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O segredo sujo de Rafaela - PARTE 01

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 2004 palavras
Data: 21/09/2026 09:29:30
Assuntos: Heterossexual

Rafaela acordou com o corpo já quente.

Ainda deitada de lado, as coxas apertadas uma contra a outra, sentia a calcinha úmida e o desejo latejando baixo, insistente. Não era um tesão qualquer. Era aquele desejo sujo, o mesmo que ela carregava há meses como um segredo sórdido: a vontade de ajoelhar, de abrir a boca, de sentir o cheiro forte de um pau desconhecido, de beber esperma quente direto da fonte.

Ela respirou fundo, os olhos ainda fechados, e passou a mão por baixo da camisola. Os dedos encontraram a pele quente da barriga, desceram devagar até o elástico da calcinha e entraram por baixo. Estava molhada. Os lábios inchados, o clitóris latejando. Ela esfregou devagar, só o suficiente para sentir o prazer subir, mas parou antes de gozar. Queria carregar aquele desejo o dia inteiro.

Levantou-se. O corpo atlético e curvilíneo se esticou no espelho do quarto: seios firmes, cintura marcada, quadris largos, coxas grossas. Passou a mão pelos cabelos longos, ainda bagunçados, e foi para o banheiro. Tomou banho rápido, a água quente escorrendo pelo peito e pela bunda, mas a cabeça já estava longe. Pensava em paus. Em cheiros fortes. Em gozadas quentes cobrindo a cara.

Vestiu o body cinza de academia por baixo da roupa social — o tecido justo colando nos seios, marcando os mamilos, apertando a bunda. Por cima, a camisa social, a calça social. Olhou-se no espelho uma última vez. Aparentemente uma mulher comum indo trabalhar. Por dentro, uma puta escondida que já acordava com vontade de mamar.

Saiu de casa ainda cedo. O ônibus estava quase vazio. Ela sentou-se perto da janela, as pernas cruzadas, a calcinha já úmida de novo. O desejo não diminuía. Pelo contrário. A cada balanço do ônibus, a cada atrito do tecido contra a pele, a vontade aumentava. Queria ajoelhar. Queria engolir. Queria sentir o gosto amargo e o cheiro forte de um pau de desconhecido.

Rafaela desceu do ônibus ainda com o corpo quente. Caminhou em direção ao prédio onde trabalhava, o salto batendo no asfalto, os seios apertados pelo body cinza. O desejo da manhã ainda latejava entre as pernas, insistente, sujo.

Foi então que ela o viu.

O negão morador de rua estava encostado no muro do beco, a poucos metros da entrada de serviço. Alto, magro, pele preta fosca, roupa velha e suja, o cheiro forte de suor e rua já chegando até ela mesmo de longe. Mas não foi o cheiro que prendeu o olhar de Rafaela.

Foi o pacote.

A calça larga e suja marcava um volume absurdo entre as pernas dele. Grosso. Pesado. Longo. O tecido afundava sob o peso, desenhando o contorno de um pau que parecia impossível de ser real. Rafaela diminuiu o passo sem querer, os olhos fixos naquele volume. Sentiu a boca secar e, ao mesmo tempo, a saliva aumentar. O clitóris latejou forte dentro da calcinha.

Ela parou a alguns metros, fingindo mexer no celular, mas o olhar não saía dali. O negão mexeu o corpo, ajeitou a postura, e o pacote se moveu junto — pesado, balançando de leve sob o tecido. Rafaela engoliu em seco. Imaginou o tamanho real. Imaginou o cheiro. Imaginou a grossura enchendo a boca dela até doer.

O desejo da manhã voltou com força dobrada. Aquele segredo sórdido que ela carregava — mamar pau de desconhecido, beber esperma quente, às vezes deixar foder — latejava agora com um alvo claro. Ela não imaginava que aquele homem tinha uma ferramenta daquele tamanho. O volume sozinho já fazia a calcinha dela ficar encharcada.

Rafaela respirou fundo, o peito subindo e descendo sob a camisa social. Os mamilos duros esfregavam no body. As coxas se apertaram. Ela continuou olhando, sem pudor, absorvendo cada detalhe daquele pacote monstruoso, sentindo o tesão subir pela barriga e apertar o peito.

