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Seduzi e dominei a esposa do meu melhor amigo (3ª parte)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 4109 palavras
Data: 21/09/2026 13:29:37

Apesar do que rolou na sexta e também de ter ouvido na festa de Fabíola, que ela tinha a fantasia de ser uma espécie de sub minha, precisava tomar cuidado para não errar na mão, pois era uma mulher delicada que só havia transado com o marido, era normal que estivesse confusa.

Tive uma ideia e durante aquele dia procurei agir profissionalmente, não toquei mais no assunto. Por volta das 16h30, avisei-a, assinando uns documentos:

-Mudei de ideia sobre aquele combinado nosso, quando der seu horário, pode ir.

Fabíola ficou surpresa e sem graça, talvez pensando que tivesse feito algo errado, mas por uma questão de orgulho próprio, tentou sair por cima:

-Melhor mesmo. Não me sentiria bem repetindo aque...

Cortei-a, fingindo que estava dando atenção aos documentos:

-Não precisamos mais falar sobre isso, pode ir.

-Tudo bem. – Disse e saiu pisando forte, certamente confusa com a minha mudança.

Nos dois dias seguintes, tratei-a normalmente, mas não comentei nada sobre fazer algo após o trabalho. Notei que por mais de uma vez, Fabíola tentou dizer alguma coisa, mas se segurou. Estava inquieta, senti que ela queria que eu tentasse alo novamente.

Na quinta, ela veio ainda mais produzida do que de costume. Havia mudado o penteado, o cabelo estava de lado, quase que tapando o olho direito, também estava com um tom mais vermelho de batom. Usava uma saia preta uma pouco mais curta do que as que sempre vinha, mas nada vulgar, e uma blusinha azul sem manga. Os gaviões a secaram anda mais do que de costume, mas eu, mantive minha postura de trata-la bem, mas sem tocar no assunto.

Para deixa-la ainda mais perdida, parei na mesa de umas das muitas atendentes e comecei a conversar animadamente com uma delas, uma loirinha de no máximo uns 21 anos. Fabíola viu e ficou visivelmente incomodada.

Como eu esperava, ela não se aguentou e com um ar sério, que tentava encobrir uma certa insegurança, me perguntou pouco antes do almoço:

-Ok, Leo, vamos esclarecer logo as coisas, pode me explicar o que te fez mudar de ideia sobre aquele assunto nosso? Não que eu esteja querendo, por mim (dando de ombros)... mas preciso saber se te chateei involuntariamente.

Respirei fundo e decidi lhe dar a merecida atenção:

-Quem mudou de opinião foi você. Tivemos um ótimo momento na sexta e combinamos que teríamos outros, sem forçar, te disse que não precisamos transar até que queira, só nos tocarmos, mas na segunda, você jogou um balde de água fria, dizendo que não queria mais, até pensei em insistir, mas não quero esse jogo, tenho uma grande atração por você, te acho linda, mas não gosto disso de uma hora quer, outra não. Gosto de ter o controle.

Fabíola se sentou no sofá e disse aflita, levando as mãos as laterais do rosto:

-Você precisa entender o meu lado. Acho que é simples fazer isso com o Sérgio? É claro que fiquei com vontade de repetir o que fizemos, mas tem o peso na consciência depois. Foi terrível chegar na sexta e fingir que nada tinha ocorrido, sem contar o fim de semana.

Sentei-me ao lado dela:

-Entendo. Como eu disse antes, se você quiser dar vazão ao desejo que sei que sente, faremos de tudo para que o Sérgio não descubra, mas se está indecisa, pense e depois me avise, só aceite se tiver certeza de que quer, mas entenda que quando começarmos e chegarmos aos finalmente, a partir daí, mandarei em você e farei tudo o que quiser e onde quiser.

Fabíola engoliu seco, o lance da dominação e de ser xingada mexia com a cabeça dela, era como um gatilho. Tentei me levantar, mas ela me segurou e me surpreendeu com um beijo desesperado, quase que mordendo meu lábio inferior, em seguida, disse com a voz entrecortada:

-Eu quero...sabe...preciso muito, não sou safada...mas...tô precisando faz tempo.

-Sei que não é, mas precisa de um homem de verdade para relaxar.

Em seguida, ela me beijou novamente

Fiquei surpreso com sua mudança tão repentina, mas tratei de me certificar:

-Tem certeza que quer mesmo?

