater no meu cérvix, que limitava que ele danificasse mais pra dentro.
- Tá vendo o que acontece quando você me provoca, sua putinha?
- Aiiiiiiiiii, caralho! Seu filho da puta! Tá me arrombando!
- E vou arrombar mais, vou te deixar toda aberta pra aprender a não brincar com fogo!
- Hmmmmmmmmm, assim eu volto todo dia...
- Kkkkkkk! Vai ficar com a buceta toda arregaçada se ficar provocando assim!
- Hmmmm, sim! Me deixa toda arregaçada, seu preto filho da puta!
- Ah é? Tá me esculhambando, sua vagabunda? Vai sofrer na pica do preto aqui!
- Nãaaaao! Eu adoro preto! Amo rola de negão! Me dá essa piroca preta na minha xota!
- Que cachorra, toda loirinha adora um negão, né? Já sabia que era uma vagabunda sem vergonha quando te vi.
- Sim! Adoro rola preta de negão! Me fode, negão!
- Toma, putinha! É assim que você quer?! - ele metia mais forte, me fazendo ver estrelas com sua rola de cavalo na minha xota. Parecia que eu desmaiar quando ele acertava o fundo da minha buceta, combinado com o seu peso e sua barriga gigantesca esmagando minha coluna. Eu estava afundada no colchão com aquele negro velho, de cabelos brancos e barbudo, todo peludo e com cheiro de querosene e cachaça, atolando sua tora de árvore preta na minha xota desprotegida. Nem lembrei de camisinha, tava possuída pelo tesão, ele também.
- Hmmmmm, sim! Mete forte assim! Afunda seu pau em mim, cachorro!
- Você que é cachorra! Uma cadela putinha imunda! - Ele enfiava dois dedos na minha boca, segurando minha bochecha por dentro com os dois dedos e prendendo com o dedão por fora e puxava, eu não conseguia falar direito com minha boca mantida aberta a força.
- iiiiim! eeeee oooode! - Minhas palavras saiam direto da garganta, não conseguia formular frases. Ele enfia a mão na minha boca, contra minha garganta, fodendo minha boca com a mão, me fazendo engasgar e tossir. Então tirava a mão e esfregava a saliva na minha cara com força, deixando minha maquiagem toda borrada e meu rosto uma bagunça.
Seu braço era enorme e peludo, envolto por baixo da minha axila, com sua mão indo em direção do meu pescoço, apertando. Eu sofria pra respirar com aquele braço forte me asfixiando.
- Tá aprendendo a lição, putinha?
- Nãaaao! Preciso apanhar mais pra aprender!
- Ah é? Gosta de apanhar? Então toma!
Ele dava um tapa na minha cintura, pegando a parte de cima da polpa da minha bunda.
- Siiiim, adoro!
E plaft, tapa da minha cara. Enfiava os dedos na minha boca, tirava e dava um tapa com os dedos cheios de saliva. Então ele se levanta, ficando de joelhos na cama, seu peso inteiro nesse momento contra minha bunda, fazendo minhas pernas e ombros levantarem com seu peso, com a minha bunda encaixada entre suas pernas e o enorme volume da sua barriga, que ele apoiava nas minhas costas.
Ele segura minha cintura firmemente, deixa a maior parte do seu pau atolada dentro da minha buceta e começa um vai e vem bem curto, só tirando e enfiando um pouquinho. Basicamente roçando seu pau dentro de mim em golpes curtos. Sua virilha peluda arranhava minha bunda, eu gemia pro preto velho como uma menininha safada.
- Tava de olho em você faz tempo, putinha! Vagabunda eu conheço de longe!
- Hmmmmmm, tava de olho na novinha, né safado? Gosta de jovenzinha né?
- E quem não gosta, porra? Ainda mais uma novinha loirinha cachorra assim.
- Hmmmmmm, você é negão muito safado! Tem idade pra ser meu avô e de maldade comigo!
- E você não tava, piranha? Gosta de madeira velha, né, sua puta?
- Hmmmmmm, adoro! Madeira preta! Adoro uma tora de negão!
- Kkkkkkkkkkk, que bebezinha puta! Eu tenho idade pra ser pai da tua mãe, sabia?
- É...? - Eu dizia com uma voz manhosa- então fode a bucetinha da sua netinha, vovô...
