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FILME NA TV, BROTHERAGEM NO SOFA - PARTE II

Um conto erótico de Vinimaxx
Categoria: Homossexual
Contém 2045 palavras
Data: 02/09/2026 20:53:48

Bem, pra quem não leu o conto anterior, da uma passada por la que esse é a continuação dele.

Depois que todos nossos amigos foram embora, um apagou no sofá e Carlos perguntou se podia dormir comigo na minha cama, porque segundo ele, ja estava tarde, nenhum uber iria aceitar levar ele aquele horário e o sofá já estava ocupado. Como se não tivesse outro quarto, outra cama e colchões na casa. Mas não pensem que eu entendi mal, aquela proposta foi a melhor coisa que eu ouvi naquele dia.

Respondi pra ele

—Claro mano, minha cama tem espaço e, se tem uma coisa que a gente tem bastante, é intimidade! Falei isso rindo e fui até o banheiro, falei que iria tomar um banho e ja voltaria. Carlos riu de volta e falou — Vai la Zé, volta cheirosinho pra mim.

Nós sempre tivemos esse tipo de zoeira entre os amigos, mas agora tudo soava diferente, eu tinha acabado de mamar ele e não sabia ainda o que tudo aquilo tinha significado. Será que foi só um momento de tesão e boa? Será que ele ia fingir demência e não ia rolar mais nada? Eu tava confuso demais, mas, de um jeito ou de outro, eu ia dormir com aquele gostoso e pra ter certeza que se rolasse algo de novo eu estaria preparado, o banho foi muito completo. Limpei tudo q podia, usei o chuveirinho em partes do corpo que eu nao costumo usar e, cerca de 30 min de chuveiro, voltei pro quarto.

Entrei no quarto vestindo apenas uma bermuda de futebol, sem cueca, com a pele ainda úmida e o cheiro do sabonete fresco tomando conta do ambiente. Carlos já estava deitado na minha cama, ocupando o centro com aquele corpo magro e definido e braço fechado de tatuagem descansando sobre o peito enquanto mexia no celular e passava por fotos de uma meninas de biquíni no Instagram. Ele vestia só uma cueca preta e fina o suficiente para desenhar o contorno do que quer que estivesse guardado ali dentro.

Quando fechei a porta, ele desligou a tela do celular e ficou só silêncio da casa. Pesado, de um jeito diferente. Meu amigo roncava baixinho na sala, e nós dois ali, sozinhos no quarto escuro, parecíamos duas bombas relógio prestes a estourar.

— Demorou, hein? Achei que tinha mudado de ideia e fugido — ele disse, com a voz rouca de sono e cheia de sacanagem, abrindo um sorriso torto enquanto dava espaço na cama para eu deitar.

— Fugi nada. Só queria garantir que eu estivesse nos trinques caso alguém resolvesse aprontar — respondi, subindo na cama e deitando de lado, cara a cara com ele.

A proximidade era absurda. Dava para sentir o calor que subia pela pele dele, o cheiro do perfume misturado com o suor. A brincadeira do sofá tinha acabado, agora não tinha mais a proteção da coberta na sala nem o barulho da TV para disfarçar. O ar estava pesado, carregado de uma tensão que vinha se acumulando desde o primeiro toque de perna umas horas atrás.

Carlos virou o corpo de lado também, ficando a centímetros de mim. Ele esticou a mão e passou os dedos longos pela minha nuca, puxando meu cabelo de leve com um carinho que desarmava qualquer fachada de hétero posturado.

— Você é foda hein mano! — ele sussurrou, os olhos escuros fixos na minha boca. — Na sala eu quase morri com você me chupando daquele jeito. Pensei que ia gozar na tua boca de tanto tesão hahaha.

Aquela frase foi o que eu precisava. Se eu tinha alguma dúvida sobre o que ele queria, ela evaporou ali. Segurei firme na cintura dele, puxando seu corpo colado no meu. Nossas virilhas se encaixaram perfeitamente e eu pude sentir que o pau dele já estava duro de novo, latejando contra a cueca.

— Por que você não gozou lá então? Fugiu pro banheiro feito um covarde. Provoquei ele, colando nossos lábios num beijo que começou lento, mas logo virou uma coisa desesperada.