Guardou o celular, ajeitou a camisa e caminhou em direção a ele. O salto batia no chão com um ritmo deliberado. O body cinza colava nos seios e na bunda, marcando o corpo atlético e curvilíneo sob a roupa de trabalho. O cheiro forte de suor e rua chegou até ela antes mesmo de parar na frente do homem.

Rafaela parou a um metro de distância. Olhou direto para o rosto dele por um segundo, depois deixou o olhar descer, sem pressa, até o volume entre as pernas. Ficou olhando. Sem pudor.

— Você tá com fome? — perguntou, a voz baixa, quase íntima.

O negão ergueu a cabeça, os olhos escuros avaliando ela de cima a baixo. Rafaela não desviou. Manteve o olhar firme, o peito subindo e descendo um pouco mais rápido sob a camisa. O pacote dele parecia ainda maior agora, tão perto.

Ela deu um passo à frente, o suficiente para o cheiro forte invadir o nariz dela de verdade. Sentiu a calcinha molhar mais.

— Posso te dar alguma coisa… se você quiser.

O silêncio entre os dois ficou pesado. Rafaela não sorriu. Só ficou ali, o corpo quente, as coxas apertadas, esperando.

Ela puxou o negão pela manga da camisa suja e o levou para dentro da loja. O refeitório estava vazio — ela tinha certeza, era o horário em que ninguém descia. Fechou a porta atrás deles com um clique seco. O cheiro forte de suor e rua invadiu o ambiente pequeno junto com ele.

Foi até a geladeira, pegou um prato pronto e colocou na mesa.

— Come — disse, a voz baixa.

O angolano sentou e começou a comer com fome, a cabeça baixa. Rafaela ficou em pé ao lado dele, observando. O pacote ainda marcava pesado na calça. Ela sabia exatamente o que era. Sabia também que era bonita demais, gostosa demais, e que quase nenhum homem recusava o que ela oferecia quando queria de verdade.

Quando ele levantou o prato vazio, Rafaela se aproximou. Em vez de pegar o prato, a mão dela desceu direto entre as pernas dele. Apertou o volume grosso por cima da calça suja. O pau latejou na palma dela, quente e pesado.

— Tem porra quentinha aqui pra mim? — perguntou, a voz rouca, os olhos fixos nos dele.

O negão ficou atônito. Olhou para ela como se não acreditasse no que estava ouvindo. A respiração dele ficou mais pesada. Rafaela não tirou a mão. Apertou de novo, sentindo a grossura real sob o tecido.

Sem esperar resposta, ela puxou o zíper, enfiou a mão dentro e tirou o pau para fora de uma vez.

— Puta que pariu… que rola grande da porra… — sussurrou, os olhos arregalados.

O pau era monstruoso. Extremamente grosso, veias saltadas, a cabeça enorme já inchada e brilhando de pré-porra. O cheiro forte subiu direto para o nariz dela. O mendigo só olhava para ela, respirando forte, o peito subindo e descendo, sem dizer nada.

Rafaela se abaixou. Ficou de joelhos entre as pernas dele, medindo aquele pau com os olhos. A grossura era absurda. Ela abriu a mão e tentou fechar os dedos em volta — não dava. A língua passou pelos lábios.

— Quanto mede teu pau? — perguntou, a voz rouca. — É grande demais… nunca vi nada assim. O maior que eu já chupei tinha vinte e três centímetros… e esse é ainda maior e bem mais grosso.

O negão olhou para ela, ainda atônito.

— Não sei… nunca medi.

Rafaela se levantou de uma vez.

— Espera aí.

Saiu do refeitório rápido, o salto batendo no chão. Voltou menos de um minuto depois com uma fita métrica na mão. Ajoelhou de novo entre as pernas dele, o pau ainda duro e latejando. Esticou a fita com cuidado, da base até a ponta.

O número apareceu.

Ela ficou parada, os olhos fixos na fita, a boca entreaberta.

— Que porra é essa… é a maior rola que já vi na vida… — sussurrou, genuinamente espantada. — Que rola linda… parece o pau de um burro…

Ela passou a mão devagar por todo o comprimento, sentindo o peso, a calor, as veias, e começou a rir baixo, sujo.