Ele ficou maluco com minha voz de menininha, se deitou na cama de costas, sua barriga enorme ocupava metade do colchão de solteiro pros lados, me puxou pra cima dele, eu segurei sua rola, apontando contra minha bucetinha e comecei a sentar. Ele segurou meus braços, enquanto metia sua pica. Me puxava pra frente, me tirando do seu pau e soltava, me fazendo cair contra ele. Nossas virilhas se encontravam no meio do caminho, pois ao mesmo tempo que me soltava, ele também metia, terminando em uma batida forte. O seu pau não cabia inteiro, era muito grande além de grosso, então eu tinha que aparar suas coxas com a minha bunda pra amortecer o golpe contra o fundo da minha buceta, ou então acabaria desmaiando com a intensidade, pois ele tinha que enfiar o pau com força, mesmo muito lubrificado, pra conseguir entrar na minha buceta, pela grossura desproporcional do seu pau.
Eu também rebolava no seu pau, parando na sua barriga que era alta, ia da minha virilha até acima do meu umbigo. Daquela posição ele sequer conseguia ver nossas pelves se digladiando, com a barriga no meio, mas com certeza ele sentia bem minha bucetinha empalada naquele tronco grosso e preto. Eu soltava muito líquido, numa tentativa desesperada da minha xota de minimizar os danos daquele atentado que era cometido contra minha bucetinha pequena e despreparada. Era a rola mais grossa que tinha levado até então, possivelmente a mais espessa que já vi na vida, não ficaria surpresa se fosse. Então não era somente porque minha bucetinha jovem era muito apertada praquele pau; a sua rola preta realmente era um desafio pra uma mulher de qualquer idade e experiência sexual. E ele sabia disso, sempre exaltando sua proeza masculina.
- Uma novinha cachorra assim aguentar meu pau...
- Hmmmmm, sim... Essa piroca é gigantesca!
- Kkkk, tu já viu uma maior, sua putinha? Deve ter visto uns 100 né? Mas nenhum desse tamanho!
- 100 ainda não kkkkk, mas quem sabe um dia...
- Hahaha, você é muito quenga mesmo!
- Hmmmm, foi você que deu a ideia... kkkkk mas sim, grande assim eu nunca vi... e grosso!
- Já deixei de comer muita puta que correu quando viu meu pau, aguentar isso aqui é foda mesmo!
- Hmmmm, eu não corro de rola negra! Eu só corro pra levar pau...
- Kkkkkkkk, nem precisa dizer, veio aqui pra ver a rola do negão né putinha?
- Sim... tava doida pra descobrir a rola do preto velho e safado! Que rolona você tem, vovô!
- É todinha pra você, minha netinha!
- Hmmmmm, assim eu venho morar aqui hein...
- Kkkkkk, aí teu pai me mata! Mas pode voltar quando quiser!
- Vou voltar todo dia pra sentar nessa vara negra!
- Então vou ter que fechar de tarde todo dia? kkkkkkk, tu vai me falir, sua puta!
- É..? prefere dinheiro do que comer a xota da sua netinha? - eu dizia com uma voz dengosa.
- Tu é doida? Eu não paro de comer essa buceta nem se tiver um enfarto!
- Hmmmmmm, obrigado vovô... fode minha bucetinha, vai?
- Toma, piranha!
E de novo me fazia pular na sua vara, fazendo meus olhos revirarem e me puxou contra ele, meu corpo pequenininho deitado em cima daquele homem enorme. O safado pega minha boca e direciona contra seu peito. O filho da puta tinha os peitos maiores que os meus kkkkkkkk. Também achei estranho, nunca tinha chupado o peito de um homem, mas não recusei, comecei a chupar e morder aquela carne negra, passando a língua ao redor do seu mamilo. Ele aparentemente gostava, então continuei. Mas ele foi mais além e enfia minha cara na sua axila. Não fiz cerimonia, tomada pelo tesão, comecei a lamber sua axila peluda, com gosto de suor.
- Gostou de lamber meu suvaco? Kkkkkkk
- Hmmmm, tá todo suado!
- Culpa sua, cachorra! Tô empapado de suor de te comer!
- Vai suar mais, que eu quero essa rola o dia todo!
- Kkkkk, então lambe o suvaco do teu macho, sua puta imunda!