A língua dele invadiu minha boca com gosto de vontade e urgência. A gente se beijava com força, como se quisesse recuperar todo o tempo em que fingimos ser apenas amigos. Minha mão deslizou pelas costas dele, sentindo cada parte daquele corpo, descendo até apertar aquela bunda firme e empurrá-lo ainda mais contra mim. O fôlego começou a faltar, a gente se separava só para buscar ar e voltava a se devorar.

Não demorou muito para que as barreiras caíssem de vez. Carlos puxou meu shorts e eu fiz o mesmo com o pouco de roupa que ele ainda estava usando. Em segundos, estávamos completamente pelados na cama . Ver aquele corpinho gostoso, branquinho, com o abdômen definido e o membro enorme e latejando apontando para cima, me deu uma onda de calor que subiu direto pro corpo inteiro.

Ele me empurrou de costas na cama, encaixando o corpo dele por cima do meu. A sensação de ter aquele peso gostoso em cima de mim, pele com pele, era indescritível. Carlos desceu os beijos pelo meu pescoço, me deixando com marca roxas por ali, desceu pelo meu peito, me mordia de leve enquanto eu gemia baixinho, enterrando os dedos nos cabelos pretos dele.

Quando a boca dele chegou na minha virilha, eu suspirei num reflexo puro. Ele lambeu a base do meu pau, começando pelas bolas e subiu a língua devagar por ele inteiro. Até me abocanhar com uma vontade que parecia fome de dias. O modo como ele chupava, alternando entre lento e profundo, descendo até o fim do meu pau me deixava completamente fora de mim. O puto conseguia engolir tudo ainda por cima.

Minhas mãos apertavam o lençol e os ombros dele, guiando o movimento, implorando para ele não parar.

— Caralho, mano... assim você me mata — eu gemia, com a voz falhando pelo prazer.

Ele parou um instante, limpou os lábios com as costas da mão, subiu beijando meu corpo de volta até parar com o rosto colado ao meu. Os olhos dele brilhavam no escuro, cheios de tesão. E me deu mais um beijo, dessa vez mais lento, mais controlado. E galera, que beijo foi aquele.

— Vira de costas — ele mandou, com uma autoridade que fez meu coração disparar ainda mais rápido. O amigo que eu sempre vi como um moleque agora tava agindo como um homem, e naquele momento, o meu homem.

Não pensei duas vezes. Obedeci na mesma hora, me virando e empinando a bunda. Senti a saliva dele lubrificando o dedo antes de tocar a minha entrada. Como eu já tinha me preparado no banho, foi tudo muito suave, mas a sensação de ter Carlos ali, invadindo meu espaço com os dedos, me fez morder o travesseiro para não gritar. Ele começou com um dedo, depois colocou o segundo, fazendo movimentos ritmados enquanto roçava o pau duro na minha perna e beijava minha nuca. Quando eu vi ja eram 3 dedos, eu já não conseguia mais esconder meus gritos de tesão e de vontade e, sem nem pensar eu falei gemendo — Por favor, me come mano. Coloca seu pau em mim, por favor.

Carlos deu uma risada safada e se posicionou. Senti o calor daquele mastro encostando no meu corpo e me arrepiou inteiro. Com um empurrão firme, ele entrou de uma vez só, preenchendo cada centímetro de mim. 18 cm inteiros em um segundo.

O fôlego faltou. Um gemido abafado escapou da minha garganta enquanto eu sentia o corpo dele se chocar contra o meu a cada estocada. A sensação no início foi de dor, depois dor com prazer e então, prazer e mais prazer. Que sensação absurda, o quarto inteiro parecia girar enquanto ele ia aumentando o ritmo. Cada vez mais rápido, cada vez mais forte. As mãos dele seguravam forte na minha cintura, deixando os dedos marcados na minha pele enquanto as bolas dele batiam na minha bunda.

— Gostoso... porra, você é muito gostoso — ele gemia perto do meu ouvido, com a respiração totalmente quebrada. — Que rabo é esse mano, puta que pariu Vini!