Ela praticamente se sentando em minha perna, respondeu:

-Seja o Leo safado da praia e de sexta no carro, e não o Leo todo ético do trabalho, se aproveite de mim. – disse ofegante, beijando meu rosto.

Passamos a nos beijar demoradamente ali, fomos ficando cada vez mais excitados.

-Você não deveria ter me provocado. -Respondi e levantei-me para trancar a porta de meu escritório. Ninguém entrava ali, além dela, sempre ligavam antes ou batiam, mas, como diziam nossos avós. “Seguro morreu de velho”. Fechei a porta, arranquei minha gravata e joguei-a em cima da mesa, e ordenei:

-Quero que você fique só de lingerie e salto, e desfile com calma por todo o escritório.

Fabiola hesitou por alguns instantes, mas depois sorriu, tirou a blusinha e a saia com calma, colocou as peças com cuidado em cima de uma cadeira. Estava usando uma lingerie branca, claro que a calcinha não era das muito ousadas, estilo fio dental, pois, obviamente incomodaria usar aquele tipo de peça o dia todo, mas era bem sensual. Ela começou a caminhar, enquanto eu me ajeitava no sofá, admirando seu corpo esguio de falsa magra.

Ela começou a caminhar com um sorriso tímido, ia até a uma ponta da sala, fazia o giro e voltava. Aos poucos, foi se soltando e mostrando que apesar do estilo recatada, levava jeito, pois, passou a andar requebrando suavemente, às vezes, parava um pouco, perto de onde eu estava sentado, chegava com seu ventre bem perto do meu rosto, se virava e mostrava o bumbum. Depois, se afastou um pouco, se curvou empinando a bunda, passou as mãos em suas nádegas de baixo para cima, agachou-se colocando as pontas dos dedos da mão nos pés, e me olhou, em seguida, voltou a ficar em pé e fez de conta que ia abaixar a calcinha, chegando a mostrar o começo do rego. A situação era insólita, pois minutos antes estávamos conversando sério e agora, aquele clima altamente sensual.

De repente, ela se sentou em minha coxa direita, colocou as mãos em meu pescoço e passou a esfregar sua bocetinha coberta só pela calcinha em minha perna, eram movimentos bem ritmados, imitando o ato sexual, meu pau parecia explodir. Após roçar assim várias, vezes, Fabíola, se levantou e se sentou novamente em minha perna só que de costas para mim e retomou os movimentos, subindo para minha cintura e virilha. Fiquei doido com aquilo e após um bom tempo, levantei-a e decidi tomar as rédeas:

-Pelo jeito você tem alguns truques interessantes. – Disse já segurando-a pelo braço e encaminhando em direção a minha mesa.

Fabíola me olhou série e disse:

-Tenho muitos e quero te mostrar todos, pena que aqui não dá.

-Ah, é? Mas dá para fazer outras coisas. Agora, fique nessa posição, estou mandando.

Coloquei-a com as duas mãos espalmadas na mesa e seus braços apoiados, deixei suas pernas levemente afastadas, fui por trás, admirei-a naquela posição, depois encoxei-a e comecei a beijar seu pescoço, fui lentamente descendo. Acariciei seus seios e livrei-os do sutiã. Fiquei de joelhos, olhei bem de perto seu bumbum e passei a tirar sua calcinha, revelando sua nudez total. Beijei e passei a língua na parte de trás de suas coxas, ameaçando subir. Fabíola estremeceu e gemeu baixo.

Em seguida, encoxei-a novamente, a essa altura, eu estava apenas de cueca e encaixei o volume do meu pau entre suas pernas, encostando na boceta e na bunda. Fabíola voltou a gemer e disse baixo:

-Transar não, Leo...

-Xiuuu.

Virei-a de frente para mim, segurei-a pela cintura e coloquei-a deitada na mesa. Pela primeira vez pude ver melhor sua bocetinha linda de pelos negros contrastando com sua pele branca, bem aparadinhos e no formato de retângulo. Era rosadinha e tinha os pequenos lábios e o clitóris médios. Mas não era só isso, seu corpo como todo era um espetáculo, todo certinho, sem nada a mais ou a menos, sem contar seu rosto delicado igual ao de uma princesa dos contos infantis.