— Já chupei um burro uma vez… saí com um cara rico e ele tinha fetiche de ver uma gostosa chupando um burro. Me pagou cinco mil na época pra fazer o bicho gozar na minha boca. O pau do animal era grosso pra caramba, cheirava forte, e quando ele gozou foi uma porra quente e em quantidade absurda. Eu fiquei ajoelhada ali no estábulo, engolindo o que dava e deixando o resto escorrer pela cara. O cara filmava tudo e gozava só de olhar.

O angolano riu baixo, ainda ofegante, e passou a mão pelo pau dela segurando.

— Então você gosta de pau de animal também… eu posso trazer o burrinho da carroça do Zé pra você mamar nele. Ele é manso, grosso, e faz tempo que não goza direito. Você topa?

Rafaela riu de novo, os olhos brilhando de tesão, ainda masturbando o pau enorme na mão.

— Topo… mas tem mais. Depois do burro, o mesmo cara me levou pro cavalo dele. Aquele sim era absurdo. O pau do cavalo era ainda maior, mais grosso, e a porra parecia cola… grossa, pegajosa, demorava pra escorrer. Eu fiquei com a boca e a cara cobertas daquela porra densa, o cheiro forte de cavalo misturado com esperma. Foi a gozada mais nojenta e gostosa que eu já tomei até hoje.

O negão respirou fundo, o pau latejando mais forte na mão dela.

— Então marca comigo hoje à noite. Eu levo você até o Zé, a gente pega o burrinho e você mama nele até ele gozar. Depois, se quiser, a gente vê o que mais dá pra fazer. Você topa?

Rafaela olhou para ele de baixo, a boca ainda brilhando de saliva, e sorriu sujo.

— Topo. Mas agora é o seu que eu quero.

Sem mais palavras, voltou a se abaixar. Segurou a base com as duas mãos e abriu a boca o máximo que conseguiu. A cabeça enorme mal cabia. Ela chupou com fome, babando sem parar, a língua pressionando, a garganta tentando se abrir, mas a grossura era demais. Só a ponta e mais uns poucos centímetros entravam. O resto ela masturbava com as duas mãos, apertando, subindo e descendo rápido, a saliva escorrendo em fios longos pelo pau e pingando no chão.

O negão gemia baixo, a respiração cada vez mais pesada. As mãos dele foram para o cabelo dela, sem forçar, só segurando. Rafaela acelerou. Chupava a cabeça com força, a língua rodando, as mãos bombando o resto. O cheiro forte, o gosto amargo, o volume impossível… tudo fazia ela ficar mais molhada.

Ele começou a tremer.

— Vai… vai sair… — avisou, a voz rouca.

Rafaela não tirou a boca. Continuou chupando até o último segundo. Quando ele gozou, o primeiro jato saiu com força absurda, enchendo a boca dela de uma vez. Ela engasgou, a porra escorrendo pelos cantos dos lábios, mas não se afastou. O segundo e o terceiro jatos saíram ainda mais fortes, cobrindo a língua, o céu da boca, escorrendo pelo queixo. Ela tirou a boca só o suficiente para ele mirar o resto.

O angolano gozou como se tivesse anos guardados. Jato atrás de jato, grosso, quente, branco. Cobriu a cara inteira dela. Esguichou nos óculos, na testa, no nariz, nas bochechas. Encharcou os cabelos longos, escorrendo pelas mechas até o pescoço. Pingou nos seios, manchou a camisa social, escorreu entre os seios e pelo body. Continuou saindo, um volume absurdo, um verdadeiro banho de esperma. Rafaela abriu a boca e a língua, recebendo tudo, os olhos fechados, gemendo enquanto a porra escorria pelo corpo inteiro.

Quando os últimos jatos finalmente diminuíram, ela estava irreconhecível. A cara branca de porra, os cabelos colados e encharcados, o pescoço, os seios e a roupa todos sujos. O cheiro forte invadia o refeitório. Ela passou a língua pelos lábios, engolindo o que ainda restava na boca, e olhou para cima, o rosto completamente coberto.

O negão ainda respirava pesado, o pau latejando, ainda pingando.

Rafaela se levantou devagar, a porra escorrendo pelo queixo e pingando no chão. Passou a mão pelos cabelos encharcados e olhou para ele.

— Vem.

Vou te levar pra tomar banho.

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