O ritmo acelerou de um jeito insustentável. Eu já não sabia onde terminava o meu corpo e começava o dele, só sentia a metida, o suor escorrendo pelas minhas costas, o som dos nossos corpos colidindo no colchão. Senti o pau dele pulsar forte lá dentro e sai debaixo dele na hora, não queria que acabasse.

Olhei pra ele e pensei, caralho que mlk lindo, como eu nunca tinha reparado nele desse jeito antes. Eu sempre achei o Carlos muito bonito, sabia o sucesso que ele fazia, mas naquele momento, acho que pra mim ninguém era mais gato que ele. Eu tava bêbado de tesão pelo meu amigo.

Empurrei ele na cama e, que caiu com as costas no colchão. Montei por cima dele, encaixei o pau em mim e comecei a cavalgar. Não sei nem explicar o que foi aquilo. Ele deitado me olhando, dando tapa na minha bunda enquanto eu arranhava o peito dele e não parava de quicar, ficamos ainda uns 8 minutos assim até que ele me puxou pra cima dele e começou a bombar aquele pika em mim mais uma vez. Eu só consegui gemer de novo.

Meu pau, que ficou durasso o tempo inteiro, começou a jorrar leite em cima daquele gostoso, pqp eu tava gozando enquanto meu amigo me fudia, sem nem encostar. E, ao mesmo tempo, ele enterrou o rosto no meu pescoço, deu mais três estocadas fundas e parou, despejando todo o seu leite quente dentro de mim, enquanto gemia com a voz rouca e de macho q ele tinha e eu ainda me contorcia.

Ficamos deitados ali por longos minutos, colados um no outro, respirando fundo na tentativa de acalmar os ânimos. Quando a gente se olhou, rimos pra caralho. Não conseguimos dizer uma só palavra, a gente só ria e se olhava até percebemos que o dia ja estava amanhecendo.

Ai o filho da mãe soltou — Te comer me deixou tontinho vei, pisquei e já foi a noite toda. Acho que esse cu ai é mágico.

Eu dei um muro no ombro dele e falei — Cala a boca filho da puta. Esse pau não sei se é mágico, acho que vou precisar testar mais vezes pra confirmar.

Depois disso ficou um clima muito leve no quarto. Não tinha culpa, não tinha arrependimento. Tinha dois caras que se conheciam há anos e viram que tinha muito ainda pra conhecer entre eles.

Saí da cama e tranquei a porta do quarto. Confirmei antes que meu amigo ainda dormia na mesma posição de antes e voltei pra cama.

Deitamos juntos e Carlos passou o braço por cima do meu peito, me abraçando forte contra ele, não duramos 2 minutos acordados e só lembro de acordar horas depois, deitado no peito dele enquanto ele ainda me abraçava.

Levantei, tomei um banho, acordei Carlos e ele foi para o chuveiro também. Fui até a sala e acordei meu amigo que ainda dormia no sofá, vida de CLT.

Almoçamos os 3 juntos, fingindo que dormiu cada um em um cômodo da casa, fingindo que há uma parede de distância de onde meu amigo dormia, eu e Carlos não tínhamos fudido como nunca e dormido agarrados e pelados ainda por cima. Essa sensação de segredo deixava tudo ainda mais gostoso.

Depois disso Carlos passava a mão em mim sempre que podia e, daí pra frente ficamos inseparáveis. A amizade ficou ainda mais forte, transamos toda semana pelas próximos 3 meses. Carlos e eu trocamos de posição várias vezes nesse tempo, quase fomos pegos por muitas vezes. A gente se pegava escondido em festas, na minha casa, em qualquer role que nossos amigos se reuniam. A gente gostava demais dessa sensação de perigo. Até que ambos começamos a namorar. Cada um com uma menina.

Nesse meio tempo a gente morria de tesão e de vontade um do outro, certa vez quase chamei o nome dele durante uma noite de sexo com a minha namorada. Mas a gente sempre respeitou nossos relacionamentos.

Hoje ele ta perto de virar pai e eu vou ser o padrinho da criança. Ainda acordo de pau duro as vezes sonhando com toda putaria que a já vivemos, mas as experiências agora ficam só na memória.

FIM

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Comentários

Foto de perfil de Jota_

Porra cara, que delícia! Esse tesao que fica latente aí...uma hora ele é atendido! Hehehe

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