Passei a chupar suas coxas e virilha até finalmente cair de língua em sua xana. Sabia mandar muito bem no oral e com ela quis caprichar ao máximo. Após uns 2 minutos, seus gemidos já eram mais longos, seu mel escorria e seu grelo parecia uma pedrinha de tão duro. Com a ponta da minha língua, nem muito mole nem muito dura, subia e descia suavemente, fazia giros, ora mais depressa, ora mais devagar, vez ou outra, mergulhava em sua boceta apenas para sentir o gosto e o cheiro maravilhosos dela.

Após uns bons minutos, os gemidos ficaram mais altos, Fabíola se remexia na mesa, estava prestes a gozar, mas se levantou de repente e me empurrou pelo peito, dizendo:

-Vamos no sofá, não quero gozar ainda.

A expressão de tesão em seu rosto era tanta que parecia a de alguém embriagada ou dopada, os olhos semicerrados e meio que olhando como se não entendesse nada, a boca entreaberta e as maçãs do rosto tão vermelhas como nunca tinha visto em outra pessoa. Imaginei que Fabíola fosse querer ser penetrada, mas o que ela fez foi me fazer sentar, arrancou minha cueca, se ajoelhou, me punhetou e abocanhou meu pau, dando início a um boquete que muitas, mas muitas mesmo das ficantes que tive não chegaram nem perto. A esposa do meu amigo começou chupando com suavidade, movimentando a cabeça, tentando engolir o máximo que dava em sua boquinha pequena, em alguns momentos, deixava só a glande dentro e sugava como se fosse uma bala grande, depois, colocava para fora, beijava-a com admiração e voltava a engolir, também passava a linguinha por toda extensão da rola, dando uma atenção especial, a parte de baixo, onde termina a cabeça do pau e começa a extensão, a língua ali se movendo rapidamente me deixou louco. Também passou e bateu ele no próprio rosto.

Resolvi falar umas besteiras, pois sabia que Fabíola gostava.

-Isso chupa gostoso, mostra que você é uma putinha que sabe disfarçar bem. Toda delicadinha e com jeito de certinha, mas está aqui, no meio do expediente, mamando uma rola e com boceta ensopada de tesão. Tá sentindo o gosto da minha pica? Gostou? Agora, você vai sentir sempre.

Fabíola parou de mamar e deu um urro, jogando a cabeça para cima, depois me olhou como uma fera e rangendo os dentes disse:

-Isso, seu canalha, filho da putaaaa! Transforma uma esposa direita numa adúltera. Tantos anos sendo uma mulher fiel, e primeiro você me deixa louca com o que fez no Guarujá e não contente, tantos anos depois, me seduz para acabar o serviço, você não presta, Leo!

Em seguida, ela voltou a mamar, porém, agora com mais vontade e força, subindo e descendo rapidamente.

Puxei-a para o sofá e nos beijamos, certamente, se quisesse, teria a comido ali, mas achei melhor esperar por outro momento para fazermos com a merecida calma, deitei-lhe, fiz com que sua cabeça ficasse apoiada no braço do sofá, voltei a chupá-la. Fabíola arfava, virava o pescoço de um lado para o outro, puxava meus cabelos, sua boceta literalmente escorria, até que após alguns minutos, começou a se tremer toda e chegou a um puta orgasmo.

Minutos depois, ela com o rosto ainda mais vermelho, voltou a me chupar, eu relaxei sentado, enquanto, a mesma me mamava de 4. Aproveitei para socar dois dedos em sua boceta e depois chupar o mel que grudava neles, repeti isso várias vezes. Até que não aguentei mais e avisei que iria gozar.

-Goza na minha boca, me dá teu leite, seu safado!

Fabíola acelerou o sobe e desce com a cabeça e dei um urro assustador, largando muito porra diretamente em sua boquinha.

Ficamos um tempo nos recuperando. Depois nos arrumamos em meu banheiro privativo. Fabíola ficou preocupada, pois o vermelhão de seu rosto estava demorando a sair, mas no final tudo deu certo.

Nos beijamos e antes de sairmos como se nada tivesse ocorrido, ela me disse:

-Vou te fazer uma surpresa na próxima vez.

-Poderemos transar?

-Hum! Ainda não sei, mas tenho certeza que gostará da surpresa.

No restante do dia, trocamos alguns olhares cumplices, mas só quando estávamos a sós e ainda alisei sua bunda por cima da saia umas 3 vezes.