Eu obedecia enfiando minha cara no seu sovaco peludo e suado, lambendo tudo como uma gatinha bebendo leite.
- Tu é muito safada! Já paguei puta que não quis lamber meu suvaco! Kkkkkkkk
- Azar o dela! Eu adoro ser putinha de negão...
- Vou parar de comer puta então, comer só você!
- Vai continuar comento puta então, porque eu sou uma putinha de negão velho e roludo!
- Kkkkkkkk, você é mesmo! Pior que puta, nunca vi uma tão safada! Nem pagando!
Eu adorava o que pra mim eram elogios, sempre gostei de ser vista como a mais safada, a mais desinibida, que fazia o que as outras não conseguiam ou aguentavam, então eu reagia tentando agradar meu macho pra me xingar mais, chupando seus peitos, axila e até seu umbigo. Ele adorava e exaltava minha safadeza.
Já tinha passado muito tempo e até agora nada do safado gozar. Minha bucetinha estava muito judiada, eu continuava cavalgando, mas meus braços estavam fracos, minhas pernas tremiam, eu já tinha gozado no seu pau duas vezes, sentia que se gozasse de novo minhas pernas não iam mais funcionar, tinha até câimbras de gozar furiosamente, o que só incentivava o negão velho e safado que fodia a ninfetinha puta. Ele adorava me ver gozar, realçando sua masculinidade e ego pela capacidade de me fazer convulsionar no seu pau. Mas ele também chegava no limite.
Terminamos com ele sentindo que ia gozar e dizendo que ia encher minha buceta de leite. Fiquei nervosa e lembrei que estava sem camisinha, morria de medo de engravidar, mas resolvi arriscar pelo impulso juvenil e tesão incontrolável do momento.
O safado então me jogou na cama, subindo em mim, mas agora de frente. Aquele homem troncudo, um brucutu gordo e forte, esmagando meu corpinho magro e judiado pela foda intensa, todo vermelho de tapas, sua barriga forçando a minha com tanta força que sofria pra respirar, mas aguentei pelo dever de uma putinha de negros, pra satisfazer o preto velho e peludo que tinha idade pra ser meu avô e queria judiar muito da novinha putinha que ele nunca pensou que iria foder.
Ele se posiciona entre minhas pernas, segurando minha bunda acima do colchão, apoiada nas suas coxas. Enfiou seus braços por baixo dos meus, segurando meu corpo contra o seu e me deu um beijo profundo.
Eu sentia aquela barba enorme, completamente branca, roçando meu rosto e meu pescoço. A boca dele tinha gosto de cachaça e de cigarro, mas eu não me importava e chupava a língua, gemendo que nem uma puta no cio. Ele metia tão ferozmente que empurrava a cama pra frente e pra trás, fazendo ela balançar e bater na parede. Sua língua lutava com a minha dentro da boca e ele beijava, cuspia na minha boca, enfiava três dedos bagunçando e misturando sua saliva com a minha e me mandava engolir. Ele então cuspia na minha cara e lambia o próprio cuspe, lambendo o meu rosto e deixando o cheiro de cigarro e acetona do seu bafo de cachaça, então beijava de novo, chupando minha língua e segurando meus lábios com os dedos, pra cuspir na minha boca novamente, lambia por dentro da minha boca, incluindo minha bochecha e meus dentes. Eu segurava nele, cravando minhas unhas nas suas costas e arranhava com força. Ele reagia aos arranhões dando tapas na minha cara, esse bem mais fortes que os anteriores, pois ele estava possuído pelo tesão. Meu rosto voava pra um lado e pro outro com os tapas, eu sentia meu ouvido estralando e minha visão embaçada, meu rosto pinicava também da vermelhidão. E lá embaixo, na minha virilha, aquela tora negra enorme bagunçava minha buceta.
- Caralho, você é a porra de um cavalo! Que pauzão gostoso, seu filho da puta! Mete na sua netinha, vovô!!
- Toma, putinha! Minha netinha puta! Gostou do pauzão do vovô, né?
- Sim!!!
- O vovô vai encher sua bucetinha de porra! Vai sair pingando leite!
- Hmmmmmm! Adoro leite de macho! Me dá leitinho, meu touro leiteiro!