Quando já estava em casa, no começo da noite, visualizei uma mensagem de Sérgio. Tínhamos marcado de tomar umas e jogar bilhar em um bar elegante em Moema que era onde eu morava, mas com toda loucura que acabara de viver, tinha até me esquecido. Seria a primeira vez que o veria desde que passei a me envolver com sua esposa.

Sérgio tinha arrumado um emprego com um salário menor do que queria, cerca de 5 mil para trabalhar em uma empresa média. Durante aquele encontro, me senti mal em alguns momentos, imaginava tudo que vivemos juntos desde a infância até a juventude. Verdade que ele havia mudado depois que foi morar nos EUA, principalmente nos primeiros anos, quando começou a agir como muito brasileiro babaca que após 1 ano lá, já acha que é americano, fala do Brasil com pavor e nojo do povo, e, se bobear, até força para falar português com sotaque de gringo: “Hello! Cômou está ô Brezíl?”. Mas, independente disso, eu estava sendo um canalha e ponto.

Após um começo de conversa legal e algumas partidas disputadas, Sérgio exagerou um pouco na bebida, tanto que mal conseguia acertar a bola. Decidi chama-lo para nos sentarmos e tentar arrancar algo sobre o seu casamento, dos anos lá e o atual momento. Não demorou muito para ele se soltar:

-Eu já falei que amo a Fabíola, mas casamento mata o tesão com o tempo. Doze anos comendo só a mesma, não dá, né? Você mesmo não consegue ficar mais que 2, 3 meses com a mesma, e tá certo, amigão.

-É, eu não posso opinar sobre relacionamentos porque os meus não duram, mas vejo muita gente casada que fala sobre fazer coisas para apimentar e tal. Nunca pensaram nisso?

Ele deu uma bicada em seu drinque e disse:

-Sim, claro, inclusive, a Fabíola, certa vez, me fez uma surpresa maravilhosa. – Contou sorrindo.

-Pode contar? – Perguntei curioso.

-Claro, a gente não tem segredo. Você sabe que americano adora arrumar um jeito para ganhar dinheiro com tudo, mas tudo mesmo, né? Então, houve uma época que a Fabíola fez amizade com um grupo de brasileiras e americanas e faziam tudo juntas, clube de leitura, cinema, cursos, eventos beneficentes, etc., até que uma dessas amigas, disse que havia uma ex-stripper que dava um curso de como enlouquecer os maridos fazendo lap dance, que é a famosa dança do colo, claro que você já viu nos filmes, lá é muito comum, o cara paga para a stripper dançar só para ele, se esfregar nele, mas não pode ser tocada. Bom, algumas conservadoras do grupo ficaram abismadas, mas teve umas 3 que toparam e a Fabíola foi uma. Só que não me contou nada. Até que uma noite, Rapaz! Acho que minha esposa se daria bem nesse ramo porque a 1ª vez que fez isso, eu quase gozei antes de transar.

Fiquei muito surpreso que Fabíola, tivesse esse tipo de desenvoltura, lembrei-me que ela disse que tinha mais truques para me mostrar e entendi que poderia ser isso.

-Ah! Então vocês conseguiram fugir da rotina?

-Por uns tempos...Logo voltou a ser aquela coisa meio que burocrática de transar por transar e aí voltamos a passar muitos dias, até semanas. Mas não pense que a gente não faz, fazemos, claro, mas sem aquela loucura do começo.

-E foi nisso que pintou a tal artista plástica?

-Foi uns tempos depois, a mulher era gostosa, mas não mais bonita que a Fabíola. Mas era uma interesseira, me enrolou legal. Só que não foi só com essa artista que trepei não, tive algumas transas por fora, mas tudo coisa de uma, duas vezes, só que essa vagabunda marcou tanto pelo sexo, quanto pelo modo que me despachou quando viu que eu não tinha grana. Acredita que uns dias depois de levar um fora dela, fui atrás tentar reatar e a peguei na cama com um porto-riquenho de uns 18, 19 anos? O moleque tava comendo-a há tempos, era um merda de um cortador de grama. Minha vontade foi encher a cara dela de porradas ali mesmo, mas sabe como é, ao contrário daqui, ia dar um rolo da porra.

-Ainda bem que não chegou a esse extremo. – respondi sem acreditar no quanto meu amigo estava mudado e para pior, mas, verdade seja dita, que moral eu tinha para julgá-lo se horas antes estava gozando na boca da esposa dele e ela na minha?

-Mas e agora, como você e a Fabíola estão?

-Ah! Vamos indo, rotina, né? Andei de farol baixo por uns tempos aí, mas tô me levantando, amigo, logo, logo, vou dar umas escapadas e qualquer coisa você segura a minha bronca, vai inventar que estávamos juntos. Tem uma copeira na empresa, novinha, uns 20 anos, acho que tenho chance ali, mas como tô chegando agora, vou dar uma segurada. Homem precisa de novidade.

-E mulher, você não acha que também pode querer novidade?

Ele disse com a sabedoria de um típico reaça que está levando bola nas costas, mas nem imagina:

-Só as putas fazem isso. Mulher normal tem menos apetite sexual que o homem, a gente quer toda hora, elas não, especialmente após um bom tempo de casadas, uma de vez em quando e já ficam satisfeitas.

Balancei a cabeça e decidi mudar de assunto. As merdas que Sérgio falou poderiam atenuar a minha consciência, mas, dois errados não fazem um certo. Porém, não estava disposto a parar com Fabíola ainda, mesmo sabendo dos riscos.

No dia seguinte, chamei-a para almoçar e disse que apesar da loucura do dia anterior ter sido ótima, deveríamos fazer em outro lugar.

-Amanhã, por volta das 13h30, você vai para o meu apartamento, lá sim, será tranquilo e poderemos passar horas e horas.

-Mas amanhã é sábado, o Sérgio sabe que não trabalho.

-Diga que será uma reunião com chineses e que precisa me acompanhar. Ah! E diga que não sabe que horas voltará. Temos muito o que fazer, além disso, você me disse que tem alguns truques? Quero conhece-los, por isso, precisaremos de um bom tempo.

Fabíola sorriu timidamente, demonstrando que gostou do jeito prático que resolvi tudo e também por saber que eu estava curioso sobre o que ela faria.

No dia seguinte, Fabíola veio ao meu apartamento. Para disfarçar, estava com o mesmo tipo de roupa que usa no trabalho, mas trazia uma sacola. Ofereci-lhe um suco e começamos a conversar, ela disse que meu apartamento era enorme e bem decorado.

Não demorou muito e Fabíola disse que queria me fazer uma surpresa. Foi ao banheiro e logo voltou usando um vestidinho preto de renda, muito curto, transparente de alcinha que, na verdade, parecia mais uma camisolinha. Estava com um olhar determinado e perguntou se poderia colocar uma música, apontei para ela e a mesma colocou uma que não era exatamente uma lenta, mas também não muito acelerado.

Em seguida, Fabíola parou de frente onde eu estava sentado e disse:

-Você não pode fazer nada até eu mandar, apenas assistir, mas antes, quero que fique apenas de cueca.

Concordei, pois já sabia o que era, mas não quis revelar.

Fabíola começou a dançar sensualmente, passou as mãos nas coxas, subindo e ergueu rapidamente o vestidinho, mostrando que estava usando uma calcinha preta do tipo asa delta. Depois de um tempo fazendo isso, abaixou seu vestido, mostrando seus seios médios e lindos (estava sem sutiã) e ficou só de calcinha, dançando. Num dado momento, se virou rapidamente de costas para mim, mostrando seu bumbum que só tinha um fio dental cobrindo-o, se inclinou ao máximo e depois passou o dedo médio no rego e na boceta, bem devagar.

A esposa do meu amigo tinha aprendido mesmo no tal curso que fez de lap dance. Pouco depois, ela se deitou no chão da minha sala, e abriu as pernas ao máximo demonstrando muita elasticidade e dexando-me ver o “pacote” que sua boceta formava coberto pela pequena calcinha. Suas pernas enormes se mexendo para o alto, tornavam aquilo ainda mais excitante.

Em seguida, ela ficou de joelhos, se apoiou em minhas pernas e subiu em mim, sentando-se em minha perna e repetindo o gesto de dois dias antes, esfregava sua boceta num vai e vem delicioso e ao mesmo tempo beijava meu pescoço. Após um tempo assim, voltou a se levantar e ainda dançando e me olhando com cara de mistério arrancou sua calcinha com força, passando a se mexer de forma ainda mais sensual, passava a mão na boceta, nos seios, fazia giros, tocava seu rego. Até que se sentou em meu colo esfregando sua bunda num ritmo delicioso, como se estivesse fodendo, deslizando, cada vez mais depressa.