- Touro não que eu não sou corno! Kkkkkkk, vou te dar leite de saco, de macho!
- Kkkkkkkk sim! Me dá leite de macho na minha bucetinha, vovô safado! Vai engravidar sua netinha, seu cachorro?!
- Se precisar eu vou, que nem fudendo eu deixo de leitar essa perereca!
- Hmmmmmm, que vovô mais safado! Quer fazer filhinhos com a netinha!
- Vou fazer muitos!
Eu já nem me importava mais, com aquele nível de tesão, tinha perdido o medo, a razão, falava coisas sem nexo que depois morreria de vergonha de ter dito e morreria de medo de realmente estar grávida, o que não aconteceu felizmente, mas no momento não importava, eu só queria sentir o leite quente daquele touro reprodutor dentro de mim, até que enfim recebi.
Ele me segurou forte e deu três metidas finais, golpeando o fundo da minha buceta com uma ferocidade indescritível, eu vi estrelas e revirei os olhos, então na última metida ele estoca com tudo deixando o pau preto gigantesco atolado na minha buceta, derramando seu leite. Eu raramente consigo gozar junto com o negão que me fode, depende do tempo de cada um, as vezes gozo antes, as vezes depois, mas essa foi uma das exceções. Não sei se pelo tesão do momento, ou por sentir aquele esperma viscoso quente no fundo do meu útero, o que nunca tinha sentido, mas gozei, com força, minhas pernas pro ar tremiam em um espasmo, até que o touro negro e enorme em cima de mim retira seu tronco de rola da minha xota, que era tão apertada em contraste com sua rola desumanamente grande, que ele teve que puxar pra tirar. A sensação daquele vazio deixado por seu pau foi tão grande que quase gozei de novo, sentindo arrepios pelo corpo e ciente do dano que ele tinha deixado, as paredes da minha vagina não tinham se encontrado após ele retirar seu pau, acusando o buraco visível que ele tinha deixado na remodelagem da minha buceta. Demorou um pouco pra voltar ao normal, de tão intenso que foi o sexo.
Eu e ele respirávamos fundo, falando coisas sem nexo como "caralho, que foda incrível", "meu deus, você me deixou toda arrebentada, seu Antônio!" e íamos brincando e comentando sobre o sexo, ele elogiando muito minha "proeza sexual" por ser uma jovenzinha tão safada e eu elogiando a virilidade sexual daquele homem pelo menos 4 vezes mais velho que eu, era um metedor nato, com uma ferramenta apropriada pra sua capacidade sexual. Eu nem tinha mais noção da hora, nós descemos e comemos alguma coisa, quando vi já era mais de 4 da tarde, teria que voltar pra casa em breve. Mas fiquei no sofá com ele, pelada, somente com meu tênis cor de rosa e meias brancas, beijando aquele negão imenso enquanto a gente via tv. Eu segurava o pau dele numa mão e batia uma punheta, terminando a tarde de sexo com um boquete, até que ele segura meu rosto e fode minha boca até gozar. Eu segurei seu esperma na minha boca, inclusive lambi o que vazou, ele abriu minha boca e passou uns 5 minutos cuspindo, enchendo de saliva, só me deixou engolir depois que satisfez seu fetiche de cuspir na boca da ninfetinha. Eu tomei um banho, me vesti, vesti a segunda camada de roupa e fui embora.
E toda vez que eu passava por lá, o seu Antônio inventava uma desculpa pra me chamar pros fundos e ficar sozinho comigo, até mesmo quando ia com meu pai ele aprontava, o momento que o negão safado devolvia a provocação, apertando minha bunda quando meu pai não estava olhando. E quando eu passava de manhã e ele já estava lá, me pedia pra dar um pulinho, eu entrava pros fundos, a gente dava uns amassos no "escritório", mas também, quando estava livre, fodi com ele várias vezes, até dei o cu, o maior desafio anal que já tive, incluindo algumas vezes que fiz dupla penetração anal, esse era o nível da grossura da rola daquele negão de pica de cavalo. Adorei demais todas as experiências que tive com ele e junto com outros "peguetes" do bairro, só parei de foder com ele quando me mudei, perdendo contato com os negões da minha rua e favela, mas criando novos contatos que preencheram o vazio (e que vazio) que aquela tora imensa preta tinha deixado (literalmente kkkk).