Depois, se levantou e inverteu, se sentou de frente para mim, esfregando sua boceta quente em mim, porém dessa vez, além de deslizar em meu colo, se levantou um pouco, e se esfregou também em meu peito e até meu rosto, o que me fez pirar de vez.

Após alguns minutos, tirei minha cueca e a coisa explodiu de vez. Fabíola se sentou novamente de costas para mim, mas agora deslizando sua bunda e boceta em meu pau ( sem penetração, só roçando), ela remexia os quadris freneticamente e se eu não tivesse um bom controle, teria gozado com aquele vai e vem.

Não aguentei mais, agarrei-a pela cintura e joguei-a no sofá, em seguida, deite-me por cima e passamos a nos beijar. Fabíola pegou meu pau e disse:

-Nossa! Tá tão duro que parece até maior. – Em seguida começou a me fazer um boquete delicioso como o de dois dias antes. Dessa vez, estava de 4 me chupando no sofá e eu sentado, aproveitei para estivar o braço e cutucar seu cuzinho apertado.

Fizemos um 69 ali mesmo e lambi até seu cuzinho rosado, além de socar um dedo nele. Dessa vez, Fabíola não falou nada sobre não penetrá-la, simplesmente rolou. Ela disse com a voz embargada de tesão.

-Quero esse pica deliciosa dentro de mim.

Eu a coloquei em meu colo, ela segurou meu pau, guiou até a entrada de sua bocetinha e começou a descer devagar. Antes só Sérgio tinha tido esse privilégio já que quando se conheceram, a mesma era virgem. Agora, a esposa do meu amigo sentia um pau diferente dentro de si, maior e muito mais grosso como me confessaria depois.

Fabíola fechou os olhos como que querendo aproveitar ao máximo aquele momento em que era possuída por homem. Cavalgou bem devagar por uns instantes. Mas logo o tesão a dominou e ela começou a quicar com mais força e a gemer. Eu sentia o quanto era apertada aquela bocetinha e acariciava sua bunda, especialmente o reguinho. Nos beijávamos e seguíamos fodendo.

Um tempo depois, decidi levá-la para o meu quarto, coloquei-a de 4, lambi mais um pouco sua xana e cuzinho e depois passei a fodê-la por trás, dando estocadas firmes. Finalmente após tanto tempo, estava fodendo a esposa do meu marido que desde a noite no Guarujá, tinha mexido com a minha cabeça. A boceta dela escorria de tanto tesão. Fabíola gemia alto e disse:

-Que pau gosto... é esse, tá me abrindo toda...caralho, Leo...por que fa... isso comigo? Por quê, seu filho...puta...puta que pariu que delícia levar uma rola dessa...

Puxei os cabelos dela e falei num tom severo:

-A partir de agora, vou te comer sempre, te usar sempre, porque sei que por trás desse jeito de delicadinha, tem uma safada louca por pica.

Passei a fodê-la num papai-mamãe feroz. De vez em quando, eu dava uma estoca bruta, ficava um tempo com meu pau enterrado todo nela sem me mexer e de repente, voltava a bombar com fúria, isso a levou a loucura e após umas 3 ou 4 vezes, a mesma gozou em minha rola. Eu já estava no embalo e também acelerei ao máximo e gozei urrando, enchendo a bocetinha apertada da esposa do meu amigo, foi tanta porra que depois começou a sair como se fosse uma cachoeira de dentro dela

Naquela tarde, ainda fodemos mais duas vezes. Fabíola teve vários orgasmos e no auge do tesão, deixou escapar que nunca tinha sido comida tão bem.

Viria um tempo de muitas fodas e brincadeiras eróticas pela frente, mas corríamos riscos e isso poderia se tornar sério no futuro.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 339Seguidores: 902Seguindo: 12Mensagem Em off até que os autores de verdade sejam respeitados e a flodagem do site acabe. Há poucos dias, 44 contos foram publicados em 24h, sendo que 26 eram da mesma pessoa ou de no máximo duas. Sugestões para acabar com a flodagem foram dadas aos montes, mas nada foi feito. Se e quando algo eficiente for feito, voltarei a postar, isso, claro, quanto tiver disponibilidade

Comentários

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Ótimo relato, o amigo não come direito, então tem quem resolva o problema da esposa

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Excelente relato, estou ancioso pelo próximo capítulo....

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